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  • Série

    Final de temporada de Doctor Who introduz David Bradley como o Doutor original

    1 de julho de 2017 /

    O último episódio da 10ª temporada de “Doctor Who”, exibido neste sábado (1/7) no Reino Unido, introduziu um novo intérprete do personagem-título. Mas ninguém poderia imaginar a surpresa preparada pelos produtores. Peter Capaldi, que vai se despedir do papel no especial de Natal deste ano, encontrou, na cena final, o primeiro Doctor Who. Ou algo parecido. Quem aparece, na verdade, é David Bradley, das séries “Games of Thrones” e “The Strain”, que se anuncia de forma triunfal para Capaldi, quando este se recusa a regenerar e ganhar um novo rosto, bradando que é o Doutor. “Você pode ser um Doutor, mas eu sou o Doutor, o original”, retruca Bradley, num cenário reminiscente de um episódio de 1966, que introduziu os cyberman na série original. Veja a cena no vídeo abaixo. A frase de Bradley é uma referência ao telefilme “An Adventure in Space and Time” (2013). Homenagem aos 50 anos da série, a produção da BBC trazia o ator no papel de William Hartnell (1908–1975), o primeiro intérprete de Doctor Who, para contar a história de bastidores da criação da atração. Assim, a afirmação de Bradley não é totalmente descabida, já que ele viveu o primeiro Doctor Who no telefilme. O ator também foi fotografado no set do especial de Natal, que está sendo gravado neste instante, mas não está claro se ele permanecerá na série na 11ª temporada. Capaldi, porém, não continuará. E há a expectativa de um terceiro Doutor no programa de 25 de dezembro, que deverá ser anunciado em breve pela BBC para protagonizar a série nos próximos capítulos. Mas as mudanças da 11ª temporada não vão se restringir ao protagonista. Chris Chibnall, criador da premiada série “Broadchurch” (que é estrelada pelo ex-“Doctor Who” David Tennant), assumirá o posto de showrunner da atração, substituindo Steven Moffat a partir de 2018. Ele irá repaginar totalmente a série, com novos atores e rumos.

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  • Música

    England Is Mine: Cinebiografia do cantor Morrissey ganha seu primeiro trailer e imagens

    30 de junho de 2017 /

    A eOne divulgou o pôster, quatro fotos e o primeiro trailer de “England Is Mine”, a cinebiografia de Steven Patrick Morrissey, ou simplesmente Morrissey para milhões de fãs de rock ao redor do mundo. Para estes, o vídeo se apresenta quase como uma enciclopédia de referências com sons, roupas, cabelos e nomes que reverberam intensamente a história do rock indie britânico. A prévia começa no final da década de 1970, quando Morrissey era um crítico musical de Manchester, que passava o tempo destroçando os roqueiros da época, até alguém lhe sugerir que montasse sua própria banda. Como o vídeo demonstra, a transição não aconteceu da noite para o dia. Antes de seu futuro parceiro dos Smiths, Johnny Marr, surgir na última cena do trailer, Morrissey ainda formou um grupo com Billy Duffy, futuro guitarrista do Cult. O elenco destaca Jack Lowden (“Negação”) como Morrissey, numa profusão de penteados que vão da era glam ao visual indie icônico dos Smiths, e Jessica Brown Findlay (“Downton Abbey”) como a artista plástica Linder Sterling, melhor amiga do cantor e também roqueira da banda pós-punk Ludus. “England Is Mine” marca a estreia em longa-metragens do diretor-roteirista Mark Gill, que já disputou o Oscar de Melhor Curta – por “The Voorman Problem”, em 2014. O lançamento está marcado para 4 de agosto no Reino Unido, mas, como tantos outros filmes sobre o rock britânico, não há previsão para sua distribuição no Brasil.

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  • Filme

    Charlize Theron arrebenta no novo trailer legendado de Atômica

    30 de junho de 2017 /

    A Universal divulgou novos pôster e trailer legendado do filme “Atômica” (Atomic Blonde), em que Charlize Theron arrebenta, soca, chuta e atira sem parar. A ultraviolência das cenas é tão impressionante quanto exasperante. Como aponta a trilha sonora do Eurythmics, Charlize vive a “loira atômica” do título original durante a época da Guerra Fria. Sua personagem é uma espiã britânica enviada para Berlim numa missão extremamente perigosa: investigar a morte de um colega e recuperar uma lista perdida de agentes duplos. O elenco ainda inclui James McAvoy (“Fragmentado”), John Goodman (“Kong: A Ilha da Caveira”), Sofia Boutella (“A Múmia”), Toby Jones (série “Wayward Pines”), Eddie Marsan (série “Ray Donovan”) e James Faulkner (série “Da Vinci’s Demons”). “Atômica” é uma adaptação da graphic novel “The Coldest Day” de Antony Johnston (roteirista do game “Dead Space”) e Sam Hart. O roteiro foi escrito por Kurt Johnstad (“300”) e a direção está a cargo de David Leitch (“De Volta ao Jogo”). O filme tem estreia em 28 julho nos EUA e uma semana depois, em 3 de agosto, no Brasil.

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  • Filme

    The Last Face: Trailer destaca tudo que há de errado no “melodrama com causa” de Sean Penn

    29 de junho de 2017 /

    A Saban Films divulgou um novo trailer de “The Last Face”, que marca a volta de Sean Penn à direção, uma década após “Na Natureza Selvagem” (2007). Mas apesar do elenco grandioso, que inclui a ex-namorada do diretor, Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”), o lançamento está sendo protelado há mais de um ano, desde que virou piada no Festival de Cannes do ano passado. A prévia dá uma dica do que deu errado, mostrando, mesmo em dois minutos, uma incômoda repetição de situações com dramaticidade exagerada, sem esconder a banalidade frustrante da trama. “A vida é dura”, simplifica uma fala ilustrativa, diante do desespero de refugiados, apenas para completar: “Você precisa de alguém para compartilhá-la”. A filosofia barata embala um romance meloso entre voluntários do Médico Sem Fronteiras, que namoram em meio às vítimas de uma guerra civil. Romance entre branquinhos bonitos, no meio da miséria africana, é difícil de aturar, ainda mais com uma trilha que joga o melodrama no volume mais alto. O roteiro foi escrito por Erin Dignam (“O Lenço Amarelo”) e o elenco internacional de atores brancos ainda inclui o espanhol Javier Bardem (“007 – Operação Skyfall), o franco-marroquino Jean Reno (“A Sombra do Inimigo”), o inglês Jared Harris (“Poltergeist: O Fenômeno”), a francesa Adèle Exarchopoulos (“Azul É a Cor Mais Quente”) e até o filho do diretor (o estreante Hopper Penn), enquanto negros coadjuvam ou figuram como “causa”. Penn quis fazer um filme de amor em tempos de cólera e crise humanitária. O filme teria sido inspirado por seu romance com Theron, que se dedica à causa dos refugiados africanos. Mas, em meio à produção, até esse relacionamento pessoal deu errado, virando ex-namoro. A saia-justa continua sem data para chegar aos EUA. Também não há previsão para lançamento no Brasil.

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  • Música

    The Killers volta à ativa com clipe dançante gravado em Las Vegas

    29 de junho de 2017 /

    A banda The Killers voltou à ativa, cinco anos após o lançamento de seu último disco, e em grande estilo com “The Man”, uma música funkeada, a mais dançante da banda, com influências de Kool & The Gang, Talking Heads e David Bowie – um sample de “Fame”, de Bowie, é evidente na canção. O single ganhou um clipe cinematográfico assinado por Tim Mattia, diretor em alta demanda, que já fez vídeos para Linkin Park, The 1975, The Pretty Reckless, Chris Stapleton e Halsey. Gravado em Las Vegas, o clipe traz o cantor Brandon Flowers como um macho alfa, desfilando em roupas brilhantes e coloridas feito um pavão, apenas para ser humilhado e perder tudo, tanto numa mesa de jogo quanto nos bastidores de um show. A música faz parte de “Wonderful Wonderful”, quinto álbum dos Killers, que começou a ser gravado em setembro do ano passado e só deve chegar às lojas em setembro deste ano.

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  • Filme

    Jumanji ganha trailer legendado e dublado, que apresenta a nova aventura

    29 de junho de 2017 /

    A Sony divulgou dois pôsteres e o primeiro trailer (em versões legendada e dublada) de “Jumanji”, nova comédia de ação estrelada por Dwayne Johnson (“Baywatch”), que ganhou o subtítulo “Bem-Vindo à Selva”. A prévia confirma que não se trata de um remake, mas uma nova aventura, bem diferente do clássico juvenil estrelado por Robin Williams em 1995. Para começar, o tabuleiro mágico é agora um videogame. E além de serem sugados para dentro do jogo, os protagonistas também mudam de aparência. O trailer mostra como quatro adolescentes em detenção escolar se transformam em Dwayne Johnson, Kevin Hart (“Policial em Apuros”), Jack Black (“Goosebumps”) e Karen Gillan (“Guardiões da Galáxia”) e precisam enfrentar inúmeros perigos – e não apenas feras como há 22 anos. Um dos pôsteres diz que o “jogo evoluiu” e pronto. Mas uma figura rapidamente vislumbrada nas sombras pode ser a conexão com o longa original. O novo “Jumanji” tem direção de Jake Kasdan (“Sex Tape: Perdido na Nuvem”) e estreia marcada para 4 de janeiro no Brasil, duas semanas depois do lançamento nos EUA (em 20 de dezembro).

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  • Série

    Série dos Inumanos ganha seu primeiro trailer completo

    29 de junho de 2017 /

    A Marvel divulgou o primeiro trailer de “Inhumans”, série baseada nos quadrinhos dos Inumanos. A prévia mostra os personagens vivendo em segredo na lua e o antagonismo entre Raio Negro (Anson Mount, da série “Hell on Wheels”) e seu irmão Maximus (Iwan Rheon, da série “Game of Thrones”). De personalidades opostas, Raio Negro é mudo por opção, já que sua voz tem grande força destrutiva, enquanto Maximus é um orador incansável, que alicia conspiradores para tomar o poder. Quando as facções colidem, Dentinho, o cachorro gigante capaz de se teleportar, leva Raio Negro para a Terra. Como a maioria das cenas se passa em cenários herméticos de estruturas de cimento, a única coisa grandiosa que o trailer apresenta são estruturas arquitetônicas. Não há, pelo menos na primeira prévia, a sensação épica que se espera de uma produção em IMAX. “Inhumans” é a primeira série rodada no formato, e terá uma première nos cinemas, antes de estrear na TV. Criados por Stan Lee e Jack Kirby em 1965, nos quadrinhos do Quarteto Fantástico, os Inumanos “clássicos” também incluem Medusa (Serinda Swan, da série “Segredos do Paraíso/Graceland”), Cristal (Isabelle Cornish, irmã mais nova de Abbie Cornish, de “Sucker Punch”), Karnak (Ken Leung, da série “Lost”), Gorgon (Eme Ikwuakor, da série “Extant”), Triton (Mike Moh, o Ryu da websérie baseada em “Street Fighter”)e Auran (Sonya Balmores, de “Soul Surfer: Coragem de Viver”). Com oito episódios em sua 1ª temporada, “Inhumans” tem estreia marcada para o dia 29 de setembro na rede americana ABC, mas os dois capítulos iniciais poderão ser vistos antes disso, no dia 1º de setembro, com exibição durante duas semanas nas salas de cinema IMAX dos Estados Unidos. Não há previsão para o lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Meu Malvado Favorito 3 estreia em mais de mil cinemas

    29 de junho de 2017 /

    A animação “Meu Malvado Favorito 3” é o único lançamento amplo da semana, ocupando mais de mil salas – o maior circuito da franquia até hoje. A história revela que Gru tem um irmão gêmeo mais malvado e cabeludo, Dru. Ambos são dublados no Brasil por Leandro Hassum. Mas a história não é das mais criativas, o que lhe rendeu a pior avaliação da trilogia. Ainda assim, são 67% de aprovação no Rotten Tomatoes. Ocupando uma faixa intermediária, chegam ao circuito comercial dois filmes franceses antecipados pelo Festival Varilux. A comédia “Uma Família de Dois” é um remake do sucesso mexicano “Não Aceitamos Devoluções” (2013), com Omar Sy (“Intocáveis”) no papel do farrista que se vê tendo que cuidar da filha pequena, até a mulher reaparecer em cena, anos depois. Você já viu esse filme. E ainda verá de novo, na versão brasileira com Leandro Hassum, programada para dezembro. O outro lançamento francês é o romance “Um Instante de Amor”, que teve oito indicações ao César 2017, o “Oscar francês”. Dirigido pela cultuada cineasta francesa Nicole Garcia (“O Adversário” e “Place Vendôme”), o filme se passa nos anos 1950 e acompanha uma mulher (Marion Cotillard, de “Aliados”) de espírito livre num casamento sem amor, que vai enlouquecendo. Sua “doença” é finalmente diagnosticada como pedras no rim. E ao ser internada num hospital para se curar, ela acaba conhecendo e se apaixonante por outro homem (Louis Garrel, de “Saint Laurent”). A programação se completa com quatro lançamentos brasileiros. “A Terra Vermelha” é uma coprodução dirigida pelo argentino Diego Martínez Vignatti (“Batalha no Céu”), que justapõe um romance à lutas sociais de trabalhadores rurais, em meio a protestos contra os problemas causados pelo trabalho com agrotóxicos. O drama “Introdução à Música do Sangue” tem direção do veterano Luiz Carlos Lacerda (“Leila Diniz”) e explora o despertar da sexualidade de uma adolescente (Greta Antoine, da série “Nada Será como Antes”), que vive com a família pobre no interior de Minas, numa casa pequena sem energia elétrica. Os pais, vividos por Ney Latorraca (novela “Negócio da China”) e Bete Mendes (novela “Gabriela”), têm que lidar com a chegada de um estranho (Armando Babaioff, de “Sangue Azul”), que desperta desejos. O filme levou dois anos para chegar aos cinemas, desde que foi exibido no Festival de Gramado de 2015. “Mar Inquieto”, do estreante em longas Fernando Mantelli, vai do melodrama ao suspense, acompanhando a história de uma viciada (Rita Guedes, da novela “Malhação”), que se livra das drogas apenas para cair num casamento abusivo. Logo, ela também se livra do marido (Daniel Bastreghi, de “O Sabor do Amor”). Mas cria novos problemas com os comparsas criminosos dele. Por fim, “Danado de Bom” é o único documentário da semana. Vencedor do 20º Cine-PE, o filme de estreia de Deby Brennand traça um perfil do compositor João Silva, parceiro de Luiz Gonzaga que morreu em 2003. Também foi exibido no festival É Tudo Verdade do ano passado.

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  • Filme

    Trailer de Perfeita É a Mãe 2 traz Mila Kunis, Kristen Bell e Kathryn Hahn unidas contra o Natal

    28 de junho de 2017 /

    A STX divulgou duas fotos e o primeiro trailer da continuação de “Perfeita É a Mãe” (Bad Moms), que desta vez tem temática natalina. A prévia explora a pressão que as mães sofrem para realizar o Natal perfeito para suas famílias. Mas Mila Kunis, Kristen Bell e Kathryn Hahn decidem que o estresse não vale a pena e resolvem relaxar. Isto é, até a mãe da personagem de Kunis chegar para o feriado e cobrar um Natal de verdade. “Mães não se divertem, elas providenciam a diversão”, proclama a mãe da má mãe, interpretada por Christine Baranski (série “The Good Fight”). A sequência é novamente escrita e dirigida pela dupla Jon Lucas e Scott Moore (roteiristas de “Se Beber, Não Case!”), apenas um ano após o primeiro filme arrecadar US$ 180 milhões nas bilheterias e se tornar o maior sucesso do estúdio STX. “Perfeita É a Mãe 2” (o título original é “A Bad Moms Christmas”) tem estreia marcada para 7 de dezembro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos (em 3 de novembro).

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  • Filme

    Selton Mello se transforma num “monstro” no trailer da animação Lino – O Filme

    28 de junho de 2017 /

    A Fox Film do Brasil divulgou o pôster e um novo trailer da animação “Lino – O Filme”, que parece um desenho da Pixar, mas é brasileiro. Tem até o indefectível subtítulo “O Filme” para comprovar! Mas parece sim americana, de tão profissional. E não é só o acabamento gráfico que chama atenção. A premissa é um pouco mais “profunda” que o habitual, trazendo um cara azarado, o Lino do título, que sofre o tempo inteiro, seja nos acidentes que acontecem em sua casa, seja no trabalho, como animador fantasiado de buffet infantil. Querendo mudar sua sorte, ele recorre a um suposto mago, que acaba complicando ainda mais sua vida, ao transformá-lo justamente na fantasia do gato gigante que serve de saco de pancadas das crianças. Lino vira um “monstro”, conforme ele próprio descreve, com a voz precisa de Selton Mello (“O Palhaço”). E este é só o começo da história. Em sua jornada para reverter o feitiço, Lino será confundido com o “maníaco da fantasia” e passará a ser procurado pela polícia, dando início a uma grande aventura, que culmina numa luta contra bruxos. O longa tem direção de Rafael Ribas (“O Grilo Feliz e os Insetos Gigantes”) e conta ainda com as vozes de Dira Paes (“À Beira do Caminho”) e Paolla Oliveira (“Uma Professora Muito Maluquinha”). A produção é da StartAnima, um dos mais premiados estúdios de animação brasileiro, que está há 50 anos no mercado. “Lino – O Filme” estreia em 7 de setembro nos cinemas.

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    Michael Nyqvist (1960 – 2017)

    27 de junho de 2017 /

    O ator sueco Michael Nyqvist, que estrelou a trilogia “Millennium” original, ao lado de Noomi Rapace, morreu nesta terça-feira (27/6) após uma batalha contra um câncer de pulmão, confirmou seu representante. Ele tinha 56 anos. “Em nome dos representantes e da família de Michael Nyqvist, é com profunda tristeza que venho confirmar que nosso amado Michael, um dos atores mais respeitados e completos da Suécia, morreu calmamente cercado pela família depois de uma batalha de um ano com câncer de pulmão”, disse o representante em um comunicado. “A alegria e a paixão de Michael eram infecciosas para quem o conhecia e amava. Seu encanto e carisma eram inegáveis, e seu amor pelas artes era sentido por todos os que tiveram o prazer de trabalhar com ele”. Nyqvist começou a carreira no final dos anos 1980 e deslanchou na década seguinte com papéis em diversas produções da TV escandinava. Mas foi só a partir de “Bem-Vindos” (2000), do conterrâneo Lukas Moodysson, que começou a ganhar reconhecimento. Pelo papel de marido com problemas de raiva, obteve sua primeira indicação a um prêmio nacional de melhor ator. Após este papel, seguiram-se o protagonismo em “A Vida no Paraíso” (2004), de Kay Pollak, que foi indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, e a aventura medieval “Arn: O Cavaleiro Templário” (2007), transformada em minissérie três anos depois. Ele fez sua estreia em inglês em “Distúrbios do Prazer” (2008), dirigido por outro conterrâneo, Johan Renck (série “The Last Panthers” e clipes de David Bowie e Madonna), um ano antes de viver o personagem que lhe deu projeção internacional. Nyqvist protagonizou “O Homens que Não Amavam as Mulheres” em 2009, dando vida ao jornalista Mikael Blomkvist, editor da revista Millennium, que aceita a oferta de um milionário para investigar que fim levou uma mulher desaparecida há 40 anos. Para isso, alista uma hacker punk, chamada Lisbeth Salander, que o ajuda a descobrir uma antiga conspiração para esconder um serial killer de uma família tradicional sueca. O filme inaugurou uma trilogia inspirada nos livros do escritor Stieg Larsson, que projetou a carreira dos principais envolvidos em sua produção, desde Nyqvist e Noomi Rapace (a intérprete de Salander), até o diretor Niels Arden Oplev e o roteirista Nikolaj Arcel. Todos foram contratados por Hollywood. Mas não participaram do remake americano da produção, no qual o papel de Mikael Blomkvist foi interpretado pelo inglês Daniel Craig. Após o sucesso de “Os Homens que Não Amavam as Mulheres”, “A Menina Que Brincava com Fogo” e “A Rainha do Castelo de Ar”, o ator foi escalado como vilão de “Missão: Impossível – Protocolo Fantasma” (2011), seu filme de maior alcance mundial. A projeção lhe permitiu ficar por Hollywood, trabalhando em produções variadas como o drama indie “Os Desconectados” (2012), a sci-fi “Viagem à Lua de Júpiter” (2013) e o thriller de ação “De Volta ao Jogo” (2014). Entre seus últimos trabalhos destacam-se “A Jovem Rainha” (2015), no qual viveu o chancelar da Rainha Kristina da Suécia, “Amor e Revolução” (2015), em que encarnou o líder de uma seita que tortura psicologicamente Emma Watson, e “Invasão de Privacidade” (2016), um filme de ação estrelado por Pierce Brosnan. Ele ainda completou seu trabalho em três produções inéditas: a minissérie “Madiba”, sobre Nelson Mandela, e os filmes “Radegund”, drama passado na 2ª Guerra Mundial com direção de Terrence Malick, e “Hunter Killer”, thriller coestrelado pelos britânicos Gerard Butler e Gary Oldman. Além destas obras, até recentemente estava filmando “Kursk”, do dinamarquês Thomas Vinterberg.

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  • Filme

    Marvel se supera ao criar pior pôster do estúdio para Homem-Aranha: De Volta ao Lar

    27 de junho de 2017 /

    A Marvel conseguiu se superar com o novo pôster de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” voltado para a divulgação da estreia em IMAX, que extrapola o estilo “arte de Photoshop” usado nos cartazes do estúdio, marcados pelo desprezo absoluto a noções elementares de perspectiva. A colagem de elementos evidencia o padrão, ao usá-lo de forma metalinguística, como um trabalho amador de estudante do primário. Mas se extrair o grafismo “estiloso”, o resultado é o mesmo preenchimento de personagens sem critério, que costuma deixar os pôsteres da companhia completamente poluídos. Compare abaixo com uma criação anterior para verificar o que é mais que evidente. Com direção de Jon Watts (“A Viatura”) e roteiro de John Francis Daley e Jonathan Goldstein (do fraco reboot de “Férias Frustradas”), o novo “Homem-Aranha” tem estreia prevista para 6 de julho de 2017 no Brasil, um dia antes de seu lançamento nos EUA.

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    Mulher-Maravilha completa quatro semanas em 1º lugar nas bilheterias do Brasil

    26 de junho de 2017 /

    “Mulher-Maravilha” manteve o 1º lugar no Brasil pelo quarto fim-de-semana consecutivo. Mesmo enfrentando novos lançamentos, o filme da super-heroína levou 447 mil pessoas aos cinemas entre quinta e domingo (25/6). Ao todo, “Mulher-Maravilha” já soma 5,5 milhões de ingressos vendidos e um rendimento de R$ 89 milhões nas bilheterias nacionais. Mundialmente, a produção atingiu US$ 652 milhões e se tornou o filme em live-action dirigido por uma mulher com a maior arrecadação da história do cinema. O segundo filme mais visto no país também é o mesmo há três semanas: “A Múmia”. Mas houve novidades no Top 5, com a entrada de duas estreias em 3º e 4º lugares. Curiosamente, “O Círculo”, que fracassou nos Estados Unidos, saiu-se melhor que o primeiro longa protagonizado por Larissa Manoela (“Carrossel”), “Meus 15 Anos”. A comédia brasileira tinha distribuição mais ampla que o suspense estrelado por Emma Watson (“A Bela e a Fera”), mas abriu em 4º, com R$ 1,7 milhões e 126 mil ingressos vendidos, abaixo dos R$ 2,5 milhões e 138 mil ingressos vendidos de “O Círculo”. O desempenho de “Meus 15 Anos” pode ser resultado de um equívoco na estratégia da distribuidora, que quis fazer uma pré-estreia paga, lançando o filme em algumas salas com uma semana de antecedência. Isto acabou rendendo um mero 6º lugar antes da hora, ao custo do esvaziamento da estreia oficial. Contando os ingressos vendidos antecipadamente, o lançamento já acumula uma bilheteria total de R$ 3,8 milhões.

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