Estreia de The Alienist bate recorde de público no canal pago TNT
A estreia da série limitada “The Alienist” registrou público recorde para o canal pago TNT em sua primeira semana de exibição. Originalmente assistida por 3,1 milhões de telespectadores em sua primeira transmissão na segunda-feira passada (22/1), a atração quadruplicou o público ao longo de exibições por streaming, atingindo 13,1 milhões de telespectadores durante os primeiros sete dias de disponibilidade online. Segundo comunicado da TNT, a projeção multiplataforma até o final do mês é de 16 milhões de telespectadores. Isso faz de “The Alienist” o lançamento mais bem sucedido do canal pago desde 2012. O episódio de estreia também bateu o recorde de visualizações nos aplicativos e sites da TNT, somando 4 milhões de minutos de consumo de seus usuários, além de ter gerado 10 milhões de menções nas redes sociais. Adaptação do best-selling homônimo de Caleb Carr, a série acompanha a caçada ao primeiro serial killer de Nova York, no século 19, por um trio de “especialistas” não convencionais. Daniel Brühl (“Capitão América: Guerra Civil”) interpreta o brilhante e excêntrico Dr. Laszlo Kreizler, um prodígio da psicologia forense, que é o alienista do título – como eram chamados os médicos que tratavam de pacientes “alienados da realidade”. Convocado para o caso pelo novo comissário de polícia Theodore Roosevelt (futuro presidente dos EUA), ele acaba se juntando ao jornalista John Moore, vivido por Luke Evans (“Drácula: A História Nunca Contada”) e a secretária da polícia Sara Howard, personagem de Dakota Fanning (“Movimentos Noturnos”), que está determinada a se tornar a primeira detetive feminina dos EUA. Roosevelt, por sua vez, é vivido por Brian Geraghty (série “Chicago P.D.”). A trama evoca vagamente a série britânica “Ripper Street”, ao mesmo tempo em que demonstra preocupação com aspectos históricos, como o desenvolvimento da ciência forense e os primeiros passos da luta pelos direitos das mulheres. A adaptação foi escrita por Hossein Amini (roteirista de “As Duas Faces de Janeiro” e “Drive”) e a direção ficou a cargo do belga Jakob Verbruggen, que já assinou capítulos de “Black Mirror” e “House of Cards”.
A Química: Novo livro da autora de Crepúsculo vai virar série
O Tomorrow Studios anunciou a produção de uma série baseada em “A Química” (The Chemist), novo livro da escritora Stephenie Meyer (“Crepúsculo”). “A Química” já vendeu quase um milhão de cópias nos EUA e seu lançamento também aconteceu em outros 35 países, inclusive no Brasil, onde foi lançado pela Intrínseca. A trama troca os romances sobrenaturais pelo thriller de espionagem. Acompanha Alex, uma química especializada em tortura, que passa a ser perseguida pela agência governamental que contratava seus serviços, após ser considerada um embaraço perigoso. Quando seu antigo encarregado lhe oferece uma saída, ela passa a lidar com informações que tornam sua situação ainda mais complicada. “Stephenie é uma dos autoras mais prolíficas do nosso tempo, com seu retrato único de heroínas que ressoam com leitores e telespectadores em todo o mundo, e estamos ansiosos para trabalhar com ela para levar ‘A Química’ à televisão”, disse o produtor Marty Adelstein, em comunicado. O projeto será uma coprodução entre o Tomorrow Studios de Adelstein e a Fickle Fish, produtora de Stephenie Meyer, que já lançou a comédia indie “Austenland” (2013) e este ano estreia o suspense “Down a Dark Hall”, com AnnaSophia Robb e Uma Thurman. Por sua vez, o Tomorrow Studios é responsável pelas séries “Good Behavior” e a vindoura “Snowpiercer”, no canal pago TNT, além de uma série baseada no filme “Hanna” (2011), em desenvolvimento para a Amazon. “The Chemist” (título original) ainda não tem canal definido nem previsão de estreia.
Unsane: Claire Foy duvida da própria sanidade no trailer do novo suspense de Steven Soderbergh
A Bleecker Street divulgou o pôster e o trailer do novo suspense de Steven Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”), intitulado “Unsane”. A prévia explora a paranoia da personagem vivida por Claire Foy (série “The Crown”), que se vê perseguida pelo mesmo homem em todo o lugar, até ser internada numa clínica psiquiátrica contra a própria vontade. Jurando não estar louca, ela passa a se comportar de forma cada vez mais violenta, mas nem sua mãe nem a polícia podem ajudá-la, a ponto dela começar a duvidar de sua própria sanidade. É a segunda vez que Soderbergh aborda o tema da sanidade mental, após o ótimo thriller “Terapia de Risco”, seu último filme, lançado em 2013. O longa foi rodado em segredo, durante um curto período. Toda a gravação ocorreu durante uma única semana e foi feita por meio da câmera de um iPhone. Isto explica algumas tomadas da prévia, que parecem imagens de filmes de terror de “found footage” – feito com câmeras amadoras, imitando vídeos reais – ou ligações de facetime. O roteiro é da dupla Jonathan Bernstein e James Greer, mais conhecida por comédias infantis como “Sorte no Amor” (2006) e “Missão Quase Impossível” (2010). O elenco também inclui o comediante Jay Pharoah (série “White Famous”), Juno Temple (“Roda Gigante”), Amy Irving (série “Alias”), Joshua Leonard (série “StartUp”) e Aimee Mullins (série “Stranger Things”). A estreia mundial vai acontecer no Festival de Berlim 2018, seguido por um lançamento em março nos Estados Unidos. Ainda não há previsão para a distribuição no Brasil.
Michael Haneke vai fazer sua primeira série: uma sci-fi distópica
O diretor alemão Michael Haneke, vencedor do Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira e a Palma de Ouro por “Amor” (2012), vai fazer a sua primeira série. E será uma ficção científica distópica: “Kelvin’s Book”. “Depois de dez telefilmes e 12 filmes, eu queria contar uma história mais longa para variar”, disse Haneke, em comunicado das produtoras UFA Fiction e Fremantle Media. Com dez episódios e falada em inglês, a série se passa em um futuro distópico e acompanha a aventura de um grupo de jovens, que, após seu voo fazer um pouso de emergência, é confrontado com o rosto real de seu país pela primeira vez. Um dos poucos cineastas com duas Palmas de Ouro no currículo – ele também venceu o Festival de Cannes com “A Fita Branca” (2009) – , Haneke vai escrever e dirigir todos os capítulos. “‘Kelvin’s Book’ é uma história extraordinariamente rica, emocionante e ambiciosa. Com temas contemporâneos e um reflexo da era digital em que vivemos, não há melhor momento para este projeto”, descreveu o produtor Nico Hoffman, da UFA Fiction. Sediada na Alemanha, a UFA Fiction é responsável pelo bem-sucedido thriller alemão “Deutschland 83”, enquanto a Fremantle já desenvolveu séries de Paolo Sorrentino (“The Young Pope”), Neil Gaiman (“American Gods”) e Neil Cross (“Hard Sun”). Ainda não há canal definido ou previsão de estreia para “Kelvin’s Book”.
The Rain: Netflix revela primeiro teaser legendado de série pós-apocalíptica dinamarquesa
A Netflix divulgou uma foto do elenco e o primeiro teaser legendado de “The Rain”, série dinamarquesa pós-apocalíptica, que vai estrear nos próximos meses no serviço de streaming. A prévia traz pessoas com trajes de proteção contra ameaças biológicas e avisa que, para sobreviver, é preciso evitar se molhar. “The Rain” é a primeira produção dinamarquesa da Netflix. A trama se passa seis anos depois de um vírus mortal dizimar a maior parte da população e segue dois irmãos que, ao saírem de seu abrigo protegido, se juntam a um grupo de sobreviventes em uma perigosa viagem em busca de vida e segurança. A série foi criada por Jannik Tai Mosholt (principal roteirista de “Rita”), Esben Toft Jacobsen (da animação “O Reino do Rei Pena”) e Christian Potalivo (produtor da série “Dicte”) e é estrelada por Alba August (“Dryads – Girls Don’t Cry”), Mikkel Boe Følsgaard (“O Amante da Rainha”), Lucas Lynggaard Tønnesen (“Departamento Q”) e Lars Simonsen (série “Bron/Broen”), entre outros. A aposta da plataforma é que a atração repita o sucesso de “Dark”, série alemã de suspense que rendeu comoção mundial. Ainda não há previsão para a estreia.
Adam Devine viaja no tempo para conquistar Alexandra Daddario em trailer legendado de comédia
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado da comédia “Quando Nos Conhecemos” (When We First Met), estrelada por Adam Devine (“A Escolha Perfeita”) e Alexandra Daddario (“Baywatch”). A prévia mostra como os dois se conhecem e ele se apaixona, apenas para terminar a noite como melhor amigo dela. Três anos depois, ela se casa com outra pessoa e ele resolve revisitar a cabine de fotos em que soube que tinha encontrado a garota da sua vida. A história chega em sua reviravolta quando o protagonista reaparece magicamente na noite em que se apaixonou, e desta vez resolve fazer tudo diferente. Só que o resultado é pior. Crente que a cabine é na verdade uma máquina do tempo, ele insiste em reprisar o mesmo momento sem parar até fazer tudo direito. Sim, é mais uma produção inspirada no clássico de looping temporal “Feitiço do Tempo” (1993), com um viés da comédia romântica brasileira “O Homem do Futuro” (2011). O roteiro é de John Whittington (“Lego Batman: O Filme”), a direção de Ari Sandel (“DUFF: Você Conhece, Tem ou É”) e o elenco ainda destaca Shelley Hennig (série “Teen Wolf”), Andrew Bachelor (série “Black Jesus”), Noureen DeWulf (série “Anger Management”) e Robbie Amell (série “The Flash”). A estreia acontece em 9 de fevereiro no serviço de streaming.
Comercial da continuação de Mamma Mia! destaca participação de Cher
A Universal divulgou um comercial da continuação do musical “Mamma Mia!”, que destaca a participação da cantora Cher. Ela interpreta a mãe de Meryl Streep e vó de Amanda Seyfeld na trama, e aparece na prévia cantando “Fernando”, hit do Abba. “Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!” volta a reunir o elenco do primeiro filme no mesmo cenário idílico – uma ilha grega – , mas acrescenta várias novidades, graças a uma trama paralela de flashback – que revela que Meryl Streep costumava ser Lily James nos anos 1970. A premissa dos flashbacks é a gravidez da personagem de Amanda Seyfried, filha de Streep no musical. Enquanto o primeiro filme mostrou a jovem tentando descobrir qual dos ex-namorados da mãe era seu verdadeiro pai, o novo mostra como sua mãe lidou com a gravidez adolescente, revelando seu envolvimento com os três galãs de seu passado – vividos, no presente, por Pierce Bronsan, Stellan Skarsgård e Colin Firth. O roteiro e a direção estão a cargo de Ol Parker (“O Exótico Hotel Marigold”) e as novidades do elenco incluem as versões jovens dos protagonistas: a citada Lily James (“Cinderela”), Alexa Davies (série “Harlots”), Jeremy Irvine (“A Mulher de Preto 2: O Anjo da Morte”), Josh Dylan (“Aliados”) e Hugh Skinner (também de “Harlots”), além de Andy Garcia (“Caça-Fantasmas”) como o Fernando cantado por Cher. A estreia está marcada para 19 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Kaya Scodelario será esposa do famoso serial killer Ted Bundy em filme com Zac Efron
A atriz Kaya Scodelario (“Maze Runner: A Cura Mortal”) entrou no filme “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile”, cinebiografia de Ted Bundy, um dos serial killers mais famosos dos Estados Unidos. Ela vai viver a esposa do assassino vivido por Zac Efron (“Baywatch”). O filme tem direção de Joe Berlinger, conhecido por realizar a trilogia de documentários “Paradise Lost”, que acabou ajudando a libertar três jovens presos injustamente após o assassinato ritual de crianças em West Memphis. O caso rendeu comoção nacional, porque eles foram condenados por serem fãs de heavy metal. Além destes e outros documentários, ele dirigiu apenas um filme de ficção há 17 anos, o terror “A Bruxa de Blair 2: O Livro das Sombras” (2000), que, em retrospectiva e comparado ao novo “Bruxa de Blair” (2016), não era tão ruim assim. O roteiro é de Michael Werwie (do vindouro suspense “Lost Girls”, com Sarah Paulson) e a produção está a cargo de Nicolas Chartier, responsável pelos filmes premiados no Oscar “Guerra ao Terror” (2009) e “Clube de Compra Dallas” (2013). Ted Bundy assumiu a culpa pelo assassinato de pelo menos 30 mulheres, cometidos em sete estados americanos diferentes, entre 1974 e 1978 — entretanto, as investigações apontam que o número de vítimas pode ter sido muito maior. Ele foi preso pela primeira vez em 1975, quando a polícia ainda não sabia a extensão de seus crimes, escapou e só foi detido definitivamente em 1978. Condenado à pena de morte, passou mais de uma década na prisão, até ser executado em 1989. A vida de Bundy já inspirou alguns filmes, a maioria feita para a TV e nenhum particularmente memorável. “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile” também conta no elenco com Lily Collins (“O Mínimo para Viver”), como uma namorada de Bundy, e John Malkovich (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”), como o juiz que o condenou. A produção ainda não tem previsão de estreia.
Comercial legendado de Pantera Negra traz música nova de Kendrick Lamar
A Marvel divulgou um novo comercial legendado de “Pantera Negra”. O vídeo não contém cenas inéditas, mas é acompanhado pela nova música de Kendrick Lamar. Grande vencedor do Grammy 2018 na noite de domingo (28/1), o rapper é responsável pela curadoria da trilha musical do filme e também contribuiu com a faixa “All the Stars”, em que divide os vocais com a cantora SZA. O projeto marca a primeira colaboração de Kendrick Lamar para um grande filme de Hollywood. Num comunicado oficial, o rapper comentou: “‘Pantera Negra’ é incrível, do elenco ao diretor. A magnitude deste filme é um exemplo de um ótimo casamento entre arte e cultura. Eu estou verdadeiramente honrado em contribuir meu conhecimento em produção e composição junto com a visão de Ryan [Coogler, diretor] e da Marvel”. Próximo filme de super-heróis da Marvel, “Pantera Negra” estreia em 15 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Trailer de iZombie mostra consequências do fim do segredo dos zumbis
A rede CW divulgou o trailer da 4ª temporada de “iZombie”, que revela as consequências do fim do segredo dos zumbis, e como os moradores de Seattle lidam com o fato de a cidade ter virado capital dos mortos-vivos. Como boa parte da programação do CW, “iZombie” é baseada em quadrinhos (criados por Chris Roberson e Michael Allred, e publicados pelo selo Vertigo da DC Comics). A adaptação é de Rob Thomas, criador da cultuada série “Veronica Mars”, em parceria com Diane Ruggiero (roteirista de “Veronica Mars”), e não por acaso a série evoca o humor ácido da antiga atração. A trama gira em torno de Liv (Rose McIver), uma estudante de medicina que arruma emprego como legista após ser transformada em zumbi, para assim ter acesso a cadáveres e disfarçar seu hábito de comer cérebros humanos. O problema é que, a cada cérebro que ela consome, ela herda as memórias e os hábitos do cadáver, e com a ajuda de seu chefe no necrotério e de um detetive, ela passa a resolver casos de homicídio, a fim de acalmar as vozes perturbadoras em sua cabeça. Até que este segredo se torna conhecido, diante de uma explosão populacional de zumbis em Seattle. O elenco também incluiu Malcolm Goodwin, Rahul Kohli, Robert Buckley, David Anders, Aly Michalka e Robert Knepper, que recentemente foi denunciado por assédio sexual. Entre as novidades da temporada, está a participação da atriz Izabela Vidovic, que interpretou a jovem Kara Danvers em um episódio recente de “Supergirl”. A 4ª temporada estreia em 26 de fevereiro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Todd Haynes começa a trabalhar em documentário sobre a banda Velvet Underground
O projeto do documentário do cineasta Todd Haynes (“Carol”) sobre a banda Velvet Underground foi oficializado, com a divulgação de comunicado dos produtores e o início da produção. Haynes vai escrever, dirigir e produzir o filme, em parceria com a Polygram Entertainment e as gravadoras Verve e Universal, e pretende cobrir diversos tópicos, desde a formação da banda até seu impacto na música e na cultura global. “Eu não poderia estar mais entusiasmado em embarcar no meu primeiro documentário, tendo como tema uma das bandas de rock mais radicais e influentes do mundo da música: The Velvet Underground”, ele afirmou em comunicado. Danny Bennett, presidente e CEO da Verve Label Group, deu perspectiva histórica para a produção, ao lembrar: “A Verve Records contratou o Velvet Underground nos anos 1960 para expandir sua icônica trajetória no jazz e avançar os rumos da evolução musical, e sem dúvida eles se tornaram um das bandas mais influentes de todos os tempos. Suas gravações não só desafiaram o status quo, eles criaram uma nova geração musical, que continua a ter relevância até hoje. Sempre foi meu sonho produzir o documentário definitivo do Velvet Underground e me sinto orgulhoso de fazer parte desta produção. Esta história ambiciosa, significativa e envolvente só poderia ser contada por Todd Haynes e estou entusiasmado como os fãs para experimentar a história de The Velvet Underground no contexto de sua época”. O filme tem o apoio de um dos últimos membros fundadores sobreviventes do Velvet Underground, o músico John Cale, e de Laurie Anderson, a artista que foi parceira de vida do cantor Lou Reed. Formada em 1966 por Reed, Cale, o guitarrista Sterling Morrison e a baterista Maureen “Moe” Tucker, Velvet Underground foi a antítese das bandas hippies da época. Enquanto os psicodélicos da Califórnia pregavam paz, amor e lisergia, com músicas ensolaradas, a banda nova-iorquina investia em roupas pretas, óculos escuros e microfonia para exaltar o sadomasoquismo e as drogas mais pesadas, como heroína. Eram apadrinhados pelo artista plástico Andy Warhol, que fez a capa de seu primeiro disco, mas que também lhes impôs a cantora-modelo Nico, com quem só gravaram um disco. Após cantar algumas das melhores músicas da banda, ela teve ajuda de Cale e Reed para se lançar em carreira solo. Eventualmente, os próprios Cale e Reed largaram o Velvet Underground, que acabou implodindo. A banda nunca fez sucesso em sua época. Mas sua repercussão a tornou lendária, como fomentadora das décadas seguintes do rock. Ela é citada como influência por David Bowie – que fez questão de produzir Lou Reed em sua tentativa de emplacar como artista solo – The Jesus and Mary Chain, Sonic York e Nirvana, para citar alguns dos roqueiros que impactou. Haynes falou pela primeira vez do projeto em agosto do ano passado, durante participação no Festival de Locarno, onde foi homenageado pelas realizações de sua carreira. Na época, o diretor revelou as dificuldades previstas em sua empreitada, descrevendo o documentário como “desafiador”, diante da escassez de registros visuais sobre o grupo. Ele confirmou que irá usar os filmes experimentais de Andy Warhol, que registrou performances da banda, e se disse ansioso pela “emoção da pesquisa e montagem visual”. Vale lembrar que, duas décadas atrás, o diretor chamou atenção ao lançar “Velvet Goldmine” (1998), filme sobre artistas fictícios do rock glam, gênero influenciado pelo Velvet Underground, que incluía um personagem inspirado em Lou Reed. Ele também dirigiu “Não Estou Lá” (2007), baseado na vida de Bob Dylan, e um curta animado com bonecas sobre a cantora Karen Carpenter, “Superstar: The Karen Carpenter Story” (1988). Atualmente, Haynes está em cartaz nos cinemas com o filme infantil “Sem Fôlego”.
Katrina Law voltará a viver Nyssa al Ghul em episódio “inesquecível” de Arrow
A atriz Katrina Law fará nova participação na série “Arrow”, reprisando seu papel como Nyssa al Ghul. Vista pela última vez no final explosivo da 5ª temporada, ela voltará no 16º capítulo do 6º ano, intitulado “The Thanatos Guild”. Segundo comunicado do canal CW, assinado pelos produtores executivos Wendy Mericle e Marc Guggenheim, “será um episódio inesquecível que irá mudar ‘Arrow’ para sempre. Nyssa vem a Star City para avisar sobre um perigo iminente que ameaçará tudo o que conhecemos e amamos”. Além de Nyssa, o episódio incluirá outro personagem sumido: Roy Harper, o Arsenal, interpretado por Colton Haynes, cujo retorno acontecerá um capítulo antes e deverá se estender por um longo arco da temporada. “Arrow” é exibido no Brasil pelo canal pago Warner.
Maze Runner: A Cura Mortal abre em 1º lugar nos EUA com pior estreia da trilogia
Após três semanas na liderança das bilheterias, “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” foi superado pela estreia de “Maze Runner: A Cura Mortal” neste fim de semana na América do Norte. A troca de franquias no topo do ranking não significa, porém, uma grande estreia para o terceiro “Maze Runner”. Com US$ 23,5M (milhões), o lançamento teve a pior abertura da trilogia – “Maze Runner: Correr ou Morrer” abriu com US$ 32M em 2014 e “Maze Runner: Prova de Fogo” com US$ 30M em 2015. A escala descendente também se reflete nas avaliações críticas, com a pior nota registrada no site Rotten Tomatoes – 44%, contra 65% e 45% dos dois primeiros. Apesar de ter caído uma posição, o reboot de “Jumanji” continuou acumulando milhões de dólares. Já está com US$ 338M no mercado doméstico e impressionantes US$ 822M em todo o mundo. Não é à toa que a Sony já aprovou a continuação. Neste ritmo, a fantasia infantil pode superar “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (US$ 880,2M), o maior sucesso do estúdio no ano passado. O 3º lugar ficou com “Hostiles”, western indie estrelado por Christian Bale, que ganhou lançamento nacional após a abertura limitada de dezembro não resultar em indicações a prêmios. Mesmo assim, fez apenas US$ 12M. As novidades da semana ainda incluem um inesperado 10º lugar para o épico indiano “Padmaavat”. Em exibição em circuito limitado (324 salas), lotou tanto que bateu recorde de arrecadação para uma produção de Bollywood nos Estados Unidos, com 4,2M no fim de semana. O interesse do público se deve à polêmica que o filme enfrenta na Índia, onde sua exibição inspira ameaças de morte e incêndios de cinemas. A atriz Deepika Padukone (estrela de “XXX: Reativado”) teve a cabeça colocada à prêmio por extremistas que a querem morta. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Maze Runner: A Cura Mortal Fim de semana: US$ 23,5M Total EUA: US$ 23,5M Total Mundo: US$ 105,5M 2. Jumanji: Bem-Vindo à Selva Fim de semana: US$ 16,4M Total EUA: US$ 338M Total Mundo: US$ 822M 3. Hostiles Fim de semana: US$ 10,2M Total EUA: US$ 12M Total Mundo: US$ 12M 4. O Rei do Show Fim de semana: US$ 9,5M Total EUA: US$ 126,4M Total Mundo: US$ 259,5M 5. The Post – A Guerra Secreta Fim de semana: US$ 8,8M Total EUA: US$ 58,5M Total Mundo: US$ 83M 6. 12 Heróis Fim de semana: US$ 8,6M Total EUA: US$ 29,7M Total Mundo: US$ 35,1M 7. Covil de Ladrões Fim de semana: US$ 8,3M Total EUA: US$ 28,5M Total Mundo: US$ 28,5M 8. A Forma da Água Fim de semana: US$ 5,7M Total EUA: US$ 37,6M Total Mundo: US$ 51,5M 9. Paddington 2 Fim de semana: US$ 5,5M Total EUA: US$ 32M Total Mundo: US$ 185,8M 10. Padmaavat Fim de semana: US$ 4,2M Total EUA: US$ 4,7M Total Mundo: US$ 4,7M











