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    Supernatural pode ganhar spin-off feminino com a xerife Jody Mills

    26 de junho de 2017 /

    Os produtores da série “Supernatural” vão tentar emplacar um spin-off da longeva atração. Segundo o site Deadline, o projeto tem o nome de “Wayward Sisters” e será centrado na xerife Jody Mills, vivida por Kim Rhodes, e a família que ela formou nas últimas temporadas, ao levar para casa duas jovens órfãs problemáticas, Claire Novak (Kathryn Newton) e Alex Jones (Katherine Ramdeen). Para quem não lembra, Claire é a filha do receptáculo humano de Castiel (Misha Collins) e Alex era uma jovem raptada por vampiros para atrair vítimas para seu covil. As duas foram introduzidas em episódios diferentes de 2014 e desde então surgem esporadicamente, mostrando que têm treinado para virar caçadoras de monstros. O piloto será apresentado como um capítulo normal da próxima temporada de “Supernatural” e servirá como contraponto feminino para a série original, que acompanha dois irmãos de sangue, Sam (Jared Padalecki) e Dean (Jensen Ackles), originalmente treinados por um pai caçador. O spin-off está sendo desenvolvido por dois roteiristas de “Supernatural”, Andrew Dabb e Robert Berens, e deve incluir outros personagens ocasionais, como a xerife Donna Hanscum (Briana Buckmaster). O título “Wayward Sisters” é inspirado na canção “Carry On Wayward Son”, da banda Kansas, que costuma servir de trilha para a série. O projeto é o segundo spin-off desenvolvido pelos produtores. O primeiro seria “Bloodlines”, também concebido por Dabb, mas sua premissa, introduzida num episódio da 9ª temporada de “Supernatural”, não empolgou os executivos da rede CW e foi descartada. A diferença é que aquela tentativa incluía apenas personagens inéditos. Desta vez, o público já conhece as candidatas a ganhar uma série própria e até faz campanha para que isso aconteça. Um detalhe que marca o projeto é que ele só se tornou possível após a série parar de matar seus coadjuvantes. “Supernatural” já eliminou diversos personagens que poderiam estrelar spin-offs, inclusive uma outra versão de “Wayward Sisters”, centradas em Ellen e Jo Harvelle, mãe e filha vividas por Samantha Ferris e Alona Tal entre a 2ª e a 7ª temporada. Além delas, também é possível citar a nerd Charlie Bradbury (Felicia Day), a caçadora de tesouros sobrenaturais Bela Talbot (Lauren Cohan) e a demônia arrependida Meg Masters (Rachel Miner), sem esquecer os caçadores de fantasmas Ghosterfacers. A 13ª temporada de “Supernatural” estreia em 12 de outubro nos Estados Unidos. A série é exibida pelo canal pago Warner no Brasil.

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    Transformers: O Último Cavaleiro lidera bilheterias dos EUA com a pior estreia da franquia

    25 de junho de 2017 /

    “Transformers: O Último Cavaleiro” estreou em 1º lugar nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá neste fim de semana. Mas com custos cada vez maiores de produção, chama atenção seu desempenho ter sido o pior de toda a franquia – e por uma larga margem. O filme dos brinquedos da Paramount arrecadou US$ 45,3 milhões nos últimos três dias no mercado doméstico. Como teve uma estreia antecipada na quarta (21/6), somou ao todo US$ 69,1 milhões em cinco dias. E mesmo assim foi incapaz de superar a abertura mais fraca dentre todos os “Transformers”, justamente a do primeiro filme, que fez US$ 70,5 milhões em seu lançamento há dez anos. O desempenho seria preocupante em outros tempos, considerando que a produção foi orçada em US$ 217 milhões e consumiu outra fortuna equivalente em marketing. Mas a China mudou o paradigma, ao virar a salvação do balanço financeiro de Hollywood com uma venda de ingressos impressionante. O sexto “Transformers” rendeu US$ 123,4 milhões no mercado chinês. E o detalhe é que este valor é de apenas três dias. Com isso, atingiu US$ 265,2 milhões em todo o mundo. O que deve manter os planos da Paramount de continuar explorando a franquia, entre spin-offs variados e continuações iguais. Além de pior faturamento de estreia, “Transformers: O Último Cavaleiro” também estabeleceu um novo patamar negativo na avaliação da franquia, recebendo a nota mais baixa dentre os filmes dos robôs que viram carros: 15% de aprovação no Rotten Tomatoes. Isto significa amplo favoritismo para o troféu Framboesa de Ouro 2018, entregue aos piores do ano. No Brasil, este marco cinematográfico dirigido por Michael Bay só estreia em 20 de julho. Nas demais posições da bilheteria, destaca-se a manutenção de “Mulher-Maravilha” no 2º lugar, com invejáveis US$ 25,1 milhões em sua quarta semana em cartaz. O longa da Warner ultrapassou a marca dos US$ 300 milhões no mercado doméstico e os US$ 650 milhões em todo o mundo, tornando-se o filme live action dirigido por uma mulher (Patty Jenkins) mais bem-sucedido de todos os tempos. Virtualmente empatado, “Carros 3” fez os mesmos US$ 25,1 milhões em sua segunda semana e chegou próximo de completar US$ 100 milhões em dez dias. O lançamento brasileiro está marcado para 13 de julho. Vale ainda registrar o sucesso do thriller aquático “47 Meters Down”, que está se tornando uma das grandes surpresas do ano. Lançado no fim de semana passado, a produção indie de baixo orçamento traz as atrizes Mandy Moore (série “This Is Us”) e Claire Holt (série “The Originals”) presas no fundo do mar, cercadas por tubarões e contando os minutos de oxigênio que lhes restam. Sem maiores pretensões, o filme conseguiu a façanha de subir uma posição no ranking, chegando ao 4º lugar, logo atrás de blockbusters milionários em seu segundo fim de semana em cartaz. “47 Meters Down” não tem previsão de estreia no Brasil. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Transformers: O Último Cavaleiro Fim de semana: US$ 45,3 milhões Total EUA: US$ 69 milhões Total Mundo: US$ 265,2 milhões 2. Mulher-Maravilha Fim de semana: US$ 25,1 milhões Total EUA: US$ 318,3 milhões Total Mundo: US$ 652,8 milhões 3.

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    Dylan O’Brien estrela trailer superintenso e ultraviolento de O Assassino – O Primeiro Alvo

    23 de junho de 2017 /

    A CBS Films divulgou um novo pôster e trailer do filme “American Assassin”. O título enxuto original vai virar “O Assassino – O Primeiro Alvo” no Brasil. A prévia revela o que leva o personagem do ator Dylan O’Brien (“Maze Runner”) a assumir a profissão do título, entre cenas de ação superintensas e ultraviolentas. A produção gira em torno de Mitch Rapp (O’Brien), um jovem que, após tragédias pessoais, é recrutado pelo governo para se tornar um agente secreto impiedoso. O personagem protagonizou 14 best-sellers do escritor Vince Flynn, que faleceu em 2013. Portanto, a produção pode inaugurar uma nova franquia de ação. Além de O’Brien, o filme destaca Michael Keaton (“Spotlight”) como seu treinador, Sanaa Lathan (série “Shots Fired”) como sua aliciadora e Taylor Kitsch (“John Carter”) como seu inimigo. O roteiro da adaptação é de Stephen Schiff (“Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme” e série “The Americans”) e a direção está a cargo de Michael Cuesta (de “O Mensageiro” e da série “Homeland”). A estreia está marcada para 14 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Blade Runner 2049 ganha meia dúzia de vídeos que revelam bastidores e spoilers da trama

    23 de junho de 2017 /

    A Warner divulgou um longo vídeo de bastidores de “Blade Runner 2049”, que oferece um olhar tão detalhado sobre a produção que rendeu cinco vídeos derivados, também disponíveis abaixo, além de spoilers da trama. Entre os sets grandiosos e declarações dos profissionais responsáveis pela realização da sequência, o material traz cenas inéditas do longa, que acabam revelando um detalhe importante sobre o personagem de Ryan Gosling (“La La Land”). Quem olhar com atenção perceberá. Trata-se de uma tese muito discutida pelos fãs do original a respeito de Rick Deckard, mas que a presença envelhecida de Harrison Ford nos trailers já tinha refutado. Há ainda indícios relevantes sobre como os papéis de Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”) e Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”) se conectam a replicantes originais. Enquanto Davis parece ser uma variação do modelo sexual de Pris (Daryl Hannah), Hoeks pode ser a própria Rachael (Sean Young), ecoando rumores antigos. O elenco também inclui Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), Robin Wright (série “House of Cards”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), a cubana Ana de Armas (“Bata Antes de Entrar”), o inglês Lennie James (série “The Walking Dead”), o somali Barkhad Abdi (“Capitão Phillips”), a holandesa Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”), a suíça Carla Juri (“Zonas Úmidas”) e Edward James Olmos, que retoma o papel de Gaff, visto no primeiro filme. Escrita por Hampton Fancher (do primeiro “Blade Runner”) e Michael Green (“Logan”), a continuação gira em torno da investigação de um novo caçador de androides (blade runner), o oficial K (Gosling), que descobre um segredo há muito tempo enterrado com o potencial para mergulhar o que resta da sociedade no caos. A descoberta o leva a uma busca por Rick Deckard (Harrison Ford), o ex-blade runner que está desaparecido há 30 anos. “Blade Runner 2049” tem direção de Denis Villeneuve (“A Chegada”) e produção de Ridley Scott, o diretor do longa original. A estreia acontece em 5 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Larissa Manoela tem seu grande teste nos cinemas com a estreia de Meus 15 Anos, a maior da semana

    22 de junho de 2017 /

    A comédia teen “Meus 15 anos” é a maior estreia da semana. Aproveitando a falta de um concorrente estrangeiro de peso, a produção estrelada por Larissa Manoela chega às telas em cerca de 500 salas. Isto é menos da metade do que vem sendo reservado para os blockbusters americanos neste ano, ainda que exista grande expectativa comercial com o lançamento, alimentado pela forte presença da atriz adolescente nas mídias sociais. Larissa recentemente atingiu 10 milhões de seguidores no Instagram. Como se não bastasse, o filme ainda tem participação de Anitta, outro fenômeno de popularidade. “Meus 15 Anos” testará a capacidade de Larissa para carregar um filme num circuito que claramente privilegia produções de Hollywood. É seu primeiro trabalho como protagonista, após dividir a cena (alguns diriam roubar a cena) com seus coleguinhas da franquia “Carrossel”. Independente do resultado, a história permite que ela cresça diante do olhar do público, transitando do cinema infantil para o juvenil conforme sua própria faixa etária. Baseado no livro homônimo de Luiza Trigo, mais conhecida como Luly Trigo, “Meus 15 Anos” conta a história de Bia, a primeira nerdzinha interpretada por Larissa, que usa óculos nas cenas. Na trama, ela é uma garota pouco popular que descobre que vai ganhar uma grande festa de debutante, capaz de mudar tudo em sua vida. A questão é saber se a imagem do pôster, em que ela aparece como uma princesa pink da Disney, será entendido como a moral da história, ou se o público perceberá que a personagem é um pouco mais madura que isso. O maior concorrente do filme nacional, com estreia em 415 salas, é estrelado por uma princesa Disney de verdade: Emma Watson, protagonista de “A Bela e a Fera”. Mas nem sua presença ao lado de Tom Hanks (“Sully”) impediu a implosão de “O Círculo” na América do Norte. Adaptação do best-seller homônimo de Dave Eggers, o filme gira em torno de uma nova rede social, mais intrusiva que todas já existentes, cujo slogan resume sua aspiração de Big Brother: “Saber é bom, saber tudo é melhor”. Como as redes sociais atuais parecem mais avançadas que a imaginária, foi considerado uma grande decepção. Não apenas para a crítica, com 15% (abaixo do nível “Transformers”) no site Rotten Tomatoes, mas para o próprio público americano, com com nota D+ no CinemaScore, uma das mais baixas dos últimos tempos. Quem busca uma atmosfera mais tensa, terá a disposição “Ao Cair da Noite”, um terror claustrofóbico e pós-apocalíptico. Na trama, Joel Edgerton (“Aliança do Crime”) protege sua família de uma ameaça não natural que aterroriza o mundo, mantendo uma tênue ordem doméstica numa cabana isolada. Tem 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. Outros quatro longas brasileiros também estreiam nesta quinta (22/6), dois deles premiados em festivais. O drama “Mulher do Pai”, inclusive, foi o filme mais premiado do último Festival do Rio: Melhor Direção para a gaúcha Cristiane Oliveira, em seu primeiro longa-metragem, Melhor Fotografia para Heloísa Passos (“Lixo Extraordinário”) e Melhor Atriz Coadjuvante para a uruguaia Verónica Perrota. Também ganhou prêmios da crítica no Festival do Uruguai e na Mostra de São Paulo, além de ter sido selecionado para o Festival de Berlim deste ano. Passado no interior gaúcho, perto da fronteira com o Uruguai, “Mulher do Pai” ainda pode ser visto como o lado B de “Meus 15 Anos”, nem tanto pela proposta cinematográfica diferente, mas por também mostrar a vida de uma adolescente (a estreante Maria Galant). A jovem tem seu cotidiano alterado radicalmente após a morte da avó, precisando assumir o trabalho de cuidar do pai (Marat Descartes, de “Quando Eu Era Vivo”), deficiente visual, no mesmo momento em que ela começa seu despertar sexual. O estranhamento inicial dá lugar ao ciúme quando uma atraente uruguaia (Verónica Perrota, de “Una Noche sin Luna”) ganha espaço na vida de ambos. “Divinas Divas” venceu o prêmio do público de Melhor Documentário do Festival do Rio e o mesmo prêmio na Mostra Global do festival americano SXSW (South by Southwest), um dos eventos mais importantes de cinema indie dos Estados Unidos. A produção marca a estreia da atriz Leandra Leal como diretora e evoca a ligação histórica de sua família com o Teatro Rival, que serviu de palco para inúmeros espetáculos de revista. É neste palco que se passa o filme, documentando a reunião de alguns dos travestis mais famosos do Brasil para um espetáculo musical, com muitas confidências de bastidores, celebrando 50 anos das primeiras apresentações do gênero no país. Outro documentário, “Tudo é Irrelevante”, que estreia em apenas uma sala no Rio de Janeiro, retrata a vida e o pensamento do cientista político brasileiro Hélio Jaguaribe. Foi exibido no festival É Tudo Verdade. A lista ainda inclui “Bruxarias”, animação infantil espanhola com um produtor gaúcho, o experiente animador Otto Guerra (“Até que a Sbórnia nos Separe”). Estreia em longas da diretora espanhola Virginia Curiá, acompanha uma menina que descobre uma poção encantada de sua avó que a permite voar, e a usa para salvar a velhinha de uma corporação gananciosa, que quer suas receitas mágicas. Foi indicada ao Prêmio Platino. O circuito limitado abrigada mais três produções francesas. Duas foram antecipadas pelo Festival Varilux. “Frantz”, de François Ozon, foi indicado a nada menos que 11 Césars (o Oscar francês), mas só venceu o prêmio de Melhor Fotografia por suas deslumbrantes imagens em preto e branco. Passado após a 1ª Guerra Mundial, evoca os antigos melodramas da era de ouro do cinema, ao mostrar como uma jovem alemã (Paula Beer, de “O Vale Sombrio”) conhece um tenente francês (Pierre Niney, de “Yves Saint Laurent”), quando este deixa flores no túmulo de seu noivo, Frantz, falecido no conflito. Ao descobrir que os dois eram antigos amigos, ela leva o francês para conhecer os pais de Frantz, que se encantam com o recém-chegado, forçando sua permanência da vida de todos, mesmo a contragosto da comunidade alemã. A história original, baseada numa peça do francês Maurice Rostand, já havia sido levada ao cinema, no clássico “Não Matarás” (1932), do mestre alemão Ernst Lubitsch. Mas a versão de Ozon inclui detalhes que não poderiam ser exibidos nos anos 1930. “Na Vertical” tem direção de Alain Guiraudie, que há quatro anos causou impacto com as cenas de sexo homossexual explícito em “Um Estranho no Lago” (2013). Seu novo trabalho não teve a mesma repercussão, mesmo repisando temas similares, como o suspense que acompanha a chegada de um estranho numa pequena comunidade. O protagonista é um diretor em busca de ideias para um filme, que é compelido a permanecer no lugarejo após ver um jovem atraente na estrada, a quem gostaria de filmar. Desta vez, as cenas de sexo não são exclusivamente gays, mas incluem práticas pouco ortodoxas. Completa a programação “A Garota Ocidental – Entre o Coração e a Tradição”, coprodução da França dirigida pelo belga Stephan Streker (“Michael Blanco”), sobre o mesmo choque cultural do mais famoso “Cinco Graças” (2015). A garota do título é uma imigrante de família paquistanesa que vive na França. Acostumada ao modo de vida europeu, ao completar 18 anos ela se recusa a ser a próxima filha a seguir a tradição dos casamentos precoces e arranjados, e entra em conflito com os pais. Clique nos títulos em destaque para ver os trailers de todos os lançamentos da semana.

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    Filme do Pica-Pau com atriz brasileira ganha trailer dublado

    22 de junho de 2017 /

    A Universal divulgou o trailer dublado em português do filme do “Pica-Pau”. A prévia tem efeitos de desenho animado, com explosões que não matam, só deixam os personagens pretos, e choques que não eletrocutam, só fazem os personagens tremer. Entretanto, o que chama mais atenção é como o vídeo passa a impressão de ser uma produção nacional, ao destacar o nome do Brasil na narração e citar apenas a atriz brasileira do elenco, Thaila Ayala(de “Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo”). O detalhe é que a voz da brasileira é dublada em português por outra pessoa. E o dublador do Pica-Pau não é o mesmo que popularizou a voz do passarinho na televisão. Muito estranho. Mesclando o passarinho animado com atores reais, o filme gira em torno de uma briga de território entre o Pica-Pau e o vigarista Lance Walters (Timothy Omundson, da série “Galavant”) e sua namorada Vanessa (Ayala). Para conseguir construir a casa dos sonhos, os dois planejam derrubar a floresta do Pica-Pau, que promete não deixar barato. A equipe responsável é especializada em continuações de baixo orçamento para o mercado de home video (lançamentos direto em DVD). O diretor Alex Zamm e o roteirista William Robertson trabalharam juntos em três vídeos do gênero: “Inspetor Bugiganga 2” (2003), “Um Herói de Brinquedo 2” (2014) e “Os Batutinhas: Uma Nova Aventura” (2014). O roteiro ainda foi reescrito por Paul A. Kaplan e Mark Torgove, que escreveram para diversas séries de comédia dos anos 2000, como “Spin City”, “Just Shoot Me” e “George Lopez”. Até o momento, a produção só tem estreia marcada num único país – em todo o mundo. “Pica-Pau” vai chegar aos cinemas brasileiros em 5 de outubro.

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    Novo trailer épico de Game of Thrones traz batalhas, dragões e caminhantes brancos

    21 de junho de 2017 /

    O inverno chegou com tudo no novo trailer épico de “Game of Thrones”. Disponibilizado pela HBO ainda sem legendas, a prévia destaca os principais personagens da saga em meio a cenas grandiosas de batalha, com direito a dragões gigantes e o avanço inexorável dos caminhantes brancos pela neve. A sensação de frio é tão intensa quanto a determinação dos personagens. Mas o que ressoa com mais força é o idealismo de Jon Snow (Kit Harington), que propõe acabar com as diferenças entre as facções rivais para enfrentar o inimigo comum. O maior inimigo da humanidade, comandado por aquele que se autointitula o Rei da Noite. Mais curta, mas com episódios mais longos, a 7ª temporada da série estreia em 16 de julho no canal pago HBO.

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    Netflix anuncia a estreia de suas primeiras séries interativas

    21 de junho de 2017 /

    A Netflix anunciou suas primeiras séries interativas, nas quais o espectador pode decidir o rumo das narrativas com seu controle remoto ou toque na tela. Veja o vídeo abaixo. A primeira produção, “Gato de Botas: Preso num Conto Épico”, já está disponível na plataforma. A segunda, “Buddy Thunderstruck: A Pilha do Talvez”, estreia em 14 de julho. Uma terceira série, “Stretch Armstrong: The Breakout”, baseada num antigo boneco que estica, encontra-se em produção e estreará no próximo ano. “A combinação dos nossos engenheiros no Vale do Silício com as mentes criativas em Hollywood deu à luz um mundo de infinitas possibilidades de narrativas na Netflix”, afirmou Carla Engelbrecht Fisher, diretora de inovação de produtos do serviço, em comunicado. A Netflix considerou que a programação infantil é “o espaço ideal” para testar este projeto, “já que as crianças adoram brincar com seus personagens favoritos e costumam manipular as telas”. Por enquanto, os conteúdos interativos da Netflix poderão ser acessados apenas em Smart TVs e em dispositivos móveis que usem o sistema operacional iOS, da Apple. Vale lembrar que a ideia não é exatamente nova. O desenvolvimento de narrativas interativas, baseado em opções dadas ao usuário, existe desde 1976, quando o primeiro game do gênero “Adventure” foi lançado para computador, ainda em formato de texto. A partir do momento em que as plataformas gráficas se tornaram mais populares nos anos 1990, diversos jogos do gênero foram lançados para PC. Mas a tendência acabou perdendo terreno para os games de tiros, que dominaram o mercado a partir do século 21. Recentemente, o formato de jogos interativos voltou à moda graças ao sucesso de lançamentos ligados, de forma curiosa, à séries de TV: “The Walking Dead” e “Game of Thrones”. Detalhe: não são narrativas para crianças como as opções da Netflix.

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    Blitz midiática tenta convencer que Gal Gadot, a Mulher-Maravilha, recebeu igual a Henry Cavill, o Superman

    20 de junho de 2017 /

    A denúncia de que Gal Gadot recebeu muito menos que seus colegas da Liga da Justiça para viver Mulher-Maravilha pode ter sido exagerada, segundo uma blitz midiática, que precipitou matérias de retratação em série, após a comparação da diferença salarial ter se tornado viral. A diferença foi apontada por uma reportagem da revista Elle, que comparou os US$ 900 mil que atriz ganhou para viver a heroína em “Batman vs Superman” (2016), “Mulher-Maravilha” e “Liga da Justiça” (US$ 300 mil por filme) com os US$ 14 milhões (segundo a revista Forbes) que o também novato Henry Cavill recebeu para estrelar “O Homem de Aço” (2013) e os US$ 26,3 milhões que Ben Affleck ganhará com o filme solo de Batman. E isso teve uma péssima repercussão nas redes sociais. A Warner não se manifestou, mas fontes anônimas prestimosas disseram aos veículos da imprensa, em off, que os números são outros. Aparentemente, as fontes conhecem bem os números do estúdio para taxar a reportagem da Elle de “ridícula”. Segundo as fontes bem conectadas, o valor recebido pelo intérprete do Superman corresponde a todos os filmes em que ele vestiu o uniforme, e não apenas a sua estreia. “Certamente, não foi apenas em um filme. Isso é insano. Atores estreantes em franquias são pagos com valores iniciais. Depois que a saga decola, eles ganham mais dinheiro. Se você comparar, ela ganhou tanto quanto ele”, disse um dessas fontes com experiência em contratos da indústria cinematográfica para a revista Vanity Fair. A mesma fonte, ou outra sentada na mesa ao lado, contou ladainha similar para a revista The Hollywood Reporter, que comprou a ideia ao afirmar, em título, que os salários de Henry Cavill e Gal Gadot foram, no final das contas, iguais. Os sites brasileiros correram para copiar. E ficou tudo por isso mesmo. Só faltou combinar que US$ 900 mil é igual a US$ 14 milhões. Afinal, nenhuma fonte anônima ousou questionar o que foi pago a Cavill, afirmando apenas que tanto a atriz quanto o ator receberam por três filmes. US$ 900 mil e US$ 14 milhões, respectivamente. O que, ao que parece, é igual para a imprensa. Já a fonte do site Deadline se esforçou mais e até chegou a dobrar o salário de Gadot por filme, num suposto ato de boa vontade da Warner, fazendo, então, que US$ 1,8 milhões… continuasse “igual” a US$ 14 milhões. As matérias de retratação acrescentaram cortinas de fumaça na questão ao incluir informações de que o valor recebido por uma estrela de Hollywood pode depender de inúmeros fatores, como arrecadação nas bilheterias, sequências futuras e até bônus. Essa estrutura é a praxe nos longas de super-heróis, que costumam render milhões e até bilhões às produtoras. Este argumento dá a entender que os US$ 14 milhões de Henry Cavill foram obtidos com lucros da estreia de “O Homem de Aço” e “Batman vs. Superman”. Entretanto, o valor estampou inúmeras reportagens (disponíveis na internet) em julho de 2013, durante o mês de estreia de “O Homem de Aço”. Quando The Hollywood Reporter e outras publicações dizem que 0,9 é igual a 14, é necessário parabenizar aos relações públicas invisíveis, não citados pelas matérias de retratação, e aos spin doctors que os orientaram, por sua incrível eficiência.

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    Sinopse da continuação de Godzilla confirma luta com três monstros clássicos

    20 de junho de 2017 /

    A Warner divulgou a sinopse oficial de “Godzilla – King of the Monsters”, continuação de “Godzilla” (2014). “A nova história segue os esforços heroicos da agência cripto-zoológica Monarch, enquanto seus membros enfrentam uma bateria de monstros, incluindo o poderoso Godzilla, que colide com Mothra, Rodan e seu inimigo final, o rei de três cabeças Ghidorah. Essas criaturas antigas, que se acreditava serem meros mitos, ressurgem para lutar pela supremacia, deixando a própria existência da humanidade em risco.” Todos os novos inimigos gigantes de Godzilla já tiveram filmes individuais no Japão: “Mothra, a Deusa Selvagem” (1961), “Rodan!… O Monstro do Espaço” (1956) e “Ghidrah, O Monstro Tricéfalo” (1964), todos dirigidos pelo mestre Ishirô Honda, o verdadeiro rei dos monstros. A trama vai trazer de volta os personagens de Sally Hawkins (“Blue Jasmine”) e Ken Watanabe (“A Origem”), representantes da Monarch em “Godzilla” (2014). Além deles, o elenco terá uma família vivida por Kyle Chandler (série “Bloodline”, “Manchester à Beira-Mar”), Vera Farmiga (série “Bates Motel”) e Millie Bobby Brown (a Eleven de “Stranger Things”). O roteiro é de Zach Shields e direção de Michael Dougherty, ambos de “Krampus: O Terror do Natal” (2015), e a estreia está marcada para março de 2019.

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    Novo trailer legendado da continuação de Annabelle revela origem da boneca do mal

    20 de junho de 2017 /

    A Warner divulgou um novo pôster e o segundo trailer legendado da continuação do terror “Annabelle” (2014), que ganhou o título de “Annabelle 2: A Criação do Mal” no Brasil. A prévia confirma que se trata da história da origem da boneca macabra, introduzida no primeiro “Invocação do Mal” (2013), mostrando como o brinquedo se tornou assombrado. Mas vai além disso, revelando diversas reviravoltas da trama, que podem ser consideradas grandes spoilers. Novamente escrito por Gary Dauberman, responsável pelo roteiro do filme anterior, a trama começa após um fabricante de bonecas e sua mulher resolverem abrigar em sua casa uma freira e as crianças de um orfanato recém-fechado, para compensar a perda da filha. O que os novos moradores não sabem é que os pais da menina falecida foram convencidos por um espírito maligno a permitir que ele entrasse numa boneca para voltar a viver como eles, como se fosse sua filha. Agora, a boneca trancada pelos adultos quer aproveitar a chegada de novas crianças para sair do armário e brincar. A direção está a cargo de David F. Sandberg, que estreou em longas no ano passado com o terror “Quando as Luzes se Apagam”, e o elenco ainda inclui duas atrizes daquele filme: Alicia Vela-Bailey e Lotta Losten. Também integram a produção os atores Anthony LaPaglia (série “Without a Trace”), Miranda Otto (série “24: Legacy”), Stephanie Sigman (“007 Contra Spectre”), Adam Bartley (série “Longmire”), Philippa Coulthard (série “Secrets and Lies”), Grace Fulton (série “Revenge”) e as meninas Talitha Bateman (“A 5ª Onda”), Lulu Wilson (“Ouija: A Origem do Mal”) e Samara Lee (“O Último Caçador de Bruxas”). A estreia está marcado para 17 de agosto no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.

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  • Música

    Sobreviventes do Lynyrd Skynyrd querem proibir filme sobre a banda

    20 de junho de 2017 /

    Os herdeiros e os sobreviventes do Lynyrd Skynyrd vão tentar impedir a produção da cinebiografia da banda de rock. Segundo o site The Hollywood Reporter, eles entraram com um processo na Justiça para barrar as filmagens de “Street Survivors: The True Story of the Lynyrd Skynyrd Plane Crash”, que pretende se centrar no acidente de avião que devastou a banda em 1977. O problema é que os sobreviventes fizeram um “juramento de sangue” de nunca mais usar o nome Lynyrd Skynyrd para evitar evocar a tragédia, e esse juramento já foi considerado um contrato verbal por um tribunal, que impediu o lançamento de um álbum ao vivo dos membros remanescentes com o nome de Lynyrd Skynyrd em 1987. Agora, os demais se juntaram contra o baterista Artimus Pyle, que teria escrito o primeiro esboço do roteiro, porque ele estaria indo contra o juramento. A produtora do filme, Cleopatra Pictures, alega que, assim que soube do pacto, afastou Pyle da produção e o diretor reescreveu o roteiro. A empresa também afirma que a história da banda é conhecida e já rendeu livros e especiais televisivos, portanto não deveria haver impedimentos para um filme. “Street Survivors” é, claro, o nome do álbum que a banda tinha lançado três dias antes da tragédia, que trazia os músicos em meio à chamas (imagem acima). Anteriormente, o filme estava sendo divulgado como “Free Bird”, título de um de seus sucessos mais conhecidos. Lynyrd Skynyrd surgiu em 1973 e emplacou diversos clássicos do rock. Em outubro de 1977, no auge da carreira, a banda embarcou num pequeno avião modelo Convair 240, fabricado em 1947, que acabou caindo. O acidente matou o cantor Ronnie Van Zant e o guitarrista Steve Gaines, além da backing vocal Cassie Gaines (irmã de Steve), o road manager Dean Kilpatrick, o piloto Walter MacCreary e o co-piloto William Gray. 20 pessoas sobreviveram ao acidente, incluindo Pyle. O filme será uma produção independente, dirigido por Jared Cohn (“A Vizinhança Assombrada”), especialista em filmes de terror de baixíssimo orçamento para o mercado de DVDs, que também assina o roteiro.

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  • Música

    Tonico Pereira se apaixona em clipe da banda carioca Whipallas

    19 de junho de 2017 /

    A banda carioca Whipallas lançou o clipe de “Boogie Boogie”, que destaca participações do ator Tonico Pereira (série “A Grande Família”) e da atriz Regina Sampaio (novela “Totalmente Demais”). O vídeo é quase um curta-metragem, por conta de sua longa introdução, em que Tonico Pereira reclama da vida e da saúde no balcão de uma farmácia, até se apaixonar à primeira vista por Regina Sampaio, que entra no local. Quando a música começa, é um choque ouvir o vocal em inglês (buguê-buguê em sotaque marcante), após monólogo de um minuto e meio em bom português. A celebração do amor na Terceira Idade tem como testemunhas os integrantes da banda, figurando em cena, e direção de Philippe Noguchi (diretor assistente de “Totalmente Demais”), em sua segunda parceria com o Whipallas – após o clipe de “Battlefield”.

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