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    Rose McGowan ataca Meryl Streep, Hillary Clinton, Hollywood e a “mentira” do Time’s Up

    8 de outubro de 2018 /

    A atriz Rose McGowan deu uma entrevista bomba à revista dominical do jornal britânico The Times, que ficou ainda mais explosiva com distorções do entrevistador replicadas pela mídia mundial. Mostrando rancor, ela atacou a iniciativa Time’s Up, criada por um grupo de personalidades femininas para apoiar vítimas de abuso e lutar por maiores oportunidades e igualdade salarial para as mulheres. O motivo, aparentemente, é o fato de o Time’s Up não tratar a atriz como a líder que ela acredita ser. “Eu acho que elas [os membros do Time’s Up] são umas cretinas”, comentou. “Elas não são campeãs, são perdedoras. Eu não gosto delas. Como você explica o fato de que ganhei um prêmio de ‘homem do ano’ da GQ, mas nenhum grupo de mulheres ou revista de mulheres me apoiou?”. A atriz, conhecida pela série “Charmed” e filmes como “Pânico” e “Planeta Terror”, ainda reclamou que não é convidada para os “almoços e eventos” do grupo. “Honestamente, eu nem quero ir. É tudo a m**** de uma mentira. É uma mentira que faz com que eles se sintam melhor”, disse. McGowan caracterizou como “quase impossível” que pessoas próximas de Weinstein, como Meryl Streep e Hillary Clinton, não soubessem de seu comportamento abusivo em relação a outras mulheres. “Eu retiraria os meus anos de apoio [a Clinton] se pudesse”, comentou. “Eu a apoiei até mesmo contra Obama. Hoje em dia, se eu fosse concorrer a um cargo público, concorreria como republicana. Só para mexer com a cabeça das pessoas, só para f**** o sistema todo”. “Os apoiadores de Donald Trump estão certos em uma coisa: eles desprezam Hollywood por ser um bando de liberais falsos. Eles são mesmo”, continuou. “Eles todos vivem uma vida vazia de significado, e sabem disso. Essa é a punição deles. São infelizes”. McGowan, por fim, disse que não pretende mais atuar. A última aparição da atriz nos cinemas foi no suspense independente “O Som”, lançado no ano passado. A entrevista pode ser acusada de retratar McGowan como invejosa e de promover a tática pouco progressista de atacar outras mulheres para se valorizar. Mas ficou pior do jeito como foi complementada pelo repórter e reproduzida pelo “telefone sem fio” (wi-fi, né?) da internet. Nos textos replicados, as declarações sobre o Time’s Up sofreram mudanças de alvo, como se visassem o movimento #MeToo. A confusão costuma ser constante, mas desta vez criou frases como “o #MeToo é uma mentira”. Diante da distorção, Rose McGowan foi ao Twitter corrigir. “Eu nunca disse que #MeToo é uma mentira. Nunca”, ela esclareceu. “Eu estava falando sobre Hollywood e Time’s Up, não #MeToo”. Expressando sua frustração, ela acrescentou: “Ugh. Estou de saco muito cheio com erros sensacionalistas. #MeToo é sobre sobreviventes e suas experiências, que não podem ser tiradas.” Ela postou dois vídeos no Twitter para esclarecer suas ideias. “#MeToo é importante, é honesto e é a nossa experiência. Não é mentira”, disse ela. “Por alguma razão, há pessoas na mídia que tentam derrubá-lo, mas eu digo que é forte. Novamente, é simplesmente a nossa experiência compartilhada. É isso que é o #MeToo. E é lindo. Como nós somos.” Apesar de se dizer sempre má-interpretada, na semana passada Rose McGowan foi ao Twitter pedir desculpas por atacar sua ex-amiga Asia Argento e espalhar mentiras sobre a polêmica que cerca a outra expoente do #MeToo. Por confiar em Rose McGowan e na namorada dela, Asia teve mensagens de texto privadas expostas nas redes sociais e foi acusada de pedófila por McGowan, que levou duas semanas para pedir desculpas por ter confundido informações. A acusação de McGowan fez Asia ser demitida do programa de calouros musicais “X-Factor” da Itália. pic.twitter.com/dfvWKJrmKl — rose mcgowan (@rosemcgowan) October 8, 2018

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  • Série

    Claire vira presidente odiada no trailer legendado da última temporada de House of Cards

    8 de outubro de 2018 /

    A Netflix divulgou um novo trailer legendado da 6ª e última temporada de “House of Cards”, que mostra Claire Underwood (Robin Wright) como presidente dos Estados Unidos. Ela aparece fazendo inimigos entre todos os antigos apoiadores de seu ex-marido, após a morte de Frank Underwood (personagem de Kevin Spacey). Este súbito empoderamento desagrada de adversários a aliados políticos, que cobram compromissos assumidos por Frank, alimentam ódio na mídia e ameaçam com forte retaliação. A reviravolta na trama aconteceu em decorrência de eventos da vida real. Kevin Spacey caiu em desgraça e foi demitido da atração após uma denúncia do colega Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) e de atores que trabalharam no teatro Old Vic, de Londres, quando ele dirigiu o estabelecimento, que revelaram assédios em série. Isto encorajou pelo menos oito pessoas da produção de “House of Cards”, segundo reportagem do canal de notícias CNN, a confirmarem abusos de Spacey nos bastidores da série premiada. Diante disso, houve a decisão de cancelar a série, mas após negociações ficou estabelecido que ela teria uma última temporada, com Robin Wright à frente do elenco. A temporada final acabou reduzida, com apenas oito capítulos, cinco a menos que nas temporadas anteriores. Além disso, os episódios foram reescritos, mudando o foco da narrativa para a personagem de Wright e dando um fim no protagonista original. As mudanças também incluem novidades do elenco. Greg Kinnear (“Pequena Miss Sunshine”), Diane Lane (“Batman vs Superman”) e Cody Fern (revelação de “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story”) entraram na trama como uma poderosa família de empresários, cuja ambição se provará uma pedra no caminho da agora presidente Claire Underwood. Os novos episódios estreiam em 2 de novembro na Netflix.

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  • Série

    The Magicians: Cena inédita revela missão impossível e data de estreia da 4ª temporada

    7 de outubro de 2018 /

    O canal pago americano SyFy divulgou uma prévia da 4ª temporada de “The Magicians”, que mostra como Margo (Summer Bishil) recebe a missão de “consertar” os eventos passados, mesmo que não lembre de nada, já que, como todos os protagonistas, teve suas memórias apagadas e assumiu uma vida diferente, sem lembrar que um dia foi uma rainha com poderes mágicos. Exibido na New York Comic Con, o vídeo também revela a data de estreia dos novos episódios. Baseada na franquia de livros de fantasia de Lev Grossman, publicada no Brasil como “Os Magos”, a série desenvolvida por Sera Gamble (ex-produtora e roteirista de “Supernatural”) e John McNamara (criador da série “Fastlane”) estreia seus novos episódios em 23 de janeiro.

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  • Série

    Deadly Class: Série dos diretores de Vingadores ganha trailer focado nos anos 1980

    7 de outubro de 2018 /

    O canal pago americano SyFy divulgou cinco fotos e um novo trailer de “Deadly Class”, série baseada em quadrinhos que tem produção de ninguém menos que os irmãos Russo, diretores de “Vingadores: Guerra Infinita”. A prévia, por sinal, destaca um integrante daquele filme, Benedict Wong (o Wong de “Doutor Estranho”), como um dos protagonistas. E também informa a data de estreia da atração. Mas o que chama mais atenção no vídeo é a forma escolhida para situar a trama nos anos 1980, com a campanha “Just Say No”, da primeira dama Nancy Reagan, e os acordes punks de “Too Young to Die”, da banda californiana Agent Orange. A série vai acompanhar os alunos de uma escola de Ensino Médio para assassinos em 1987. O elenco de delinquentes traz Lana Condor (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), Liam James (“O Verão da Minha Vida”), Taylor Hickson (“Deadpool”), Benjamin Wadsworth (visto num episódio de “Teen Wolf”), Luke Tennie (“Shock and Awe”), Michel Duval (série “Queen of the South”) e a cantora venezuelana María Gabriela de Faría (“Eu Sou Franky”), além dos adultos Erica Cerra (“Power Rangers”), Ryan Robbins (“Warcraft”) e o roqueiro Henry Rollins (série “Z Nation”). O próprio criador dos quadrinhos da Image Comics, Rick Remender, assina o roteiro do piloto em parceria com Miles Orion Feldsott (“American Koko”). Já a direção da estreia está a cargo do cineasta Lee Toland Krieger (de “A Incrível História de Adaline”). Com estreia marcada para 16 de janeiro, “Deadly Class” marca uma tendência cada vez mais forte no SyFy, que tem priorizado atrações baseadas em quadrinhos – como “Krypton”, “Wynonna Earp” e “Happy!”.

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  • Música

    Eleitores de Bolsonaro ajudam novo clipe de Pabllo Vittar a disparar em visualizações no YouTube

    7 de outubro de 2018 /

    Pabllo Vittar virou alvo de bolsonaristas por conta da estreia de seu clipe novo, “Disk Me”. Eleitores do candidato da extrema direita à Presidente do Brasil organizaram uma campanha nas redes sociais para dar dislike no vídeo e, assim, passar a impressão de rejeição ao trabalho da artista. Os mutirões são incentivados em grupos fechados no Facebook. Uma das mensagens disseminadas nas redes diz: “Cadê a família bolsonariano reunindo para dar dislike nesse lixo que está em #2 em alta no Youtube? Porque é o último dele no Brasil. Amanhã ele já vai para a Cuba. Acesse o link e deixe seu dislike. Vamos aumentar esse lixo de dislike”. Veja abaixo. A ordem está sendo seguida com rigor militar. Em poucas horas, o clipe de “Disk Me” atingiu mais de 80 mil dislikes. Mas isso não se compara às reações positivas, com mais de 220 mil likes. Mas além de causar indignação em muitos artistas – Preta Gil que fez questão de demonstrar seu sentimento em um único comentário: “Nojo!” – , a campanha negativa está, na verdade, sendo muito boa para o clipe. Para dar dislike, os bolsonaristas precisam entrar na página do YouTube de Vittar, o que conta como uma nova visualização. Assim, o clipe lançado na sexta (5/10) já foi visto mais de 5,6 milhões de vezes. Com a ajuda de Bolsonaro, tornou-se um dos maiores sucessos de artistas brasileiros no YouTube em 2018.

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  • Etc

    Will Smith realiza o sonho de conhecer Pelé

    7 de outubro de 2018 /

    Will Smith realizou um antigo sonho e conheceu Pelé. Ambos se encontraram longe de seus países natais, em Nova Déli, na Índia, na última sexta-feira (5/10), quando foram participar de um evento sobre mudanças sociais. Segundo a Folha de S. Paulo, Will Smith aproveitou e pediu para conhecer o ex-jogador, perguntando se Pelé o receberia. Eles marcaram um jantar e Will saiu do encontro feliz da vida, com uma camisa da seleção brasileira autografada. O ator confirmou que “foi um sonho” conhecer o lendário jogador. Os dois posaram para algumas fotos, registrando o momento em que Pelé escreveu sua dedicatória: “To Will with love do amigo Pelé” (Para o Will, com amor, do amigo Pelé). “Vou enquadrar e colocar na minha casa ao lado do autógrafo do Mohammed Ali e do Michael Jordan”, disse o astro americano, que participou da gravação da música oficial da última Copa do Mundo de Futebol.

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  • Filme

    Venom bate recorde de bilheteria em sua estreia na América do Norte

    7 de outubro de 2018 /

    Mantendo a tradição de sucesso das adaptações da Marvel, a estreia de “Venom” bateu o recorde de maior arrecadação do mês de outubro na América do Norte com US$ 80 milhões no fim de semana. O ótimo desempenho comprovou o acerto da estratégia da Sony, que embargou as críticas do filme até a véspera da exibição, impulsionando a pré-venda de seus ingressos. Com isso, “Venom” nem sentiu o impacto das avaliações negativas, que oscilaram de 28% a 31% no Rotten Tomatoes, entre quinta e domingo (7/10), e chegou a superar a abertura deste ano de “Homem-Formiga e a Vespa” (US$ 75 milhões), da própria Marvel. O mercado internacional também deu ótimo retorno, elevando o total mundial para US$ 205,2 milhões. São valores que incentivam o investimento na criação de um universo cinematográfico com os coadjuvantes dos quadrinhos do Homem-Aranha. Mas a cautela sugere esperar um pouco mais, pelo resultado da segunda semana, após o boca-a-boca se encontrar com as críticas duras, para avaliar se o entusiasmo do público persiste e o que se faz necessário para avançar nos planos. Em 2ª lugar, “Nasce uma Estrela” vendeu mais ingressos que o esperado, faturando US$ 41,2 milhões. O filme custou só US$ 40 milhões para ser produzido (40% do investimento em “Venom”) e tinha censura elevada (“R”, para maiores de 17 anos), por isso seu desempenho foi considerado um enorme sucesso e comemorado pela Warner como se tivesse aberto no topo das bilheterias. Primeiro longa dirigido por Bradley Cooper e estrelado por Lady Gaga, “Nasce uma Estrela” também conquistou a crítica, com 91% de aprovação. A estreia no Brasil está marcada para a próxima quinta-feira (11/10). Entre os lançamentos limitados, ainda chamou atenção o interesse gerado por “O Ódio que Você Semeia”, cuja roteirista morreu na quinta-feira (4/10). Lançado em apenas 36 salas, fez US$ 500 mil e abriu em 13º lugar, faturando mais por sala que “Nasce uma Estrela”. O filme também se tornou o mais bem-avaliado da semana, com 96% no Rotten Tomatoes. Chega no Brasil em 6 de dezembro. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Venom Fim de semana: US$ 80m Total EUA e Canadá: 80m Total Mundo: US$ 205,2m 2. Nasce uma Estrela Fim de semana: US$ 41,2m Total EUA e Canadá: US$ 41,2m Total Mundo: US$ 56,6m 3. PéPequeno Fim de semana: US$ 14,9m Total EUA e Canadá: US$ 42,7m Total Mundo: US$ 75,2m 4. Operação Supletivo – Agora Vai! Fim de semana: US$ 12,2m Total EUA e Canadá: US$ 46,7m Total Mundo: US$ 58,7m 5. O Mistério do Relógio na Parede Fim de semana: US$ 7,2m Total EUA e Canadá: US$ 55m Total Mundo: US$ 79,3m 6. Um Pequeno Favor Fim de semana: US$ 3,4m Total EUA e Canadá: US$ 49m Total Mundo: US$ 76,4m 7. A Freira Fim de semana: US$ 2,6m Total EUA e Canadá: US$ 113,3m Total Mundo: US$ 346,6m 8. O Parque do Inferno Fim de semana: US$ 2m Total EUA e Canadá: US$ 8,8m Total Mundo: US$ 9,5m 9. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 2m Total EUA e Canadá: US$ 169,1m Total Mundo: US$ 225,9m 10. O Predador Fim de semana: US$ 900 mil Total EUA e Canadá: US$ 49,9m Total Mundo: US$ 123,3m

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    Scott Wilson (1942 – 2018)

    7 de outubro de 2018 /

    Morreu o ator Scott Wilson, que interpretou o personagem Hershel Greene na série “The Walking Dead”. Ele tinha leucemia e faleceu em sua residência no sábado (6/10), em Los Angeles, aos 76 anos. Embora seja mais lembrado pela série de zumbis, Wilson teve uma longa carreira cinematográfica, iniciada em 1967 como coadjuvante no clássico “No Calor da Noite” (1967), que venceu o Oscar de Melhor Filme. E já em segundo trabalho se tornou protagonista, interpretando o assassino Dick Hickock em “A Sangue Frio” (1967), adaptação da famosa obra de Truman Capote, baseada em fatos reais. O diretor Richard Brooks apostou no desconhecido jovem ator de 24 anos porque ele era fisicamente semelhante com Hickock. “Todos os atores de Hollywood queriam esses papéis, incluindo [Paul] Newman e [Steve] McQueen”, Wilson recordou em uma entrevista em 1996 ao Los Angeles Times. “Brooks contratou dois ‘desconhecidos’ [o outro foi Robert Blake, o futuro ‘Baretta’], e ele queria que fossem ‘assassinos’ que ele, de alguma forma, encontrou.” Brooks montou uma exibição privada para Wilson e Blake depois que as filmagens foram concluídas, e “depois de ver o filme, eu fui ao banheiro e vomitei”, ele disse em uma entrevista de 2017. “Percebi o que acabara de ver. Fiz parte de algo que resistiria por um período de tempo, um clássico.” Este começo empolgante de carreira o levou a trabalhar com vários cineastas importantes, como Sydney Pollack (“A Defesa do Castelo”, 1969), John Frankenheimer (“Os Paraquedistas Estão Chegando”, 1969), Robert Aldrich (“Resgate de uma Vida”, 1971), Richard Fleischer (“Os Novos Centuriões”, 1972), Richard C. Sarafian (“Quando o Ódio Explode”, 1973), etc., além de levá-lo à primeira versão de “O Grande Gatsby” (1974), estrelada por Robert Redford. Entretanto, seu talento demorou a ser reconhecido, o que só aconteceu no terror “A Nona Configuração” (1980), de William Peter Blatty (o autor de “O Exorcista”), pelo qual foi indicado ao Globo de Ouro de Melhor Ator Coadjuvante. Wilson ainda apareceu em “Os Eleitos: Onde o Futuro Começa” (1983), de Philip Kauffman, no thriller “Um Rosto sem Passado” (1989), de Walter Hill, e no western “Jovem Demais para Morrer” (1990), de Geoff Murphy, antes de voltar a se reunir com Blatty em “O Exorcista III” (1990). A variedade de sua filmografia também incluiu os dramas “Os Últimos Passos de um Homem” (1995), de Tim Robbins, “Até o Limite da Honra” (1997), de Ridley Scott, e as estreias de três cineastas importantes: Christopher McQuarrie (“A Sangue Frio”, 2000), Patty Jenkins (“Monster: Desejo Assassino”, 2003) e o sul-coreano Bong Joon Ho (“O Hospedeiro”, 2006). Seu envolvimento com a televisão começou com um papel recorrente em “CSI”, que o fez aparecer em nove episódios da série, entre 2001 e 2006, mas foi seu desempenho como o fazendeiro Hershel Greene, ao longo de três temporadas de “The Walking Dead”, que conquistou a maior quantidade de fãs de sua carreira. O mais curioso é que o ator nunca fez teste para o papel. “Meu empresário ligou e disse que queriam que eu fizesse dois ou três episódios”, ele contou à revista The Hollywood Reporter. “Eu perguntei do que se tratava e ele disse zumbis. Eu respondi: ‘Me dê uma boa notícia’.” Depois de assistir a 1ª temporada, Wilson acabou topando. “Eu ainda não tinha feito muita TV na época, só ‘CSI’, como o pai de Marg Helgenberger, e achei muito interessante trabalhar em ‘The Walking Dead’, porque nunca tinha interpretado o mesmo personagem por tanto tempo, o que é muito diferente de fazer uma peça ou filme”. Um dos principais aliados do protagonista Rick Grimes (Andrew Lincoln) na série de zumbis, Hershel foi apresentado aos telespectadores na 2ª temporada, como o fazendeiro que salva a vida do jovem Carl (Chandler Riggs) e acolhe os sobreviventes originais em sua propriedade. Pai das personagens Maggie (Lauren Cohan) e Beth (Emily Kinney), Hershel seria eliminado logo em seguida, mas o personagem agradou e logo se estabeleceu como a voz da sabedoria que guiava a série. Ele acabou sobrevivendo por três temporadas, mas sua despedida chocou o público no quarto ano da produção, quando foi brutalmente assassinado pelo Governador (David Morrissey), um dos grandes vilões de “The Walking Dead”. Após o sucesso de sua passagem pelo apocalipse zumbi, Wilson integrou novas séries: “Bosch”, “Damien” e “The OA”. E ainda voltou ao cinema, integrando o western “Hostis” (2017), de Scott Cooper, ao lado de Christian Bale. Durante a New York Comic Con neste fim de semana, a showrunner de “The Walking Dead” Angela Kang revelou que o ator ainda poderá ser visto pelos fãs na série. Ele deixou gravadas suas últimas cenas na 9ª temporada, em que personagens do passado retornam para a despedida de Rick. A participação também foi a despedida de sua carreira.

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    Trailer da 2ª temporada de Star Trek: Discovery revela o jovem Spock

    7 de outubro de 2018 /

    A plataforma CBS All Access divulgou o pôster, fotos e o trailer da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”. Repleto de ação e efeitos visuais, o vídeo mostra muitas novidades, mas nenhuma maior que a aparição do jovem Spock. Ele surge barbudo por breves segundos ao final da prévia, interpretado por Ethan Peck (série “10 Coisas que Eu Odeio em Você”), neto do grande ator Gregory Peck, vencedor do Oscar por “O Sol É para Todos” (1962). Outro destaque da prévia é o novo capitão da Discovery, Christopher Pike, que também é um personagem clássico de “Star Trek” – foi o capitão da Enterprise no primeiro piloto da série, antes de James Kirk, e sua história foi integrada na cronologia oficial em 1966. Ele é interpretado por Anson Mount (o Raio Negro na série dos Inumanos) e vem acompanhado de outra personagem da sua Enterprise, a primeira oficial conhecida como Número 1, que é vivida por Rebecca Romijn (a Mística da trilogia original dos “X-Men”). Os novos episódios vão começar justamente com o encontro entre as naves Discovery e Enterprise (a versão do piloto de 1964), conforme o gancho deixado no final do último capítulo do ano inaugural. Para completar, há o retorno de Philippa Georgiou, a personagem de Michelle Yeoh, foragida da dimensão Espelho, que mais uma vez cruza o caminho da tripulação da Discovery. A 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” também ganhou data de estreia: 17 de janeiro. No Brasil, ela é disponibilizada pela Netflix.

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    The Boys: Primeiro teaser da série destaca o glamour dos super-heróis

    7 de outubro de 2018 /

    A Amazon divulgou um banner e o primeiro teaser da série “The Boys”, baseada nos quadrinhos adultos de super-heróis que têm o mesmo nome. O vídeo é uma propaganda da agência que cuida da carreira dos 7, a versão distorcida da Liga da Justiça da série, destacando o glamour e a fama que acompanham as boas ações dos super-heróis. Mas quando o comercial termina, o ponto de vista muda para mostrar os Boys do título apontando seus dedos do meio para a televisão. Um detalhe interessante dessa aparição final dos Boys é que ela recria uma arte dos quadrinhos. Compare abaixo. Baseada nos quadrinhos homônimos de Garth Ennis, o autor de “Preacher”, “The Boys” vai acompanhar um grupo de vigilantes, que tem missão de investigar as atividades clandestinas dos super-heróis para a CIA. O motivo é que, a grosso modo, pessoas comuns se transformam em babacas quando ganham super-poderes e passam a acreditar que são intocáveis. E para lidar com um monte de super-heróis metidos, o governo resolve contratar pessoas ainda mais insuportáveis, capazes de resolver problemas delicados de forma brutal. Os responsáveis pela produção são os mesmos que transformaram “Preacher” em série, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que agora se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, para desenvolver a nova atração. O elenco inclui Karl Urban (“Thor: Ragnarok”), Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), Jack Quaid (“Jogos Vorazes”), Tomer Capon (“7 Dias em Entebbe”) e Laz Alonso (“Velozes e Furiosos 4”) como os Boys – e uma girl – do título, além de Antony Starr (série “Banshee”), Chace Crawford (série “Gossip Girl”), Dominique McElligott (série “House of Cards”), Nathan Mitchell (“Scorched Earth”), Jessie T. Usher (“Independence Day: Ressurgimento”) e Erin Moriarty (série “Jessica Jones”) como super-heróis. Para completar, Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) fará participação especial como o pai do personagem de Jack Quaid. A série terá 8 episódios em sua 1ª temporada, e o capítulo inaugural será dirigido pelo cineasta Dan Trachtenberg (“Rua Cloverfield, 10”). A previsão de estreia é para 2019, em data a ser anunciada.

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    Simon Pegg entra na nova série de super-heróis The Boys

    7 de outubro de 2018 /

    O ator Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) entrou no elenco da vindoura série “The Boys”. A informação foi confirmada pelo Twitter oficial da série, junto da foto acima, que o mostra ao lado de Jack Quaid (“Jogos Vorazes”). Ele fará participação especial como o pai de Hughie, o personagem de Quaid na série. Uma curiosidade do papel é que o visual de Hughie nos quadrinhos é assumidamente inspirado em Pegg. Segunda curiosidade: ele também vai se juntar na série com Karl Urban, com quem também trabalha nos filmes de “Star Trek”. “E nossos caminhos vão se cruzar”, acrescentou Urban, no Twitter. Baseada nos quadrinhos homônimos de Garth Ennis, o autor de “Preacher”, “The Boys” vai acompanhar um grupo de vigilantes, que tem missão de investigar as atividades clandestinas dos super-heróis para a CIA. O motivo é que, a grosso modo, pessoas comuns se transformam em babacas quando ganham super-poderes e passam a acreditar que são intocáveis. E para lidar com um monte de super-heróis metidos, o governo resolve contratar pessoas ainda mais insuportáveis, capazes de resolver problemas delicados de forma brutal. Os responsáveis pela produção são os mesmos que transformaram “Preacher” em série, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que agora se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, para desenvolver a nova atração. O elenco inclui Karl Urban (“Thor: Ragnarok”), Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), Jack Quaid (“Jogos Vorazes”), Tomer Capon (“7 Dias em Entebbe”) e Laz Alonso (“Velozes e Furiosos 4”) como os Boys – e uma girl – do título, além de Antony Starr (série “Banshee”), Chace Crawford (série “Gossip Girl”), Dominique McElligott (série “House of Cards”), Nathan Mitchell (“Scorched Earth”), Jessie T. Usher (“Independence Day: Ressurgimento”) e Erin Moriarty (série “Jessica Jones”) como super-heróis. A série terá 8 episódios em sua 1ª temporada, e o capítulo inaugural será dirigido pelo cineasta Dan Trachtenberg (“Rua Cloverfield, 10”). A previsão de estreia é para 2019, em data a ser anunciada. Meet Hughie and his dad, played by @JackQuaid92 and @simonpegg in #TheBoysTV. You’re welcome. pic.twitter.com/DXfPlyamI2 — The Boys (@theboystv) October 5, 2018 For reals freeeky And our characters actually cross paths Whaaat !!!!@theboystv https://t.co/atM35LG34z — Karl Urban (@KarlUrban) October 6, 2018

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    Nightflyers: Série sci-fi do autor de Game of Thrones ganha novo trailer e data de estreia

    7 de outubro de 2018 /

    O canal pago americano Syfy divulgou um novo trailer de “Nightflyers”, série sci-fi baseada no livro de mesmo nome de George R.R. Martin (autor da franquia literária “As Crônicas de Gelo e Fogo”, que inspirou “Game of Thrones”). O vídeo explora o clima de terror espacial, com Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”) chorando sangue, enquanto explica a missão da história. Além disso, informa o período de estreia. A trama espacial se passa num futuro apocalíptico. Às vésperas da destruição do planeta Terra, uma tripulação de cientistas e um poderoso telepata embarca no veículo mais avançado da galáxia, a nave Nightflyer, para interceptar uma misteriosa fonte de sinais do espaço que pode representar uma chance de sobrevivência para a humanidade. Contudo, à medida em que a tripulação se aproxima de seu destino, descobre que a inteligência artificial da nave e seu misterioso capitão estão conduzindo-os para horrores mortais. A adaptação está a cargo do roteirista Jeff Buhler (“O Último Trem”) e o elenco também inclui Eoin Macken (série “The Night Shift”), David Ajala (“Velozes e Furiosos 6”), Sam Strike (novela britânica “EastEnders”), Maya Eshet (série “Teen Wolf”), Angus Sampson (série “Fargo”), Jodie Turner-Smith (série “The Last Ship”) e Brían F. O’Byrne (série “The Magicians”). Vale lembrar que “Nightflyers” já rendeu um filme, bem trash, em 1987. Já a nova versão resulta num investimento milionário, considerada a série mais cara do Syfy, que para compensar os custos negociou um acordo com a Netflix em troca dos direitos de exibição internacional. Assim, a série será disponibilizada em ritmo de maratona, entre 2 e 13 de dezembro nos Estados Unidos, chegando logo em seguida aos demais países pela Netflix.

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    She-Ra: Nova versão da heroína animada ganha primeiro trailer e pôster

    7 de outubro de 2018 /

    A versão da Netflix de “She-Ra: A Princesa do Poder” ganhou seu primeiro trailer e pôster. A prévia revela como a jovem Adora recebe o “chamado” e encontra uma espada mágica, que a transforma na poderosa She-Ra. Até seu famoso grito de guerra, “pela honra de Greyskull!”, é ouvido no final do vídeo. A produção foi alvo de controvérsia quando suas primeiras imagens foram reveladas. Fãs do desenho original reclamaram do visual da heroína, bastante modificado em relação à versão dos anos 1980. Menos que o visual de anime, o que mais chamou atenção foi a aparência mais adolescente e menos sexualizada. O novo vídeo mostra, inclusive, que a assexualização não se resume à diminuição do tamanho dos seios da personagem. Ela também usa shorts sob a saia curta. O desenho de “She-Ra: A Princesa do Poder” surgiu em 1985 como spin-off de “He-Man e os Mestres do Universo”, um brinquedo que virou série animada, e logo se tornou mais popular que a atração original. A personagem era o alter ego da Princesa Adora, irmã gêmea do He-Man, que lutava pela honra de Greyskull para livrar o planeta Eternia da tirania. A nova versão não tem He-Man e será “uma jornada épica e atemporal, em celebração à amizade feminina e o empoderamento, liderada por uma princesa guerreira feita sob medida para os dias de hoje”, segundo a descrição oficial. Assim como na trama original, a protagonista permanece a Princesa Adora, que se torna a poderosa She-Ra com a ajuda de uma espada mágica. Sequestrada quando criança e criada pela Horda do Mal, ela só descobre sua verdadeira identidade ao se tornar adulta. A produção está sendo realizada sob o comando de Noelle Stevenson, roteirista de “Enrolados Outra Vez” e “Lego Star Wars”, e traz em seu elenco de dubladores diversos atores conhecidos, a começar por Aimee Carrero (de “O Último Caçador de Bruxas” e a voz de “Elena de Avalor”), que vive She-Ra, além de Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), AJ Michalka (“The Goldbergs”), Marcus Scribner (“Black-ish”), Reshma Shetty (“Royal Pains”), Lorraine Toussaint (“Orange Is the New Black”), Keston John (“The Good Place”), Lauren Ash (“Superstore”), Christine Woods (“Hello Ladies”), Genesis Rodriguez (“Time After Time”), Jordan Fisher (“Grease Live!”), Vella Lovell (“Crazy Ex-Girlfriend”), Merit Leighton (“Alexa & Katie”), Sandra Oh (“Killing Eve”) e Krystal Joy Brown (“Motown: The Musical”). Com o título completo de “She-Ra and the Princesses of Power”, a atração estreia na Netflix em 16 de novembro.

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