Promotor confirma que caso de Polanski tem problemas jurídicos
Guardado em segredo por vários anos, o depoimento do promotor Roger Gunson, que tratou da acusação de estupro de menor contra Roman Polanski em 1977, confirmou que o caso foi marcado por problemas jurídicos e ilegalidades. Os detalhes que mais chamaram atenção – além das descrições contundentes do crime – dizem respeito à incompetência do juiz Laurence J. Rittenband, já falecido. Gunson contou ter tentado desqualificá-lo do caso por má conduta, após vê-lo solicitar informações e opiniões fora dos canais judiciais normais, vindas “de toda parte”, e mudar de ideia após fechar um acordo com Polanski sobre seu tempo de detenção. Graças ao acordo original, Polanski se declarou culpado em 1977 de uma acusação de relações sexuais ilegais com uma menina de 13 anos. Rittenband o condenou a passar 90 dias na Prisão Estadual de Chino para um exame de diagnóstico antes de sentenciá-lo. Mas o diretor foi libertado após 42 dias, levando a um clamor público. O juiz então voltou atrás, de acordo com o testemunho de Gunson, dizendo que enviaria Polanski de volta à prisão estadual. Para Gunson, a qualificação do período do exame como sentença já era contrário à lei. Mas pior ainda foi a segunda decisão do juiz, diante da desaprovação pública, ao reverter a detenção de Polanski, acrescentando uma sentença potencial de 6 meses a 50 anos para o diretor, enquanto assegurava em particular aos advogados do cineasta que deixaria Polanski sair da prisão depois de cumprir mais 48 dias. Gunson também testemunhou que o tratamento de Polanski foi surpreendentemente brando. Ele foi autorizado a se declarar culpado apenas da acusação mais leve contra ele, escapando de uma acusação de estupro, supostamente para poupar sua vítima de 13 anos da provação de um julgamento. Seu exame psiquiátrico também foi encurtado para poupá-lo de ameaças percebidas na prisão de Chino, e seu oficial de condicional, em uma decisão incomum, permitiu-lhe sair três vezes para dar entrevistas. Apesar disso, Gunson disse que entendeu a decisão de Polanski de fugir do país em 1978. “Depois de refletir sobre o que aconteceu, não fiquei surpreso por ele ter saído”, testemunhou. “Havia uma questão de saber se ele, Sr. Polanski, poderia confiar na palavra do juiz Rittenband. Se ele fosse enviado para a prisão estadual e não fosse chamado de volta pelo juiz, poderia ficar lá por 20 ou 50 anos”, testemunhou Gunson. Esta polêmica já era conhecida, pois Gunson repetiu tudo isso no documentário “Polanski: Procurado e Desejado”, de 2008. O próprio Polanski argumentava há décadas que só fugiu do país após o juiz original do caso ameaçar desconsiderar um acordo que ele fechou com o tribunal. Ele alega que cumpriu o combinado. Mas após seu período preso, o juiz alegadamente renegou o acordo e disse aos promotores que tinha decidido mantê-lo preso por até 50 anos. Foi apenas após esse desdobramento que Polanski fugiu para a França, de onde não poderia ser extraditado por conta de sua cidadania. E lá continuou filmando e conquistando reconhecimentos da indústria cinematográfica. Chegou até a vencer o Oscar por seu trabalho em “O Pianista” (2002). Embora Gunson tenha prestado esse testemunho juramentado em 2010, a Promotoria de Los Angeles barrou as tentativas dos advogados de Polanski de trazerem o depoimento à público para confirmar as alegações do diretor. Isso só foi revertido agora por uma ordem do Tribunal de Apelações, atendendo dois jornalistas interessados em publicar o conteúdo. O ex-promotor, atualmente aposentado, também descreveu longamente os esforços fracassados ao longo dos anos para resolver o caso, incluindo uma tentativa de acordo para que Polanski retornasse aos Estados Unidos nos anos 1990, com a garantia de não seria preso ao desembarcar. Mas embora Polanski se dissesse disposto, a chefia da promotoria sempre impediu. De acordo com Gunson, o escritório do promotor público de Los Angeles sempre defendeu que Polanski devia se entregar antes de fazer um acordo, algo que nunca aconteceria.
Peter Dinklage entra no prólogo de “Jogos Vorazes”
O ator Peter Dinklage (o Tyrion de “Game of Thrones”) foi escalado como prólogo de “Jogos Vorazes”, atualmente em produção no estúdio Lionsgate. “Com a produção em andamento, não poderíamos estar mais empolgados com a forma como esse elenco se reuniu e empolgados por receber Peter Dinklage em Panem”, disse Nathan Kahane, presidente do grupo de cinema da Lionsgate, em um comunicado. “Peter não é apenas um ator favorito dos fãs que traz uma presença dominante em cada papel que ele interpreta. Ele é um dos melhores atores vivos. Ele trará uma autoridade formidável e carismática para o importante papel do reitor da Academia.” Ele interpretará o reitor Casca Highbottom, o homem creditado como o criador dos Jogos Vorazes, mas que na prática tentou amenizá-los com a introdução dos mentores em sua 10ª edição. Lançados originalmente entre 2012 e 2015, os quatro filmes de “Jogos Vorazes” retrataram o mundo distópico de Panem, dividido em “distritos”, que anualmente ofereciam tributos para os Jogos Vorazes, uma competição da qual apenas um saía vivo. A nova produção vai levar às telas o mais recente livro da saga, escrito por Suzanne Collins. Apesar de ter sido publicado em 2020, após o sucesso dos filmes, a trama é um prólogo, passada 64 anos antes da vitória de Katniss Everden nos Jogos Vorazes, e conta como tudo começou. A protagonista é Lucy Gray Baird, tributo do empobrecido Distrito 12. Selecionada para participar dos “Jogos Vorazes”, ela recebe a mentoria do jovem Coriolanus Snow, décadas antes de ele se tornar o poderoso presidente de Panem. Rachel Zegler, revelada no musical “Amor, Sublime Amor”, foi escolhida para estrelar a adaptação, enquanto o papel de Snow será vivido por Tom Blyth (da série “A Idade Dourada”). Na trama, o futuro presidente é um jovem de 18 anos, nascido em berço de ouro e ansioso por construir o seu próprio legado. O elenco também inclui Hunter Schafer (“Euphoria”), Laurel Marsden (“Ms. Marvel”), Jason Schwartzman (“Fargo”), Ashley Liao (“Physical”), Josh Andrés Rivera (também de “Amor, Sublime Amor”), Mackenzie Lansing (“Mare of Easttown”) e outros. O longa contará novamente com direção de Francis Lawrence, que assinou a maioria dos filmes da franquia, além do roteirista Michael Arndt e a produtora Nina Jacobson. Nina Jacobson produziu todos as quatro adaptações dos livros de Suzanne Collins, que faturaram US$ 3 bilhões em bilheteria mundial, Lawrence dirigiu as três últimas e Arndt escreveu a melhor, “Jogos Vorazes: Em Chamas”. A estreia está marcada para 16 de novembro de 2023 no Brasil e um dia depois nos EUA.
Maya Hawke é presa por atentado ao pudor em clipe de orgia
A atriz Maya Hawke, intérprete de Robin em “Stranger Things”, lançou um novo clipe de sua carreira musical que a mostra em atividades não apropriadas para os fãs mais jovens da série da Netflix. No vídeo da música “Thérèse”, ela aparece seminua e participando de uma orgia. Dirigido por Brady Corbet (“Vox Lux”), o clipe traz Maya e um grupo de amigos transando numa floresta, até serem interrompidos pela chegada da polícia. A filha dos astros do cinema Uma Thurman e Ethan Hawke chega a ser algemada, após ser detida por atentado ao pudor. A proposta do vídeo alude ao tema da canção, que, conforme comunicado oficial, fala sobre “os espaços secretos que construímos, onde somos livres para sermos nós mesmos, em um mundo que intencionalmente ou sistematicamente não nos compreende”. “Thérèse” faz parte de seu segundo álbum, “Moss”, que será lançado em 23 de setembro.
Música de Steve Martin em “Only Murders in the Building” ganha clipe
A plataforma americana Hulu divulgou o clipe de “Angel in Flip-Flops”, música exibida na série “Only Murders in the Building” como uma gravação fictícia, feita nos anos 1980 pelo personagem de Steve Martin. O vídeo é uma colagem animada, que traz o comediante com seu visual de 40 anos atrás, apaixonado por uma garota de sandália de dedo. Por sinal, o estilo colorido da sandália emborrachada lembra uma certa marca brasileira. Na trama, o personagem Charles-Haden Savage (Martin), no auge do sucesso com sua série original “Brazzos”, teria gravado um álbum que fez muito sucesso na Alemanha antes da queda do Muro de Berlim. Quando os roteiristas abordaram o comediante com a ideia, ele disse que “tinha um título e uma música passando por sua mente genial”, contou o cocriador e showrunner John Hoffman. O arranjo musical ficou por conta de Paul Shaffer, líder dos músicos do “Late Show with David Letterman”, instrumentista da era de ouro do “Saturday Night Live” e integrante dos Blues Brothers. Com o clipe, “todos esperamos um ressurgimento do interesse pela música – na Alemanha e em todas as partes do mundo sem paredes!”, acrescentou Hoffman, sobre o lançamento. Vale lembrar que Martin já fez uma brincadeira virar hit anteriormente. A música “King Tut”, que começou como um esquete no programa “Saturday Night Live”, vendeu mais de 1 milhão de cópias e atingiu o Top 20 em 1978. “Only Murders in the Building” é exibida no Brasil pela plataforma Star+.
Spielberg dirige primeiro clipe musical da carreira
O veterano cineasta Steven Spielberg dirigiu o primeiro clipe musical de sua lendária carreira. A façanha foi revelada pelo músico Marcus Mumford nas redes sociais, onde postou fotos dos bastidores da produção de “Cannibal”, recém-lançado no YouTube. Veja abaixo. De acordo com Mumford, Spielberg gravou o vídeo preto e branco numa única tomada em seu celular. Além do diretor, sua esposa, a atriz Kate Capshaw (“Indiana Jones e o Templo da Perdição”) atuou como produtora, key grip e diretora de arte das gravações, que aconteceu no ginásio de uma escola de Ensino Médio em Nova York. Para completar, o vídeo contou com outra presença ilustre em seus bastidores: a atriz Carey Mulligan (“Bela Vingança”), esposa de Munford, que cuidou do figurino e do som. “Cannibal” é o primeiro single do álbum solo do vocalista do Mumford & Sons. O single já está disponível nas plataformas musicais e o álbum, que terá o mesmo título, será lançado em 16 de setembro. Spielberg, por sua vez, voltará aos cinemas no final de novembro com seu próximo filme, “The Fabelmans”, uma ficção semibiográfica baseada nas memórias de sua juventude. On Sunday 3rd July in a high school gym in New York, Steven Spielberg directed his first music video, in one shot, on his phone. Kate Capshaw was the almighty dolly grip. pic.twitter.com/9KUvONG4u3 — Marcus Mumford (@marcusmumford) July 18, 2022
“As Meninas Superpoderosas” e “A Mansão Foster para Amigos Imaginários” vão ganhar reboot
O Cartoon Netflix prepara o reboot de dois de seus conteúdos originais mais famosos: “As Meninas Superpoderosas” e “A Mansão Foster para Amigos Imaginários”. Os projetos estão sendo desenvolvidos por Craig McCracken, criador de ambas as séries, que voltará à função de produtor das novas atrações. Mas enquanto os próximos episódios de “As Meninas Superpoderosas” voltarão a trazer Florzinha, Lindinha e Docinho enfrentando novos e antigos inimigos, praticamente como uma sequência, “A Mansão Foster para Amigos Imaginários” sofrerá um reboot tradicional, com um novo elenco de amigos imaginários, descritos pelo Cartoon Network como “tão bobos e brincalhões quanto o grupo original”. Lançada em 1998, “As Meninas Superpoderosas” ganhou dois prêmios Emmy e inúmeras consagrações ao longo de seis temporadas. Mas não está há muito tempo fora do ar, porque após seu final original em 2004 voltou numa segunda série recente, exibida de 2016 a 2020. “A Mansão Foster para Amigos Imaginários” também foi premiada no Emmy – venceu seis troféus – e durou igualmente seis temporadas, entre 2004 e 2009. Mas não teve continuação até o momento. As duas séries originais estão disponíveis no catálogo da HBO Max. Já os novos episódios estão sendo produzidos pelos estúdios Hanna-Barbera da Europa e não tem previsão de estreia.
Emilia Clarke perdeu parte do cérebro e diz ter sorte de poder falar
A atriz Emilia Clarke, que há três anos revelou ter sofrido dois aneurismas entre 2011 e 2013, disse no domingo (18/7), no programa “Sunday Morning” da BBC, que perdeu parte do cérebro e teve sorte por continuar viva e conseguir falar. Na entrevista, a estrela de “Game of Thrones” declarou que uma parte do seu cérebro “não existe mais” e descreveu o que passou como excruciante. “Foram as dores mais excruciantes, vômitos enormes, luta para ficar consciente. Ficava dizendo as falas minhas da série (‘Game of Thrones’) na cabeça [pra ajudar]. Se você está vomitando e tem dor de cabeça, isso não é bom para o seu cérebro. Eu tinha 22 anos [quando teve o primeiro aneurisma], mas foi útil ter ‘Game of Thrones’ para me concentrar e me dar esse propósito”, declarou Já recuperada, Clarke admitiu que os aneurismas afetaram sua vida de forma permanente. “Tem uma quantidade de meu cérebro que não é mais utilizável, e é notável que eu seja capaz de falar, às vezes de forma articulada, e viver minha vida completamente normal, sem nenhuma consequência. Estou na minoria muito, muito, muito pequena de pessoas que puderam sobreviver a isso”, disse. Ela diz que tem vontade de rir sempre que lembra que lhe falta parte do cérebro. “Porque isso meio que mostra como realmente usamos pouco os nossos cérebros”, explica. No ano em que revelou seus problemas de saúde, a estrela também fundou a instituição de caridade SameYou para pessoas que sofreram lesões cerebrais, assim como ela, para ajudar na recuperação emocional e mental de sobreviventes de anorexia e derrames. Em 2020, ela recebeu o prêmio de Liderança Pública em Neurologia da Fundação do Cérebro dos EUA (American Brain Foundation), por seus esforços na conscientização sobre neurorreabilitação.
Fernanda Paes Leme, Thati Lopes e Maíra Azevedo são herdeiras suspeitas em trailer de comédia
A Netflix divulgou o primeiro trailer de “Nada Suspeitos”, nova série nacional em que Fernanda Paes Leme (“Ricos de Amor”), Thati Lopes (“Diários de Intercâmbio”) e Maíra Azevedo (“Até o Fim”) são herdeiras e suspeitas da morte de seu amante milionário. A trama é uma combinação de “whodunit” (quem matou), gênero dos mistérios de Agatha Christie, com um tema popular da atual leva de comédias nacionais: as novas ricas. Tudo começa como um mistério tradicional, com a convocação das três amantes e seus agregados para um encontro na mansão do amante, quando descobrem que estão envolvidas com o mesmo homem. Mas antes que mais detalhes sejam revelados, a luz apaga, alguém grita e o dono da casa aparece morto – clássico. A prévia também faz referência, desta vez explícita, ao jogo “Detetive” na introdução da investigação criminal. Mas logo adentra o território da convivência forçada entre as herdeiras, que precisam dividir a mansão – o que parece duas histórias diferentes em uma mesma produção. O elenco de apoio é grandioso, com destaque para Marcelo Médici (“Vai que Cola”), GKay (“Carnaval”), Silvero Pereira (“Bacurau”), Romulo Arantes Neto (“Quem Vai Ficar com Mario?”), Raphael Logan (“Pacificado”), Dhu Moraes (“Tô de Graça”), Cezar Maracujá (“Os Suburbanos”), Paulo Tiefenthaler (“Coisa mais Linda”), Gi Uzêda e o veterano Eliezer Motta (que marcou época em “Viva o Gordo”). A estreia vai acontecer em 17 de agosto
Melody tem clipe removido do YouTube após discussão com Anitta – e produtora reposta
Deu ruim pra Melody. Após se envolver em um barraco com Anitta nas redes sociais no domingo (17/7), a funkeira de 15 anos teve o clipe de seu hit “Assalto Perigoso” removido do YouTube. A faixa também foi retirada da Apple Music. Durante a discussão, Anitta alegou que o sucesso da adolescente seria plágio da melodia de “Positions”, de Ariana Grande, sem dar créditos à canção original. “Eu conheço os compositores da música que tu bateu top um. Acho que você não conhece eles, porque a música é da Ariana Grande, no caso, né? Mas fica tranquila, que eu não mostrei para eles, se não…”, escreveu a carioca. “Parece uma ameaça, né?”, rebateu a adolescente. O fato é que a discussão correu as redes sociais até chegar na compositora de “Positions”, Nija Charles, que escreveu “Now hold on” (o popular “cumé?”) no Twitter ao saber da semelhança entre as duas músicas. Ela não deu mais detalhes, mas, horas depois, o clipe de “Assalto Perigoso” desapareceu. Ao descobrir o que havia acontecido, Anitta se mostrou surpresa. “Foi removida? Ixi, agora fedeu. Eu não tenho nada [a ver] com isso. Tá vendo? Se me tratasse bem, eu ligava para a Nija e pedia para ela autorizar, mas não vou”, declarou ela, durante uma live no Instagram, citando “karma”. Vale observar que a produtora MB Hits, que cuida da carreira de Melody, repostou o clipe de “Assalto Perigoso” logo em seguida. Mas isso pode ser perigoso, pois desrespeita os canais para constestação do YouTube. Ao ser flagrado, pode acarretar suspensão de postagens por período determinado. Se insistir uma terceira vez, o canal pode ser removido. Esta não é a primeira gravação de Melody que sofre com problemas autorais. Uma das razões da briga entre as duas cantoras foi um truque de Melody para conquistar engajamento, dizendo que tinha feito uma parceria com Anitta. Mas a parceria, na verdade, era uma versão funk brega de “Faking Love”, hit de Anitta rebatizado de “Fake Amor”, em que Melody manteve trechos dos vocais originais da cantora. Sem autorização, a gravação foi derruba das plataformas. Mas Melody aproveitou que deu o que falar para lançar “Fake Amor 2”, uma música completamente diferente. Compare abaixo “Assalto Perigoso” e “Positions”, enquanto o clipe de Melody continuar no ar.
Stallone ataca produtor de “Rocky”: “Meus direitos”
Sylvester Stallone partiu pra briga contra Irwin Winkler, produtor original de “Rocky: Um Lutador” (1976), que está com 93 anos. O ator e diretor publicou um desabafo contra o produtor em seu perfil no Instagram, lamentando que ele controle a franquia de Rocky Balboa. No domingo (17/6), o intérprete e criador do personagem postou uma pintura de Winkler como uma serpente e escreveu de forma irônica na postagem: “Um retrato muito lisonjeiro do grande produtor de ‘Rocky’ e ‘Creed’, Irwin Winkler, por um dos maiores artistas do país”. “Após Irwin controlar ‘Rocky’ por mais de 47 anos, e agora ‘Creed’, eu realmente gostaria de ter pelo menos um pouco do que sobrou de meus direitos de volta, antes que passem somente para seus filhos”, continuou Stallone. “Acredito que seria um gesto justo deste senhor de 93 anos. Este é um assunto doloroso que me consome a alma, porque eu queria deixar algo de ‘Rocky’ para minhas crianças, mas é sempre bom ouvir os fãs leais. Continuem dando socos.” Ele subiu ainda mais o tom com um segundo post ilustrado, publicado nesta segunda, em que mostrou Winkler e sua família como vampiros, alimentando-se com seu sangue e ficando ricos com os direitos de “Rocky”. Lançado em 1976, “Rocky, um lutador” foi desenvolvido, escrito e estrelado por Stallone. Ao longo dos anos, o artista também desempenhou as funções de diretor e produtor de várias continuações, além de ter produzido e coestrelado os spin-offs “Creed” (2015) e “Creed II” (2018). Atualmente em desenvolvimento, “Creed III” (2022) será o primeiro longa da franquia sem a presença do ator. Não é de hoje que o astro demonstra descontentamento com a propriedade dos direitos de “Rocky”. Em 2019, em entrevista à revista Variety, o ator destacou: “Tenho zero diretos sob ‘Rocky’. Foi chocante que (os direitos) nunca tenham vindo para mim, mas me disseram, ‘você foi pago, está reclamando de que?’ Fiquei furioso.” Irwin Winkler começou a carreira como produtor nos anos 1960, com o filme “Canções e Confusões” (1967), estrelado por Elvis Presley, e recebeu sua primeira indicação ao Oscar de Melhor Filme logo em seguida, com “A Noite dos Desesperados” (1969), estrelado por Jane Fonda. Mas só foi vencer esse Oscar com o primeiro “Rocky”. Winkler também é parceiro de longa data de Martin Scorsese, produzindo inúmeros filmes do cineasta, incluindo clássicos como “Touro Indomável” (1980) e “Os Bons Companheiros” (1990), pelos quais voltou a disputar o Oscar, e o recente “O Irlandês” (2019). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sly Stallone (@officialslystallone) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sly Stallone (@officialslystallone)
Duna: Começam as filmagens da Parte 2
As filmagens de “Duna: Parte 2” já começaram. O perfil oficial da franquia no Twitter anunciou o início dos trabalhos com uma imagem da claquete da produção. Novamente dirigido por Denis Velleneuve, “Duna: Parte 2”, o filme voltará a trazer Timothée Chalamet, Rebecca Ferguson, Zendaya, Javier Bardem, Stellan Skarsgård, Josh Brolin e Charlotte Rampling. Além disso, incluiu novidades em seu elenco, com destaque para Florence Pugh (“Viúva Negra”), Christopher Walken (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”), Léa Seydoux (“007 – Sem Tempo Para Morrer”) e Austin Butler (o “Elvis”). A estreia é aguardada para outubro de 2023. We’re rolling. Production on Dune: Part Two has begun. #DuneMovie pic.twitter.com/H31MTEcvcS — DUNE (@dunemovie) July 18, 2022
Thati Lopes vai filmar comédia em Israel
A atriz Thati Lopes (“Diários de Intercâmbio”) vai estrelar uma nova comédia brasileira rodada em Israel. Ela, o resto do elenco e equipe passarão 40 dias por lá, entre novembro e dezembro, para filmar a produção. Ainda sem título conhecido, o novo filme da diretora Cris D’Amato (“Pai em Dobro”) é um road movie – ou filme de turismo. E, no momento, a cineasta e o produtor Júlio Uchôa viajam pelo país em busca de locações. Com cerca de uma década de carreira, Thati já fez novelas, esquetes do Porta dos Fundos e, depois de se destacar no divertido “Socorro, Virei uma Garota!”, de 2019, virou uma das atrizes mais ativas do cinema nacional, com papéis em nada menos que seis filmes só no ano passado. Seu lançamento mais recente foi “Dissonantes”, que chegou aos cinemas há menos de um mês. Tudo isso enquanto se desdobra no teatro, em “Meu Sangue Ferve por Você”, “o musical mais brega de todos os tempos”, atualmente em cartaz no Rio.
“Thor: Amor e Trovão” segue como filme mais visto do Brasil
“Thor: Amor e Trovão” manteve a liderança das bilheterias nos cinemas brasileiros pelo segundo fim de semana consecutivo, ao registrar um público de 825 mil pessoas e uma renda de R$ 17,7 milhões, segundo dados da Comscore. “Minions 2: A Origem de Gru” também repetiu o 2º lugar, com 622 mil espectadores e arrecadação de R$ 12 milhões, apesar da estreia recente de “Elvis”. Com distribuição muito menor, pela monopolização dos cinemas pelos dois títulos anteriores, o musical sobre o Rei do Rock foi apenas o 3º filme mais assistido, com 198 mil pagantes. O ranking também registrou “O Telefone Preto” em 4º lugar. O detalhe é que o terror só será lançado oficialmente na quinta-feira (21/7). Sua presença entre os títulos mais vistos da semana só comprova que as distribuidoras não seguem seus próprios calendários, fazendo “pré-estreias” pagas que, na prática, significam uma estreia convencional antecipada. Ao todo, 1,84 milhão de pessoas compareceram aos cinemas do Brasil entre quinta e domingo (17/7), o que rendeu mais de R$ 39 milhões em bilheteria. Confira o Top 10 abaixo. #Top10Bilheteria #Filmes #Cinema 14-17/71. #Thor #LoveAndThunder 2. #MINIONS2 3. #Elvis 4. #OTelefonePreto (pré estreia)5. #TopGunMaverick 6.#JurassicWorldDominio 7. #Lightyear 8. #TudoEmTodoOLugarAoMesmoTempo 9. #CrimesoftheFuture 10.#OAcontecimento — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) July 18, 2022












