Cauã Reymond é Dom Pedro I em trailer de drama histórico
A Vitrine Filmes divulgou o trailer de “A Viagem de Pedro”, drama histórico em que Cauã Reymond (“Alemão”) vive Dom Pedro I. O filme acompanha o imperador brasileiro em sua viagem de exílio, durante a travessia do Atlântico em uma fragata inglesa rumo à Europa em 1831. Destronado e expulso do Brasil, ele busca forças físicas e emocionais para enfrentar seu irmão que usurpou seu trono em Portugal. Doente e inseguro, entra na embarcação em busca de um lugar e uma pátria, enquanto recorda seu período no Brasil. Primeiro trabalho histórico de Laís Bodanzky, diretora dos premiados “Bicho de Sete Cabeças” (2000) e “Como Nossos Pais” (2017), “A Viagem de Pedro” também destaca em seu elenco a atriz alemã Luise Heyer (da série “Dark”), que interpreta a imperatriz Leopoldina, e a artista plástica Rita Wainer, que estreia como atriz no papel de Domitila de Castro, a Marquesa de Santos. O elenco internacional ainda traz o irlandês Francis Magee (“Into the Badlands”) e o guineense Welket Bungué (“Berlin Alexanderplatz”), além de vários atores portugueses, com destaque para Luísa Cruz (“As Mil e uma Noites”), João Lagarto (“O Filme do Bruno Aleixo”) e Victória Guerra (“Variações”). Premiado com o troféu de Melhor Direção no Festival do Rio, o filme estreia em 1º de setembro, na véspera das comemorações dos 200 anos de independência do Brasil.
Trailer da série “Tekken: Bloodline” traz lutas e personagens do game
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado do anime “Tekken: Bloodline”, baseado no popular game “Tekken”. A prévia mostra o treinamento árduo do protagonista e uma infinidade de lutas. A série animada conta a origem de Jin Kazama, um dos principais personagens dos jogos de luta – introduzido em “Tekken 3”, lançado para PlayStation em 1997. Na trama, Kazama aprendeu a arte de defesa pessoal da família com a mãe, quando ainda era muito jovem. Mas por não ter conseguido impedir o assassinato dela, decide aprender a técnica de ataque da família Mishima, seus parentes mais infames, transformando seu corpo numa arma em busca vingança. O caminho do aperfeiçoamento também o leva para a maior competição de lutas de todos os tempos, onde cruza com vários outros personagens conhecidos dos jogos, como Paul Phoenix, Heihachi Mishima, Kazuya, King e até o recente Leroy Smith, que fez sua estreia em “Tekken 7”. “Tekken: Bloodline” estreia em 18 de agosto.
Cena pós-créditos de “Ms. Marvel” foi feita por diretora de “As Marvels”
A cena pós-créditos da 1ª temporada de “Ms. Marvel” não foi gravada pelos diretores da série, a dupla Bilall Fallah e Adil El Arbi (de “Bad Boys para Sempre”). Em entrevista ao site ComicBook, El Arbi revelou que o momento em que Carol Danvers (Brie Larson) aparece no quarto de Kamala Khan (Iman Vellani) foi realizada por Nia DaCosta (“A Lenda de Candyman”), que vai dirigir “As Marvels”. “Ela também não sabia que estava dirigindo aquela cena para ser incluída na nossa série. É meio assim que Kevin Feige opera. Todo mundo trabalha separadamente, e sempre há momentos em que fazemos coisas que não sabemos onde vão parar. Ele sempre nos diz a mesma coisa: ‘Só se foque nisso'”, comentou. El Arbi revelou que ele e seu parceiro de direção perguntaram continuamente para Feige, durante as filmagens, se Carol Danvers/Capitã Marvel poderia fazer uma aparição na série. “Ele sempre nos dizia: ‘Não se preocupe com isso, vocês vão ver’. Só descobrimos tudo quando estávamos editando a versão final do episódio. Do nada, depois dos créditos, ela aparecia”, completou. Logo após esta cena, um texto avisa para não deixar dúvidas sobre o gancho: “Ms. Marvel voltará em em ‘As Marvels'”. Além do retorno de Brie Larson como Carol Danvers/Capitã Marvel e Iman Vellani como Kamala Khan/Ms. Marvel, “As Marvels” também contará com Samuel L. Jackson repetindo seu papel de Nick Fury e Teyonah Parris como a Monica Rambeau de “WandaVision”. O filme tem roteiro de Megan McDonnell (da equipe de “WandaVision”) e estreia marcada apenas para 27 julho de 2023 no Brasil. O último episódio da 1ª temporada de “Ms. Marvel” foi disponibilizado na quarta passada (13/7) na Disney+.
Reportagem revela detalhes tóxicos dos bastidores da “Liga da Justiça de Zack Snyder”
A revista americana Rolling Stone publicou nesta terça (19/7) uma reportagem bombástica sobre os bastidores do Snyder Cut, a versão do diretor conhecida como “Liga da Justiça de Zack Snyder”. Na apuração, a atividade online de supostos fãs de Zack Snyder para pressionar a Warner pelo lançamento – e coisas mais – é descrita como “campanha tóxica” e teria sido uma orquestração do próprio cineasta, resultando em várias atividades polêmicas. Para começar, a volumosa campanha online que convenceu a Warner a produzir uma nova versão de “Liga da Justiça” teria sido alimentada artificialmente por contas falsas e bots no Twitter. A revista teve acesso a relatórios de mídia social encomendados pela WarnerMedia. Os levantamentos mostram que 13% das contas engajadas no movimento #ReleaseTheSnyderCut eram falsas ou operadas por robôs, bem acima da proporção encontrada nas hashtags que chegam aos Assuntos do Momento do Twitter. Além disso, a publicação contatou três empresas especializadas em rastrear a autenticidade das campanhas de mídia social. Q5id e Graphika também detectaram atividades inautênticas provenientes do SnyderVerso – apelido da comunidade de fãs do diretor. E a Alethea Group descobriu que o domínio forsnydercut.com – que afirma ter feito a hashtag #ReleaseTheSnyderCut se tornar viral em maio de 2018 – foi registrado por uma pessoa que também dirigia uma agência de publicidade (hoje extinta) que dizia ser capaz de trazer “tráfego do tamanho de ‘Avatar’, barato e instantâneo para seu site”. A Rolling Stone também conversou com mais de 20 pessoas envolvidas com a versão original de “Liga da Justiça” e a maioria acredita que o diretor se dedicou a estimular e manipular a campanha. A reportagem resgata muitos detalhes da produção do filme original, incluindo os conflitos entre Snyder e executivos da Warner pela duração e tom do filme, e que motivaram a contratação de um substituto antes mesmo de Snyder se afastar devido à morte da filha. Joss Whedon recebeu a missão de fazer refilmagens extensas enquanto Snyder ainda estava à frente do longa. Com o afastamento do diretor original, Whedon ganhou carta branca para mudar quase tudo. Synder não esqueceu. Após convencer os novos chefes da então recém-criada WarnerMedia a realizar a reedição do filme para engajar seus supostos milhões de fãs na HBO Max, Snyder teria orquestrado um ataque contra os executivos que organizaram sua substituição. Segundo a Rolling Stone, uma campanha de difamação teria sido combinada com o ator Ray Fisher, que interpretou o Ciborgue em “Liga da Justiça” e acusou os produtores Geoff Johns e Jon Berg de racismo e negligência. Foram os dois que tiraram o controle criativo do filme das mãos do diretor. Procurado pela Rolling Stone, Snyder confirmou que pediu à Warner para que retirasse os nomes dos produtores de sua versão do filme, mas negou qualquer coordenação com Fisher, que também acusou Whedon de comportamento abusivo no set – nesse caso, com alegações corroboradas por Gal Gadot, intérprete da Mulher-Maravilha, entre outros. Entretanto, a revista ouviu fontes que apontam que o envolvimento de Snyder foi além de um “pedido pessoal” para cortar os créditos dos produtores. Snyder teria confrontado um executivo do departamento de pós-produção do estúdio com uma ameaça: “Vou destruí-los nas redes sociais”. À medida que as exigências de Snyder aumentavam nos bastidores – inclusive por mais dinheiro para incluir novas filmagens para sua versão da “Liga da Justiça” – uma enxurrada de ataques foram direcionados à Warner Bros. nas redes sociais. Além da exigência de demissão de executivos, vieram pedidos de boicotes e até mesmo ameaças de morte. Esses ataques de “fãs” buscaram atingir qualquer pessoa ou coisa que pudesse atrapalhar Snyder, incluindo diretores como Adam Wingard, porque o lançamento de “Godzilla vs. Kong” ofuscou o Snyder Cut na HBO Max, e filmes como “Mulher-Maravilha 1984”, porque foi escrito por Geoff Johns. Até a ex-presidente da DC Entertainment, Diane Nelson, foi assediada por elogiar o “Coringa” de Todd Phillips, porque o filme ia contra o cânone do SnyderVerso. Ela chegou a deletar a conta do Twitter, tamanha a perseguição. Um dos fatos mais terríveis aconteceu três meses antes do lançamento da “Liga da Justiça de Zack Snyder”, quando uma conta no Instagram com o nome @daniras_ilust postou uma imagem grotesca, retratando as cabeças decapitadas de Johns, do presidente da DC Films Walter Hamada e do ex-presidente da Warner Bros. Toby Emmerich. A imagem circulou rapidamente entre os devotos do SnyderVerso, que até marcaram contas de mídia social dos filhos dos executivos. Após esta postagem alarmante, a WarnerMedia ficou preocupada com a integridade de seus funcionários e encomendou em sigilo uma série de relatórios de uma empresa de segurança cibernética terceirizada para analisar a trollagem. Um relatório secreto foi produzido, que teria identificado a concentração de disparos em três contas específicas, responsáveis por espalhar “ordens” para seguidores. O estúdio se recusou a comentar as descobertas com a Rolling Stone, alegando que o problema era relativo à administração passada – tecnicamente, a WarnerMedia não existe mais, substituída pela Warner Bros. Discovery. Em sua defesa, Snyder disse que nunca manipulou as redes sociais. Ele afirma que, “se alguém” usou robôs foi a Warner Bros. “tentando alavancar minha base de fãs para reforçar os assinantes de seu novo serviço de streaming”. “Nem eu nem a minha esposa [Deborah Snyder, produtora dos filmes de Zack] falamos nada negativo sobre Johns e Berg em entrevistas ou nas redes sociais. A remoção dos nomes deles era algo importante porque este não era o filme em que eles acreditavam, que eles desenvolveram ou que ajudaram a fazer”, declarou. O diretor ainda acrescentou que, “como artista, foi recompensador finalmente ver minha visão levada à fruição” no Snyder Cut, especialmente depois de “passar por um momento tão difícil em minha vida”. “Eu me sinto grato aos fãs e à Warner por permitirem que isso acontecesse. Continuar remoendo a negatividade e os rumores não serve a ninguém”, completou. Entretanto, a campanha não terminou com o lançamento do Snyder Cut em 18 de março de 2021. O site The Wrap informou em maio que os bots podem ter levado Snyder a ganhar os primeiros prêmios de “público” do Oscar neste ano. Na votação online, “Liga da Justiça de Zack Snyder” teve uma de suas cenas lembradas como um dos momentos mais icônicos do cinema e “Army of the Dead: Invasão em Las Vegas”, também de Snyder, venceu como filme favorito do público. A firma de consultoria Tweetbinder, que rastreia e analisa hashtags, indicou tendência de manipulação por bots nestas votações. Mas não é necessário ouvir especialistas para questionar a realidade dos fãs que pediram e adoraram o Snyder Cut. Basta verificar o desempenho de “Liga da Justiça de Zack Snyder”, que jamais entrou nas listas de produções mais vistas do streaming. De fato, o lançamento não foi destaque nem no Brasil, ausente da lista das séries e filmes mais vistos na celebração do primeiro ano da HBO Max no país. O fracasso da “Liga da Justiça” original costuma ser apontado como fator de pânico entre os executivos da empresa Time-Warner, que entraram numa negociação apressada de venda para a AT&T em novembro de 2017, mesmo mês em que o filme foi lançado. Empresa de telefonia e comunicação sem experiência com produção de conteúdo, a AT&T relançou o conglomerado de mídia como WarnerMedia em 2018 e tomou várias decisões equivocadas que acumularam uma dívida recorde e desvalorizaram seu patrimônio. Sem paciência para esperar a HBO Max decolar em meio à pandemia, e com o alto investimento em “Liga da Justiça de Zack Snyder” sem resultar na atração de mais assinantes para o serviço, a AT&T tratou de encerrar rapidamente a aventura da WarnerMedia, passando o controle da companhia para uma empresa bem menor que a própria Warner, a Discovery, que assumiu neste ano o comando da nova versão do conglomerado, batizada de Warner Bros. Discovery.
Luísa Sonza põe Cachorrinhas pra dançar num dos clipes mais caros e divertidos da carreira
Luísa Sonza lançou o clipe de “Cachorrinhas”, estrelado pela cantora, suas três cadelas e sua gata. No vídeo, o pets saem para passear e ganham forma humana. Cheia de figurantes, cenários diferentes e carrões, a produção foi filmada em película por Fernando Nogari (que já trabalhou com Selena Gomez), o que a tornou uma das mais caras da carreira da cantora. Mas o que mais chama atenção podia ter sido gravado com celular num sofá: é a coreografia que acompanha o refrão, bastante decorável e pronta para virar febre. “Cachorrinhas” marca o início de uma nova fase da cantora, mais leve e divertida, após a tensão que acompanhou o lançamento de “Doce 22”, quando ela enfrentou o inferno dos haters. Também é o primeiro lançamento após o repertório daquele disco, que completou um ano exato na segunda (18/7). Mas ainda não há detalhes sobre seus próximos passos – e novo disco de estúdio.
Homem é baleado e morre durante gravações de “Law & Order: Organized Crime”
Um integrante da equipe de “Law & Order: Organized Crime” levou um tiro e morreu no set de gravações da série na manhã desta terça-feira (19/7), em Nova York. O homem de 31 anos, que não teve a identidade revelada, estava sentado em um carro quando foi baleado por volta das 5h15 (horário local), de acordo com relato da polícia. Ele foi levado ao hospital e declarado morto às 6h. Nenhuma prisão foi feita ainda e a produção foi encerrada durante o dia. “Ficamos terrivelmente tristes e chocados ao saber que um de nossos membros da equipe foi vítima de um crime esta manhã e morreu. Estamos trabalhando com as autoridades locais enquanto eles continuam investigando. Nossos corações estão com sua família e amigos e pedimos que respeitem a privacidade deles durante esse período”, disse uma porta-voz da rede NBC e do estúdio Universal Television. A série está atualmente em fase de produção de sua 3ª temporada, que estreia em setembro nos EUA. O spin-off da longeva franquia “Lei e Ordem” (Law & Order) é estrelado por Christopher Meloni, que retoma seu personagem Elliot Stabler, introduzido em outra série: “Law & Order: SVU” em 1999. “Law & Order: Organized Crime” é disponibilizada no Brasil pela plataforma de streaming Star+ com o título original em inglês.
Vencedor do Urso de Ouro, Jafar Panahi vai passar seis anos em prisão do Irã
O cineasta iraniano Jafar Panahi voltou a ser preso na semana passada em Teerã e condenado a cumprir seis anos de prisão, anunciaram as autoridades judiciais iranianas nesta terça-feira (19/7). A sentença se refere a um processo de 2010, que ele cumpriu em prisão domiciliar – desconsiderada na nova sentença. Segundo declaração oficial do porta-voz Masud Setayeshi, ele já foi transferido para o centro de detenção de Evin para cumprir sua pena. O cineasta foi considerado culpado de “propaganda contra o governo” por apoiar os protestos de 2009 contra a reeleição do ultraconservador Mahmud Ahmadinejad como presidente da República Islâmica. Detido por dois meses em 2010, ele foi colocado em prisão domiciliar e proibido de filmar por 25 anos. Mas Panahi resistiu. Continuou fazendo filmes de forma ilegal. O documentário “Isto Não É um Filme” (2011), que retratou seu cotidiano sob as restrições do governo, foi levado para o Festival de Cannes em 2011 dentro de um bolo de aniversário. “Cortinas Fechadas” também teve que ser contrabandeado para fora do país. Em ambos os casos, ele filmou dentro dos limites de sua prisão domiciliar. Mas, em enfrentamento declarado, foi às ruas disfarçado para rodar “Táxi Teerã”, vencedor do Urso de Ouro do Festival de Berlim de 2015. Após o final do período previsto de prisão domiciliar, esteve ainda mais à vontade para filmar “3 Faces”, que venceu o troféu de Melhor Roteiro no Festival de Cannes de 2018. A decisão de envia-lo para uma prisão, porém, deu-se por um motivo sem relação aos filmes que rodou. Na segunda passada (11/7), Panahi decidiu acompanhar o caso de outro vencedor do Urso de Ouro, Mohammad Rasulof (“Não Há Mal Algum”), preso pelo regime. Ao chegar ao tribunal de Teerã, foi preso em flagrante, apesar do período cumprido em prisão domiciliar. Rasoulof foi detido junto com seu colega Mostafa Aleahmad por participar de protestos relacionados ao desabamento de um um prédio no sudoeste do país em maio. A tragédia provocou vários protestos no país em solidariedade com as famílias das vítimas e contra as autoridades, acusadas de corrupção e incompetência. O acúmulo de prisões de cineastas no Irã tem despertado protestos na comunidade cinematográfica mundial. Os organizadores do Festival de Cannes declararam que condenam veementemente as prisões, bem como “a onda de repressão realizada pelo Irã contra seus artistas”. Por sua vez, o Festival de de Veneza pediu a “libertação imediata” dos diretores de cinema, enquanto o festival de Berlim disse que se sente “consternado e indignado” com a prisão. Na sexta-feira (15/7), o Ministério das Relações Exteriores da França denunciou um fenômeno que ilustra “a perturbadora deterioração da situação dos artistas no Irã”. Entretanto, não são apenas diretores de cinema que incomodam as autoridades iranianas. Qualquer comportamento considerado impróprio tem rendido dura repressão. Em maio de 2014, a polícia prendeu homens e mulheres que gravaram um vídeo em que dançavam a música “Happy”, de Pharrell Williams. Apesar da repercussão internacional, inclusive com apelo do músico, os detidos foram condenados a seis meses de prisão e 91 chicotadas.
Netflix passa a cobrar por compartilhamento de senhas
A Netflix vai começar a cobrar de assinantes que usarem sua conta em outro endereço que não seja o informado no cadastro da empresa. A cobrança começou a ser aplicada, em fase de testes, em cinco países da América Latina. Por enquanto, o Brasil não entrou na lista, mas consumidores brasileiros já começaram a receber notificações de alerta da Netflix ao utilizarem sua conta em novos aparelhos. A princípio, a taxa extra será cobrada se for verificado que o log in e senha do serviço tiver sido usado por mais de duas semanas em endereços alternativos. A companhia assegura que o uso da Netflix por pessoas em viagens de férias não será afetado. Por isso, a cobrança não será feita se o dispositivo usado pelo assinante for móvel, como smartphone, tablet e laptop. Os países onde a cobrança começa a ser realizada são Argentina, El Salvador, Guatemala, Honduras e República Dominicana. O valor varia de US$ 1,70 a US$ 2,99, dependendo do país. A cobrança pelo compartilhamento de senhas reflete uma tendência de queda no número de assinantes do serviço. A Netflix perdeu 200 mil assinantes no primeiro trimestre do ano e mais 970 mil no segundo trimestre em todo o mundo. Os números oficiais de abril a junho foram anunciados nesta terça (19/7). Ao mesmo tempo, a Netflix estima que mais de 100 milhões de famílias usam contas pagas por outras pessoas e que essa prática é uma das principais causas da perda de assinantes. Cobrar a taxa extra pelo compartilhamento seria uma forma de reverter a perda financeira da diminuição de assinaturas. As ações da empresa já caíram 65% neste ano, com o receio de investidores sobre o futuro do streaming.
Klara Castanho processa Antonia Fontenelle por danos morais
A atriz Klara Castanho está processando Antonia Fontenelle pela exposição de sua gravidez e ataques contra sua honra. Ela pede uma indenização de não menos que R$ 100 mil de Fontenelle, por declarações feitas a respeito da entrega para adoção de seu bebê recém-nascido, após a atriz ser vítima de um estupro. Fontenelle fez comentários numa live a respeito de um processo cujo sigilo é garantido por lei, além de ter sugerido que a atriz teria feito algo “monstruoso” e cometido crime de “abandono de incapaz”. “Diante das gravíssimas ofensas comprovadas contra a Autora, não restam dúvidas de que, no presente caso, estão preenchidos todos os pressupostos para condenar a Ré ao pagamento de danos morais no valor R$ 100.000,00”, diz a petição. Castanho também pediu uma liminar para a retirada do ar do vídeo em que os comentários foram feitos. Mas a juíza Flávia Viveiro de Castro, da 2ª Vara Cível da Barra, no Rio de Janeiro, entendeu que a determinação para retirar as declarações de Fontenelle seria “uma espécie de censura”. Entretanto, a juíza ressaltou em seu despacho, que, se não se pode “censurar um discurso, por mais que não concordemos”, isso “não livra aquele que publica e emite opinião ofensiva, ou que espalha um discurso de ódio, produzida a prova e provados os fatos, de ser responsabilizado pelo que divulgou”.
Menino salva colega nos EUA com técnica aprendida em “The Good Doctor”
A série “The Good Doctor” inspirou um menino de 7 anos a salvar a salvar a vida de um colega de escola em Nova York. Segundo descrição da revista People, David Diaz Jr. notou que seu colega havia engasgado enquanto comia uma pizza no refeitório da Woodrow Wilson Elementary, escola onde ambos estudam na cidade de Binghamton. Como não havia professores por perto, David decidiu ir ele mesmo em socorro do companheiro e executou a manobra de Heimlich para livrá-lo da situação. A técnica consiste em exercer pressão abdominal sobre o paciente engasgado, livrando-o daquilo que estiver causando a obstrução. O menino explicou que aprendeu a manobra de Heimlich ao ver o Dr. Shaun Murphy (Freddie Highmore) usá-la num episódio de “The Good Doctor” junto com o pai. “Se alguém está engasgando, ou em perigo, você sempre tem que prestar socorro. Se não, pode acontecer algo muito triste”, ele ao canal Fox News. O heroísmo da criança recebeu ampla cobertura da mídia local. No dia 13 de junho, a superintendente do Distrito Escolar de Binghamton, Tonia Thompson, e o Senador do Estado de Nova York, Fred Akshar, foram à sala de aula onde David estuda para condecorá-lo pelo heroísmo. A série “The Good Doctor” é disponibilizada no Brasil pela plataforma de streaming Globoplay.
Série da Arlequina ganha trailer violento
A HBO Max divulgou o pôster e o terceiro trailer da 3ª temporada de “Harley Quinn”, a série animada adulta da Arlequina. E se trata do trailer mais impróprio de todos, com violência sanguinária e muitos palavrões em inglês. O vídeo traz Harley e Ivy (a Hera Venenosa) em namoro assumido, mas o relacionamento enfrenta sua primeira briga diante do plano da segunda de transformar Gotham City numa floresta. Harley acaba se aliando aos heróis, o que seus comparsas estranham. Criação de Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey, produtores da subestimada série de comédia da DC “Powerless”, a animação reúne um time de dubladores de peso, com destaque para Kaley Cuoco (a Penny de “Big Bang Theory”) como a anti-heroína do título, Lake Bell (“Bless This Mess”) como a voz de Hera Venenosa, Alan Tudyk (“Patrulha do Destino”) como o Coringa e Cara de Barro, Jim Rash (“Community”) como o Charada, Ron Funches (“Doze é Demais”) como Tubarão Rei, Diedrich Bader (“Veep”) como Batman, Sanaa Lathan (“Alien vs. Predador”) como Mulher-Gato e Wayne Knight (o Newman de “Seinfeld”) como o Pinguim. Os novos episódios vão estrear em 28 de julho nos EUA, mas não há data confirmada para o Brasil. As duas primeiras temporadas demoraram a ser disponibilizadas no serviço nacional da HBO Max.
A Casa do Dragão: Vídeo revela bastidores do spin-off de “Game of Thrones”A Casa do Dragão,
A HBO Max divulgou um vídeo de bastidores de “A Casa do Dragão”, o primeiro spin-off do fenômeno “Game of Thrones” (2011-2019), que explora o set e as filmagens da nova produção, bem como o legado da franquia, e conta com depoimentos do roteirista Ryan J. Condal (criador da série sci-fi “Colony”), do diretor Miguel Sapochnik (responsável pelo famoso episódio da “Batalha dos Bastardos” de “Game of Thrones”) e do criador literário desse universo, o escritor George R.R. Martin. Centrado na família Targaryen, o clã de Daenerys, a nova série se passa 200 anos antes dos eventos de “Game of Thrones” e se concentra na crise de sucessão do Rei Viserys (Paddy Considine, de “Peaky Blinders”), que deu origem a um conflito conhecido nos livros de George R.R. Martin como “Dança dos Dragões”. A disputa se instala porque Viserys escolheu sua filha, a princesa Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy, de “Truth Seekers”), como herdeira do Trono de Ferro. Apesar de preparada para reinar desde a infância, sua ascensão não é aceita por aqueles que preferem um homem no poder, entre eles o irmão do rei, o príncipe Daemon Targaryen, vivido por Matt Smith (“Doctor Who”). A lista de personagens importantes na conspiração ainda destaca Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”) como o Mão do Rei (a segunda posição oficial mais poderosa nos Sete Reinos), Olivia Cooke (“Bates Motel”) como sua filha Alicent Hightower e Steve Toussaint (“It’s a Sin”) como Lord Corlys Velaryon, a Serpente do Mar. A série foi co-criada por Condal e o próprio Martin, e é baseada num livro já publicado da saga, “Fogo & Sangue”. A estreia está marcada para 21 de agosto.
Atriz de “Harry Potter” diz que Schwarzenegger peidou na sua cara
A veterana atriz Miriam Margolyes, que viveu a professora Pomona Sprout em “Harry Potter”, revelou que não gosta de Arnold Schwarzenegger por uma situação inusitada. Durante uma conversa com podcast “I’ve Got News for You”, ela contou que o astro peidou na cara dela durante as filmagens de “Fim dos Dias” (1999). O assunto surgiu quando a atriz de 81 anos foi questionada sobre qual colega de elenco em sua carreira gerou uma experiência negativa. Dizendo que Schwarzenegger é “um pouco cheio de si”, ela revelou que ele também esvaziou um pouco de si na cara dela. “Ele peidou na minha cara. Agora, eu peido, claro que sim – mas eu não peido na cara das pessoas. Ele fez isso deliberadamente, bem na minha cara”, disse a atriz. No terror “Fim dos Dias”, o astro vivia um ex-policial que trabalhava para uma agência de segurança de elite e tem a tarefa de impedir Satanás (Gabriel Byrne) de conceber o Anticristo com uma jovem (Robin Tunney) na hora final do milênio. “Eu estava interpretando a irmã de Satanás e ele estava me matando, então ele me colocou em uma posição onde eu não podia escapar, deitada no chão. E ele simplesmente peidou”, contou Margolyes. “Não estava filmando, estava em uma das pausas, mas não o perdoei por isso”, complementou ela. Veja o trailer abaixo para lembrar da trama de “Fim dos Dias”












