Jane Levy critica canal da Universal por privilegiar séries de “crime e armas”
A atriz Jane Levy (“O Homem nas Trevas”) reclamou da rede NBC após o cancelamento da série “Zoey e a Sua Fantástica Playlist” (Zoey’s Extraordinary Playlist), ao final de sua 2ª temporada. Estrela da atração, Levy taxou a decisão de “movimento errado” da emissora, acrescentando que uma série “sobre o amor” era muito necessário em um canal que agora passa a ter só “crime e armas” em sua programação. “Sinto muito, mas tenho que dizer o seguinte: ver a nova programação da NBC é como imaginar que “ok, poderíamos assistir apenas a muitos programas sobre crime e armas’”, disse Levy ao site da revista Vanity Fair. “Nossa série é sobre amor. É uma pena tirar isso do ar. Eu sinto que é o movimento errado.” Na série, a personagem Zoey (Levy) é uma jovem inteligente, mas socialmente deslocada, que de uma hora para outra passa a escutar os pensamentos de todos ao seu redor. O detalhe é que esses pensamentos se manifestam de uma forma peculiar: por meio de canções e grandes números musicais. Em suma, todos passam a cantar e dançar à sua volta, expressando o que realmente estão pensando. A produção tinha uma média de 1,8 milhão de telespectadores ao vivo, mas aumentava seu público nas plataformas digitais – atingindo até 3,6 milhões – e era bem cotada, com 79% de aprovação no Rotten Tomatoes. Por isso, havia a expectativa de uma mudança da atração para o serviço de streaming Peacock, do mesmo conglomerado, o que acabou não acontecendo. A própria Levy contou que todos do elenco acreditavam nessa possibilidade. “Quando terminamos [de gravar] a 2ª temporada, coloquei todas as minhas coisas no armazenamento no Canadá [onde o programa é gravado]”, disse ela. “Eu estava tipo, ‘É claro que vamos voltar’… Na sexta-feira passada, parecia que havia um sinal verde. E então na manhã de segunda-feira foi um sinal vermelho”. O mesmo sentimento foi compartilhado pelo showrunner Austin Winsberg, que tuitou na quarta-feira passada que se recusava “a acreditar que o programa estava morto”. Winsberg chegou a dizer que a série poderia ser levada para outra plataforma. “Podemos ter uma chance real em outro lugar”, escreveu ele. A Lionsgate Television, que co-produziu a atração com a Universal Television, anunciou na semana passada que estava buscando outra casa para a série fora da NBCUniversal. No Brasil, a 1ª temporada foi disponibilizada pela Globoplay.
Colin Farrell e Rachel Weisz vão estrelar comédia edipiana
Os astros Colin Farrell e Rachel Weisz vão voltar a se reunir numa nova produção cinematográfica. Depois de estrelarem a fantasia de humor sombrio “O Lagosta” (2015), de Yorgos Lanthimos, os dois contracenarão em “Love Child”, outra comédia sombria, desta vez de Todd Solondz (“Bem-Vindo à Casa de Bonecas”). Escrita pelo próprio Solondz, a trama de “Love Child” é uma história edipiana, em que uma criança precoce planeja se livrar de seu pai brutal para que ter atenção de sua mãe só para ele. As coisas dão errado quando um estranho bonitão aparece. “Este é meu primeiro filme com enredo tradicional e meu primeiro filme passado no Texas. É divertido e sexy e inspirado pelos filmes de Hollywood que me fizeram querer ser cineasta”, descreveu Solondz em comunicado. “Sempre amei o trabalho de Rachel e Colin e estou muito honrado em poder me valer de suas paixões por trabalhos sérios e inesperados”, completou. Curiosamente, Weisz e Farrell serão vistos a seguir em dois filmes de super-heróis, respectivamente “Viúva Negra”, que estreia em três semanas, e “Batman”, previsto para março de 2022.
Gigolô Americano: Filme de 1980 vai virar série com ator de “Justiceiro”
O canal pago Showtime oficializou a produção da série baseada em “Gigolô Americano” (American Gigolo), filme cultuado de 1980 sobre um profissional do sexo que se torna suspeito de um crime. O projeto vai acompanhar o mesmo personagem, Julian Kaye, vivido pelo então galã Richard Gere há 40 anos. A trama será uma continuação e se passará 15 anos após a última vez em que ele foi visto, no momento que sai da cadeia pelo “crime” em que foi falsamente implicado no filme. Ao deixar a prisão, Julian procura desvendar a conspiração que o colocou lá, ao mesmo tempo em que tentará retomar seu lugar na indústria do sexo, que mudou muito nos últimos anos, e reencontrar uma antiga paixão, a ex-cliente Michelle. O ator Jon Bernthal (o “Justiceiro” da Marvel) terá o papel principal e Gretchen Mol (“Boardwalk Empire”) interpretará Michelle. A adaptação do filme foi desenvolvida pelo roteirista-produtor David Hollander, criador de “The Guardian” e um dos principais escritores de “Ray Donovan”, que já lidou com a indústria do sexo no longa “Censura Máxima” (2000). A produção está a cargo do megaprodutor Jerry Bruckheimer, responsável pelo lançamento cinematográfico de 1980, mas não contará com participação do cineasta Paul Schrader, que além de dirigir também escreveu o filme original. A encomenda segue uma orientação da ViacomCBS para que suas empresas explorem o catálogo do conglomerado para a criação de novos conteúdos. O filme “Gigolô Americano” foi uma produção da Paramount, que faz parte da ViacomCBS. Além de catapultar Richard Gere ao estrelato, “Gigolô Americano” também é lembrado por sua música-tema, “Call Me”, um dos maiores sucessos da banda Blondie. Relembre abaixo o trailer oficial do filme e o clipe da música famosa.
Zoë Kravitz vai estrear na direção em filme estrelado por Channing Tatum
A atriz Zoë Kravitz (“Divergente”) vai estrear como diretora à frente de um filme de suspense. Intitulado “Pussy Island”, o longa vai trazer Channing Tatum (“Magic Mike”) como um bilionário da tecnologia, que é dono de uma ilha particular. A trama acompanha uma jovem garçonete de Los Angeles que almeja ser notada pelo magnata da tecnologia e convidada para uma reunião íntima em sua ilha particular. Mas ao chegar lá, ela se depara com algo assustador. Kravitz também coescreveu o roteiro do filme em parceria com ET Feigenbaum, roteirista da série “Alta Fidelidade” (High Fidelity”), que ela estrelou. E também será uma das produtoras das filmagens. A filha de Lenny Kravitz e enteada de Jason Momoa vai estar em bastante evidência em 2022, quando poderá ser vista como a nova Mulher-Gato, ao lado de Robert Pattinson no filme “Batman”, com estreia marcada para 4 de março.
Netflix ensina como se fala o título da série “Lupin”
A Netflix divulgou um vídeo divertido que ensina como se pronuncia o título da série “Lupin”. A produção virou um fenômeno internacional, mas aparentemente pouca gente sabe dizer seu título correto, como demonstra a prévia, em que um americano não consegue fazer sua assistente virtual exibir os episódios por não acertar a pronúncia do nome francês Lupin. Criada por George Kay (roteirista de “Killing Eve”) em colaboração com François Uzan (“Family Business”), a série homenageia Arsène Lupin, famoso criminoso literário dos romances do escritor Maurice LeBlanc, conhecido há 100 anos como “ladrão de casaca” por sua elegância e estilo. Na trama, o ladrão vivido pelo astro Omar Sy (de “Intocáveis”) se inspira no personagem para realizar um grande assalto, utilizando o mesmo talento de Lupin em seus delitos. Cheia de reviravoltas, a atração tem direção de Louis Leterrier, o cineasta do thriller “Truque de Mestre” – filme que, inclusive, serve de parâmetro para o clima da série. “Lupin” estreou sua Parte 2 na semana passada e, após se tornar a série francesa mais assistida da Netflix, foi rapidamente renovada para mais uma temporada.
Trailer mostra conclusão das séries de Guillermo del Toro na Netflix
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Caçadores de Trolls: A Ascensão dos Titãs”, um filme animado que finaliza as histórias das séries criadas por Guillermo del Toro (“A Forma da Água”) para a plataforma. Na trama do longa, os heróis das séries “Caçadores de Trolls”, “Os 3 Lá Embaixo” e “Magos” (trilogia conhecida como “Contos de Arcadia”) se unem para enfrentar uma nova ameaça: gigantescos monstros conhecidos como Titãs, que emergem das profundezas da Terra para destruir o planeta. Com produção de Del Toro, “A Ascensão dos Titãs” é dirigida pelo trio Johane Matte, Francisco Ruiz-Velasco e Andrew L. Schmidt, que comandaram episódios das séries da franquia. Já o roteiro junta Marc Guggenheim (cocriador do Arrowverso) e os irmãos Dan e Kevin Hageman (“Uma Aventura LEGO”). O elenco de vozes em inglês inclui Emile Hirsch (“Speed Racer”), Nick Offerman (“Parks and Recreation”), Steven Yeun (“Minari”), Diego Luna (“Rogue One”) e Alfred Molina (“Homem-Aranha 2”), entre outros. A estreia está marcada para 21 de julho. Veja abaixo o trailer nacional, com dublagem em português, e o original com as vozes das estrelas de Hollywood.
A Guerra do Amanhã: Chris Pratt enfrenta aliens no trailer final
A Amazon divulgou o último trailer da sci-fi “A Guerra do Amanhã” (The Tomorrow War), produção da Paramount estrelada por Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”). A prévia revela pela primeira vez em detalhes os alienígenas da trama. O filme tem direção de Chris McKay (“Lego Batman: O Filme”) e acompanha viajantes do tempo que chegam aos dias atuais para advertir a humanidade sobre uma guerra contra uma espécie alienígena mortal. Os viajantes do tempo querem recrutar soldados e civis do presente para serem transportados ao futuro e se alistarem na luta. Pratt interpreta um professor de ensino médio e pai de família que se dispõe a salvar o mundo para sua filha. Ele se junta a uma cientista brilhante (Yvonne Strahovski, de “The Handmaid’s Tale”) e seu pai distante (JK Simmons, de “Whiplash”) na missão. O elenco também inclui Betty Gilpin (“GLOW”), Sam Richardson (“Veep”), Edwin Hodge (“Bumblebee”), Mary Lynn Rajskub (“24 Horas”), Jasmine Mathews (“The Rookie”) e Seychelle Gabriel (“Falling Skies”). A estreia em streaming está marcada para 2 de julho. Veja abaixo duas versões do trailer: a disponibilizada no Brasil, que dublagem e legenda em português (igual a ver TV com closed caption ativado), e a internacional, com o idioma original em inglês, mais parecida com uma sessão de cinema, mas infelizmente sem legenda alguma.
Jennifer Lopez vai enfrentar inteligência artificial em sci-fi da Netflix
Uma semana após assinar contrato para desenvolvimento de projetos na Netflix, Jennifer Lopez anunciou seu primeiro filme da parceria: “Atlas”, uma ficção científica em que ela vai enfrentar uma ameaça computadorizada. Na trama de “Atlas”, uma inteligência artificial decide que a única forma de acabar com as guerras no mundo é extinguir a humanidade. Para conseguir vencer essa batalha, a personagem de Lopez terá que buscar aliança com algo que não confia: uma segunda inteligência artificial, supostamente com boas intenções. A história do computador que decide eliminar a humanidade passa longe de ser nova, sendo utilizada como premissa de vários filmes de ficção científica desde “Colossus 1980”, lançado em 1970, quando os supercomputadores foram introduzidos durante a Guerra Fria. O longa tem roteiro de Aron Eli Coleite (criador de “Locke & Key”) e será dirigido por Brad Peyton (“Rampage: Destruição Total”). “Atlas” será, na verdade, o terceiro filme consecutivo estrelado por Jennifer Lopez na Netflix. É que o acordo de produção foi fechado após ela ter se comprometido com dois longas para a plataforma: “The Mother”, que será dirigido por Niki Caro (“Mulan”), e “The Cipher”, baseado no romance homônimo de Isabel Ojeda Maldonado.
Disney revela sinopse da série derivada do filme “A Bela e a Fera”
A série derivada do filme “A Bela e a Fera” vinha sendo cogitada há mais de um ano, mas só foi oficializada nesta terça (15/6) com a divulgação de sua sinopse, que promete desvendar os passados não só dos protagonistas Gaston (Luke Evans) e LeFou (Josh Gad), mas também da feiticeira misteriosa que amaldiçoou a Fera na história original. Em comunicado, o chefe da Disney Television, Gary Marsh, revelou a premissa da produção. “Para quem já se perguntou como um bruto como Gaston e um pateta como LeFou podem ter se tornado amigos e parceiros, ou como aquela feiticeira mística chegou até o castelo para transformar o príncipe em fera, a série vai fornecer respostas… e sugerir várias perguntas novas”. Tanto o longa animado original quanto o remake live-action da Disney passam batido pela origem da feiticeira responsável por amaldiçoar o príncipe Adam. De fato, o mistério se estende até seu nome, já que às vezes ela é chamada de Agathe e outras de Circe, como a bruxa que transforma a tripulação de Ulisses em porcos na “Odisseia”. O projeto tem roteiros do próprio Josh Gad, intérprete de LeFou, em parceria com a dupla Edward Kitsis e Adam Horowitz, que tem boa experiência com adaptações de contos de fada da Disney, após conduzirem a série “Once Upon a Time” por sete temporadas. Na trama, LeFou será surpreendido por uma revelação do passado de Tilly (a novata Briana Middleton), sua irmã postiça. É quando os dois se juntarão a Gaston para uma jornada “cheia de romance, comédia e aventura”. Outros detalhes confirmados são que Liesl Tommy (diretora de “Respect”, cinebiografia de Aretha Franklin) vai dirigir o primeiro episódio e que Alan Menken (compositor das canções originais do desenho de 1991) vai cuidar da trilha sonora. Além disso, a série terá oito episódios e sua produção vai começar em 2022. Entretanto, ela segue sem título oficial e sem previsão de estreia na plataforma Disney+.
Code 8: Sci-fi de Robbie e Stephen Amell vai ganhar continuação na Netflix
A Netflix anunciou que a sci-fi indie “Code 8: Renegados”, estrelada e produzida pelos primos Robbie Amell (“A Babá”) e Stephen Amell (“Arrow”), vai ganhar continuação. A produção se provou um fenômeno, especialmente pela forma como foi feita. Tudo começou como um curta-metragem estrelado e bancado pelos primos em 2016, que eles usaram como “piloto” para lançar uma campanha de financiamento coletivo, visando produzir um longa-metragem. Conseguiram levantar quase US$ 2,5 milhões de mais de 27 mil investidores, e o resultado chegou em diversas plataformas de aluguel digital em dezembro de 2019, inclusive no Brasil, junto de críticas bastante elogiosas – 80% de aprovação no Rotten Tomatoes. Quatro meses depois de sua estreia digital, a Netflix incluiu o filme em seu catálogo, disponibilizando-o para seus assinantes em abril do ano passado. E o sucesso só aumentou. “Code 8” se tornou um dos títulos mais vistos da plataforma. Agora, a própria Netflix vai bancar a continuação, que permitirá aos Amell um orçamento maior e mais tranquilidade para realizar as filmagens. Robbie e Stephen Amell retomarão aos papéis na continuação, que também contará com o diretor Jeff Chan e o roteirista Chris Paré atrás das câmeras – os dois trabalharam juntos no curta original e também no terror “O Mistério de Grace” (2014). A trama de “Code 8” se passa num futuro em que cerca de 4% da população nasce com superpoderes. Mas em vez de virarem super-heróis, essas pessoas são discriminadas e acabam se juntando num submundo do crime. Muitos deles por falta de alternativas. A continuação vai introduzir uma jovem que descobre suas habilidades especiais após o assassinato do seu irmão por um grupo de policiais corruptos. Virando alvo dos criminosos fardados, ela vai precisar de ajuda de um ex-presidiário (Robbie) e seu parceiro de crime (Stephen) para escapar da perseguição das autoridades. A premissa também deveria virar série, mas os primes fecharam contrato com a plataforma Quibi, que faliu poucos meses após ser lançada no ano passado. O novo filme provavelmente é baseado na história que seria utilizada na série, uma vez que as produções da Quibi tinham episódios curtos (10 minutos ou menos), cuja duração completa era a mesma de um longa-metragem. Veja abaixo o trailer do longa original.
Diretor anuncia que “Pânico 5” está finalizado
O diretor Tyler Gillett acabou o trabalho de pós-produção e anunciou que “Pânico 5” está finalizado. “Filme finalizado. Prometo que valerá a espera!”, ele escreveu, ao lado de uma foto em que aparece na sala de edição (veja abaixo). Gillett comanda o longa ao lado do parceiro Matt Bertinelli-Olpin. A dupla também fez junta o elogiado terrir “Casamento Sangrento” (Ready or Not), disponível nas melhores locadoras digitais do Brasil. A trama vai voltar a reunir os três sobreviventes da franquia, iniciada em 1996 pelo mestre do terror Wes Craven. Neve Campbell, Courteney Cox e David Arquette retomam pela quinta vez seus papéis como Sidney Prescott, Gale Weathers e Dewey Riley. Além do trio que apareceu em todos os filmes, a produção contará ainda com Marley Shelton, que viveu uma policial em “Pânico 4”, e os novatos Melissa Barrera (“Vida”), Jenna Ortega (“Jane the Virgin”), Jack Quaid (“The Boys”), Dylan Minnette (“13 Reasons Why”), Kyle Gallner (“Sniper Americano”), Mikey Madison (“Better Things”), Mason Gooding (“Fora de Série”) e Jasmin Savoy Brown (“The Leftovers”). O roteiro foi escrito por Guy Busick (também de “Casamento Sangrento”) e pelo veterano James Vanderbilt (“O Espetacular Homem-Aranha”). Já o escritor original da franquia, Kevin Williamson (que criou “The Vampire Diaries”), participa pela primeira vez apenas como produtor. Este também é o primeiro longa de “Pânico” sem direção de Wes Craven, falecido em 2015, mas pode não ser o final da franquia, caso faça sucesso nas bilheterias. A estreia no Brasil está marcada para o próximo 13 de janeiro, um dia antes do lançamento nos EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por tylergillett (@tylergillett)
Netflix revela documentário sobre crime de Elize Matsunaga
A Netflix anunciou a produção de uma série documental sobre um crime real que gerou muitas manchetes no Brasil. Junto do anúncio, já veio o primeiro teaser de “Elize Matsunaga: Era Uma Vez um Crime”, sobre a mulher que assassinou e esquartejou seu marido. A produção vai contar a história do crime que chocou o país, o assassinato e esquartejamento de Marcos Matsunaga, marido de Elize Matsunaga. A série revisitará o passado de Elize, de sua infância até o conturbado relacionamento com o empresário. Além disso, vai abordar detalhes da trama macabra, como a realização do esquartejamento em sua própria casa, a divisão das partes do corpo em um saco e depois numa mala, as tentativas de acobertamento do crime, passando pela confissão, prisão, julgamento em 2016 e também as saídas temporárias do encarceramento, que foram acompanhadas pela equipe de filmagem. A assassina também deu uma entrevista exclusiva para a produção, a primeira desde que foi presa. “Elize Matsunaga: Era Uma Vez um Crime” tem quatro episódios com roteiro de Diana Golts (“The Last Defense”) e direção de Eliza Capai (“Espero Tua (Re)volta”). A estreia está marcada para o dia 8 de julho.
Cruel Summer é renovada para 2ª temporada
O Freeform renovou a série “Cruel Summer” para a sua 2ª temporada. Uma das atrações adolescentes norte-americanas mais elogiadas de 2021, a série encerra seu primeiro ano de produção nesta terça (15/6) como uma das maiores audiências do canal pago americano, e já foi adquirida pela Amazon para lançamento internacional. Com 90% de aprovação computada no site Rotten Tomatoes, “Cruel Summer” vai chegar no Brasil em 6 de agosto pela Amazon Prime Video. A atração, que conta com a atriz Jessica Biel (“The Sinner”) entre seus produtores executivos, transcorre durante verões diferentes – de 1993 a 1995 – em uma pequena cidade do Texas e aborda o desaparecimento misterioso de uma adolescente bonita e popular, ao mesmo tempo em que a garota estranha do colégio se torna a mais popular. O detalhe é que essa recente popularidade dura só dois verões. Em 1995, ela vira a pessoa mais odiada de todo o país. Criada por Bert V. Royal (“Caminho da Recuperação”) e com produção do estúdio canadense eOne (Entertainment One), a série é estrelada por Olivia Holt (A Adaga de “Manto e Adaga”) como a garota popular e Chiara Aurelia (“Tell Me Your Secrets”) como a estranha. Cada episódio é contado a partir do ponto de vista de uma das duas garotas, e utiliza as mudanças de perspectivas para testar a formação de opinião dos espectadores, conforme mais informações são reveladas.












