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    Chloe Moretz e Jack O’Connell vão viver Bonnie e Clyde em novo filme sobre os gângsteres

    30 de outubro de 2018 /

    A famosa história do casal de gângsteres dos anos 1930 Bonnie e Clyde vai ganhar um novo filme. Chloe Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Jack O’Connell (“Invencível”) foram confirmados nos papéis de Bonnie Parker e Clyde Barrow na produção, intitulada “Love Is a Gun”. O filme é baseada no livro de mesmo nome, do jornalista Jeff Guinn, que investiga a trajetória do casal de criminosos para descobrir o Hollywood não contou sobre sua relação explosiva e crimes violentos. A indústria cinematográfica americana já abordou os crimes do casal em diversas produções, como “Gangsters em Fúria” (1958) e mais famosamente “Bonnie e Clyde – Uma Rajada de Balas” (1967). Este último é considerado um marco do cinema americano, o primeiro hit de uma nova estética violenta nos cinemas, que o subtítulo nacional entrega, e um importante passo para o surgimento da chamada Nova Hollywood. O longa dirigido por Arthur Penn concorreu a 10 estatuetas do Oscar, inclusive de Melhor Filme, mas acabou perdendo para outra grande produção, “No Calor da Noite”. A produção é tão famosa que foi homenageada pelo Oscar por ocasião de seus 50 anos, em 2017, com a participação dos protagonistas originais, Warren Beatty e Faye Dunaway, na entrega do troféu de Melhor Filme. E o vencedor não foi “La La Land”, como também entrou para a História da premiação. O roteiro de “Love Is a Gun” é assinado por de Sheldon Turner (“Amor Sem Escalas”) e Johnny Newman (“Narcos”) e a direção está a cargo do espanhol Kike Maíllo, que estreia em Hollywood após o sucesso do thriller “Toro” em seu país natal. O filme ainda não tem previsão de estreia. Além desta produção, a história do casal também está sendo filmada para a Netflix, no longa “The Highwaymen”, que junta Kevin Costner (“O Homem de Aço”) e Woody Harrelson (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) como os policiais que caçaram os dois gângsteres. A foto abaixo mostra os verdadeiros Bonnie Parker e Clyde Barrow.

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    Netflix anuncia data da 4ª temporada de Fuller House após demissão do criador da série

    30 de outubro de 2018 /

    A Netflix divulgou um vídeo nas redes sociais com o elenco de “Fuller House” para revelar a data de estreia da 4ª temporada da série: 14 de dezembro. Isto provavelmente significa novos episódios de temática natalina. “Fuller House” é uma continuação da clássica “Três É Demais” (Full House, no original) e gira em torno das filhas crescidas da atração original. As primeiras temporadas renderam algumas das maiores audiências da Netflix, segundo medições independentes, mas a produção dos novos episódios foi marcada por bastidores tumultuados, que tem rendido boatos de cancelamento da série. Jeff Franklin, o criador da atração, foi demitido em março, após ser acusado de agressividade verbal e por fazer declarações inadequadas no set da gravações e na sala de roteiristas. Detalhes das condutas consideradas impróprias não foram revelados. Mas, como resultado das alegações, a WBTV (Warner Bros. Television) resolveu não renovar o contrato de produção do veterano roteirista de TV, criador de “Três É Demais” (Full House) em 1987 e seu spin-off atual na Netflix. Em nota, a divisão televisiva da Warner foi sucinta: “Não renovamos o acordo de produção de Jeff Franklin e ele não estará mais trabalhando conosco”. Os próximos episódios serão os primeiros a mostrar a família Tanner sem produção de Franklin. A série original dos anos 1980 acompanhava um pai (Bob Saget) que tinha que criar as três filhas (vividas por Candace Cameron Bure, Jodie Sweetin e as gêmeas Olsen em um papel compartilhado) com a ajuda de dois solteirões (John Stamos e Dave Coulier). Na continuação, uma das filhas, D.J., passa por uma situação similar. Viúva recente, mãe de três filhos – de 12, 7 anos e poucos meses de idade, ela contará com o apoio de sua família para dar conta do recado. A personagem volta a ser vivida pela mesma atriz, Candace Cameron Bure, que tinha 10 anos de idade quando a série começou em 1987 e comemorou 18 ao final da atração, em 1995. O trio principal, desta vez, inclui ainda sua irmã roqueira Stephanie Tanner (Jodie Sweetin) e sua melhor amiga Kimmy (Andrea Barber), que agora também tem uma filha adolescente – e, nos novos episódios, um irmão disponível. As três são as novas adultas da atração, que passam a morar juntas no velho cenário da sitcom, com seus respectivos filhos. Além delas, “Fuller House” também traz participações dos adultos originais de “Três É Demais”, agora vivendo a crise da Terceira Idade, especialmente Bob Saget como o pai de D.J., que continua amigo dos personagens de Dave Coulier e John Stamos. Até Lori Loughlin retorna como a Tia Becky, esposa de Jesse (John Stamos) e mãe de dois gêmeos, que ela deu à luz no final da série original. Apenas as gêmeas Olsen optaram por não participar do projeto, afirmando que desistiram de atuar e hoje direcionam suas carreiras para o universo da moda – onde são muito bem-sucedidas, por sinal. A 4ª temporada terá maior presença dos “pais”, que, conforme revelado nos últimos episódios, estão se mudando de volta para San Francisco, além da gravidez de Kimmy.

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    Naomi Watts vai estrelar série derivada de Game of Thrones na HBO

    30 de outubro de 2018 /

    Após longas negociações, a atriz Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”) assinou contrato para liderar o elenco do piloto da primeira série derivada de “Game of Thrones” na HBO. Sem título revelado, o spin-off foi criado pela roteirista Jane Goldman (“Kingsman”, “Kick-Ass”, “X-Men: Primeira Classe”) e pelo escritor George R. R. Martin, autor dos livros da saga “As Crônicas de Gelo e Fogo”, que inspiraram “Game of Thrones”. A trama se passa 8 mil anos antes dos eventos da série original e pretende apresentar a Era de Ouro dos heróis e também a hora mais sombria de Westeros, com a origem dos caminhantes brancos e o surgimento dos primeiros Starks lendários. A equipe criativa por trás do projeto não deu muitos detalhes sobre a personagem de Watts, além do fato dela interpretar uma integrante carismática da nobreza que esconde um segredo obscuro. Não está claro, tampouco, se a personagem de Watts será a protagonista do projeto. Em julho, o presidente da programação da HBO, Casey Bloys, disse que a produção tinha personagens masculinos e femininos fortes. “Há personagens femininas muito fortes, mas é um conjunto”, disse ele. “Jane é uma ótima escritora, não queremos limitá-la a escrever protagonistas femininas. Há muitas personalidades muito complicadas no roteiro do piloto.” Nenhum dos atores do programa atual aparecerá na nova série, que retratará um Westeros muito diferente de “Game of Thrones”. Além desse projeto, há outros quatro roteiros sendo avaliados para virar derivados de “Game of Thrones”, desenvolvidos por Max Borenstein (“Godzilla”, “Kong: A Ilha da Caveira”), Brian Helgeland (“Sobre Meninos e Lobos”, “Robin Hood”), Carly Wray (séries “Mad Man” e “The Leftovers”) e Bryan Cogman (roteirista e produtor de “Game of Thrones”). Martin também trabalhou no roteiro de Cogman. Mas, por enquanto, apenas a história desenvolvida por Jane Goldman recebeu sinal verde para produzir um piloto. Isto não significa que a produção da 1ª temporada está garantida. O piloto precisará ser aprovado pelos executivos da HBO para virar série. Duas vezes indicada ao Oscar, Naomi Watts também está gravando atualmente a série limitada do canal pago Showtime sobre Roger Ailes, o fundador da Fox News, na qual contracenará com Russell Crowe.

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    O Mundo Sombrio de Sabrina é processada por Igreja satanista por cópia realista da escultura de Baphomet

    30 de outubro de 2018 /

    A série “O Mundo Sombrio de Sabrina” surpreendeu os desavisados por mostrar a família da protagonista como devotos do diabo. Mas em vez de esperados protestos de grupos de pressão evangélicos, os produtores se surpreenderam por receber ameaças de uma Igreja satanista, que decidiu processar a Netflix. O pomo da discórdia é uma estátua de Baphomet, uma figura com cabeça de bode venerada pelos satanistas, que aparece com destaque na Escola das Artes Ocultas que Sabrina (Kiernan Shipka) frequenta para aprender a ser bruxa. Segundo Lucien Greaves, líder da seita Satanic Temple, a estátua tem exatamente o mesmo design da que se encontra em seu templo em Detroit, nos EUA. Ele ainda diz que a seita tem os direitos autorais da estátua, e que pretende processar a Netflix. “Sim, estamos tomando ações legais contra o roubo da nossa propriedade intelectual, protegida por direitos autorais, contra a Netflix e sua série ‘O Mundo Sombrio de Sabrina’. Eles não podem se apropriar do nosso design para promover o seu patético pânico satânico”, escreveu Graves no Twitter. “Eu estou realmente impressionado com as pessoas me perguntando porque tomaríamos atitudes legais contra a Netflix”, completou mais tarde. “Vocês teriam a mesma atitude se uma obra de ficção usasse uma mesquita real como o quartel-general de uma organização terrorista?”. Curiosamente, Sabrina não retrata os satanistas como maléficos apenas por serem adoradores do diabo. Ao contrário, mostra que bruxas e magos seguem um código de ética moral, e que eles acreditam que o diabo não representa o mal na Terra, mas o livre arbítrio. São temas que também fazem parte, ainda que menos didaticamente, da série “Lucifer”. A diferença é que Sabrina pretende usar os conhecimentos das Artes Ocultas para derrotar o próprio diabo, que ela descobre ser um grande mentiroso com uma agenda sinistra. Compare abaixo as imagens de Baphomet da série com a escultura original, inaugurada em 2015. Yes, we are taking legal action regarding #TheChillingAdventuresofSabrina appropriating our copyrighted monument design to promote their asinine Satanic Panic fiction. — Lucien Greaves (@LucienGreaves) October 29, 2018 I'm amazed that anybody is confused as to why we would seek legal remedy over Sabrina using our monument. Would they be as understanding of a fictional show that used a real mosque as the HQ of a terrorist cell? A fictional Blood Libel tale implicating real world Jews? — Lucien Greaves (@LucienGreaves) October 29, 2018

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    Atriz de Sierra Burgess É uma Loser vai estrelar série baseada no best-seller Quem É Você, Alasca?

    30 de outubro de 2018 /

    A jovem atriz Kristine Froseth, destaque da comédia teen da Netflix “Sierra Burgess É uma Loser”, vai interpretar a personagem-título de “Looking for Alaska”, série baseada no best-seller de John Green, lançado no Brasil como “Quem é Você, Alasca?”. O próprio escritor anunciou a novidade no Twitter. E ainda revelou que o protagonista masculino da trama, Miles, será vivido por outro talento promissor, Charlie Plummer (“Todo o Dinheiro do Mundo”). Ele disse ter conversado com os intérpretes por telefone e se disse agradecido pelo elenco e a equipe envolvida no desenvolvimento da série. “Está tudo começando a parecer bem real”, concluiu. O primeiro livro do autor, que se tornou conhecido pelo estouro de “A Culpa É das Estrelas”, acompanha um adolescente chamado Miles que se muda para uma nova escola em outro estado, onde conhece a jovem e enigmática Alasca, por quem se apaixona, enquanto descobre que ela não é tão perfeita quando ele imaginava. A obra chegou a ser cotada para o cinema, com Elle Fanning no papel de Alasca, mas após a baixa bilheteria de “Cidades de Papel”, segunda adaptação cinematográfica de Green, o projeto foi cancelado. O formato de série, por outro lado, permitirá maior liberdade para a exploração da trama, já que o livro causou certa polêmica e chegou a ser banido de diversas escolas dos EUA por fazer descrição de sexo entre adolescentes. A adaptação está cargo de Josh Schwartz, o criador de “Chuck” e “Gossip Girl”, que atualmente se divide entre o novelão de “Dynasty” e os super-heróis de “Runaways”. Ele estava envolvido com o projeto original do filme e tem sido um entusiasta do livro desde que a Paramount adquiriu os direitos em 2005. A produção será realizada entre a Paramount TV e a Fake Empire, empresa de Schwartz e sua sócia criativa Stephanie Savage. Os dois trabalharão como showrunners da série, com consultoria do próprio Green. A produção está sendo desenvolvido para exibição no rival da Netflix, a plataforma de streaming Hulu. Mas ainda não há previsão de estreia. In the Looking for Alaska @hulu series, Alaska will be played by Kristine Froseth (kristine_froseth on instagram), and Miles will be played by Charlie Plummer (@charliefplummer here and on instagram–but mostly on instagram). — John Green (@johngreen) 30 de outubro de 2018 I spoke to Kristine and Charlie on the phone yesterday and it was really special to have a conversation with the people who will become Miles and Alaska. I'm so grateful to them and to everyone involved with the Looking for Alaska series. It's all starting to feel very real! — John Green (@johngreen) 30 de outubro de 2018

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    Jennifer Lawrence cria empresa produtora para seus filmes

    30 de outubro de 2018 /

    Seguindo a deixa das colegas Reese Witherspoon (“Big Little Liars”) e Margot Robbie (“Eu, Tonya”), a atriz Jennifer Lawrence (“X-Men: Apocalipse”) resolveu fundar a sua própria companhia de produção, chamada Excellent Cadaver, ao lado da parceria de negócios Justine Polsky. E a empresa já fechou com a distribuidora Makeready, que apóia projetos de cinema e TV independentes, para realizar seus primeiros projetos. Além disso, a iniciativa renderá créditos de produção para Lawrence em seus próximos filmes, entre eles “Burial Rites”, do diretor Luca Guadagnino (“Me Chame pelo Seu Nome”), e “Bad Blood”, de Adam McKay (“A Grande Aposta”). Os dois filmes são baseadas em histórias reais. “Burial Rites” adapta o livro homônimo de Hannah Kent sobre Agnes Magnusdottir, a última mulher a ser executada publicamente na Islândia, em 1830. Ela foi sentenciada por matar dois homens e incendiar suas casas. Já “Bad Blood” traz Lawrence como Elizabeth Holmes, empresária do setor médico que enganou o mundo por anos ao dizer que sua companhia, a Theranos, havia desenvolvido uma forma revolucionária de testar sangue, mesmo em minúsculas quantidades. Quando a farsa foi descoberta, ela perdeu uma fortuna que já se acumulava em US$ 9 bilhões. Outros projetos da atriz incluem “Zelda”, cinebiografia da escritora Zelda Fitzgerald, a ser dirigida por Ron Howard (“Han Solo: Uma História Star Wars”), e “Project Delirium”, filme sobre as experiências do governo americano com armas químicas e o seus efeitos em oficiais das forças armadas, que ela própria pretende dirigir, fazendo sua estreia na função. Sem créditos de produção, ela também aparecerá em “X-Men: Fênix Negra”, reprisando o papel de Mística. Este, por sinal, é o único dos projetos de Lawrence com estreia prevista: para junho de 2019.

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  • Série

    Nova foto dos bastidores de Elseworlds revela uniforme da Batwoman mais de perto

    30 de outubro de 2018 /

    O coordenador de dublês e diretor de “Arrow” James Bamford postou em seu Instagram uma nova foto em que a atriz Ruby Rose (“Megatubarão”) aparece caracterizada como Batwoman, nos bastidores do crossover “Elseworlds”. A foto mostra o uniforme mais de perto, revelando mais detalhes. Bamford dirigiu a atriz no episódio 9 da 7ª temporada de “Arrow”, o capítulo do meio do crossover, e escreveu nas redes sociais: “Cuidado com essa mulher… Ela é uma força! Que prazer absoluto trabalhar com esse ser humano!” Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane, a versão feminina de Batman, surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da Batwoman. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos da DC Comics. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há dois anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão atual de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. Agora, Ruby Rose será a primeira atriz a interpretar uma versão “live action” de Batwoman. Curiosamente, a atriz ainda não apareceu em fotos como Kate Kane, a identidade secreta da heroína, então não se sabe se ela irá preservar suas conhecidas tatuagens e cabelo curto ao viver a personagem. Segundo a sinopse, Kate Kane é uma jovem “armada com uma paixão pela justiça social e uma vontade de falar o que pensa”. A heroína terá que superar os seus próprios demônios para “abraçar o seu destino como o símbolo de esperança de Gotham City”. Há a expectativa de que, após o crossover, Batwoman ganhe uma série própria. Caroline Dries será a roteirista e showrunner do projeto. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da personagem. Dividido em três episódios, “Elseworlds” irá ao ar nos EUA entre os dias 9 de 11 de dezembro, em episódios das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”, exatamente nesta ordem. No Brasil, os três programas são exibidos pelo canal pago Warner. Visualizar esta foto no Instagram. @rubyrose and myself kickin’ it crossover style….Episode 709….ARROW….#Elseworlds………watch out for this woman…..she’s a force! ??What an absolute pleasure to work with this human! Uma publicação compartilhada por James Bamford (@james2bambamford) em 27 de Out, 2018 às 6:12 PDT

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    Diretor de It: A Coisa vai filmar versão americana do mangá Ataque dos Titãs

    30 de outubro de 2018 /

    O diretor Andy Muschietti definiu seu próximo projeto. Ele vai continuar na Warner após terminar a produção de “It: A Coisa – Parte 2” para dirigir a adaptação americana do mangá e anime “Ataque dos Titãs” (Attack on Titan). Fenômeno de vendas no Japão, o mangá de Hajime Isayama já teve mais de 76 milhões de exemplares comercializados desde seu lançamento em 2009. A trama se passa num futuro pós-apocalíptico, que retrata a humanidade enclausurado em territórios cercados por imensos muros. As construções servem para proteger as pessoas dos Titãs, criaturas imensas e perigosas, que surgiram para destruir a civilização. Decidido a enfrentar os gigantes, o protagonista Eren Yeager, sua irmã adotiva Mikasa Ackerman e seu amigo de infância Armin Arlert se unem para vingar a morte de entes queridos e tentar reconquistar a Terra. A história já foi adaptada num anime cultuadíssimo de 2013, dirigido por Tetsurō Araki (da série anime “Death Note”), e também ganhou versão “live action” nos cinemas japoneses, lançada em duas partes em 2015. Mas a ideia de realizar uma versão americana é daqueles projetos que parecem feitos para reforçar a teimosia de Hollywood. Além de investir milhões em adaptações de games que nunca fazem sucesso, os estúdios americanos agora insistem em filmar mangás, mesmo diante do prejuízo de “Ghost in the Shell” e das críticas negativas que acompanham esse tipo de projeto, com acusações de apropriação cultural e embranquecimento de elenco – veja-se também a versão de “Death Note” da Netflix. E vem aí “Alita: Anjo de Combate”, com estreia prevista para fevereiro. A produção da americanização de “Ataque dos Titãs” está a cargo de David Heyman (das franquias “Harry Potter” e “Animais Fantástico”) e ainda não há previsão de estreia.

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    Deadpool 2 será relançado para menores com cenas inéditas filmadas em segredo

    30 de outubro de 2018 /

    “Deadpool 2” vai mesmo ganhar uma nova versão de cinema para menores, com censura indicativa de 13 anos nos Estados Unidos. E a Fox está considerando o projeto como um filme novo, com direito a título diferente. Vai se chamar “The Deadpool Before Christmas’ (“Deadpool Antes do Natal” em tradução literal), uma referência ao título original da animação em stop-motion “The Nightmare Before Christmas”, conhecida no Brasil como “O Estranho Mundo de Jack” (1993). A alteração visa deixar claro que não se trata de uma simples reedição do material original. O ator Ryan Reynolds filmou cenas inéditas e exclusivas, em segredo, para o “novo filme”, que chegará aos cinemas americanos em 21 de dezembro, quatro dias antes do Natal. Os roteiristas Rhett Reese e Paul Wernick confirmaram os detalhes em entrevista para o site /Film. “Nós definitivamente filmamos coisas inéditas”, disse Wernick. “E recentemente também. Depois que ‘Deadpool 2’ saiu, sentamos para conversar sobre novos projetos e então Ryan teve uma ótima ideia para enquadrar o filme para uma censura de 13 anos, todos nós ficamos animados e procuramos o estúdio. Eles disseram: ‘Sim, vamos fazer isso. Ligue as câmeras’. Cerca de dois meses depois, estávamos no set filmando novamente. Ryan estava usando o traje e o time estava de volta, Dave Leitch e Ryan e todos nós, nos divertindo muito. Então estamos super animados com isso.” Eles não revelaram quem mais participou das filmagens extras, mas como Ryan Reynolds anunciou o projeto no Twitter com uma imagem de Deadpool lendo um livro infantil para Fred Savage, parodiando o clássico “A Princesa Prometida” (1987), há especulações sobre o envolvimento do ator no projeto. O filme de Natal de Deadpool não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Zac Efron vai estrelar filme musical de super-heróis

    29 de outubro de 2018 /

    O ator Zac Efron vai estrelar mais um musical, o sexto de sua carreira, após três “High School Musical” (2006-2008), “Hairspray” (2007) e o recente “O Rei do Show” (2017). Desta vez, trata-se de uma mistura de musical com filme de super-herói. Ele vai se juntar a Kate Hudson (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”) e Craig Robinson (“Ghosted”) no elenco do filme, intitulado “Blood Moon”, que vai acompanhar uma jovem com superpoderes que escapa de um sanatório em Nova Orleans, nos EUA. Roteiro e direção são de Ana Lily Amirpour, cineasta responsável pelos cultuados “Garota Sombria Caminha pela Noite” (2011) e “Amores Canibais” (2016). “Blood Moon” é inspirado em “aventuras dos anos 1980 e 1990”, segundo a descrição do estúdio. Com sequências musicais e tom bem-humorado, o longa se apoia em uma trilha sonora bem diversa, que vai do heavy metal ao tecno italiano. A produção é de John Lesher, que venceu o Oscar por “Birdman” (2014), e deve começar ainda em 2019, mas ainda não há previsão de estreia.

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    Lena Dunham vai adaptar best-seller Uma Esperança Mais Forte que o Mar para Steven Spielberg e J.J. Abrams

    29 de outubro de 2018 /

    A atriz e roteirista Lena Dunham, criadora das séries “Girls” e “Camping”, vai escrever a adaptação para o cinema do best-seller “Uma Esperança Mais Forte que o Mar” (A Hope More Powerful Than the Sea), de Melissa Fleming, que retrata a história real de uma refugiada síria que sobreviveu quatro dias em alto mar quando o seu barco naufragou a caminho da Europa. O filme vai ter produção de uma dupla de peso, os cineastas Steven Spielberg e J.J. Abrams, que voltam a trabalhar juntos sete anos depois da sci-fi “Super 8” (2011). Não há informações sobre se algum deles também vai dirigir o filme. O nome do diretor não foi divulgado pela Paramount, que vai distribuir o longa, ainda sem data de estreia definida. A refugiada da história, Doaa Al Zamel, tinha 19 anos e não sabia nadar. E não só se sobreviveu como salvou dois bebês quando seu barco naufragou, levando cerca de 500 pessoas, entre elas seu noivo, para a morte no Mediterrâneo em 2014. Hoje em dia, ela vive na Suécia. O último filme escrito por Dunham foi “Caminho Para o Coração”, lançado em 2012, antes da estreia da série “Girls”, na HBO. Como atriz, ela vai aparecer a seguir em “Era Uma Vez em Hollywood”, próximo filme de Quentin Tarantino.

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    Amy Winehouse ganha clipe inédito para divulgar novo documentário

    29 de outubro de 2018 /

    A cantora Amy Winehouse vai ganhar um novo documentário em Blu-ray, “Back to Black”, que inclui cenas inéditas de um show privado, feito em Londres na noite em que ela venceu cinco Grammys. A apresentação, aberta apenas a convidados, aconteceu no dia 10 de fevereiro de 2008, no Riverside Studios, e foi apenas parcialmente exibida na TV, dentro da cerimônia do Grammy. Com o lançamento do Blu-ray previsto para a próxima sexta (2/11) no Reino Unido, a gravadora Eagle Rock divulgou a íntegra de uma música do show como clipe. Trata-se da versão ao vivo de “Love Is A Losing Game”. A gravação integra o que está sendo chamado de “bônus” do lançamento, com subtítulo de “An Intimate Evening In London”. A parte principal do material é dedicado a histórias de bastidores do disco “Back to Black”, segundo trabalho de estúdio de Amy Winehouse. Produzido por Mark Ronson, o disco de 2006 traz inúmeros sucessos, como a música-título, “Rehab” e “You Know I’m No Good”, que catapultaram a cantora ao estrelato, culminando na consagração do Grammy. A trajetória de Amy Winehouse, que morreu de intoxicação alcoólica aos 27 anos em 2011, já rendeu o documentário “Amy” (2015), do britânico Asif Kapadia, vencedor do Oscar da categoria, e há planos para uma cinebiografia com atores, atualmente em desenvolvimento.

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    Próxima comédia do diretor de Um Pequeno Favor terá músicas inéditas de George Michael

    29 de outubro de 2018 /

    A próxima comédia romântica do diretor Paul Feig (“Caça-Fantasmas”, “Um Pequeno Favor”) vai contar com músicas inéditas do falecido astro George Michael. A informação foi confirmada por uma representante do cantor ao jornal britânico The Guardian. O envolvimento de George Michael tinha sido revelado em julho pela comediante Bryony Kimmings, uma das roteiristas de “Last Christmas”. O filme é baseada na canção de mesmo nome do grupo Wham!, que projetou o cantor. “Quando cheguei à bordo, George estava disposto a fazer e já tinha assinado contrato, mas ele acabou falecendo”, revelou Kimmings. O projeto, a produção e o roteiro original foram desenvolvidos pela atriz Emma Thompson (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”) e se passa em Londres, acompanhando um romance entre Emilia Clarke (“Game of Thrones”) e Henry Golding (“Podres de Ricos”), que acontece durante as comemorações do Natal. Além de músicas inéditas, o filme terá hits do cantor, falecido em 2016, aos 53 anos. A previsão de estreia do longa, produzido pela Universal Pictures, é para novembro de 2019.

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