Chris Pratt anuncia que está noivo da filha de Arnold Schwarzenegger
Foi rápido. O ator Chris Pratt anunciou em seu Instagram que está noivo de Katherine Schwarzenegger, escritora e filha mais velha do astro de ação Arnold Schwarzenegger. O ator de “Guardiões da Galáxia” postou uma foto romântica e escreveu ao lado: “Doce Katherine, tão feliz que você disse ‘sim’! Estou feliz por poder me casar com você. Orgulhoso de viver ousadamente nossa fé com você. Aqui vamos nós!”. O romance deve ter sido avassalador, porque o casal só começou a ser visto junto em junho de 2018 e seu namoro só foi oficializado no mês passado. Pratt, que tem 39 anos, foi casado entre 2009 e 2017 com a atriz Anna Faris (da série “Mom”). Os dois tem um filho juntos, Jack, nascido em 2012. Visualizar esta foto no Instagram. Sweet Katherine, so happy you said yes! I’m thrilled to be marrying you. Proud to live boldly in faith with you. Here we go! ??♥️ Uma publicação compartilhada por chris pratt (@prattprattpratt) em 13 de Jan, 2019 às 11:12 PST
Hugh Grant faz apelo para ladrões devolverem roteiro roubado
O ator Hugh Grant, indicado ao Globo de Ouro e ao Critics Choice pela minissérie “A Very English Scandal”, teve seu carro roubado no domingo (13/1). O detalhe é que no veículo estava um roteiro de seu próximo projeto. Ele postou um apelo no Twitter, pedindo que o roteiro repleto de anotações com “muitas semanas de trabalho e ideias” seja devolvido. “Na improvável hipótese de que alguém conheça quem invadiu meu carro hoje à noite e roubou minha bolsa, por favor, tente persuadi-lo a devolver, pelo menos, meu roteiro. São muitas semanas de notas e ideias. E, talvez, os cartões médicos dos meus filhos”. Na sequência, o ator informou o endereço onde o material deverá ser entregue. Os novos projetos de Grant incluem o filme “Toff Guys”, de Guy Ritchie, em que trabalhará ao lado de Matthew McConaughey, Henry Golding, Colin Farrell e Charlie Hunnam, além da série “The Undoing”, de David E. Kelley, com Nicole Kidman e Donald Sutherland. In the unlikely chance that anyone knows who broke into my car tonight and stole my bag, please try and persuade them to at least return my script. Many weeks worth of notes and ideas. And perhaps my children’s medical cards. Coach Films ,Ealing St Mary's Ealing Green W5 5EN* — Hugh Grant (@HackedOffHugh) 13 de janeiro de 2019
Documentário sobre suposta pedofilia de Michael Jackson promete causar polêmica no Festival de Sundance
Um documentário sobre Michael Jackson, que terá sua première mundial no Festival de Sundance, promete resgatar as denúncias polêmicas de pedofilia do cantor. Intitulado “Leaving Neverland”, o filme revisita a denúncia do garoto Jordan Chandler, de 13 anos, e do pai dele, Evan Chandler, que acusaram Michael Jackson de abuso sexual em 1993. Na época, o cantor negou as acusações, dizendo que seria incapaz de “causar mal a uma criança”. O caso não foi para frente por falta de provas. Além desse caso, o filme traz à tona as histórias de duas outras supostas vítimas do cantor, que já são adultos, com depoimentos de Wade Robson e James Safechuck. Ambos processaram o espólio de Michael Jackson depois da morte do cantor, alegando crimes sexuais, mas nenhum dos casos prosperaram. O cantor foi absolvido em 2005 numa ação criminal na Califórnia em que foi acusado de molestar um outro garoto, de 13 anos, em seu rancho chamado Neverland. Dirigido por Dan Reed, que foi premiado pela BAFTA (a Academia Britânica) por documentário de temática similar, “The Paedophile Hunter” (2014), o novo filme ganhou uma longa sinopse oficial, que descreve assim seu conteúdo: “No auge de seu estrelato, Michael Jackson começou relacionamentos duradouros com dois garotos de 7 e 10 anos e suas famílias. Agora, com 30 anos, eles contam a história de como foram abusados sexualmente por Jackson e como chegaram a um acordo para ficarem calados anos depois. Como um dos ícones mais famosos do mundo, Michael Jackson representa muitas coisas para muitas pessoas – uma estrela pop, um humanitário, um ídolo amado. Quando alegações de abuso sexual por Jackson envolvendo garotos jovens surgiram em 1993, muitos acharam difícil acreditar que o Rei do Pop pudesse ser culpado de tais atos indescritíveis. Em histórias separadas, mas paralelas, que ecoam uma à outra, dois meninos foram ajudados por Jackson, que os convidou para o seu mundo singular e maravilhoso. Seduzidos pela existência do conto de fadas do cantor e encantados com o relacionamento entre eles, as famílias de ambos os meninos ficaram cegas quanto à manipulação e o abuso que ele acabaria por sujeitá-los. Através de entrevistas angustiantes com homens agora adultos e suas famílias, ‘Leaving Neverland’ produz um retrato de exploração e fraude contínuas, documentando o poder da celebridade que permitiu a uma figura reverenciada se infiltrar na vida de crianças e seus pais.” Mesmo antes de ser exibido, o filme já está sendo rechaçado pela família Jackson. “Esse chamado ‘documentário’ é somente mais um requentado de acusações datadas e desacreditadas”, disse o espólio do cantor em um comunicado. “Essa é mais uma produção sensacionalista em uma ultrajante e patética tentativa de explorar e faturar às custas de Michael Jackson.” O Festival de Sundance 2019 vai acontecer de 24 de janeiro a 4 de fevereiro na cidade de Park City, Utah (EUA).
Dragon Ball Super Broly se torna maior sucesso do cinema japonês no Brasil
“Dragon Ball Super Broly – O Filme”, que chegou aos cinemas no dia 3 de janeiro, tornou-se a produção japonesa mais vista no Brasil em todos os tempos. Apenas no primeiro dia, mais de 106 mil ingressos foram vendidos, com uma arrecadação de R$ 1.618.415. Este já foi um recorde para uma produção japonesa. Mas não ficou nisso. No fim de semana, a conta chegou a R$ 6,5 milhões. E, em oito dias, acumulou 759 mil espectadores, mais que o dobro do público total de “Dragon Ball Z – O Renascimento de Freeza”, de 2015, que fez 332 mil. O mais curioso é que se trata praticamente de um remake, uma história antiga, com a mesma animação tosca, que pouco evoluiu desde anos 1990. 20º filme derivado dos mangás de “Dragon Ball” e o primeiro da saga “Dragon Ball Super”, a animação foi concebida pelo próprio criador da série, Akira Toriyama, e se passa após a conclusão da trama televisiva, que foi ao ar no começo do ano. Entretanto, trata-se de uma reimaginação de eventos mostrados no 8º filme, ainda nos anos 1990, que introduziram a primeira versão de Broly. O personagem se tornou tão popular que voltou a aparecer em mais dois filmes. Mas, por questão de cronologia da série animada, o público foi convidado a aceitar que se trata de um “desconhecido”. E comprou a ideia – e os ingressos.
IMDb lança serviço de streaming gratuito nos Estados Unidos
O site IMDb (Internet Movie Database), que traz fichas com informações técnicas de produções audiovisuais, anunciou o lançamento do Freedive, seu serviço de streaming de filmes e séries. O diferencial é que a plataforma será gratuita. Mas, em contrapartida, terá anúncios, algo que não acontece com concorrentes como Netflix e o Prime Video, da Amazon, que é dona do site. Por enquanto, o serviço está disponível apenas para usuários nos Estados Unidos e pode ser acessado em desktop, smartphones e em TVs através do Amazon Fire TV. Entre as produções disponíveis, o streaming conta com séries e realitys como “Heroes” e “The Bachelor” e filmes como “Amnésia”, “Tempo de Despertar” e outros clássicos. O IMDb também faz minisséries originais.
Maisa Silva fica loira para filmar Ela Disse, Ele Disse
Maisa Silva ficou loira. A atriz revelou o novo visual em seu Instagram, comentando que a “primeira mudança do ano” também é para “a primeira personagem do ano”. O visual é para sua personagem no filme “Ela Disse, Ele Disse”, segunda adaptação de um livro de Thalita Rebouças que Maisa vai estrelar nos cinemas, após “Tudo por um Popstar” (2018). Thalita Rebouças também é a autora dos livros que viraram “É Fada!” (2016) e “Fala Sério, Mãe!” (2017).. “Ela Disse, Ele Disse” é descrito como “um romance que mostra como meninos e meninas podem sentir as mesmas coisas”. O filme marca a estreia na direção de Claudia Castro (diretora assistente de “Tim Maia”), que já comandou alguns trabalhos televisivos e também traz no elenco Marcus Bessa, Duda Matte (ambos da novela infantil “Carinha de Anjo”), Maria Clara Gueiros (“Detetives do Prédio Azul – O Filme”), a blogueira Bianca Andrade e a apresentadora de TV Fernanda Gentil. As filmagens começarão esta semana num colégio da Gávea, no Rio, já que o filme é sobre dois adolescentes que precisam se adaptar a uma nova escola. Visualizar esta foto no Instagram. a primeira mudança do ano pra primeira personagem do ano n é mesmo? ? obrigada @marcoscintra_ por sempre arrasar em tudo que faz!!! ??♀️ e obrigada @jussara80 pela make ❤️ vem coisa boa por aí… Uma publicação compartilhada por +A (@maisa) em 10 de Jan, 2019 às 3:23 PST
Jason Momoa vai processar brasileiro que editou vídeo para forjar assédio do ator
O ator Jason Momoa foi alvo de uma “brincadeira” mal-intencionada que viralizou nas redes sociais. Na última quarta-feira (9/1), um vídeo em que o ator supostamente assedia uma das filhas circulou na internet, e uma série de pessoas compartilhou a informação, atacando o astro de “Aquaman”. No vídeo, que já foi deletado da web, Momoa aparece fazendo carícias na barriga da filha, durante a première de “Aquaman” no Havaí. A menina se mostra desconfortável com a situação, o que gerou uma comoção muito forte entre os internautas, culminando em manifestações contra o ator em suas redes sociais. O detalhe é que o vídeo foi editado para dar a impressão errada. A versão original – que pode ser visto abaixo – não registra nenhum tipo de assédio. A busca pelo post original revelou que o responsável pela versão editada, ao que tudo indica, é brasileiro. Segundo informações do jornal Destak, a assessoria de Momoa entrou em contato com o fã clube do ator no Brasil e pediu para que não compartilhassem o material. Além disso, avisou que tomará medidas legais contra o autor (ou os autores) do vídeo que criou toda a polêmica. Desde que o caso chamou atenção internacional, o post original sumiu e todas os compartilhamentos foram deletados.
Kim Ki-duk sofre derrota em tentativa de reverter denúncias de abuso de atrizes sul-coreanas
O cineasta sul-coreano Kim Ki-duk sofreu uma derrota em sua tentativa de transformar acusações de abuso de várias atrizes em processo de calúnia. Um tribunal de Justiça do país negou ao diretor a possibilidade de processar suas acusadoras, bem como a imprensa por relatar o caso. No final de 2017, uma atriz sul-coreana acusou o cineasta de agressão física e sexual, e um popular noticiário televisivo relatou o caso, trazendo à tona outras alegações em março de 2018. Aclamado pela crítica internacional e vencedor do Leão de Ouro, em Veneza, e o Urso de Prata de Melhor Diretor, em Berlim, Kim Ki-duk nega as acusações e tentou processar a atriz e a emissora. Sob as leis que definem difamação na Coréia do Sul, até afirmar a verdade pode ser considerada crime, se isso manchar a reputação social de alguém. Mas os promotores rejeitaram as queixas de Kim, já que as denúncias foram feitas em âmbito processual. A atriz em questão disse que Kim a forçou a fazer cenas de sexo improvisadas e a espancou repetidamente no set do filme “Moebius” (2013), antes de eventualmente substituí-la por outra atriz. Os promotores do processo original desistiram da acusação de abuso sexual, alegando falta de provas, mas enquadraram Kim por agressão física. Ele foi condenado a pagar uma pequena indenização equivalente a US$ 4,6 mil. Desde então, várias outras atrizes se apresentaram, acusando o diretor de estuprá-las ou assediá-las, em reportagens do programa jornalístico “PD Notebook”, do canal MBC, fazendo o movimento #MeToo ganhar força na Coreia do Sul. Kim queria que os promotores investigassem os jornalistas do “PD Notebook” por difamação e a atriz de “Moebius”, cuja identidade é protegida pela Justiça, por difamação e falsa acusação. Perdeu. E sua situação ficou ainda mais difícil. Seu filme mais recente já foi recebido com protestos no Festival de Berlim, em fevereiro passado. E sua participação no festival apenas serviu para tornar as acusações conhecidas fora da Coreia. Ao ser perguntado, na entrevista coletiva do evento, se gostaria de se desculpar por bater na atriz, Kim declinou. “Não, acho lamentável que isso tenha sido transformado em um processo judicial”, disse ele. “Human, Space, Time and Human” deveria ter sido lançado em abril, mas acabou adiado indefinidamente após a repercussão negativa de seu comportamento. A revista The Hollywood Reporter também apurou com fontes na indústria cinematográfica sul-coreana que Kim Ki-duk não tem nenhum outro projeto em desenvolvimento e está incomunicável desde que voltou de Berlim. Um dos mais proeminentes cineastas sul-coreanos de sua geração, Kim Ki-duk teve a maioria de seus filmes lançados no Brasil, entre eles “Primavera, Verão, Outono, Inverno… e Primavera” (2003), “Casa Vazia” (2004) e “O Arco” (2005). De um modo geral, são dramas de poucos diálogos, que preferem investir em cenas de sexo e violência – a maioria contra mulheres.
Kate Mara e Jamie Bell esperam primeiro filho
Já imaginaram como seria um filho da Mulher-Invisível e do Coisa? Pois o casal da vida real, que interpretou os personagens no filme do “Quarteto Fantástico”, está esperando seu primeiro bebê. Kate Mara e Jamie Bell se conheceram nos bastidores da produção e seu relacionamento foi a única coisa positiva que resultou do filme de 2015, fracasso de público e crítica. Eles ficaram noivos em janeiro de 2017 e se casaram em uma cerimônia íntima poucos meses depois. A atriz mostrou sua barriguinha no tapete vermelho do Globo de Ouro (veja abaixo) e o site Page Six, do New York Post, apurou que ela já está com cinco meses de gravidez. Esta é a primeira gravidez de Kate Mara, mas o segundo filho aguardado por Bell, que já tem uma criança de seu primeiro casamento, com a estrela de “Westworld” Evan Rachel Wood.
Divulgação de Titãs traz circo da família de Robin ao Brasil
A Netflix está realmente empolgada com o lançamento da série “Titãs”. Apesar de ser uma produção da WarnerMedia, exibida nos EUA por uma plataforma rival (DC Universe), a empresa de streaming não está economizando em sua divulgação, com a ativação de um circo para chamar atenção para a estreia. A réplica do Haly’s Circus foi montada no estacionamento externo do Shopping Villa-Lobos, em São Paulo, onde ficará apenas neste fim de semana. Antes da tenda clássica, um cartaz em forma de arco de entrada anuncia como destaque os Flying Graysons, a família de trapezistas de Dick Grayson, o Robin original. No espaço, as pessoas podem tirar fotos em cenários temáticos, destinados a cada personagem, entre eles uma sala de espelhos dedicada à Ravena e a possibilidade de atirar shurikens num alvo. Também há peças originais da série expostas, como a mochila da Ravena, o colar usado por Estelar e o bastão do Robin. A entrada é gratuita. O circo e os Graysons Voadores aparecem em vários flashbacks da série, que chegou nesta sexta (11/1) ao streaming no Brasil. Apesar dessa ativação, “Titãs” não é uma série com clima lúdico. Bem diferente do tom infantil da série animada “Jovens Titãs em Ação”, com quem compartilha os personagens, trata-se é uma série adulta, com muita violência, palavrões e até sexo. A atração chega na Netflix no momento em que a plataforma decidiu cancelar suas séries de super-heróis da Marvel. E mais que mantém a opção pelo clima sombrio, inaugurado no gênero por “Demolidor” e “Jessica Jones”, assim como a aprovação da crítica, com 82% no Rotten Tomatoes
Juiz da Califórnia diz que Harvey Weinstein não cometeu crime ao assediar e prejudicar carreira de Ashley Judd
A Justiça de Los Angeles rejeitou a ação de assédio sexual movida pela atriz Ashley Judd contra o ex-produtor de Hollywood Harvey Weinstein. O juiz Philip Gutiérrez decidiu que a atriz pode prosseguir com seu processo por difamação, mas que sua denúncia de assédio sexual não se enquadra na legislação da Califórnia. Ashley acusa o outrora influente produtor — denunciado por abuso sexual por centenas de mulheres — de ter arruinado sua carreira por ela não ter cedido às tentativas de assédio. Segundo a ação, Weinstein convenceu o diretor Peter Jackson a não contratar a atriz para o elenco de “O Senhor dos Anéis”, assegurando que seria “um pesadelo” trabalhar com ela. O diretor Peter Jackson confirmou, em dezembro de 2017, que Weinstein fez comentários na década de 1990 para desprestigiar atrizes que depois o acusaram de assédio ou abuso sexual. Ele estaria disposto a testemunhar, mas não será preciso, porque Weinstein não teria praticado nenhum crime. A rejeição do processo de Ashley Judd significa que arruinar carreiras de atrizes que não se submetem à assédio é absolutamente legal. Guitiérrez esclareceu que o assédio só é caracterizado em uma relação de trabalho já constituída, o que “não foi o caso”. Como as atrizes só assinam contratos por obra, elas estariam todas sujeitas a sofrer retaliações caso não aceitem o assédio para obter um papel, ficando impedidas de arranjar novos contratos por pressão de assediadores contrariados. Tudo dentro da lei, segundo o entendimento do juiz. Apenas atrizes sob contrato poderiam denunciar assédio em casos específicos e relativos à atividade trabalhista.
Assédio sexual e racismo dos responsáveis por Green Book voltam à tona na internet
O filme mais envolto em polêmicas da temporada de premiações, “Green Book – O Guia”, ganhou mais duas complicações, que foram resgatadas do passado pouco lisonjeiro dos responsáveis por sua realização. A internet trouxe à tona uma entrevista publicada em 1998 pela revista Newsweek, em que o diretor Peter Farrelly assumiu ter mostrado seu pênis para a atriz Cameron Diaz durante as filmagens de “Quem Vai Ficar Com Mary?”. Na ocasião, a atriz confirmou a situação. O diretor, que até recentemente era mais conhecido por dirigir comédias idiotas, como “Debi e Lóide” e “O Amor É Cego”, defendeu-se dizendo que agora tenta se afastar do passado politicamente incorreto em que encorajava o público a rir sobre uma mulher obesa ou de esperma usado como gel de cabelo por Cameron Diaz. Farrelly afirmou, em entrevista atual para revista The Cut, que mostrar o pênis para as atrizes não passava de uma pegadinha e que ele fez isso com outras pessoas. “Verdade. Eu era um idiota. Eu fiz isso há décadas e achava que estava sendo engraçado, mas a verdade é que estou constrangido e isso me envergonha atualmente. Eu sinto muitíssimo”, disse. Já o roteirista Nick Vallelonga virou alvo de controvérsia devido a um tuíte xenófobo de 2015, em que apoiava afirmações do presidente Donald Trump sobre uma suposta comemoração de muçulmanos de Nova Jersey após a queda das Torres Gêmeas. “100% correto. Muçulmanos em Nova Jersey comemoraram quando as torres caíram. Eu vi, assim como você, provavelmente na CBS News local”, escreveu Vallelonga. Ele deletou sua conta no Twitter após ser desmentido por inúmeras pessoas. “Green Book: O Guia” tem sido considerado um filme racista por militantes afro-americanos, apesar de sua mensagem aparentemente mostrar o contrário. Ele narra a viagem de um pianista negro pelo sul dos Estados Unidos, que contrata um motorista branco grosseirão para conduzi-lo na turnê. Ao longa da viagem, o branco aprende tolerância e deixa de ser racista. O roteirista é filho do personagem que inspirou o motorista, mas a família do pianista Don Shirley protestou contra diversas supostas mentiras na retratação do artista negro. Além disso, “Green Book” está sendo chamado de novo “Conduzindo Miss Daisy”, um filme sobre redenção de branco, dirigido e escrito por brancos, que coloca negros em seus devidos lugares, como meros coadjuvantes de suas próprias histórias. Vencedor do Globo de Ouro de Melhor Comédia ou Musical, o drama tem previsão de estreia no Brasil em 24 de janeiro.
Pôster de filme da Netflix é acusado de plagiar a capa do game The Last of Us
Um pôster do filme “What Still Remains”, que faz parte do catálogo da Netflix, foi acusado de plagiar a capa do famoso game “The Last of Us”. Além do uso da mesma fonte, a disposição dos personagens e a ambientação são bastante similares, com a mulher em primeiro plano, o homem equidistante e ambos localizados entre prédios tomados pela vegetação, que ocupam praticamente os mesmos espaços em ambas as artes. A “coincidência” chamou atenção até do diretor criativo de “The Last of Us 2”, Neil Druckmann, que comentou as semelhanças entre os dois cartazes nas redes sociais. “Espera… isto é de verdade?”, ele escreveu no Twitter. Veja abaixo. O game exclusivo do PlayStation foi lançado em 2013, enquanto o filme estrelado por Colin O’Donoghue (o Hook da série “Once Upon a Time”) e Lulu Antariksa (“Legacies”) chegou ao streaming no ano passado. Mas a arte não é a única semelhança entre os dois produtos. Enquanto “The Last of Us” conta a saga de uma adolescente e um homem sem vínculos familiares sobrevivendo em um mundo pós-apocalíptico, “What Still Remains” mostra uma jovem que perdeu a família e encontra um viajante em um mundo destruído por uma infecção. “What Still Remains” é o primeiro filme do diretor Josh Mendonza, e foi elogiado pela crítica internacional. Segundo o Los Angeles Times, a produção mostra uma “versão diferente de um mundo pós-apocalíptico” focada mais no diálogo do que nos filmes de ação. Já a Decider cravou que o projeto é uma ótima escolha para ver um filme de terror caso tenha gostado de “Bird Box”. O filme tem 89% de aprovação no Rotten Tomatoes. Entretanto, sua nota é péssima no IMDb: 4,5 na opinião do público, com críticas que o descrevem como um episódio ruim de “The Walking Dead”, com metade do orçamento e o pior roteirista da série. Hold on… is this for real? ? https://t.co/pXsl8sO6Ba — Neil Druckmann (@Neil_Druckmann) 6 de janeiro de 2019












