“Trainspotting” vai ganhar série derivada com Robert Carlyle
O cultuado filme “Trainspotting” (1996), que já tinha ganhado uma sequência em 2017, vai agora virar série. A atração terá um spin-off centrado em Begbie, o personagem de Robert Carlyle. O ator vai retomar o papel em “The Blade Artist”, minissérie de seis episódios que adaptará o romance homônimo escrito por Irvine Welsh em 2016. Welsh foi o criador do personagem e autor do livro que inspirou o filme original. A trama reencontra Begbie afastado de seu passado violento no Reino Unido, morando na Califórnia com sua mulher e dois filhos. Mas quando volta para a Escócia para o funeral de um filho que mal conheceu, ele percebe que o Begbie da juventude ainda está vivo nele. A expectativa é que “The Blade Artist” comece suas filmagens em 2022, com produção de Carlyle e Welsh, mas ainda não há canal ou plataforma definidos para sua exibição, nem mais detalhes disponíveis sobre equipe criativa e elenco central. Em comunicado, Carlyle disse que “a perspectiva de trabalhar com Irvine e trazer Francis Begbie à vida mais uma vez é um presente absoluto”. Welsh acrescentou: “Begbie é Begbie e Robert é o amigo e colaborador de longa data que trouxe o personagem à vida com sua interpretação incendiária. Dizer que estou animado por nos reunirmos criativamente neste projeto é obviamente um eufemismo.”
Globoplay revela trailer quente de “Verdades Secretas II”
A Globoplay divulgou o trailer de “Verdades Secretas II”. A continuação da produção que deu o que falar em 2015 será a primeira novela brasileira criada com o streaming em mente. Os episódios da plataforma da Globo serão diferentes da exibição posterior na TV, com mais cenas quentes, como demonstra a prévia. A trama destaca a volta de Angel (Camila Queiroz), personagem da novela original, que tem que refazer sua vida e ganhar dinheiro, recorrendo ao Book Rosa para sustentar seu filho e tentar não ser pega pelo investigador (Rômulo Estrela) contratado por Giovanna (Agatha Moreira) para desmascará-la pelo assassinato do ex-amante. Escrita por Walcyr Carrasco (“O Outro Lado do Paraíso”) e dirigida por Amora Mautner (“Avenida Brasil”), “Verdades Secretas II” também destaca Gabriel Braga Nunes (“Em Família”), Julio Machado (“Joaquim”) e a portuguesa Maria de Medeiros (“Pulp Fiction”) no elenco. A estreia está marcada para 20 de outubro, às 21h30, em streaming. E, logo depois, os 10 primeiros capítulos estarão disponíveis na plataforma para os assinantes.
My Name: Série de ação sul-coreana ganha vídeo de bastidores
A Netflix divulgou um vídeo legendado de bastidores de “My Name”, sua nova aposta sul-coreana, que ganhou destaque no evento Tudum no mês passado. Repleta de cenas de ação e violência, a série acompanha a vingança de uma mulher determinada a encontrar o assassino de seu pai. Ao descobrir que o criminoso era um policial, ela inicia um jogo duplo, juntando-se a uma quadrilha do crime organizado para se infiltrar na polícia como agente disfarçada e conhecer os corruptos da instituição. No entanto, sua dupla identidade começa a convergir de maneiras inesperadas. O papel principal é interpretado por Han So-hee, estrela das séries “O Abismo Mágico” e “Apesar de Tudo, Amor”, também distribuídas pela Netflix. Já a direção está a cargo de Kim Jin-min, que comandou a série jurídica “Pride and Prejudice” estrelada pelo astro de “Parasita” Choi Woo-shik. A estreia está marcada para 15 de outubro.
Veja cena de “7 Prisioneiros” com Rodrigo Santoro e Christian Malheiros
A Netflix divulgou novas fotos e uma cena inédita de “7 Prisioneiros”, filme estrelado por Rodrigo Santoro (“Westworld”) e Christian Malheiros (“Sintonia”), que arrancou elogios rasgados da crítica internacional durante participação nos festivais de Veneza e Toronto. A prévia mostra o momento em que Santoro revela ser o vilão da história. A trama explora a situação de trabalho análogo à escravidão perpetuada no Brasil por meio da história do jovem Mateus (Malheiros), recém-saído do interior em busca de uma oportunidade de emprego em um ferro velho de São Paulo, que se revela uma cilada. Ao chegar, descobre que o trabalho não tem salário, que ele não pode sair do lugar e ainda “deve” dinheiro ao dono do ferro-velho. E não adianta pedir ajuda para a polícia, porque ela faz parte do esquema. A única saída é colaborar e se provar útil, envolvendo-se cada vez mais com os abusos cometidos pelo “patrão”, encarnado por Santoro. “7 Prisioneiros” é o segundo longa dirigido por Alexandre Moratto, que estreou com “Sócrates” – também estrelado por Malheiros – e foi premiado no Spirit Awards, o Oscar do cinema independente dos EUA em 2019. Com produção dos cineastas Ramin Bahrani (“99 Casas”) e Fernando Meirelles (“Dois Papas”), o filme estreia em 11 de novembro na Netflix. Meu novo filme 7 Prisioneiros: ⭐️Tem Christian Malheiros e Rodrigo Santoro no elenco e direção de Alexandre Moratto. 🎥Conta a história de um rapaz que queria melhorar de vida, mas se tornou vítima de um sistema de trabalho análogo à escravidão. 🗓️Estreia dia 11 de novembro. pic.twitter.com/xYXVVcwkYJ — netflixbrasil (@NetflixBrasil) October 6, 2021
Trailer de “Locke & Key” mostra nova chave e mais terror
A Netflix divulgou o pôster e um novo trailer legendado da 2ª temporada de “Locke & Key”, que revela a criação de uma nova chave e mais terrores a serem superados pelos protagonistas, inclusive aranhas gigantes. Baseada nos quadrinhos de Joe Hill (o filho de Stephen King), a série acompanha uma mãe e seus três filhos que se mudam para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados por uma entidade do mal chamada Dodge, determinada a atormentá-los até conseguir o que quer: chaves para outras dimensões, que estão escondidas na residência. Como curiosidade, a intérprete de Dodge é uma atriz canadense de pais brasileiros, Laisla de Oliveira, que também apareceu em “The Gifted” e estrelou o terror “Campo do Medo” (2019) na Netflix. Mas como o personagem é capaz de assumir várias identidades, a prévia sugere que ela não aparecerá muito nos novos capítulos. O elenco principal é formado por Connor Jessup (“Falling Sky”), Emilia Jones (“Utopia”) e o menino Jackson Robert Scott (o Georgie em “It: A Coisa”) como os irmãos, Darby Stanchfield (a Abby de “Scandal”), intérprete da mãe, e Aaron Ashmore (“Killjoys”) no papel de um tio. Desenvolvida para a Netflix por Meredith Averill (criadora de “Star-Crossed”), Aron Eli Coleite (criador de “Daybreak”) e Carlton Cuse (criador de “Bates Motel” e “Jack Ryan”), a série já se encontra renovada para a 3ª temporada. A 2ª temporada estreia em 22 de outubro.
Marieta Severo revela sequelas da covid-19
A atriz Marieta Severo revelou que ficou sequelas da covid-19. A atriz de 74 anos conta que ficou com fadiga e lapsos de memória, e isso impactou as gravações de “Um Lugar ao Sol”, novela que estreia em novembro. Em bate-papo no podcast “Novela das 9”, Marieta revelou que não foi a única da produção afetada. Andréia Horta, com quem contracena na novela, também contraiu a doença e enfrentou os mesmos problemas. “Fiquei com muita fadiga e com problemas de lapso de memória. Eu tenho uma neta de 18 anos que teve duas vezes, e ela me falava disso. A Andréia Horta também. Nós duas tivemos juntas, então quando voltamos a gravar, foi um apoio muito grande uma para a outra”, ela contou. Elogiando a colega, a atriz explicou como aconteceu a troca de apoio em cena. “Ela foi maravilhosa comigo, a gente se entendia. Quando uma olhava para a cara da outra e fazia ‘ops’ (para mostrar que havia esquecido)? Eu vi que era uma sequela. Essas sequelas estão diminuindo, mas a gente sabe que elas podem ficar de maneiras que você não avalia muito. É uma doença muito traiçoeira”, apontou. Marieta Severo chegou a ficar internada oito dias em razão de complicações da covid-19, em dezembro do ano passado. Aos 74 anos, ela faz parte do grupo que tem maior risco de desenvolver um quadro mais grave da doença.
Lenka Peterson (1925–2021)
A atriz Lenka Peterson, que fez sucesso na Broadway e se destacou em Hollywood nos anos 1950, morreu em 24 de setembro, enquanto dormia em sua casa em Connecticut, aos 95 anos. O anúncio foi feito pela família nesta terça (5/10). Filha de imigrantes suecos e húngaros, Lenka Isacson foi uma das primeiras estudantes do célebre The Actors Studio, iniciando sua carreira nos teatros de Nova York em 1947. Ela estrelou 10 produções da Broadway e recebeu uma indicação ao Tony de Melhor Atriz em Musical por “Quilters” em 1985. Peterson adotou seu nome artístico para estrear nos cinemas em “Pânico nas Ruas” (1950), de Elia Kazan. Também integrou “O Clube das Moças” (1951), de Jean Negulesco, e se notabilizou em outro drama de temática noir, “Cidade do Vício” (1955), de Phil Karlson, como a esposa de um advogado (Richard Kiley) determinado a limpar a corrupção de sua cidade. Mas se casou cedo com o produtor de telejornais Daniel O’Connor e teve cinco filhos, que interromperam sua carreira no auge. Por conta disso, a maioria de seus papéis nas telas foram participações em episódios de séries, de “Rota 66” no começo dos anos 1960 a “Chumbo Grosso” no final dos anos 1980. Quando Peterson percebeu que a escola primária de seus filhos tinha apenas uma atividade extracurricular, ela começou um clube de teatro. Nada menos que trezentos alunos se matricularam na primeira turma. O clube acabou virando o Westchester Young Actors Theatre, que apresentou peças por uma década. Depois que seus filhos cresceram, ela continuou trabalhando com crianças nos teatros de Connecticut, depois que ela e seu marido se mudaram para lá em 1979. Paralelamente, seguiu atuando em séries, novelas, peças e filmes até 2006, quando se despediu com o remake de “A Grande Ilusão”, no qual contracenou com Sean Penn, Kate Winslet, Anthony Hopkins, Mark Ruffalo e Jude Law. No mesmo ano, também lançou um livro sobre teatro infantil, “Kids Take the Stage: Helping People Discover the Creative Outlet of Theatre”. Uma das filhas de Petersen aproveitou o teatrinho infantil para seguir os passos da mãe e também se tornou uma atriz famosa: Glynnis O’Connor, estrela dos clássicos “A Ponte dos Desejos” e “O Garoto da Bolha de Plástico” (ambos de 1976), que recentemente integrou o elenco da série de espionagem “Condor”.
Produtor de “Straight Outta Compton” vai comandar o Oscar 2022
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos anunciou que Will Packer será o produtor da 94ª edição da cerimônia do Oscar, marcada para 27 de março. Este será o primeiro Oscar produzido por Packer, um prolífico produtor com vários filmes no currículo, incluindo “Straight Outta Compton”, “Pense como Eles”, “Policial em Apuros” e “Viagem das Garotas”, além do remake da minissérie “Raízes”, pelo qual recebeu uma indicação ao Emmy. A aposta da Academia é que seus muitos créditos em comédia possam render um Oscar mais divertido que a experiência dramática deste ano. A escolha reflete uma busca por novas ideias após a transmissão de 2021, afetada pela pandemia, que rendeu baixa audiência e críticas negativas pela falta de humor. Vale lembrar que a última edição também foi uma tentativa de renovação, com produção do trio formado pelo cineasta Steven Soderbergh e os produtores Stacey Sher (que trabalhou com Soderbergh em “Erin Brockovich” e “Contágio”) e Jesse Collins (que comandou o Grammy). Eles prometeram o Oscar “mais cinegráfico de todos” e entregaram uma cerimônia desastrosa, desde o uso esparso de clipes de indicados pouco vistos, shows pré-gravados com as canções concorrentes e a entrega do prêmio de Melhor Filme antes dos prêmios de atuação – apostando que o falecido Chadwick Boseman venceria como Melhor Ator, apenas para ver o nome do ausente Anthony Hopkins surgir no envelope premiado, num final anticlimático e constrangedor. A expectativa é que a cerimônia de 2022 volte a ocupar o tradicional palco do Dolby Theatre em Hollywood, ajudando a apagar a sensação de improviso que marcou o Oscar na estação de trem Union Station. “Will é um produtor poderoso, que fez sucesso em todos os gêneros de filmes”, disseram o presidente da Academia, David Rubin, e a CEO Dawn Hudson em comunicado. “Ele já está trazendo uma energia sem limites e um foco na inovação para o Oscar deste ano, para entreter o mais amplo espectro de fãs. Esperamos muitas surpresas maravilhosas pela frente.” Packer completou: “O poder, a beleza, o romance das imagens do cinema sempre me atraiu. Estou abraçando totalmente o desafio de trazer uma ode a uma das mídias mais icônicas do mundo. Que honra.” Shayla Cowan, chefe de equipe da Will Packer Productions e Will Packer Media, atuará como co-produtora ao lado de Packer. O novo produtor deverá definir a seguir se a apresentação contará com um apresentador principal, após três cerimônias do Oscar sem um anfitrião fixo. O 94º Oscar será transmitido ao vivo em mais de 200 países em todo o mundo. No Brasil, o programa vai ao ar pelo canal pago TNT e pela plataforma Globoplay.
Quadrinhos do ator Dan Fogler vão virar série animada
O ator Dan Fogler, que integra a franquia “Animais Fantásticos” e a série “The Walking Dead”, vai produzir a adaptação da revista em quadrinhos “Moon Lake”, que ele próprio criou e escreve. “Moon Lake” será transformada numa série animada pelo estúdio Bardel Entertainment, responsável por “Ricky and Morty”. Publicada pela editora Heavy Metal, a revista é uma antologia narrada pelo Homem na Lua, um personagem farsesco inspirado em apresentadores de antologias de TV clássicas, como Rod Serling e Alfred Hitchcock. Mantido em cativeiro por “homens da lua” desde a infância, o narrador impede que esses alienígenas ataquem a Terra, mantendo-os entretidos com contos chocantes de horror e humor sombrio. A adaptação vai contar, a cada episódio, uma história diferente com monstros, situações estranhas e épocas distintas, abrangendo desde terrores da pré-história até o futuro das guerras espaciais. “Eu estou na lua, trocadilho totalmente proposital, por adaptar minhas histórias em quadrinhos ‘Moon Lake’”, disse Fogler. “Prometemos fazê-los rir e se assustar até a vida após a morte, com o melhor elenco de vozes do mercado. ” Apesar do anúncio, o projeto ainda não tem canal ou plataforma oficial.
Emma Stone vai produzir série sobre filha de serial killer
A atriz Emma Stone, vencedora do Oscar por “La La Land” (2016), vai produzir uma adaptação do romance inédito “A Flicker in the Dark”, de Stacy Willingham, para a HBO Max. A atração será transformada numa série pela produtora da atriz, Fruit Tree, em parceria com o estúdio indie A24. Com publicação agendada para janeiro nos Estados Unidos, o livro segue Chloe Davis, filha do assassino confesso de seis adolescentes em sua pequena cidade na Louisiana. 20 anos depois dos crimes, Chloe é uma psicóloga em Baton Rouge, mas sua vida começa a se complicar quando adolescentes locais começam a desaparecer. A adaptação está a cargo de Morgan Gould, uma jovem dramaturga que faz sua estreia nas telas. Além desse projeto, a Fruit Tree também desenvolve em parceria com a A24 a série “The Curse”, que será estrelada por Emma Stone em 2022 no canal pago Showtime.
Charlie Brown terá especial de Ano Novo na Apple TV+
O Apple TV+ está preparando um especial de Ano Novo com os Peanuts, personagens clássicos dos quadrinhos de Charles M. Schulz. A nova animação irá se juntar a outros filmes temáticos da franquia, como “É a Grande Abóbora, Charlie Brown” (de Halloween), “Charlie Brown e o Dia de Ação de Graças” e “O Natal do Charlie Brown”. Escrito por Alex Galatis e Scott Montgomery (ambos de “Snoopy e Sua Turma”), o novo especial vai se chamar “For Auld Lang Syne” e mostrará a Turma do Charlie Brown na véspera do Ano Novo, tentando compensar um Natal decepcionante. O título é inspirada numa antiga canção escocesa, “Auld Lang Syne”, que se tornou uma espécie de hino não oficial do Ano Novo. A canção tradicional adapta um poema escrito por Robert Burns em 1788. Mas ela só se tornou associada ao Ano Novo a partir de 1929, quando uma versão musicada pela big band de Guy Lombardo foi transmitida pela primeira vez nas rádios durante a virada do Ano Novo. A partir daí, toda entrada de ano passou a ser acompanhado por sua melodia. O sucesso foi tanto que a música ganhou versão brasileira, de Alberto Ribeiro e Carlos Alberto Ferreira Braga (o Braguinha), lançada com o título de “Valsa da Despedida” em 1941. O lançamento do especial dos Peanuts está marcado para 10 de dezembro na plataforma de streaming.
Red Rocket: Novo filme do diretor de “Projeto Flórida” ganha trailer
O estúdio indie A24 divulgou o pôster e o trailer de “Red Rocket”, novo filme do diretor Sean Baker, que volta a explorar as margens da sociedade com humor sombrio. Depois de acompanhar prostitutas transexuais em “Tangerine” (2015) e o cotidiano da filha pequena de uma prostituta adolescente em “Projeto Flórida” (2017), Baker conta a história de fracasso de um ator de filmes adultos, que retorna à sua cidade natal após se tornar veterano no ramo e deixar de ser convidado para novos trabalhos. De volta à cidadezinha texana onde vivem sua ex-mulher e sogra, ele tenta retomar a família disfuncional, mas logo conhece uma jovem chamada Strawberry, trabalhando como caixa em uma loja de donuts local, e se vê retomando antigos hábitos. O papel principal é desempenhado por Simon Rex, que foi modelo nos anos 1990, VJ da MTV e até rapper, além de atuar na franquia de comédias “Todo Mundo em Pânico”, enquanto o resto do elenco é composto por atores iniciantes ou pouco conhecidos, como a estreante Brenda Deiss, que vive Strawberry. “Red Rocket” teve première no Festival de Cannes em julho passado, venceu o Prêmio do Júri e o troféu da Crítica no Festival de Deauville, também passou nos festivais de Telluride, Nova York, Zurique e San Sebastian, tem exibição no Festival de Vancouver nesta terça (5/10) e chega no Festival de Londres na quinta (7/10). Já visto pelos principais críticos internacionais, atingiu 94% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Ou seja, é mais uma obra de Sean Baker que rende aplausos da imprensa especializada. A estreia comercial está marcada para 3 de dezembro nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Começam as gravações da temporada final de “Killing Eve”
O canal pago americano BBC America anunciou nas redes sociais que a 4ª e última temporada de “Killing Eve” finalmente começou a ser produzida. Os últimos episódios só estão sendo gravados agora, 17 meses após o final da 3ª temporada, porque as estrelas da atração estavam ocupadas com outros projetos. Neste meio tempo, Sandra Oh estrelou a série “The Chair” na Netflix, dublou a animação “Invencível” na Amazon e o longa “Red: Crescer É uma Fera” e filmou o terror “Umma”, enquanto Jodie Comer fez o blockbuster “Free Guy: Assumindo o Controle”, o teledrama “Help” e o épico “O Último Duelo”, de Ridley Scott. Lançada em 2018, a série criada por Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) se tornou o maior sucesso e a produção mais premiada da BBC America após o fim de “Orphan Black”. A trama acompanha Eve Polastri (Sandra Oh), uma agente secreta britânica que persegue Villanelle (Jodie Comer), uma assassina profissional de um cartel internacional, e aos poucos passa a desenvolver uma estranha obsessão por ela. Até que, inesperadamente, começa a ser correspondida de forma doentia. Apesar do fim da produção oficial, a BBC America revelou considerar a possibilidade de desenvolver uma atração derivada. Porém, até o momento, nenhuma informação foi divulgada sobre a expansão da franquia. A atração é disponibilizada no Brasil pela plataforma Globoplay. Our lips are sealed. Mostly. 💄 pic.twitter.com/Qtl5zxfc37 — Killing Eve (@KillingEve) October 5, 2021












