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    Hit Girl vai caçar predadores sexuais de Hollywood em quadrinhos do diretor de O Balconista

    21 de agosto de 2018 /

    O criador da heroína Hit Girl, Mark Millar revelou a primeira capa da nova minissérie da personagem saída das páginas de “Kick-Ass”. A história foi escrita pelo cineasta Kevin Smith (“O Balconista”), que revelou alguns detalhes sobre sua produção. “Eu escrevi a maior parte da série enquanto me recuperava do meu susto de saúde, então Mindy McCready e sua sede sangrenta por justiça me ajudou a consertar meu coração partido”, disse Smith ao escrever o arco, lembrando seu recente ataque cardíaco. “Contar histórias com os brinquedos de Mark foi um prazer absoluto”, acrescentou, elogiando também a arte de Pernille Orum, que, ele lembrou no Twitter, é a primeira mulher a desenhar Hit Girl. Já a capa, que pode ser vista abaixo, foi desenhada pelo artista Francesco Francavilla . Popularizada em dois filmes de “Kick-Ass”, na pele da atriz Chloë Grace Moretz, Hit Girl é uma heroína sanguinária de 12 anos de idade, que sabe como usar uma lâmina e não tem medo de palavrões. Na nova minissérie, batizada de “Hit Girl: The Golden Rage of Hollywood”, ela chega em Hollywood para caçar predadores sexuais. A ideia do lançamento é ecoar as acusações do movimento #MeToo e o escândalo de Harvey Weinstein, e cada edição irá evocar uma era diferente do cinema americano. O primeiro exemplar tem lançamento marcado para janeiro de 2019 nos Estados Unidos, pela editora Image Comics. HIT-GIRL ANNOUNCEMENT! Genius director @ThatKevinSmith brings Mindy to Hollywood in a biting new story that's never been more timely! @Pernilleoe on art. @f_francavilla cover at the link!!!! https://t.co/2z2wo9Iev8 — Mark Millar (@mrmarkmillar) August 20, 2018 My HIT-GIRL arc for @mrmarkmillar will be drawn by genius @Pernilleoe – the first woman published to ever draw Hit-Girl interiors! And this image is Pernille’s first-ever drawing of Hit-Girl! Read all about our “Golden Rage of Hollywood” story here: https://t.co/5G5F4cNRP2 pic.twitter.com/XhpyknNVf6 — KevinSmith (@ThatKevinSmith) August 21, 2018

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  • Série

    Figurante de The Walking Dead vai caçar zumbis em Z Nation

    20 de agosto de 2018 /

    A atriz Katy O’Brian, que figurou como um dos Salvadores prisioneiros em Hilltop na recente 8ª temporada de “The Walking Dead”, vai ganhar mais destaque no mundo do apocalipse zumbi. Ela entrou no elenco fixo da 5ª temporada de “Z Nation”, a série trash de zumbis do canal pago Syfy. O’Brian vai interpretar Georgia (também conhecido como George) St. Clair, uma jovem heroína que não passava de uma caloura da faculdade há oito anos, durante o começo do surto zumbi, mas ajudou a conduzir um grupo de colegas e professores para a Newmerica, onde se tornou uma líder política, tentando formar um novo país para sobreviver ao apocalipse. Bem diferente de “The Walking Dead”, “Z Nation” gira em torno de um grupo originalmente encarregado de levar um homem imune às mordidas de zumbis ao Centro de Controle de Doenças de Los Angeles. A missão foi abandonada há duas temporadas, quando a série assumiu que o objetivo de seus episódios é apenas mostrar variações inusitadas de zumbis, caprichando no estilo trash. Com isso, já mostrou desde zumbis radioativos até zumbis transgênicos, que, cultivados numa plantação de cannabis, rendem uma maconha mais potente. Apareceram também zumbis alienígenas, a versão zumbi de George R.R. Martin e zumbinardos, vindos do céu em tornados, como os famosos tubarões dos telefilmes do canal. Isto porque a produtora que faz a série, Asylum, é a mesma da franquia “Sharknado”. “Z Nation” foi criada por Karl Schaefer (roteirista de “The Dead Zone” e produtor de “Eureka”) e o elenco ainda inclui Kellita Smith (série “The Bernie Mac Show”), Russell Hodgkinson (“Candidatos a Encrenca”), DJ Qualls (série “Sobrenatural”) e o estreante Nat Zan. A 5ª temporada estréia no final deste ano no Syfy.

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  • Filme

    Demitido pela Disney, James Gunn vai lançar terror “surpresa” ainda este ano

    20 de agosto de 2018 /

    Demitido pela Disney de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, James Gunn já tem filme novo em andamento. Ele está dando os toques finais num longa de terror “surpresa”, que será lançado pela Sony Pictures ainda neste ano. A Screen Gems, divisão da Sony, agendou um filme ainda sem título oficial do cineasta para o dia 30 de novembro. Pelo cronograma, a obra foi filmada em segredo, antes mesmo da polêmica envolvendo o cineasta. James Gunn foi demitido em 20 de julho pelo presidente da Disney, Alan Horn, após campanha da extrema direita dos Estados Unidos, que denunciou antigos tuítes ofensivos do diretor com “piadas” de dez anos atrás sobre pedofilia e estupro. Horn classificou as mensagens como “indefensáveis” e não voltou atrás, mesmo diante de uma carta-aberta do elenco de “Guardiões da Galáxia” e petição de fãs na internet, que já reuniu mais de 380 mil assinaturas. Originalmente, o projeto seria anunciado durante o painel do estúdio na San Diego Comic-Con deste ano, mas foi retirado de última hora, quando a direita atacou o diretor, levando a Disney a implodir os planos da Marvel. Não há qualquer informação disponível sobre a trama ou o elenco do filme, mas não faltam boatos, desde uma adaptação do mangá “Berseck” até uma versão de cinema do game “Bloodborne”, do Playstation 4.

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  • Filme

    Trailer de documentário reflete sobre a carreira e a agitada vida pessoal de Jane Fonda

    20 de agosto de 2018 /

    A HBO divulgou o trailer do documentário sobre a atriz Jane Fonda. Intitulado “Jane Fonda in Five Acts”, o filme reflete a vida e a obra da estrela, que já nasceu sob os holofotes de Hollywood, como filha do lendário ator Henry Fonda, foi “Barbarella”, venceu dois Oscars na década de 1970, virou sex symbol da esquerda americana e se casou com o milionário dono do império de comunicação da Turner. A prévia mostra imagens raras de sua infância, em registros em super-8 da família, cenas de filmes e de sua agitada vida pública, destacando sua fase de rebelião, quando se tornou o rosto mais célebre dos protestos contra a Guerra do Vietnã, o que a levou a ser presa em 1970, e sua reinvenção como ícone da saúde nos anos 1980. O documentário da diretora Susan Lacy (“Spielberg”) é conduzido por depoimentos da própria atriz, que completou recentemente 80 anos, e de velhos amigos, como Robert Redford, seu par em quatro filmes, e Lily Tomlin, com quem divide atualmente a série “Grace and Frankie”, na Netflix, além de dois de seus ex-maridos, Tom Hayden e Ted Turner. A exibição está prevista para 24 de setembro na HBO americana.

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  • Etc

    Harvey Weinstein chama Asia Argento de hipócrita e denúncia de abuso de menor coloca #MeToo contra a atriz

    20 de agosto de 2018 /

    A denúncia de suposto abuso sexual cometido pela atriz Asia Argento no ator adolescente Jimmy Bennet, publicada no jornal The New York Times, precipitou diversas reações. A mais ruidosa veio do advogado de Harvey Weinstein, que chamou a estrela italiana de hipócrita. Uma das primeiras a denunciar Harvey Weinstein por estupro, Asia Argento se tornou porta-voz importante do movimento #MeToo, mas logo depois teria aceito pagar US$ 380 mil a Bennet para não ser processada pelo mesmo motivo, apurou o jornal nova-iorquino. Ele tinha 17 anos na data da suposta agressão sexual, em 2013, que teria acontecido em um hotel da Califórnia, segundo a publicação, que cita documentos de uma fonte não identificada. O ator ficou conhecido ao interpretar a versão adolescente do futuro Capitão James Kirk no filme “Star Trek” de 2009, mas antes disso, em 2004, aos 8 anos, viveu o filho da atriz no segundo longa que ela dirigiu, “Maldito Coração”, quando os dois desenvolveram uma relação de amizade. Segundo os documentados obtidos pelo jornal, os advogados de Bennett pediram indenização contra uma “agressão sexual” traumática para seu cliente. Jimmy teria encontrado Asia em um hotel em Marina Del Rey (Califórnia) em maio de 2013 e que ela lhe deu álcool, o beijou e o levou para a cama, para fazer sexo oral no rapaz. Há imagens de ambos no Instagram de Asia, que datam da época documentada. Em uma delas, ela diz que é o “dia mais feliz da minha vida, reunião com Jimmy Bennett”. Os advogados de Bennett informaram que existe outra foto, em que os dois aparecem seminus na cama do hotel. “Os novos fatos deste caso mostram um caso impressionante de hipocrisia de Asia Argento, uma das principais vozes que queriam acabar com Harvey Weinstein”, disse o advogado do produtor acusado por mais de 100 mulheres de abuso em um comunicado. Benjamin Brafman ainda reforçou a posição de defesa ao dizer que a relação entre Asia e Harvey foi consensual. “A duplicidade de sua conduta é algo extraordinário e deve mostrar a todos como suas alegações contra o sr. Weinstein são pobres e foram mal examinadas”, completou. Asia Argento, porém, não é uma das mulheres que processam Weinstein na justiça, e suas alegações não fazem parte do caso criminal que pode levá-lo para a prisão. Ele enfrenta seis acusações diferentes de abuso sexual e estupro. Além desse ataque, a atriz viu suas antigas aliadas lhe virarem as costas. Rose McGowan, outra voz estridente contra Weinstein, se pronunciou no Twitter de forma fria, buscando se distanciar da até então nova amiga. “Conheci Asia Argento dez meses atrás. Temos em comum a dor compartilhada de termos sido agredidas por Harvey Weinstein. Meu coração está partido. Continuarei a trabalhar a favor das vítimas em todos os lugares”, escreveu. Fundadora do #MeToo, a ativista Tarana Burke defendeu o movimento contra a atriz. Para ela, adversários do #MeToo “tentarão usar essa história para tirar o crédito do movimento”. Ela avisa, no entanto, que isso não vai acontecer: “Eu já disse repetidamente que o movimento #MeToo é para todos nós, incluindo esses jovens e corajosos homens que estão começando a falar sobre suas denúncias. Continuará sendo espantoso quando os nomes de algumas das nossas pessoas favoritas forem conectados à violência sexual, a não ser que tiremos o foco dos indivíduos e comecemos a falar sobre poder”. “Violência sexual é sobre poder e privilégio. Isso não muda quando a criminosa em questão é sua atriz, ativista ou professora favorita”, continuou. “Não importa o gênero. Nós não mudaremos a cultura [em torno de assédio sexual] a não ser que mudemos o foco dessa narrativa. Minha esperança é que, quanto mais pessoas falarem sobre suas experiências, especialmente homens, nós possamos nos preparar para conversas realmente difíceis sobre poder, humanidade, privilégio e dor”. Atualmente empregada como jurada do programa “X-Factor” na Itália, Asia Argento tem sua demissão estudada pelos produtores. Em comunicado, o canal Sky Italia afirma: “Se as alegações reportadas pelo New York Times se confirmarem, essa questão é completamente inconsistente com a ética e valores da Sky, sendo assim, em acordo com a Fremantle, nós nos vemos obrigados a colocar um fim em nossa colaboração com Asia Argento”.

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  • Série

    GLOW é renovada para a 3ª temporada

    20 de agosto de 2018 /

    A Netflix anunciou a renovação de “GLOW” para sua 3ª temporada. O anúncio vem dois meses depois de atração estrear seu segundo ciclo na plataforma de streaming. E o Emmy pode ter ajudado. A série de comédia não está entre as mais vistas da Netflix, mas tem se destacado de outra forma, com reconhecimento da indústria. Já vencedora dos prêmios Satellite e do Sindicato dos Diretores de Arte, “GLOW” foi indicada a seis categorias do Emmy 2018, inclusive Melhor Série de Comédia. Criada por Liz Flahive e Carly Mensch (produtoras-roteiristas de “Nurse Jackie”) e produzida por Jenji Kohan (a criadora de “Orange Is the New Black”), a série se passa nos anos 1980 e tem como ponto de partida uma atriz desempregada (Alison Brie), que agarra a última oportunidade de alcançar o estrelato num projeto de programa de luta livre feminina, idealizado por um produtor inexperiente e comandado por um diretor de filmes trash. Ao ingressar na equipe, ela encontra personagens caricatas da época — de cabeleiras volumosas e maiôs de luta coloridos –, com quem passa a conviver e a lutar por 15 minutos de glória num “esporte” até então dominado por homens. Para quem não lembra, “G.L.O.W.” foi o nome de um programa de verdade, que mostrava lutas entre atrizes iniciantes, modelos, dançarinas e dublês que tinham o sonho de entrar no mercado de entretenimento. A sigla significa Gorgeous Ladies of Wrestling (as deslumbrantes senhoras da luta livre) e uma das empresárias envolvidas em sua produção era a mãe do ator Sylverster Stallone. No Brasil, o programa foi exibido no SBT com o título de “Luta Livre de Mulheres”. O elenco da série também inclui Betty Gilpin (“Master of Sex”), Sunita Mani (“Mr. Robot”), Ellen Wong (“The Carrie Diaries”), Sydelle Noel (“De Repente um Bebê”), Britt Baron (“Criminal Minds: Beyond Borders”), Marc Maron (“Quase Famosos”), Jackie Tohn (“CHiPS”), Chris Lowell (“Veronica Mars”) e a cantora irlandesa Kate Nash, entre outros. É melhor nem tirar o glitter do rosto! Glow volta para mais uma temporada! pic.twitter.com/XLtDMmtg0w — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) August 20, 2018

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  • Série

    2ª temporada de Atypical ganha imagens e trailer legendado

    20 de agosto de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster, seis fotos e o trailer legendado da 2ª temporada de “Atypical”, uma de suas melhores série adolescentes. A trama gira em torno de um jovem autista de 18 anos, que decide se tornar mais independente da mãe superprotetora e começar a namorar. Diante do crescimento do garoto, a família inteira precisa se adaptar às mudanças, enquanto questiona o que significa ser “normal”. Estrelada por Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”) e Keir Gilchrist (“Corrente do Mal”), respectivamente como mãe e filho, “Atypical” conquistou elogios da crítica e 77% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A série foi criada pela roteirista Robia Rashid (que escrevia “How I Met Your Mother”) e o cineasta Seth Gordon (“Baywatch”), e seu elenco ainda inclui Michael Rapaport (série “Justifed”) como pai do garoto, Brigette Lundy-Paine (“O Homem Irracional”) como sua irmã caçula andrógina e Amy Okuda (série “How to Get Away with Murder”) como a terapeuta. Os novos episódios de “Atypical” tem estreia marcada para 7 de setembro, dia em que a Netflix, aparentemente, vai quebrar – também estreiam nesta data a 2ª temporada de “Punho de Ferro” e os filmes “Sierra Burgess É uma Loser” e “Next Gen”.

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  • Filme

    Outlaw King vira Legítimo Rei em trailer equivocado de Sessão da Tarde na Netflix

    20 de agosto de 2018 /

    Em seu desejo de se popularizar no país, a filial nacional da Netflix vem agregando as piores características dos mercados de cinema e TV paga brasileiros. Um novo ponto baixo foi marcado nesta segunda (20/8) com a divulgação dublada do trailer de um filme que supostamente é um dos pontos altos da produção da matriz americana. E que tem sua qualidade sabotada pelo marketing local. Para começar, o velho estigma do título inventado atacou a obra sem piedade. “Outlaw King”, o rei fora-da-lei, expressão que aparece no trailer, virou “Legítimo Rei”, assim mesmo, em construção gramatical inglesa, com o adjetivo à frente do substantivo. Por quê? A palavra “legítimo” é, com o perdão da redundância, o legítimo antônimo de “fora-da-lei”, não seu sinônimo. Haja liberdade criativa! Mas o que se demanda, cada vez mais, inclusive com petições do público para os grandes estúdio, é fidelidade. Os problemas amentam ainda mais quando os atores abrem a boca e, em vez de sotaque escocês, ouve-se vozes conhecidas da Sessão Tarde. “Ishto rasshga… a alma”! “Outlaw King” vai abrir o Festival de Toronto, mas aqui tem marketing de telefilme. Equívoco? Talvez redefinição de público-alvo. Ao buscar atrair a classe D, a Netflix não parece preocupada em alienar os assinantes atuais. Já vimos esse filme antes na TV paga, quando as séries deixaram de ser legendadas para ganhar exibição dublada. Para, daí, serem oferecidas novamente com legendas em canais premium, com assinatura mais cara, elitizando o serviço que antes estava no pacote básico. Se é para ser mais acessível, então porque a tradução não foi além e batizou o rei da Escócia Robert the Bruce como Roberto I, como é conhecido no Brasil? Para não confundir com o outro Rei Roberto, o Carlos? Detalhes tão pequenos, mas que revelam muito sobre as motivações nada educativas por trás da opção da Netflix pela popularização. O filme que originalmente se chama “Outlaw King” é ambientado no começo do século 14 e traz o ator Chris Pine (“Mulher-Maravilha”) como Robert The Bruce, que após ser coroado Rei dos Escoceses enfrenta um invasão surpresa do Rei Edward (ou Eduardo I) da Inglaterra, responsável por ocupar a Escócia e declarar Robert um rei fora-da-lei – daí o título original. Considerado o maior guerreiro de sua época, Robert lutou bravamente contra os invasores e, após derrotas iniciais, conseguiu unir os escoceses e libertar o país, tornando a Escócia uma nação independente e originando a primeira declaração de direitos universais, que inspirou a Revolução Francesa. Historiadores afirmam que sem Robert The Bruce não existiria a Escócia, pois o país teria sido absorvido pela Inglaterra. Sua vitória, numa longa campanha que se estendeu até a morte do Rei Edward, foi tão definitiva e uniu tanto o povo do país que a Escócia nunca mais foi conquistada. Não é à toa que ele é considerado um dos maiores heróis da história escocesa. Apesar disso, há poucos filmes sobre o rei. Um dos mais famosos foi o blockbuster “Coração Valente” (1995), em que ele apareceu de forma coadjuvante, interpretado por Angus Macfadyen. Lançado no ano seguinte, “The Bruce” tem maior relevância, por ser uma produção britânica focada no mesmo recorte histórico do filme da Netflix. “Outlaw King” marca o reencontro de Chris Pine com o diretor David Mackenzie, que é escocês e dirigiu o ator no premiado thriller “A Qualquer Custo” (2016). O elenco também inclui Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”), Florence Pugh (“Lady Macbeth”), Callan Mulvey (“Capitão América 2: O Soldado Invernal”) e Billy Howle (“Dunkirk”). A primeira exibição está marcada para 6 de setembro no Canadá, no evento de gala da abertura do Festival de Toronto, e a estreia em streaming só vai acontecer dois meses depois, em 9 de novembro. O filme também deve ser exibido em circuito limitado nos cinemas dos Estados Unidos, para cumprir regra de classificação ao Oscar.

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  • Etc

    Asia Argento, acusadora de Harvey Weinstein, teria abusado de ator adolescente de Star Trek

    20 de agosto de 2018 /

    A atriz italiana Asia Argento se viu do outro lado de acusações de abuso sexual. Uma das primeiras a denunciar Harvey Weinstein por estupro, ela se tornou porta-voz importante do movimento #MeToo, mas logo depois aceitou pagar US$ 380 mil a um ator adolescente, para não ser processada pelo mesmo motivo, apurou o jornal The New York Times. O pagamento foi feito ao ator Jimmy Bennett, que tinha 17 anos quando foi agredido sexualmente por Argento em 2013 em um hotel da Califórnia, segundo o jornal, que cita documentos de uma fonte não identificada. Ele ficou conhecido ao interpretar a versão adolescente do futuro Capitão James Kirk no filme “Star Trek” de 2009, mas antes disso, em 2004, aos 8 anos, viveu o filho da atriz no segundo longa que ela dirigiu, “Maldito Coração”, quando os dois desenvolveram uma relação de amizade. Segundo os documentados obtidos pelo jornal, os advogados de Bennett descreveram o encontro no hotel como uma “agressão sexual” traumática para seu cliente e pediram uma indenização de US$ 3,8 milhões por considerarem que a atriz “infligiu de forma intencional um sofrimento emocional e perdas de salário após uma agressão sexual”. Jimmy teria encontrado Asia em um hotel em Marina Del Rey (Califórnia) em maio de 2013 e ela teria lhe dado álcool, beijado-o e o levado para a cama, para fazer sexo oral. Há imagens de ambos no hotel no Instagram de Asia, que datam da época documentada. Veja uma delas abaixo, em que ela se refere ao rapaz como “meu filho, meu amor”. Em outra, ela diz que é o “dia mais feliz da minha vida, reunião com Jimmy Bennett”. Os advogados de Bennett informaram que existe outra foto, em que os dois aparecem seminus na cama do hotel. As condições do acordo com Bennet, que incluíam um calendário de pagamentos, foram finalizadas em abril deste ano, de acordo com os documentos consultados pelo jornal. Na documentação, a advogada da atriz, Carrie Goldberg, chama o pagamento de “ajuda a Bennet”. Em um email da advogada, ela resume o caso para Argento: “Bennett pode falar com outras pessoas contra você. Mas, com nosso acordo, ele não pode te processar. Nem postar a foto de vocês dois. Ele não pode te incomodar com pedidos de dinheiro, ameaçar ou processar – contanto que você cumpra suas obrigações no acordo.” A ameaça de denúncia de Bennet foi feita um mês depois das acusações de Asia Argento contra Harvey Weinstein se tornarem públicas. O advogado do jovem indicou que seu cliente recordou o episódio quando viu a atriz apresentar-se como uma vítima de agressão sexual, afirma o jornal. Nos cinco anos em que atuou antes do encontro com Argento, Bennett faturava cerca de US$ 2,7 milhões. Mas desde o alegado abuso sexual, o seu rendimento baixou para aproximadamente US$ 60 mil por ano. O advogado de Bennett imputava esta queda ao trauma causado pelo abuso da atriz. Asia Argento se tornou uma das vozes mais poderosas do movimento #MeToo depois de acusar Weinstein de estupro em um hotel durante o Festival de Cannes de 1997, quando ela tinha 21 anos. Na cerimônia de encerramento do Festival de Cannes deste ano, a atriz afirmou ao público: “As coisas mudaram. Não vamos permitir que vocês se livrem disso”. Em sua reportagem, o New York Times afirma que tentou diversas vezes, sem sucesso, obter um comentário de Asia Argento ou de seus representantes sobre o assunto. Recentemente, a atriz enfrentou ataques pessoais nas redes sociais por conta de rumores de que teria sido a causa do suicídio do namorado, o famoso chef Anthony Bourdain. My son my love until I will live @jimmymbennett marina del rey 05.2013 Uma publicação compartilhada por asiaargento (@asiaargento) em 9 de Mai, 2013 às 2:29 PDT

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  • Série

    Elenco comemora final das gravações da 2ª temporada de Big Little Lies

    19 de agosto de 2018 /

    As atrizes Reese Witherspoon, Nicole Kidman e Laura Dern foram ao Instagram neste fim de semana para comemorar o fim das gravações da 2ª temporada de “Big Little Lies”. “Que jornada bonita foi essa, com minhas cinco irmãs de Monterey e nossa equipe apaixonada e dedicada”, resumiu Kidman. “Fazer a 2ª temporada foi ainda mais excitante que a anterior. Mal posso esperar para que vocês todos possam ver”, acrescentou Witherspoon. As duas, por sinal, são produtoras da atração. Kidman ainda agradeceu à Meryl Streep “por acreditar em nós”. A atriz recordista em indicações ao Oscar foi a principal adição ao elenco da nova temporada, como intérprete da mãe do personagem de Alexander Skarsgård. Todos os integrantes do elenco original também estarão de volta na continuação da história – e rumores afirmam que as atrizes principais receberam verdadeiras fortunas para retornar. Fora estes detalhes, pouco se sabe sobre a nova temporada de “Big Little Lies”, que contará uma trama original de David E. Kelley (“Mr. Mercedes”), criador da série, já que toda a história do livro homônimo de Liane Moriarty foi contada nos episódios passados. Além disso, houve uma troca no comando das gravações. A série não será mais dirigida pelo canadense Jean-Marc Vallée (“Clube de Compra Dallas”), responsável pelos sete episódios da produção original. Ele continua participando como produtor, mas os novos capítulos foram todos rodados pela inglesa Andrea Arnold (“Docinho da América”), que ganhou homenagem especial de Laura Dern em sua mensagem no Instagram. O canal pago HBO ainda não anunciou a data de estreia da 2ª temporada. That’s a wrap on #BigLittleLies Season 2 filming! What a beautiful journey this has been with my Monterey 5 sisters and our passionate dedicated crew. Thank you HBO for the amazing opportunity and thank you Andrea Arnold for being our fearless leader, and of course the one and only Meryl Streep for believing in us. I love you all. xx Uma publicação compartilhada por Nicole Kidman (@nicolekidman) em 17 de Ago, 2018 às 1:52 PDT Andrea Arnold. Wrapping our Big Little Lies journey today. Loving you and my tribe of sisters. @nicolekidman @reesewitherspoon @zoeisabellakravitz @shailenewoodley #merylstreep #BLL Uma publicação compartilhada por @ lauradern em 17 de Ago, 2018 às 2:22 PDT Feeling so grateful to my #BigLittleLies family on our last day of shooting Season 2! ? You have all inspired me, supported me, made me laugh & cry. Making the second season even more exciting than the last (I can’t wait for y’all to see it!!) Thank you @HBO and our amazing Director Andrea Arnold! Big love to my sisters @nicolekidman @lauradern @shailenewoodley @zoeisabellakravitz and #MerylStreep. ❤️❤️❤️ Uma publicação compartilhada por Reese Witherspoon (@reesewitherspoon) em 17 de Ago, 2018 às 5:31 PDT

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  • Filme

    James McAvoy se machuca enfrentando Pennywise nas filmagens da continuação de It: A Coisa

    19 de agosto de 2018 /

    James McAvoy parece ter se acostumado a filmar numa cadeira de rodas após viver Charles Xavier nos filmes dos “X-Men”. Ele machucou as pernas durante as filmagens de “It: A Coisa – Parte 2” e está fazendo tratamento para retomar o trabalho. O intérprete da versão adulta de Bill Denbrough (vivido por Jaeden Lieberher no primeiro filme), revelou o “ferimento de guerra” aos seguidores das redes sociais, contando que estirou os músculos das coxas durante uma “luta” com o palhaço do mal. “Amando essa compressa fria. Destendi as coxas lutando com Pennywise”, escreveu como legenda de uma imagem de seu tratamento, usando ainda as hashtags #oldman (“homem velho) e #gonnatakehimdowntoclowntown (algo como “vou fazê-lo rolar para a cidade dos palhaços”). Pouco tempo depois, ele trocou o post por uma atualização. “Com o índice de preocupação pública abaixo do esperado, à exceção de estranhos comentários em um par de tabloides de celebridades, gostaria de dizer que estou muito bem. Pennywise, fique esperto”, completou, repetindo as hashtags e acrescendo outras, como #40yearoldclownfighter (“lutador de palhaços de 40 anos”). A continuação vai mostrar as versões adultas do Clube dos Perdedores, mas atores mirins aparecerão em flashbacks. O diretor Andy Muschietti também retorna, assim como Bill Skarsgard, no papel do palhaço Pennywise. A estreia está prevista para setembro de 2019. #UPDATE . In the wake of underwhelming public concern but a couple of weirdly concerned internet celeb sites I’d like to let you all know that I’m Doing just fine. Slight double thigh strain,caught it early,no worries. Pennywise look out . #pennywiseburgersandfries ? ? ? #40yearoldclownfighter Love a Compresse Froide . Pulled my thighs fighting pennywise… #oldman #gonnatakehimdowntoclowntown #itmovie? #it2 #pennywise Uma publicação compartilhada por James Mcavoy (@jamesmcavoyrealdeal) em 17 de Ago, 2018 às 2:59 PDT

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  • Série

    General Leia Organa vai aparecer na nova série animada de Star Wars

    19 de agosto de 2018 /

    A dubladora Rachel Butera (voz de Natasha no remake de “Alceu e Dentinho”) revelou que dará vida – literalmente – a uma famosa personagem da franquia “Star Wars” na nova série animada da franquia espacial. Ela compartilhou entre seus seguidores no Twitter que dublará a General Lea Organa, personagem que marcou a carreira da falecida atriz Carrie Fisher. A revelação foi feita após a exibição do primeiro trailer de “Star Wars Resistence”, que destacou a participação vocal de Oscar Isaac como Poe Dameron. Além do ator de “O Despertar da Força” e “Os Últimos Jedi”, a produção também contará com a voz de Gwendolyne Christie, repetindo seu papel como a vilã Phasma. “Finalmente posso anunciar que tenho a incompreensível honra de dublar o papel de Leia Organa na nova série ‘Star Wars Resistance’ em outubro deste ano”, ela escreveu em seu Twitter. A série vai se passar antes dos eventos de “Star Wars: O Despertar da Força”, mas contará com integrantes conhecidos do longa-metragem, inclusive o robô BB-8, que terá destaque na trama sobre o surgimento da Primeira Ordem. Poe Dameron será responsável por despachar o recém-nomeado espião Kaz, o protagonista da série, para o Colossus, uma gigantesca plataforma de reabastecimento de aeronaves em um planeta aquático externo, lar de alienígenas, droids e criaturas novas e coloridas. Enquanto está disfarçado, Kaz trabalha como mecânico e mora com um velho amigo de Poe, Yeager, piloto veterano que opera uma oficina de reparos numa espaçonave, que ainda inclui em sua tripulação: Tam, Neeku e seu velho androide astromecânico Bucket. Com Kaz, também vem BB-8, que o ajudará a competir em corridas espaciais perigosas, manter sua missão em segredo e evitar o perigo da Primeira Ordem. Criado por Dave Filoni, que também foi responsável por “Star Wars Rebels”, a nova série ainda inclui entre seus dubladores os atores Donald Faison (“Scrubs”), Jim Rash (“Community”), Bobby Moynihan (“Saturday Night Live”), Suzie McGrath (“East Enders”), Scott Lawrence (“Mr. Mercedes “), Myrna Velasco (“Elena de Avalor”) e Josh Brener (“Silicon Valley”). A estreia está marcada para 7 de outubro nos Estados Unidos. I can finally announce that I have the incomprehensible honor of voicing the role of Leia Organa in the new Star Wars Resistance out this October. Thank you ⁦@CESDTalent⁩ ⁦@DisneyLucasfilm⁩ @sternshow + Carrie Fisher. Sneak peak trailer here: https://t.co/4bVZW4Nvf6 — Rachel Butera (@RachelAButera) August 18, 2018

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  • Filme

    Podres de Ricos surfa na onda da diversidade para ultrapassar Megatubarão nas bilheterias norte-americanas

    19 de agosto de 2018 /

    Diversidade está em alta e patriotismo intervencionista em baixa neste fim de semana nos cinemas norte-americanos. Mostrando que Hollywood só tem a ganhar ao dar mais espaço para minorias, “Podres de Ricos” estreou em 1ª lugar nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá. O filme é uma bobagem, uma comédia romântica de gente rica, ao estilo das novelas mexicanas e da Globo, baseada num best-seller popularzão. Mas a minoria que embasa seu sucesso não são os 10% mais ricos: o elenco da produção é totalmente composto por atores de descendência asiática. Isto não acontecia num filme americano há 25 anos, desde “O Clube da Felicidade e da Sorte” (1993). O longa dirigido por Jon M. Chu (“Truque de Mestre: O 2º Ato”) faturou US$ 25,2m (milhões) no fim de semana. E como teve lançamento antecipado na quarta-feira (15/8), já soma 34m na América do Norte. Não chega a ser um fenômeno, como os super-heróis da diversidade “Mulher-Maravilha” e “Pantera Negra”, mas é um desempenho muito bom para seu nicho e orçamento. Vale lembrar que a última comédia romântica a fazer mais de US$ 20m em sua estreia foi “Descompensada” em julho de 2015 – abriu com US$ 30,1m. O lançamento também contou com boa vontade da crítica, que deu 92% de aprovação para uma história que não teria tanta repercussão se fosse estrelada por brancos – afinal, qual a graça de ver gente branca, bonita e rica encontrando o amor e o final feliz, quer dizer, após mil filmes disso? “Este é um filme culturalmente significativo, ponto”, disse o chefe de distribuição da Warner, Jeff Goldstein, para o site da revista The Hollywood Reporter, faturando o discurso de inclusão. “Isso mostra a todos nós que precisamos olhar para fora da caixinha”. “Podres de Ricos” custou só US$ 30m de produção e deve faturar alto quando chegar na Ásia na próxima semana. No Brasil, porém, a estreia só deve acontecer em novembro, quando já tiver saído de cartaz na maioria dos demais países. O romance asiático-hollywoodiano derrubou “Megatubarão” para o 2º lugar no ranking norte-americano. O filme do bicho boca-aberta fez mais US$ 21,1m e chegou a US$ 83,7m em duas semanas no mercado doméstico. Mas o total mundial já está em US$ 314,1m, para fechar a boca de quem profetizou seu fracasso. Foram US$ 117,2m apenas na China, onde o longa desfruta de seu maior êxito comercial. Por falar em fracasso, a bilheteria de “22 Milhas” é um aviso bastante claro para o diretor Peter Berg e o ator Mark Wahlberg. É o quarto filme consecutivo que os dois fazem juntos, todos com a valorização de patriotas da classe trabalhadora e cada um rendendo menos que o anterior. Este mais recente tem a ver com o primeiro, “O Grande Herói”, de 2013, mas também com um filme anterior do diretor, “O Reino”, de 2007, ao fazer a apologia do intervencionismo americano no exterior. A trama, inclusive, se passa num país inventado para não ofender sensibilidades, já que é francamente ofensiva em sua valorização do “grande herói” americano encarnado por Wahlberg. Foi eviscerado pela crítica, com apenas 20% de aprovação no site Rotten Tomatoes, e rendeu meros US$ 13,6m em seu lançamento nos cinemas, a pior abertura ampla nos 20 anos da carreira cinematográfica do diretor Peter Berg. A estreia no Brasil está marcada para 20 de setembro. E Berg já está filmando seu quinto filme consecutivo com Wahlberg… A terceira estreia ampla da semana também se deu mal. A aventura pré-histórica “Alfa”, que conta uma espécie de fábula da domesticação do primeiro lobo, abriu com US$ 10,5 milhões, virtualmente empatado com “Missão: Impossível – Efeito Fallout”. Por sinal, o longa de ação de Tom Cruise ultrapassou uma marca importante em sua quarta semana, superando os US$ 500m mundiais. E com um detalhe significativo: o filme ainda não estreou na China. Já “Alfa” chega em 9 de setembro no Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 25,2m Total EUA e Canadá: 34m Total Mundo: US$ 34,7m 2. Megatubarão Fim de semana: US$ 21,1m Total EUA e Canadá: US$ 83,7m Total Mundo: US$ 314,1m 3. 22 Milhas Fim de semana: US$ 13,6m Total EUA e Canadá: US$ 13,6m Total Mundo: US$ 14,1m 4. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 10,5m Total EUA e Canadá: US$ 180,7m Total Mundo: US$ 501,4m 5. Alfa Fim de semana: US$ 10,5m Total EUA e Canadá: US$ 10,5m Total Mundo: US$ 10,5m 6. Christopher Robin Fim de semana: US$ 8,8m Total EUA e Canadá: US$ 66,8m Total Mundo: US$ 89,6m 7. Infiltrado na Klan Fim de semana: US$ 7m Total EUA e Canadá: US$ 23m Total Mundo: US$ 24,9m 8. Slender Man Fim de semana: US$ 4,9m Total EUA e Canadá: US$ 20,7m Total Mundo: US$ 21,1m 9. Hotel Transilvânia 3 Fim de semana: US$ 3,6m Total EUA e Canadá: US$ 153,8m Total Mundo: US$ 425,9n 10. Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo Fim de semana: US$ 3,3m Total EUA e Canadá: US$ 111,2m Total Mundo: US$ 319m

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