4400: Trailer do reboot da série sci-fi destaca viagem no tempo
A rede The CW divulgou um novo trailer do reboot da cultuada série de ficção científica “The 4400”. A prévia revisita uma das premissas sobrenaturais mais imitadas deste século, que inclusive inspirou o recente sucesso de “Manifest”. Vale reparar que a nova versão tirou o “The” de seu título. Chama-se apenas “4400”. Este é o número de pessoas que surgem de uma hora para outra, todos ao mesmo tempo e no mesmo local, após passarem anos desaparecidas. O detalhe é que cada um dos retornados desapareceu numa época diferente. A personagem principal da prévia, Dr Andre (T.L. Thompson, de “Adventures in New America”), sumiu em 1924 e, ao reaparecer em 2021, não sabe como agir no mundo moderno. Quem o pegou e por quê, e qual a razão de devolvê-lo no futuro são questões centrais do mistério da história, além do fato de que quem retornou não voltou exatamente igual. O reboot é assinado pela dupla Taylor Elmore e Craig Sweeny, que trabalhou junta como produtores e roteiristas de “Limitless”. Vale lembrar que Sweeny, que criou “Limitless”, também foi roteirista e supervisor da série original, por sua vez criada por René Echevarria e Scott Peters. “The 4400” foi ao ar entre 2004 e 2007 em dois canais diferentes nos Estados Unidos, durando quatro temporadas bastante criativas. Aparentemente, a nova versão não vai seguir a estrutura da trama original, que começava como um episódio de “Arquivo X”, com um casal de agentes federais investigando o surgimento misterioso das 4400 pessoas. Joel Gretsch (que depois estrelou “V: Visitantes”) e Jacqueline McKenzie (atualmente na série australiana “Pine Gap”) viviam os investigadores, mas o destaque acabou sendo o elenco de apoio, com diversos atores de peso, entre eles Mahershala Ali (vencedor do Oscar por “Moonlight”), Patrick John Flueger (“Chicago P.D.”), Billy Campbell (“The Killing”), Megalyn Echikunwoke (“Vixen”), Samantha Ferris (“Salvation”), Laura Allen (“Ravenswood”), Jeffrey Combs (o eterno Herbert West da franquia de terror “Re-Animator”), Garret Dillahunt (“Fear the Walking Dead”), Peter Coyote (“Law & Order: Los Angeles”) e a musa sci-fi Summer Glau (de “Firefly”, “Terminator”, “Dollhouse” e “Alphas”). O reboot estreia em 25 de outubro.
“Daisy Jones & The Six” ganha primeiras imagens de bastidores
A produtora Hello Sunshine, de Reese Witherspoon (“The Morning Show”), divulgou no Instagram as primeiras imagens de bastidores de “Daisy Jones & The Six”, nova minissérie da Amazon Prime Video. Adaptação do romance de mesmo nome da escritora Taylor Jenkins Reid – também lançado no Brasil com o título em inglês – , a trama apresenta os altos e baixos de uma renomada banda de rock dos anos 1970, liderada pela personagem do título. A protagonista Daisy Jones é descrita como uma garota que nasceu em uma família privilegiada e abandona os pais para seguir a carreira como cantora, começando a participar da cena musical roqueira de Los Angeles. Um detalhe curioso da produção é que o papel principal é desempenhado por Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), que além de atriz é neta de Elvis Presley. Por sinal, ela já viveu uma roqueira dos anos 1970 no cinema. Em “The Runaways”, de 2010, ela interpretou a cantora Marie Currie, irmã de Cherie Currie (Dakota Fanning). “Daisy Jones & The Six” foi criada pela dupla Scott Neustadter e Michael H. Weber, roteiristas dos sucessos “A Culpa é das Estrelas” (2014) e “Artista do Desastre” (2017), e terá episódios dirigidos pela cineasta neozelandesa Niki Caro (do filme “Mulan” e da série “Anne with an E”). O elenco também inclui a atriz e modelo Suki Waterhouse (“Miss Revolução”), a também modelo e atriz Camila Morrone (do remake de “Valley Girl”), Josh Whitehouse (que igualmente estrelou “Valley Girl”), o astro Sam Claflin (“Enola Holmes”), o novato Will Harrison (visto em “Madam Secretary”), Nabiyah Be (“Pantera Negra”) e Sebastian Chacon (“Penny Dreadful: City of Angels”). Ainda não há previsão para a série chegar ao serviço de streaming da Amazon. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Hello Sunshine (@hellosunshine)
Busca por novo 007 só vai começar no ano que vem
A produtora Barbara Broccoli revelou que ainda não começou a pensar num substituto de Daniel Craig na franquia “007”. Em entrevista para a rádio BBC 4, a responsável pelos filmes de James Bond afirmou que ela e o restante da equipe da franquia só vão começar a pensar no próximo intérprete de James Bond a partir do ano que vem. Segundo ela, o motivo de ainda não ter começado a imaginar o futuro da franquia é a dificuldade de aceitar que Daniel Craig se despede do papel em “007 – Sem Tempo para Morrer”. “Eu estou em negação sobre o fim da era de Daniel Craig no papel”, ela comentou. “Queremos que ele tenha um tempo para celebrar a sua passagem por Bond. No ano que vem, começaremos a pensar no futuro”. O parceiro de Broccoli à frente da franquia, Michael G. Wilson, ainda destacou que Craig deixa “um legado difícil de superar” como Bond, o que dificulta muito a escolha de seu substituto. Dirigido por Cary Joji Fukunaga (“Beasts of No Nation”), a despedida de Daniel Craig como James Bond envolve um segredo de Madeleine Swann (Léa Seydoux), a paixão do agente secreto 007, relacionado ao vilão da vez, o deformado Safin (Rami Malek). Isto faz o espião que amava embarcar numa última missão, aliando-se a velhos amigos. Chamar de amigo o vilão Blofeld (Christoph Waltz), de “007 Contra Spectre” (2015), é um pouco exagerado. Mas os demais, M (Ralph Fiennes), Q (Ben Whishaw) e Eve Moneypenny (Naomie Harris) apoiam Bond desde “007: Operação Skyfall” (2012). Além deles, o filme traz de volta o parceiro mais antigo do 007 de Craig na franquia, o agente da CIA Felix Leiter (Jeffrey Wright), visto em “007: Cassino Royale” (2006) e “007: Quantum of Solace” (2008). A reunião de antigos rostos da franquia reforça o clima de despedida. Mas também há novas aliadas, encarnadas por Ana de Armas (“Blade Runner 2049”) e Lashana Lynch (“Capitã Marvel”), que interpreta uma nova 007. Originalmente previsto para março do ano passado, o longa sofreu vários adiamentos até definir que vai mesmo chegar às telas em 30 de setembro no Brasil.
Vin Diesel revela que “Riddick 4” está “mais perto do que acham”
O astro Vin Diesel atiçou os fãs com um post sobre a produção do quarto filme da franquia de “Riddick” no fim de semana. Ao lado de uma foto em que aparece como o personagem-título, ele revelou que teve uma reunião “incrível” sobre o projeto e que a continuação está mais perto de se materializar do que se imagina. “Incrível reunião, hoje. Obrigado time, vocês saem quem vocês são. Vamos dizer que ‘Furia’ pode estar mais perto do que vocês pensam”, escreveu Diesel em seu Instagram. O astro está desenvolvendo a produção desde 2015. Na época, ele adiantou os planos do diretor e roteirista David Twohy para a continuação, revelando o título de “Furia” (o nome do planeta de Riddick é Furya), além de citar o projeto de uma série passada no mesmo universo. David Twohy escreveu e dirigiu todos os três filmes de Riddick – “Eclipse Mortal” (2000), “A Batalha de Riddick” (2004) e “Riddick 3” (2013) – , além de mais dois curtas animados do personagem. O primeiro filme é sensacional, o segundo foi ambicioso demais e o terceiro abriu várias possibilidades para a franquia, especialmente pelas participações de Katee Sackhoff (série “Battlestar Galactica”) e Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) como mercenários. Mas a arrecadação dos três é bem modesta, tendo gerado US$ 267 milhões em todo o mundo. Apesar disso, a trilogia tem uma base fiel de fãs. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Vin Diesel (@vindiesel)
“The Witcher” dá boas vindas ao intérprete de Vasemir
A Netflix aproveitou o lançamento do trailer da 2ª temporada de “The Witcher”, revelado durante o evento Tudum no fim de semana, para retomar a divulgação da série nas redes sociais. Um post publicado no site oficial da série destacou um detalhe do vídeo: a entrada de Kim Bodnia (de “Killing Eve”) no elenco para interpretar Vesemir, o mentor do protagonista Geralt de Rivia. Vesemir teve sua própria série lançada recentemente, a animação “The Witcher: Lenda do Lobo”, em que foi dublado por Theo James (de “Divergente”). Na série live-action ele vai aparecer bem mais velho. “É o ano de Vesemir! Bem-vindo Kim Bodnia como o mais antigo sobrevivente bruxo e mentor de Geralt, fazendo sua estreia na 2ª temporada de ‘The Witcher'”, diz o texto publicado no Twitter, junto de fotos do ator caracterizado. Nos livros de Andrzej Sapkowski, e também nos games da CD Projekt RED, Vesemir é apresentado como o bruxo responsável por criar e treinar Geralt de Rivia, além dos demais bruxos de Kaer Morhen, sede da Escola do Lobo. Ele também tem papel fundamental na criação de Ciri, situação que será abordada na 2ª temporada da série da Netflix. Nos próximos capítulos, o caçador de monstros Geralt de Rivia (Henry Cavill) vai cuidar da jovem princesa perdida Ciri (Freya Allan), levando-a ao lugar mais seguro que conhece, seu lar de infância, Kaer Morhen, iniciando um treinamento que a transformará numa guerreira. Ao mesmo tempo, a feiticeira Yennefer (Anya Chalotra), que sobreviveu aos eventos fatais do final do primeiro ano da produção, continua a correr perigo. A estreia está marcada para o dia 17 de dezembro. It’s the year of Vesemir! Welcome Kim Bodnia as the oldest surviving witcher and Geralt’s beloved mentor, making his debut in The Witcher Season 2. pic.twitter.com/8bojfrU97F — The Witcher (@witchernetflix) September 25, 2021
Filme de Paul Thomas Anderson ganha trailer com filho de Philip Seymour Hoffman
A MGM divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Licorice Pizza”, novo filme de Paul Thomas Anderson (“O Mestre” e “Trama Fantasma”). A prévia é apresentada ao som de “Life on Mars”, de David Bowie, e destaca a recriação detalhista dos anos 1970 e a premissa de atração polêmica entre um adolescente e uma mulher mais velha. A produção marca a estreia da cantora Alana Haim (do grupo musical Haim), de 30 anos, em seu primeiro papel no cinema. O diretor é muito amigo das irmãs Haim e já dirigiu nada menos que oito clipes do trio musical. Seu parceiro em cena também é estreante: Cooper Hoffman, filho do falecido ator Philip Seymour Hoffman. O pai do jovem estrelou cinco filmes de Anderson. Não há muitos detalhes oficiais sobre a trama, exceto que o personagem de Hoffman é um estudante que está se tornando ator. Apesar de ser retratado na high school, o jovem tem 18 anos na vida real. Em contraste com o casal de iniciantes, o elenco de apoio da produção é uma constelação de estrelas, que inclui Bradley Cooper (“Nasce uma Estrela”), Sean Penn (“O Gênio e o Louco”), Maya Rudolph (“O Halloween do Hubbie”), Ben Stiller (“A Vida Secreta de Walter Mitty”), John C. Reilly (“Kong: A Ilha da Caveira”), Emma Dumont (“The Gifted”), Skyler Gisondo (“Santa Clarita Diet”), Benny Safdie (“Bom Comportamento”), Mary Elizabeth Ellis (“Lodge 49”) e o cantor Tom Waits (“Os Mortos Não Morrem”). A estreia está marcada para 26 de novembro nos EUA e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Chucky disseca um sapo em cena inédita da série do Brinquedo Assassino
A primeira série de “Chucky”, o Brinquedo Assassino, teve uma cena inédita divulgada nesta segunda (27/9), que revela o boneco dissecando um sapo numa aula de biologia do Ensino Médio. A versão seriada de “Chucky” foi desenvolvida por Don Mancini, o criador do personagem, que escreveu o roteiro do primeiro “Brinquedo Assassino” em 1988 e desde então explora a franquia sem parar, tendo assinado seis continuações e dirigido três longas do monstro de plástico. Além de escrever os roteiros e produzir os episódios, Mancini também dirigiu o capítulo inaugural da série. Ele vai trabalhar na atração com David Kirschner, produtor da franquia cinematográfica, e Nick Antosca, criador das séries “Channel Zero” e “The Act”. Na trama, o personagem-título encontra suas novas vítimas ao ser adquirido numa venda de garagem pelo jovem Jake (Zackary Arthur, de “Transparent”), adolescente gay que sofre bullying. O elenco também inclui Christine Elise (“Barrados no Baile”), Carina Battrick (“Impulse”), Jana Peck (“A Teacher”), Teo Briones (“Ratched”), Alyvia Alyn Lind (“Daybreak”), Bjorgvin Arnarson (“O Sétimo Dia”) e até Alex Vincent, que viveu o menino original do filme de 1988 Além disso, a série vai manter a dublagem clássica de Chucky, feita pelo ator Brad Dourif, servindo assim de contraponto ao remake recente, em que o boneco demoníaco foi dublado por Mark Hamill (o Luke Skywalker). O filme de 2019 foi a primeira e única versão de “Brinquedo Assassino” sem envolvimento de Mancini. “Chucky” vai estrear no mês do Halloween, em 12 de outubro nos EUA, e será lançado no Brasil pela nova plataforma de streaming da Disney, a Star+, que ainda não confirmou a data no país.
“G.I. Joe Origens: Snake Eyes” ganha data de lançamento no Brasil
Após ter a distribuição nos cinemas cancelada na véspera da estreia em agosto, “G.I. Joe Origens: Snake Eyes” finalmente ganhou data para chegar ao Brasil. O filme será disponibilizado em PVOD (sessão digital com preço “premium”) a partir de 29 de setembro pela Paramount Home Entertainment. O filme estará disponível para locação digital na NOW, Sky Play, Vivo, Oi Play, Apple TV, Google Play e Microsoft Store, e para compra digital nas três últimas. “G.I. Joe Origens: Snake Eyes” teve seus planos de lançamento alterados após o fracasso da produção nos cinemas dos EUA. Lançado em 23 de julho, fez apenas US$ 27 milhões no mercado doméstico, além de ter amargado críticas muito negativas, com apenas 37% de aprovação no Rotten Tomatoes. Apesar do entusiasmo com a escalação de Henry Golding (“Podres de Ricos”) no papel-título e uma história centrada na origem de seu antagonista Storm Shadow (vivido por Andrew Koji, da série “Warrior”), o problema do filme, segundo a crítica internacional, foi a equipe criativa contratada pelo estúdio: o roteirista grego Evan Spiliotopoulos e o diretor alemão Robert Schwentke, que anteriormente tinham enterrado duas franquias, com os fracassos respectivos de “O Caçador e a Rainha do Gelo” e “A Série Divergente: Convergente”, ambos lançados em 2016. Com as bilheterias pífias, a dupla acrescentou a seus históricos mais uma franquia falida, já que a Paramount pretendia usar “Snake Eyes” para promover um reboot e lançar novos filmes de “G.I. Joe”. As piores expectativas foram confirmadas e, graças à produção cara na casa dos US$ 100 milhões, o filme se tornou um dos maiores prejuízos de Hollywood durante a pandemia. Veja abaixo um trailer divulgado pela Paramount para o lançamento que não aconteceu nos cinemas brasileiros.
Série sci-fi “Babylon 5” vai ganhar reboot do criador original
A clássica série sci-fi “Babylon 5” vai voltar à TV. A rede The CW encomendou uma nova versão da atração cultuada dos anos 1990 para o criador da série original, J. Michael Straczynski. Straczynski, que também foi cocriador de “Sense8” na Netflix, pretende retomar os mesmos personagens na nova versão, reintroduzindo a história para uma nova geração. Por enquanto, porém, apenas a criação do roteiro de um possível piloto do projeto foi negociado. Mas bastou para mostrar a existência de uma base sedenta de fãs, que imediatamente se mobilizou nas redes sociais para comemorar a notícia. O reboot seria focado em John Sheridan (interpretado por Bruce Boxleitner na série original), um oficial da Força da Terra, que é nomeado para comandar a Babylon 5, uma estação espacial localizada em território neutro, que serve como sede de diversas embaixadas e porto seguro para milhares de alienígenas em meio a um período turbulento da galáxia. “Babylon 5” teve seu piloto originalmente exibido como um telefilme em 1993, quando fez um sucesso inesperado e acabou estendendo sua história por cinco temporadas até 1998, além de ter originado uma série derivada, “Crusade” em 1999, e vários telefilmes até 2007, sem esquecer livros, quadrinhos e games. O elenco da série incluía artistas que marcaram época na sci-fi como o próprio Boxleitner (o “Tron”), Bill Mumy (o Will Robinson original de “Perdidos no Espaço”), Walter Koenig (o Sr. Chekov original de “Star Trek”) e Patricia Tallman (estrela do bom remake de “A Noite dos Mortos-Vivos”). Infelizmente, a maioria dos integrantes do elenco clássico já faleceu, incluindo os coprotagonistas Mira Furlan (que depois estrelou “Lost”), Richard Biggs (“Strong Medicine”), Andreas Katsulas (“Star Trek: Enterprise”), Jerry Doyle (“Barrados no Baile”), Jeff Conaway (“Elvira, a Rainha das Trevas”), Stephen Furst (da comédia clássica “O Clube dos Cafajestes”) e Michael O’Hare (“C.H.U.D. – A Cidade das Sombras”). Por outro lado, Claudia Christian continua em atividade e pode ser vista atualmente em “9-1-1”, enquanto Andrea Thompson (“Nova Iorque Contra o Crime”) e Peter Jurasik (“Chumbo Grosso”) pararam em 2017 e ainda podem fazer participações especiais. Um detalhe pouco lembrado da série original é que Boxleitner só entrou no elenco na 2ª temporada, em substituição a Michael O’Hare, que comandou a estação orbital Babylon 5 nos primeiros episódios. A sinopse do reboot sugere que Straczynski pretende limar o Comandante Jeffrey Sinclair (papel de O’Hare) e agilizar a história, que passaria a acompanhar a evolução do Capitão Sheridan de burocrata à líder da resistência contra uma invasão alienígena até se tornar o Presidente da Terra. Ainda não há data de estreia definida para o reboot. Veja abaixo um vídeo com as aberturas de todas as cinco temporadas da série.
“On My Block” terá série derivada após acabar na Netflix
A série “On My Block” vai acabar em sua 4ª temporada, que estreia na próxima segunda (4/10), mas seu universo ficcional vai continuar a render histórias inéditas num spin-off. A Netflix anunciou a novidade em suas redes sociais nesta segunda (27/9), revelando que a série derivada vai se chamar “Freeridge”, nome da cidade fictícia onde a trama original se passa. De acordo com o anúncio, “Freeridge” terá um elenco diferente. A trama vai acompanhar um novo grupo de amigos, que acredita ter desencadeado uma antiga maldição que pode colocar toda a cidade em perigo. Os cocriadores de “On My Block”, Lauren Iungerich (criadora de “Awkward”) e a dupla Eddie Gonzalez e Jeremy Haft (roteiristas de “All Eyez on Me”, cinebiografia de Tupac Shakur), são produtores da nova atração, que foi criada e será comandada por Jamie Uyeshiro, escritor das quatro temporadas de “On My Block”. Uyeshiro, Gonzalez e Haft trabalharão como showrunners de “Freeridge”, enquanto Iungerich se dedica a outro projeto, a comédia “Boo, Bitch”, com Lana Condor (“Para Todos os Garotos que Já Amei”) para a Netflix. Não foram revelados outros detalhes, como elenco e previsão de estreia. Mas o site The Hollywood Reporter revelou que a decisão de encerrar a série original e lançar uma atração derivada foi motivada por interesses econômicos. “On My Block”, que tem impressionantes 95% de aprovação no Rotten Tomatoes e foi apontada pela própria plataforma como sua atração mais maratonada de 2018, ficou cara com as renovações de contratos de seus atores principais – Sierra Capri, Jason Genao, Brett Gray, Diego Tinoco e até a coadjuvante Jessica Marie Garcia – , que negociaram com sucesso aumentos salariais consideráveis para a 3ª e 4ª temporadas. Eles passaram de US$ 200 mil dólares por episódio nas duas primeiras temporadas para US$ 650 mil na 3ª temporada e US$ 850 mil no quarto ano da produção. Se houvesse uma 5ª temporada, cada um deles veria seus salários pularem para US $ 1,05 milhão por episódio. A Netflix economizará milhões de dólares com um spin-off com um novo elenco. REVIRAVOLTA: a história dessa cidade ainda não acabou. O spin-off Freeridge vai acompanhar um novo grupo de amigos, que pode (ou não) ter desencadeado uma maldição mortal. 👀 — netflixbrasil (@NetflixBrasil) September 27, 2021
FBI investiga pai de Britney Spears após denúncias de novo documentário
Após as novas denúncias feitas pelo documentário “Controlling Britney Spears”, o pai da cantora, Jamie Spears, virou alvo de uma investigação do FBI, que busca determinar se ele abusou do poder que lhe foi concedido pela tutela judicial da sua filha. Lançado de surpresa no fim de semana na plataforma americano Hulu, “Controlling Britney Spears” denunciou uma “rede de vigilância” pela qual Jamie espionava cada movimento e palavra dita por Britney, incluindo em seu quarto. Diante do conteúdo do documentário, o advogado de Britney, Matthew Rosengart, reforçou nesta segunda (27/9) sua petição para remover Jamie imediatamente do comando da tutela judicial. No documento, ele caracterizou o comportamento do pai da cantora como “uma apavorante e excessiva invasão da privacidade de sua filha adulta”. A petição de Rosengart ainda argumenta que “independente de para onde vão essas acusações, o que é impossível de negar é o quanto elas são alarmantes para a Srta. Spears, e o quanto elas ampliam a a urgência de remover o Sr. Spears [da tutela] imediatamente”. Segundo o site Deadline, a investigação do FBI está em seus estágios iniciais. “Controlling Britney Spears” é uma continuação de “Framing Britney Spears”, que chamou atenção mundial para o escândalo da tutela da cantora pop. Com a mesma equipe de “Framing”, comandada pela diretora Samantha Stark e a produtora-roteirista Liz Day, o filme chegou à Hulu quatro dias antes de um documentário similar desembarcar na Netflix. “Britney vs. Spears”, que estreia na terça (28/9), promete fazer revelações similares contra abusos cometidos pela tutela. A tutela judicial em questão foi estabelecida em 2008, após internação de Britney em clínica de reabilitação, e determinada numa audiência judicial de 10 minutos, que deixou Jamie Spears como responsável por todas as decisões relativas à vida e à carreira da artista. A decisão controversa perdura até hoje e enriqueceu o pai da cantora. Mas desde o lançamento de “Framing”, o caso ganhou novos e dramáticos desdobramentos, culminando na ida de Britney ao tribunal para denunciar o próprio pai por situação análoga à escravidão. Ela também conseguiu trocar o defensor indicado pela corte por um advogado de sua própria escolha. E graças à repercussão midiática da situação, levou Jaime a anunciar sua disposição de desistir da tutela da filha. Por sinal, a produção desses filmes, com depoimentos e vazamento de dados controversos, pode estar por trás da súbita mudança do pai de Britney em relação à manutenção da tutela. Ele agora aceita participar de uma “fase de transição”. Mas o advogado de Britney tem sido firme em não aceitar acordo, buscando o fim imediato do controle de Jamie sobre a vida da artista. “Framing Britney Spears” foi lançado no Brasil pela Globoplay, mas ainda não há previsão para a chegada da continuação no mercado nacional.
“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” já foi visto por 1,8 milhão de brasileiros
“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” liderou o último fim de semana de setembro nas bilheteiras brasileiras, mantendo-se em 1º lugar pela quarta vez consecutiva com R$ 3,05 milhões de arrecadação. Ao todo, o filme da Disney/Marvel já foi visto por 1,8 milhão de pessoas e faturou R$ 34,1 milhões no país, o que representa a terceira maior arrecadação do ano. Apesar da boa marca, esse desempenho foi um dos poucos dados positivos do mercado nacional durante o mês que se encerra. A cada semana registrando menos público, o circuito exibidor vendeu 410,9 mil ingressos e totalizou R$ 7,3 milhões em bilheteria entre quinta-feira e domingo (26/9), segundo dados da consultoria Comscore. Os números representam uma diminuição de cerca de 20% em relação à frequência da semana anterior, que já era 50% menor que a da semana que a antecedeu, quando 776,3 mil pagantes foram aos cinemas. No novo levantamento, a animação “Patrulha Canina – O Filme” também se manteve no 2º lugar, com arrecadação 60% menor que o longa da Marvel: R$ 1,2 milhão. O Top 3 se completa com uma estreia do fim de semana passado, o terror “A Casa Sombria”, que abriu em 3º lugar com R$ 937 mil. Confira abaixo as 10 maiores bilheterias do Brasil, de acordo com a Comscore. #Top10 #filmes #bilheteria #cinema 23-26/9:1. Shang Chi – A Lenda dos Dez Aneis2. Patrulha Canina3. A Casa Sombria4. Escape Room 25. Maligno6. Mate ou Morra7. No Ritmo do Coração8. Abelhinha Maya 29. Poderoso Chefinho10. Infiltrado — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) September 27, 2021
Imagens da 2ª temporada destacam novos protagonistas de “Bridgerton”
A Netflix divulgou as primeiras imagens da 2ª temporada de “Bridgerton” em suas redes sociais. Entre as imagens é possível ver o primeiro encontro entre os novos protagonistas, com a introdução de Simone Ashley (a Olivia da série “Sex Education”) no papel de Kate Sharma, interesse amoroso de Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey) na trama do segundo ano da produção. Durante o evento Tudum, no sábado passado (25/9), a plataforma chegou a divulgar um vídeo deste momento. Outra imagem mostra a família Sharma, incluindo ainda Shelley Conn (“Liar”) e Charithra Chandran (“Alex Rider”). Os próximos capítulos serão baseados no segundo volume da coleção literária “Os Bridgerton”, de Julia Quinn, intitulado em português “O Visconde que Me Amava”. Os oito primeiros episódios adaptaram “O Duque e Eu”, o primeiro livro, com foco em Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor), a filha mais velha da família, durante seu debut na alta sociedade, quando atrai a atenção de vários pretendentes e acaba se casando com o Duque de Hastings (Regé-Jean Page). Cada exemplar da obra original conta a história de amor de um dos oito irmãos da família Bridgerton e, no segundo volume, o solteiro mais cobiçado da temporada de bailes é Anthony Bridgerton, o visconde do título do livro – charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva. Quem rouba seu coração é uma recém-chegada a Londres. Kate Sharma é inteligente e teimosa e não tolera idiotas – incluindo Anthony Bridgerton, como demonstra na prévia abaixo. Com a escalação de Simone Ashley, a série continua sua reformulação do universo de Julia Quinn. Nos livros, o Duque de Hastings é branco, da mesma forma que Kate, retratada como loira na capa nacional de “O Visconde que Me Amava”. A personagem teve até o sobrenome alterado para refletir sua mudança racial na série – deixando de ser Kate Sheffield, como na obra original. Mas ao contrário de quem imaginava protestos dos fãs dos livros, o elenco multirracial foi bastante elogiado e acabou virando uma marca da série. Na verdade, trata-se de uma característica das produções da Shondaland, empresa de Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy” e “Scandal”), que será mantida na 2ª temporada de “Bridgerton”. Os novos capítulos ainda não tem previsão de estreia, mas só chegarão em 2022, devido às interrupções não planejadas nas gravações e outras dificuldades criadas pela pandemia de covid-19. Lançada no final de dezembro, “Bridgerton” rapidamente se tornou a série mais bem-sucedida da Netflix. Segundo a plataforma, a atração foi vista por 82 milhões de assinantes em seu primeiro mês. Com isso, teria superado o recorde anterior de 76 milhões de visualizações que pertencia a “The Witcher”, tornando-se o maior hit da sua história. A Lady Whistledown acabou de me mostrar essas fotos e eu vim correndo compartilhar com vocês. A 2ª temporada de Bridgerton estreia em 2022. 🐝 pic.twitter.com/xYgZvlpytQ — netflixbrasil (@NetflixBrasil) September 27, 2021












