Thomaz Costa se defende de denúncias de agressão de Tati Zaqui: “Fui vítima”
Após Tati Zaqui conseguir uma medida de restrição contra ele, Thomaz Costa se pronunciou nas redes sociais. O ator se defendeu das acusações de violência doméstica que recebeu da ex-namorada e afirmou que viveu um relacionamento abusivo de 8 meses com a cantora. No Instagram, ele declarou que ficou sabendo do Boletim de Ocorrência registrado por Tati Zaqui através da internet e defendeu que “homem também sofre”. “O que eu tenho para provar eu vou provar sim, na justiça, com o maior prazer, eu tenho fotos e vídeos também, mas não quero expor isso, não é a minha intenção”, defendeu. “Eu fui vítima sim de um relacionamento abusivo! Vou provar para vocês que homens sofrem relacionamentos abusivos também”. Com o processo, foi divulgado um vídeo onde o ex persegue Tati Zaqui dentro de casa. “Sobre o vídeo que ela tá mostrando – não vou comentar mais detalhes – é ela tentando colocar gente dentro da minha casa para me tirar de lá com todas as minhas coisas. Então eu estava me defendendo tenho como provar tudo, detalhe por detalhe, vou provar tudo na justiça. A verdade prevaleceu!”, disse Thomaz no pronunciamento. A funkeira entregou fotos à polícia em que aparece com diversos hematomas pelo corpo, afirmando que vieram de ataques do ator contra ela. “Essas marcas que ela mostrou para vocês são marcas causadas por ela mesma ao tentar me agredir, vindo para cima de mim. Me chutava e machucava a perna”, disse Thomaz. Além disso, a coluna do Leo Dias teve acesso a outro vídeo apresentado as autoridades. A gravação mostra o ator perseguindo a van em que a cantora estava no sábado (13/5) anterior as denúncias. Thomaz aparece dirigindo um Mustang GT azul com listras brancas atrás do veículo da cantora em uma avenida. Embora o rosto do ator não apareça no vídeo, o carro foi identificado como sendo dele. O caso começou na última quinta-feira (18/5), quando Tati foi até a Delegacia de Polícia de São Caetano do Sul, na cidade de São Paulo, para registrar um boletim de ocorrência contra o ex-namorado por violência doméstica e psicológica, além de lesão corporal, ameaça e dano ao padrão. Segundo a cantora, a agressões eram frequentes e motivadas por ciúmes do ator. De acordo com o BO acessado pela coluna LeoDias, a dançarina também foi ofendida com frases como “Você é pior que p*ta”, “Você é pior que o demônio”. Segundo o relatório, ele também cometeu “agressões físicas com apertões, chutes e bicudas”, além de quebrar objetos e tapar sua boca para abafar gritos. Após as denúncias, a Justiça concedeu uma medida protetiva solicitada pela cantora contra o ex. A decisão determina que Thomaz Costa mantenha uma distância mínima de 500 metros da cantora. Caso desobedeça à decisão, Thomaz Costa pode ser preso. No dia 15 de maio, a funkeira anunciou o fim de seu relacionamento com Thomaz. Os dois começaram o relacionamento em setembro de 2022, quando participaram do reality show “A Fazenda 14”. O Thomaz Costa correndo atrás da Tati Zaqui com uma faca na mão. Não consigo nem imaginar o que ela passou nas mãos dele. pic.twitter.com/2cSfYR3cQB — Matheus (@odontinho) May 20, 2023 Caso Tati Zaqui: Thomaz Costa se pronuncia e diz que tem provas de que esteve em relacionamento abusivo. Também diz que as marcas no corpo de Tati foram causadas por ela mesma. pic.twitter.com/isaNWmuqm2 — Portal Auge Magazine (@auge_magazine) May 20, 2023
Série documental contará história da Warner Bros. Veja o trailer
A HBO Max divulgou o trailer de uma série documental sobre a história da Warner Bros., em homenagem aos 100 anos do estúdio completados no último 4 de abril. “100 Years of Warner” vai contar com depoimentos de mais de 60 atores, cineastas e especialistas da indústria, incluindo Martin Scorsese (“O Irlandês”), Oprah Winfrey (“Uma Dobra no Tempo”), Keanu Reeves (“John Wick 4”), Todd Phillips (“Coringa”), Patty Jenkins (“Mulher-Maravilha 1984”) e George Clooney (“Ingresso para o Paraíso”). “A Warner Bros. estava lá desde o começo – não apenas criando uma forma de arte, mas também uma indústria – e você tinha que ser firme”, diz Scorsese no trailer. “Todos procuramos a Warner Bros. em busca de filmes que tivessem uma qualidade especial para eles e arriscamos”. Dividido em quatro partes, a série contará com a narração do ator Morgan Freeman. A direção é assinada por Leslie Iwerks, que também foi responsável pelo documentário sobre os parques temáticos da Disney, “A História do Imagineering”, lançado em 2019. Com clipes de filmes e séries de televisão produzidos pelo estúdio, a série vai contar a história da Warner Bros. desde sua fundação, passando pelas diferentes fases de evolução do estúdio, que fizeram a empresa se tornar uma potência global do entretenimento. Criada pelos irmãos Harry, Albert, Sam e Jack Warner no início dos anos 1920, a Warner Bros. é dona de uma longa lista de títulos, incluindo as franquias “Harry Potter”, “Matrix” e os longas de super-heróis da DC Comics. As duas primeiras partes chegam na HBO Max na próxima quinta-feira (25/5), após estrearem no Festival de Cannes um dia antes. As duas partes restantes estarão disponíveis em 1º de junho.
“Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” apresenta versão indiana do herói
A Sony divulgou uma novo cena inédita de “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso”, que apresenta a versão indiana do herói aracnídeo. Dublado pelo ator Karan Soni (“Deadpool”), Pavitr Prabhakarse é uma das versões alternativas do Homem-Aranha que vão se reunir na trama do filme. Nos quadrinhos da Marvel, o personagem vive em Mumbai, na Índia. A prévia mostra Pavitr se apresentando para Miles Morales (Shameik Moore) e Gwen Stacy (Hailee Steinfeld). Além de mostrar seus poderes habilidosos e uma nova versão do traje do herói, ele explica como é ser o Homem-Aranha no seu universo. Fazendo referências à cultura indiana, uma das cenas traz um diálogo engraçado entre Pavitr e Miles, onde ele explica ao Homem-Aranha a pronúncia correta da palavra “chai” (chá em hindi). A sequência de “Homem-Aranha: No Aranhaverso” (2018) apresenta Miles Morales e Gwen Stacy em uma nova aventura no Multiverso. Eles se juntam a uma equipe de outras versões do Aranha para proteger suas respectivas realidades, mas acabam entrando em conflito sobre como lidar com a nova ameaça. Miles é desafiado a redefinir o que significa ser um herói para salvar aqueles que mais ama. O elenco também inclui as vozes de Jake Johnson (“New Girl”) como Peter B. Parker, Issa Rae (“Insecure”) como Mulher-Aranha, Daniel Kaluuya (“Não! Não Olhe!”) como Punk-Aranha, Oscar Isaac (“Cavaleiro da Lua”) como Homem-Aranha 2099, Jason Schwartzman (“O Grande Hotel Budapeste”) como o vilão Mancha, Brian Tyree Henry (“Trem-Bala”) como Jefferson Davis, Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”), Shea Whigham (“Perry Mason”) e outros. A direção está a cargo do trio formado por Kemp Powers (roteirista e co-diretor de “Soul”), o português Joaquim dos Santos (“Avatar: A Lenda de Korra”) e Justin K. Thompson (especialista em backgrounds que trabalhou em “Star Wars: Clone Wars”). Eles substituem o trio original vencedor do Oscar de Melhor Animação, formado por Bob Persichetti, Peter Ramsey e Rodney Rothman. Além disso, um terceiro filme da franquia já foi confirmado. Vai se chamar em inglês “Spider-Man: Beyond the Spider-Verse” (Além do Aranhaverso, em tradução livre), com previsão de estreia para 2024. “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” chega aos cinemas brasileiros em 1 de junho, um dia antes do lançamento nos EUA.
HBO Max anuncia série sobre Roberto Gómez Bolaños, o eterno Chaves
A HBO Max (em breve, apenas Max) está desenvolvendo uma série sobre o ator, roteirista e produtor Roberto Gómez Bolaños, conhecido pelo seu papel como Chaves na série clássica de 1973. O projeto contar a carreira de Bolaños em tom de homenagem ao interprete e criador do Chapolim Colorado. A atração vai se chamar “Sin Querer Queriendo”, referência à famosa frase que Chaves usava de justificativa para suas traquinagens – “Foi sem querer querendo”, na tradução nacional. A produção é uma parceria da plataforma com a produtora mexicana THR3 Media Group, que revelou interesse em criar uma série biográfica sobre Bolãnos e seus personagens pela primeira vez em 2019. A produção ainda terá a supervisão de de Roberto Gómez Fernández, filho do ator. “Ter a oportunidade de contar a história de seu pai pode ser uma grande alegria. Principalmente quando seu pai é Roberto Gómez Bolaños”, comentou Fernández em comunicado à imprensa. “Meu pai era um homenzinho com um grande coração. E, assim, teremos a tarefa de mostrar ao mundo o ser talentoso e, ao mesmo tempo, o pai, o marido, o amigo, o irmão…”. “Sin Querer Queriendo” é descrito como um “melodrama biográfico” e planeja mostrar a história do ator e o seu papel no mundo do entretenimento mexicano. “Na HBO Max, buscamos aquelas histórias latino-americanas que tenham a capacidade de gerar uma conexão muito especial e única com nosso público, com personagens poderosos e feitos com o melhor talento”, acrescentou Mariano Cesar, da Warner Bros. Discovery. Nascido em 21 de fevereiro de 1929, na Cidade do México, Roberto Gómez Bolaños foi um artista multifacetado, atuando como ator, comediante, dramaturgo, escritor, roteirista, compositor, diretor e produtor de televisão. Ele faleceu aos 85 anos, em 28 de novembro de 2014, em decorrência de um estado de saúde fragilizado. “Sin Querer Queriendo” ainda não tem previsão de estreia.
Tati Zaqui ganha medida protetiva contra Thomaz Costa após acusação de violência
A Justiça concedeu medida protetiva solicitada por Tati Zaqui contra seu ex-namorado Thomaz Costa nesta sexta-feira (19/5). A medida foi atribuída após a cantora registrou um Boletim de Ocorrência acusando-o de violência doméstica e psicológica, lesão corporal, ameaça e dano ao patrimônio. De acordo com informações obtidas pelo colunista Leo Dias, o pedido foi deferido pela 1ª Vara Criminal da comarca de São Caetano do Sul, através do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. A decisão determina que Thomaz Costa mantenha uma distância mínima de 500 metros da cantora. “Entendo assim pertinentes as medidas requeridas de proibição de contato por qualquer meio entre o indiciado e a vítima, bem como de ordem de respeito à distância de 500m entre eles, notadamente da residência e local de trabalho da vítima. Intime-se o indiciado para defesa sobre a concessão das medidas protetivas, no prazo de cinco dias, se o desejar”, ressalta a decisão do tribunal. A Justiça também orientou a cantora a acionar imediatamente a polícia em caso de descumprimento da medida protetiva. Thomaz Costa pode ser preso caso desobedeça à decisão. A queixa de violência doméstica foi registrada na quinta-feira (18/5) numa Delegacia de Polícia de São Caetano do Sul. Às autoridades, a cantora descreveu um relacionamento abusivo, com agressões físicas, comportamento possessivo e ameaças. Ela relatou diversos episódios de ciúmes, abuso psicológico, agressões físicas, ofensas verbais e danos. No boletim de ocorrência, Tati Zaqui relata que Thomaz Costa passou a apresentar comportamento possessivo a partir de novembro de 2022, com demonstrações excessivas de ciúme que evoluíram para um episódio específico de violência, quando ela tentou deixar o apartamento do ator. Segundo o depoimento da funkeira, Thomaz a segurou firmemente pelos braços, impedindo sua partida, e a situação só se acalmou após ela ligar para a mãe dele. Tati também mencionou que, mesmo após episódios de agressão, eles retomaram o relacionamento devido a promessas de mudança de comportamento feitas por Thomaz. O ator chegou a buscar ajuda profissional, como terapia, mas o ciúme exacerbado e a violência verbal e física persistiram, conforme registrado por Tati Zaqui às autoridades. Segundo ela, dentre as ofensas verbais do ator estavam: “Você é pior que puta” e “Você é pior que o demônio”. Além disso, ela citou “agressões físicas com apertões, chutes e bicudas”. Durante outra crise de ciúmes do ator, quando fez uma viagem a trabalho ao Rio Grande do Sul, ele a acusou de traição. Ao ficar impossibilitada de trabalhar, a cantora retornou a São Paulo e decidiu botar um fim no relacionamento. Em resposta, Thomaz lhe deu “uma bicuda na perna e disse que não aceitaria o fim do namoro”. “A partir daí, com medo, e não vendo outro jeito do agressor se distanciar e acalmar, Tati abriu uma live no Instagram, dizendo aos seus seguidores que, se não voltasse, alguma coisa teria acontecido consigo, vindo a mostrar todos os objetos que estavam jogados no chão”, como consta no B.O. No início de maio, ela anunciou o fim do relacionamento, após 8 meses entre idas e voltas. Os dois começaram o relacionamento em setembro de 2022, quando participaram do reality show “A Fazenda 14”.
Jim Brown, atleta que virou astro de Hollywood, morre aos 87 anos
O ator e atleta Jim Brown faleceu aos 87 anos nesta quinta-feira (19/5) pacificamente em sua casa, na cidade de Los Angeles. A notícia foi divulgada por sua esposa, Monique, em seu perfil no Instagram. Ela publicou um pequeno texto em homenagem ao marido, dizendo que a família está de coração partido. A causa da morte não foi revelada. Lenda do futebol americano e ícone do cinema, Brown foi um dos principais jogadores da liga de futebol americano NFL, marcando uma série de recordes durante suas nove temporadas como zagueiro do Cleveland Browns. Em paralelo, ele decidiu seguir seus passos no cinema, deixando sua marca também em filmes icônicos. Dentre eles, está “Os Doze Condenados” (1967), que serve de inspiração para diversos longas até hoje, incluindo “Bastardos Inglórios” (2009), de Quentin Tarantino, e “O Esquadrão Suicida” (2021), de James Gunn. Brown foi um dos pioneiros como astro de ação afro-americano, abrindo caminho para outros artistas negros em Hollywood. Embora os atores Sidney Poitier, Sammy Davis Jr. e Bill Cosby já estivessem nas telas antes dele, Brown foi um dos primeiros a estrelar filmes de ação de grandes estúdios nos anos 1960. Além disso, ele era extremamente ativo nos movimentos pelos direitos civis da população negra nos Estados Unidos, sendo uma inspiração para aqueles que buscaram se sobressair na sociedade predominantemente racista da época. Tendo sua presença carismática como marca registrada, ele se tornou uma presença lucrativa em Hollywood, aparecendo em vários sucesos, como “O Sobrevivente” (1987), “Marte Ataca!” (1996) e “Um Domingo Qualquer” (1999). Seu primeiro projeto nas telas foi o faroeste “Rio Conchos”, lançado em 1964. Três anos depois, veio o sucesso “Os Doze Condenados” e ele engatou na carreira como ator de vez. O filme de Robert Aldrich lançado em 1967 contava a história de uma unidade militar composta por criminosos condenados que são recrutados para uma missão suicida na 2ª Guerra Mundial. Com a promessa de redução ou anulação de sentenças se sobreviverem à missão, eles partem para assassinar altos oficiais nazistas em uma fortaleza na França. O elenco era uma espécie de “Velozes e Furiosos” da época, reunindo uma seleção de machões do cinema, como Lee Marvin, Ernest Borgnine, Charles Bronson, Telly Savalas, Donald Sutherland, Richard Jaeckel, Clint Walker, John Cassavettes e até o cantor Trini Lopez. Jim Brown desempenhava o papel de Robert T. Jefferson, um dos “Doze Condenados”. O personagem era um soldado afro-americano condenado por matar um soldado branco em legítima defesa durante uma briga racial. Ao longo do filme, Jefferson se torna uma peça fundamental para a realização da missão e é responsável por jogar as granadas no abrigo antiaéreo dos oficiais nazistas. Porém, acaba gravemente ferido e, enquanto tenta fugir, é morto pelos soldados alemães – não sem antes conseguir detonar os explosivos, garantindo o sucesso da missão. Em meio a tantos astros famosos, sua performance é frequentemente lembrada como uma das mais notáveis do filme. Graças a repercussão de “Os Doze Condenados”, Brown estrelou nada menos que quatro filmes no ano seguinte, todos de ação: “Os Mercenários” (1968), “O Vingador de Bombaim” (1968), “Quadrilha em Pânico” (1968) e “Estação Polar Zebra” (1968). Com o drama violento “Os Amotinados do Presídio” (1969), que coestrelou com Gene Hackman, Brown mostrou-se pronto para papéis mais desafiadores. E já no faroeste “100 Rifles” (1969) fez história ao lado da atriz Rachel Welch, protagonizando a primeira cena de sexo interracial do cinema. Ele voltou a abalar os padrões de Hollywood em “O Xerife da Cidade Explosiva” (1971), onde viveu o xerife negro de uma cidade racista. E logo se envolveu na cena blaxploitation dos anos 1970, de filmes criminais estrelados por negros, vivendo “O Justiceiro Negro” (1972). No melhor longa dessa fase, “Implacáveis Até o Inferno” (1974), juntou-se a Jim Kelly (“Operação Dragão”) e Fred Williamson (“O Chefão de Nova Iorque”) como especialistas em artes marciais que impedem supremacistas brancos de contaminar o abastecimento de água dos Estados Unidos. O êxito de “Implacáveis Até o Inferno” transformou Brown em astro internacional, já que a indústria italiana voltou a reuni-lo com Kelly e Williamson no spaghetti western “Cavalgada Infernal” (1975), do mestre Antonio Margheriti. Para completar uma trilogia, o trio ainda voltou a trabalhar junto em “Revanche de Sangue” (1981), filme criminal dirigido por Williamson, que ainda contou com Richard Roundtree (o Shaft) no elenco. Brown fez participações em várias séries nos anos 1980, de “Supermáquina” a “Esquadrão Classe A”, antes de voltar ao cinema na sci-fi clássica “O Sobrevivente” (1987), em que atuou com Arnold Schwarzenegger. Participou, em seguida, da comédia “Vou Te Pegar Otário” (1989), uma paródia do movimento blaxploitation criada por Keenen Ivory Wayans (“As Branquelas”), que era grande fã do gênero. E também tentou reviver o gênero em “Justiceiros de Rua” (1996), novamente ao lado de Williamson e, desta vez, Pam Grier (a Jackie Brown). No mesmo ano, viveu um ex-campeão de boxe que se mostra um herói relutante em “Marte Ataca!”, de Tim Burton. E, logo depois, contracenou com Denzel Washington em “Jogada Decisiva” (1998), dirigido por Spike Lee. Esse encontro acabou inspirando o consagrado diretor, conhecido por explorar questões raciais em seus filmes, a realizar um documentário sobre a carreira de Brown. “Jim Brown: All-American” foi lançado em 2002. Nesse meio tempo, porém, sua vida sofreu um revés. Em 1999, ano de seu último sucesso, o drama esportivo “Um Domingo Qualquer”, de Oliver Stone, o ator foi condenado por vandalismo ao quebrar o carro de sua esposa com uma pá. Diante da opção de participar de aconselhamento sobre violência doméstica, serviço comunitário e liberdade condicional, ele preferiu cumprir a pena, ficando meses na prisão. O caso foi se somando a vários outros, incluindo denúncias de agressão e estupro. Na maioria das vezes, as acusações foram arquivadas ou as vítimas se recusaram a prestar queixa. Mas os escândalos abalaram sua carreira. Brown continuou a fazer aparições em filmes, mas em produções do mercado de vídeo. Seu grande retorno ao cinema comercial foi também seu último papel nas telas, interpretando a si mesmo no drama esportivo “A Grande Escolha” (2014), do diretor Ivan Reitman. Além de sua carreira no esporte e no cinema, Jim Brown também deixou seu legado como empreendedor. Durante a década de 1960, ele estabeleceu a União Industrial e Econômica do Negro, mais tarde renomeada como União Econômica Negra, para apoiar o empreendedorismo negro. Ele também fundou o Programa Amer-I-Can em 1988, uma organização que ajuda crianças envolvidas em violência de gangues em Los Angeles e Cleveland, fornecendo habilidades de gerenciamento de vida. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jim Brown (@jimbrown)
Gal Gadot volta à “Velozes e Furiosos”? Franquia já tinha dado pistas
A estreia de “Velozes e Furiosos 10” nos cinemas trouxe surpresas e reviravoltas para os fãs da franquia de ação estrelada por Vin Diesel. Com a proposta de dar início à despedida dos personagens queridos pelo público, o penúltimo longa da franquia trouxe vários rostos conhecidos de volta. Até uma personagem que supostamente havia morrido. Spoilers sem fim abaixo. Um dos rumores que se confirmou foi o retorno de Gisele Yashar, interpretada por Gal Gadot (“Mulher Maravilha”). A última vez que a personagem apareceu foi em “Velozes e Furiosos 6”, lançado em 2013 – e antes de estourar como “Mulher-Maravilha”. No confronto final do longa, o público testemunhou Gisele despencando de um avião em alta velocidade, indicando uma morte certeira para a personagem. Por outro lado, os fãs nunca abandonaram a esperança de que ela pudesse ter sobrevivido à queda trágica, principalmente pelo seu relacionamento amoroso com Han (Sung Kang), que “voltou dos mortos” em “Velozes e Furiosos 9” (2019), após explodir num carro. O universo de “Velozes e Furiosos” já mostrou mais de uma vez que a morte pode não ser o fim, como no retorno de Letty Ortiz (Michelle Rodriguez), que morreu no quarto filme e ressurgiu misteriosamente no sexto. Juntando a tendência da franquia e a torcida pelo casal, os fãs alimentaram diversas teorias de que a personagem de Gal Gadot ainda estava viva e retornaria no novo filme – o que acabou acontecendo. Ela aparece não só viva, mas ilesa e sorridente no final de “Velozes & Furiosos 10”. Na cena, Letty e Cipher (Charlize Theron) encontram-se na Antártica após uma fuga intensa da agência do Sr. Ninguém (Kurt Russell). Enquanto caminham pelo gelo, Gisele surge vivíssima a bordo de um submarino que rompe a calota polar. Em entrevista ao Insider, o diretor do longa, Louis Leterrier, explicou que o retorno foi bastante planejado. “Obviamente não foi apenas um telefonema do tipo, ‘Você gostaria de participar?’ É um planejamento de narrativa adequado, algo que vem sendo pensado há anos”, contou. A explicação de seu retorno, porém, ficou para o próximo filme – que acrescentará Gadot a seu elenco de estrelas. Enquanto isso, os fãs seguem teorizando sobre como a personagem teria sobrevivido à queda aparentemente fatal. Mas a verdade é que “Velozes e Furiosos 9” (2021) deixou uma pista que pode explicar o retorno. Durante o longa, foi revelado que Gisele trabalhava para o Sr. Ninguém (Kurt Russell) quando ele era um agente da CIA. Após a morte da personagem no sexto filme, Ninguém contratou Han e fingiu a morte do personagem – vista no mesmo filme, em reprise ao que já tinha sido antecipado em “Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio” (2006). Porém, um diálogo entre os dois no nono filme parecia sugerir que aquela não foi a primeira vez que o Sr. Ninguém fingiu a morte de alguém. Quando ele explica como fez isso, Han comenta: “truque de mágica muito bacana”. Ao que o personagem de Kurt Russell responde: “é, eu já fiz melhores”. Dessa forma, ele dá a entender que também teria orquestrado outra morte falsa, no caso de Gisele. Para completar, além do retorno de Gal Gadot, a cena pós-créditos também revelou que Dwayne “The Rock” Johnson voltará como Luke Hobbs em “Velozes e Furiosos 11”. Inicialmente, “Velozes e Furiosos 10” seria o último da franquia, mas a Universal Pictures optou por dividir o filme em duas partes, com a segunda ainda sem previsão de lançamento. Por outro lado, Vin Diesel revelou a possibilidade de fazerem mais um filme, transformando o final em uma trilogia. O 10º capítulo da franquia já está em cartaz nos cinemas brasileiros.
“Indiana Jones 5” não agrada críticos: “Falsificação de um tesouro inestimável”
O aguardado “Indiana Jones e o Chamado do Destino” teve sua primeira exibição durante o Festival de Cannes, na quinta-feira (18/5). A sessão foi marcada por uma homenagem à Harrison Ford, que recebeu uma versão honorária do prêmio Palma de Ouro, e foi encerrada sob uma salva de palmas em pé durante cinco minutos. Mas após o momento emotivo, as primeiras críticas começaram a surgir e apresentaram reações mistas. No geral, o consenso foi de que o quinto filme da franquia consegue superar o anterior “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”, lançado em 2008. Por outro lado, ele não vai muito além disso. Dentre os aspectos mais criticados, está o uso intensivo de CGI para um rejuvenescimento digital de Ford, que já marca seus 80 anos, durante cenas de flashback que parecem muito artificiais. “Parte do que diminui o prazer deste capítulo final é o quão evidentemente falso grande parte dele parece”, disse David Rooney, da The Hollywood Reporter, que considerou a nostalgia um ponto forte no longa. Ao longo da crítica de Peter Bradshaw, do The Guardian, o final é apontado como extremamente bobo, mas divertido. “Indiana Jones ainda possui uma certa classe à moda antiga”, escreveu o jornalista britânico. Embora a emoção de rever o personagem em uma nova aventura tenha agradado parte dos críticos, outros afirmaram que o novo filme prejudica a franquia. “‘Indiana Jones e o Chamado do Destino’ não é apenas uma quase completa perda de tempo, mas também um lembrete forçado de que alguns artefatos devem permanecer na época em que pertencem”, disse David Ehrlich, do IndieWire. A trama desagradou geral, acusada de ser forçada e sem nexo. “Acaba sendo uma falsificação de um tesouro inestimável: a forma e o brilho podem ser superficialmente convincentes por um tempo, mas a má qualidade do trabalho se torna cada vez mais evidente quanto mais você olha”, escreveu Robbie Collin, do jornal Telegraph do Reino Unido. Essa opinião foi reforçada na crítica de Richard Lawson, da revista Vanity Fair, que sentiu uma história sem encaixe e sem a magia dos primeiros filmes. “Algo nos cálculos está errado”, aponta. “Indy simplesmente não parece adequado ao ambiente do filme, um velho que foi arrastado para algum lugar onde não pertence”. Apesar de alguns defenderem que a franquia merecia um final melhor, o filme não deixa de emocionar por marcar a despedida de Harrison Ford, que já anunciou aposentadoria. “O último encontro de Indy com o destino tem um final maluco que pode dividir o público – mas se você o acompanhar, sentirá que é uma despedida adequada do saqueador de túmulos favorito do cinema”, apontou John Nugent, da revista Empire. No site de críticas especializadas Rotten Tomatoes, o longa alcançou uma aprovação de somente 48% baseada nas primeiras 23 avaliações. Com essas opiniões divergentes, “Indiana Jones e o Caminho do Destino” encerra a trajetória de Ford como o carismático arqueólogo, que ele interpretou pela primeira vez em “Indiana Jones: Os Caçadores da Arca Perdida” (1981). A franquia se tornou uma referência no gênero da aventura e de caças a tesouros místicos. Além de Harrison Ford, o filme traz Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”), Mads Mikkelsen (“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”), Antonio Banderas (“Uncharted”), Shaunette Renée Wilson (“Pantera Negra”), Toby Jones (“Capitão América: O Primeiro Vingador”), Thomas Kretschmann (“King Kong”) e John Rhys-Davies, que retoma o papel de Sallah, o maior escavador do Egito, introduzido no clássico “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981) e visto pela última vez em “Indiana Jones e a Última Cruzada” (1989). O quinto filme se passa em 1969, mas com uma sequência de abertura inicial em 1944. Na trama, Indy se prepara para se aposentar após mais de uma década como professor de arqueologia ao Hunter College de Nova York. Mas os planos mudam após uma visita surpresa de sua afilhada distante Helena Shaw (Waller-Bridge), que está procurando um artefato raro que seu pai confiou a Indy anos antes: um dispositivo que supostamente detém o poder de localizar fissuras no tempo. Vigarista talentosa, Helena rouba o mostrador e sai rapidamente do país para vender o artefato pelo lance mais alto. Sem escolha a não ser ir atrás dela, Indy tira a poeira de seu chapéu fedora e jaqueta de couro para um passeio final. Enquanto isso, um velho inimigo de Indy, Jürgen Voller (Mikkelsen), ex-nazista que agora trabalha no programa espacial dos EUA, tem seus próprios planos para o mostrador, um esquema horrível que pode mudar o curso da história mundial. O filme é dirigido por James Mangold (“Logan”) e estreia em 29 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Franquia “John Wick” ultrapassa US$ 1 bilhão em bilheterias
Após o sucesso estrondoso de “John Wick 4: Baba Yaga” (2023) entre o público e a crítica, a franquia da Liosgate conseguiu entrar para o pódio das sagas bilionárias do cinema mundial. Protagonizada por Keanu Reeves, “John Wick” se tornou uma referência para os filmes de ação e agora os quatro filmes da franquia acumulam um total de US$ 1.011.319.297 em bilheteria global. Entre os quatro, “John Wick 4: Baba Yaga” foi o que mais arrecadou, acumulando US$ 425,3 milhões até o momento. Logo atrás, “John Wick 3: Parabellum” (2019) aparece com US$ 326,7 milhões em bilheteria. O segundo capítulo da franquia, “John Wick: Um Novo Dia Para Matar”, alcançou US$ 171,54 milhões em vendas de ingressos, enquanto o longa original do personagem título, rendeu US$ 87,8 milhões ao redor do mundo em 2014. Lançado em março, “John Wick 4: Baba Yaga” continua em exibição ao redor do mundo. Portando, deve agregar ainda mais valor para a arrecadação total da franquia. O filme ainda vai ser lançado no Japão no segundo semestre deste ano. Por sinal, o país será crucial para o futuro da franquia. Segundo o produtor dos filmes, Basil Iwanyk, o diretor Chad Stahelski e Reeves tem encontro marcado quando estiverem no Japão para promover o longa. Os dois devem discutir ideias sobre uma possível continuação da história. “Se Keanu e Chad inventarem algo bacana, se eles seguirem um caminho orgânico que não pareça besteira, então haverá um ‘John Wick 5’”, revelou Iwanyk ao Deadline. No decorrer dos anos, a franquia conquistou uma base dedicada de fãs pelas sequências de ação intensas e narrativas envolventes de assassinos profissionais. Enquanto o desenvolvimento de uma nova sequência está em aberto, o universo da saga será explorado no derivado “Ballerina”, sobre uma assassina profissional que cruza o caminho de John Wick, e na série “The Continental”, sobre o passado do hotel que serve de ponto de encontro e refúgio para os personagens.
Produtor indica que “The Old Guard” terá terceiro filme
Embora a continuação “The Old Guard” (2020) ainda esteja em fase de finalização, o produtor do filme da Netflix estrelada por Charlize Theron já planeja o terceiro longa. Em entrevista para a Variety, o produtor Marc Evans revelou que o novo capítulo da franquia deixa as portas abertas para a próxima continuação. “Existe um final para o segundo [filme] que meio que exige um terceiro, o que me deixa muito feliz”, declarou. Em “ The Old Guard 2”, Theron reprisa seu papel como líder de um grupo de mercenários imortais, e Marwan Kenzari (“Aladdin”) e Luca Marinelli (“As 8 Montanhas”) retornam como o casal gay Joe e Nicky. “Vocês vão ver mais histórias de Joe e Nicky”, Evans assegurou. Questionado se Theron está contratada para um terceiro filme, Evans disse apenas: “Charlize é produtora do filme e apoia profundamente a franquia”. As filmagens da sequência aconteceram há cerca de um ano, sob a direção de Victoria Mahoney (“Yelling to the Sky”), e também trazem de volta Kiki Layne (“Não Se Preocupe, Querida”), Matthias Schoenaerts (“Operação Red Sparrow”), Harry Melling (“O Pálido Olho Azul”), Veronica Ngo (“Fúrias Femininas”) e Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”). Além disso, a continuação foi reforçada com as participações de Uma Thurman (“Kill Bill”) e Henry Golding (“G.I. Joe Origens: Snake Eyes”), embora seus papéis na trama ainda não sejam conhecidos. Lançado em 2020, “The Old Guard” adapta os quadrinhos homônimos de Greg Rucka numa mescla de ficção científica com o gênero de super-heróis, acompanhando um grupo de mercenários imortais, com centenas de anos de existência, que busca encontrar sua mais nova integrante, recém-despertada para a imortalidade, antes que interessados em estudar seu corpo a capturem. O primeiro filme, com orçamento de US$ 70 milhões, teve direção de Gina Prince-Bythewood (“Mulher Rei”) e marcou a primeira vez que uma mulher negra dirigiu um filme dessa magnitude. O longa ganhou grande destaque entre o público da Netflix. Somando 78 milhões de visualizações ao redor do mundo nas primeiras quatro semanas após a estreia, tornou-se um dos maiores sucessos da plataforma naquele ano. “The Old Guard 2” deve ser lançado pela Netflix ainda em 2023.
Febre do Tumblr, “Nimona” vira animação. Veja o teaser
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro teaser da animação “Nimona”. Baseada nos ilustrações que foram febre no Tumblr, a produção segue uma protagonista aventureira que cria caos por onde passa com sua capacidade de mudar de forma e se transformar em qualquer bicho. A prévia mostra a personagem determinada a se tornar uma das vilãs mais famosas do reino que habita, envolvendo-se numa sequência de fugas e explosões. Com uma paisagem tecno-medieval, onde a magia e a tecnologia se misturam, a trama acompanha Nimona em busca de seus objetivos, ao mesmo tempo em que luta para provar a inocência do cavaleiro Ballister Boldheart, injustamente condenado por um crime que não cometeu. O elenco de vozes destaca Chloë Grace Moretz (“Carrie, A Estranha”) no papel-título e Riz Ahmed (“O Som do Silêncio”) como Ballister. O ilustrador ND Stevenson publicou “Nimona” como um webcomic de 2012 a 2014, inicialmente através do Tumblr, desenvolvendo a história e o estilo de arte conforme a história avançava. Procurado por um agente literário, Stevenson acabou transformando seu trabalho num best-seller, lançado pela editora HarperCollins em 2015. Inicialmente, a graphic novel seria transformada em filme pela 20th Century Fox Animation (atual 20th Century Animation). Previsto para 2020, o filme teria a direção de Patrick Osborne, animador de “Operação Big Hero 6”, mas o projeto foi cancelado quando a Disney adquiriu o estúdio em 2019. No ano passado, a Netflix anunciou a aquisição dos direitos, confirmando Moretz e Ahmed no elenco. A dublagem também conta com as vozes de Frances Conroy (“Coringa”), Lorraine Toussaint (“The Equalizer – A Protetora”), Beck Bennett (“Grama Mais Verde”), RuPaul Charles (“RuPaul e a Corrida das Loucas”), Indya Moore (“Pose”), Julio Torres (“Los Espookys”) e Sarah Sherman (“Saturday Night Live”). Já a direção está a cargo de Nick Bruno e Troy Quane, que trabalharam juntos em “Um Espião Animal” (2019). O longa animado chegará ao catálogo da Netflix em junho. Veja o trailer abaixo em duas versões, dublado em português e a versão com a voz de Chloë Grace Moretz (mas sem legendas).
Novo “Indiana Jones” é aplaudido por 5 minutos no Festival de Cannes
O aguardado “Indiana Jones e a Relíquia do Destino” teve sua premiere no Festival de Cannes nesta quinta-feira (18/5). Após a exibição, o quinto filme da franquia estrelada por Harrison Ford foi ovacionado pelo público com aplausos de pé por cinco minutos. Em um vídeo divulgado pelo Deadline, o icônico protagonista aparece visivelmente emocionado com a reação. As palmas começaram assim que os créditos do filme subiram na tela, com o público se levantando quando as luzes se acenderam. A manifestação de aplausos só cessou quando o diretor James Mangold (“Logan”) recebeu um microfone para se dirigir à plateia, agradecendo pela recepção calorosa no auditório do Grand Théâtre Lumière. Com seus 80 anos, Ford confirmou que o longa será sua despedida do personagem, que já interpreta há 40 anos. Pouco antes da exibição, o ator foi homenageado com uma versão honorária do Palma de Ouro, o grande prêmio do evento. Na ocasião, foi exibida uma coleção de cenas de toda sua carreira, o que o levou a comentar: “Dizem que antes de morrer, você vê sua vida passar diante dos seus olhos, e acabei de ver minha vida passar diante dos meus olhos”. “Estou feliz e honrado, mas tenho um filme que vocês precisam assistir”, completou, preferindo chamar atenção para a produção da Disney/Lucasfilm. O elenco presente ainda incluiu Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) e Mads Mikkelsen (“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”), que juntamente com a produtora Kathleen Kennedy (“Star Wars: Episódio IX”), o presidente da Disney, Bob Iger, e a esposa de Ford, a atriz Calista Flockhart, aplaudiram o ator. “Indiana Jones e a Relíquia do Destino” traz Harrison Ford de volta ao papel-título e se passa em 1969. Mas a sequência de abertura leva o público de volta a 1944, usando o que Mangold chamou de “tecnologia incrível” para rejuvenescer Ford. Mais tarde, descobrimos que Indy passou mais de uma década ensinando no Hunter College de Nova York. O estimado professor de arqueologia prepara-se para se aposentar em seu modesto apartamento onde, atualmente, vive sozinho. As coisas mudam após uma visita surpresa de sua afilhada distante Helena Shaw (Waller-Bridge), que está procurando um artefato raro que seu pai confiou a Indy anos antes: um dispositivo que supostamente detém o poder de localizar fissuras no tempo. Vigarista talentosa, Helena rouba o mostrador e sai rapidamente do país para vender o artefato pelo lance mais alto. Sem escolha a não ser ir atrás dela, Indy tira a poeira de seu chapéu fedora e jaqueta de couro para um passeio final. Enquanto isso, um velho inimigo de Indy, Jürgen Voller (Mikkelsen), ex-nazista que agora trabalha no programa espacial dos EUA, tem seus próprios planos para o mostrador, um esquema horrível que pode mudar o curso da história mundial. O elenco também Antonio Banderas (“Uncharted”), Shaunette Renée Wilson (“Pantera Negra”), Toby Jones (“Capitão América: O Primeiro Vingador”), Thomas Kretschmann (“King Kong”) e John Rhys-Davies, que retoma o papel de Sallah, o maior escavador do Egito, introduzido no clássico “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981) e visto pela última vez em “Indiana Jones e a Última Cruzada” (1989). O filme estreia em 29 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Harrison Ford is visibly moved from the reception of #IndianaJones #Cannes2023 pic.twitter.com/erLhJ20xAe — Deadline Hollywood (@DEADLINE) May 18, 2023 The Cannes Film Festival proclaims Harrison Ford as “one of the greatest stars in cinema” #IndianaJones #Cannes2023 pic.twitter.com/542B9qNIdu — Deadline Hollywood (@DEADLINE) May 18, 2023
Claire Danes tem filho raptado no trailer angustiante de nova minissérie
A HBO Max divulgou o primeiro trailer da minissérie “Full Circle”, thriller investigativo estrelado por Claire Danes (“Homeland”) e grande elenco. Na prévia, um mistério é apresentado com uma sequência de cenas angustiantes. A história gira em torno da investigação do sequestro do filho da personagem de Danes, revelando segredos guardados por muito tempo. As pistas acabam por conectar diversas culturas e personagens diferentes na cidade de Nova York. O elenco inclui participações de Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Jharrell Jerome (“Moonlight: Sob a Luz do Luar”), Timothy Olyphant (“Santa Clarita Diet”), Dennis Quaid (“Quatro Vidas de um Cachorro”), Jim Gaffigan (“Peter Pan”), CCH Pounder (“Avatar 2”), Phaldut Sharma (“Gravidade”), Adia (“O Clube da Meia-noite”), Sheyi Cole (“Um Natal Entre Nós”), Gerald Jones (“Vampires vs. the Bronx”), Suzanne Savoy (“Amigos Para Sempre”), Ethan Stoddard (“Mysteries at the Museum”) e do novato Lucian Zanes. A direção é de Steven Soderbergh, renomado diretor de filmes como “Onze Homens e um Segredo” (2001) e “Contágio” (2011), e o roteiro foi escrito por Ed Solomon, conhecido pelo seu trabalho em “MIB: Homens de Preto” (1997), que também atua como produtor executivo ao lado de Casey Silver (“Nem um Passo em Falso”). “Full Circle” estreia na HBO Max em 13 de julho, com a exibição de dois episódios consecutivos. Ao longo das semanas seguintes, serão transmitidos dois episódios por semana.












