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  • Série

    Os Simpsons é renovada por mais dois anos e ultrapassará 700 espisódios

    6 de fevereiro de 2019 /

    “Os Simpsons” vai continuar na rede Fox mesmo após a compra do estúdio que produz a série pela Disney. O canal americano (que não entrou na aquisição da Disney) anunciou a encomenda de mais duas temporadas da atração – a 31ª e a 32ª -, fazendo com que “Os Simpsons” ultrapasse a marca dos 700 episódios produzidos. A série sobre a família de Homer Simpson é a produção roteirizada mais longeva da história da televisão, tendo estreado em 1989. O recorde foi atingido em abril do ano passado, quando superou “Gunsmoke”. A antiga série de western teve 635 episódios exibidos de 1955 a 1975. Por conta da produção da 32ª temporada, a animação vai chegar a impressionantes 713 episódios.

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  • Filme

    Nome de Bryan Singer é retirado das indicações de Bohemian Rhapsody no “Oscar britânico”

    6 de fevereiro de 2019 /

    A Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (conhecida pela sigla BAFTA) decidiu tirar o nome do diretor Bryan Singer das indicações de “Bohemian Rhapsody” em sua premiação anual, BAFTA Awards, considerada o “Oscar britânico”. Ele aparecia indicado na categoria de Melhor Filme, mas teve o nome removido, após sofrer novas denúncias de abuso sexual de menores. “Em vista das recentes e sérias alegações, o BAFTA informou a Bryan Singer que sua nomeação para o Bohemian Rhapsody foi suspensa, com efeito imediato”, disse o BAFTA em um comunicado, acrescentando que os nomes do produtor Graham King e do escritor Anthony McCarten permanecem. “O BAFTA considera o comportamento denunciado completamente inaceitável e incompatível com seus valores. A organização observa que o Sr. Singer nega as alegações. A suspensão de sua nomeação permanecerá em vigor até que as alegações tenham sido resolvidas”, acrescentou o texto. “Bohemian Rhapsody” ainda foi indicado nas categorias de Melhor Ator (Rami Malek), Direção de Fotografia, Edição, Maquiagem e Trilha Sonora. Singer foi demitido durante as filmagens de “Bohemian Rhapsody”, graças a atrasos e conflitos com a equipe. Embora tenha sido substituído por Dexter Fletcher (“Voando Alto”), permaneceu com o crédito final de direção e ainda pode ganhar US$ 40 milhões pelos lucros das bilheterias. O diretor se defendeu das acusações, publicadas pela revista The Atlantic, acusando um dos repórteres de homofobia e revelando que a mesma denúncia tinha sido vetada por supostos problemas de apuração pela revista Esquire. Os autores da reportagem confirmaram que a editora da Esquire barrou a publicação original, mas disseram “não saber porquê”. Anteriormente, Singer foi alvo de duas ações legais por abuso sexual de menor. A mais recente é de 2017, quando foi acusado de estupro por Cesar Sanchez-Guzman. O jovem conta que tinha 17 anos quando compareceu a uma festa em um iate na qual Singer era um dos convidados. A ação ainda tramita na justiça americana. Mas chama atenção o fato de o advogado de Cesar Sanchez-Guzman ser Jeffrey Herman, o mesmo que representou Michael Egan em 2014, quando este também fez acusações de abuso sexual de menor contra vários figurões de Hollywood, inclusive Singer. Mais tarde, Egan voltou atrás nas denúncias, após inúmeras contradições em seus depoimentos. No caso de Singer, por exemplo, ele acusou o diretor de estuprá-lo numa viagem ao Havaí. Entretanto, Singer estava no Canadá filmando um dos longas dos “X-Men” no período apontado, e diante das evidências o caso foi retirado. Apesar da demissão e das polêmicas, Singer sai fortalecido com o sucesso de “Bohemian Rhapsody” nas bilheterias e no Oscar 2019, onde o longa foi indicado a cinco prêmios, incluindo Melhor Filme. Ele também foi garantido pelo produtor Avi Lerner à frente da adaptação dos quadrinhos de “Red Sonja”, pelo qual assinou outro contrato milionário.

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  • Filme

    Maisa Silva é a Cinderela Pop em fotos de seu novo filme

    6 de fevereiro de 2019 /

    A distribuidora Galeria divulgou as primeiras fotos oficiais do novo filme da atriz Maisa Silva, “Cinderela Pop”. As imagens mostram a adolescente mais popular do Brasil como uma Cinderela DJ, pianista e cantora, que deixa um ídolo teen chamado Prince apaixonado, enquanto enfrenta uma madrasta malvada. A história é adaptação de um conto de Paula Pimenta, publicado originalmente na coletânea “O Livro das Princesas”, em que quatro escritoras de livros infantis contemporâneos (duas delas americanas) reimaginaram os contos de fadas como se acontecessem nos dias de hoje – na verdade, em 2013. O conto da Cinderela Pop fez tanto sucesso que acabou estendida num livro individual em 2015 – ainda assim, bem “fininho”. A versão de cinema ajuda a explicar o interesse da Netflix em Maisa, já que “Cinderela Pop” tem a cara das produções adolescentes que o serviço de streaming tem lançado com sucesso nos últimos dois anos. É apenas o segundo longa da atriz como protagonista, após “Tudo por um Pop Star”, baseado em outro livro infantil, de Thalita Rebouças (“É Fada”). E curiosamente o diretor é o mesmo, Bruno Garotti, que começa a dominar o filão. Para completar, o elenco inclui Fernanda Paes Leme (“Divã a 2”) como a madrasta má e o ator Filipe Bragança (“Eu Fico Loko”) como o “príncipe” cantor. A estreia está marcada para 28 de fevereiro.

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  • Série

    Game of Thrones revela 14 fotos oficiais de sua última temporada

    6 de fevereiro de 2019 /

    A HBO divulgou as primeiras fotos oficiais da aguardada 8ª temporada de “Game of Thrones”. São 14 fotos que destacam os principais personagens da série: Daenerys Targaryen (Emilia Clarke), Jon Snow (Kit Harington), Tyrion Lannister (Peter Dinklage), Cersei Lannister (Lena Headey), Jaime Lannister (Nikolaj Coster-Waldau), Sansa Stark (Sophie Turner), Arya Stark (Maisie Williams), Bran Stark (Isaac Hempstead Wright), Davos Seaworth (Liam Cunningham), Samwell Tarly (John Bradley), Lorde Varys (Conleth Hill) e Brienne de Tarth (Gwendoline Christie) A última temporada terá apenas seis episódios de longa duração, que o presidente da HBO descreveu como seis filmes. A estreia está marcada para 14 de abril em todo o mundo.

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  • Filme

    Netflix compra sci-fi com Hilary Swank que foi destaque do Festival de Sundance

    6 de fevereiro de 2019 /

    A Netflix adquiriu os direitos de distribuição de mais um filme revelado no Festival de Sundance 2019. Trata-se do thriller futurista “I Am Mother”, estrelado por Hilary Swank (“Logan Lucky”) e Rose Byrne (“X-Men: Apocalipse”), que obteve 82% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes, após sua première no festival de cinema indie. Na trama, Byrne vive uma androide conhecida como “Mãe”, que foi criada e programada para proteger uma garota adolescente (Clara Rugaard, de “Still Star-Crossed”), destinada a perpetuar a raça humana em uma Terra pós-apocalíptica. As coisas se complicam quando a personagem de Swank entra em cena. Ela interpreta uma estranha que chega gravemente ferida ao local onde a garota vive com a “Mãe”. “I Am Mother” marca a estreia do diretor Grant Sputore e do roteirista Michael Lloyd Green em longas-metragens. Os efeitos especiais do thriller foram criados pela WETA Digital, empresa do cineasta Peter Jackson, conhecida pelo trabalho em “O Senhor dos Anéis” e “Avatar”. Além de “I Am Mother”, a Netflix comprou documentários e apenas outro drama de destaque do Festival de Sundance: “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile”, cinebiografia serial killer Ted Bundy estrelada por Zac Efron (“Baywatch”).

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  • Etc,  Série

    Plano da Disney para séries adultas da Fox pode salvar Demolidor, Luke Cage e Punho de Ferro

    6 de fevereiro de 2019 /

    O CEO da Disney, Bob Iger, adiantou parte da estratégia que pretende adotar com a aquisição da Fox e o lançamento do serviço de streaming Disney+ (Disney Plus), durante teleconferência para investidores do mercado financeiro. Em particular, como pretende aproveitar o material que não é exatamente “de família” em seus planos de competir com a Netflix. Iger revelou que pretende operar três plataformas de streaming simultâneas, que poderão ser assinadas juntas (num pacote com descontos) ou individualmente. Uma delas é o serviço da ESPN, que já funciona nos Estados Unidos, oferecendo conteúdo esportivo. As outras duas são a anunciada Disney+ (Disney Plus), que trará séries e filmes para toda a família, e a incorporação da Hulu, que será focada no público mais adulto. Com a compra da Fox, a Disney passará a controlar a Hulu, assumindo 60% de suas ações – 30% ainda pertencem à Comcast, dona da NBCUniversal, e 10% são da Warner. A ideia é usar a plataforma, que ganhou projeção com o sucesso de “The Handmaid’s Tale”, como destino prioritário das séries do canal pago FX, como “The Americans” e “American Crime Story”. “Vemos o FX desenvolvendo e produzindo conteúdo para o streaming do Hulu – talvez não para a Disney+ (Disney Plus), porque não é o tipo de programação de um ambiente de família. Mas a ideia é que o FX produza mais e traga seus conteúdos para o Hulu, enquanto expandimos [o serviço]”, detalhou Iger. Assim, a ideia é que a Disney opere e ofereça as três plataformas para seus assinantes. “Pensamos que atenderíamos melhor ao consumidor separando as três. No fim, nossa meta é ter uma única plataforma tecnológica, para que as pessoas possam criar uma única conta para assinar os três serviços, com o mesmo cartão e a mesma senha”, detalhou Iger, explicando que a empresa criará descontos para quem quiser assinar as três plataformas, ou duas delas. A inclusão do Hulu no pacote pode sinalizar a intenção da Disney de resgatar as séries adultas da Marvel, canceladas pela Netflix (“Demolidor”, “Luke Cage” e “Punho de Ferro”). Sem o perfil do Disney+ (Disney Plus) pelo excesso de violência e situações adultas, a empresa poderia cumprir a promessa da Marvel de continuar as séries, programando-as para o Hulu. A plataforma, por sinal, já exibe uma série da Marvel: “Runaways” (ou “Fugitivos”, exibida aqui pela Sony). Como o contrato da Netflix impede que os personagens apareçam em outra emissora antes de se completarem dois anos de seu cancelamento, o timing da conclusão do negócio da compra da Fox – que dá o controle do FX e do Hulu para a Disney – converge com essa possibilidade. Qualquer projeto que comece a ser produzido agora só iria mesmo ao ar em 2020. Iger prometeu dar todos os detalhes do lançamento da Disney+ (Disney Plus) e seu pacote de streaming na próxima teleconferência com investidores, programada para abril.

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  • Filme

    Atriz de Grown-ish e ator de Riverdale vivem romance no trailer legendado de O Sol Também É Uma Estrela

    6 de fevereiro de 2019 /

    A Warner divulgou os pôsteres nacionais e o trailer legendado de “O Sol Também É Uma Estrela”, romance adolescente estrelado por Yara Shahidi (a Zooey de “Grown-ish”) e Charles Melton (o Reed de “Riverdale”). Claro que se trata de adaptação de best-seller – escrito por Nicola Yoon. A surpresa é que é um lançamento para cinemas e não para streaming. A história repete elementos do célebre romance cinematográfico “Antes do Amanhecer” (1995), de Richard Linklater. Um casal de desconhecidos se encontra por acaso e passa o dia juntos, desenvolvendo uma forte ligação romântica, até que ele descobre que precisa dizer adeus ao fim do primeiro e único encontro. E aí entra um inesperado ingrediente político. A separação compulsória se deve ao fato de a família dela estar sendo deportada dos Estados Unidos. “O Sol Também É Uma Estrela” é o segundo best-seller de romance adolescente de Nicola Yoon adaptado para os cinemas. Em 2017, Amandla Stenberg (“Jogos Vorazes”) e Nick Robinson (“Com Amor, Simon”) estrelaram a adaptação de “Tudo e Todas as Coisas”, que fracassou nas bilheterias. O roteiro da nova adaptação foi escrito por Tracy Oliver (“Viagem das Garotas”) e a direção é de Ry Russo-Young (“Antes Que eu Vá”). O filme chega aos cinemas brasileiros em 16 de maio, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Lauren Cohan revela planos sobre derivado de The Walking Dead centrado em Maggie

    6 de fevereiro de 2019 /

    A nova série da atriz Lauren Cohan, “Whiskey Cavalier”, está prestes a estrear. Mas durante o evento de apresentação das redes de TV organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), a imprensa só quis saber se ela volta para sua série antiga, “The Walking Dead”. Pressionada, ela confirmou que há “algumas conversas” sobre sua volta, inclusive num spin-off ou em filmes da franquia. “Houve algumas conversas, mas tudo está ambíguo”, disse Cohan. “Está no início. Teremos que ver o que acontece”, completou. A personagem da atriz deixou “The Walking Dead” na primeira metade da 9ª temporada. Ao contrário de Rick (Andrew Lincoln), que teve uma despedida explosiva, deixando os demais acreditando em sua morte, a saída de Maggie, o papel de Cohan, aconteceu fora de cena. Ela simplesmente deixou de aparecer nos capítulos, com um salto temporal justificando sua ausência. Ela teria embarcado numa jornada com outro grupo de sobreviventes. Questionada sobre sua saída, que teria acontecido após não conseguir a compensação financeira desejada para renovar seu contrato, Cohan comentou que precisava de novos ares. “Já estava fazendo a série há muito tempo, foi muito tempo com a mesma personagem, e às vezes você ouve sua voz interior e vê que é hora de fazer outras tarefas”. Em “Whiskey Cavalier”, ela vai dividir o protagonismo com Scott Foley (o Jake de “Scandal”). Os dois encarnam uma espécie de Sr. e Sra. Smith, rivais de diferentes agências do governo, que acabam forçados a conviver numa equipe multi-agências, que junta os agentes para lidar com ameaças contra o mundo, mas a maior ameaça que precisarão enfrentar é a dificuldade de lidar um com o outro. A comédia de ação foi criada por Dave Hemingson – que não tinha nenhum piloto aprovado desde “Kitchen Confidential” em 2005, cancelada na 1ª temporada. E além do casal protagonista, tem um ótimo elenco de apoio, com destaque para Tyler James Williams (o Chris de “Todo Mundo Odeia o Chris”, que por sinal trabalhou com Cohan em “The Walking Dead”), Ana Ortiz (das séries “Ugly Betty” e “Devious Maids”) e Vir Das (“Goa Goa Gone”). “Whiskey Cavalier” tem estreia prevista para 27 de fevereiro nos Estados Unidos e chega em 11 de março no Brasil, pelo canal pago Warner.

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  • Filme

    Novo trailer da animação UglyDolls resume a moral da história

    6 de fevereiro de 2019 /

    A STX disponibilizou o segundo trailer de “UglyDolls”, animação baseada nos bichinhos de pelúcia de mesmo nome. O material colorido e musical evoca outro longa animado recente, “Trolls” (2016), que também tinha vários cantores famosos em seu elenco de dubladores originais. Mas a moral da história é diferente, como demonstra a nova prévia, focada na valorização das diferenças e na luta contra o bullying. Na trama, um grupo de bonecos descartados por serem defeituosos resolve entrar no mundo das crianças perfeitas e enfrentar a rejeição de frente, mostrando que suas diferenças é que lhes dão personalidade e os tornam atraentes. O filme original traz as vozes de Kelly Clarkson, Blake Shelton, Nick Jonas, Pitbull, Janelle Monáe, Lizzo, Bebe Rexha, Charli XCX e Wang Leehom, além dos atores Emma Roberts (“American Horror Story”), Wanda Sykes (“Black-ish”) e Gabriel Iglesias (“Cristela”). Para quem não sabe, a linha UglyDolls de brinquedos de pelúcia foi criada por Sun-Min Kim e David Horvath no início dos anos 2000, e os “bichinhos” são conhecidos por serem supostamente “feios”, valorizando as diferenças que tornam cada personagem único. Esta premissa virou animação com direção de Kelly Asbury (“Gnomeu e Julieta”) e estreia em 16 de maio no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos. Além do filme, também existe o projeto de uma série animada das UglyDolls em desenvolvimento na plataforma de streaming Hulu.

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    Versão live-action de Dumbo ganha novo trailer legendado

    6 de fevereiro de 2019 /

    A Disney divulgou novos pôsteres internacionais e o segundo trailer legendado de “Dumbo”, remake live-action do clássico animado de 1941. Ao contrário de outras adaptações recentes do catálogo da Disney, “Dumbo” não é um filme de bichos falantes. Mas mantém os mesmos desafios, sofrimentos e triunfos do protagonista do desenho famoso, em sua vida como elefantinho de circo. No roteiro escrito por Ehren Kruger (“Transformers: A Era da Extinção”), o dono de um circo em dificuldades financeiras, Max Medici (Danny DeVito), convoca a ex-estrela Holt Farrier (Colin Farrell) e seus filhos Milly (Nico Parker) e Joe (Finley Hobbins) para cuidar do elefantinho recém-nascido cujas orelhas enormes o transformam em piada. As orelhas lhe renderam ridicularização e o apelido de Dumbo (uma ofensa derivada da palavra “dumb”, estúpido), mas quando descobrem que elas o permitem voar, o circo renasce, atraindo o persuasivo empresário V.A. Vandevere (Michael Keaton), que recruta o animal para seu mais novo empreendimento, o Dreamland. Dumbo passa a fazer sucesso ao lado da acrobata Colette Marchant (Eva Green), mas logo Holt descobre que Dreamland é cheio de segredos sombrios. A produção é a segunda fábula encantada da Disney dirigida pelo cineasta Tim Burton, que, com o sucesso de “Alice no País das Maravilhas” em 2010, deu início à onda de refilmagens com atores de carne e osso das animações do estúdio. A estreia está marcada para 28 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Netflix anuncia novas séries espanholas do criador de Elite e do diretor de Colossal

    6 de fevereiro de 2019 /

    A Netflix anunciou cinco novos projetos espanhóis, e o destaque é uma série de super-heróis de Nacho Vigalongo, diretor de filmes cultuados como “Crimes Temporais” (2007), “Extraterrestre” (2011) e o recente “Colossal”, com Anne Hathaway. Trata-se de “El Vecino”, adaptação dos quadrinhos de Santiago Garcia e Pepo Perez, que é sucesso no mercado espanhol. Vigalondo vai assinar alguns episódios que contam como um cara comum se transforma em herói após um alienígena pousar em sua casa e transferir para ele suas habilidades sobrenaturais. Mas ele que não se entusiasma com esta história de origem roubada de Lanterna Verde e acaba sendo incentivado pelo vizinho José, fã de quadrinhos que o faz assumir o alter ego do herói Titan. A produção é da Zeta, mesmo produtora que fez “Elite”. Por sinal, entre os projetos anunciados, “El Desorden Que Deseas” é uma nova série do cocriador de “Elite”, Carlos Montero, e também se passa numa escola. É um suspense em que uma professora descobre que algo sinistro se esconde por trás de sua nova escola. Há também “Dias de Navidad”, focado no Natal de quatro irmãs. Criada por Pau Freixas (da “Red Band Society” original), a série conta com as atrizes Verónica Echergui (“Fortitude”), Anna Moliner (“Las Chicas Del Cable”) e ninguém menos que Victoria Abril (“De Salto Alto”) no elenco. “Valeria” adapta os romances de Elísabet Benavent sobre uma escritora em crise, tanto com seus livros quanto com seu marido emocionalmente distante. A criação é de María López Castaño (de “Diablo Guardián”). Por fim, “Memorias de Idhún” vai adaptar a trilogia de fantasia da escritora Laura Gallego Garcia como uma série animada.

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    Tapete vermelho do novo filme de Liam Neeson é cancelado após declarações polêmicas do ator

    6 de fevereiro de 2019 /

    O tapete vermelho de “Vingança a Sangue Frio” em Nova York foi cancelado pela Lionsgate, após as declarações polêmicas de Liam Neeson no começo desta semana. O ator afirmou, em entrevista para o jornal britânico The Independent, que já tinha pensado em “matar um homem negro” para se vingar do estupro de uma amiga. Não um homem específico, mas qualquer negro que encontrasse. Isto teria ocorrido há 40 anos. A confissão aconteceu em meio à promoção de “Vingança a Sangue Frio”, em que Neeson interpreta um homem buscando vingança pela morte de seu filho. Uma fonte da Lionsgate disse ao site Deadline que o evento de Nova York não seria apropriado “sob as circunstâncias”. Apesar disso, a première no Loews Lincoln Square continua marcada. Apenas não terá participação do elenco. O estúdio também decidiu manter o lançamento amplo do filme, que chega aos cinemas americanos na sexta (8/2) e nos cinemas brasileiros na próxima seguinte. A polêmica também levou o ator à TV americana na manhã de terça (5/2) para se defender. “Não sou racista”, declarou em entrevista ao programa “Good Morning America”, da rede ABC, explicando que “nunca tinha experimentado esse sentimento antes”. “Foi um impulso primitivo de atacar alguém”. Neeson confirmou a história que contou à imprensa britânica, sobre seu próprio relacionamento com a vingança. “Eu espero que você nunca tenha alguém muito próximo a você ferido em circunstâncias criminosas”, comentou o ator na entrevista original, dizendo que “conseguia entender” o instinto de vingança de seu personagem no filme. Mas alegou que teria agido da mesma forma se o agressor fosse branco. “Se ela tivesse dito que havia sido [estuprada por] um irlandês, um escocês, um britânico ou um lituano, eu teria, sei que teria, a mesma reação. Estava tentando ser honrado, defender minha amiga querida de uma forma terrivelmente medieval.” O ator declarou que poderia ter matado alguém se tivesse a chance, e isso sacudiu suas crenças. “Isso me chocou e me machucou. Procurei ajuda”, contou, revelando ter buscado um padre. Ele disse ter se confessado e passado a fazer caminhadas de duas horas por dia para tentar superar sua raiva. O astro de “Busca Implacável” afirmou ainda que sua intenção ao fazer tais comentários era iniciar um debate mais amplo sobre racismo. Questionado sobre o que desejava que as pessoas aprendessem com sua experiência, ele disse: “A conversar. A se abrir. Todos fingimos que somos todos politicamente corretos neste país. No meu também [Irlanda do Norte]. Às vezes, você arranha a superfície e descobre esse racismo e fanatismo que estão lá”.

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    Capitã Marvel será o primeiro filme com exclusividade em streaming da Disney+ (Disney Plus)

    6 de fevereiro de 2019 /

    “Capitã Marvel” será o primeiro filme da Disney que deixará a Netflix apenas na vontade. O lançamento em streaming vai acontecer exclusivamente para o serviço Disney+ (Disney Plus). A confirmação foi feita pelo próprio CEO da Disney, Bob Iger, em teleconferência para o mercado financeiro, e acontece dois anos após a empresa anunciar que iria parar de licenciar seus títulos para outras plataformas e encerrar seu contrato com a Netflix, como parte da estratégia para valorizar o seu próprio serviço de streaming. “O que basicamente estamos tentando fazer é investir em nosso futuro”, disse Iger. As medidas que a empresa tomou são “todas projetadas para que, a longo prazo, esse negócio se torne uma parte importante dos lucros da Disney”, continuou. Embora o estúdio se arrisque a abrir mão da fortuna que normalmente acompanha o licenciamento de seus filmes, trata-se de uma medida necessária, garante o executivo. “É quase o equivalente a investir capital para construir nossos parques temáticos. Esta é uma aposta no futuro do negócio”. A empresa ainda não anunciou uma data de lançamento para a Disney+ (Disney Plus). A ideia da Disney é lançar o serviço ainda em 2019.

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