PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    Gotham Awards premia Domando o Destino como Melhor Filme, além de Toni Collette e Ethan Hawke

    27 de novembro de 2018 /

    A primeira grande premiação americana da temporada, o Gotham Awards 2018, anunciou seus vencedores na noite de segunda-feira (26/11), em Nova York. E os resultados trouxeram muitas surpresas, a começar pelo drama “Domando o Destino”, da cineasta chinesa Chloé Zhao, eleito o Melhor Filme. O troféu, dedicado aos melhores do cinema independente, tradicionalmente abre a temporada de premiações da indústria cinematográfica americana e serve para apontar os primeiros favoritos aos prêmios mais cobiçados, entre eles o Oscar. Nos últimos anos, os vencedores do Gotham foram “Birdman” (2014), “Spotlight” (2015), “Moonlight” (2016) e “Me Chame pelo Seu Nome” (2017) – três deles também venceram o Oscar de Melhor Filme. Curiosamente, “Domando o Destino” foi lançado em 2017 e disputou o Spirits Award do ano passado – a premiação rival do Gotham – , de onde saiu sem reconhecimento, mas rendeu a contratação da sua diretora pela Marvel – Chloé Zhao vai dirigir o filme dos Eternos. O drama indie acompanha um jovem cowboy que sofre um ferimento na cabeça quase fatal e é proibido de disputar rodeios, o que o leva a uma jornada em busca de uma nova identidade e o que significa ser um homem no coração da América. Elogiadíssimo pela crítica, tem 97% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mas o público brasileiro não o verá nos cinemas. Ele -saiu direto em VOD por aqui e está disponível em várias plataformas digitais. O Gotham Awards também reservou surpresas em sua premiação de intérpretes, com a consagração de Toni Collette como Melhor Atriz pelo terror “Hereditário”. Já o Melhor Ator era o favorito, Ethan Hawke, por sua performance em “First Reformed”. “First Reformed”, inédito no Brasil, e “A Favorita”, exibido pela primeira vez no país durante a abertura da Mostra de São Paulo, eram os filmes com mais indicações. Além de premiar Hawke pelo desempenho como um padre que perdeu a fé, “First Reformed” também deu ao veterano cineasta Paul Schrader o troféu de Melhor Roteiro. Já “A Favorita” ficou um troféu especial, em reconhecimento à interpretação de suas três atrizes principais, Emma Stone, Rachel Weisz e Olivia Colman. Entre os trabalhos de estreantes, o grande destaque acabou sendo “Oitava Série”, que venceu os prêmios de Revelação do ano, nas categorias de Direção (Bo Burnham) e Atuação (Elsie Fisher). As demais categorias destacaram o documentário “Won’t You Be My Neighbor?”, sobre o célebre apresentador infantil Fred Rogers, e “Killing Eve” como a Melhor Série que estreou este ano. Confira abaixo a lista completa dos premiados. Melhor Filme “Domando o Destino” Melhor Documentário “Won’t You Be My Neighbor?” Melhor Ator Ethan Hawke, por “First Reformed” Melhor Atriz Toni Collette, por “Hereditário” Ator/Atriz Revelação Elsie Fisher, por “Oitava Série” Diretor Revelação Bo Burnham, por “Oitava Série” Melhor Roteiro “First Reformed”, de Paul Schrader Melhor Série Estreante “Killing Eve” (BBC America) Prêmio Especial de Melhor Elenco Olivia Colman, Emma Stone e Rachel Weisz, por “A Favorita”.

    Leia mais
  • Filme

    BBC retoma produção da série White Gold após Ed Westwick se livrar de acusação de estupro

    27 de novembro de 2018 /

    A BBC retomou a produção da série “White Gold”, que tinha sido suspensa após o ator Ed Westwick ser acusado de estupro por três mulheres diferentes. De acordo com o site Digital Spy, o elenco já retornou para as gravações da 2ª temporada, continuando os trabalhos após uma pausa de quase um ano. A volta da série foi consequência da exoneração de Westwick, que não foi processado criminalmente. A promotoria de Los Angeles anunciou em julho que as “evidências eram insuficientes” para levar o caso ao tribunal. Segundo os promotores, duas das supostas vítimas conseguiram obter testemunhas que estavam na mesma casa quando os incidentes teriam ocorrido. “Essas testemunhas, no entanto, não puderam dar evidências que provariam, acima de qualquer suspeita, que os incidentes haviam ocorrido como essas mulheres o descreveram em suas denúncias”, disseram em comunicado. A terceira denunciante, segundo os promotores, afastou-se do caso em meio à investigação, recusando-se a obter testemunhas. Na ocasião, a advogada de Westwick, Blair Berk, disse ao site TMZ: “A evidência era clara desde o início de que todas as alegações feitas por essas três mulheres eram absolutamente falsas. É uma vergonha que tenha demorado mais de 8 meses para Ed ser oficialmente inocentado de todas essas acusações. Espero que aqueles que fizeram um julgamento tão rápido aqui, sem saber nada sobre a abundante evidência de inocência neste caso, hesitem na próxima vez antes de acusarem publicamente alguém quem não cometeu nenhum delito.” Desde que as acusações vieram à tona, Westwick foi dispensado de todos projetos em que estava envolvido, entre eles a série “White Gold”. Ele também foi substituído na pós-produção da minissérie “Ordeal by Innocence“, adaptação da obra homônima de Agatha Christie, que precisou ser regravada para tirar o ator de seu elenco. “White Gold” é disponibilizada no Brasil pela Netflix.

    Leia mais
  • Filme,  Música

    Conheça duas músicas da trilha de O Retorno de Mary Poppins

    27 de novembro de 2018 /

    A Disney divulgou as primeiras duas músicas da trilha sonora de “O Retorno de Mary Poppins”. “The Place Where Lost Things Go” é uma balada interpretada por Emily Blunt, que vive a personagem-título nessa nova versão. Vale lembrar que a atriz já tinha revelado seus dotes vocais numa produção anterior da Disney, “Caminhos da Floresta” (2014). Já “Trip a Little Light Fantastic” traz Lin-Manuel Miranda como a voz principal. Conhecido pelo musical “Hamilton”, o ator também já cedeu seu talento para a Disney em outra oportunidade, como compositor das canções de “Moana: Um Mar de Aventuras” (2016). No novo filme, ele interpreta Jack, um “ascendedor de lâmpadas”, profissional que antigamente ascendia as luminárias da rua, e aprendiz de aprendiz de Bert, personagem do filme original e um dos melhores amigos de Poppins. “O Retorno de Mary Poppins” se passa em Londres, durante os anos 1930, e encontra Michael (Ben Whishaw) e Jane Banks (Emily Mortimer), as crianças de quem Mary foi babá há muitos anos, já adultos. Michael mora com seus três filhos e sua governanta (Julie Walters) e, depois de uma tragédia pessoal, ele vê a babá mágica retornar para ajudar sua família. Só que, dessa vez, ela vem acompanhada de um amigo muito especial, Jack (Lin-Manuel Miranda). A trama terá ainda Meryl Streep no papel de Topsy, a excêntrica prima de Mary Poppins, além de Colin Firth e até Dick Van Dyke, intérprete do simpático limpador de chaminés Bert no filme de 1964, numa aparição especial. Com direção de Rob Marshall (“Caminhos da Floresta”), o longa chega em 20 de dezembro ao Brasil, um dia depois dos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Série

    Anne Hathaway, Andy Garcia e Tina Fey são confirmados na série Modern Love

    27 de novembro de 2018 /

    Confirmou. Anne Hathaway vai mesmo estrelar a série “Modern Love” conforme especulado, marcando sua volta ao gênero, após 18 anos de trabalhos no cinema. Ela começou a carreira na série “Caia na Real” (Get Real), que durou duas temporadas entre 1999 e 2000. Além dela, a Amazon anunciou um elenco de peso na produção, que é baseada na famosa coluna homônima do jornal The New York Times sobre casos de amor e dilemas de relacionamentos. O ponto de partida, portanto, é similar ao que inspirou a série “Sex and the City” nos anos 1990, baseada nas colunas homônimas de Candance Bushnell no New York Observer. Mas o desenvolvimento será bem diferente, como uma antologia de histórias fechadas e sem personagens fixos. Os episódios contarão com Tina Fey (“30 Rock”), Andy Garcia (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”), Dev Patel (“Lion”), John Slattery (“Mad Men”), Catherine Keener (“Corra!”), Cristin Milioti (“How I Met Your Mother”), Olivia Cooke (“Jogador Nº 1”), Andrew Scott (“Sherlock”), Julia Garner (“Ozark”), Shea Whigham (“O Primeiro Homem”), Gary Carr (“The Deuce”), Sofia Boutella (“A Múmia”) e John Gallagher Jr. (“Hush: A Morte Ouve”). Criada pelo cineasta John Carney (“Sing Street”), a produção deverá ter oito capítulos, cada um focando uma história distinta com diferentes personagens. Mas ele terá a companhia de diferentes diretores na condução dos capítulos, na forma da atriz Emmy Rossum (estrela de “Shameless”), Sharon Horgan (criadora de “Divorce”) e Tom Hall (“Sensation”). A estreia ainda não foi definida.

    Leia mais
  • Série

    Tidelands: Marco Pigossi explica a premissa da série australiana em vídeo de bastidores

    26 de novembro de 2018 /

    A Netflix divulgou um pôster e um vídeo legendado de bastidores de “Tidelands”, primeira série original australiana da plataforma, que destaca em seu elenco o brasileiro Marco Pigossi (novela “Onde Nascem os Fortes”). Ele e a espanhola Elsa Pataky (“Velozes e Furiosos”) são os que mais falam na prévia, na qual os atores explicam a premissa da série. Com temática fantástica, “Tidelands” foi desenvolvida por Stephen M. Irwin (criador da versão original de “Secrets and Lies”) e apresenta um mundo em que existem sereias. A trama acompanha Cal (Charlotte Best, de “Puberty Blues”), uma ex-delinquente recém-libertada da detenção juvenil, que retorna à pequena e perigosa vila de pescadores onde cresceu. Quando o corpo de um pescador local é encontrado na praia, a relação clandestina da cidade com contrabando de drogas se torna pública. E Cal busca desvendar os segredos da cidade enquanto investiga uma comunidade marginalizada que vive em um local afastado da baía: um grupo de seres sensuais e perigosos, metade sereia e metade humanos, chamados de “Tidelanders” e liderados pela personagem de Elsa Pataky.​ Pigossi vive o par romântico da protagonista e o elenco ainda inclui o australiano Aaron Jakubenko (“The Shannara Chronicles”), como o irmão desorientado de Cal, o neozelandês Mattias Inwood (“Will”), no papel de um oficial da polícia que também possui um segredo a ser desvendado, além de Hunter Page-Lochard (“Cleverman”), Madeleine Madden (minissérie “Picnic at Hanging Garden”), Caroline Brazier (“Terra Nova”), Peter O’Brien (“X-Men Origens: Wolverine”) e Dalip Sondhi (“Secret City”). “Tidelands” estreia em 14 de dezembro.

    Leia mais
  • Série

    Trailer de Elseworlds introduz premissa do crossover e destaca o uniforme preto de Superman

    26 de novembro de 2018 /

    A rede The CW divulgou o primeiro trailer completo de “Elseworlds”, novo crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”. A prévia finalmente introduz a premissa da história, ao mostrar o Dr. John Deegan (Jeremy Davies) recebendo “poderes de um deus” do Monitor (LaMonica Garrett). Em outras palavras, ele adquire a capacidade de reescrever a realidade, fazendo com que Barry Allen (Grant Gustin) e Oliver Queen (Stephen Amell) troquem totalmente de identidades, incluindo seus uniformes e poderes. Além disso, Superman (Tyler Hoechlin) aparece de uniforme preto, o Flash dos anos 1990 (John Wesley Shipp) ainda está na ativa e o batsinal atrai uma Batwoman (Ruby Rose) para lutar ao lado dos heróis. Por curiosidade, o Dr. Deegan só apareceu uma vez nos quadrinhos, numa história de Batman. Foi em 1941, quando ele foi recrutado como capanga pelo Coringa – e morreu nesta única aparição. Mas não seria a primeira vez que o Arrowverso joga uma bola curva para os fãs, incluindo uma reviravolta na história. Já o Monitor é conhecido pela célebre “Crise nas Infinitas Terras”, o crossover mais famoso de todos os tempos, concebido para materializar o primeiro reboot dos quadrinhos, antes disso virar trivialidade. O objetivo da DC com esse lançamento era simplificar sua cronologia confusa de universos alternativos e Terras paralelas, que saiu do controle após começar de forma criativa, com a introdução da Terra 2 em 1961, nas páginas do Flash. O surgimento do personagem pode ser sinal de um projeto mais ambicioso, para além do atual crossover, já que uma voz na prévia fala de outra Terra, que teria sido destruída. De todo modo, a capacidade de reescrever realidades explica o título “Elseworlds”, que é o mesmo de um selo da DC Comics que abriga histórias em quadrinhos passadas fora de cronologia e em universos paralelos – e que foi “traduzido” no Brasil como “Túnel do Tempo”. Para quem não conhece, as histórias publicadas com a marca Elseworlds têm liberdade para imaginar os heróis da editora em situações, épocas e mundos alternativos, sem afetar a linha do tempo principal dos quadrinhos. A iniciativa foi inaugurada em 1989 com “Um Conto de Batman: Gotham City 1889”, graphic novel em que Batman enfrentou Jack, o Estripador na era vitoriana. Títulos como “O Reino do Amanhã”, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”, “Batman & Drácula” e “Batman & Houdini” também foram publicados pelo selo. “Elseworlds” irá ao ar nos EUA entre os dias 9 e 11 de dezembro. E ganhará exibição especial e consecutiva dos três episódios no dia 16 de dezembro no Brasil, pelo canal pago Warner.

    Leia mais
  • Série

    The Walking Dead : Produção faz pronunciamento oficial sobre Lauren Cohan

    26 de novembro de 2018 /

    Diante das inúmeras perguntas de fãs e da própria imprensa sobre a forma como Maggie, a personagem de Lauren Cohan, saiu da série, a produção de “The Walking Dead” emitiu um comunicado para se pronunciar oficialmente sobre a participação da atriz em novos episódios. “O último episódio de Maggie nesta temporada foi o quinto. Mas este não é o fim da história de Maggie. Amamos Lauren Cohan e esperamos tê-la de volta na série principal ou em outras obras, e nós construímos uma trama que possibilita isto”, diz o texto sucinto, assinado em conjunto pelo diretor criativo Scott Gimple e a showrunner Angela Kang, Divulgado durante o programa “Talking Dead” de domingo (25/11), o texto confirma que os produtores têm a intenção de trazer Cohan de volta à série, dependendo apenas da disponibilidade da atriz. A despedida de Maggie aconteceu no episódio final de Rick (Andrew Lincoln), antes do salto temporal da série. Mas não se deu com um grande gesto, como o sacrifício do ex-xerife. A explicação para a ausência da personagem na trama foi dada sucintamente por Jesus (Tom Payne) e Siddiq (Avi Nash), revelando que ela embarcou em nova jornada, para ajudar Georgie (Jayne Atkinson) a construir uma nova comunidade. A referência é especialmente obscura pelo fato de Georgie só ter aparecido num capítulo da 8ª temporada. Lauren Cohan não renovou seu contrato com a AMC após um impasse na negociação de seu cachê e, como não conseguiu o aumento desejado, passou a integrar o elenco de uma nova série, “Whiskey Cavalier”, que vai estrear em 2019 na rede ABC. No entanto, seu contrato com a ABC lhe permite participar de séries de outras emissoras, caso as agendas de gravação não coincidam. Em entrevista concedida recentemente, Kang revelou que já está em contato com a atriz para discutir possíveis novas tramas para Maggie. “Nós estivemos conversando com Lauren e espero que possamos contar mais da história de Maggie. Temos algumas cartas na manga e adoraríamos a oportunidade de mostrá-las. Mas tem mais a ver com agendar as filmagens no momento certo, estão espero que cheguemos a um acordo”, a produtora explicou.

    Leia mais
  • Série

    The Walking Dead: Negan está solto em cena inédita do próximo ano

    26 de novembro de 2018 /

    O programa “Talking Dead”, que traz entrevistas e exibe novidades da produção de “The Walking Dead”, divulgou uma cena inédita do primeiro episódio de 2019 da série de zumbis, intitulado “New Enemy”. A prévia revela os primeiros momentos de liberdade de Negan (Jeffrey Dean Morgan), após escapar da prisão no capítulo exibido no domingo (25/11). Caso a série siga os quadrinhos, Negan voltará a ter grande importância na história, com direito a muitas reviravoltas e a boa e velha desconfiança em relação às suas verdadeiras intenções. Traição é o principal elemento de sua jornada. “The Walking Dead” só vai retornar no dia 10 de fevereiro, com exibição no Brasil pelo canal pago Fox.

    Leia mais
  • Série

    The Walking Dead: Trailer legendado da midseason traz muitas revelações

    26 de novembro de 2018 /

    O canal pago americano AMC divulgou o trailer da segunda metade da 9ª temporada de “The Walking Dead”, e os fãs já legendaram o vídeo que entrega o maior spoiler de todos: quem sobreviveu ao cliffhanger da midseason. A resposta pode ser longa: Daryl (Norman Reedus), Aaron (Ross Marquand), Michonne (Danai Gurira), Eugene (Josh McDermitt), as recém-chegadas Magna (Nadia Hilker) e Yumiko (Eleanor Matsuura) e até o cachorro chamado Cachorro. Ou bem mais curta: todos. Não só escaparam, como trouxeram o corpo de Jesus (Tom Payne), assassinado no episódio de domingo (25/11), para ser enterrado em Hilltop. Mais que isso: como nos quadrinhos em que a série se baseia, o conflito resultou em uma prisioneira. Lydia, vivida por Cassady McClincy (“Castle Rock”), aparece conduzida pelo grupo e trancafiada na prisão local. Para azar da comunidade, trata-se da filha adolescente da líder dos Sussurradores, Alpha, por sua vez interpretada por Samantha Morton (de “Minority Report”). Isto leva a um cerco dos Sussurradores. E deve resultar em muitas mortes. a cena da foto acima indica que Alden (Callan McAuliffe) e Luke (Dan Fogler) serão feitos de reféns, numa provável tentativa de troca de prisioneiros – o que explica uma confabulação entre Daryl e Alpha, vista apenas de costas (careca) e à distância, entre hordas de supostos zumbis. O trailer também revela mudanças em relação aos quadrinhos, forçada pela ausência dos personagens originais na trama televisiva. Uma das principais alterações será na relação entre Lydia e Carl, que os roteiristas já mataram na série. A Sussurradora ganha destaque numa cena em que aparece na mesma prisão em que Henry (Matt Lintz) foi visto pela última vez, detido por bebedeira. Quem já passou desse ponto nas edições da Image Comics, sabe que circunstâncias similares deram início à amizade entre Lydia e Carl. Além disso, Daryl assume o lugar de Jesus na luta brutal contra Beta (Ryan Hurst, de “Sons of Anarchy”), demonstrando qual linha narrativa será adotada para o personagem de Norman Reedus, que não existe nas histórias de Robert Kirkman. Para completar, há imagens da feira do Reino, cenário digno de um “Casamento Vermelho”. Uma referência soturna de Michonne à comunidade do Rei Ezekiel (Khary Payton) é emblemática do que vem por aí. A série retorna no dia 10 de fevereiro com o episódio “New Enemy”, que será exibido no Brasil pelo canal pago Fox.

    Leia mais
  • Série

    The Walking Dead: Saiba quando os novos episódios vão estrear

    26 de novembro de 2018 /

    A metade da 9ª temporada de “The Walking Dead” terminou num cliffhanger terrível, com um personagem morto e vários cercados num cemitério por uma horda de zumbis. E a resolução desse ataque só será conhecida daqui a quase três meses, no dia 10 de fevereiro. A data foi revelada durante o “Talking Dead”, programa dedicado à série, pelo apresentador Chris Hardwicke. A informação foi ao ar no instante seguinte à exibição do último capítulo de de “The Walking Dead” em 2018. Assim, os fãs terão de roer muitas unhas para saber se Daryl (Norman Reedus), Aaron (Ross Marquand), Michonne (Danai Gurira), Eugene (Josh McDermitt) e as recém-chegadas Magna (Nadia Hilker) e Yumiko (Eleanor Matsuura) vão sobreviver ao ataque dos Sussurradores. Em seu retorno, a série vai exibir mais 8 episódios inéditos, que fecharão a 9ª temporada.

    Leia mais
  • Série

    The Walking Dead matou mais um personagem que está vivo nos quadrinhos

    26 de novembro de 2018 /

    A série “The Walking Dead” exibiu no domingo (25/11) seu último episódio do ano, encerrando a primeira metade de sua 9ª temporada. E o resultado foi a morte de mais um personagem que continua vivo nos quadrinhos em que a produção se baseia. Se não quiser saber quem morreu, não leia mais nada. Ao contrário dos quadrinhos de Robert Kirkman, onde segue chutando zumbis, a primeira vítima dos Sussurradores foi Jesus, personagem interpretado por Tom Payne. A cena de sua morte chegou a incluir a frase que ele ouviu ao encontrar os novos vilões nas páginas impressas, mas com resultados diversos. Em entrevista de post-mortem, Tom Payne declarou que estava insatisfeito com os rumos de seu personagem, que era um espadachim e lutador de kung fu nos quadrinhos, mas na série não passava de mero figurante, não tendo sequer uma cena de luta durante guerra total contra os Salvadores, onde seu maior rival foi um aliado, Morgan (Lennie James). Na publicação, Jesus lutou com ninguém menos que Negan nessa parte da trama. “É triste dizer adeus ao personagem, mas seu potencial não foi explorado”, disse Payne à revista The Hollywood Reporter. “Fiquei frustrado com isso e não fiquei triste ao dizer adeus devido a essa frustração. Ela era constante. Eu treinava e estava preparado para esse personagem e para mostrar do que ele era capaz. Quando finalmente mostramos este ano o que ele conseguia fazer, foi ótimo”. E aí, ele morreu. Jesus se junta a outros personagens que morreram na série muito antes de ter o mesmo destino nos quadrinhos, com destaque para a menina Sophia (Madison Lintz), que virou zumbi na 2ª temporada, apesar de crescer e se tornar adulta nos gibis, Andrea (Laurie Holden), assassinada pelo Governador ao final da 3ª temporada, antes de se casar com Rick e lutar contra os Sussurradores, e Carl (Chandler Riggs), totalmente vivo nas edições atuais da Image Comics. Além disso, a série também se despediu de Rick (Andrew Lincoln) e Maggie (Lauren Cohan), que continuam como protagonistas nos gibis, Heath (Corey Hawkins) e Dwight (Austin Amelio). E vem dando cada vez mais destaque para Daryl (Norman Reedus), Tara (Alanna Masterson), Alden (Callan McAuliffe) e Henry (Matt Lintz), que não existem nos quadrinhos, e até mesmo Judith (Cailey Fleming), que foi eliminada ainda bebê por Kirkman. As diferenças tendem a se acentuar cada vez mais em relação à história original. Mas, com a fuga de Negan (Jeffrey Dean Morgan) no último capítulo, a resolução da nova guerra parece se encaminhar da forma concebida por Kirkman. Sobre o aumento de discrepâncias, a showrunner Angela Kang disse ao site Deadline que “há uma certa quantidade de coisas dos quadrinhos que seguimos de forma relativamente fiel, mas elas são mais como guias, momentos que queremos tentar adaptar, e muitas vezes as rotas que tomamos vão em direções diferentes”. Sem Jesus, diversos elementos da trama dos Sussurradores terão que ser encenados de forma muito diferente dos quadrinhos. Além disso, Danai Gurira ainda não renovou seu contrato para voltar a viver Michonne na 10ª temporada. Como a personagem incorporou parte do arco de Andrea, pode ter o mesmo destino trágico da outra, durante o ataque de uma horda zumbi nos próximos capítulos – apesar de Michonne também continuar viva nos quadrinhos. Veja abaixo como foi a cena em que Jesus não morreu nos quadrinhos.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Bernardo Bertolucci (1941 – 2018)

    26 de novembro de 2018 /

    O cineasta italiano Bernardo Bertolucci morreu nesta segunda-feira (26/11), aos 77 anos. Celebrado por clássicos como “O Último Tango em Paris” (1972) e “O Último Imperador” (1987), ele lutou por anos contra um câncer, mas não resistiu. Com a saúde deteriorada, locomovia-se com uma cadeira de rodas há cerca de uma década, porém nem isso o impediu de realizar um último filme recentemente. Bertolucci foi um dos maiores nomes do cinema italiano e mundial, o mais novo e último remanescente de uma geração que contava com Fellini, Antonioni, Pasolini e Visconti, cuja obra autoral marcou gerações. Vencedor do Oscar de Melhor Direção por “O Último Imperador” – filme que conquistou ao todo nove troféus da Academia – , ele também foi homenageado com a Palma de Ouro, do Festival de Cannes, pelo conjunto da obra. E que obra. Filho de Attilio Bertolucci, um famoso poeta italiano, ele costumava acompanhar seu pai ao cinema em Parma, a cidade onde ele nasceu e cresceu, e começou a fazer filmes de 16mm aos 16 anos de idade. Conheceu o poeta Pier Paolo Pasolini através de seu pai, e quando Pasolini dirigiu seu primeiro filme, “Accattone – Desajuste Social” (1961), Bernardo foi contratado como assistente de produção. Um ano depois, ele dirigiu seu primeiro longa-metragem, “A Morte” (1962), baseado em um esboço de cinco páginas de Pasolini. Rodado quando ele tinha 22 anos de idade, o filme investigava o mistério de um assassinato por meio de flashbacks e diferentes perspectivas de testemunhas, que narravam o que viram ao investigador do caso, um figura invisível para os espectadores. O estilo era diferente e ousado já naquela época, resultado, segundo ele, de quem “tinha visto muitos e muitos filmes”. “Antes da Revolução” (1964) foi um trabalho muito mais pessoal, explorando os problemas de um jovem egoísta de classe média que se vê dividido entre política radical e conformidade, e entre um caso apaixonado com sua jovem tia e seu casamento burguês. Ele opta por respeitabilidade em ambos os casos. Vagamente baseado no romance “A Cartuxa de Parma”, de Stendhal, o filme chamou atenção por ser tecnicamente impressionante e pela capacidade de Bertolucci de articular temas, como o pai traidor e a conexão da libido com a política, que ele exploraria ao longo da carreira. Em “Partner”, ele adaptou “O Duplo” de Dostoiévski, atualizando a trama para a Roma de 1968 e incluindo uma homenagem à novelle vague, ao mostrar o protagonista, interpretado por Pierre Clémenti, falando francês, enquanto todos os demais falam italiano. No mesmo ano, Bertolucci assinou o roteiro do filme que passou a ser celebrado como auge do gênero spaghetti western, “Era uma Vez no Oeste”, de Sergio Leone, em que manifestou pela primeira vez suas aspirações épicas. Sua carreira estourou na década seguinte, após dar ao operador de câmera de “Antes da Revolução” o status de diretor de fotografia. A parceria com Vittorio Storaro marcou época. Fizeram oito filmes juntos, sendo o primeiro “A Estratégia da Aranha” (1970), que transpôs a história de Jorge Luis Borges da Irlanda para a Itália, mudando o contexto político para um retrato do fascismo dos anos 1930, ao mostrar que o pai, que o protagonista considerava um herói, era realmente um traidor. Um de seus maiores clássicos foi rodado quase ao mesmo tempo. “O Conformista” (1970) juntou as preocupações freudianas e políticas de Bertolucci em um estudo da Itália fascista, que procurava captar o pensamento da extrema direita por meio de um protagonista reprimido. Um homossexual que se recusava a se assumir, vivido por Jean-Louis Trintignant, e que por isso optava por valores burgueses e pela violência, recebendo do partido fascista a missão de assassinar seu ex-professor. O roteiro adaptado da obra de Alberto Moldavia rendeu ao cineasta sua primeira indicação ao Oscar. Impressionante, por ser um “filme falado em língua estrangeira”. O longa também se destacou pelo florescimento do estilo cinematográfico de Bertolucci, com tomadas elaboradas, ângulos de câmera barrocos, cores opulentas, cenografia repleta de ornamentos e um intrincado jogo de luz e sombra, que quase transformavam o filme em 3D só pelo impacto visual. Mas nenhum filme marcou mais sua carreira, para o bem e para o mal, que o que veio em seguida. “O Último Tango em Paris” se tornou um clássico do cinema erótico, por seu retrato de um relacionamento anti-romântico, baseado apenas em sexo, entre uma ninfeta e um homem bem mais velho, vividos por Maria Schneider, então com 19 anos, e Marlon Brando, de 48, que não querem saber nada um do outro, nem mesmo o nome. Altamente sensual, mas também violento, o filme provocou muitas discussões na época e rende assunto até hoje. Na ocasião, o cineasta foi indiciado por um tribunal em Bolonha por fazer um filme pornográfico. Embora tenha sido absolvido, perdeu seus direitos civis (incluindo seu direito de voto) por cinco anos e os tribunais italianos ordenaram que todas as cópias do filme fossem destruídas. Mas a obra estourou no exterior, lotou cinemas, gerou frisson e rendeu a segunda indicação ao Oscar para Bertolucci, desta vez como Melhor Diretor. Muito já se falou sobre a cena da manteiga, usada para simular lubrificação numa simulação de estupro. Uma violação não consentida que, na trama, levava a jovem protagonista a encerrar o relacionamento, algo que o homem não consegue entender. Maria Schneider denunciou Bertolucci e Brando, anos depois em sua autobiografia, pela violência da encenação. Mesmo que o estupro fosse simulado, ela se disse vítima de agressão, já que o uso da manteiga não estava no roteiro ou tinha sido combinado, e foi resultado de um ato violento, com Brando jogando-a no chão e tocando sua partes íntimas. Em uma entrevista de 2007, quatro anos antes de morrer, Schneider disse que suas “lágrimas eram verdadeiras” no filme. Em dezembro de 2016, a polêmica voltou à tona, quando uma entrevista antiga de Bertolucci ressurgiu nas redes sociais. Nela, Bertulucci assumia: “A sequência da manteiga foi uma ideia que eu tive com Marlon na véspera da filmagem. Eu queria que Maria reagisse, que ela fosse humilhada. Eu não queria que ela interpretasse a raiva, eu queria que ela sentisse raiva e humilhação”. A confissão ultrajou feministas. “A todos que gostaram do filme, vocês estão vendo uma jovem de 19 anos sendo violentada por um homem de 48 anos. O diretor planejou a agressão. Isso me dá nojo”, tuitou a atriz Jessica Chastain, que, depois, tomaria a frente do movimento Time’s Up, contra abusos e discriminação contra as mulheres em Hollywood. Essa discussão demorou décadas para assumir contornos mais negativos, o que levou Bertolucci a passar seus últimos anos se defendendo. Entretanto, ele também se beneficiou bastante da controvérsia. O interesse gerado pelas reputação de “O Último Tango em Paris” ajudou Bertolucci a obter o financiamento necessário para embarcar em seu projeto mais ambicioso, “1900”. O filme de 1977 foi o primeiro grande épico de sua carreira como diretor, com uma duração de nada menos de cinco horas, além de consumir um dos maiores orçamentos do cinema italiano. O diretor ainda quis aproximar duas escolas rivais de cinema, as grandes produções hollywoodianas e o realismo socialista do cinema russo dos anos 1930, para narrar a história da Itália sob o ponto de vista da luta de classes, representado pelos dois protagonistas: Olmo (Gérard Depardieu), o filho de uma camponesa, e Alfredo (Robert De Niro), o filho do dono da fazenda (Burt Lancaster), ambos nascidos no mesmo dia, 27 de janeiro de 1901. Imponente, mas também didático, o filme atinge o ápice em seus últimos 30 minutos, para encerrar seu painel histórico no Dia da Libertação da Itália pelos aliados, em 25 de abril de 1945. Ao buscar a grandiosidade, Bertolucci se afastou da introspecção que marcava seus trabalhos anteriores. E “1900” acabou considerado uma anomalia em sua filmografia. Suas obras seguintes voltaram aos temas psicológicos e políticos, em mergulhos na sexualidade e na relação paternal. “La Luna” (1979) foi a história de um relacionamento apaixonado, quase incestuoso, entre mãe e filho, rodado com simbolismos edipianos e virtuosismo cinematográfico. E “A Tragédia de um Homem Ridículo” (1981) representou o reverso de “A Estratégia da Aranha”, com um pai investigando a vida do filho, sequestrado misteriosamente e acusado de conspirar com a extrema esquerda. A ambiguidade das obras não agradaram público e crítica. Mas suas inclinações políticas de esquerda lhe permitiram ser bem-recebido na China, onde retomou o cinema épico, atingindo o ápice artístico de sua carreira. “O Último Imperador” foi o primeiro filme ocidental inteiramente rodado na China, e contou com participação oficial do governo do país, que lhe deu acesso à Cidade Proibida e outras locações imponentes, nunca antes registradas numa produção falada em inglês. O filme contava a história real de Pu Yi, o último imperador da China, que nasceu para governar e acabou como um jardineiro comum, após ser “reeducado” pelo regime maoísta, numa trajetória de 60 anos que cobria o período histórico mais controvertido da China. O filme era o equivalente chinês a “1900”, um novo retrato da luta de classes, mas muito mais suntuoso, ecoando o esplendor dourado do palácio na Cidade Proibida. As imagens deslumbrantes e a história inacreditável, mas real, impressionaram crítica e público em todo o mundo. Bertolucci venceu não um, mas dois Oscars, de Direção e Roteiro Adaptado, enquanto o longa colecionou 9 troféus, incluindo Melhor Filme e Fotografia (de Vittorio Storaro). “O Último Imperador” mudou os rumos da carreira de Bertolucci, que a seguir decidiu completar uma “trilogia oriental”, abrindo seu trabalho à temas existenciais e filosóficos por meio de “O Céu que nos Protege” (1990), filmado na Argélia e Marrocos, e “O Pequeno Buda” (1993), filmado no Butão e no Nepal. Mas embora fossem igualmente dispendiosos e exóticos, nenhum dos dois repetiu o êxito do longa chinês. Ele voltou para casa, descartou os excessos, retomou o cinema intimista e redescobriu o sexo com “Beleza Roubada” (1996), drama sobre o despertar sexual de uma adolescente americana (Liv Tyler) em uma vila na Toscana, habitada por artistas e boêmios, e “Assédio” (1998), ambientado em Roma, que se concentra na relação entre um pianista inglês recluso e sua jovem empregada africana (Thandie Newton). Com “Os Sonhadores” (2003), Bertolucci voltou a seus dias de juventude, tanto em termos de tema quanto de repercussão. Passado no ano de 1968, o filme juntava sexo e revolução, dois dos assuntos favoritos do diretor, usando a Primavera de Paris como pano de fundo para um relacionamento a três. Enquanto uma praia se revelava sob os paralelepípedos das ruas, os personagens se fechavam entre quatro paredes, como em “O Último Tango” passado na mesma Paris, para explorar sua paixão sexual e pelo cinema. O resultado se tornou a apoteose da cinefilia de Bertolucci e deslanchou a carreira dos jovens Louis Garrel, Michael Pitt e Eva Green, que fazia sua estreia nas telas. Foi um sucesso. Mas em vez de marcar um renascimento em sua carreira, foi quase uma despedida, pois logo em seguida ele passou a sofrer sérios problemas nas costas. Bertolucci se viu confinado a uma cadeira de rodas e não fez outro filme por nove anos. Foi buscar energia e vontade de filmar nos aplausos dos colegas, durante uma homenagem do Festival de Cannes, que lhe rendeu tributo pela carreira em 2011. Um ano depois, lançou “Eu e Você” (2012), seu primeiro filme italiano desde 1981 e último longa de sua filmografia. Foi um trabalho relativamente modesto com um pequeno elenco e, novamente, uma locação minimalista – um porão em que um adolescente se escondia com sua meia-irmã. Nos últimos anos, sua saúde deteriorou, acumulando um câncer. E, em vez de aplausos, Bertolucci precisou lidar com acusações de abusos cometidos num filme que ele dirigiu aos 31 anos de idade. Em sua derradeira manifestação pública, ele se defendeu: “Eu gostaria, pela última vez, de esclarecer um mal-entendido ridículo que continua a gerar reportagens sobre ‘O Último Tango em Paris’ em todo o mundo. Vários anos atrás, na Cinémathèque Française, alguém me perguntou detalhes sobre a famosa cena da manteiga....

    Leia mais
  • Série

    I Am the Night: Série que reúne ator e diretora de Mulher-Maravilha ganha fotos e vídeos em clima noir

    26 de novembro de 2018 /

    O canal pago TNT divulgou as fotos, um vídeo de bastidores e dois novos trailers de “I Am the Night”, série que volta a reunir a diretora Patty Jenkins e o ator Chris Pine após o sucesso de “Mulher-Maravilha” (2017). O making of traz o ator revelando o que o atraiu na produção, enfatizando a importância da cineasta no projeto, enquanto os vídeos destacam o clima noir da trama e sua ligação com o infame assassino da Dália Negra. A série é baseada numa história real, registrada na autobiografia “One Day She’ll Darken” de Fauna Hodel. Ela nasceu em 1951, filha de uma família proeminente da Califórnia, mas foi dada em adoção para uma jovem negra que trabalhava como atendente de banheiro em um cassino de Nevada. Fauna cresceu acreditando que era mestiça, encontrando preconceito tanto de negros quanto de brancos. Mas anos mais tarde descobriu sua mãe biológica e que tinha uma ligação familiar com o principal suspeito de ser o serial killer do caso da Dália Negra. Pine vive o protagonista Jay Singletary, um ex-marine que virou repórter e encontra na história de Hodel uma forma de recuperar a carreira, após cair em desgraça. Desvendar os segredos por trás do nascimento da mulher pode ser a oportunidade que ele sempre esperou para ganhar reconhecimento, mas o enigma de Hodel também o leva aonde ele não espera: a um labirinto de maldade que irá desestabilizá-lo. A atriz India Eisley (“Anjos da Noite: O Despertar”) vive Hodel e o elenco também conta com outra intérprete do filme da Mulher-Maravilha, a atriz Connie Nielsen como a mãe biológica da jovem, uma linda socialite que viu sua família perder tudo e guarda terríveis segredos. A adaptação foi escrita por Sam Sheridan, que é casado com Jenkins. Ele é um lutador famoso de Muay Thai, que participou do filme “Guerreiro” e teve sua vida narrada no documentário “Thai Boxing: A Fighting Chance”, do National Geographic. Também escreveu livros sobre a luta e trabalha como roteirista na série “SEAL Team”. Jenkins assina a direção dos dois primeiros episódios e compartilha créditos de produção com Sheridan e Pine, além de Michael Sugar (produtor da série “13 Reasons Why”). Com seis episódios, “I Am the Night” tem estreia marcada para janeiro nos Estados Unidos.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie