Possessor: Terror do filho de David Cronenberg vence Festival de Sitges
O filme “Possessor” foi o grande vencedor do Festival de Sitges, mais tradicional evento europeu dedicado ao cinema fantástico. Além de conquistar o troféu de Melhor Filme, “Possessor” também rendeu o troféu de Melhor Direção para Brandon Cronenberg, na noite deste domingo (18/10) na Espanha. Foi a segunda vez que o filho de David Cronenberg venceu o prêmio de Direção em Sitges. Ele também conquistou a honraria em sua estreia, “Antiviral”, de 2012. “Possessor” é apenas o seu segundo longa. O filme teve sua première mundial em janeiro passado, no Festival de Sundance, atingindo 92% de aprovação na média da crítica registrada no site Rotten Tomatoes. A produção é um terror tecnológico, em que Andrea Riseborough (“O Grito”) vive uma mulher que entra na cabeça das pessoas – literalmente. Sua personagem é uma agente de uma corporação que usa a tecnologia de implantes cerebrais para habitar o corpo de outras pessoas, levando-as a cometer assassinatos em benefício da empresa. Embora tenha um dom especial para esse trabalho, a experiência é traumática e ela acaba permitindo que seu mais recente drone (Christopher Abbott, de “Ao Cair da Noite”) lute para retomar o controle, com consequências violentas. Com dois longas, a filmografia de Brandon agora reflete o começo da carreira de seu pai, lembrando a época em que David Cronenberg era premiado por tramas de alterações biológicas. O elenco também destaca Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”), Sean Bean (“Game of Thrones”) e Tuppence Middleton (“Sense 8”). Veja abaixo o trailer da produção, que estreou no início do mês no circuito dos cines drive-in dos EUA.
Duro de Matar: Bruce Willis volta a ser John McClane em comercial explosivo
Os fãs de “Duro de Matar” ganharam uma continuação inesperada na forma de um comercial de bateria de carros. O astro Bruce Willis voltou a viver o icônico personagem John McClane numa propaganda da bateria Die Hard (o nome do filme original em inglês) exibida na noite deste domingo (13/10) na TV americana, com direito a muitos tiroteios, explosões e referências ao filme clássico de 1988. A história começa quando a bateria do carro do herói acaba no meio de uma cidadezinha deserta e ele é avistado pelo vilão Theo, novamente vivido por Clarence Gilyard Jr. Cercado por inimigos, McClane consegue entrar numa loja de autopeças para comprar uma bateria nova e, com o item precioso a tiracolo, escapa pelo duto de ventilação como no filme famoso. Para completar, ainda encontra Argyle, o divertido motorista de limosine vivido por De’voreaux White, que o ajuda em sua fuga, até a reviravolta de ação final. Após explosões dignas de blockbuster, Argyle comemora a vitória com um “Yippee ki yay”, que é interrompido por protestos de McClane: “Ei, essa é a minha fala!” Confira o comercial abaixo.
Lily James some após fotos de beijo em ator casado de The Affair
O surgimento de fotos em clima romântico entre Lily James (a “Cinderela”) e Dominic West (o Noah, de “The Affair”), flagrados num beijo na semana passada, durante uma viagem de dois dias a Roma, abalou o casamento do ator e fez a atriz desaparecer, em plena campanha de divulgação de seu novo filme. Os dois teriam ficado íntimos durante a produção de “The Pursuit of Love”, uma nova minissérie de época da BBC, em que West interpreta o pai de James. A diferença de 20 anos de idade e o fato de West ser casado não impediu a aproximação e, em meio ao flagra dos paparazzi, a imprensa apurou que o casal dividiu uma suíte no elegante Hotel De La Ville na capital italiana. Assim que as fotos vieram à tona, West fez uma aparição fotográfica bizarra com sua esposa – e mãe de quatro de seus filhos – , a aristocrata Catherine FitzGerald. O casal se beijou para as câmeras e entregou aos fotógrafos um bilhete que dizia “Nosso casamento é forte e ainda estamos muito juntos”. West é mais lembrado pela série “The Affair”, em que seu personagem viveu um relacionamento extraconjugal que acabou com seu casamento. Enquanto isso, Lily James sumiu. Ela está cancelando suas participações na divulgação de “Rebecca, a Mulher Inesquecível”, que deveria fazer ao lado de Armie Hammer. Segundo o site Page Six, ela tinha uma entrevista marcada para a segunda-feira (19/10) no programa “Today”, da rede americana NBC, para promover a produção da Netflix, mas a aparição foi cancelada. A atriz britânica de 31 anos, que tem o papel principal na adaptação do famoso romance de Daphne du Maurier (já filmado por Alfred Hitchcock), deveria continuar sua semana de promoção na quinta-feira, no “Tonight Show” de Jimmy Fallon, mas ainda não se sabe se ela vai participar do programa. WORLD EXCLUSIVE: Married star of The Affair, Dominic West, pictured passionately kissing Lily James in Rome https://t.co/cZLOuXGTOs pic.twitter.com/cwpCC4kC0e — Daily Mail Celebrity (@DailyMailCeleb) October 12, 2020
Tomates Verdes Fritos vai virar série com Reba McIntire
A rede NBC encomendou uma série dramática baseada no romance e no filme “Tomates Verdes Fritos”. O desenvolvimento está a cargo do veterano produtor Norman Lear, responsável por sitcoms que marcaram época na TV americana (“Tudo em Família”, “One Day at a Time”, etc) e que também produziu o longa de 1991. Escrito por Jennifer Cecil (“Private Practice”, “One Tree Hill”), o projeto é descrito como uma continuação da história clássica, que vai explorar a vida de descendentes da obra original da escritora Fannie Flagg. A cantora e atriz Reba McEntire (“Reba”) terá o papel de Idgie Threadgoode, que foi vivida em sua juventude cinematográfica por Mary Stuart Masterson (atualmente na série “For Life”). Quando a personagem volta, já madura, para Whistle Stop depois de uma década afastada, ela se depara com uma cidade mudada, com a filha distante, os negócios no Whistle Stop Cafe em frangalhos e tendo que encarar um segredo que mudou sua vida. Cecil e McEntire vão compartilhar a produção com Lear e seu sócio Brent Miller. Fannie Flagg, autora do romance e co-autora do roteiro do filme, também está à bordo em função de produtora, e a execução está a cargo da Universal Television, empresa do conglomerado da rede NBC. O filme de 1991 girava em torno de uma dona-de-casa infeliz com a vida (Kathy Bates), que faz amizade com uma senhora idosa (Jessica Tandy) em uma casa de repouso e fica encantada com as histórias que ela conta de pessoas que conheceu na juventude, entre elas a moleca valente Idgie Threadgoode. Elogiadíssimo pela crítica, o filme foi um sucesso de bilheteria, arrecadando US$ 119,4 milhões com um orçamento de US$ 11 milhões, e ainda foi indicado a dois Oscars – Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Atriz Coadjuvante para Jessica Tandy. Como a história de Idgie era narrada num grande flashback, é provável que a série seja um drama de época, com grande possibilidade de ser passada nos anos 1960. Reveja abaixo o trailer original do filme.
Produtor diz que volta de Dexter vai “consertar” final da série
Após um dos finais mais frustrantes da TV, “Dexter” ganhou uma segunda chance de acertar as contas com sua história, graças a encomenda de uma minissérie de 10 episódios, que resgatará o personagem vivido por Michael C. Hall. Em entrevista ao podcast Top 5, do site The Hollywood Reporter, o produtor-roteirista Clyde Phillips, responsável pelo revival, prometeu “consertar” o fim da série com os novos episódios, mas também afirmou que não pretende desfazer os acontecimentos polêmicos da última temporada. Phillips não tem culpa pelo final controvertido. Ele foi o showrunner de “Dexter” durante a fase elogiada da série, entre sua 1ª e 4ª temporada. A série durou mais quatro anos e, agora, o produtor diz que pretende iniciar tudo do zero, ainda que respeitando o que foi mostrado antes. “Nós basicamente vamos começar do zero”, disse Phillips. “Não queremos que esta seja a 9ª temporada de ‘Dexter’,” ele continuou. “Quase dez anos se passaram e a série refletirá essa passagem do tempo. Quanto ao novo desfecho, não terá nenhuma semelhança com o final original. É uma ótima oportunidade para escrever um segundo final.” Referindo-se à recepção negativa do desfecho, que mostrou a morte de personagens importantes e o autoexílio do protagonista – também conhecido como “final lenhador” de Dexter – , Phillips afirmou: “Esta é uma oportunidade de consertar isso”. Entretanto, ele garante que não pretende desfazer o que foi mostrado. “Não estamos desfazendo nada”, afirmou. “Não vamos trair o público e dizer: ‘Opa, foi tudo um sonho’. O que aconteceu nos primeiros oito anos da série é definitivo.” Isto impedirá o reencontro entre Dexter e personagens queridos dos fãs da série. Mas Phillips não abordou a premissa do revival, que pode ser motivado por uma simples recaída de Dexter, submetido a seus instintos assassinos (ele é um serial killer, afinal), ou ter relação mais direta com eventos da série. O final original deixou um gancho para uma investigação sobre o paradeiro do filho biológico do protagonista, dado como desaparecido e visto pela última vez sob os cuidados de Hannah McKay (Yvonne Strahovski), a única assassina que Dexter poupou e a quem confiou a criação do menino. Os novos episódios tem estreia planejada para o outono norte-americano (entre setembro e novembro) de 2021.
Atriz de Grown-Ish diz ter sido atacada por carreata de apoiadores de Trump
A atriz Francia Raisa, conhecida pelas séries “A Vida Secreta de uma Adolescente Americana” e “Grown-Ish”, e também por ter doado um rim para Selena Gomez, postou um vídeo desesperado neste domingo no Stories do Instagram. Abalada a ponto de chorar, ela relatou uma experiência traumática na rodovia 405 no sul da Califórnia, dizendo que podia ter morrido por causa dos apoiadores do presidente Trump. Ela relatou situações de terror que passou enquanto dirigia, ao ser cercada por uma carreata de militantes de direita em direção a um evento de arrecadação de fundos de Trump. Francia afirma que as pessoas que passavam a seu lado apontavam para ela, buzinando e rindo o tempo todo por sua aparência “mexicana”. Ela teria sido “encaixotada” por carros à sua frente, na sua traseira e nas laterais, que a impediam de sair do lugar e diz que quase bateu e perdeu o controle de seu veículo. “Foi tão perigoso e eu não entendo como esse pode ser o país que algumas pessoas querem. Realmente, isto é o que torna ‘a América grande’? Isto é fu****, eu poderia ter morrido…”, ela desabafou, nervosa e entre lágrimas. “Apontando para mim e rindo porque eu sou ‘mexicana’. Meu Deus, foi assustador pra cara***…” Francia Raisa é californiana, nascida e criada em Los Angeles, e sacrificou sua própria saúde para salvar a vida da amiga Selena Gomez, que disse ter ficado à beira da morte antes da doação do rim em 2017. Embora ela não tenha gravado o incidente em questão, preocupada em não bater seu carro, vários registros da caravana foram postados nas redes sociais pelos próprios manifestantes. Veja abaixo algumas fotos, após o desabafo da atriz. 405 #LosAngeles #TrumpCarRally #Trump @realDonaldTrump #CarRally pic.twitter.com/OJntaWTYOd — Civildebateplease (@Civildebate2017) October 18, 2020
Astros de Vingadores: Ultimato voltam a se juntar em evento político
Os diretores e astros do blockbuster “Vingadores: Ultimato”, maior bilheteria de cinema em todos os tempos, voltarão a se juntar na terça-feira (20/10), desta vez num evento político. Batizado de “Voters Assemble!” em alusão ao grito de guerra dos super-heróis (“Vingadores Unidos” ou “Avengers Assemble”, em inglês), o evento será uma arrecadação de fundos virtual em apoio ao candidato à presidência dos EUA Joe Biden, do Partido Democrata. A arrecadação contará com participação dos irmãos Joe e Anthony Russo, diretores dos dois últimos longas dos Vingadores, além dos atores Chris Evans (o Capitão América), Robert Downey Jr. (o Homem de Ferro), Scarlett Johansson (a Viúva Negra), Mark Ruffalo (o Hulk), Paul Rudd (o Homem-Formiga), Don Cheadle (o Máquina de Combate) e Zoe Saldana (a Gamora), que compartilharão a liderança da campanha com a candidata à vice-presidência, senadora Kamala Harris. Ruffalo tem sido especialmente claro sobre seu apoio a Biden nas redes sociais, usando sua plataforma para encorajar seus fãs a votar. Em uma postagem no Instagram, Ruffalo exibiu uma máscara que dizia “VOTE” com a legenda: “Devemos eleger campeões que lutarão pelo New Deal Verde e pressionar o Congresso a aprovar uma ação climática que corresponda à escala do problema com a urgência das demandas futuras do nosso país.” Além deles, Samuel L. Jackson (o Nick Fury) se juntou à campanha de Biden com um vídeo para pedir votos de eleitores negros. A participação dos Vingadores é apenas um dos muitos eventos que refletem o engajamento do mundo do entretenimento a favor de Biden nos EUA. O elenco do musical de sucesso da Broadway “Hamilton” também se reuniu para uma campanha na sexta-feira passada (16/10), e diversos atores descendentes de sul-asiáticos, como Mindy Kaling, Kumail Nanjiani e Lilly Singh, juntaram-se em apoio à candidatura democrata. Atualmente, Joe Biden lidera as pesquisas das eleições para presidente dos EUA, com 54% de intenção de voto contra 42% de Donald Trump no último levantamento, apurado pela rede CNN na quinta-feira (15/10) passada.
Novo filme de ação de Liam Neeson lidera bilheterias em crise nos EUA
O novo filme de ação de Liam Neeson, “Legado Explosivo” (Honest Thief), liderou as bilheterias da América do Norte neste fim de semana, ao arrecadar US$ 3,7 milhões. O valor é US$ 100 mil maior que a estreia de “Guerra com o Vovô”, o “sucesso” da semana passada que se tornou o pior campeão de bilheteria norte-americano desde 1988. Com os cinemas ainda fechados em Los Angeles, Nova York e São Francisco, e a pandemia de coronavírus ainda longe do fim, o desempenho dos lançamentos continua pífio nos EUA. Não é à toa que os grandes estúdios estão desistindo de lançar seus blockbusters potenciais, passando seus principais títulos para 2021. De fato, já circulam rumores sobre nova leva de adiamentos, que cancelariam o vindouro Natal cinematográfico. Em entrevista nesta semana, a diretora Patty Jenkins afirmou ter dúvidas sobre a estreia de “Mulher-Maravilha 1984” em dezembro. O desempenho de “Tenet”, que a Warner considerou ser capaz de trazer o público de volta aos cinemas, acabou tendo efeito inverso do esperado, conduzindo a um grande apagão de estreias. Ironicamente, porém, a paranoia dos estúdios tem sido benéfica para o filme do diretor Christopher Nolan. Única produção orçada em mais de US$ 200 milhões em cartaz nos cinemas dos EUA, “Tenet” avança a conta-gotas, mas firme, graças à falta de concorrentes, e atingiu neste fim de semana a bilheteria doméstica de US$ 50,6 milhões. É muito pouco para seu custo de produção, mas ajudou o valor mundial da arrecadação a chegar a US$ 333 milhões. O efeito conta-gotas pode até servir de estímulo para a retomada de estreias de produções de orçamento modesto. Um dos primeiros títulos a chegar aos cinemas norte-americanos durante a pandemia, “Fúria Incontrolável” (Unhinged), estrelado por Russell Crowe, atingiu US$ 20 milhões na América do Norte neste domingo (18/10), após 10 semanas em cartaz. Em todo o mundo, o filme está com US$ 39 milhões. “Fúria Incontrolável” fez pouco menos que a superprodução “Os Novos Mutantes”, última herança da Fox distribuída pela Disney. A adaptação dos quadrinhos da Marvel rendeu US$ 22,7 milhões em sete semanas na América do Norte e US$ 43,7 milhões mundiais. Os cinemas americanos ainda receberam duas estreias neste fim de semana, “Amor e Monstros” (Love and Monsters) e “The Kid Detective”, mas os estúdios se entusiasmaram menos que a crítica com seus lançamentos, colocando-os em poucas telas para apostar numa distribuição simultânea em PVOD (VOD com preço de ingresso de cinema). Elogiadíssimos e com grande apelo comercial, os dois filmes tiveram que se contentar em fechar o Top 10, respectivamente com US$ 255 mil e US$ 135 mil, enquanto reprises de sucessos infantis dos anos 1990 (“Abracadabra” e “O Estranho Mundo de Jack”) ocuparam a maioria das salas disponíveis. Esta comparação de desempenhos e estratégias acaba passando a pior mensagem possível sobre o setor, que enfrenta uma crise capaz de mudar hábitos de forma permanente.
Livros de Ailton Krenak vão virar série do produtor de Me Chame pelo Seu Nome
O pensador indígena Ailton Krenak vai virar série. A coluna de Lauro Jardim no jornal O Globo informou que seus dois livros lançados pela Companhia das Letras, “Ideias para Adiar o Fim do Mundo” e “A Vida Não É Útil”, tiveram seus direitos comprados pela RT Television. Braço televisivo da RT Features, a premiada produtora de Rodrigo Teixeira, responsável por filmes de sucesso como “Alemão”, “Tim Maia”, “A Bruxa”, “Me Chame pelo Seu Nome”, “Ad Astra” e “A Vida Invisível”, a RT Television foi formada no ano passado para produzir atrações visando o mercado de streaming internacional. O novo empreendimento atua em parceria com a produtora americana Anonymous Content e conta com investimento da poderosa agência de entretenimento e esportes Creative Artists Agency (CAA). Como os livros de Krenak estão sendo agora lançados nos EUA e Canadá, o objetivo é que a série alcance também espectadores estrangeiros. Considerado uma das maiores lideranças do movimento indígena brasileiro, Krenak integrou a Assembleia Nacional Constituinte que elaborou a Constituição Brasileira de 1988, foi um dos fundadores da União dos Povos Indígenas, protagonizou o documentário “Índios no Brasil” (2000), virou Doutor Honoris Causa e professor da Universidade Federal de Juiz de Fora em 2016 e, mais recentemente, ganhou o prêmio Juca Pato de Intelectual do Ano, oferecido pela União Brasileira de Escritores em 2020.
Atuação de Bolsonaro na pandemia vai virar filme do diretor de Carcereiros
A crise política, econômica e de saúde causada pela pandemia de coronavírus no Brasil vai render dramatização cinematográfica, além dos documentários atualmente em andamento. A coluna de Lauro Jardim no jornal O Globo informou que os direitos de adaptação do livro “Guerra à Saúde — Como o Palácio do Planalto Transformou o Ministério da Saúde em Inimigo Público Número 1 no Meio da Maior Pandemia do Século XXI”, escrito por Ugo Braga, foram adquiridos pelo cineasta Luís Eduardo Belmonte para sua transformação em filme. Cineasta premiado e especializado em tramas criminais, Belmonte é o diretor de “Se Nada Mais Der Certo” (2008), “O Gorila” (2012), “Alemão” (2014), da série “Carcereiros” (2017-2018) e de “Carcereiros – O Filme” (2019), entre outros títulos. Ainda não foi definido quem interpretará Henrique Mandetta e muito menos Jair Bolsonaro, que são personagens centrais do livro.
Anthony Chisholm (1943 – 2020)
O ator Anthony Chisholm, que ficou conhecido pela série de prisão “Oz”, da HBO, morreu na sexta-feira (16/10) aos 77 anos, de causa não informada. Chisholm estreou nas telas no começo do cinema indie americano, com pequenos papéis em “Putney Swope” (1969), de Robert Downey Sr., e no clássico blaxploitation “Rififi no Harlem” (1970), de Ossie Davis. Mas acabou se dedicando mais ao palco, onde se tornou um colaborador frequente do dramaturgo August Wilson, e só foi voltar ao cinema em “Bem Amada” (1998), de Jonathan Demme. Depois disso, ele se juntou ao elenco da 4ª temporada de “Oz”, vivendo o líder de gangue Burr Redding até o fim da série em 2003. Seus outros créditos televisivos não tiveram arcos tão longos. Eles incluem aparições em “Law & Order: SVU”, “High Maintenance”, “Random Acts of Flyness”, “Hack” e na recente “Wu-Tang: An American Saga”. Entre outros filmes, ele também atuou no drama “Reine Sobre Mim” (2007), com Adam Sandler, no thriller “Perigo por Encomenda” (2012), com Joseph Gordon-Levitt, na comédia “Chi-Raq” (2015), de Spike Lee, e em “Despedida em Grande Estilo” (2017), ao lado de Morgan Freeman, Michael Caine e Alan Arkin.
Trailer apresenta drama de boxe clandestino com Charlie Hunnam e Jack O’Connell
A Paramount divulgou três fotos, o pôster e o trailer de “Jungleland”, um drama de boxe estrelado por Charlie Hunnam (“Sons of Anarchy”) e Jack O’Connell (“Invencível”). Os dois vivem irmãos trabalhadores numa cidade industrial falida, que veem uma chance de ganhar dinheiro com o talento do mais novo (O’Connell) em lutas clandestinas. Mas os planos não saem como esperado e eles se veem forçados a trabalhar para um criminoso, interpretado por Jonathon Majors (estrela de “Lovecraft Country”). Co-estrelado por Jessica Barden (“The End of the F***ing World”), “Jungleland” é escrito e dirigido por Max Winkler (“Flower”), filho do lendário ator Henry Winkler. Exibido no Festival de Toronto, o filme tem estreia comercial marcada para 6 de novembro em circuito limitado e quatro dias depois em VOD nos EUA. Por enquanto, não há previsão para o lançamento no Brasil.
Paul Bettany é gay enrustido em trailer de comédia da Amazon
A Amazon divulgou o pôster e o trailer de “Uncle Frank”, comédia dramática estrelada por Paul Bettany (o Visão de “Vingadores: Guerra Infinita”) e Sophia Lillis (a Beverly de “It: A Coisa”). Passada nos anos 1970, a trama traz Bettany como o Tio Frank do título, um professor universitário gay, que apesar de morar com seu “colega de quarto”, ainda está no armário. A situação é descoberta por sua sobrinha adolescente (Lillis), que o considera a melhor pessoa de sua família. Ao lhe fazer uma visita surpresa, ela primeiro se choca ao saber a verdade, mas aos poucos começa a aceitar e entender porque ele é tão maltratado pelo pai. Quando o pai de Frank morre inesperadamente, ele faz a jovem jurar que manterá o segredo, enquanto os dois viajam para o funeral no sul dos EUA, acompanhados pelo insistente “colega de quarto” (Peter Macdissi, de “A Sete Palmos”) que quer conhecer a família do parceiro. O elenco ainda destaca Stephen Root (“Barry”) e Margo Martindale (“The Americans”) como os pais de Frank, enquanto outros membros da família são interpretados por Steve Zahn (“Crush à Altura”), Judy Greer (“Homem-Formiga”) e Lois Smith (“True Blood”). Escrito e dirigido por Allan Ball, o criador das séries “A Sete Palmos” (Six Feet Under) e “True Blood”, “Uncle Frank” teve première no Festival de Sundance, foi premiado no Festival de Deauville, na França, e tem 75% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia está marcada para 25 de novembro, véspera do Dia de Ação de Graças nos EUA, exclusivamente para os assinantes do Amazon Prime Video.












