Doctor Who: Trailer do especial de Ano Novo promete “a criatura mais perigosa do universo”
A BBC divulgou o trailer do especial de Ano Novo de “Doctor Who”, que traz a Doutora vivida por Jodie Whittaker revelando a seus companheiros que eles estão prestes a enfrentar “a criatura mais perigosa do universo”. Na língua dos whovians, isto costuma ser descrito com menos letras: daleks. Mas o roteirista-produtor Chris Chibnall está fazendo mistério sobre o retorno das criaturas obcecadas por destruição. Ele ainda não usou os alienígenas mais famosos da série em seus primeiros episódios à frente da produção. Por enquanto, a única novidade confirmada é um cachecol colorido adotado pela Doutora no episódio. Apelidado de “cachecol gay” por ter as cores do arco-íris, ele não foi criado especialmente para a série e esgotou nas lojas do Reino Unido, assim que as imagens de Whittaker com seu novo adereço chegaram na internet. Vale lembrar que já houve um Doutor que gostava de usar cachecol colorido. A versão do Doutor vivida por Tom Baker, por sinal, foi a mais duradoura de todas, estrelando a série por uma década, de 1974 a 1984 – ou 172 episódios. A 11ª temporada do revival de “Doctor Who” (a partir de 2005) se encerrou oficialmente no domingo (9/12), mas o especial de Ano Novo está tecnicamente dentro dessa primeira leva de capítulos estrelados por Jodie Whittaker. Afinal, depois disso a série terá um hiato de nada menos que um ano, retornando apenas em 2020. Intitulado “Resolution”, o especial vai ao ar em 1 de janeiro. No Brasil, “Doctor Who” é disponibilizado pela plataforma Crackle, da Sony.
Disney ultrapassa US$ 7 bilhões de bilheteria mundial em 2018
A Disney pode estabelecer um novo recorde de arrecadação nas bilheterias mundiais em 2018, após ultrapassar a marca de US$ 7 bilhões de faturamento no ano. O estúdio é o único que já tinha faturado isso anteriormente, estabelecendo o recorde em 2016, ao atingir US$ 7,6 milhões. Os grandes blockbusters da Disney em 2018 foram “Vingadores: Guerra Infinita” (US$ 2 bilhões), “Pantera Negra” (US$ 1,3 bilhão), “Os Incríveis 2” (US$ 1,2 bilhão), “Homem-Formiga e a Vespa” (US$ 622 milhões), “Han Solo: Uma História Star Wars” (US$ 393.2 milhões) e “WiFi Ralph: Quebrando a Internet” (US$ 258 milhões, e contando). E é interessante constatar que, com a exceção de “WiFi Ralph: Quebrando a Internet”, os maiores sucessos da Disney foram resultados dos estúdios que a empresa adquiriu no século 21: Pixar (comprada em 2006), Marvel (2009) e Lucasfilm (2012). Ironicamente, a maioria das produções originais do estúdio fracassaram em 2018. Mas há muita expectativa em relação ao lançamento de “O Retorno de Mary Poppins”, que chega aos cinemas mundiais na próxima semana. Este filme, aliado à chegada de “WiFi Ralph” em outros mercados, alimenta a possibilidade de a Disney quebrar seu próprio recorde até o final do ano. E isto em seu último ano sem contar a Fox entre suas aquisições. Vale considerar que, para 2019, a Disney contará com as estreias de “Vingadores: Ultimato”, “Capitão Marvel”, “Homem-Aranha: Longe de Casa”, “Star Wars: Episódio IX”, “Toy Story 4”, “Rei Leão”, “Aladdin”, “Dumbo” e isto sem seus primeiros lançamentos da Fox, que incluem “Alita: Anjo de Combate”, “X-Men: Fênix Negra”, “Os Novos Mutantes” e “Kingsman 3”.
Juliette Binoche vai presidir o júri do Festival de Berlim 2019
A atriz Juliette Binoche (“Acima das Nuvens”) vai presidir o júri do Festival de Berlim 2019. O anúncio foi feito pela organização do evento nesta terça-feira (11/12). Binoche se disse “tremendamente honrada” por servir como presidente do júri no último ano do diretor criativo Dieter Kosslick, que vai se aposentar. “Isso significa muito para mim”, declarou em comunicado. “Eu estou ansiosa para conhecer os meus colegas de júri, e vou abraçar esta função com alegria e cuidado”. A estrela francesa de 54 anos tem uma relação histórica com o festival alemão. Ela foi premiada como Melhor Atriz em Berlim por “O Paciente Inglês” (1996), filme que depois lhe rendeu o Oscar. Ela assume a função que pertenceu ao diretor alemão Tom Tykwer (“Corra, Lola, Corra!”) em 2018. O cineasta holandês Paul Verhoeven (“Elle”), o diretor Darren Aronofsky (“Mãe!”) e a atriz Meryl Streep também presidiram o júri do Festival de Berlim em anos recentes.
Carmen Sandiego: Série animada com Gina Rodriguez ganha pôster, sinopse e data de estreia
A Netflix divulgou o pôster e a data de estreia da nova série animada baseada no jogo e nos desenhos de “Em que Lugar da Terra Está Carmen Sandiego?”. Intitulada apenas “Carmen Sandiego”, a produção será dublada por Gina Rodriguez (a “Jane The Virgin”), que tem o papel-título, e Finn Wolfhard (“Stranger Things”), no papel de Player/Jogador, amigo e cúmplice de Carmen. Carmen Sandiego surgiu pela primeira vez num jogo (“Where in the World Is Carmen Sandiego?”) criado por Gene Portwood e Lauren Elliott, ex-funcionários da Disney, e lançado em 1985 com o intuito de ensinar geografia às crianças. No game, detetives da agência ACME tentam prender um grupo de ladrões liderados por Carmen Sandiego, que realizava roubos impossíveis ao redor do mundo. Seu prazer é vencer os desafios. A personagem também ganhou uma série animada, que foi ao ar entre 1994 e 1999 pela Fox Kids. Ela volta em novas aventuras animadas, desta vez em streaming, e como uma Robin Hood moderna, segundo a descrição da Netflix. “Carmen é uma Robin Hood moderna, viajando pelo mundo e roubando de V.I.L.E. para devolver às suas vítimas. Carmen é publicamente percebida como uma criminosa pela maioria das agências da lei – correção, uma mestre criminosa, devido à escala e teatralidade de seus assaltos. A série vai seguir suas escapadas e tentar determinar não só onde, mas Quem no mundo é Carmen Sandiego.” A estreia está marcada para 18 de janeiro.
Pesquisas revelam que Demolidor era uma das séries mais assistidas da Netflix
Pesquisas de diferentes empresas americanas de medição de audiência aumentaram a controvérsia em torno do cancelamento da série Demolidor (Daredevil), a terceira produção consecutiva da Marvel que a Netflix decidiu encerrar. De acordo com a Parrot Analytics – empresa que se dedica a mensurar a popularidade dos programas em plataformas de streaming – , a produção da Marvel era a quarta série mais popular de toda a programação da Netflix quando foi cancelada. Um mês após o lançamento da elogiada 3ª temporada, Demolidor teria aproximadamente 30 milhões de “impressões de demanda”, a métrica usada pela Parrot. Isso a colocaria atrás apenas de “Narcos: México”, “O Mundo Sombrio de Sabrina” e “Stranger Things” na média geral de audiência das séries da Netflix. Mais: “Demolidor” liderou a lista na semana de estreia de sua derradeira temporada. Já a pesquisa da 7Park Data coloca “Demolidor” como a sétima atração mais vista da Netflix, incluindo programas não produzidos pela empresa, como as séries “The Office”, “Friends” e “Grey’s Anatomy – respectivamente, 1º, 3º e 4º lugares nesta levantamento – e reality shows como “The Great British Baking Show” – 6º lugar. Entre as séries produzidas exclusivamente para a Netflix, a 7Park Data assinala que “Demolidor” foi a 3ª mais vista no mês de outubro. Só perdeu para “Chilling Adventures of Sabrina” e “House of Cards”, tendo superado a audiência de “Narcos: Mexico” e “The Haunting of Hill House”, que completam a relação das principais audiências do período. Os dados podem ajudar a Marvel e a Disney a tomar uma decisão sobre o futuro da atração. Em seu comunicado oficial, emitido após o cancelamento, o estúdio elogiou a equipe da série e prometeu novas aventuras do herói, ainda que de forma genérica. O cancelamento de “Demolidor” acontece pouco mais de um mês após a plataforma cancelar “Luke Cage” e “Punho de Ferro”. Das séries da Marvel, apenas “Jessica Jones” e “Justiceiro” permanecem ativas no serviço de streaming, com novas temporadas – possivelmente as últimas – previstas para 2019. O fato de “Demolidor” ter boa audiência alimenta a teoria de que as séries da Marvel foram canceladas como retaliação, após a Disney detalhar as produções de seu serviço de streaming, que irá competir com a Netflix. Até o momento, a Disney não se manifestou a respeito de reaproveitar as séries canceladas em suas próprias plataformas/canais – que incluem Disney+ (Disney Plus), Hulu, ABC, Freeform e FX. Mas vale lembrar que a rede ABC renovou com muita antecipação a série “Agents of SHIELD”, sua conexão com o universo Marvel – na contramão dos cancelamentos do serviço de streaming.
Elseworlds: Super-heróis vão para Gotham em prévias da segunda parte
Após passar por Smallville na primeira parte, o segundo episódio de “Elseworlds”, crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”, leva os heróis a Gotham City. A cidade aparece numa cena e é tema de um vídeo de bastidores divulgado pela rede CW, que traz cenas inéditas e comentários da produtora Beth Schwartz. Entre os marcos da cidade, aparecem o batsinal e o Asilo Arkham, e os vídeos também introduzem Ruby Rose (“Megatubarão”) como Kate Kane e Batwoman. “Elseworlds: Part 2” vai ao ar no episódio de “Arrow” desta segunda (10/12) nos Estados Unidos. E a terceira e última parte será exibida na terça (11/12) em “Supergirl”. Os fãs brasileiros não precisarão esperar muito para ver esses capítulos. Eles ganharão exibição especial consecutiva no próximo domingo (16/12) no canal pago Warner.
Elseworlds: Crossover das séries de super-heróis da DC faz homenagem à Smallville
A primeira parte de “Elseworlds”, crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”, fez uma homenagem explícita à antiga série “Smallville”. Exibido no domingo (9/12) nos Estados Unidos, o capítulo mostrou Flash (Grant Gustin) e Arqueiro Verde (Stephen Amell) em busca de Supergirl (Melisa Benoist). Eles acabam se encontrando na fazenda Kent, cenário de “Smallville”, onde também estão Superman (Tyler Hoechlin) e Lois Lane (a estreante Elizabeth Tulloch), personagens da série clássica. E se isso não fosse suficiente, a chegada na fazenda foi acompanhada pelo som de “Save Me”, de Remy Zero, trilha da produção dos anos 2000. Não é a primeira vez que o Arrowverso referencia “Smallville”. Um dos melhores episódios da temporada passada de “Supergirl”, intitulado “Midvale”, contou com participação em off de Chloe Sullivan, personagem daquela atração. A segunda parte de “Elseworlds” vai ao ar nesta segunda (10/12) e a terceira e última será exibida na terça (11/12) nos EUA. Mas os fãs brasileiros não precisarão esperar muito para ver esses capítulos. Eles ganharão exibição especial consecutiva no próximo domingo (16/12) no canal pago Warner.
Após impasse, 12ª temporada de Doctor Who só vai estrear em 2020
A BBC confirmou a produção de 12ª temporada de “Doctor Who” com um hiato maior que o costume. Os novos episódios vão demorar um ano para ser exibidos. A 11ª temporada chegou ao fim no último domingo (9/12) e um especial de Natal está previsto para daqui a três semanas. Mas, depois disso, os fãs terão que aguardar até janeiro de 2020 pelos próximos capítulos. Este espaçamento foi confirmado após muitos rumores envolvendo uma queda de braços entre a BBC e o atual produtor da série, Chris Chibnall, que teriam ameaçado, inclusive, a continuação de Jodie Whittaker como protagonista. Os dois foram parceiros na série “Broadchuch” e assumiram “Doctor Who” na atual 11ª temporada, que registrou ótima audiência para o canal BBC One no Reino Unido desde sua estreia em 7 de outubro – 8,7 milhões de telespectadores consolidados, após a soma de todas as plataformas, bem acima dos 6 milhões da temporada passada. O problema estaria, ironicamente, no sucesso dos episódios produzidos por Chibnall. Por conta disso, a BBC teria exigido uma nova temporada com 10 episódios e um especial de fim de ano para 2019. Mas, segundo apurou a revista Starburst, Chibnall teria se recusado, afirmando que não poderia manter a mesma qualidade sem uma pausa maior. O impasse chegou, novamente segundo rumores, a fazer o showrunner a considerar sua demissão, já que seu contrato previa apenas cinco episódios (e um especial de Natal) para 2019. Para piorar, Jodie Whittaker teria dito, ainda segundo as fontes da Starburst, que não pretendia continuar na série sem Chibnall. Ela tem um filho pequeno, de três anos de idade, e a ideia de emendar duas temporadas de 10 episódios a manteria muito tempo longe do menino, o que também não lhe agradava. Assim como o showrunner, a atriz esperava fazer apenas cinco episódios e um especial em 2019. A BBC não comentou a suposta polêmica. Em vez disso, simplesmente anunciou que não lançará nenhum episódio de “Doctor Who” em 2019 após o especial de Ano Novo, que vai ao ar em 1 de janeiro. O lançamento da 12ª temporada em 2020 dará a Chibnall o tempo que ele queria para escrever os episódios.
Strange Times: Quadrinhos de ex-guitarrista do Blink-182 vão virar série
O ex-cantor do My Chemical Romance, Gerard Way, vai ter concorrência na categoria dos roqueiros que criam quadrinhos (“The Umbrella Academy”) que viram série. A graphic novel “Strange Times”, escrita por Tom DeLonge, ex-guitarrista do Blink-182, também vai se transformar numa série. A adaptação está sendo escrita pelo comediante Aaron Karo (“Aaron Karo: The Rest Is History”) para o canal pago americano TBS. “Strange Times” começou como um site interativo onde pessoas compartilhavam histórias sobre fatos estranhos e paranormais – muitas delas com evidências confiáveis. Isso ajudou a inspirar a graphic novel, desenhada pelos irmãos portugueses Edgar e Sérgio Martins, e também um romance escrito por DeLonge. A trama gira em torno de cinco adolescentes curiosos que se envolvem em aventuras sobrenaturais. Charlie Wilkins, o líder do grupo, já foi um dos garotos mais populares da escola, mas se tornou um “esquisitão” após o desaparecimento misterioso de seu pai militar, cujo destino foi proibido de ser compartilhado pelo exército americano. Ele se junta ao nerd Wiz, ao saco de pancadas Riley, e aos skatistas Mouse e Mattheson para investigar um caso bizarro que envolve uma garota morta e um espírito maligno, cujo passado se conecta à família de Charlie. DeLonge disse à revista Variety que a realização da série baseada em “Strange Times” é um sonho realizado. Ainda não há previsão para a estreia da atração.
Jodie Foster vai dirigir e estrelar remake de Uma Mulher em Guerra
Jodie Foster definiu qual será o seu próximo filme como diretora. Ela vai dirigir e estrelar o remake de “Uma Mulher em Guerra” (Woman at War), filme que a Islândia selecionou para disputar uma vaga no Oscar 2019, na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira. A atriz e cineasta planeja mudar locação da história da Islândia para os EUA e viver o papel principal, uma professora de música de meia idade que, durante à noite, arrisca a vida com seu ativismo ambiental, tentando impedir que uma fábrica de alumínio destrua o meio ambiente de sua localidade. Entretanto, conforme sua campanha clandestina contra a fábrica começa a surtir efeito, ela recebe a notícia de que seu antigo pedido de adoção foi aprovado, e uma bebê recém-nascida espera por ela na Ucrânia. “Este filme me empolgou além das expectativas”, comentou Foster, no comunicado da produção. “Eu estou animada para dirigir uma nova imaginação americana desta história relevante, linda e inspiradora”. “A personagem Halla é uma guerreira pelo planeta, uma mulher forte que arrisca tudo para fazer a coisa certa, mas não sem alguns imprevistos pelo caminho”, completou. “Uma Mulher em Guerra” estreou na mostra Semana da Crítica do Festival de Cannes de 2018, onde acabou recebendo um prêmio paralelo. Venceu o Festival de Hamburgo (Filmfest) e prêmios de Melhor Atriz para Halldóra Geirharðsdóttir nos festivais de Montreal e Valladolid. Foi exibido também na 42ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, em outubro, e tem 83% de aprovação na média da crítica verificada pelo site Rotten Tomatoes. O remake marcará o quinto trabalho de Foster como diretora – o último foi “Jogo do Dinheiro” (2016), com Julia Roberts e George Clooney. Como atriz, seu trabalho mais recente foi “Hotel Artemis”, lançado em setembro nos cinemas brasileiras. Ela tem dois Oscars de Melhor Atriz no currículo, por “Acusados” (1988) e “O Silêncio dos Inocentes” (1991). Veja abaixo o trailer do filme islandês original, que não tem previsão de estreia comercial no Brasil.
Última temporada de Desventuras em Série ganha novas fotos, pôster e trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster, 10 novas fotos e o trailer legendado da 3ª e última temporada de “Desventuras em Série”. “Não querem saber o que acontece a seguir?”, pergunta o vilão Conde Olaf (Neil Patrick Harris). A prévia mostra que até Klaus Bodelaire (o estreante Louis Hynes) quer saber, mesmo que sejam novas tentativas de assassinato por parte de quem pergunta. E se não faltam vilanias, também há atos de heroísmo, que acompanham a chegada de uma nova personagem, vivida por Allison Williams (“Corra!”). Ao final, há até um encontro dos órfãs com o escritor/narrador da história, Lemony Snicket (Patrick Warburton). A série é baseada nos livros homônimos escritos por Daniel Handler sob o nome Lemony Snicket, que mostram como os jovens irmãos Baudelaire enfrentam provações, tribulações, infortúnios e um tio maldoso que quer se apoderar de sua fortuna. Tudo isso enquanto buscam descobrir o segredo da morte de seus pais. Embora a plataforma não divulgue seus dados, a Symphony Advanced Media, empresa que usa um mecanismo de reconhecimento de dados através de celulares de usuários registrados, revelou que a 1ª temporada de “Desventuras em Série” foi um dos maiores sucessos da Netflix. Criada pelo roteirista Mark Hudis (série “True Blood”), a série tem produção e direção do cineasta Barry Sonnenfeld (“A Família Addams”, “Os Homens de Preto”) e disponibilizará seus últimos episódios no dia 1 de janeiro.
Deadpool e Fred Savage cantam Nickelback em novo trailer de Era uma Vez um Deadpool
A Fox divulgou um novo trailer de “Era uma vez um Deadpool”, reedição para menores do filme “Deadpool 2” com cenas inéditas. A prévia traz Deadpool e Fred Savage cantando juntos “How You Remind Me”, sucesso da banda Nickelback lançado em 2001. Trata-se da versão estendida de uma piada do primeiro trailer, em que Savage desdenhava dos filmes da Marvel produzidos pela Fox, comparando-os às músicas da banda canadense. A participação do ator é uma homenagem assumida ao clássico “Princesa Prometida” (1987), cujo roteirista original faleceu no mês passado. No filme dos anos 1980, Savage vivia um menino doente, que ouvia um conto de fadas lido por seu avô. No trailer, Deadpool aparece lendo um livro para Savage, que está amarrado em sua cama e só será solto ao final da história – que é, na verdade, uma versão editada de “Deadpool 2”, sem palavrões e violência. As cenas teriam sido filmadas em um único dia pela dupla de atores, com roteiro de Rhett Reese, Paul Wernick e direção de Dave Leitch – o time de “Deadpool 2”. Mas o filme terá outras sequências inéditas, que exploram, entre outras peculiaridades, como o casal formado por Míssil Adolescente Megassônico (Brianna Hildebrand) e Yukio (Shioli Kutsuna) é fofinho. “Once Upon a Deadpool” vai ficar em cartaz nos cinemas dos Estados Unidos por um período limitado, entre os dias 12 e 24 de dezembro apenas. E cada ingresso vendido renderá US$ 1 para uma instituição beneficente de luta contra o câncer, chamada F*ck Cancer, que momentaneamente será rebatizada como Fudge Cancer para ganhar divulgação junto do lançamento para menores. A estreia no Brasil vai acontecer em 27 de dezembro e não foi divulgado se o filme também terá alguma parceria beneficente no país.
Novo trailer legendado de Godzilla 2 mostra monstros gigantes em batalha apocalíptica
A Warner divulgou mais um pôster e o segundo trailer legendado de “Godzilla II: O Rei dos Monstros”. E, ao contrário do anterior, o vídeo não esconde nada, revelando os adversários gigantescos de Godzilla em detalhes. A prévia mostra como a devastação causada pela surgimento de três novas criaturas monstruosas beira o apocalipse, o que convence a humanidade da necessidade de um campeão gigante. No caso, Godzilla. O filme deve mostrar como o projeto Monarch induz o réptil a tomar partido nessa briga de predadores colossais pelo título de Rei dos Monstros. Os rivais de Godzilla são Mothra, Rodan e Ghidorah, kaijus conhecidos dos fãs do gênero, que entraram na cultura pop há mais de 50 anos, cada um com seu próprio filme individual: “Mothra, a Deusa Selvagem” (1961), “Rodan!… O Monstro do Espaço” (1956) e “Ghidrah, O Monstro Tricéfalo” (1964), todos dirigidos pelo mestre Ishirô Honda, o verdadeiro rei dos monstros. Godzilla já os combateu individualmente e também a todos ao mesmo tempo em vários clássicos japoneses – em particular no famoso “O Despertar dos Monstros’ (1968). Já o elenco humano da produção inclui Millie Bobby Brown (de “Stranger Things”), Vera Farmiga (“Bates Motel”), Kyle Chandler (“Manchester à Beira-Mar”), O’Shea Jackson Jr. (“Straight Outta Compton”), Bradley Whitford (série “The Handmaid’s Tale”), Thomas Middleditch (“Silicon Valley”), Charles Dance (“Game of Thrones”), Zhang Ziyi (“O Grande Mestre”) e Aisha Hinds (“9-1-1”), além de trazer de volta os personagens de Sally Hawkins (“A Forma da Água”) e Ken Watanabe (“A Origem”), representantes da Monarch no primeiro “Godzilla” (2014). Com roteiro de Zach Shields e direção de Michael Dougherty (ambos de “Krampus: O Terror do Natal”), a estreia está marcada para 30 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.












