Jossara Jinaro (1973-2022)
A atriz brasileira Jossara Jinaro morreu de câncer na quinta-feira (27/4), aos 48 anos, revelou seu marido nas redes sociais. Ela ficou conhecida por seu trabalho em séries americanas, chegando a aparecer em episódios de “Plantão Médico” (E.R.), “Divisão Criminal” (The Closer), “Judging Amy”, “Strong Medicine” e “Animal Kingdom”. Nascida no Rio de Janeiro, Jinaro foi adotada por um diplomata e cresceu na Colômbia. Quando seu padrasto foi feito refém por guerrilheiros, a família se mudou para os Estados Unidos. Saindo de casa aos 16 anos, ela rapidamente assinou com seu primeiro agente, que lhe encontrou trabalho teatral. Mas seu primeiro papel fixo na TV só veio mais de uma década depois, quando viveu Virginia Bustos na série “Viva Vegas”, comédia da Telemundo sobre dois gêmeos argentinos em Las Vegas. A atração durou só uma temporada, exibida de 2000 a 2001, mas em seguida ela começou a aparecer, de forma recorrente, na novela diurna “Passions”. Por seu desempenho, chegou a ser indicada ao prêmio GLAAD (da comunidade LGBTQIAP+) de 2006. Nessa época, também começou a aparecer em alguns filmes cultuados, como o terror “Rejeitados pelo Diabo” (2005), de Rob Zombie, e “Garotas sem Rumo” (2005), ao lado de Anne Hathaway, e ainda se especializou em dublagens, trabalhando em dezenas de animações como “Happy Feet: O Pinguim” (2006) e “Gato de Botas” (2011), além de gravar vozes incidentais para filmes live-action. Jinaro acabou voltando para a Colômbia em 2009 para trabalhar na novela “La Bella Ceci y El Imprudente”, mas logo retornou a Los Angeles, encontrando um papel na 1ª temporada da popular série adolescente “East Los High”, lançada em 2013. Ela ainda fez vários filmes independentes, incluindo o terror “Desert Road Kill” (2012), que lhe rendeu um prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante no Los Angeles Reel Film Festival. Seu último trabalho foi a comédia “10 Tricks”, ainda inédita nos cinemas.
Campeão do “BBB 22”, Arthur também é campeão do hate nas redes sociais
Conforme previsões, Arthur Aguiar foi campeão do “BBB 22” e também campeão do hate nas redes sociais. O paradoxo é inédito e é mais um detalhe que reforça a necessidade de mudança no esquema de votação do reality show da Globo. Afinal, como uma vitória com votação recorde não resultou numa popularidade massiva como a de Juliette Freire, campeã do “BBB 21” com 118 milhões de votos a menos? A rejeição foi confirmado pelo próprio Arthur Aguiar, em depoimento à imprensa em Campo Grande (MS), na madrugada deste sábado (30/4), enquanto assistia ao Luan City, o festival de Luan Santana, acompanhado de sua mulher Maíra Cardi. “Parece que a gente está atacando, mas a gente está se defendendo”, disse, sobre o tom de alguns posts nas redes sociais. “Nunca vou ser a favor de hate e cancelamento, mas a galera está pegando muito pesado comigo desde o programa e continua aqui fora. Não dão trégua. Se meus fãs estiverem fazendo isso, que parem, mas que o outro lado também pare. O programa já acabou. Vão curtir a vida e fazer outra coisa”, completou. A situação é tão clara que até Carlinhos Maia decidiu se manifestar em defesa do ator. “Já não está chato esse povo desmerecendo a vitória do rapaz que ganhou o ‘Big Brother’, o Arthur? Que coisa chata, as pessoas têm que aprender a perder”, disse o humorista num vídeo publicado no Stories de seu Instagram. “No Brasil acontece muito isso, comigo acontece até hoje, esses boicotes, essas coisas. O que importa é que está com o tutu no bolso, muito mais que a maioria. Palhaçada, coisa chata, tem que superar”, completou. Era fácil prever que a ação agressiva da torcida de Arthur, monopolizando discussões e as votações do programa, traria problemas. Se com ou sem robôs, o fato é que a votação excessiva dos fãs do ex-“Rebelde” em alvos semanais impediu o chamado “sofá” de expressar suas preferências e o resultado gerou frustração. Mas ficou pior na reta final do programa, quando o perfil oficial do campeão passou a pedir votos para eliminar aliados. A estratégia pode ter transformado a frustração em hate. Ao sair do confinamento e ver o que estava acontecendo, os próprios participantes do programa passaram a ter dificuldades de aceitar a vitória do ex-colega. Jessilane Alves e Gustavo Marsengo falaram abertamente que tiveram problemas com o resultado durante o reencontro do “BBB Dia 101”. Gustavo foi bem claro: “Não gostei [da vitória do Arthur] por vários motivos, não só pelo fato de eu não ter ganhado, mas eu acho que muitas pessoas que saíram do programa deveriam estar no programa. A Lina não poderia sair com 77% de rejeição e eu estou procurando meus 81% de rejeição”, apontou. De fato, a maioria dos participantes do “BBB 22” está gozando de grande popularidade fora do confinamento e nenhum deles reclama de hate como Arthur. Mas reclamações não seriam apenas de eliminados ou torcedores anônimos. O rapper Filipe Ret teria furado uma participação no programa “Encontro”, da Globo, supostamente para não comentar a vitória de Arthur no “BBB 22”. A informação foi publicada pelo Em Off e a reação do artista foi zoar. “Cara kkkkkkkkk sei nem o que te falar, eu vou te dar essa mídia porque tu tá muito desesperado”, ele escreveu no Twitter, incluindo o link para a notícia e alimentando o “boato”. Não está claro se a reação negativa à vitória do ator vai perdurar, mas atitudes antipáticas não ajudam, como a manifestada no especial de reencontro, quando Arthur preferiu ir dormir para fugir de “tapinha nas costas” e “falsidade” dos colegas de programa.
“Legends of Tomorrow” é cancelada após sete temporadas
A rede The CW cancelou “Legends of Tomorrow”, sua mais divertida e elogiada série de super-heróis, após sete temporadas. A atração foi o segundo programa baseado nos quadrinhos da DC Comics cancelado na sexta-feira (29/4), horas após a notícia do fim de “Batwoman”. O anúncio do cancelamento ficou a cargo da sala de roteiristas da série, que possui um perfil oficial no Twitter, por onde emitiu um comunicado. “Estamos cancelados”, começa o texto. “Esta foi a jornada de uma vida para todos nós. A pequena série que não deveria existir cresceu e virou a série que poderia ser o que quisesse. Fomos para Camelot, Salvation, Hollywood até dentro de um computador, mas claro, o verdadeiro destino sempre foi o lar: o lugar onde sua família são amigos e seus amigos são família. Sentiremos desesperadamente a falta de criar esta série, mas, acima de tudo, sentiremos falta de fazer isso juntos e compartilhar com vocês”, completaram os roteiristas. Eles também acrescentaram um comentário após o texto: “Nós e os roteiristas de ‘Batwoman’ estávamos esperando voltar por mais um ano, mas não era para ser. Para os fãs de uma ou ambas as séries, estamos gratos pelo seu apoio!”. A sala dos roteiristas de “Batwoman” respondeu à citação. “Nós sempre vamos te amar, sempre te apoiar e sempre lamentar as temporadas 8 [de “Legends”] e 4 [de “Batwoman”] que nunca tivemos a chance de ver”. O último showrunner da série, Keto Shimizu, também se dirigiu aos fãs. “Bem, pessoal, foi uma jornada incrível. Entretanto, a CW nos informou que não haverá 8ª temporada de “Legends of Tomorrow”. Estamos de coração partido, mas também imensamente gratos pelo incrível trabalho do nosso elenco, da nossa equipe e dos nossos roteiristas, que contribuíram para a nossa pequena série”, ele escreveu. No ar desde 2016, “Legends of Tomorrow” foi a única criação 100% original do Arrowverso, concebida por Greg Berlanti, Marc Guggenheim e Phil Klemmer a partir da junção de heróis de outras séries, que nunca se reuniram num grupo similar nos quadrinhos. A premissa também era inédita. As chamadas “lendas de amanhã” eram coadjuvantes dos quais ninguém daria falta, que aceitavam a missão de realizar atos heroicos que ninguém conheceria, viajando no tempo para impedir manipulações na História e outras anomalias, de forma a preservar a linha temporal. Isto levou os personagens a conhecerem várias figuras históricas importantes, como Helena de Troia, Júlio César, Maria Antonieta, Albert Einstein, Al Capone, Bill Gates e David Bowie, além de participar de eventos históricos como o Festival de Woodstock, o desastre de Chernobyl, as duas guerras mundiais e dar inspiração para George Lucas filmar “Star Wars”. A longevidade da série e o fato de ser a única atração do Arrowverso focada num grupo de heróis também fez com que o elenco fosse bastante flexível. Apenas Caity Lotz, intérprete de Sara Lance (Canário Branco), manteve-se na atração do primeiro ao último episódios. A temporada anterior já tinha se despedido do penúltimo original remanescente, Dominic Purcell, que vivia Mick Rory. Os últimos remanescentes da nave Waverider incluíam ainda os atores Shayan Sobhian (Behrad Tarazi), Tala Ashe (Zari Tarazi), Jes Macallan (Ava Sharpe), Olivia Swann (Astra Logue), Adam Tsekhman (Gary Green), Lisseth Chavez (Esperanza “Spooner” Cruz) e Amy Louise Pemberton (Gideon), sem esquecer Nick Zano (Nate Heywood) e Matt Ryan (John Constantine/Dr. Gwyn Davies), que se despediram da série nos capítulos finais. Infelizmente, o cancelamento também deixou a atração sem fim, já que a 7ª temporada terminou com um cliffhanger, com os heróis aprisionados por autoridades do futuro. “Legends of Tomorrow” foi a quinta baixa consecutiva do Arrowverso, após “Arrow”, “Raio Negro” (Black Lightning), “Supergirl” e “Batwoman”. Por conta disso, esse universo compartilhado, conhecido por seus crossovers grandiosos, encolheu dramaticamente e passa agora a se resumir a somente duas séries: “Superman & Lois” e “The Flash”, que deve acabar em 2023. We and @BatwomanWriters were holding out hope that we'd both get to come back for another year, but it was not to be. For fans of either/both shows, we're grateful for your support! — Legends of Tomorrow Writers Room (@LoTWritersRoom) April 30, 2022 Thank you to our fans; your love and passion for our strange band of misfits has made every break, every script, every daily, every cut, and every mix worth all the hard work. We see you, we love you, and you’ll always have a place on the Waverider. ❤️ — Keto Shimizu (@ketomizu) April 30, 2022
Novo vídeo de “Doutor Estranho” confirma Wandas de outros universos
A Marvel divulgou um novo vídeo de bastidores de “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” focado em Wanda Maximoff, a personagem de Elizabeth Olsen. O destaque do vídeo são depoimentos que confirmam a aparição de diferentes versões não só do Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch), mas também de Wandas de outros universos. O roteiro é de Michael Waldron (criador de “Loki”) e a produção ainda marca a volta do diretor Sam Raimi aos personagens da Marvel, após comandar a trilogia original do Homem-Aranha. A estreia está marcada para 5 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Teaser revela as máscaras de “La Casa de Papel: Coreia”
A Netflix divulgou um pôster e novo teaser do remake sul-coreano de “La Casa de Papel”, que revelam a data de estreia e a nova máscara adotada pelos criminosos da atração. Em vez das célebres máscaras de Salvador Dali, os coreanos vão adotar um disfarce diferente. Mas desta vez não será a máscara de um artista famoso. Trata-se do rosto de Yangban, um dos 12 personagens tradicionais das máscaras Hahoetal, usadas em celebrações de ruas pela população pobre coreana desde o século 12. Yangban representa um aristocrata que costuma ser objeto de zombaria na dança com máscaras. Muito apropriado, já que “La Casa de Papel” não deixa de ser um ataque contra o sistema dos mais ricos. “La Casa de Papel: Coreia” será estrelada por Yoo Ji-tae (“Oldboy”) como o Professor e a sumida Kim Yunjin (de “Lost”) como Woo Jin, a versão sul-coreana da inspetora Raquel. Os demais integrantes são Park Hae-soo (“Round 6”) como Berlim, Jun Jong-seo (“Em Chamas”) como Tóquio, Lee Won-jong (“Hand: The Guest”) como Moscou, Kim Ji-hun (“The Flower of Evil”) como Denver, Jang Yoon-ju (“Three Sisters”) como Nairóbi, Lee Hyun-woo (“To the Beautiful You”) como Rio, Kim Ji-hoon (“Voice”) como Helsinki e Lee Kyu-ho (“#Alive”) como Oslo. Os roteiros da adaptação sul-coreana são assinados por Ryu Yong-jae (“Invasão Zumbi 2: Península”) e a direção é de Kim Hong-sun (das séries “Black” e “Voice”). A estreia vai acontecer em 24 de junho.
Spin-off de “John Wick” com Ana de Armas é oficializado
A Lionsgate oficializou a produção do primeiro filme derivado da franquia “John Wick”. “Ballerina” será centrado numa assassina feminina, interpretada por Ana de Armas (de “007 – Sem Tempo para Morrer”), e terá direção de Len Wiseman, que lançou a franquia “Anjos da Noite” em 2003, além de ter comandado “Duro de Matar 4.0” (2007) e o remake de “O Vingador do Futuro” (2010). A trama vai explorar um detalhe da franquia, visto apenas de relance em “John Wick 3: Parabellum”. Quando o personagem de Keanu Reeves visita A Diretora (Anjelica Huston), a cena revela garotas sendo treinadas em artes marciais e balé. Uma dessas assassinas letais vai ancorar a trama de “Ballerina”. Co-roteirista de “Parabellum”, Shay Hatten assina a trama do spin-off, que tem produção do diretor Chad Stahelski e do astro Keanu Reeves, responsáveis pelo sucesso da saga principal. Ainda não foi divulgado se Reeves também vai aparecer no longa, reprisando seu papel de John Wick numa participação especial. “Ballerina” ainda não tem previsão de estreia, mas o estúdio Lionsgate também vai lançar um quarto filme de “John Wick” e uma série focada no Hotel Continental, elemento importante do universo do personagem, em 2023.
Globo cortou fala importante de Jessi no “BBB Dia 101”
Um vídeo que começou a circular nesta sexta-feira (29/4) nas redes sociais revelou que a Globo cortou uma fala incisiva de Jessilane Alves no especial de reencontro do “BBB 22”, batizado de “BBB Dia 101”. Durante o programa, Tadeu Schmidt sorteou os nomes de alguns participantes da temporada para perguntar sobre alguns tópicos polêmicos. E Jessi ficou com a pergunta sobre quem não merecia chegar até onde chegou. A edição do programa exibida na noite de quinta deu a entender que Jessi estava criticando o vencedor do “BBB 22”, Arthur Aguiar. Entretanto, o verdadeiro alvo de seu discurso era o machismo e o racismo estrutural da sociedade brasileira. Na versão que foi ao ar, Jessi disse: “O Arthur várias vezes levantou bandeiras sobre ele ir várias vezes pro paredão, o DG [Douglas Silva] foi oito vezes pro paredão, conseguiu chegar na final e ainda assim não foi campeão. É uma história que eu acho muito mais relevante, muito mais participativa do que a do Arthur”, alfinetou a professora. “Mas a torcida dele [do Arthur] era muito forte e acabou eliminando pessoas que eram muito fortes também, como Lina [Linn da Quebrada], como Gustavo, como eu, como [Pedro] Scooby”, finalizou Jessi. Já na cena completa, a professora utiliza sua reclamação da vitória de Arthur Aguiar para traçar um quadro mais amplo de critica do universo de eleitores do programa – que se confunde com a sociedade brasileira. “Não vale a pena ficar reforçando isso, todo mundo já sabe o que aconteceu, mas é isso: acho que outras pessoas mereciam chegar até a final, não da forma que aconteceu. Por exemplo, seis homens em uma final, acho que foi uma situação que nunca tinha acontecido na história do ‘BBB’. Isso reflete a sociedade que a gente está inserido”, disse a bióloga em parte do trecho cortado. “Chegar em uma final com seis homens e não ter a presença de nenhuma mulher… E chegar em uma final com dois homens pretos e um branco, e esta pessoa ganhar… São muitos contextos que me fazem pensar que outra pessoa merecia ganhar e não ele”, completou. A princípio, o corte pode ser encarado como uma opção editorial em prol da agilização do programa. Entretanto, o conteúdo cortado foi uma manifestação ideológica, que os produtores optaram por silenciar e, portanto, impedir que gerasse discussões e repercussão. Isto pode ser encarado como censura. A produção do “Big Brother Brasil” não se manifestou sobre a decisão de cortar a declaração. Compare abaixo as duas versões. Tadeu: "Jessi, quem não mereceu chegar até onde chegou?"Jessi:#BBBDia101 #RedeBBB #BBB22 pic.twitter.com/HwCBD8QzQ9 — Big Brother Brasil (@bbb) April 29, 2022 video COMPLETO da Jessi explicando porque o arthur não mereceu chegar até onde chegou. A PROFESSORA DEU AINDA MAIS AULA DO QUE MOSTROU NA EDIÇÃO 🗣 #BBB22 pic.twitter.com/zk6i4iUKRn — didi. 🪴 (@plantasarradora) April 29, 2022
Diretor do Homem-Aranha desiste de filmar Quarteto Fantástico
O diretor Jon Watts, responsável pela bem-sucedida trilogia do Homem-Aranha estrelada por Tom Holland, desistiu de comandar o novo filme do Quarteto Fantástico. Segundo apurou o site Deadline, ele deixou o projeto pelo desejo de tirar férias após anos de trabalho contínuo com as produções do Homem-Aranha. O momento da pausa também lhe permitirá reavaliar ofertas após “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” se tornar o maior sucesso da história da Sony e a sexta maior bilheteria mundial de cinema em todos os tempos – com US$ 1.89 bilhão de arrecadação. O afastamento gerou um comunicado oficial do Marvel Studios, que afirmou que a decisão aconteceu de forma amistosa. “Colaborar com Jon nos filmes do Homem-Aranha foi um verdadeiro prazer. Nós estávamos ansiosos para continuar nosso trabalho com ele, trazendo o Quarteto Fantástico para o MCU, mas entendemos e apoiamos suas razões para se afastar. Estamos otimistas de que teremos a oportunidade de trabalhar juntos novamente em algum momento futuro”, disseram Kevin Feige e Louis D’Esposito, líderes do estúdio. Por sua vez, Watts afirmou que “fazer três filmes do Homem-Aranha foi uma experiência incrível e que mudou a vida para mim. Sou eternamente grato por ter sido uma parte do Universo Cinematográfico da Marvel por sete anos. Espero que trabalhemos novamente e mal posso esperar para ver a incrível visão do Quarteto Fantástico sendo trazida à vida”. A Marvel anunciou o novo filme do Quarteto Fantástico em dezembro de 2020. Ainda sem previsão de estreia, a terceira versão do grupo neste século, após três filmes lançados pela 20th Century Fox, marcará o ingresso de Reed Richards (Senhor Fantástico), Sue Storm (Mulher Invisível), Johnny Storm (Tocha Humana) e Ben Grimm (O Coisa) no universo dos Vingadores.
Netflix cancela “Space Force”
A Netflix cancelou “Space Force” após duas temporadas. Como de praxe, a plataforma não anunciou a decisão – nunca comenta fracassos – , deixando a comunicação a cargo de fontes “próximas da produção”. Lançada com uma campanha que a chamava de “série mais esperada há tempos”, “Space Force” nunca se recuperou de uma 1ª temporada abissal, considerada péssima pela crítica internacional (só 39% de aprovação no Rotten Tomatoes). Toda a expectativa pela volta de Steve Carell às comédias, com produção de Greg Daniels, com quem ele trabalhou em “The Office”, se dissipou antes do final da maratona dos episódios inaugurais, não completada por muitos. Por conta disso, muitos também não souberam da revitalização criativa de sua 2ª temporada, que trouxe um novo showrunner ao projeto (Norm Hiscock, de “Brooklyn Nine-Nine” e “Parks and Recreation”) para corrigir seu rumo. Como resultado, o equívoco virou uma série engraçada e, de forma impensável, caiu nas graças da crítica, atingindo inacreditáveis 90% de aprovação em seus últimos episódios. Tarde demais. Concebida por Carell e Daniels, a série foi inspirada num projeto alucinado de Donald Trump, que um dia resolveu criar a Força Espacial dos EUA – uma nova força armada, ao lado do Exército, Marinha e Aeronáutica. Na trama, Carell vive o general encarregado de formar a tal Força Espacial, sem saber nem por onde começar. Por isso se une – muito a contragosto -, a um excêntrico cientista e uma equipe sem noção para fazer o projeto decolar. O elenco também destacava John Malkovich (“The New Pope”), Lisa Kudrow (“Friends”), Diana Silvers (“Fora de Série”), Noah Emmerich (“The Americans”), Ben Schwartz (“Parks and Recreation”), Tawny Newsome (“Brockmire”), Alex Sparrow (“UnREAL”), Jimmy O. Yang (“Silicon Valley”) e Jane Lynch (“Glee”).
“Batwoman” é cancelada após três temporadas
A rede The CW cancelou a série “Batwoman” após três temporadas. A notícia foi dada pela criadora e showrunner da atração, Caroline Dries, num post publicado nesta sexta-feira (29/4). Em sua postagem, a produtora e roteirista se disse “chateada” pela decisão. “Acabei de receber a triste notícia de que ‘Batwoman’ não verá uma 4ª temporada. Estou chateada, mas cheia de gratidão. Que honra fazer 51 episódios. Tantas pessoas inspiradoras e brilhantes contribuíram para esta série. Obrigado produtores, elenco e equipe. Obrigado, fãs! Nós te amamos”, ela escreveu. Embora tenha concluído a trama central desenvolvida em seu terceiro ano, os últimos instantes da 4ª temporada apresentavam uma nova ameaça, num gancho que, infelizmente, nunca terá conclusão. “Batwoman” era uma das melhores atrações do Arrowverso, mas enfrentou rejeição de parte do público desde seu anúncio por destacar a primeira heroína lésbica de uma série de super-heróis. O preconceito dobrou quando a produção foi forçada a realizar uma mudança de protagonista. A saída/demissão (depende da versão) de Ruby Rose no final da 1ª temporada levou à contratação de Javicia Leslie e a uma reformulação da atração. Não só lésbica, Batwoman também passou a ser negra. A série perdeu metade do público da 1ª para a 2ª temporada e estava atualmente entre as menos assistidas da CW, com média de 458 mil espectadores ao vivo. Entretanto, também era disponibilizada em streaming – mas não há dados de sua exibição online. O cancelamento não é boa notícia para as demais séries do canal, muitas delas com menos público que “Batwoman”, como “Riverdale” e “Legacies”. Entre as atrações de super-heróis, a divertida “Legends of Tomorrow” e a estreante “Naomi” ainda aguardam decisão sobre seus destinos. Just got the sad news that #Batwoman will not be seeing an S4. I am bummed, but full of gratitude. What an honor to make 51 episodes. So many inspiring, brilliant people contributed to this series. Thank you producers, cast and crew. Thank you, fans! We love you. ❤️ — Caroline Dries (@carolinedries) April 29, 2022
Neal Adams (1941–2022)
O gênio dos quadrinhos Neal Adams, um dos responsáveis por revitalizar Batman nos anos 1970, morreu na quinta (28/4) na cidade de Nova York, em decorrência de uma infecção generalizada, aos 80 anos. Com estilo inconfundível, seus desenhos fotorrealistas e de inspiração expressionista foram fundamentais para transformar Batman no Cavaleiro das Trevas, um personagem sombrio e torturado por traumas, radicalmente diferente do trapalhão engraçado da popular série de TV dos anos 1960. Adams começou a chamar atenção nos anos 1960 em publicações de terror em preto e branco da editora Warren, o que o levou a ser convidado pela DC para ilustrar o personagem Desafiador (Deadman), um fantasma vingador, capaz de possuir suspeitos para desvendar seu próprio assassinato. Ele ainda passou pela Marvel, desenhando os X-Men, antes de fazer História ao lado do roteirista Dennis O’Neill e o arte-finalista Dick Giordano. Em 1970, dois anos após o fim da série “Batman”, O’Neill recebeu do editor Julius Schwartz a difícil missão de fazer o público esquecer a versão cômica televisiva do herói, e buscou um especialista em terror para levar trevas ao personagem. Nesta reinvenção, escritor e desenhista trataram de afastar Robin, recriaram vilões clássicos como o Coringa e Duas Caras, transformados pela primeira vez em psicopatas assassinos, introduziram vilões monstruosos e deram ao herói um polêmico interesse amoroso, a femme fatale Talia al Ghul, filha de um novo, misterioso e perigosíssimo mestre do mal, Ra’s al Ghul. Com os desenhos de Adams (arte-finalizados por Giordano), as histórias se tornaram mais que sérias: sombrias, violentas e maduras. Não só cumpriram o objetivo de transformação de Batman como viraram algumas das mais influentes já publicadas com o personagem. A parceria entre Adams e O’Neil se estendeu a outra publicação que marcou época, “Lanterna Verde/Arqueiro Verde”, que juntou os heróis do título. A premissa era um desafio de Oliver Queen (o Arqueiro) para que Hal Jordan (o Lanterna) trocasse suas aventuras espaciais por uma jornada mais mundana para conhecer os problemas da Terra. Com isso em mente, a publicação abortou todos os temas polêmicos da época, do preconceito racial à epidemia de drogas, e se tornou a primeira revista a desfiar a censura estabelecida nos anos 1950 sobre os quadrinhos, numa edição premiadíssima de 1971, em que Ricardito (Speedy), o parceiro adolescente do Arqueiro, revelava-se viciado em heroína. Foi tão impactante que deu início a era dos quadrinhos adultos de super-heróis, não indicados para menores, 15 anos antes de Alan Moore (“Watchmen”) e Frank Miller (“O Cavaleiro das Trevas”) publicarem seus clássicos na editora. Seu último trabalho nessa passagem pela DC foi outro sucesso importante: uma edição especial de 1978 em que Superman enfrentou o campeão do boxe Muhammad Ali – situação que, por sinal, inspirou o filme “Space Jam” em muitos de seus detalhes. Adams chegou até a desenhar Pelé na capa da publicação, entre o público da luta fantasiosa. O desenhista acabou se afastando dos quadrinhos devido a seu inconformismo pela baixa remuneração e falta de reconhecimento das editoras. Ele chegou a se engajar em várias campanhas de direitos autorais, exigindo compensações justas do mercado, e foi um dos artistas mais ativos na luta para a DC reconhecer os direitos de Jerry Siegel e Joe Shuster como os criadores de Superman, após Shuster aparecer no prédio da Warner Bros. trabalhando como carteiro. Desgostoso, o artista decidiu mudar de ramo, formando a empresa Continuity Associates com o velho parceiro Dick Giordano. Os dois se especializaram em fornecer storyboards para filmes de Hollywood (desenhos de cenas descritas nos roteiros, para auxiliar a visão dos diretores). Mas quando Giordano voltou para a DC em 1980, em cargo de chefia, Adams se voltou a outros setores da indústria audiovisual. Ele chegou a desenhar um segmento para a cultuada animação “Heavy Metal – Universo em Fantasia” (1981) e até virou diretor de cinema, comandando “Death to the Pee Wee Squad” em 1988. Trash no último, o filme foi lançado direto em vídeo pela Troma e incluía em seu elenco os filhos do artista e alguns colegas dos quadrinhos. O artista também produziu a série animada “Bucky O’Hare” (1991–1992) e concebeu a atração infantil televisiva “Miss Danielle’s Preschoolbuds” (2016), além de ter colaborado com a Warner Bros. com ilustrações para vários documentários sobre Batman. Nos últimos anos, ele fez as pazes com a DC, passando a ganhar reconhecimento pela criação de diversos personagens – como John Stewart, o Lanterna Verde negro – , e acabou convencido a voltar aos quadrinhos, recebendo os maiores salários de sua carreira e tratamento de mestre em reconhecimento a sua trajetória, para trabalhar em novas minisséries de Batman, Superman e Desafiador. Até a Marvel o requisitou para ilustrar títulos dos X-Men, Novos Vingadores e Quarteto Fantástico. Seu último trabalho foi uma minissérie que colocou Batman contra uma de suas criações favoritas, o vilão Ra’s al Ghul, encerrada em março de 2021. Neal Adams deixa a mulher, Marilyn, com quem foi casado por mais de 45 anos, além de cinco filhos, seis netos, um bisneto e milhões de fãs.
Carla Diaz vai viver vilã em três filmes
Com uma carreira marcada por papéis de menina boazinha, a ex-Chiquitita Carla Diaz se reinventou ao encarar o desafio de viver Suzane von Richthofen na sessão dupla “A Menina que Matou os Pais”/”O Menino que Matou meus Pais” e agora se prepara para viver novas vilãs em três filmes diferentes. “Filmes incríveis, por sinal, que eu estou muito feliz”, revelou a atriz, em entrevista à revista Quem. “Depois dos dois filmes do caso Richthofen, eu estou muito feliz que o cinema tem me abraçado e esse ano eu fui convidada pra fazer três longas como antagonista”, continuou a atriz. “Não posso falar ainda – aquela frase que nós, artistas, odiamos dizer.” Mesmo não revelando mais detalhes, a atriz soltou um pequeno spoiler. “Posso falar que, em um dos filmes, tem um grande artista sertanejo [no elenco].”
Leonardo DiCaprio pede para jovens brasileiros tirarem título de eleitor
Depois de Mark Ruffalo, mais uma estrela de Hollywood entrou na campanha para que os jovens brasileiros se cadastrem pra votar nas eleições presidenciais. O ator Leonardo DiCaprio, que já esteve no Brasil participando de projetos ambientais na Amazônia, fez um apelo para os fãs mais jovens nas redes sociais. “O Brasil é o lar da Amazônia e outros ecossistemas críticos para as mudanças climáticas. O que acontece lá importa para todos nós e votação entre jovens é chave em motivar mudanças por um planeta saudável”, escreveu em inglês o astro de “Não Olhe para Cima”. Junto de sua mensagem, DiCaprio divulgou o site olhaobarulhinho.com, plataforma da campanha do TSE para cadastro de menores a partir dos 16 anos, e a hashtag #tiraotitulohoje. O portal possui um passo-a-passo de como emitir pela primeira vez, regularizar ou transferir o título de eleitor. Além disso, há links para alguns grupos no WhatsApp e no Telegram para conversas e avisos sobre o processo eleitoral. Brazil is home to the Amazon and other ecosystems critical to climate change.What happens there matters to us all and youth voting is key in driving change for a healthy planet. For more on voter registration in Brazil before May 4, visit https://t.co/0mKrfxLdRR #tiraotitulohoje — Leonardo DiCaprio (@LeoDiCaprio) April 28, 2022












