Diretora da Amazon revela negociações para salvar Lucifer e bastidores do resgate de The Expanse
Após salvar “The Expanse” do cancelamento, a Amazon pode resgatar outra série do abismo. A nova chefe do Amazon Studios, Jennifer Salke revelou que há conversas avançadas sobre “Lucifer” no serviço de streaming. “Nós estamos falando sobre ‘Lucifer'”, disse Salke durante uma entrevista para o site Deadline, realizada na quinta-feira passada, mas só publicada nesta segunda (11/6). “Eu sei que a divisão internacional, especialmente o grupo do Reino Unido, é bastante determinada sobre essa série. Eu ainda não chequei como está isso hoje (quinta-feira), mas ouvi conversas sobre isso ontem.” A revelação coincide com o que afirmou a atriz Lauren German, intérprete da detetive Chloe Decker na série, durante sua participação na Comic Con da Austrália no fim de semana. “Há uma chance de que um serviço de streaming possa nos resgatar, mas isso terá que acontecer até 16 de junho”, ela afirmou, explicando a razão do prazo. “Contratualmente, nós não podemos fazer testes para outros papéis até 16 de junho e, infelizmente, ficaremos livres depois disso. Então, estamos apenas rezando para que (o resgate da série) aconteça”, completou. Ou seja, uma notícia definitiva, seja ela positiva ou negativa, terá que ser anunciada até sábado (16/6). Este é o prazo final para um serviço de streaming salvar “Lucifer”. Os fãs da série, cancelada pela rede Fox, estão em campanha intensa nas redes sociais. Mas seus esforços não chegam perto do investimento feito pelos fãs de “The Expanse” para convencer a Amazon a salvar sua série favorita. Salke revelou que até aviões foram alugados para exibirem faixas de #SaveTheExpanse sobre o prédio da Amazon. “Havia aviões nos circulando, eu recebia bolos, havia um monte de coisas acontecendo”, ela revelou. Mas não foi isso que fez a Amazon optar por salvar a série. “Depois disso, pessoas realmente inteligentes, cujas opiniões eu realmente valorizo criativamente, começaram a me procurar, dizendo ‘Você viu esse programa, ‘The Expanse’, é realmente ótimo’. Confesso que não conhecia, então me dediquei a assistir os episódios e fiquei impressionada, porque a série é realmente muito bem feita, e me questionando porque ninguém estava assistindo. Ao mesmo tempo, Jeff Bezos [o dono da Amazon] começou a receber e-mails de um monte de gente, de George R.R. Martin a líderes da indústria, como o fundador da Craigslist, dizendo como a série era boa: ‘Você tem que ver, você tem que comprá-la ou salvá-la'”. Ela contou que, a partir daí e com o aval de Bezos, foi fácil fazer o negócio. “Bezos mandou um e-mail: ‘Eu estou em um evento, um seminário espacial, onde estou olhando para o elenco de ‘The Expanse’ aqui. E eu gostaria de ir até lá e anunciar o resgate da série. Posso, posso?’. Eu fui verificar com o departamento de negócios e disse que ele poderia fazer isso. Foi muito divertido assisti-lo no Twitter ao vivo”, quando o dono a Amazon fez o anúncio do salvamento da série, diante do elenco e sob uma explosão de entusiasmo. Veja o vídeo abaixo. “Ele é um grande fã, e foi divertido poder apoiar isso, não apenas para ele, mas para todas as pessoas que realmente amam essa série. Muitas pessoas realmente inteligentes disseram que amavam o programa, e eu realmente gostei quando o assisti”, concluiu. I'll just let him say it…#TheExpanse#RocinanteIsSafe#BreakingNews Thank you @JeffBezos pic.twitter.com/wxHN31zgJs — Cas Anvar (@Casanvar) May 26, 2018
2ª temporada de GLOW ganha trailer legendado e fotos
A Netflix divulgou o trailer legendado e 11 fotos da 2ª temporada de “GLOW”, série de lutas-livres femininas passada nos anos 1980. A prévia praticamente resume a temporada, mostrando a ascensão, a queda e o recomeço da trajetória do programa das protagonistas. Para quem não lembra, “G.L.O.W.” foi o nome de um programa de verdade, que mostrava lutas entre atrizes iniciantes, modelos, dançarinas e dublês que tinham o sonho de entrar no mercado de entretenimento. A sigla significa Gorgeous Ladies of Wrestling (as deslumbrantes senhoras da luta livre) e uma das empresárias envolvidas era a mãe do ator Sylverster Stallone. No Brasil, o programa foi exibido no SBT com o título de “Luta Livre de Mulheres”. A série gira em torno de uma atriz desempregada (Alison Brie), que agarra a última oportunidade de alcançar o estrelato no projeto do programa de luta livre feminina, idealizado por um produtor inexperiente e comandado por um diretor de filmes trash. Ao ingressar na equipe, ela encontra personagens caricatas da época — de cabeleiras volumosas e maiôs de luta coloridos –, com quem passa a conviver e a lutar por 15 minutos de glória num “esporte” até então dominado por homens. Criada por Liz Flahive e Carly Mensch (produtoras-roteiristas de “Nurse Jackie”) e produzida por Jenji Kohan (a criadora de “Orange Is the New Black”), a série também traz em seu elenco Betty Gilpin (“Master of Sex”), Sunita Mani (“Mr. Robot”), Ellen Wong (“The Carrie Diaries”), Sydelle Noel (“De Repente um Bebê”), Britt Baron (“Criminal Minds: Beyond Borders”), Marc Maron (“Quase Famosos”), Jackie Tohn (“CHiPS”), Chris Lowell (“Veronica Mars”) e a cantora irlandesa Kate Nash, entre outros. Embora a Netflix não divulgue dados de audiência, das novas séries de comédia lançadas pela plataforma em 2017, “GLOW” foi a que mais repercutiu em citações na mídia e nas redes sociais. A 2ª temporada estreia em 29 de junho.
Tony Danza é pai do cantor Josh Groban em fotos e teaser de nova série de comédia da Netflix
A Netflix divulgou o teaser legendado e as fotos da nova série de comédia policial “The Good Cop”, que teve o título aleatoriamente traduzido para “Caso de Polícia” no Brasil e ganhou data de estreia. “The Good Cop/Caso de Polícia” traz o veterano ator Tony Danza (da sitcom clássica “Who’s the Boss?”) como Tony, um policial aposentado de Nova York que nunca seguiu as regras, e que atualmente mora com seu filho Tony Jr. (vivido pelo cantor Josh Groban em seu primeiro papel fixo numa série), um detetive da polícia de Nova York que faz questão de sempre seguir as regras. Logicamente, o pai não se conforma com a aposentadoria e faz questão de ser parceiro informal do filho, oferecendo conselhos excessivos, o tempo todo. O elenco ainda inclui Monica Barbaro (da série “Chicago Justice”), como uma detetive novata disposta a flexibilizar as regras para fazer o trabalho, e Isiah Whitlock Jr. (da série “The Mist/O Nevoeiro”), como um detetive veterano que conta os dias para a aposentadoria e não tem paciência nem tempo a perder com parceiros mais novos. A série foi desenvolvida por Andy Breckman, criador do sucesso “Monk”, mas é inspirada numa produção original israelense de 2015. A estreia está marcada para 21 de setembro na plataforma de streaming.
Robin Wright é destaque nas primeiras fotos oficiais da temporada final de House of Cards
A Netflix divulgou as primeiras fotos oficiais da 6ª temporada de “House of Cards”, que não contará com a presença de Kevin Spacey, demitido em novembro. Como destacam as imagens, feitas nos bastidores da produção, o protagonismo passou para as mãos de Robin Wright no papel de Claire Underwood, agora como presidente dos Estados Unidos. Os novos episódios vão encerrar a atração, que terá uma temporada final reduzida, com apenas oito capítulos, cinco a menos que nas temporadas anteriores. Graças à suspensão das gravações, causada pelas denúncias de assédio contra Spacey, a estreia ainda não teve sua data confirmada. Kevin Spacey caiu em desgraça após uma denúncia do colega Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) e de atores que trabalharam no teatro Old Vic, de Londres, quando Spacey dirigiu o estabelecimento, definido como ambiente tóxico, graças aos assédios do ator. Isto encorajou pelo menos oito pessoas da produção de “House of Cards”, segundo reportagem do canal de notícias CNN, a revelarem assédio e abuso sexual de Spacey nos bastidores da série premiada da Netflix. Antes das denúncias, dois episódios da 6ª temporada já haviam sido rodados. Os roteiristas precisaram reescrever a trama para acomodar as modificações, que incluem o sumiço do personagem vivido por Spacey, o Presidente Francis Underwood. Ele não reaparecerá na série para mostrar sua saída de cena. A Netflix comunicou ter cancelado todos os acordos com o Kevin Spacey, incluindo o lançamento do longa-metragem “Gore”, que já tinha sido filmado e era estrelado por ele.
Maioria esmagadora das críticas de cinema dos EUA são feitas por homens brancos
Uma pesquisa da USC (Universidade do Sul da Califórnia) revelou que a proposta de maior inclusão nas telas de cinema e da televisão não chegou até as pessoas que escrevem as críticas daquilo que o público assiste. Ao traçar um perfil das pessoas identificadas pelo site Rotten Tomatoes como responsáveis pelas críticas dos 100 filmes de maior bilheteria de 2017, o relatório, batizado de “Critic’s Choice?”, apontou que, das 19.559 resenhas, 77,8% foram escritas por homens e 82% foram escritas por críticos brancos. Os homens brancos escreveram 63,9% das avaliações. O segundo maior grupo foi formado por mulheres brancas, com 18,1% do total. Bem atrás, ficaram as críticas de homens “de cor” (13,8%) e mulheres “de cor” (4,1%). O termo “of color” consta na pesquisa e sugere cobrir todas as demais etnias, não apenas pessoas negras. “As equipes de relações públicas, marketing e distribuição dos estúdios têm a oportunidade de mudar isso rapidamente aumentando o acesso e as oportunidades dadas às mulheres de cor para realizarem críticas de filmes”, afirmou Stacy L. Smith, diretora e fundadora da Iniciativa de Inclusão de Annenberg, responsável pela pesquisa da USC, em comunicado. Um detalhe curioso identificado pela pesquisa é que até os filmes voltados para o público feminino tiveram mais críticas escritas por homens que por mulheres. Mas a diferença é ainda mais gritante quando a análise se volta para filmes desenvolvidos para os públicos afro-americano e latino. 80% deles foram criticados por brancos. Outros dados chamam atenção, como o fato de que 45% dos filmes de maior bilheteria do ano passado não tiveram nenhuma crítica escrita por mulheres “de cor”. Além disso, mais da metade dos filmes femininos ficaram sem críticas de mulheres. A razão para o predomínio das opiniões de homens brancos sobre cinema é simples. Além de formarem a maioria da crítica (54,2%), eles também escrevem mais (14,3 por ano). O segundo maior grupo, o das mulheres brancas (23%), assinou bem menos críticas (9,4 por ano) em relação até mesmo aos homens negros (14,8% do total e 11,1 críticas por ano). A conclusão do relatória é que não é apenas o conteúdo do cinema que é criado majoritariamente por homens brancos. A crítica desses filmes também parte do mesmo grupo étnico. “Vimos as ramificações de uma indústria na qual o conteúdo vendido para o público é criado e criticado por indivíduos que são principalmente homens brancos. Criar práticas de contratação inclusivas em todas as etapas do processo de filmagem e também de crítica é essencial para atender aos imperativos do negócio e garantir que vejamos perspectivas diferenciadas refletidas na sociedade”. Os autores do estudo pretendem aprofundar ainda mais a análise do trabalho dos críticos nos Estados Unidos, ao estudar como diferentes gêneros e etnias abordam os mesmos filmes e como o desempenho das bilheterias é afetado por conta disso.
Criador de House of Cards acusa Trump de traição e pede seu Impeachment
O criador da série “House of Cards”, Beau Willimon, que atualmente preside a divisão Leste do Sindicato dos Roteiristas dos Estados Unidos (WGA, na sigla em inglês), chamou o presidente Donald Trump de “traidor” no Twitter e conclamou o Congresso dos Estados Unidos a realizarem seu Impeachment. Os comentários foram feitos após Trump abandonar a reunião do G-7, que reuniu os países mais ricos do mundo em discussões sobre a economia no fim de semana no Canadá, após ser ameaçado de retaliação por criar tarifas sobre o aço e outros produtos da Europa e do próprio Canadá. Willimon twittou que “Trump estupidamente e perigosamente conseguiu alienar nossos maiores aliados. Eles agora encontram solidariedade em se opor a nós. Enquanto isso, ele menospreza o Canadá enquanto elogia a Coréia do Norte e a Rússia. As ditaduras são, por natureza, inimigas das pessoas. Trump está nos tornando um inimigo do mundo”. O roteirista, que é um crítico freqüente do presidente, foi além. “Até que o Congresso esteja disposto a usar seu poder constitucional para acabar com essa presidência devido à sua corrupção desenfreada e comportamento traiçoeiro, o dano continuará. Apenas ações, não declarações, podem pará-lo”. “Trump”, ele completou, “está provando ser o embaixador mais eficaz que a Rússia já enviou para Washington”. Trump has stupidly & dangerously succeeded in alienating our greatest allies. They now find solidarity in opposing us. Meanwhile he disparages Canada while praising North Korea & Russia. Dictatorships are, by nature, enemies of people. Trump is making us an enemy of the world. https://t.co/kO5KfTEPxP — Beau Willimon (@BeauWillimon) June 10, 2018 Trump is proving to be the most effective ambassador Russia has ever sent to Washington. — Beau Willimon (@BeauWillimon) June 10, 2018 Until the Congress is willing to use is constitutionally mandated power to end this presidency due to its rampant corruption and treasonous behavior, the damage will continue. Only actions, not statements, can stop it. https://t.co/ODNGhedjO5 — Beau Willimon (@BeauWillimon) June 10, 2018 We can no longer chalk Trump’s foreign policy up to ignorance and incompetence. He is willfully attempting a realignment that binds us to like-minded anti-democratic dictatorships to the exclusion of our longest held and most valuable allies. — Beau Willimon (@BeauWillimon) June 10, 2018
Grupo que tentou sabotar Pantera Negra assume autoria de ataque contra Kelly Marie Tran, de Star Wars
Um grupo de “fãs” racistas que tentou sabotar o filme do “Pantera Negra” com notas negativas em sites como Rotten Tomatoes e IMDb diz ter sido responsável pelo bullying virtual cometido contra Kelly Marie Tran, primeira atriz de descendência asiática a interpretar uma personagem importante de “Star Wars”. O assédio foi tão agressivo que a levou a abandonar suas contas nas redes sociais. Em post publicado no fim de semana no Facebook, mas já removido, o grupo chamado Down With Disney’s Treatment of Franchises and His Fanboys acusou a presidente da Lucasfilm e produtora de “Star Wars”, Kathleen Kennedy, de adotar uma “agenda feminazi” que levou à “perversão” do “cânone” dos filmes, que apresentam caçadores de recompensas intergalácticos e seus amigos robôs falantes. O post, que foi fotografado antes da exclusão pelo site Screenrant, não expressa nenhum remorso por quaisquer ações. Em vez disso, comemora a saída de Tran da mídia social como uma vitória “gloriosa e sangrenta”. O objetivo do grupo seria fazer com que “Star Wars” abandone sua “diversidade forçada” para “trazer de volta o Herói Masculino Hetero Branco” que caracterizou a trilogia original. Para isso, pretende forçar a Disney, chamada de “corporação corrupta, a abandonar a franquia por meio de ações contínuas de pressão. Veja o post original abaixo. Em fevereiro, o grupo foi expulso do Facebook por criar um evento chamado “Give Black Panther a Rotten Audience Score” no Rotten Tomatoes, que visava fazer com que o filme do super-herói da Marvel tivesse uma nota de público negativa. Na época, a justificativa era que a Disney incentivava as críticas negativas para os filmes da DC, produzidos pelo estúdio rival Warner Bros. Em ambos os casos, os ataques buscam justificativas no universo dos fãs para incentivar outras pessoas a cometerem atos claramente racistas.
Prazo para salvamento de Lucifer se esgota no sábado
Os fãs de “Lucifer” ainda estão engajados na campanha #SaveLucifer, torcendo para que a série, cancelada pela rede Fox no mês passado, seja resgatada por um serviço de streaming. Este empenho foi estimulado por declarações de Tom Ellis, intérprete do personagem-título, que informou que negociações estavam acontecendo, mas que seria um pouco demorado. Nos últimos dias, porém, o silêncio foi a principal resposta para os fãs ansiosos por novidades. E agora a atriz Lauren German, intérprete da detetive Chloe Decker na série, declarou que uma notícia definitiva, seja ela positiva ou negativa, terá que ser anunciada até sábado (16/6). Este é o prazo final para um serviço de streaming salvar “Lucifer”. A atriz fez a revelação durante um painel na Comic-Con da Austrália neste final de semana. “Há uma chance de que um serviço de streaming possa nos resgatar, mas isso terá que acontecer até 16 de junho”, ela afirmou, explicando a razão do prazo. “Contratualmente, nós não podemos fazer testes para outros papéis até 16 de junho e, infelizmente, ficaremos livres depois disso. Então, estamos apenas rezando para que (o resgate da série) aconteça”, completou. Os fãs que pediram mais histórias pelo menos conseguiram, até o momento, dois episódios de “bônus”. Previstos para a 4ª temporada descartada, eles foram exibidos pela Fox em 28 de maio. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Universal.
Shades of Blue: Jennifer Lopez denuncia corrupção e é caçada no trailer da temporada final
A rede NBC divulgou um novo trailer da 3ª e última temporada de “Shades of Blue”, série policial estrelada por Jennifer Lopez. A prévia revela o clima tenso do desfecho, que começa com o testemunho de Harlee Santos (Lopez), revelando os crimes dos colegas policiais num tribunal, e termina com a personagem caçada por um dos delatados. Criada pelo roteirista Adi Hasak, autor dos thrillers de ação “Dupla Implacável” (2010) e “3 Dias Para Matar (2014), a série marcou a volta de Lopez à TV após 20 anos – ela foi lançada como dançarina no programa humorístico “In Living Colour” nos anos 1990. A experiência só não vai durar mais devido à agenda lotada da atriz, que não está dando conta de seus compromissos – que incluem o especial musical “Bye Bye Birdie”, dois filmes em produção, o reality show “World of Dance” e uma residência de shows em Las Vegas, a ser finalizada em setembro. Além de estrelar a série, Lopez também é produtora executiva de “Shades of Blue”, em parceria com Ryan Seacrest, apresentador do “American Idol”, programa de calouros que teve a estrela como jurada. Os 10 episódios finais estrearão em 17 de junho nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Universal.
Mayans MC: Spin-off latino de Sons of Anarchy ganha três teasers
Um novo vídeo de “Mayans MC” reúne três teasers do spin-off latino da excelente “Sons of Anarchy”. Os vídeos são alegóricos, mostrando os motoqueiros da trama na estrada, rodando até sobre um muro – em alusão à fronteira entre os Estados Unidos e o México. Anunciado há dois anos, o projeto sofreu para sair do papel: teve seu primeiro piloto descartado pelo canal pago FX, mas conseguiu autorização para rodar um segundo, com a substituição de diversos atores e aprimoramentos na história. A trama vai girar em torno do personagem de JD Pardo (da série “Revolution”), chamado EZ Reyes, que passará por diversos testes até ser considerado um legítimo Mayan. Tentando encontrar sua nova identidade após um longo período na cadeia, Reyes precisará redescobrir a si mesmo e achar um caminho para retornar à glória do passado, uma época em que era considerado o “menino de ouro” da cidade de Santo Padre, na fronteira da Califórnia com o México. Além dele, o elenco inclui Michael Irby (série “Taken”), Sarah Bolger (série “Into the Badlands”), Maurice Compte (série “Power”), Clayton Cardenas (“American Crime”), Edward James Olmos (série “Battlestar Galactica”) e Emilio Rivera, que retoma o papel de Marcus Alvarez, o líder dos Mayans de Oakland em “Sons of Anarchy”. Em “Mayans MC”, a filial de Oakland terá uma relação direta com a divisão fronteiriça, uma vez que os dois líderes – Alvarez e Obispo “Bishop” Losa (Michael Irby), de Santo Padre – são primos. Cronologicamente, a trama será uma continuação de “Sons of Anarchy”, passada após os eventos do final da série original, quando os motoqueiro latinos assumiram o controle do tráfico da região. O desenvolvimento do spin-off foi realizado pelo cineasta indie Elgin James, que tem uma história de vida digna de “Sons of Anarchy” – ele fundou uma gangue em Boston e cumpriu pena na prisão. Sua estreia como cineasta aconteceu com o sensível e elogiado drama indie “Little Birds” (2011), exibido no Festival de Sundance, e seu trabalho mais recente foi o roteiro de “Lowriders” (2017), drama sobre a cultura latina de carros envenenados. Kurt Sutter, que criou “Sons of Anarchy” e escreveu, dirigiu e foi até ator em muitos dos episódios da série, vai produzir “Mayans MC”, além de ter dirigido o piloto rejeitado. A nova versão do episódio inicial foi refeita por Norberto Barba, diretor-produtor de “Grimm”. A 1ª temporada terá 10 episódios, com estreia projetada para a temporada de outono (entre setembro e novembro) nos Estados Unidos.
Ator de Shadowhunters completa elenco da continuação de It: A Coisa
A sequência de “It: A Coisa” completou a escalação dos intérpretes adultos que continuarão a história dos protagonistas, vividos por atores mirins no primeiro filme. O último personagem a ser escalado foi Mike Hanlon, trazido à vida por Chosen Jacobs no longa do ano passado. Ele será vivido por Isaiah Mustafa, o Luke da série “Shadowhunters”. O elenco adulto ficou definido da seguinte forma: Jessica Chastain (de “Mama”) como Beverly (papel de Sophia Lillis no primeiro filme), James McAvoy (“Fragmentado”) como Bill (Jaeden Lieberher), Bill Hader (série “Barry”) como Richie (Finn Wolfhard), James Ransone (“A Entidade”) como Eddie (Jack Dylan Grazer), Andy Bean (série “Power”) como Stanley (Wyatt Oleff), Jay Ryan (série “Beauty and the Beast”) como Ben (Jeremy Ray) e Isaiah Mustafa (série “Shadowhunters”) como Mike (Chosen Jacobs). Além deles, Bill Skarsgård retorna como o palhaço Pennywise A sequência vai mostrar a segunda parte do livro de Stephen King, em que o Clube dos Perdedores volta a se reunir 27 anos após os eventos originais para, já adultos, confrontar mais uma vez o palhaço assassino. O filme começa a ser rodado a partir de julho em Toronto, no Canadá, e será novamente dirigido por Andy Muschietti. Intitulado “It: Capítulo Dois”, o terror tem estreia marcada para setembro de 2019.
Novo Jurassic World tem estreia monstruosa com mais de US$ 150 milhões no mercado internacional
A estratégia da Universal de realizar uma estreia internacional antecipada de “Jurassic World: Reino Ameaçado” deu certo. Aproveitando-se do vácuo gerado pelo fraco desempenho de “Han Solo: Uma História Star Wars”, o filme dos dinossauros liderou as bilheterias em todos os 48 países em que foi lançado neste fim de semana – incluindo Coréia do Sul, Russia, Índia, Taiwan, Reino Unido e Irlanda. Ao todo, o longa dirigido pelo espanhol J.A. Bayona (“O Impossível”) faturou US$ 151,1 milhões em seus primeiros quatro dias de exibição. Mais do que o total somado por “Han Solo” em três fins de semana consecutivos – US$ 136,1 milhões. Para atingir esse montante, vários recordes caíram – como a maior abertura da história da Coreia do Sul – , porque, apesar dos valores elevados, a produção ainda não está sendo exibida nos principais mercados do mundo, como a China, Austrália, América Latina e América do Norte. Só na América Latina, a expectativa é de uma arrecadação de mais US$ 100 milhões, segundo projeções do estúdio, compartilhadas pelo site Deadline. Na sexta (15/6), o filme chega na China. Mas a estreia no Brasil só vai acontecer na próxima semana, em 21 de junho. Por sinal, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Wynonna Earp dá tiros e beijos no trailer e imagens da 3ª temporada
O canal pago americano SyFy divulgou o pôster, fotos de personagens e o trailer da 3ª temporada de “Wynonna Earp” com tiros, beijos e demônios. A série é uma coprodução canadense, criada por Emily Andras (produtora-roteirista de “Lost Girl”) e baseada nos quadrinhos homônimos de Beau Smith, publicados pela editora IDW. A premissa é de um faroeste sobrenatural, que acompanha uma descendente do famoso delegado do Velho Oeste Wyatt Earp em sua missão de caçar demônios, para acabar com uma maldição secular de sua família. A atração se destaca pela sensualidade da heroína, vivida por Melanie Scrofano (série “Damien”). O elenco também inclui Dominique Provost-Chalkley (“Vingadores: Era de Ultron”), Shamier Anderson (série “Shots Fired”), Katherine Barrell (série “Workin’ Moms”), Michael Eklund (série “Bates Motel”) e Tim Rozon (série “Lost Girl”) como o pistoleiro reencarnado Doc Holliday. A 3ª temporada estreia em 20 de julho.












