Jim Sturgess descobre conspiração apocalíptica no primeiro trailer da série Hard Sun
A BBC divulgou o pôster, as fotos e o primeiro trailer da série “Hard Sun”, mistura de thriller de ação e sci-fi apocalíptica, estrelada por Jim Sturgess (“Tempestade: Planeta em Fúria”) e a ex-modelo Agyness Deyn (“Fúria de Titãs”). Os dois vivem detetives policiais de Londres que recuperam um flashdrive roubado contendo informações secretas sobre um iminente “evento de nível de extinção”. De acordo com os dados, o mundo acabará em cinco anos. E ter essa informação faz a dupla ser perseguida por pessoas misteriosas, além de revelar a existência de uma conspiração. A série é uma criação de Neil Cross, que também criou a aclamada atração policial “Luther”, responsável por projetar Idris Elba, e os episódios são dirigidos por Brian Kirk (série “Game of Thrones”), Nick Rowland (“Ripper Street”) e Richard Senior (“Doctor Who”). Para completar, o elenco também inclui Nikki Amuka-Bird (“O Destino de Júpiter”), Derek Riddell (série “Gunpowder”), Richard Coyle (série “The Collection”) e Cameron King (“O Lar das Crianças Peculiares”). Com seis capítulos, “Hard Sun” estreia em 6 de janeiro no Reino Unido e será disponibilizado nos Estados Unidos pelo serviço de streaming Hulu.
Diretor de Bright vai ao Twitter responder a crítico que chamou seu filme de “o pior de 2017”
O diretor e roteirista David Ayer resolveu responder uma das críticas negativas recebidas por “Bright”, seu novo filme estrelado por Will Smith. Acostumado à reações extremas, após “Esquadrão Suicida”, ele optou por humor depreciativo ao abordar o jornalista que definiu seu trabalho como “o pior de 2017”. “Esta vai para a porta da geladeira. De todo modo, uma reação forte é o melhor elogio possível. Essa foi uma crítica épica para caramba. É um filme muito divertido. Você com certeza sabe juntar um amontoado de palavras, sr. Erlich. Eu adoraria ler qualquer roteiro que tenha escrito.” Além de chamar “Bright” de “o pior filme de 2017”, David Ehrlich, do site IndieWire, descreveu-o como algo “profundamente horrível”. Ele ainda sugeriu que não se poderia esperar nada diferente do diretor de “Esquadrão Suicida” e do roteirista de “Victor Frankenstein”, mas que “Bright” representa um “novo ponto baixo para a carreira de ambos”. Após o post de Ayer, o jornalista respondeu: “Você é um bom homem, sr. Ayer. Estarei aguardando com bons olhos o que quer que venha depois disso.” Ayer encerrou a discussão dizendo que seus filmes são “trabalhos feitos com amor”, mas sabe que podem ser “polarizantes”. Leia abaixo os tuítes originais. “Bright” estreia na Netflix nesta sexta (22/12). This is going on my fridge. Highest compliment is a strong reaction either way. This is a f*cking epic review. It’s a big fun movie. You can sure string words together Mr. Erlich. I’d love to read any script you’ve written. — David Ayer (@DavidAyerMovies) December 21, 2017 you’re a good man, mr. Ayer. i'll be waiting with fresh eyes for whatever comes next. — david ehrlich (@davidehrlich) December 21, 2017 I really appreciate that. Every movie is a labor of love for me. I’ve never chased the audience, and I know my work can be polarizing. I’ve lived a crazy love and I guess my movies reflect that. https://t.co/YZBp2DwKlO — David Ayer (@DavidAyerMovies) December 21, 2017
Continuação do musical Mamma Mia! ganha trailer com flashbacks dos anos 1970
A Universal divulgou o pôster, o primeiro trailer e um vídeo de bastidores da continuação do musical “Mamma Mia!”, novamente repletos de músicas do Abba. Chamado de “Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!”, o filme volta a reunir o elenco do primeiro filme no mesmo cenário idílico – uma ilha grega – , mas acrescenta várias novidades, graças a uma trama paralela de flashback – que revela que Maryl Streep costumava ser Lily James nos anos 1970. A premissa dos flashbacks é a gravidez da personagem de Amanda Seyfried, filha de Streep no musical. Enquanto o primeiro filme mostrou a jovem tentando descobrir qual dos ex-namorados da mãe era seu verdadeiro pai, o novo mostra como sua mãe lidou com a gravidez adolescente, revelando seu envolvimento com os três galãs de seu passado. O roteiro e a direção estão a cargo de Ol Parker (“O Exótico Hotel Marigold”) e praticamente todo o elenco do filme original retoma seus papéis – incluindo as já citadas Meryl Streep e Amanda Seyfried, mãe e filha da trama, mas também Julia Walters, Christine Baranski, Dominic Cooper, Pierce Bronsan, Stellan Skarsgård e Colin Firth. E se esse elenco não fosse de tirar o fôlego, as novidades incluem as versões jovens dos protagonistas: a citada Lily James (“Cinderela”), Alexa Davies (série “Harlots”), Jeremy Irvine (“A Mulher de Preto 2: O Anjo da Morte”), Josh Dylan (“Aliados”) e Hugh Skinner (também de “Harlots”), além de Andy Garcia (“Caça-Fantasmas”) e a cantora Cher (“Burlesque”) como “vovó”. A estreia está marcada para 19 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Primeiro filme dirigido pela atriz Heather Graham ganha trailer
A atriz Heather Graham (“Se Beber, Não Case”) estrela, assina o roteiro e estreia na direção com “Half Magic”, uma comédia indie sobre sexo e relacionamentos, que teve seu primeiro trailer divulgado pela Momentum Pictures. A prévia mostra como a personagem de Heather é reprimida desde a infância para considerar sexo um pecado ou algo que deve ser ruim. Já adulta, ela encontra duas mulheres com os mesmos problemas de relacionamentos, e juntas decidem que não se sujeitarão mais ao machismo, nem a sexo ruim com homens que não souberem valorizá-las. De fato, o vídeo conta toda a história. O que a prévia não conta é o que Heather Graham faz para parecer congelada no tempo, com praticamente a mesma aparência de 20 anos atrás, quando o sexo não parecia ser um problema para a Rollergirl de “Boogie Nights: Prazer Sem Limites” (1997). O elenco de “Half Magic” se completa com diversos atores de séries: Stephanie Beatriz (“Brooklyn Nine-Nine”), Angela Kinsey (“The Office”), Molly Shannon (“Divorce”), Luke Arnold (“Black Sails”), Thomas Lennon (“The Odd Couple”), Jason Lewis (“Midnight, Texas”) e Chris D’Elia (“Undateable”). A comédia estreia em fevereiro nos Estados Unidos e não tem previsão de lançamento no Brasil.
Direita americana diz estar por trás da “reação de fãs” contra o novo Star Wars
O movimento alt-right, que representa a extrema direita dos Estados Unidos, está reivindicando a autoria de uma suposta reação negativa dos fãs contra “Star Wars: Os Últimos Jedi”. Um grupo denominado Down With Disney’s Treatment of Franchises and Its Fanboys assumiu que vem manipulando avaliações do público do filme no site Rotten Tomatoes para que seja considerado um fracasso entre os fãs. Foi uma reportagem do site The Huffington Post que desvendou a origem misteriosa das avaliações negativas, que muita gente levou à sério. Segundo um integrante não identificado do grupo, contatado online, o ataque contra o novo “Star Wars” é ideológico, após a trilogia atual “apresentar mais personagens femininas no universo da franquia”. O grupo também não ficou feliz por ver Poe Dameron (Oscar Isaac) se tornar uma “vítima da emasculinação” e reclama que personagens como Poe e Luke Skywalker (Mark Hamill) podem ser “transformados em homossexuais”. Ele não mencionou Finn (John Boyega), o personagem negro, ao dizer que os homens deveriam ser “reintegrados como governantes da sociedade”, inclusive numa galáxia muito distante. E que é por isso que “Os Últimos Jedi” “desrespeita a história da saga”. No Rotten Tomatoes, “Star Wars: Os Últimos Jedi” está com média de 54% de aprovação, com mais de 132 mil votos. Trata-se da pior média de avaliação do público sobre a franquia “Star Wars”. E está em franco contraste com os 92% de aprovação do filme pela crítica no mesmo site e com a nota A conquistada no CinemaScore, que é a pesquisa de opinião pública com maior credibilidade na indústria cinematográfica. Mas enquanto o CinemaScore realiza pesquisas junto ao público que realmente viu o filme, as médias de votações online não tem critério algum, podendo registrar votos de qualquer um, inclusive de quem não assistiu ao longa-metragem, além de votos repetidos e, como foi o caso, bots utilizados para votar várias vezes. Mas uma ruptura na Força fez com que alguns bots sofressem curto e postassem comentários negativos de ‘Os Últimos Jedi’ na página de ‘A Forma da Água’ no Rotten Tomatoes, evidenciando o artificialismo da iniciativa. O representante do movimento de direita também afirmou estar por trás de petições online contra “Os Últimos Jedi” e outras táticas para sabotar o sucesso do filme. Um representante do Rotten Tomatoes disse ao Huffington Post que eles estão levando a reivindicação do grupo “muito a sério”, apesar de sua equipe de segurança não ter visto “nenhuma atividade incomum”.
Mark Hamill reclama dos rumos de Star Wars: “Não é o meu Luke Skywalker”
Mark Hamill ainda não se conformou com o destino de seu personagem nem com a abordagem que Rian Johnson deu a Luke Skywalker em “Star Wars: Os Últimos Jedi”. Em uma recente entrevista posta no YouTube pelo usuário Jar Jar Abrams, ele revelou ter confrontado o diretor em relação aos rumos da história, alegando que o personagem ficou muito diferente daquele apresentado na trilogia original. “Eu disse para Rian: ‘Jedi não desistem’. Quer dizer, mesmo que ele tivesse um problema, ele teria, talvez, tirado um ano para tentar e reagrupar. Mas se ele cometeu um erro, ele tentaria corrigi-lo. Então, logo nisso tivemos uma diferença fundamental. Mas não é mais a minha história. É a história de outra pessoa – Rian precisava que eu fosse de determinado jeito para tornar o final efetivo… Esse é o cerne do meu problema. Luke nunca diria isso. Desculpe. Veja, estou falando sobre o ‘Star Wars’ de George Lucas. Como essa é a próxima geração de ‘Star Wars’, então quase tive que encarar Luke como outro personagem. Talvez ele seja Jake Skywalker. Ele não é o meu Luke Skywalker, mas tive que fazer o que Rian queria porque serve bem à história. Mas, escuta, ainda não aceitei completamente. Mas é só um filme. Espero que as pessoas gostem e não fiquem chateadas. Comecei a realmente acreditar que Rian era o homem certo que eles precisavam para o trabalho.” O ator não é o único contrariado. Fãs criaram uma petição para que o filme não seja considerado canônico – isto é, parte da saga oficial. Veja o vídeo com a entrevista abaixo.
Estreias europeias são destaques da semana, de animação para crianças ao vencedor do Festival de Berlim
A maior aposta dos cinemas no feriadão de Natal é uma animação espanhola, visando o público infantil, que superou a concorrência do musical circense de Hugh Jackman (“Logan”) e da tentativa de George Clooney (“Ave César”) de se tornar um dos irmãos Coen (“Ave César”), para vir ocupar mais de 400 telas nesta quinta-feira (21/12). Apesar disso, os cinéfilos não ficarão sem presente de Papai Noel. A programação do circuito limitado traz um dos melhores filmes de 2017 – para incluir naquelas listas obrigatórias de fim de ano. Leia abaixo para saber mais detalhes e clique nos títulos para ver os trailers de cada estreia. “As Aventuras de Tadeo 2: O Segredo do Rei Midas” traz aos cinemas a continuação da simpática animação espanhola de 2012 sobre o herói Tadeo Jones, inspirado em Indiana Jones. Criado por Enrique Gato, Tadeo sonhava virar arqueólogo, mas acabou se tornando pedreiro, até embarcar numa viagem ao Peru, onde reencontrou sua vocação – em luta contra um grupo de mercenários, ao lado de uma exploradora e com a descoberta do tesouro de uma cidade perdida. A história continua com uma nova aventura mirabolante, envolvendo uma relíquia mística, sua parceira favorita, bichinhos de estimação e a múmia com quem ele fez amizade no primeiro filme. As duas outras produções com distribuição ampla não entusiasmam tanto a crítica, apesar de terem sido feitas com pretensões sérias para a temporada de premiações. “O Rei do Show”, que estreia simultaneamente na América do Norte, ficou com 48% de aprovação no Rotten Tomatoes. Curiosamente, os maiores elogios e os comentários mais negativos tiveram o mesmo alvo: o clima de exaltação otimista, a energia positiva e a cafonice conservadora, sem matizes, do longa. Com roteiro escrito por Jenny Bicks (“Sex and the City”) e revisado por Bill Condon (“A Bela e a Fera”), o filme gira em torno da figura controvertida de P.T. Barnum (papel de Hugh Jackman), empresário que começou a trabalhar com shows de variedades em Nova York em 1834 e ficou conhecido por apresentar freaks – anões, mulher barbada, etc – como se fosse um espetáculo. Ele também criou um novo formato de circo itinerante, com um picadeiro e bichos exóticos, que revolucionou os shows circenses – e o maltrato aos animais. A isso ele dava o nome de “O Maior Espetáculo da Terra”. A história é transformada num musical alegre, ao mesmo tempo revisionista e anacrônico, e com composições inéditas de Justin Paul e Benj Pasek, vencedores do Oscar 2017 por “La La Land”, e direção de Michael Gracey, que faz sua estreia no cinema após se destacar na publicidade. O elenco ainda inclui Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”), Zac Efron (“Baywatch”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Nação Fantasma”) e Keala Settle (“Ricki and the Flash: De Volta Para Casa”). “Suburbicon – Bem-Vindos ao Paraíso” fez mais barulho ao fracassar. Tentativa de criar um noir de humor negro, o filme foi incluído em vários festivais importantes e acabou ridicularizado pela crítica – 29% de aprovação no Rotten Tomatoes. E olha que George Clooney chegou a chamar os irmãos Coen para ajudar no roteiro. A trama se passa num bairro tranquilo de subúrbio, durante o verão de 1959, e envolve o assassinato misterioso da mulher de Matt Damon (“Perdido em Marte”), a máfia, a cunhada pronta para ajudar o viúvo e um agente de seguros cheio de suspeitas. E é para o meio disso que se muda a primeira família negra da vizinhança. Oscar Isaac (“Star Wars: O Despertar da Força”) e Julianne Moore (“Para Sempre Alice”) estão no elenco. Em compensação, o circuito limitado tem um filme que atingiu 92% de aprovação. O grande destaque entre os lançamentos da semana é o romance húngaro “Corpo e Alma”, que venceu o Urso de Ouro no Festival de Berlim e está na disputa por uma indicação ao Oscar 2018, na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira. “Corpo e Alma” é o sétimo longa da diretora Ildiko Enyedi, a quinta mulher a ganhar o Urso de Ouro, e seu trabalho mais sensual desde que venceu a Câmera de Ouro do Festival de Cannes por “My Twientieth Century” em 1989. A trama é um romance inusual, com toques de surrealismo, muito erotismo e violência animal. Uma bela mulher com síndrome de Asperger descobre que tem os mesmos sonhos de seu chefe, um homem mais velho e solitário que sofre sintomas de AVC. Ambos se veem como cervos apaixonados em seus sonhos, interagindo numa floresta nevada, e isto faz com que se aproximem, mesmo não tendo nada em comum. A simbologia ainda inclui um detalhe: os dois trabalham num matadouro, e as imagens explicitam a brutalidade do ambiente. O circuito limitado também inclui duas produções francesas completamente diferentes entre si. Cinemão comercial, “Assim É a Vida” é a nova comédia dos diretores do blockbuster “Intocáveis” (2011), Olivier Nakache e Eric Toledano, passada nos bastidores de um casamento milionário onde tudo dá errado. Apesar de convencional, supera os similares americanos. Já “Jovem Mulher” representa a nova geração do cinema de arte francês. Rendeu a Câmera de Ouro no Festival de Cannes para a diretora estreante Léonor Serraille, mas sua grande revelação é a atriz Laetitia Dosch, que vive uma “Frances Ha” francesa e energética. Sua personagem não é tão jovem quanto acredita ser, nem tem dinheiro, planos ou mesmo um teto, mas está decidida a não se deixar abalar e recomeçar do zero após sair de um relacionamento. Sem se preocupar em resolver totalmente a trama, o filme é um estudo de personagem apaixonante. Por fim, “Todas as Meninas Reunidas Vamos Lá” apresenta um projeto de resistência roqueira e feminista nacional: o Girls Rock Camp Brasil, um acampamento só para meninas em Sorocaba, interior de São Paulo, em que elas aprendem a tocar instrumentos, formam bandas, desenvolvem a criatividade, exploram a autoestima e experimentam o empoderamento. Bacana. Mas pena que pareça mais um infomercial do curso do que um documentário de verdade.
The Looming Tower: Fotos e vídeo da série sobre ataque às Torres Gêmeas revelam próximo hit do Hulu
A plataforma Hulu divulgou 16 fotos e o primeiro vídeo de “The Looming Tower”, sua próxima série obrigatória. A prévia é instigante e chama atenção pelo tema e elenco estelar. Com depoimentos dos atores e do produtor, o vídeo apresenta cenas de tensão, ação e intriga, envolvendo as agências federais americanas responsáveis por investigar suspeitas de terrorismo, relatando como o ciúmes entre oficiais superiores evitou o compartilhamento de informações cruciais em 2001, que poderiam ter evitado os ataques do dia 11 de setembro em Nova York. Entre os nomes escalados para a produção estão Jeff Daniels (“Steve Jobs”), Tahar Rahim (“O Profeta”), Peter Sarsgaard (“Jackie”), Michael Stuhlbarg (“A Chegada”), Alec Baldwin (“Missão Impossível: Nação Secreta”), Wrenn Schmidt (série “Outcast”), Ella Rae Peck (série “Gossip Girl”) e Virginia Kull (série “Gracepoint”). A série adapta o livro homônimo de não ficção de Lawrence Wright, que venceu o prêmio Pulitzer e foi lançado no Brasil como “O Vulto das Torres: A Al-Qaeda e o Caminho até 11/9”. A adaptação foi feita por Dan Futterman (roteirista indicado ao Oscar por “Foxcatcher” e “Capote”) e Alex Gibney (vencedor do Oscar com o documentário “Um Táxi para a Escuridão”), e este assegura que tentou ser o mais fiel possível aos fatos, ao tratar da rivalidade entre a CIA e o FBI, que possibilitou o ataque mais impressionante sofrido pelos Estados Unidos. A estreia está marcada para 28 de fevereiro.
Ed Helms é ator de infomerciais em trailer de comédia indie com Amanda Seyfried
A Momentum Pictures divulgou o pôster e o trailer de “The Clapper”, nova comédia estrelada por Ed Helms (“Se Beber, Não Case”). Na trama, ele vive um ator de infomerciais que tem a vida virada ao avesso, ao chamar atenção de um talk show popular. De repente, todo o país quer saber quem, afinal, é aquele homem que aparece em todos os infomerciais, fazendo figuração nas plateias. E isso o apavora, por colocar seu emprego em risco, assim como seu relacionamento com uma funcionária de posto de gasolina (Amanda Seyfried, de “Ted 2”). Escrito e dirigido pelo prolífico cineasta independente Dito Montiel (“Veia de Lutador”), o filme também inclui em seu elenco Tracy Morgan (série “30 Rock”), Russell Peters (“Cinquenta Tons de Preto”), Leah Remini (série “Kevin Can Wait”), o cantor Adam Levine (“Mesmo Se Nada Der Certo”), Brenda Vaccaro (série “Gypsy”) e o falecido Alan Thicke (série “Tudo em Família”) em seu último papel. “The Clapper” teve première no Festival de Tribeca e estreia comercialmente em 26 de janeiro nos Estados Unidos, sem previsão de lançamento no Brasil.
Gringo: Comédia de ação com David Oyelowo e Charlize Theron ganha primeiro trailer
O Amazon Studios divulgou o pôster e o trailer de “Gringo”, comédia de ação estrelada por David Oyelowo (“Selma”), Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”) e Joel Edgerton (“Ao Cair da Noite”). A prévia destaca o tom histérico da produção, que acompanha um funcionário azarado de uma empresa farmacêutica. Endividado, mal-amado e infeliz, é encarregado de entregar uma fórmula de pílula de cannabis para um laboratório no México e aproveita a viagem para cair na farra, quando acaba raptado por narcotraficantes. Oyelowo interpreta o gringo protagonista, Theron e Edgerton são seus patrões gananciosos, mas a história ainda tem uma turista americana vivida por Amanda Seyfried (“Ted 2”) e um mercenário humanitário incorporado por Sharlto Copley (“Elysium”), sem esquecer Thandie Newton (série “Westworld”) no papel de mulher de Oyelowo e coadjuvantes como Alan Ruck (série “The Exorcist”), Harry Treadaway (série “Penny Dreadful”), Kenneth Choi (série “The Last Man on Earth”), Melonie Diaz (“Fruitvale Station”) e… Paris Jackson. O filme tem roteiro de Matthew Stone (“O Amor Custa Caro”) e Anthony Tambakis (“Guerreiro”) e direção de Nash Edgerton (“O Quadrado”), irmão mais velho do ator Joel Edgerton. A estreia está marcada para março nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Cartazes denunciam Meryl Streep como cúmplice de Weinstein nas ruas de Los Angeles
Diversos cartazes com uma foto de Meryl Streep ao lado do produtor Harvey Weinstein, que enfrenta dezenas de acusações de assédio e estupro, começaram a aparecer nas ruas de Los Angeles desde terça-feira (19/12). As obras retratam a atriz com uma tarja vermelha nos olhos, onde aparece a frase “ela sabia”, uma crítica direta ao relacionamento da vencedora do Oscar com Weinstein. Um dos pôsteres (foto acima) foi colocado diante da sede do Sindicato dos Atores dos Estados Unidos (SAG). Outro apareceu perto dos estúdios Fox, que distribui o novo filme da atriz. Os artistas responsáveis pelos cartazes não foram identificados, mas agiram rapidamente na carona das alegações de Rose McGowan, uma das vítimas, de que Meryl sabia dos casos de abuso cometidos por Weinstein e ainda assim não fez nada. A atriz já negou esta acusação. “Eu gostaria que ela [McGowan] soubesse que eu não tinha conhecimento sobre os crimes de Weinstein, nem nos anos 1990, quando ele a atacou, nem nas décadas seguintes, quando ele atacou outras. Eu não fiquei deliberadamente em silêncio. Eu não sabia. Não aprovo o estupro em silêncio. Eu não sabia. Eu não gosto que mulheres jovens sejam estupradas. Eu não sabia que isso estava acontecendo”, escreveu Meryl enfaticamente em um comunicado. Leia a íntegra aqui. Meryl Streep tem sido alvo de campanhas de difamação desde que atacou o presidente Donald Trump em discurso, ao receber um prêmio por sua carreira no Globo de Ouro 2017. Trump retrucou que ela era “superestimada” e “lacaia de Hilary Clinton”. A atriz volta ao Globo de Ouro em 2018, indicada a novo prêmio pelo filme “The Post”.
Alison Sudol anuncia final de filmagens de Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald
As filmagens de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” acabaram. E para marcar a ocasião, a Warner divulgou nas redes sociais um vídeo em que Alison Sudol (intérprete de Queenie) tenta manipular uma claquete, percebendo que não é tão fácil como parece. Ao final, ela anuncia que a produção se encerrou. Além de Alison Sudol, diversos integrantes de “Animais Fantásticos e Onde Habitam” voltarão na sequência, entre eles a roteirista J. K. Rowling, criadora de “Harry Potter”, e o diretor David Yates. No elenco, os retornos incluem Eddie Redmayne (Newt Scamander), Alison Sudol (Queenie Goldstein), Dan Fogler (Jacob Kowalski), Katherine Waterston (Tina Goldstein), Zoe Kravitz (Leta Lestrange) e Ezra Miller (Credence Barebone). A trama, que foi ambientada em Nova York no primeiro filme, acontecerá agora em Londres e Paris, e apresentará ainda mais ligações com a saga de “Harry Potter”. A história começa meses após os acontecimentos de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, com Gellert Grindelwald (Johnny Depp) reunindo novos seguidores para sua causa, que considera que os bruxos são superiores aos demais humanos. Somente Alvo Dumbledore, que um dia foi considerado o melhor amigo do vilão, poderá acabar com seus planos sombrios. No entanto, para que essa intervenção realmente ocorra, o futuro diretor de Hogwarts precisará da ajuda do ex-aluno Newt Scamander, que voltará a reunir Tina, Jacob e Queenie em uma aventura por um mundo mágico repleto de perigos. Jude Law (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) interpreta Dumbledore e as novidades ainda incluem Callum Turner (“Victor Frankenstein”), que viverá Theseus Scamander, o irmão mais velho de Newt, e Claudia Kim (série “Marco Polo”) como uma Maledictus, portadora de uma maldição que pode transformá-la numa fera. A previsão de estreia é para novembro de 2018. That's a wrap on #FantasticBeasts: The Crimes of Grindelwald production! See you in 2018. #MagicInProgress #FantasticBeasts #WizardingWednesdays pic.twitter.com/6nLoKDJm7x — Fantastic Beasts (@BeastsMovieUK) 20 de dezembro de 2017
Jornalista denuncia Lars von Trier por obrigar funcionárias a se despirem na sua frente
O cineasta dinamarquês Lars Von Trier (“Ninfomaníaca”) foi alvo de mais uma denúncia. A jornalista Anne Lundtofte descreveu, em artigo publicado pela revista The New Yorker, o “lado negro” da companhia de produção Zentropa, criada pelo diretor. Segundo a denúncia, Von Trier obrigava todos os empregados da Zentropa a se despirem na sua frente e irem nadar nus com ele e seu sócio, Peter Aalbaek Jensen, na piscina do estúdio. “Era como um ritual de iniciação. Você só entrava na comunidade deles de verdade quando se despia na frente de Lars ou Peter”, descreveu. Segundo Lundtofte, até críticos e jornalistas (como ela) que queriam chegar perto da equipe de produção tinham que passar pelo ritual: “Eu fiz isso, e me arrependo. Na época, só me importava com a minha reportagem”. Mas uma funcionária não quis se submeter. E então Jenson a ameaçou com demissão, caso não entrasse na piscina com ele. Ela não aceitou a pressão e o texto descreve como o produtor saiu gritando para que demitissem a “bitch”. Em novembro, a polícia da Dinamarca iniciou uma investigação sobre denúncias de assédio na Zentropa. Entrevistadas pelo jornal dinamarquês Politiken, nove ex-funcionárias revelaram que pediram demissão por não aguentarem se submeter ao assédio sexual e bullying diários. Elas também apontaram Peter Aalbaek Jensen, ex-CEO do estúdio, como um dos principais assediadores. Lars Von Trier também foi acusado de assédio pela cantora islandesa Björk, durante as filmagens de “Dançando no Escuro”, mas não é alvo da investigação sobre o estúdio. Trier lança seu próximo filme, “The House That Jack Built”, em 2018. O suspense conta com astros como Riley Keough, Uma Thurman e Matt Dillon no elenco.












