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  • Filme

    HBO compra filme mais elogiado do Festival de Sundance e o tira do Oscar 2019

    28 de janeiro de 2018 /

    “The Tale”, primeiro longa de ficção da documentarista Jennifer Fox, não foi premiado no Festival de Sundance 2018, mas se tornou um dos mais falados de sua programação. Tanto durante quanto depois do evento. Com 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes, seria aposta certa para o Oscar 2019, mas foi adquirido pela HBO, que o tirou da competição da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. A HBO pretende lançar “The Tale” exclusivamente na televisão. Isso o torna um filme de TV. Assim, pode disputar o Emmy, mas não o Oscar – apesar de ter sido concebido para o cinema. Além do filme, sua estrela, Laura Dern, que faz uma interpretação digna de prêmios na produção, também não poderá disputar o troféu da Academia. Ela deve vencer seu segundo Emmy consecutivo, após vencer como Melhor Atriz Coadjuvante de Telefilme ou Minissérie por “Big Little Lies”. Em “The Tale”, ela vive uma mulher que se vê forçada a reexaminar seu primeiro relacionamento sexual e as histórias que contou para si mesma com o intuito de sobreviver a seus traumas. A trama denuncia abuso infantil e a dificuldade para se acreditar nas vítimas. Além de Laura Dern, o elenco ainda conta com Elizabeth Debicki (“Guardiões da Galáxia Vol. 2”), Ellen Burstyn (“Interestelar”), Jason Ritter (série “Kevin (Probably) Saves the World”), Frances Conroy (série “American Horror Story”) e o rapper Common (“Selma”). A aquisição do filme pela HBO consolida uma mudança de paradigma no Festival de Sundance, após a Netflix já ter comprado o vencedor do ano passado, “Já Não me Sinto em Casa Nesse Mundo”, que desapareceu em sua programação.

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  • Filme

    Mostra de Tirandentes 2018 premia filme sobre a noite de BH e atriz transexual

    28 de janeiro de 2018 /

    O filme “Baixo Centro”, dirigido por Ewerton Belico e Samuel Marotta, venceu a Mostra de Tiradentes 2018, festival de filmes independentes brasileiros. Foi o segundo ano consecutivo em que o evento registrou vitória de um filme mineiro. O anterior, “Baronesa”, permanece inédito até hoje em circuito comercial. Exibido na seção Aurora, “Baixo Centro” acompanha personagens jovens pelas noitadas do centro de Belo Horizonte, entre encontros e desencontros, e muitos lamentos por possibilidades que não se cumpriram, em meio ao saudosismo de uma época melhor. Durante seus agradecimentos, os diretores fizeram algo até então nunca visto no evento – ou em qualquer outro festival de cinema brasileiro: uma manifestação contra o PT. Eles leram um manifesto contra a Secretaria de Cultura do governo Fernando Pimentel, que exinguiu o Filme em Minas, principal meio de incentivo ao audiovisual no estado. Se a edição do ano passado premiou filmes dirigidos por mulheres – a começar do mencionado “Baronesa”, de Juliana Antunes – , o destaque deste ano foi a premiação de uma atriz transexual, Julia Katharine, como vencedora do troféu Helena Ignez, destinado à maior personalidade feminina entre os filmes exibidos. Protagonista do documentário “Lembro Mais dos Corvos”, em que recita um monólogo sobre sua vida, ela foi aplaudida de pé pelo público. O documentário “Escolas em Luta”, de Eduardo Consonni e Tiago Tambelli, sobre a crise na educação do Rio, recebeu o Prêmio do Público. E outro documentário, “Inaudito”, de Gregorio Gananian, sobre o lendário guitarrista Lanny Gordon, venceu a Mostra Olhos Livres.

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  • Filme

    Filme polêmico sobre “cura gay” vence o Festival de Sundance 2018

    28 de janeiro de 2018 /

    O polêmico “The Miseducation of Cameron Post” recebeu o grande prêmio do júri do Festival de Sundance 2018. O longa conta a história de uma jovem adolescente lésbica que é pega beijando a rainha do baile de formatura por sua tia ultra-conservadora, e é enviada, contra sua vontade, para uma espécie de centro de recuperação para jovens gays. A trama conta as amizades que ela faz no “campo de concentração light” disfarçado de centro de reeducação, e sua atitude de desafio contra a repressão. Dirigido por Desiree Akhavan (“Appropriate Behavior”), o filme traz Chloë Grace Moretz (“Carry, a Estranha”) no papel principal, que no livro de Emily M. Danforth é uma garota de 14 anos, e John Gallagher Jr. (“Rua Cloverfield, 10”) como um ex-gay que virou pastor e dirige o lugar. A reação da crítica americana foi de espanto para a premiação, considerando que o tema já foi melhor tratado anteriormente e que havia filmes melhores na programação. No Rotten Tomatoes, a nota média de “The Miseducation of Cameron Post” é 75%. Mas o Prêmio do Público foi igualmente questionado. O drama “Burden”, de Andrew Heckler, foi um dos piores avaliados pela crítica durante o festival. Tem apenas 44% de aprovação no Rotten Tomatoes. E também conta uma história de conversão. Um ex-membro racista da Ku Klux Klan (Gareth Headlund, de “Mudbound”) se apaixona por uma mãe solteira e faz amizade com um pastor negro, aprendendo sobre tolerância. O prêmio de Melhor Direção ficou com Sara Colangelo, por “The Kindergarten Teacher”, sobre uma professora (Maggie Gyllenhall, da série “Deuce”) obcecada por um aluno, que pode ser um menino prodígio. Christina Choe venceu o prêmio de Melhor Roteiro por “Nancy”, sobre uma mulher (Andrea Riseborough, de “A Guerra dos Sexos”) que acredita ter sido raptada e trocada de família na infância. “Monsters and Men”, de Reinaldo Marcus Green, sobre o assassinato de um negro por um policial branco, recebeu um prêmio de especial como Filme de Estreia e Benjamin Dickey recebeu outro destaque pela Atuação em “Blaze”, cinebiografia do cantor country Blaze Foley dirigida pelo ator Ethan Hawke. Por fim, “Kailash”, de Derek Doneen, sagrou-se o Melhor Documentário, registrando um movimento de libertação de crianças da escravidão moderna. Os últimos três filmes que venceram o festival, “Já Não me Sinto em Casa Nesse Mundo” (2017), “O Nascimento de uma Nação” (2016), e “Eu, Earl e a Garota que Vai Morrer” (2015), não tiveram grande impacto nas demais premiações de cinema. Mas o evento também foi responsável por lançar filmes importantes durante o mesmo período. O Oscar 2018, por exemplo, rendeu 16 indicações a filmes que estrearam em Sundance no ano passado, entre eles dois dos longas mais premiados da temporada: “Corra!” e “Me Chame pelo Seu Nome”. Neste ano, um dos filmes mais comentados foi “The Tale”, de Jennifer Fox, uma história de abuso infantil estrelada por Laura Dern (série “Big Little Lies”). O tema não pode ser mais atual. Mas o trabalho não vai disputar o Oscar 2019, porque foi adquirido pela HBO e será exibido como telefilme. A aquisição consolida uma mudança de paradigma no festival, após a Netflix já ter comprado o vencedor do ano passado, que desapareceu em sua programação.

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  • Série

    Série Sob Pressão vence quatro prêmios internacionais em festival francês

    28 de janeiro de 2018 /

    A série médica brasileira “Sob Pressão” conquistou neste domingo alguns dos principais prêmios da 31ª edição do Festival Internacional de Programas Audiovisuais da França (FIPA), também conhecido como Festival de Biarritz, um dos mais importantes prêmios de TV da Europa. A produção da rede Globo concorreu com produções de vários países, como Israel, Bélgica, Áustria, Alemanha, Itália, Portugal, Estados Unidos, Reino Unido, Holanda, Suécia e a própria França, entre outros. E venceu o FIPA de Ouro na categoria de Melhor Série, além dos prêmios de Melhor Roteiro (Jorge Furtado, Lucas Paraizo, Antonio Prata e Marcio Alemão), Atriz (Marjorie Estiano) e Ator (Julio Andrade). É a primeira vez que o Brasil vence prêmios tão importantes no festival, que costuma destacar séries europeias. “Sob Pressão” é uma adaptação do filme homônimo de 2015, de Andrucha Waddington. No filme, a equipe do Dr. Evandro (Julio Andrade) e da Dra. Carolina (Marjorie Estiano) lidava com um dilema ético para realizar três cirurgias complicadas num mesmo dia. Na produção para a TV, são dramas como o da menina que é abusada e tenta suicídio, o da mulher espancada em casa, e o da grávida que não sabe que o marido está com Aids. Coprodução da Globo com a Conspiração Filmes, a série é livremente inspirada no livro “Sob Pressão — A Rotina de Guerra de um Médico Brasileiro”, do médico Márcio Maranhão, que também atua como consultor da série. A versão para a TV tem redação final assinada pelo cineasta Jorge Furtado (“Real Beleza”), que escreve os episódios com Lucas Paraizo, Antonio Prata e Márcio Alemão.

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  • Magnum P.I.
    Série

    Remakes de Magnum, Cagney & Lacey, Charmed e Super-Herói Americano podem virar séries em 2018

    28 de janeiro de 2018 /

    Após diversos revivals e remakes bem-sucedidos de séries clássicas, as redes americanas vão continuar investindo em nostalgia para 2018. Diferentes canais deram sinal verde para a produção de pilotos baseados em antigos sucessos televisivos, que, se aprovados, deixarão a programação da TV americana com cara de reprise. A rede CBS encomendou o remake de duas séries de detetives dos anos 1980: “Magnum” e “Cagney & Lacey”. A primeira marcou a década com a ferrari vermelha, as camisas floridas e o bigode de Tom Selleck, enquanto a segunda destacou a parceria de duas mulheres detetives, vividas por Tyne Daly e Sharon Gless. Peter Lenkov, responsável pelos remakes de “Hawaii Five-0” e “MacGyver”, está escrevendo o roteiro do piloto ao lado de Eric Guggenheim (“Desafio no Gelo”). A nova versão é descrita como uma atualização do original. Vai girar em torno de Thomas Magnum (o antigo papel de Selleck), um ex-militar Navy SEAL condecorado que, ao voltar do Afeganistão, usa suas habilidades militares para se tornar um investigador particular, com a ajuda de outros veteranos – Theodore “TC” Calvin e Orville “Rick” Wright – e da ex-agente secreta do MI:6 Juliet Higgins. A premissa é bastante similar à série criada por Donald P. Bellisario e Glen A. Larson em 1980, que durou oito temporadas na própria CBS. Selleck também interpretava um ex-militar, veterano da guerra da época, o conflito do Vietnã. Fora a atualização, a principal diferença está na escalação de uma mulher para o papel de Higgins, vivido por John Hillerman na atração original. A nova versão de “Cagney & Lacey” está sendo escrita por Bridget Carpenter (criadora da minissérie “11.22.63”) e deve manter a trama original, que destacava a amizade de duas detetives da polícia, tanto no trabalho quanto em suas vidas pessoais. A temática de empoderamento feminino torna a atualização mais fácil de ser feita para os dias atuais. Outro sucesso dos anos 1980, a comédia “Super-Herói Americano” (The Greatest American Hero) voltará com uma mudança de sexo na rede ABC. A série original foi criada por Stephen J. Cannell (“Anjos da Lei”, “Esquadrão Classe A”) e durou três temporadas, entre 1981 e 1983, acompanhando um professor (William Katt) que encontra uma roupa que lhe concede superpoderes, mas perde o seu manual de uso, tendo que aprender suas novas habilidades por meio de tentativa e erro. Ao mesmo tempo, um agente do governo (Robert Culp) quer controlar as suas ações, e ele precisa decidir se vai usar a roupa para ajudar os outros ou só a si mesmo. No remake, a roupa será vestida por Meera, uma mulher de 30 anos que ama tequila e karaokê, e cuja falta de responsabilidade sempre causou grande desgosto em sua família tradicional indiana. O projeto está sendo desenvolvido por Rachna Fruchbom (roteirista-produtora de “Fresh Off the Boat”). Por fim, a rede CW encomendou um segundo piloto de “Charmed”, após ter reprovado o primeiro no ano passado. Produzida pelo lendário Aaron Spelling (“Ilha da Fantasia”, “Casal 20”, “Barrados no Baile”, etc), a série de 1998 acompanhava três irmãs bruxas (Alyssa Milano, Holly Marie Combs e Shannen Doherty) lidando com o despertar de seus poderes – uma quarta irmã (Rose McGowan) acabou surgindo mais tarde, quando a produção precisou “trocar” uma das atrizes (Doherty) por problemas de bastidores. A série durou oito temporadas, até 2006, mas fez tento sucesso que continuou sua trama nos quadrinhos, publicados até 2012. O remake de “Charmed” foi cogitado pela primeira vez há quatro anos pela rede CBS, mas não chegou muito longe em seu desenvolvimento, após ser torpedeado nas redes sociais pelas atrizes da série original. Elas continuam reclamando e ajudaram a implodir o segundo projeto, que seria um prólogo passado nos anos 1970. Os responsáveis pelo piloto rejeitado continuam a frente do remake, mas mudaram tudo. Agora, a trama irá acompanhar três irmãs de uma cidade universitária atual, que descobrem que são bruxas. A produção é de Jennie Snyder Urman e o roteiro foi escrito por Jessica O’Toole e Amy Rardin, todas da série “Jane the Virgin”. Por enquanto, os quatro projetos são apenas possibilidades. Para que as séries clássicas voltem à programação televisiva, seus respectivos canais precisam aprovar os pilotos encomendados. Caso isso aconteça, as estreias devem acontecer já na próxima temporada de outono, que inicia em setembro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Trailer e pôster de Gotham anunciam estreia da midseason com alusão ao Coringa

    28 de janeiro de 2018 /

    A rede americana Fox divulgou o trailer da midseason de “Gotham”, que reúne os diversos vilões da série, traz Bruce Wayne (David Mazouz) ponderando seu futuro mascarado e apresenta Jerome (Cameron Monaghan) com uma carta do Coringa – além de anunciar a data de estreia da segunda metade da 4ª temporada. Recentemente, Mazouz revelou que o Coringa está perto de ser introduzido na série. Mas assegurou que ele não é Jerome, embora a trajetória do personagem vivido por Cameron Monaghan seja vital para a chegada do perigoso vilão. “Ele não é o Coringa, é tudo o que eu posso falar. A forma como o Coringa entra na série é uma das coisas mais brilhantes que ‘Gotham’ já fez”, disse o ator no podcast Discussing Film. Monaghan repercutiu a revelação num tuíte, que foi posteriormente excluído. “Eu posso confirmar. O que nós preparamos e discutimos é algo imperdível. É uma reviravolta com temas familiares, juntando ecos novos e antigos do mito. É algo totalmente novo, mas acreditamos de verdade que seja tanto no espírito da série quanto dos quadrinhos. Eu tenho orgulho de ter feito parte disso”, contou. Os novos episódios de “Gotham” só começam a ser exibidos em 1 de março nos EUA. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Série

    Sneaky Pete: 2ª temporada ganha trailer legendado e data de estreia

    27 de janeiro de 2018 /

    A Amazon Prime divulgou o trailer legendado da 2ª temporada de “Sneaky Pete”, série criada pelo ator Bryan Cranston (“Breaking Bad”) em parceria com o produtor David Shore (série “House”). A prévia mostra Giovanni Ribisi (“Caça aos Gângsteres”) como o personagem-título, cada vez mais enrolado por suas mentiras, além de revelar a data de estreia dos novos episódios. Apesar de se apresentar como Pete, o nome do protagonista é outro. Ele é um vigarista que, após ouvir as histórias do verdadeiro Pete, seu ex-companheiro de cela (Ethan Embry, da série “Once Upon a Time”), sai da cadeia para aparecer na casa da família dele, pretendendo ser o jovem há muito desaparecido. O golpista convence a todos que é quem diz ser, encontrando um lugar para se esconder até conseguir levantar dinheiro para quitar uma dívida milionária. O elenco ainda inclui Margo Martindale (série “The Americans”), Marin Ireland (série “The Slap”), Peter Gerety (“O Ano Mais Violento”), Shane McRae (“Para Sempre Alice”), Libe Barer (série “Parenthood”) e participação do próprio Cranston. Os 10 episódios da 2ª temporada estarão disponíveis em 9 de março.

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  • Música

    Indicado ao Oscar 2018, Paul Thomas Anderson assina novo clipe da banda Haim

    27 de janeiro de 2018 /

    O cineasta Paul Thomas Anderson, que concorre ao Oscar 2018 de Melhor Direção por “Trama Fantasma”, voltou a dirigir um clipe da banda das irmãs Haim. O vídeo de “Night So Long” é seu quarto trabalho para o trio. Gravado ao vivo, registra as irmãs tocando a música no palco ao ar livre do Greek Theatre, em Los Angeles. A maior parte do vídeo é focado no rosto das artistas, e quando a câmera muda de enquadramento, revela que o local está vazio. Até a edição avançar no tempo, trocar o dia pela noite, o ensaio pelo show, e encher os assentos, acomodando os gritos do público nos vazios da música intimista. Anderson conheceu as irmãs socialmente, porque foi estudante da mãe das meninas, que é professora de arte. “Night So Long” é a faixa que encerra o álbum “Something to Tell You”, lançado em julho do ano passado.

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  • Filme

    Jogador Nº 1: Comerciais da nova sci-fi de Steven Spielberg mostram problemas do mundo digital

    27 de janeiro de 2018 /

    A Warner divulgou dois comerciais de “Jogador Nº 1” (Ready Player One), que destacam o universo virtual criado na trama futurista. Os vídeos também confirmam que aquilo que deveria ser o ponto alto da produção é, na verdade, seu elemento mais fraco. Vídeo após vídeo, a divulgação vem deixando claro que o mundo criado por computação gráfica não é tanto imersivo quanto a premissa exige. Além de pouco realistas, os efeitos digitais são ultrapassados, comparados ao visual dos games atuais. E isto é um grande problema para uma história passada no futuro e centrada no mais moderno dos games já inventados. Não por acaso, as fotos oficiais do filme ainda não trouxeram nenhuma cena criada por computador. Claro que sempre há a possibilidade de o escuro do cinema e o 3D interagirem para criar uma ilusão mais convincente, como aconteceu com o mundo virtual de “Avatar” (2009), por exemplo. O longa, que marca a volta do diretor Steven Spielberg à ficção científica, é uma adaptação do livro homônimo de Ernie Cline. A história se passa em 2044, quando a humanidade se conecta no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas o protagonista Wade Watts (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”) quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis (Mark Rylance, de “Ponte dos Espiões”), que escondeu uma série de pistas na realidade virtual para premiar quem resolvê-las com a herança de sua enorme fortuna – e até o próprio Oasis. Milhões tentam conseguir o prêmio, sem sucesso, mas Wade está na frente da competição. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida que ele domina: o entretenimento pop dos anos 1980. Assim como o personagem procura pistas para o ovo dourado, escondido pelo Willy Wonka futurista, o público também tem centenas de easter eggs na produção para identificar. Os vídeos disponibilizados já trouxeram várias menções à cultura pop, desde a trilha com Van Halen até o DeLorean de “De Volta para o Futuro” (1985). O elenco também inclui Olivia Cooke (série “Bates Motel”), Ben Mendelsohn (série “Rogue One: Uma História Star Wars”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Nação Fantasma”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”), Ralph Ineson (“A Bruxa”) e T.J. Miller (“Deadpool”) “Jogador Nº1” estreia em 29 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Novo vídeo de Aniquilação traz cenas inéditas de terror apocalíptico e entrevistas com elenco

    27 de janeiro de 2018 /

    A Paramount divulgou um novo vídeo de “Aniquilação”, demonstrando não ter abandonado o filme, apesar da Netflix ter assumido sua distribuição internacional. O vídeo traz cenas inéditas, em clima de terror apocalíptico, e comentários das atrizes da produção. O novo filme do diretor britânico Alex Garland (“Ex Machina: Instinto Artificial”) foi adquirido pela Netflix e não será mais lançado nos cinemas fora dos Estados Unidos, Canadá e China. O longa tinha estreia marcada para fevereiro no Brasil e alimentava grandes expectativas, não só por ser o segundo longa de Garland, que tinha encantado a crítica com “Ex Machina”, mas pelo elenco composto por Natalie Portman (“Thor”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”), Gina Rodriguez (série “Jane the Virgin”) e Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”). Apesar do lançamento marcado nos cinemas americanos, o filme também será disponibilizado rapidamente em streaming no país, numa janela de apenas 17 dias, que deverá render boicote das salas exibidores, como já aconteceu antes com produções da Netflix. Segundo fontes do site Deadline, a Paramount tomou a decisão de repassar o filme após as sessões de teste, que renderam um racha entre os produtores David Ellison e Scott Rudin. O público não reagiu bem às primeiras exibições do filme e Ellison, avaliando-o como “muito intelectual” e complicado, teria exigido mudanças no tom e no desfecho para deixá-lo mais comercial. Mas Rudin ficou do lado do diretor e “Aniquilação” não foi alterado. Amargando uma sequência de fracassos comerciais com “Vida”, “Baywatch” e “Tempestade: Planeta em Fúria”, Ellison teria buscado uma saída com a negociação com a Netflix. Vale observar que “Ex Machina: Instinto Artificial”, estrelado por Alicia Vikander (“Tomb Raider”), foi indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original. Mas, apesar disso, também não foi exibido nos cinemas nos cinemas no Brasil, chegando aqui direto em DVD. “Aniquilação” será disponibilizado pela Netflix em 23 de fevereiro.

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    Novas fotos oficiais do sexto Missão Impossível registram salto que machucou Tom Cruise

    27 de janeiro de 2018 /

    A Paramount divulgou mais duas fotos de “Missão: Impossível – Efeito Fallout”. E uma das imagens registra o salto que quebrou o tornozelo de Tom Cruise. O ator precisou se afastar das filmagens por dois meses para se recuperar. Seus novos colegas de elenco na franquia, Henry Cavill (“Liga da Justiça”) e Angela Basset (série “American Horror Story”), aparecem na segunda imagem. Além deles, o sexto “Missão Impossível” contará com as voltas de Simon Pegg, Ving Rhames, Rebecca Ferguson, Alec Baldwin e Michelle Monaghan, já vistos em “capítulos” anteriores, e a estreante na franquia Vanessa Kirby (série “The Crown”). Com roteiro e direção de Chrisotopher McQuarrie, que assinou “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015), a continuação estreia em 26 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Liam Payne e Rita Ora lançam clipe de música de Cinquenta Tons de Liberdade

    27 de janeiro de 2018 /

    A Universal revelou o primeiro clipe da trilha sonora de “Cinquenta Tons de Liberdade”. Liam Payne e Rita Ora cantam o dueto de “For You”, que confirma a tendência de eliminação gradativa da sexualidade no marketing da franquia. Não há uma cena sensual sequer em todo o clipe, que mostra o casal, na maior parte do tempo, em locações separadas. Para quem não lembra, “Cinquenta Tons de Liberdade” é o final de uma trilogia supostamente erótica, iniciada por “Cinquenta Tons de Cinza” em 2015. Na época do primeiro filme, a publicidade e os clipes investiam em climas sensuais, a ponto de um gemidão de Beyoncé identificar o material de marketing. Rita Ora faz parte do elenco da franquia. Ela interpreta Mia Grey, a irmã de Christian (Jamie Dornan) que se casa com Anastasia (Dakota Johnson) no final feliz, marcado para 8 de fevereiro nos cinemas brasileiros.

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    Sem Amor: Drama russo que concorre ao Oscar 2018 ganha primeiro trailer legendado

    27 de janeiro de 2018 /

    A Sony divulgou o primeiro trailer legendado de “Sem Amor” (Loveless), candidato da Rússia ao Oscar 2018 de Melhor Filme de Língua Estrangeira – e também um dos filmes europeus mais premiados do ano. Na prévia impactante, a briga constante entre marido e mulher, que pretendem se separar, leva uma criança ao desespero, até que um dia o menino desaparece sem deixar pistas e quem se desespera são seus pais. Dirigido por Andrey Zvyagintsev (do igualmente premiado “Leviatã”), o drama venceu o Festival de Londres, o Prêmio do Júri do Festival de Cannes e ainda está indicado ao Spirit Awards. O lançamento brasileiro está marcado para o dia 8 de fevereiro.

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