BoJack Horseman é renovada para a 6ª temporada
A Netflix anunciou a renovação da série “BoJack Horseman” pelas redes sociais. Veja abaixo. A animação adulta estrelada por Will Arnett (“Arrested Development”), no papel de um cavalo que tem sua própria série de TV, voltará em 2019 em sua 6ª temporada. Criada por Raphael Bob-Waksberg, a produção também inclui em seu elenco de dubladores Amy Sedaris (“Unbreakable Kimmy Schmidt”) como uma gata falante, Alison Brie (“GLOW”) como uma garota que namora um cachorrão (literalmente) e Aaron Paul (“Breaking Bad”) como o melhor amigo humano do protagonista. As boas notícias também vem a cavalo.#BoJackHorseman renovada para a temporada 6! pic.twitter.com/Ou0GbfMAjN — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) October 30, 2018
Salários milionários explicam por que cada vez mais estrelas de cinema decidem fazer séries
Não é à toa que cada vez mais astros do cinema estão migrando para as séries. A revista Variety revelou nesta terça (30/10) que eles estão recebendo fortunas para fazer a transição. Atores como Javier Bardem, Julia Roberts e Reese Witherspoon fecharam recentemente contratos milionários para estrelar novas séries. O ator espanhol vai encabeçar a sua primeira série americana, “Cortés”, megaprodução da Amazon sobre o explorador Hernán Cortés no século 16. E receberá US$ 1,2 milhão por episódio da série, sua primeira empreitada no gênero desde 1986, quatro anos antes de estrear no cinema espanhol. Já Reese Witherspoon recebeu milhões não declarados para voltar à 2ª temporada de “Big Little Lies”, na HBO, e vai ganhar US$ 1,1 milhão por capítulo de uma nova produção da Apple, ainda sem título, sobre os bastidores de um programa de TV matinal, na qual contracenará com Jennifer Aniston. A ex-“Friends” também decidiu voltar às séries, após mais de uma década dedicada ao cinema, pelo salário – os mesmos US$ 1,1 milhão por episódio da colega. A atriz Julia Roberts foi outra atraída pelo dinheiro em série. Ela receberá US$ 600 mil por episódio como protagonista de “Homecoming”, que estreia na sexta-feira (2/10) na Amazon. O detalhe é que este não é o único pagamento que os astros de cinema recebem ao fechar contrato para estrelar uma série. Eles também ganham créditos de produtores, obtendo percentagens dos lucros quando as atrações são vendidas para o exterior, lançadas em outras mídias ou reprisadas. O trabalho é maior, mas os valores superam salários de muitas estrelas atuais de Hollywood. Por conta disso, a expectativa é que as séries tenham cada vez mais astros famosos.
Pharrell Williams proíbe Trump de usar a música Happy em seus comícios
O cantor e compositor Pharrell Williams se manifestou contra o uso da sua canção “Happy”, indicada ao Oscar em 2014, em eventos do presidente dos EUA Donald Trump. Os advogados do cantor enviaram uma carta exigindo que a equipe da Casa Branca pare de usar o hit. Williams fez objeção especial ao uso de “Happy”, com sua mensagem otimista, em um comício do presidente realizado no sábado (27/10), na cidadezinha de Murphysboro, interior dos EUA, mesmo em que 11 pessoas foram mortas em um tiroteio dentro de uma sinagoga em Pittsburgh. “Não há nada ‘feliz’ (‘happy’) sobre a tragédia infligida ao nosso país no sábado, e ninguém garantiu permissão para que você usasse a faixa para propósitos de campanha”, diz a carta. “Pharell não deu e não dará permissão para você usar nenhuma de suas músicas em eventos de campanha. O uso de ‘Happy’ sem essa permissão fere os seus direitos autorais”, continuam os advogados, ameaçando processo caso a canção da trilha do filme “Meu Malvado Favorito 2” seja mais uma vez usada por Trump. Robert Bowers, o atirador da sinagoga em Pittsburgh, foi apreendido pouco depois do acontecido pela polícia. Ele se assumiu simpatizante de Trump, como o homem que enviou cartas-bombas à imprensa, artistas e políticos democratas, também preso na semana passada. Após esse fato ser citado pela imprensa, Trump disse que a imprensa que espalhava “fake news” era “inimiga do povo” americano.
Diretora de Selma desenvolve documentário sobre Prince para a Netflix
A produtora e diretora Ava DuVernay, de “Selma” e “Uma Dobra no Tempo”, está trabalhando em um documentário sobre Prince para a Netflix. De acordo com o site Deadline, a produção será dividida em episódios que irão cobrir toda a trajetória do artista. O projeto, que está sendo desenvolvido há meses, conta com o apoio do espólio de Prince, cujos administradores estão colaborando com entrevistas e acesso a arquivos, vídeos e fotos. “Prince era um gênio e uma alegria e um choque para os sentidos”, declarou DuVernay. “A única forma que de fazer este filme é com amor e com muito cuidado. Estou honrada e grata pela oportunidade confiada a mim pela espólio”. Vencedor do Oscar de Melhor Canção por “Purple Rain” (1984), Prince morreu em 21 de abril de 2016, aos 57 anos, após uma overdose acidental de medicamentos para dor.
Halloween leva 340 mil pessoas aos cinemas em sua estreia no Brasil
“Halloween” repetiu no Brasil o sucesso de suas primeiras semanas na América do Norte, assumindo a liderança da bilheteria em sua estreia nacional. De quinta a domingo (28/3), a sequência do clássico de 1978 arrecadou quase R$ 5,1 milhões e levou mais de 340 mil pessoas aos cinemas brasileiros. Com isso, “Venom” finalmente deixou o 1ª lugar, após permanecer como o filme mais visto do país por quatro semanas. Neste final de semana, a produção fez R$ 3,8 milhões e agora totaliza R$ 64 milhões e um público de mais de 4 milhões de espectadores no país. O Top 5 se completa com “Nasce uma Estrela” (R$ 2,8 milhões), “Fúria em Alto Mar” (R$ 1,48 milhões) e o brasileiro “Tudo por um Popstar” (R$ 1,42 milhões).
The Walking Dead: Norman Reedus diz que fim de Rick não frustrará fãs no próximo capítulo
O episódio de domingo (28/10) de “The Walking Dead” deixou, como anunciado, Rick entre a vida e a morte. Uma morte besta. Mas o ator Norman Reedus, intérprete de Daryl, garante que a despedida de Andrew Lincoln da série, no próximo capítulo, não deixará os fãs frustrados. “Andy e Rick Grimes deram tudo o que eles tinham, e você vai sentir isso”, disse Reedus, em entrevista ao site Deadline. “Porque é aonde ele levou a série, todos os nossos personagens e os espectadores. Foi uma refeição completa. Acho que ninguém vai ficar com a sensação de ter perdido a sobremesa. Acho que vai ser uma refeição completa, de sete pratos, e as pessoas vão ficar satisfeitas”. Reedus espera que os fãs fiquem chateados, mas que isso é bom. Mesmo que digam que vão deixar de assistir à série se Rick morrer mesmo. “Se as pessoas estão falando ‘meu Deus, não vou assistir mais porque se livraram de Rick Grimes’, então fizemos um bom trabalho”. E quem tomar essa decisão extrema só vai se arrepender, afirma o ator, que diz que a série ficou muito melhor após a saída de Lincoln. “A série está em seu melhor. Ele [Lincoln] brinca ‘estou chateado, está incrível agora’. E a verdade é que melhorou, porque o grupo ficou mais unido”. “Estamos fazendo a série que queremos fazer agora e você pode sentir isso no set, você pode sentir no lugar inteiro”, afirmou. “Sinto que os roteiros e as histórias estão ainda melhores nos últimos oito episódios [da temporada], realmente sinto isso. Eles são épicos para cacete, sabe, eles são destruidores e difíceis, todos eles. A série está se transformando em outra coisa, mas mantém o coração da série original. Apenas há vida nova nela”. Vale lembrar que a 9ª temporada está sendo conduzida por uma nova showrunner, Angela Kang, roteirista antiga da série, que foi promovida para o lugar de Scott M. Gimple. O antigo showrunner não deixou saudades por ter sido responsável por decisões polêmicas, como a morte de Carl (Chandler Riggs) e o ritmo lento das temporadas que antecederam a atual. O intérprete de Daryl comentou como a nova showrunner dá mais liberdade para o elenco conduzir seus personagens. No episódio de domingo, “The Obliged”, sey personagem e Rick tiveram um grande confronto, que começou de forma física e terminou em discussão de pontos de vista. “Foi um grande momento para nós, de muitas formas”, afirmou Reedus. “Foi o acúmulo de todas as discussões que os personagens têm tido desde a última temporada. Daryl finalmente expôs seu ponto e foi ouvido, e eles foram de brigar e se odiar até o ‘me dê sua mão, irmão’. Aquele aperto de mãos e o puxão significaram muito para Rick e Daryl, mas muito mais para Andy e eu”. “Foi nosso último grande momento, e Angela nos deixou moldá-lo”, continuou. “Todo dia, depois do trabalho, eu dirigia até Atlanta. Nós sentávamos no quintal do Andy, pedíamos pizza, ensaiávamos e reescrevíamos as falas de formas que elas se encaixassem. Nós realmente colocamos nossas vozes, e foi Angela quem nos permitiu isso”. O próximo episódio de “The Walking Dead”, intitulado “What Comes After”, trará a despedida de Rick, com direito a visões de personagens já mortos na trama, entre eles Hershell, num retorno que marcou o derradeiro trabalho do ator Scott Wilson, falecido no começo do mês. Depois disso, a série avançará ainda mais no tempo. E não serão apenas meses, como aconteceu entre a temporada anterior e a atual. A diferença será significativa, a ponto de gerar trocas nos intérpretes das crianças. Já está confirmado que Macsen Lintz, intérprete do menino Henry, será substituído por seu irmão Matt Lintz (da série “The Alienist” e do filme “Pixels”), que é cinco anos mais velho. Isto significa que Henry assumirá a narrativa de Carl na série – é que Carl ainda está vivo nos quadrinhos e tem função importante no desenrolar da trama. Para complicar ainda mais, Lauren Cohan, intérprete de Maggie, também vai deixar a atração nesse mesmo período. Em compensação, vários personagens novos serão introduzidos. Surgirão os Sussurradores, vilões que ganham seu nome pela forma como sobrevivem ao apocalipse zumbi: vestindo peles de zumbis, caminham em meio aos infectados e comunicando-se apenas através de sussurros. Eles são liderados por Alpha (que será interpretada por Samantha Morton, de “Minority Report”) e seu segundo em comando Beta (Ryan Hurst, de “Sons of Anarchy”), e ainda incluem Lydia (Cassady McClincy, de “Castle Rock”), a filha adolescente de Alpha. Mas Alexandria também receberá reforço de outro grupo de sobreviventes, formado por Magna (Nadia Hilker, de “The 100”), Connie (Lauren Ridloff, de “Sem Fôlego”), Yumiko (Eleanor Matsuura, de “Into the Badlands”), Kelly (a novata Angel Theory) e Luke (Dan Fogler, de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”). “What Comes After” vai ao ar no próximo domingo (4/11). A série é transmitida simultaneamente no Brasil pelo canal pago Fox.
Ator da série Fugitivos, da Marvel, é acusado de abuso sexual
O ator Kip Pardue, que vive o pai da jovem Karolina Dean (Virginia Gardner) na série “Fugitivos” (Runaways), da Marvel, foi acusado de abuso sexual. A denúncia foi feita pela atriz Sarah Scott nesta segunda-feira (29), nas páginas do jornal Los Angeles Times. Segundo Scott, o caso aconteceu durante as filmagens de uma cena de sexo em “The Mogulettes”, produção televisiva independente deste ano. Ela conta que Pardue, durante as filmagens, pegou a mão da colega e a colocou forçadamente no seu pênis. Após Scott rejeitar este gesto, Pardue a chamou até o seu camarim e começou a se masturbar na sua frente. “Eu literalmente congelei. Eu disse: ‘O que você está fazendo?’. E ele me respondeu: ‘Isso não é um momento #MeToo, porque eu não sou o seu chefe. Eu não posso te demitir”, conta a atriz. Pardue reconhece o que aconteceu durante a cena de sexo, dizendo em comunicado ao “Times” que “entendeu mal a situação e já se desculpou” com a atriz. Ele nega, no entanto, o que ela diz que aconteceu logo depois. “Eu nunca quis ofendê-la de forma alguma. Eu me arrependo profundamente das minhas ações, e aprendi minha lição”, diz o ator. Scott diz que reportou o acontecido para os produtores de “Mogulettes”, para o sindicato de atores de Hollywood e para a polícia local, mas não viu nenhum desenvolvimento no caso nos últimos cinco meses. “Eu não sou um nome famoso, mas estou trabalhando há mais de 15 anos. Eu fui sexualmente violada no trabalho, e embora tenha tido a coragem de denunciar isso, sinto que não tenho poder nenhum para prevenir que aconteça com outra pessoa”, comenta. “Fugitivos” retorna para a sua 2ª temporada, já gravada com Pardue no elenco, em 21 de dezembro na plataforma americana Hulu. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Sony.
Jim Sturgess entra em série da Apple sobre jornalista mirim que desvendou um crime real
O ator inglês Jim Sturgess (“Tempestade: Planeta em Fúria”) entrou no elenco da série da Apple baseada na vida da jornalista mirim Hilde Lysiak, que, obcecada em virar repórter, desvendou um crime sozinha aos 11 anos de idade. Sturgess viverá o pai da menina, que será interpretada pela jovem atriz Brooklynn Prince (“O Projeto Flórida”), primeira intérprete escalada na produção. Ainda sem título, a série acompanhará uma menina que se muda do Brooklyn para a terra natal de seu pai, uma pequena cidade à beira do lago. Quando chega lá, sua perseguição obstinada pela verdade a leva a desenterrar um caso criminal que todos na cidade, incluindo o próprio pai, tentaram enterrar. A série foi criada pelas produtoras-roteiristas Dana Fox (do filme “Como Ser Solteira”) e Dara Resnik (da série “Castle”), e terá 10 episódios.
Emma Thompson vai viver política controversa em série futurista do responsável pelo revival de Doctor Who
A atriz Emma Thompson (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”) vai estrelar uma nova série futurista da HBO intitulada “Years & Years”, que foi criada por Russell T. Davies, o showrunner original do revival de “Doctor Who” (responsável pela atração por uma década, de 2005 a 2015). A produção gira em torno uma família britânica, os Lyons, acompanhando-os ao longo de 15 anos, a partir de 2019, através de instabilidade política, avanços tecnológicos e mudanças econômicas do país. “Descobriremos se essa família comum poderia mudar o mundo”, descreve Davis em comunicado. Thompson interpretará Vivienne Rook, uma celebridade que virou política, cujas opiniões controversas dividem a nação. O elenco também inclui Rory Kinnear (“Penny Dreadful”) como Stephen Lyons, um consultor financeiro que é casado com Celeste, interpretada por T’Nia Miller (“Marcella”), uma contadora ambiciosa. Russell Tovey (“Quantico”), Jessica Hynes (“Paddington 2”) e Ruth Madeley (“The Level”) vivem os irmãos do protagonist e Anne Reid (“Boneco de Neve”) completa o elenco como a vovó. A produção já está sendo gravada em Manchester, na Inglaterra, com direção de Simon Cellan Jones (“Boardwalk Empire”). Por enquanto, não há previsão de estreia.
Tilda Swinton é confirmada em Vingadores 4
O produtor de “Vingadores 4” revelou que Tilda Swinton vai participar do longa da Marvel. Ele participava de um painel no Austin Film Festival, nos Estados Unidos, quando comentou que “Tilda Swinton tinha apenas um dia disponível para filmar” quando resolveram incluí-la na história A atriz viveu a Anciã em “Doutor Estranho” e até agora não tinha sido confirmada no elenco do novo Vingadores, que mantém sua trama guardada a sete chaves. O detalhe é que a Anciã não se deu muito bem na batalha final de “Doutor Estranho”. Mas não será a primeira personagem que voltará após supostamente ter se despedido. Frank Grillo revelou nesta semana que também voltará a viver Ossos Cruzados em “Vingadores 4”, apesar do vilão ter morrido em “Capitão América: Guerra Civil”. Ele inclusive revelou que sua cena se passa num flashback. A volta de tantos personagens falecidos sugere que muita coisa será desfeita pelo próximo longa dos super-heróis. Com direção dos irmãos Joe e Anthony Russo, “Vingadores 4” estreia em 2 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
HBO inaugura o cargo de “coordenador de intimidade” para cenas de sexo de suas produções
A HBO decidiu criar um novo cargo para produções: o coordenador de intimidade. A função assemelha-se à de um coordenador de dublês. O profissional irá supervisionar as gravações de cenas de sexo, para garantir que os atores envolvidos sintam-se seguros e confortáveis enquanto atuam. A iniciativa é resultado das discussões em Hollywood a respeito de casos de abuso e assédio sexual. O canal pago já testou – e aprovou – a prática durante as gravações da 2ª temporada de “The Deuce”, estrelada por James Franco, que foi envolvido em acusações do gênero. Alicia Rodis foi contratada como coordenadora de intimidade da série, que mostra os bastidores da indústria pornográfica na Nova York dos anos 1970. Depois disso, ela também trabalhou na comédia “Crashing” e está acompanhando a adaptação de “Watchmen” e o filme de “Deadwood”, de acordo com a revista The Hollywood Reporter. Como é impossível estar em todos os sets ao mesmo tempo, Rodis já está treinando novos coordenadores de intimidade, que devem trabalhar no drama “Jett” e em “Euphoria”, série produzida pelo cantor Drake. A decisão de ter uma coordenadora de intimidade em “The Deuce” partiu de uma sugestão da atriz Emily Meade, que vive a atriz pornô Lori na produção. Após o movimento #MeToo, ela começou a se questionar sobre o porquê de não haver nenhum profissional responsável por acompanhar cenas de sexo – ao contrário do que acontece com cenas de ação ou que envolvam crianças e animais. “Quando se fala de sexualidade, que é uma das áreas mais vulneráveis para todos os humanos, homens e mulheres, não há um sistema. Nunca houve uma pessoa para proteger e trazer conhecimento”, contou a atriz em entrevista à própria HBO. Meade levou então sua inquietação aos criadores da série, David Simon e George Pelecanos, que passaram a ideia adiante. A emissora então encontrou Alicia Rodis por meio de sua iniciativa Intimacy Directors International, que tem o objetivo de estabelecer padrões para cenas de sexo no audiovisual e no teatro. O coordenador de intimidade acompanha a produção desde uma conversa inicial com diretores e produtores sobre as cenas especificadas no roteiro, para entender o que esperam delas, faz a ponte com os atores e as equipes de maquiagem e figurino, e às vezes até os agentes dos atores são acionados, para garantir que toda nudez esteja dentro dos contratos previamente assinados. Na hora das gravações, acompanha tudo de perto para garantir que tudo tenha sido comunicado e que tudo seja consensual. Rodis espera que, no futuro, mais coordenadores como ela estejam presentes nas produções. “Estamos passando por uma grande mudança cultural e todos estão desesperados correndo atrás. É preciso muita coragem e humildade para olhar para algo que tem sido feito de uma certa forma há anos e dizer ‘podemos fazer melhor do que isso’”.
Star Trek vai ganhar série animada do roteirista de Rick and Morty
“Star Trek” vai audaciosamente chegar onde jamais esteve, com o lançamento da primeira série de comédia da franquia. O serviço de streaming americano CBS All Access anunciou a produção de “Star Trek: Lower Decks”, uma série animada de humor criada por Mike McMahan, roteirista de “Rick and Morty”. A atração vai explorar a vida dos oficiais menos importantes da Federação, que realizam os trabalhos menos glamourosos nas famosas espaçonaves da saga, e a premissa agradou tanto que foram encomendadas, de cara, duas temporadas da série. “Mike nos conquistou quando disse que queria fazer uma série sobre as pessoas que abastecem as reservas de comida da nave”, brincou o produtor Alex Kurtzman, em comunicado. “Ele é um grande fã de ‘Star Trek’, é brilhantemente engraçado e conhece tudo sobre a saga. Ele escreve com o coração de um verdadeiro fã”. A série tira o seu título de um dos episódios mais elogiados de “Star Trek: A Nova Geração”. “Lower Decks” foi ao ar na 7ª temporada da série e mostrou uma missão da nave Enterprise pelos olhos dos oficiais em treinamento, todos buscando uma promoção. Apesar de “Lower Decks” ser a primeira investida de “Star Trek” na comédia, a franquia já teve uma versão animada nos anos 1970. “Jornada nas Estrelas: A Série Animada” foi ao ar entre 1973 e 1974 e era escrita por alguns dos roteiristas da série original, além de trazer o elenco clássico em sua dublagem. O serviço de streaming CBS All Access também produz “Star Trek: Discovery”, que chega a sua 2ª temporada em 2019, e prepara uma nova série em que Patrick Stewart reprisará seu papel de “Uma Nova Geração”, o Capitão Jean-Luc Picard. Ainda não há previsão de estreia para “Star Trek: Lower Decks”.
Diretor de Mad Max prepara seu próximo filme com Idris Elba e Tilda Swinton
O cineasta George Miller vai voltar a filmar, quatro anos após a consagração de “Mad Max: Estrada da Fúria”. Ele escreveu e vai dirigir “Three Thousand Years of Longing”, uma história original, cuja sinopse está sendo mantida em sigilo. O filme também é mencionado pelo nome “Djinn”, que é a denominação de um criatura sobrenatural do folclore do Oriente Médio. Segundo o site The Hollywood Reporter, Miller já escalou dois atores de peso para seu elenco: Idris Elba (“A Torre Negra”) e Tilda Swinton (“Doutor Estranho”). Mas o compromisso, por enquanto, é apenas verbal, já que a produção ainda está em seus estágios iniciais e ainda não assegurou financiamento – isto é, não fechou contrato com um estúdio. O objetivo é apresentar o projeto para o mercado com talentos assegurados. Miller também vai produzir o longa, ao lado do seu colaborador de longa data Doug Mitchell, com a expectativa de começar as filmagens em 2019. Mais detalhes serão trazidos à tona na próxima semana, durante o evento American Film Market, em que novas produções são apresentadas a financiadores.












