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  • Série

    Atriz de Riverdale entra no spin-off Katy Keene

    6 de fevereiro de 2019 /

    Riverdale vai perder uma integrante de seu elenco central. Josie, interpretada por Ashleigh Murray, foi confirmada no elenco do spin-off “Katy Keene”, atualmente em desenvolvimento. Com o fim do grupo Josie e as Gatinhas (o mesmo dos quadrinhos e da famosa série animada), a personagem estava sendo pouco aproveitada, ficando de lado das tramas centrais de “Riverdale”. Caso o piloto de “Katy Keene” seja aprovado, Murray trocará de série. A atração ainda está em fase inicial do desenvolvimento, mas o presidente da rede CW, Mark Pedowitz, revelou uma informação crucial, que dificulta (mas não impossibilita) a possibilidade de crossovers com “Riverdale”. O novo projeto vai se passar anos depois da formatura dos personagens na Riverdale High School. Assim, segundo Pedowitz, se “algum dos personagens de ‘Riverdale’ aparecer em ‘Katy Keene’ será numa versão mais velha”. Isto significa que Josie aparecerá adulta. Mas não muito mais velha, já que “Katy Keene” é descrita como uma comédia musical centrada em quatro personagens icônicos da Archie Comics de 20 e poucos anos, que buscam iniciar sua carreira na indústria do entretenimento de Nova York. A trama vai narrar as lutas dos quatro aspirantes a artistas que tentam chegar à Broadway, às passarelas de moda e aos estúdios de gravação Nos quadrinhos, a personagem-título é uma modelo, atriz e cantora, que surgiu nos anos 1940 como a “rainha das pin-ups” – e inspirou o visual da cantora pop Katy Perry. Mas na série ela será uma aspirante a estilista. Faltam mais dois personagens, que ainda não foram apresentados, além de seus intérpretes. A atriz de Katy Keene ainda não foi escalada. “Katy Keene” será o segundo spin-off de “Riverdale”, após a produção de “O Mundo Sombrio de Sabrina”. Originalmente, a série da aprendiz de feiticeira foi concebida para acompanhar “Riverdale” na rede CW, mas o canal percebeu que teria três séries de bruxas e preferiu ficar só com “Legacy” e Charmed”, deixando “Sabrina” se tornar um dos maiores sucessos da Netflix. O roteirista-produtor Roberto Aguirre-Sacasa, que criou “Riverdale” e “O Mundo Sombrio de Sabrina”, também é o responsável por “Katy Keene”, ao lado do coprodutor das duas séries Greg Berlanti. Sacasa descreve o novo projeto como completamente diferente dos anteriores, com um tom mais leve. A diretora Maggie Kiley, que comandou episódios de “Riverdale” e “O Mundo Sombrio de Sabrina”, vai assinar o piloto.

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  • Série

    Série baseada nos quadrinhos de Y: O Último Homem ganha primeira foto

    5 de fevereiro de 2019 /

    O canal pago americano FX divulgou a primeira foto da série baseada nos cultuados quadrinhos de “Y: O Último Homem” (Y: The Last Man). Em desenvolvimento há uma década, a produção da 1ª temporada foi anunciada nesta semana. A imagem mostra o cenário apocalíptico do começo da história, revelando o protagonista Yorik com a máscara de gás que caracteriza suas aparições iniciais nos quadrinhos, em meio a uma pilha de cadáveres que se estende pelo seu caminho. A série vai se chamar apenas “Y” e já tem elenco completo, encabeçado por Barry Keoghan (“O Sacrifício do Cervo Sagrado”) como Yorik, Diane Lane (“Batman vs Superman”), Imogen Poots (“Sala Verde”), Lashana Lynch (“Capitã Marvel”), Juliana Canfield (“Succession”), Marin Ireland (“Sneaky Pete”) e Amber Tamblyn (“Two and a Half Men”). O próprio criador de “Y”, Brian K. Vaughan, trouxe o projeto para o FX há quatro anos, em parceria com o roteirista Michael Green (“Logan”). Mas o piloto só foi produzido no ano passado e apenas recentemente aprovado. Um dos quadrinhos mais cultuados da Vertigo, a linha adulta da DC Comics, e vencedor de cinco prêmios Eisner, o Oscar dos quadrinhos, “Y: O Último Homem” teve 60 edições, publicadas entre 2002 e 2008, em que contou a história do jovem ilusionista Yorick Brown, sobrevivente de uma praga que extinguiu toda a população de machos da Terra. Ele e seu macaco Ampersand são as únicas exceções. Quando grupos de mulheres mal-intencionadas descobrem que ele é o último homem da terra, passam a caçá-lo de todas as formas possíveis. Mas ele também encontra aliadas em sua jornada, que veem em sua sobrevivência uma chance de encontrar uma cura que permita o nascimento de novos homens e, assim, impedir a extinção da humanidade. O projeto é a segunda criação de Vaughan a virar série. Ele também criou os quadrinhos dos Fugitivos (Runaways), transformado em atração da plataforma Hulu. Além disso, Vaughan é um roteirista experiente de séries, tendo trabalhado em “Lost” e “Under the Dome”. E Green é um dos escritores mais valorizados da atualidade por Hollywood, autor de “Logan”, “Blade Runner 2049” e “O Assassinato do Expresso Oriente”, além de cocriador da série “American Gods”. Michael Green e Aïda Mashaka Croal (“Luke Cage”) serão showrunners da série, que teve seu piloto dirigido por Melina Matsoukas (das séries “Insecure”, “Master of None” e de clipes premiados de Beyoncé e Rihanna). Apesar da foto – que é do piloto – a estreia é esperada apenas em 2020, pois não se trata de uma produção simples e barata.

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  • Filme

    O Mau Exemplo de Cameron Post vai denunciar “cura gay” no lugar de Boy Erased nos cinemas brasileiros

    5 de fevereiro de 2019 /

    Depois do controverso cancelamento da estreia de “Boy Erased: Uma Verdade Anulada” pela Universal no Brasil, a Pandora Filmes aproveitou para tirar do limbo outro filme que critica as terapias de conversão sexual. Em sua página no Facebook, a distribuidora confirmou que “O Mau Exemplo de Cameron Post” (The Miseducation of Cameron Post) entrará em cartaz no dia 18 de abril. Ou seja, a estreia no Brasil vai acontecer “apenas” oito meses após o lançamento comercial nos Estados Unidos. Para se ter noção, o Bluray já pode ser comprado legalmente na Amazon desde dezembro. Drama vencedor do Festival de Sundance 2018, o filme traz Chloë Grace Moretz (“Carry, a Estranha”) como uma adolescente lésbica que é pega beijando a rainha do baile de formatura por sua tia ultra-conservadora, e é enviada, contra sua vontade, para uma espécie de centro de recuperação para jovens gays. O livro de Emily M. Danforth, em que a trama se baseia, é ainda mais chocante porque a garota tem apenas 14 anos – enquanto Moretz já está com 21 na vida real. A história segue com as amizades que ela faz no “campo de concentração light” disfarçado de centro de reeducação, e sua atitude de desafio contra a repressão daquele lugar. Dirigido por Desiree Akhavan (“Appropriate Behavior”), o longa também inclui em seu elenco Sasha Lane (“Docinho da América”), Forrest Goodluck (“O Regresso”), Owen Campbell (“Como Você É”), Melanie Ehrlich (série “The OA”) e os adultos Jennifer Ehle (“Cinquenta Tons de Liberdade”) e John Gallagher Jr. (“Rua Cloverfield, 10”) como um ex-gay que virou pastor e dirige o lugar. “O Mau Exemplo de Cameron Post” é anterior a “Boy Erased”. Mas não é a primeira denúncia da “cura gay” a chegar no cinema. Há 20 anos, “But I’m A Cheerleader” (1999) foi pioneira em denunciar os centros de conversão cristãos dos Estados Unidos, mas era uma comédia. Enquanto isso, o filme “Boy Erased”, que conta a história real de um jovem que se submete a um tratamento de “cura gay” para agradar aos pais religiosos, sairá diretamente em DVD no Brasil, em data ainda não revelada.

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  • Filme,  Música

    Veja Emily Blunt cantar a música de O Retorno de Mary Poppins que concorre ao Oscar 2019

    5 de fevereiro de 2019 /

    A Disney liberou no YouTube o trecho de “O Retorno de Mary Poppins” que traz Emily Blunt cantando “The Place Where Lost Things Go”. A interpretação foi indicada ao Oscar de Melhor Canção Original. Escrita por Marc Shaiman e Scott Wittman (de “Hairspray”), a música é uma cantiga de ninar, que Mary Poppins (Emily Blunt) entoa para Georgie (Joel Dawson), Anabelle (Pixie Davies) e John (Nathanael Saleh), ao mesmo tempo que tenta confortá-los sobre a morte da mãe. Na versão dublada em português do filme, ela ganhou o título de “Algum Lugar” e é cantada por Bruna Guerin. Apesar de a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas decidir que todas as músicas indicadas serão apresentadas no Oscar, Emily Blunt já confidenciou que prefere não cantar na cerimônia. Segundo informou a Diseny, a performance no Oscar 2019 terá uma “participação especial”. A premiação acontece no dia 24 de fevereiro em Los Angeles, com transmissão no Brasil pelos canais Globo e TNT.

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  • Série

    Série Mom é renovada para mais duas temporadas

    5 de fevereiro de 2019 /

    A rede CBS renovou a série “Mom” para mais duas temporadas, após renegociar os contratos de suas estrelas, as atrizes Anna Faris e Allison Janney, que no ano passado venceu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”. Elas tiveram significativo aumento salarial para continuar gravando a série até sua 8ª temporada. Criação de Chuck Lorre, “Mom” tem uma audiência média de 9 milhões de telespectadores nos Estados Unidos e só perde para “The Big Bang Theory” e “Young Sheldon”, do mesmo produtor, entre as comédias mais assistidas do canal. “Estamos excepcionalmente orgulhosos de ter ‘Mom’ em nossa programação, uma comédia de alta qualidade com personagens que os espectadores adoram”, disse Kelly Kahl, presidente da rede CBS, em comunicado. “Sob a extraordinária liderança de Chuck Lorre e com sua excelente equipe de redação e produção, esperamos ter ‘Mom’ na CBS por muitos anos.” Atualmente na 6ª temporada, a série vai se manter no ar enquanto o maior sucesso de seu produtor, “The Big Bang Theory”, despede-se da televisão, com seus últimos episódios previstos para ir ao ar no fim do ano. Dada como garantida, a renovação da outra série de Lorre, “Young Sheldon”, deve ser oficializada em seguida.

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  • Etc,  Filme

    Oscar 2019 não terá apresentador oficial

    5 de fevereiro de 2019 /

    A presidente da rede ABC, Karey Burke, confirmou as especulações em torno da cerimônia do Oscar 2019, que, após a desistência do comediante Kevin Hart (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”), não terá um apresentador oficial. Durante o encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e imprensa organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), Burke disse que o evento do dia 24 de fevereiro contará com diversas celebridades para apresentar os prêmios, e que há planos para “uma abertura bem emocionante”. Convidado a ser o anfitrião da premiação, Kevin Hart desistiu de apresentar o Oscar na mesma semana em que aceitou o convite, após o ressurgimento de antigos tuítes de seu passado homofóbico. Recusando-se a se desculpar, porque supostamente já teria feito isso, ele preferiu abandonar o posto a fazer uma postagem simples nas redes sociais. Karey disse que a decisão de limar o apresentador foi tomada após a “bagunça”, nas palavras dela, envolvendo a saída de Hart. “Depois disso, ficou muito claro que nós iríamos seguir em frente e simplesmente ter vários apresentadores apresentando o Oscar. Nós todos concordamos com essa ideia bem rapidamente”, explicou. Ela também reforçou que a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, que organiza o Oscar, prometeu à ABC no ano passado que a transmissão de 2019 teria apenas três horas – 30 minutos a menos do que nos últimos anos. “Então os produtores, eu acho, decidiram sabiamente não ter um anfitrião e se concentrar nos apresentadores de prêmios e nos filmes como estrelas”, resumiu Karey, antes de concluir: “Esta é a melhor maneira de manter o evento com 3 horas vigorosas”. O Oscar já foi realizado sem apresentador oficial anteriormente, nos anos de 1939, 1969, 1970, 1971 e 1989. Mas a última vez foi um desastre, pois para compensar a ausência de um piadista no começo da transmissão, os produtores realizaram um musical de mau gosto, com Rob Lowe e a Branca de Neve protagonizando o pior momento da história do Oscar.

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  • Série

    Spin-off de Pretty Little Liars ganha fotos e trailer com assassinato misterioso

    5 de fevereiro de 2019 /

    O canal pago Freeform divulgou as fotos de personagens e o novo trailer de “Pretty Little Liars: The Perfectionists”, título oficial do spin-off de “Pretty Little Liars”. A prévia enfatiza a participação de Sasha Pieterse, intérprete de Alison DiLaurentis, além de mostrar Janel Parrish como Mona Vanderwaal, duas personagens da série original, enquanto introduz rapidamente as novas suspeitas e o mistério da atração, que novamente girará em torno de um “quem matou?”. O projeto foi desenvolvido por I. Marlene King, criadora de “Pretty Little Liars”, e tem inspiração em outro livro de Sara Shepard, autora de “Maldosas – Pretty Little Liars”, que foi adaptada na série original. Trata-se de “As Perfeccionistas”, que ganhará mudanças para integrar Alison e Mona na trama, já que o livro não tem relação com as personagens de “Pretty Little Liars”. A história se passa em outra cidadezinha fictícia, Beacon Heights, em Washington, onde cinco amigas frequentam o último ano do ensino médio. Enquanto planejam seu futuro e lidam com suas próprias questões pessoais e familiares, elas descobrem que não precisam ser boas para serem perfeitas, além de perceber que odeiam o mesmo garoto, o rico e convencido Nolan. Mas quando Nolan aparece morto, exatamente do jeito que brincaram que aconteceria, elas precisarão provar que não são culpadas, enquanto suas vidas – e segredos – desmoronam ao seu redor. O elenco inclui Sofia Carson (a Evie de “Descendentes”), Sydney Park (Cyndie em “The Walking Dead”), Graeme Thomas King (“Greta”), Kelly Rutherford (Lily em “Gossip Girl”), Hayley Erin (da novela “General Hospital”) e o estreante Eli Brown. Pelo que indica a prévia, Alison e Mona entram nesta história como professoras. Só não está claro o que isso significa para o final feliz de Alison e Emily (Shay Mitchell) na série original, sem esquecer das bebês gêmeas! Vale lembrar que “Pretty Little Liars” já teve um spin-off, mas não deu muito certo. Em 2013, King lançou “Ravenswood”, que era focada em Caleb (Tyler Blackburn) e suas conexões sobrenaturais com a cidade fictícia de Ravenswood. A série teve apenas 10 episódios e Caleb acabou voltando para Rosewood, a cidade onde se passava “Pretty Little Liars”. Maior sucesso do antigo canal ABC Family, que virou o Freeform em 2016, “Pretty Little Liars” foi encerrada em junho de 2017 após sete temporadas. A estreia de “Pretty Little Liars: The Perfectionists” está marcada para 20 de março nos Estados Unidos.

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  • Série

    Oficial: Modern Family vai acabar na próxima temporada

    5 de fevereiro de 2019 /

    A rede ABC oficializou o final de “Modern Family”. A série foi renovada para sua 11ª temporada, que encerrará a atração. O anúncio foi feito por Karey Burke, presidente da ABC, durante o encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e imprensa organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). “Em sua última temporada, haverá tantos eventos importantes que qualquer um que tenha sido fã da série não vai querer perder”, garantiu a executiva, em sua primeira entrevista coletiva após assumir o cargo de Channing Dungey (que foi para a Netflix) no fim do ano passado. Indicada a 22 Emmys, dos quais 5 como Melhor Série de Comédia, a série perdeu muito de seu prestígio inicial após uma década de produção e a ascensão das produções de streaming. Tanto que a ideia original de seus criadores, Steve Levitan e Christopher Lloyd, era acabar a série na atual temporada. “Mesmo depois de 10 anos juntos, percebemos que ainda há algumas coisas que nossos escritores ainda não sabem sobre a vida sexual um do outro”, brincou o co-criador e produtor executivo Steve Levitan, justificando a decisão de estender a atração por mais um ano. Atualmente em hiato, a série retoma a segunda metade de sua 10ª temporada no dia 20 de fevereiro, retornando com a 11ª temporada no final do ano, nos Estados Unidos. “Modern Family” é exibida no Brasil pelo canal pago Fox Life.

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  • Série

    The Good Doctor e A Million Little Things são renovadas pela ABC

    5 de fevereiro de 2019 /

    A rede ABC renovou suas séries dramáticas mais depressivas, “The Good Doctor”, sobre um médico autista e seu mentor com câncer, e “A Million Little Things”, sobre um grupo de amigos que lida com o suicídio de um deles. As duas séries são disponibilizadas no Brasil pela plataforma Globoplay. “The Good Doctor” vai para sua 3ª temporada. O novo drama de hospital de David Shore (o criador de “House”) traz Freddie Highmore (de “Bates Motel”) como o Dr. Shaun Murphy, um médico autista, anti-social, terrível na hora de interagir com as pessoas, já que é incapaz de acessar emoções, mas também brilhante e intuitivo quando o assunto é Medicina. Na 1ª temporada, ele contou com a ajuda e a proteção de seu mentor e amigo, Dr. Aaron Glassman (Richard Schiff), que apoiou sua contratação com determinação, apesar dos problemas vistos pelos demais. Mas velho médico passou a enfrentar um diagnóstico de câncer nos novos episódios e pode ter que se despedir do rapaz. Já “A Million Little Things” foi renovada pela primeira vez, após estrear em setembro na ABC, e chegará à 2ª temporada. A série foi criada pelo roteirista-produtor DJ Nash, que após fracassar com comédias – “Growing Up Fisher” (2014) e “Truth Be Told” (2016) foram canceladas na 1ª temporada e o piloto de “Losing It” não foi aprovado no ano retrasado – , decidiu se arriscar numa narrativa dramática. A série compartilha o tom do filme clássico “O Reencontro” (1983), ao girar em torno de um grupo de amigos que, por diferentes razões, estão se sentindo presos em suas vidas. Quando um deles morre inesperadamente, percebem que precisavam mudar tudo e finalmente começar a viver. O bom elenco inclui James Roday (da série “Psych”), David Giuntoli (o “Grimm”), Romany Malco (“Weeds”), Grace Park (“Hawaii Five-0”), Allison Miller (“Terra Nova”), Christina Marie Moses (“The Originals”), Stephanie Szostak (“Satisfaction”), Christina Ochoa (de “Blood Drive” e também “Valor”), Lizzy Greene (“Nicky, Ricky, Dicky & Dawn”) e Ron Livingston (“Search Party”) como o amigo suicida. Além deles, Chandler Riggs (o Carl de “The Walking Dead”) participará dos episódios ao final da temporada inaugural, que se encerra em 28 de fevereiro nos Estados Unidos.

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  • Música

    Daniela Mercury e Caetano Veloso celebram a diversidade em clipe sobre o carnaval dos conservadores

    5 de fevereiro de 2019 /

    A cantora Daniela Mercury lançou o clipe de “Proibido o Carnaval”, em que canta e dança com Caetano Veloso a favor da diversidade em tempos conservadores. Misturando ritmos e batidas, a marchinha de samba-frevo-axé-eletrônico celebra a liberdade sexual, que costuma ser exaltada no período do carnaval, ao mesmo tempo que impõe limites feministas às mãos bobas. A maioria das frases, porém, valoriza o orgulho gay. “Abra a porta deste armário/Que não tem censura pra me segurar”, diz a letra, embora o refrão afirme o contrário: “Tá proibido o Carnaval/Neste país tropical”. A narrativa é realmente errática, mas este é o país das idas e vindas. Quando se acha que o futuro finalmente vai chegar, o povo resolve eleger o atraso. Como demonstra a indagação da letra: “Vai de rosa ou vai de azul?”, em referência à ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, que manifestou seu desejo de acabar com a homossexualidade no pais – “Menino veste azul e menina veste rosa”… Nos créditos finais, Daniela ainda homenageia Jean Wyllys, deputado federal do PSOL engajado na luta pelos direitos LGBTQIA+, que deixou o cargo e o país após sofrer ameaças de morte. Trata-se de outro contraste com o tom de deboche do clipe dirigido por Jana Leite, que sugere rir sobre um tema que inspira o contrário: vontade de chorar.

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  • Filme

    Série de terror Light as a Feather é renovada para a 2ª temporada

    5 de fevereiro de 2019 /

    A plataforma Hulu renovou a série de terror adolescente “Light as a Feather” para sua 2ª temporada. A atração é baseada no best-seller homônimo de Zoe Aarsen e gira em torno de um jogo inocente de levitação, que envolve a rima “Leve como uma pluma, rígida como um tábua”. Cinco adolescentes que resolvem fazer a brincadeira sobrenatural se veem amaldiçoadas e começam a morrer, forçando as sobreviventes a descobrir por que viraram alvo – e se a força do mal que as está caçando é uma delas. A 2ª temporada vai continuar a história seguindo a principal sobrevivente. Criada por R. Lee Fleming Jr. (roteirista do filme “Ela é Demais” e da série “The Lying Game”), a série foi originalmente estrelada por Liana Liberato (“Se Eu Ficar”), Haley Ramm (“Chasing Life”), Ajiona Alexus (“13 Reasons Why”), Peyton List (“Jessie”) e Brianne Tju (“Scream”) como o quinteto central, além de Dylan Sprayberry (“Teen Wolf”), Jordan Rodrigues (“The Fosters”) e Dorian Brown Pham (“Casual”).

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  • Filme

    Após polêmica, Liam Neeson declara que não é racista

    5 de fevereiro de 2019 /

    A confissão de Liam Neeson sobre seu desejo de matar um negro, qualquer negro, após uma amiga ter sido estuprada há 40 anos, causou muita polêmica e levou o ator a se defender. Ele negou ser racista na manhã desta terça-feira (5/2), em entrevista ao programa “Good Morning America”, da rede ABC. “Não sou racista”, declarou, explicando que “nunca tinha experimentado esse sentimento antes”. “Foi um impulso primitivo de atacar alguém”. Neeson confirmou a história que contou à imprensa britânica, quando disse ter percorrido “deliberadamente áreas frequentadas por negros da cidade, procurando ser provocado para que pudesse reagir com violência física”. “Fiz isso talvez quatro ou cinco vezes”, acrescentou. Mas alegou que teria agido da mesma forma se o agressor fosse branco. “Se ela tivesse dito que havia sido [estuprada por] um irlandês, um escocês, um britânico ou um lituano, eu teria, sei que teria, a mesma reação. Estava tentando ser honrado, defender minha amiga querida de uma forma terrivelmente medieval.” O ator declarou que poderia ter matado alguém se tivesse a chance, e isso sacudiu suas crenças. “Isso me chocou e me machucou. Procurei ajuda”, contou, revelando ter buscado um padre. Ele disse ter se confessado e passado a fazer caminhadas de duas horas por dia para tentar superar sua raiva. O astro de “Busca Implacável” afirmou ainda que sua intenção ao fazer tais comentários era iniciar um debate mais amplo sobre racismo. Questionado sobre o que desejava que as pessoas aprendessem com sua experiência, ele disse: “A conversar. A se abrir. Todos fingimos que somos todos politicamente corretos neste país. No meu também [Irlanda do Norte]. Às vezes, você arranha a superfície e descobre esse racismo e fanatismo que estão lá”. Veja a nova entrevista abaixo. O assunto veio originalmente à tona por conta da divulgação de “Vingança a Sangue Frio”, novo filme de ação estrelado por Neeson, que estreia na sexta-feira (8/2) nos Estados Unidos e na próxima semana (14/2) no Brasil.

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  • Série

    Atlanta não vai exibir sua 3ª temporada em 2019

    5 de fevereiro de 2019 /

    A 3ª temporada de “Atlanta” não deve ir ao ar em 2019. O presidente do canal pago FX, John Landgraf, revelou que a produção da comédia criada por Donald Glover está atrasada, e que não há uma previsão de estreia por enquanto. “‘Atlanta’ não estreará a tempo para o ciclo do Emmy 2019”, disse Landgraf durante o encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e imprensa organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). Para concorrer ao prêmio da Academia da Televisão, a série teria que exibir ao menos metade de seus episódios até 31 de maio. O executivo deu a entender que a agenda lotada e problemas pessoais de Glover levaram ao adiamento. “Como você deve imaginar, Donald Glover é meio que o rei de toda a mídia, e ele teve algumas complicações em sua vida recentemente. Ele teve coisas pessoas com as quais teve que lidar, lesões e outras coisas que tem a ver com sua família”, comentou. “Eu acho que uma das realidades da televisão hoje em dia é que você tem que esperar. Temos tantas coisas que não são mais lançadas em um ciclo regular [anual]. Do meu ponto de vista, é preciso fazer uma escolha de qualidade sobre quantidade”, completou. Vale lembrar que este não será o primeiro hiato da produção. A 1ª temporada estreou em setembro de 2016, enquanto a 2ª começou a ser exibida apenas em março de 2018. Glover anda muito requisitado em diversos projetos no cinema, como o recente “Han Solo: Uma História Star Wars”, dublagens de séries animadas e ainda tem uma carreira musical sob o pseudônimo de Childish Gambino. Mas não é o único que enfrenta este tipo de problema na produção, que também inclui Brian Tyree Henry, Lakeith Stanfield e Zazie Beetz, todos alçados ao estrelato após participações em filmes – de “As Viúvas” a “Deadpool 2” – no ano passado. “Atlanta” é exibida no Brasil pelo canal pago Fox e tem seus episódios disponíveis também na Netflix.

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