Filmes online: Tom & Jerry garante diversão no feriadão
A programação do feriadão da Páscoa traz muitas estreias online para as crianças – e suas famílias. O Top 10 semanal separou cinco opções infantis, com destaque para o primeiro filme live-action de “Tom & Jerry”. A produção tem formato híbrido, em que os protagonistas continuam animados e do jeito que os fãs lembram, apesar de contracenarem com atores de carne e osso. O resultado é bem diferente do live-action do “Scooby Doo”, para citar outro desenho clássico que ganhou adaptação da Warner. Enquanto o cachorro da Hanna-Barbera se materializou no cinema com visual realista criado por computação gráfica, desta vez os personagens da MGM quase não mudaram, preservando a aparência de seus antigos desenhos bidimensionais. Embora a combinação de cartum e atores pareça retrô, a opção não aliena os fãs dos cartoons originais, chegando a incorporar a física surreal dos desenhos, como portas que mudam de lugar e quedas quilométricas que não matam. Tudo isso se torna ainda mais divertido diante da reação humana ao caos. Na trama, Tom e Jerry decidem se separar amigavelmente após décadas de brigas. Mas quando o rato apronta na despedida e resolve se mudar para um hotel de luxo de Nova York, o gato tem prazer em renovar sua rixa ao ser contratado para exterminá-lo. O elenco humano destaca Chloë Grace Moretz (“Suspiria”) como a funcionária do hotel encarregada de se livrar do rato e que acredita que Tom é a solução para seus problemas – aparentemente, ela nunca viu o desenho! Um dos maiores sucessos dos cinemas durante a pandemia, “Tom & Jerry – O Filme” atingiu nota A- do público, registrada no Cinemascore (uma pesquisa feita na saída dos cinemas dos EUA). Mas vale avisar que a reação da crítica americana ao filme foi muito negativa. O híbrido de animação e live-action, dirigido pelo veterano Tim Story (“Quarteto Fantástico”), recebeu apenas 25% de aprovação na média do Rotten Tomatoes. No Brasil, o longa foi lançado com uma campanha equivocada da Warner que sugeria que Ratinho dublava Jerry, embora o gato e o rato não falem na produção. Muita gente acreditou que Ratinho participava do filme, o que rendeu iniciativas de boicote devido às opiniões polêmicas do apresentador do SBT. Podem ver tranquilos em casa que não tem defesa de golpe militar em “Tom & Jerry – O Filme”. Confira abaixo a relação completa e os trailers das 10 melhores opções selecionadas entre os lançamentos em streaming desta semana. Tom & Jerry – O Filme | EUA | 2021 (Apple TV, Google Play, Looke, Now, SKY Play, Vivo Play, YouTube Filmes) Sonhos S.A. | Dinamarca | 2020 (Apple TV, Looke, Now) As Fantasias de Lucas | México | 2019 (Disney Plus) A Distância que Nos Une | Itália | 2020 (Apple TV, Google Play, Looke, Now, Vivo Play, YouTube Filmes) Alma de Cowboy | EUA | 2020 (Netflix) A Despedida | EUA, Reino Unido | 2019 (Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes) Laços de Amor | Espanha, Reino Unido | 2017 (Apple TV, Looke, Now) Fuja | EUA | 2020 (Netflix) Os Segredos de Madame Claude | França | 2021 (Netflix) O Último Cruzeiro | EUA | 2021 (HBO Go)
Demi Lovato recria overdose no clipe de “Dancing with the Devil”
A cantora Demi Lovato lançou o clipe de “Dancing with the Devil”, música que dá título à recente série documental em que aborda a overdose que quase lhe custou a vida. O clipe recria esse momento trágico, que aconteceu na madrugada de 24 de julho de 2018, e traz a cantora lutando para sobreviver. Ela aparece quase sempre deitada, na cama em que foi encontrada desmaiada, na maca que a levou à ambulância e no leito hospitalar. Ela também faz força para se erguer, enquanto toma banho de esponja na clínica, revelando, ao final, uma tatuagem com a palavra “Survivor” (sobrevivente). Entre as muitas cenas, Lovato pode ser vista festejando e bebendo em um bar – como fazia naquela noite de 2018 – e então entrando em contato com seu traficante. O clipe também mostra Lovato sendo deixada sozinha por seu traficante na cama – a cantora revelou que foi abusada sexualmente, deixada para morrer e encontrada nua e azul por seu ex-assistente. Esse momento também é reencenado pela produção, antes de mostrar sua família chorando ao lado de sua cama no hospital. Descrito como “uma história real”, o clipe foi roteirizada pela cantora, que também dividiu a direção com Michael D. Ratner, o diretor da série “Demi Lovato: Dançando com o Diabo”, que exibe sua última parte na próxima terça (6/4) no YouTube. A música faz parte do novo álbum de Lovato, “Dancing With the Devil… the Art of Starting Over”, lançado na quinta-feira (1/4) com participações de Ariana Grande, Noah Cyrus, Saweetie e Sam Fisher.
Godzilla vs. Kong tem maior estreia nos cinemas americanos desde o começo da pandemia
“Godzilla vs. Kong” surpreendeu nas bilheterias dos EUA e Canadá, arrecadando US$ 9,6 milhões em seu primeiro dia de exibição, o que representa a melhor estreia na América do Norte desde o início da pandemia, em março de 2020. O recorde anterior pertencia à “Mulher-Maravilha 1984”, que abriu com US$ 7,5 milhões em dezembro. O desempenho chama atenção especial por refletir uma estreia em dia incomum: na quarta-feira, 31 de março. Além disso, o filme também foi disponibilizado simultaneamente em streaming, para os assinantes da HBO Max. Ao mesmo tempo, mais cinemas abriram nos EUA nos últimos dias, devido ao avanço da vacinação contra o coronavírus. A ótima abertura é mais uma boa marca atingida pela coprodução da Warner e Legendary, que arrecadou US$ 121 milhões no mercado internacional em seu lançamento no exterior, no fim de semana passado. O sucesso se deve principalmente à China, onde rendeu impressionantes US$ 70,3 milhões em seus primeiros três dias de exibição. No Brasil, onde a HBO Max ainda não chegou, “Godzilla vs. Kong” deveria ter estreado na semana passada. Como os cinemas estão fechados, devido ao agravamento da pandemia, a produção teve seu lançamento adiado para o dia 29 de abril.
“Círculo de Fogo: The Black” é renovada para 2ª temporada
A Netflix renovou a série animada “Círculo de Fogo: The Black”, baseada na franquia homônima de Guillermo del Toro, para a 2ª temporada. “Ainda não há acabou, há muito mais pela frente…”, disse o anúncio publicado nas redes sociais da franquia. A atração foi criada por Craig Kyle (roteirista de “Thor: Ragnarok”) e Greg Johnson (criador de “X-Men: Evolution”) e acompanha um casal de irmãos que, após anos escondidos dos kaiju (monstros gigantes), encontram um abrigo abandonado com um velho Jaeger (robô gigante pilotável). Com a ajuda da inteligência artificial da máquina, eles aprendem a usar o equipamento para enfrentar as ameaças colossais e partem em busca de seus pais, que não veem desde os primeiros ataques. A produção animada fecha um “círculo”, uma vez que o filme original, concebido pelo roteirista Travis Beacham e o cineasta Guillermo del Toro em 2013, incluía animes japoneses entre suas inspirações, especialmente o clássico “Neon Angel Evangelion”. A série em estilo de anime foi desenvolvido pela Polygon Pictures, que também foi responsável pela trilogia animada de Godzilla disponibilizada na Netflix. Ainda não há previsão de estreia para a 2ª temporada. It's not over yet, there's so much more to The Black…. pic.twitter.com/yk6bGmdpxw — Pacific Rim (@PacificRim) March 31, 2021
Steven Yeun negocia estrelar novo terror do diretor de “Corra!”
O ator Steven Yeun, indicado ao Oscar 2021 por “Minari”, está em negociações para estrelar o próximo filme de terror de Jordan Peele na Universal. Ele deve se juntar ao também indicado ao Oscar Daniel Kaluuya (“Judas e o Messias Negro”) e Keke Palmer (“Scream Queens”) no longa ainda sem título do diretor de “Corra!” e “Nós”. Os detalhes da trama estão sendo mantidos em sigilo, mas Peele será responsável por escrever e dirigir, encerrando o hiato de filmagens desde “Nós” (2019), seu longa anterior. Nos últimos dois anos, o cineasta vinha se dedicando exclusivamente ao trabalho de produtor de séries e filmes. A estreia está marcada para julho de 2022.
O Esquadrão Suicida: Novo trailer revela muitas cenas inéditas
A Warner divulgou um novo trailer de “O Esquadrão Suicida” com muitas cenas inéditas, mas nenhuma sanguinária como no vídeo anterior. Desenvolvida para os cinemas, a prévia também evita os palavrões que marcaram o primeiro vislumbre do filme. Por outro lado, o vídeo reforça a impressão de que o filme vai acompanhar duas equipes diferentes da Força Tarefa X. Uma delas, que inclui o Capitão Bumerangue (Jai Courtney), deve ser despachada rapidamente no começo da história, para o segundo Esquadrão Suicida, com a Arlequina (Margot Robbie), finalmente assumir a missão estabelecida por Amanda Waller (Viola Davis). O final também confirma que o inimigo é Starro, a “estrela do mar alienígena” dos quadrinhos clássicos da DC, e ainda apresenta Nathan Fillian como Separador (Arm-Fall-Off Boy), que já foi considerado um dos piores super-heróis de todos os tempos. O diretor e roteirista James Gunn (“Guardiões da Galáxia”) cansou de dizer que recebeu carta branca da DC para matar personagens. E, pelo jeito, o primeiro time inteiro será dizimado logo no começo do filme. Isto deixa Arlequina, Rick Flag (Joel Kinnaman), Sanguinário (Idris Elba), Pacificador (John Cena), Caça-Ratos (a portuguesa Daniela Melchior), Bolinha (David Dastmalchian) e o Tubarão-Rei (criado por efeitos visuais e dublado por – surpresa! – Sylvester Stallone) como os verdadeiros protagonistas. O resto do elenco incluiu a brasileira Alice Braga (“A Rainha do Sul”), Peter Capaldi (“Doctor Who”), Storm Reid (“Euphoria”), Nathan Fillian (“Castle”), Flula Borg (“A Escolha Perfeita 2”), Pete Davidson (“Saturday Night Live”), Michael Rooker (também de “Guardiões da Galáxia”), Mayling Ng (a Gamora do game “Marvel Strike Force”), Sean Gunn (irmão do diretor e Kraglin nos “Guardiões da Galáxia”), Joaquín Cosio (“007: Quantum of Solace”), Jennifer Holland (“Brightburn”), Tinashe Kajese (“Valor”), o argentino Juan Diego Botto (“Jogos Infantis”) e até o cineasta neo-zelandês Taika Waititi (“Jojo Rabbit”). Escrito e dirigido por James Gunn, “O Esquadrão Suicida” tem estreia marcada para agosto de 2021.
Warner cancela filme dos Novos Deuses e derivado de Aquaman
O Universo DC trocou o big bang pelo pff. A Warner anunciou o encolhimento de seu calendário de lançamentos baseados em quadrinhos com o corte de dois projetos: “Novos Deuses” (New Gods), de Ava DuVernay (“Selma”), e “O Fosso” (The Trench), um spin-off de “Aquaman”. “Como parte do nosso projeto da DC, alguns títulos em desenvolvimento, incluindo ‘Novos Deuses’ e ‘O Fosso’, não irão avançar”, disse o estúdio em um curto comunicado. “Agradecemos aos nossos parceiros Ava DuVernay, Tom King, James Wan e Peter Safran por seu tempo e colaboração durante este processo e esperamos continuar nossa parceria com eles em outras histórias da DC. Os projetos permanecerão em suas mãos hábeis se quiserem avançar no futuro.” Concebido em fevereiro de 2019, “O Fosso” seria focado nas criaturas que atacaram Aquaman e Mera no final do longa de US$ 1,1 bilhão de bilheteria mundial. A produção estava a cargo de James Wan, o diretor de “Aquaman”, e seu parceiro Peter Safran. Teria clima de terror, explorando melhor a história dos personagens introduzidos em “As Profundezas”, arco do herói publicado em 2011 com ilustrações dos brasileiros Ivan Reis e Felipe Prado. Em desenvolvimento desde março de 2018, “Novos Deuses” era um projeto da diretora Ava DuVernay e contaria a história de Darkseid, o vilão da versão de “Liga da Justiça de Zack Snyder”. Ela chegou a confirmar Darkseid e as Fúrias Femininas como vilões do filme há dois anos, destacando a participação de Big Barda e o Senhor Milagre como os heróis da trama. A saga interplanetária criada por Jack Kirby em 1970 estava sendo adaptada por Tom King, que escreveu uma minissérie premiada do Senhor Milagre em 2017. A decisão de cancelar os dois filmes deve agitar os fãs de DC, que estão em campanha pela restauração do Snyderverso, pedindo uma continuação da versão de “Liga da Justiça” do diretor Zack Snyder. “Novos Deuses” era o projeto mais parecido com isso, que a Warner tinha em produção.
Mia Farrow rompe silêncio sobre mortes trágicas de três filhos
A atriz Mia Farrow rompeu o silêncio sobre a morte de três de seus filhos adotivos, após “rumores perversos” circularem na internet a respeito do falecimento deles. As especulações sobre as mortes de Tam, Lark e Thaddeus foram intensificadas depois de suas existências serem ignoradas no recente documentário da HBO, “Allen v. Farrow”. A série também deu pouco espaço para Moses Farrow, o filho que se colocou ao lado de Woody Allen na briga com a atriz, e que a denunciou por maltratar com violência os filhos adotados. Mia Farrow publicou um longo desabafo em seu Twitter. “Como mãe de 14 filhos, minha família significa tudo para mim. Embora eu tenha escolhido uma carreira que me colocou na arena pública, a maioria dos meus filhos optou por viver uma vida muito privada”, ela escreveu, explicando que é “seletiva” no que posta nas redes sociais para respeitar o desejo dos filhos em permanecerem privados. Mesmo assim, ela diz que decidiu falar para acabar com os rumores “baseados em inverdades”. “Minha amada filha Tam faleceu aos 17 de uma overdose acidental de receita relacionada às agonizantes enxaquecas que ela sofreu e à sua doença cardíaca”, contou. Já Lark, falecida em 2008, foi descrita por Farrow como uma “mulher extraordinária, uma filha, irmã, companheira e mãe maravilhosa de seus próprios filhos”. “Ela morreu aos 35 de complicações de HIV/AIDS, que contraiu de um parceiro anterior. Apesar de sua doença, ela viveu uma vida frutífera e amorosa com seus filhos e seu parceiro de longa data. Ela sucumbiu à doença e morreu repentinamente no hospital no Natal, nos braços de seu parceiro”. Por fim, Farrow abordou a morte mais controversa, de seu filho Thaddeus, que se matou aos 29 anos. “Estávamos todos antecipando um casamento, mas quando seu relacionamento acabou de forma abrupta, ele tirou sua própria vida”, ela afirmou. “Essas são tragédias indescritíveis. Qualquer outra especulação sobre suas mortes é desonrar suas vidas e as vidas de seus filhos e entes queridos”. Ela concluiu o texto dizendo que é grata por ser mãe de 14 filhos e avó de 16 netos. “Embora tenhamos conhecido a tristeza, nossa vida hoje é cheia de amor e alegria. Todo mundo tem sua própria batalha pela frente; suas próprias tristezas que o corroem. Envio-lhe minhas melhores esperanças e meu amor”. Veja o post integral abaixo. Regarding my children pic.twitter.com/ApiSeBFx9C — Mia Farrow (@MiaFarrow) April 1, 2021
Vozes e Vultos deixam Amanda Seyfried aterrorizada em trailer de terror
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Vozes e Vultos” (Things Heard & Seen), terror estrelado por Amanda Seyfried (“Mank”). A prévia mostra a atriz com olhar aterrorizado antes mesmo que qualquer coisa aconteça. E é óbvio que, com esse climão, as coisas acontecem. Especialmente quando ela se muda com a filha pequena e o marido bonitão para o típico casarão abandonado, de passado suspeito e distante da cidadezinha mais próxima, que todos sabem que é cenário de filme de terror. A princípio, ela acha que tem o melhor marido do mundo, cobrindo-o de juras de amor após ele convencê-la a ir morar no anti-lar. Mas não demora e os dois aparecem envolvidos com outros personagens mais jovens, em cenas de sedução e beijos, enquanto rádios tocam sozinhos, luzes piscam e o sangue pinga. “Vozes e Vultos” tem direção do casal Shari Springer Berman e Robert Pulcini, que nunca trabalharam no gênero. Eles são mais conhecidos pelas comédias “Anti-Herói Americano” (2003) e “O Diário de uma Babá” (2007). O elenco inclui James Norton (“Adoráveis Mulheres”), F. Murray Abraham (“Homeland”), Karen Allen (“Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”), Natalia Dyer (“Stranger Things”), Alex Neustaedter (“Colony”), Rhea Seehorn (“Better Call Saul”) e Michael O’Keefe (“City on a Hill”). A estreia na Netflix está marcada para 29 de abril.
Os Salafrários: Comédia com Marcus Majella ganha trailer da Netflix
A Netflix divulgou o trailer de “Os Salafrários”, segundo filme estrelado por Marcus Majella e o diretor Pedro Antonio em 2021. O longa foi lançado nos cinemas em janeiro, uma semana depois da estreia de “Um Tio Quase Perfeito 2”, da mesma dupla. A prévia abre com uma das piadas de golpistas mais antigas do Brasil, a venda do Cristo Redentor para um gringo otário. E mantém o nível – e os clichês de malandragem – , com participação de Samantha Schmütz como protagonista feminina. Por curiosidade, os três já tinham trabalho juntos em “Tô Ryca!” (2016). E “Os Salafrários” foi feito nessa época (mais exatamente em 2017), mas estava guardado desde então. De forma reveladora, acabou lançado num período de falta de opções nos cinemas. Na trama, Majella vive Clóvis, um salafrário em fuga da polícia após dar golpe em turistas, que se junta à meia-irmã Lohane (Schmütz) após ela perder seu trailer de sanduíches por falta de alvará. No fundo do poço, os dois terão que conviver novamente para salvar a vida um do outro, enquanto dão um truquezinho ou outro para garantir a subsistência. A estreia em streaming vai acontecer em 28 de abril.
Passageiro Acidental: Sci-fi com Anna Kendrick ganha trailer legendado
A Netflix divulgou a versão legendada do trailer de “Passageiro Acidental” (Stowaway), sci-fi realista (ao estilo de “Gravidade”), que tem roteiro e direção do paulista Joe Penna. “Passageiro Acidental” é o segundo longa do diretor brasileiro, responsável pelo elogiado thriller de sobrevivência “Arctic” (2018), estrelado por Madds Mikkelsen. A nova história também é um thriller de sobrevivência, que troca o isolamento na neve pelo isolamento numa nave espacial. A produção acompanha a primeira missão tripulada à Marte e tem apenas quatro atores: Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”), Daniel Dae Kim (“Havaí Cinco-0”), Toni Collette (“Hereditário”) e Shamier Anderson (“Wynonna Earp”). Na trama, um clandestino é encontrado à bordo após a partida da nave rumo a Marte e acidentalmente causa graves danos aos sistemas de suporte de vida. Enfrentando recursos cada vez mais escassos e um resultado potencialmente fatal, a tripulação é forçada a tomar uma decisão impossível e considerar a morte de um deles para os demais sobreviverem. A estreia está marcada para 22 de abril.
A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas: Novo trailer muda tudo na animação
Adiada pela pandemia, a animação “Super Conectados” (Connected) trocou o cinema pela Netflix. E esta não foi a única mudança. Ela agora se chama “A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas” (The Mitchells vs. the Machines). O novo trailer também apresenta uma grande alteração de perspectiva. O vídeo inicial da Sony, divulgado há exatamente um ano e ainda disponível no YouTube, começava como uma trama típica de comédia live-action, acompanhando uma família distanciada pela tecnologia moderna e a solução radical do pai para aproximar a todos: uma longa viagem de carro pelo país. Já a nova prévia se apresenta de cara como uma ficção científica. No momento em que máquinas ganham vida para dominar o mundo, a família em crise se torna a última esperança da humanidade. Vale observar que o atraso no lançamento, originalmente previsto para setembro passado, serviu para aprimorar a animação, que está bem mais detalhada que no trailer anterior. O elenco de dubladores originais destaca Danny McBride (“The Righteous Gemstones”) como o pai, Maya Rudolph (“The Good Place”) como a mãe, Abbi Jacobson (“Broad City”) como a filha adolescente e o diretor Michael Rianda como o filho caçula, além de Olivia Colman (“A Favorita”), Eric André (“A Noite É Delas”), o apresentador Conan O’Brien e o casal Chrissy Teigen e John Legend em papéis coadjuvantes. Roteiro e direção são de dois estreantes em longas, a dupla Michael Rianda e Jeff Rowe, roteiristas da série “Gravity Falls”. Já a produção está a cargo da dupla Phil Lord e Christopher Miller, responsáveis por “Uma Aventura Lego” e “Homem-Aranha no Aranhaverso”. A estreia está marcada para 30 de abril em streaming. Confira abaixo o trailer em duas versões: com dublagem em português e com as vozes originais dos astros de Hollywood.
Amy Johnston (1954 – 2021)
A atriz Amy Johnston, que interpretou Cindy Lou, a namorada do roqueiro Buddy Holly no cinema, em “A História de Buddy Holly” (1978), morreu em 17 de março, em sua casa em West Fork, Arkansas, após uma longa batalha contra o câncer. Ela tinha 66 anos. Johnston fez sua estreia nas telas em 1977 em um episódio de duas partes da série “Welcome Back, Kotter”, como interesse romântico do personagem de John Travolta. Sua personagem em “A História de Buddy Holly” foi criada especialmente para o filme, que tomou muitas liberdades para narrar a vida do famoso roqueiro dos anos 1950. Na trama, Cindy Lou tenta convencer Holly de abandonar a música para ir para a faculdade. O filme fez muito sucesso e até rendeu indicação ao Oscar para Gary Busey, intérprete de Buddy Holly. Graças à repercussão, a atriz foi escalada como protagonista de sua primeira série, “Brothers and Sisters”, uma comédia universitária exibida pela rede NBC em 1979, inspirada no filme “Clube dos Cafajestes” (1978). Entretanto, a atração durou apenas 12 episódios. Johnston também apareceu nos filmes “Rooster: Spurs of Death!” (1976), “Jennifer” (1977) e em episódios de “As Panteras”, “Cagney & Lacey” e “O Homem que Veio do Céu”, antes de abandonar as telas e passar a dar aulas de teatro em uma faculdade perto de sua casa em Arkansas.












