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  • Série

    Série Deadly Class ganha data de estreia no Brasil

    17 de abril de 2019 /

    A série “Deadly Class”, produzida pelos irmãos Russo, diretores de “Vingadores: Ultimato”, finalmente ganhou data de estreia no Brasil. A 1ª temporada será disponibilizada em 26 de abril na plataforma Globoplay. Melhor série atual do canal pago SyFy, “Deadly Class” exibiu seus 10 episódios entre janeiro e março nos Estados Unidos. A trama é baseada nos quadrinhos homônimos de Rick Remender e gira em torno de alunos de uma escola de Ensino Médio para assassinos. Como se passa em 1987, sua trilha sonora (sensacional!) se destaca por incluir muitas músicas do underground da época, refletindo que alguns dos estudantes são punks e há até uma gótica. O elenco de delinquentes inclui Lana Condor (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), Liam James (“O Verão da Minha Vida”), Taylor Hickson (“Deadpool”), Benjamin Wadsworth (visto num episódio de “Teen Wolf”), Luke Tennie (“Shock and Awe”), Michel Duval (série “Queen of the South”) e a cantora venezuelana María Gabriela de Faría (“Eu Sou Franky”), além dos adultos Erica Cerra (“Power Rangers”), Ryan Robbins (“Warcraft”), o roqueiro Henry Rollins (série “Z Nation”) e Benedict Wong (de “Vingadores: Guerra Infinita”). O próprio criador dos quadrinhos da Image Comics assina o roteiro e a produção. E entre os diretores dos episódios incluem-se os cineastas Lee Toland Krieger (de “A Incrível História de Adaline”) e Ami Canaan Mann (“Em Busca de um Assassino”). A série ainda não foi renovada, o que tem causado muita apreensão nos fãs, mas não em seu criador. Rick Remender tem tanta certeza que a produção vai continuar que já está escrevendo os próximos episódios.

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  • Filme

    Filme animado da Família Addams ganha trailer dublado em português

    16 de abril de 2019 /

    A Universal divulgou a versão dublada em português do trailer da animação “A Família Addams”. A prévia revela a mudança da família para sua famosa mansão assombrada e apresenta uma coleção de cenas que funcionam como esquetes, sem dar noção de uma trama central. Primeiro desenho da franquia produzido para o cinema, o filme reuniu um elenco famoso para dar vozes aos personagens clássicos. Todos substituídos por pessoas não identificadas no Brasil. Você não ouvirá abaixo Charlize Theron (“Tully”) dar voz à Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) dublar seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) como seus filhos Vandinha e Feioso, Nick Kroll (série “The League”) dublando o Tio Chico e nem Bette Midler (“Abracadabra”) como a Vovó Addams. Além dos personagens conhecidos, a animação também terá uma nova vilã, Margaux Needler, uma apresentadora de reality show que você não ouvirá ser dublada por Allison Janney (vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”). Caso queira ouvir esse elenco, siga o link para o trailer original, divulgado há uma semana. A animação tem direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”) e roteiro escrito em parceria por Matt Lieberman (que também escreve o novo filme do “Scooby-Doo”) e Pamela Pettler (de “A Noiva Cadáver” e “A Casa Monstro”). Criada por Charles Addams em 1938 como cartuns da revista “The New Yorker”, “A Família Addams” era uma crítica mordaz ao estilo de vida americana, mostrando o cotidiano de uma família típica formada por monstros. Tornou-se tão popular que virou uma série de comédia televisiva nos anos 1960, que, por sua vez, inspirou mais duas séries de animação e dois filmes que fizeram enorme sucesso na década de 1990. A estreia da nova produção está marcada para 24 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Veja a primeira imagem completa de Chucky no remake de Brinquedo Assassino

    16 de abril de 2019 /

    O ator Mark Hamill (Luke Skywalker na franquia “Star Wars”) divulgou a primeira imagem de corpo inteiro – e faca na mão – do novo Chucky, que ele vai dublar no remake do clássico de terror “Brinquedo Assassino”. “Ele é mais que um brinquedo… é seu melhor amigo”, descreveu o ator, na legenda da foto. Chucky, claro, não é o primeiro vilão dublado por Hamill, que é o responsável pela voz do Coringa nos desenhos do Batman, onde dá um show de interpretação. Na franquia original, Chucky foi dublado pelo ator Brad Dourif, que também interpretou o assassino Charles Lee Ray, cujo espírito possuiu o boneco no filme de 1988. Já o novo Chucky será um brinquedo ultra tecnológico. A trama traz Aubrey Plaza (“Legion”) como a mãe que resolve dar o boneco de presente para o filho, vivido por Gabriel Bateman (“Quando as Luzes se Apagam”), sem saber de sua natureza sinistra. O elenco também inclui Brian Tyree Henry (“Atlanta”). Roteiro e direção estão a cargo de dois novatos nos cinemas: o roteirista Tyler Burton Smith, que escreve videogames, e o diretor norueguês Lars Klevberg, cujo primeiro longa – “Morte Instantânea”, uma versão ampliada de seu curta “Polaroid” – ainda não tem previsão de estreia nos Estados Unidos. Apesar desse filme, a história do Chucky original vai continuar a ser contada, agora numa série escrita e produzida por seu criador, o roteirista e diretor Don Mancini. Nesta série, Chucky continuará a ser dublado por Dourif. A estreia do remake de “Brinquedo Assassino” está marcada para 20 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. He’s more than a toy… He’s your best friend! Your first full look at Chucky is here. Don't miss @ChildsPlayMovie, in theaters June 21st. ??? #ChildsPlayMovie #TimeToPlay pic.twitter.com/1x6crPIcoY — Mark Hamill (@HamillHimself) April 16, 2019

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  • Série

    Netflix sugere que Umbrella Academy é sua série de maior audiência

    16 de abril de 2019 /

    A Netflix abriu novos dados de audiência num relatório para o mercado de ações. O texto traz algumas revelações, como o fato de “Umbrella Academy” ter sido vista por 45 milhões de pessoas em seu primeiro mês. Este é o maior número já revelado pela Netflix a respeito de uma série. Anteriormente, a plataforma só tinha aberto o público de duas séries, “Você” (You) e “Sex Education”, que estariam “prestes” a atingir 40 milhões em seu primeiro mês. Na terminologia da Netflix, uma série é considerada “vista” se um usuário assistiu a pelo menos 70% de um único episódio. A plataforma vem, aos poucos, eliminando o sigilo sobre sua audiência, como forma de estabelecer um patamar diante da chegada de novos rivais ao mercado. E porque suas ações estão em queda. Mas os números não impressionam. Considerando que “Umbrella Academy” teve 10 episódios em sua 1ª temporada, isso significa que cada capítulo foi visto por 4,5 milhões de pessoas. Seria razoável em canais de baixa audiência, como Fox e The CW. Só que esse número não é relativo ao público americano. É mundial. Imagina-se que “Stranger Things” tenha mais público. Mas a boa-vontade da Netflix em relação à transparência é recente e não incluiu os números dessa série. Quando e caso isso ocorra, pode representar um choque de realidade. Afinal, o relatório também aponta o público total da Netflix. Está em 148,9 milhões em todo o mundo, tendo crescido 9,6 milhões no último ano. Na prática, isto significa que uma série de 10 episódios, vista por absolutamente todos os assinantes do serviço, teria menos público por capítulo que “Game of Thrones”. O negócio muda de figura em relação a filmes, cuja audiência não se pulveriza entre muitos episódios. A Netflix revelou que “Operação Fronteira” foi assistido por 52 milhões de pessoas em um mês, o que o transforma num blockbuster de seu gênero. Até o medíocre “Estrada Sem Lei” – 55% de aprovação no Rotten Tomatoes – teria obtido sucesso, com 40 milhões em um mês. Mas nenhum dos dois atingiu o status de “Bird Box”, visto por 45 milhões em uma semana, um fenômeno cultural que também rendeu desafios na internet e turismo ligado ao cenário real da produção. “Bird Box continuou a ser visto até atingir 80 milhões de pessoas. Os dados impressionantes são da própria plataforma, mas também indicam um limite para seus maiores sucessos globais: 53,7% de sua audiência total. Os 148,9 milhões de assinantes representaram um faturamento anual de US$ 4,5 bilhões para a companhia, que teria investido muito mais em conteúdo no mesmo período. A estimativa é de uma diferença de US$ 3,5 milhões negativos. Após a divulgação do relatório, as ações da Netflix reagiram, subindo 3% – após caírem os mesmos 3% na sexta-feira (12/4), dia seguinte à apresentação da plataforma concorrente Disney+ (Disney Plus).

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  • Filme

    Final de Vingadores: Ultimato vaza na internet e fãs deletam Twitter pra não saber

    16 de abril de 2019 /

    Vídeos, fotos e outras informações com grandes spoilers de “Vingadores: Ultimato” vazaram e estão circulando na internet. Acredita-se que um dos vídeos mostre a cena final do filme. Quem assistiu, relatou não ter contido as lágrimas. Muitos que viraram, disseram não ter conseguido resistir à expectativa. Mas a maioria não só está resistindo à curiosidade como tem tomado medidas radicais para não saber. O conteúdo vazou principalmente no Twitter e no Reddit, e várias pessoas estão se desligando dessas plataformas por conta disso, num efeito inverso ao esperado. Os fãs entraram em desespero e há quem planeje ficar longe da internet até a estreia do filme para não saber dos spoilers antes de assistir no cinema. Até um crítico da revista The Hollywood Reporter publicou seu relato, afirmando ter deletado o aplicativo do Twitter de seu celular. As fontes do vazamento ainda não foram confirmadas. Mas poucas pessoas tinham acesso ao filme, já que ele vinha sendo mantido em completo sigilo pela Disney, de forma que nem os jornalistas ainda o assistiram. Até o momento, a Disney não fez nenhum comunicado oficial a respeito do fato. Apenas os diretores Joe e Anthony Russo publicaram uma carta aberta, pedindo para os fãs não contarem spoilers do filme. Entretanto, o texto não faz menção ao vazamento e lembra a mensagem similar divulgada por ocasião de “Vingadores: Guerra Infinita”. Veja abaixo. “Vingadores: Ultimato” terá sua première mundial na segunda-feira (22/4), seguido por um dia de sessões de imprensa, e estreia comercialmente na quinta (25/4) no Brasil. Estimativas iniciais, antes do vazamento, previam uma abertura recorde, com arrecadação entre US$ 200 e 260 milhões apenas na América do Norte. Visualizar esta foto no Instagram. #DontSpoilTheEndgame Uma publicação compartilhada por The Russo Brothers (@therussobrothers) em 16 de Abr, 2019 às 11:26 PDT

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  • Série

    Russell Crowe vira fundador da Fox News em fotos e teaser de minissérie

    16 de abril de 2019 /

    O canal pago Showtime divulgou o primeiro teaser e novas fotos da minissérie “The Loudest Voice”, que traz o ator Russell Crowe como Roger Ailes, o fundador da Fox News. A produção foca a trajetória e a queda do todo-poderoso, que morreu em maio de 2017, aos 77 anos, poucos meses após ser afastado da chefia do canal, envolvido num escândalo. Roger Ailes era uma das figuras mais poderosas da política e da mídia norte-americana, graças ao canal Fox News, que ele transformou no principal porta-voz da direita e do conservadorismo americano, até cair em desgraça por acusações de assédio sexual. Em julho de 2016, Gretchen Carlson, uma ex-Miss norte-americana que participou do popular programa matutino “Fox and Friends” antes de ganhar sua própria atração, processou o jornalista, acusando-o de prejudicar sua carreira ao se ver rejeitado. Duas semanas depois, Ailes foi afastado da emissora com uma indenização milionária. Ainda sem título, a minissérie foi desenvolvida por Tom McCarthy, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro por “Spotlight”, trabalho também focado numa história sobre bastidores do jornalismo. A produção é de Jason Blum, mais conhecido como produtor de filmes de terror bem-sucedidos, como “Corra!” e “Fragmentado”. Vencedor do Oscar por “Gladiador”, em 2001, Crowe só tinha trabalhado em séries no começo da carreira, em pequenos papéis na TV australiana antes de vir para Hollywood. Ele estreou como ator há cerca de três décadas com uma participação de quatro episódios na interminável novela australiana “Neighbours” – exibida até hoje. O elenco da atração conta ainda com Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”), Sienna Miller (“American Sniper”), Seth MacFarlane (“The Orville”), Simon McBurney (“Missão: Impossível – Nação Secreta”), Guy Boyd (“Sharp Objects”) e Annabelle Wallis (“A Múmia”). “The Loudest Voice” também ganhou data de estreia. Vai ao ar em 30 de junho nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Jennifer Lawrence vai voltar ao cinema independente em novo filme

    16 de abril de 2019 /

    A atriz Jennifer Lawrence encerrou seu período sabático e escolheu o seu próximo filme, após mais de um ano longe dos sets. Ela vai estrelar um drama ainda sem título da diretora Lila Neugebauer, que tem carreira prestigiada no teatro e fará sua estreia em longas-metragens. Outra estreante, Elizabeth Sanders, assina o roteiro, sobre o qual nada se sabe. A produção é do estúdio independente A24, portanto representa uma volta às origens para Lawrence, que começou a chamar atenção com o drama indie “Inverno da Alma” (2010). Este filme venceu o Festival de Sundance e rendeu a primeira indicação ao Oscar para a atriz, então com 19 anos de idade, e desde então ela só fez outro drama indie, “Loucamente Apaixonados” (2011), virando estrela de projetos de grandes estúdios. Por sua vez, a produtora A24 é conhecida por títulos premiados como “Moonlight: Sob a Luz do Luar” e “Hereditário”. O projeto misterioso será o primeiro filme com o qual Lawrence se compromete oficialmente desde “X-Men: Fênix Negra”, filmado entre o final de 2017 e o começo de 2018. Extra-oficialmente, ela também está envolvida no projeto de “Bad Blood”, próximo filme do diretor Adam McKay (“Vice”), que ainda não cronograma de produção. Lawrence se tornou a estrela mais requisitada da sua geração, porque, com apenas 28 anos de idade, já tem um Oscar de Melhor Atriz no currículo – por “O Lado Bom da Vida” (2012) – e outras três indicações – por “Inverno da Alma” (2010), “Trapaça” (2013) e “Joy: O Nome do Sucesso” (2015). Graças a este prestígio, pôde se dar o luxo de dar uma pausa de um ano da carreira, sem prejudicar seu status.

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  • Filme

    The Perfection: Novo terror perturbador com atriz de Corra! ganha trailer legendado

    15 de abril de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado do filme “The Perfection”, que volta a trazer a atriz Allison Williams ao gênero do terror. Ela se destacou no filme “Corra!” como a namorada má-intencionada de um rapaz negro. Desta vez, ela é amiga de uma jovem negra (Logan Browning, de “Cara Gente Branca”) com resultados similares, já que sua presença se prova uma ameaça para a vida da outra. O vídeo inclui a revelação de estranhas criaturas rastejando sob a pele de Logan, que recebe um cutelo afiado de Allison como solução para se livrar do problema. Na trama, Charlotte (Allisson) é um prodígio musical em uma prestigiada academia. Treinada no violoncelo, ela se aproxima e forja uma amizade com a nova garota da escola, Elizabeth (Logan) – mas as suas intenções podem não ser tão boas quanto parecem. “Se você parasse este filme a cada 20 minutos e perguntasse para as pessoas assistindo o que elas achavam que ia acontecer, elas estariam erradas. Sempre. Até o último segundo”, afirmou Williams em entrevista para a revista Entertainment Weekly. A história foi criada por dois roteiristas da série “Supernatural”, Eric C. Charmelo e Nicole Snyder, em parceria com o cineasta Richard Shepard, responsável pela direção do terror. Ele é mais conhecido por comédias de ação como “O Matador” (2005) e “A Recompensa” (2013), além de ter dirigido 12 episódios de “Girls”, série em que Williams atuava. O filme teve première em setembro passado no Fantastic Fest, festival americano de cinema de terror, quando recebeu elogios rasgados, atingiu 75% de aprovação no Rotten Tomatoes e acabou adquirido pela Netflix. A estreia está marcada para 24 de maio em streaming.

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  • Filme

    Michelle Yeoh entra nas continuações de Avatar

    15 de abril de 2019 /

    O elenco das sequências de “Avatar” ganhou mais um integrante. Michelle Yeoh é a mais nova atriz a embarcara para Pandora. A famosa atriz malaia, que estrelou “O Tigre e o Dragão” e se mantém em destaque com papéis em “Star Trek: Discovery” e “Podres de Ricos”, vai interpretar uma nova cientista na franquia, a Dr. Karina Mogue. Mas não há maiores detalhes sobre a personagem. Ela se junta a Kate Winslet (“O Leitor”), Oona Chaplin (“Game of Thrones”), Edie Falco (“Nurse Jackie”) e possivelmente Vin Diesel (“Velozes e Furiosos”) entre as novidades das continuações, que ainda trarão de volta a maioria dos atores do filme de 2009 – Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, CCH Pounder, Joel David Moore e Matt Gerald. James Cameron também voltará a dirigir os filmes – quatro, no total. Lançado em 2009, o primeiro “Avatar” é o filme de maior bilheteria de todos os tempos, tendo arrecadado US$ 2,7 bilhões em todo o mundo. “Avatar 2” tem sua estreia marcada para dezembro de 2020, agora com distribuição da Disney, que comprou a Fox.

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    Petrobras confirma fim de patrocínio para festivais de cinema e eventos culturais

    15 de abril de 2019 /

    Confirmando os temores sobre o “projeto cultural” do governo Bolsonaro, a Petrobras revelou que não renovará o patrocínio de 13 eventos neste ano, o que inclui a Mostra de Cinema de São Paulo, o Festival do Rio, o Festival de Brasília e o Anima Mundi, entre outros projetos. A estatal divulgou a lista dos projetos cortados após receber um requerimento de informação feito pelos deputados federais Áurea Carolina (PSOL-PA) e Ivan Valente (PSOL-SP). No mesmo documento, a petroleira informa que seus programas de patrocínio estão em revisão e que, a partir de agora, deve focar em projetos de ciência, tecnologia e educação. A empresa não vai mais patrocinar cultura no Brasil. Além dos eventos de cinema, também foram atingidos o Festival de Teatro de Curitiba, o Prêmio da Música Brasileira e o Teatro Poeira, no Rio de Janeiro. A medida foi anunciada pelo presidente Jair Bolsonaro no Twitter em fevereiro. “O Estado tem maiores prioridades”, escreveu o presidente, que também extinguiu o Ministério da Cultura e planeja mexer na Lei Rouanet de incentivo cultural. ​Paralelamente, o TCU paralisou a Ancine, proibindo-a a investir no cinema nacional. Já está claro: o cinema brasileiro vai entrar em uma de suas piores crises financeiras. Mas vale lembrar que, em release divulgado em dezembro passado, dias antes de Bolsonaro assumir o poder, a Petrobras se dizia orgulhosa de sua atuação como incentivadora do cinema nacional. “São 22 anos e mais de 500 títulos entre longas e curtas metragens que fizeram da Petrobras a principal parceira da Retomada do Cinema Brasileiro, atuando em todos os elos da cadeia produtiva do setor audiovisual”, disse o texto, que ainda acrescentou: “Acreditamos em especial na importância do apoio aos festivais de cinema por promoverem o lançamento e circulação de novos filmes, estimularem a formação de plateia e constituírem espaços privilegiados de debate e reflexão sobre o audiovisual”. “Carlota Joaquina, a Princesa do Brasil” e “O Quatrilho”, indicado ao Oscar, foram as primeiras produções cinematográficas que contaram com patrocínio da Petrobras. Com seu sucesso e repercussão internacional, os dois filmes de 1995 mudaram os rumos do cinema brasileiro, que estava quebrado devido ao desmantelamento de políticas culturais de um antigo presidente que também achava que o Brasil devia ter outras prioridades, Fernando Collor de Mello, impichado por corrupção. Antes de Bolsonaro, um dos slogans da Petrobras era: “Para nós, Cultura é uma energia poderosa que movimenta a sociedade”. A Petrobras, claro, não é a única estatal que cortou seus programas culturais. Na semana passada, em audiência pública na Câmara dos Deputados, o BNDES confirmou o corte de 40% da sua verba para patrocínio cultural. E a Caixa Econômica Federal também anunciou que não irá mais ajudar a manter o tradicional Cine Belas Artes aberto em São Paulo. “Quando ouço alguém falar em cultura, saco o meu revólver”, dizia o texto de uma peça antinazista de Hanns Jost, encenada em 1933, ano em que Hitler assumiu o poder. Recontextualizada para o Brasil atual, a frase lembra um presidente que adora fazer revólveres com os dedos e reage com acusações de marxismo para menções de Cultura. Mas Cultura não é inimiga de país nenhum. Ao contrário, é – cada vez mais no século 21 – aliada importante da Economia, já que a produção cultural é responsável por dezenas de milhares de empregos diretos e indiretos e por injetar dezenas de bilhões de reais nas finanças do país. Tradicionalmente, o setor rende e emprega mais que outras indústrias, que costumam receber maiores incentivos e atenção de todos os governos. Um relatório da Ancine demonstrou que só o setor audiovisual brasileiro foi responsável por injetar R$ 24,5 bilhões na Economia do país em 2014 – metade dos valores de toda a indústria automotiva (incluindo peças) no mesmo período. E em 2017 arrecadou para o governo R$ 2,13 bilhões somente com impostos diretos, segundo levantamento do Fundo Setorial Audiovisual (FSA). Tudo isso vai acabar com o “projeto cultural” de Bolsonaro. Recordar é viver: na época de Collor, o fim da Embrafilme, empresa estatal que concentrava o financiamento ao cinema brasileiro, foi acompanhado em 1990 de um dos piores períodos de recessão econômica da história do país. Atualmente, a taxa de desemprego no Brasil é recorde, com 13,1 milhões de desempregados e 65,7 milhões de pessoas fora da força de trabalho, de acordo com dados oficiais do IBGE. Além disso, uma pesquisa da CUT-Vox Populi, realizada entre os dias 1º e 3 de abril, revelou que 62% dos que estão empregados têm medo de ficar desempregados.

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  • Série

    Manifest é renovada para sua 2ª temporada

    15 de abril de 2019 /

    A rede NBC anunciou a renovação de “Manifest” para sua 2ª temporada. A trama, que tinha acabado num cliffhanger, vai continuar a partir do outono norte-americano (entre setembro e novembro). A confirmação foi divulgada após dois meses da exibição do último episódio, o que chegou a deixar os fãs aflitos, mesmo que “Manifest” tenha sido a estreia de maior audiência entre as séries novas do ano passado. Em seu lançamento, a produção surpreendeu com uma audiência muito acima da esperada, vista por 10,3 milhões de telespectadores ao vivo e marcando 2,2 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Esses números foram caindo progressivamente conforme a série começou a arrastar seu “mistério”, perdendo 50% do público ao final da temporada inaugural. Criada por Jeff Rake (que também criou “The Mysteries of Laura”) e produzida pelo cineasta Robert Zemeckis (“O Voo”, “De Volta para o Futuro”), “Manifest” acompanha um avião que desaparece dos radares e retorna cinco anos depois de ser considerado perdido no mar. Os passageiros estão exatamente como eram, sem que o tempo tivesse passado para eles, o que afeta seus retornos para suas famílias. Além do mistério do desaparecimento, eles passam a lidar com um efeito colateral inesperado, passando a ouvir “chamados” para fazer determinadas coisas. Segundo os produtores, a trama foi inspirada pelo desaparecimento misterioso do voo 370 da Malaysia Airlines, mas a premissa também sugere influência de “Lost” e “The 4400”. O elenco é liderado por Josh Dallas (o Príncipe Encantado de “Once Upon a Time”), Melissa Roxburgh (série “Valor”), Parveen Kaur (série “Beyond”), Luna Blaise (série “Fresh Off the Boat”), J.R. Ramirez (série “Jessica Jones”), Joel de la Fuente (série “The Man in the High Castle”), Athena Karkanis (série “Zoo”) e Curtiss Cook (série “House of Cards”). “Em sua 1ª temporada, ‘Manifest’ respondeu a muitas perguntas sobre o mistério do vôo 828, mas, espertamente, pede muito mais”, disseram Lisa Katz e Tracey Pakosta, co-presidentes de programação na rede NBC, no comunicado sobre a renovação. “Parabéns ao [criador] Jeff Rake, nossos produtores, elenco e equipe que criaram uma série incrivelmente viciante com personagens convincentes e relacionamentos complexos”, completaram.

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  • Série

    Ed Sheeran sobreviveu ao ataque de Daenerys em Game of Thrones

    15 de abril de 2019 /

    O primeiro episódio da temporada final de “Game of Thrones” trouxe várias revelações. Mas uma delas pode ter passado batido para a maioria do público. Trata-se do destino do personagem do cantor Ed Sheeran, que fez uma pequena aparição na 7ª temporada da série. Ele teria ficado deformado, mas sobreviveu ao ataque de dragão comandado por Daenerys (Emilia Clarke), que dizimou as tropas dos Lannisters na temporada passada. O próprio Ed Sheeran reagiu à descoberta nas redes sociais, postando na sessão Stories do seu Instagram um agradecimento pela menção. “Obrigado, ‘Game of Thrones’. Eu sabia que eu era um sobrevivente”. O destino de “Eddie” veio à tona na única cena de nudez do episódio do domingo passado (14/4), em meio a uma conversa entre três prostitutas que atendiam Bronn (Jerome Flynn). Enquanto comentam sobre os soldados Lannister que retornaram do ataque brutal, uma delas menciona “aquele garoto Eddie”. “O ruivo?”, acrescenta outra. “Ele mesmo. Voltou com o rosto todo queimado. Ele não tem mais pálpebras”, descreveu a primeira. “Como alguém consegue dormir sem pálpebras?”, completou a colega, antes de Bronn interrompê-las, querendo mais atenção para si mesmo. Relembre abaixo a participação do cantor na série.

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    Documentário sobre ocupação do Cine Marrocos vence festival É Tudo Verdade

    15 de abril de 2019 /

    O filme “Cine Marrocos”, de Ricardo Calil, foi o vencedor da competição de longas-metragens brasileiros do festival É Tudo Verdade, o mais importante do gênero documental no país. O anúncio foi feito no domingo (14/4), em São Paulo. O segundo longa do diretor de “Uma Noite em 67” aborda a ocupação do antigo cinema Marrocos, que já foi um dos mais luxuosos do centro de São Paulo, por um grupo de sem-tetos, refugiados e imigrantes. Ótimo jornalista que virou excelente cineasta, Calil convida os atuais moradores do local a reencenar trechos dos filmes que foram exibidos ali, décadas antes. O resultado conquistou notas máximas de várias publicações que cobriram o festival. Já a Abraccine preferiu “Estou Me Guardando para Quando o Carnaval Chegar”, de Marcelo Gomes, que também ganhou menção honrosa do juri oficial. O documentário do veterano cineasta pernambucano retrata a rotina de uma cidadezinha no agreste conhecida por suas confecções de jeans. A competição internacional premiou “O Caso Hammarskjöld”, de Mads Brügger, que acompanha a reabertura das investigações sobre a morte do secretário-geral das Nações Unidas que sofreu um acidente de avião enquanto negociava um cessar-fogo na Zâmbia. O júri ainda concedeu prêmio especial a “Meu Amigo Fela”, do brasileiro Joel Zito Araújo, sobre o ídolo pop nigeriano Fela Kuti, e menção honrosa a “Hungria 2018”, de Eszter Hajdu, que cobre a ascensão da extrema direita ao poder na Hungria. Além destes, também foi premiado “Piazzolla: Anos do Tubarão”, de Daniel Rosenfeld, como Melhor Longa Latino-Americano, por seu retrato de Astor Piazzolla, um dos grandes mestres do tango. Por fim, os melhores curtas foram o brasileiro “Sem Título # 5: A Rotina Terá Seu Enquanto”, de Carlos Adriano, que combina imagens de uma viagem de trem a trechos de um filme de Yasujiro Ozu, e o chileno “Nove Cinco”, de Tomás Arcos, sobre o terremoto que sacudiu o Chile em 1960. Os vencedores do É Tudo Verdade, “Cine Marrocos” e “Sem Título # 5: A Rotina Terá Seu Enquanto” estão automaticamente qualificados para tentar uma vaga no Oscar nas categorias de Melhor Documentário e Melhor Documentário em Curta-metragem, respectivamente. Confira abaixo a lista completa dos filmes premiados. COMPETIÇÃO BRASILEIRA “Cine Marrocos”, de Ricardo Calil (SP) – Melhor Filme “Estou Me Guardando para Quando o Carnaval Chegar”, de Marcelo Gomes (PE) – Prêmio da Crítica (Júri Abraccine), Menção Honrosa do Juri Oficial, Menção Honrosa do Júri ABD-SP (Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas) “Soldados de Borracha”, de Wolney Oliveira (CE) – Prêmio ABD-SP de Melhor Longa “Sem Título #5: A Rotina Terá seu Enquanto”, de Carlos Adriano (SP) – Melhor Curta e Prêmio Mistika “A Primeira Foto”, de Tiago Pedro (CE) – Prêmio Aquisição Canal Brasil “Planeta Fábrica”, de Julia Zakia (SP) – Prêmio da Crítica (Júri Abraccine) e Menção Honrosa no Prêmio ABD-SP “Vento de Sal”, de Anna Azevedo (RJ) – Prêmio ABD-SP de Melhor Curta COMPETIÇÃO INTERNACIONAL “O Caso Hammarskjöld”, de Mads Brügger (Dinamarca/Noruega/Suécia) – Melhor Longa “Meu Amigo Fela”, de Joel Zito Araújo (Brasil) – Prêmio Especial do Júri “Hungria 2018: Bastidores da Democracia”, de Eszter Hajdú (Hungria) – Menção Honrosa “Nove Cinco”, de Tomás Arcos (Chile) – Melhor Curta “Lily”, de Adrienne Gruben (EUA) – Menção Honrosa COMPETIÇÃO LATINO-AMERICANA “Piazzolla: Os Anos do Tubarão”, de Daniel Rosenfeld (Argentina) – Melhor Longa “Maricarmen”, de Sérgio Morkin (México) – Menção Honrosa

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