Renee Zellweger é Judy Garland em trailer de cinebiografia
A Roadside Attractions divulgou o pôster, novas fotos e o primeiro trailer de “Judy”, cinebiografia da lendária atriz Judy Garland. A prévia mostra diversas cenas da vida da estrela, com ênfase em seus últimos anos, quando é encarnada por Renee Zellweger. E a interpretação é tão convincente que os letreiros chegam a afirmar que “Renee Zellweger é Judy Garland”. Situado em 1968, o filme mostrará a chegada da atriz em Londres para uma série de apresentações. 30 anos depois de dar a vida a Dorothy, em “O Mágico de Oz”, ela enfrenta problemas de uma grande estrela: brigas com empresários, relacionamentos com músicos, fãs e amigos, além do romance com seu quinto marido, Mickey Dean. Judy Garland faleceu poucos meses depois, ainda em Londres, de overdose aos 47 anos de idade. O filme tem roteiro de Tom Edge (da série “The Crown”), direção do inglês Rupert Goold (“A História Verdadeira”) e seu elenco ainda inclui Rufus Sewell (“The Man in the High Castle”), Bella Ramsey (“Game of Thrones”), Michael Gambon (“Harry Potter e as Relíquias da Morte”), Finn Wittrock (“American Horror Story”), Jessie Buckley (“Chernobyl”), Gemma-Leah Devereux (“The Tudors”) como Lisa Minnelli e Darci Shaw (“The Bay”) como a versão jovem de Judy. A estreia está marcada para 27 de setembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Allene Roberts (1928 – 2019)
A atriz Allene Roberts, que se destacou em clássicos do cinema noir, morreu na quinta-feira (9/5) em Huntsville, Alabama, aos 90 anos de idade. Roberts nasceu em 1 de setembro de 1928, em um subúrbio de Birmingham, Alabama. Sua mãe era dona de casa e seu pai era um eletricista que morreu de um ataque cardíaco quando ela era jovem. Sua carreira de atriz começou após uma foto enviada por sua tia derrotar cerca de 85 mil competidores num concurso para eleger “A Criança mais Charmosa da América”. Entre os prêmios, estava um teste de tela na Warner Bros. Ela não foi aprovada. Mesmo assim, ficou na Califórnia, aos 15 anos, matriculando-se numa escola de teatro por dois anos, enquanto trabalhava como recepcionista e sua mãe costurava figurinos na Fox. Numa visita ao local de trabalho da mãe, chamou atenção do produtor Sol Lesser, que levou a jovem e sua mãe para almoçar. Do encontro, saiu seu primeiro papel. E não foi pequeno. Aos 17 anos, ela viveu a filha adotiva de Edward G. Robinson no clássico “A Casa Vermelha” (1947), de Delmer Daves, um suspense noir. Sua personagem era responsável por conduzir a trama, por meio da descoberta de uma casa abandonada, misteriosa e sinistra, relacionada a seu passado. O papel lhe deu fama instantânea e lhe rendeu convites para estrelar outros filmes noir, como “O Signo de Aries” (1948), de John Sturges, e “O Crime não Compensa” (1949), do mestre Nicholas Ray, em que foi selecionada pessoalmente pelo astro Humphrey Bogart, que além de estrelar produziu o longa. Essa fase noir se completa com “Rastro Sangrento” (1950), de Rudolph Maté, em que ela viveu a filha sequestrada de um empresário, e o “Degenerado” (1952). Ela também se destacou no drama “Michael O’Halloran” (1948), de John Rawlins, como uma deficiente apaixonada por um jovem jornaleiro, meteu-se na selva de biquíni com “Bomba e a Pantera Negra” (1949) e virou filha de Randolph Scott no western “Santa Fé” (1951). Mas, ao atingir 24 anos, deixou de ser chamada para bons papéis, iniciando então sua carreira televisiva, que foi igualmente curta. Ela apareceu em diversas séries entre 1952 e 1957, entre elas as clássicas “Dragnet” (em seis episódios) e “As Aventuras de Superman” (três episódios). Sua carreira durou exatamente dez anos. Mas poderia ter outro rumo, caso ela não recusasse vários papéis que considerava imorais – como a solteira grávida de “Not Wanted” (1949), dirigido pela atriz Ida Lupino. Bastante religiosa, a atriz doava 10% de seus ganhos para a igreja batista de sua cidade natal e, ao conhecer o farmacêutico Robert Cochran, abandonou Hollywood para se casar e ter filhos. Ela ficou casada até a morte do marido em 1989. Teve quatro filhos, oito netos e cinco bisnetos.
Alvin Sargent (1927 – 2019)
Morreu o roteirista Alvin Sargent, que escreveu três filmes do “Homem-Aranha” e venceu dois Oscars por “Julia” (1977) e “Gente como a Gente” (1980). Ele faleceu na quinta-feira (9/5), de causas naturais em sua casa em Seattle, nos Estados Unidos. Ao todo, Sargent assinou mais de duas dúzias de roteiros de longa-metragens desde a década de 1960. Seus créditos também incluem “Lua de Papel” (1973), pelo qual foi indicado ao Oscar. Ele começou sua carreira como vendedor de anúncios da revista Variety nos anos 1950 e sonhava em virar ator. Sua estreia no cinema foi como figurante no clássico “A um Passo da Eternidade” (1954), de Fred Zinnemann. E, por coincidência, Zinnemann também dirigiu “Julia”, que Sargent foi escrever mais de duas décadas depois. A dificuldade para encontrar novos papéis – e vender anúncios – fez com que transformasse um passatempo em carreira. Ele costumava escrever histórias para si mesmo. Um dia, seu agente pegou uma delas e mostrou para produtores de TV. E assim Sargent foi convidado a escrever episódios de séries dramáticas. Ele assinou, entre outras, “Ben Casey”, “Rota 66”, “As Enfermeiras” e “The Alfred Hitchcock Hour” . Seu primeiro roteiro para o cinema foi a comédia de assalto “Como Possuir Lissu” (1966), com Shirley MacLaine e Michael Caine, que fez grande sucesso e chamou atenção de vários cineastas. Isso rendeu novos trabalhos, em que precisou mostrar versatilidade para abordar diferentes gêneros, como o western “A Noite da Emboscada” (1968), a cultuada comédia romântica “Os Anos Verdes” (1969), estrelada pela jovem Liza Minnelli, e o violento policial “O Pecado de um Xerife” (1970). Seus roteiros estavam sendo filmados por jovens diretores em transição para o patamar de mestres – como Robert Mulligan, Alan J. Pakula e John Frankenheimer. E isto atraiu o astro Paul Newman, que chamou o roteirista para escrever “O Preço da Solidão” (1972), adaptação de um peça premiada de Paul Zindel, que o próprio ator dirigiu. A consagração veio logo em seguida, com três indicações à premiação da Academia, rendendo-lhe troféus em duas oportunidades. “Lua de Papel” acabou transformando Tatum O’Neal na mais jovem vencedora do Oscar, aos 10 anos de idade. Mas foram “Julia”, baseada na vida da escritora Lillian Hellman e sua luta contra o Holocausto, e principalmente “Gente como a Gente”, retrato dramático do impacto da morte de um jovem sobre sua família, que lhe deram status de gênio. Assim como fez seu amigo Paul Newman, Robert Redford requisitou o talento de Sargent para escrever a história que marcaria sua estreia no cinema. E “Gente como a Gente”, estrelado por Mary Tyler Moore e Timothy Hutton, venceu, além de Melhor Roteiro, os Oscars de Melhor Direção para o estreante Redford e até o troféu de Melhor Filme do ano. Entre as muitas pessoas influenciadas por aquela obra, o cineasta JJ Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”) frequentemente cita “Gente como a Gente” como inspiração para “Uma Segunda Chance” (1991), o roteiro que deslanchou a sua carreira (quando ele era Jeffrey Abrams). Sargent ainda incluiu “O Cavaleiro Elétrico” (1979), estrelado por Redford, entre esses filmes. E o sucesso dessas produções o tornou um dos roteiristas mais requisitados do período. Especializou-se em dramas e comédias de prestígio de grandes estúdios. “Querem me Enlouquecer” (1987), com Barbra Streisand, “Loucos de Paixão” (1990), com Susan Sarandon, “Nosso Querido Bob” (1991), com Bill Murray, e “Herói por Acidente” (1992), com Dustin Hoffman, fizeram bastante sucesso comercial. Mas nada em sua carreira foi comparável à bilheteria dos dois filmes do “Homem-Aranha” que ele escreveu para o diretor Sam Raimi. O roteirista assinou “Homem-Aranha 2” (2004) e “3” (2007), quando a franquia era estrelada por Tobey Maguire e Kirsten Dunst, e também “O Espetacular Homem-Aranha” (2012), de Marc Webb, protagonizado por Andrew Garfield e Emma Stone. Ele tinha 85 anos quando entregou “O Espetacular Homem-Aranha”, seu último trabalho. A aposentadoria não foi consequência da idade, mas da morte de sua grande parceira. Por 25 anos, Sargent teve a seu lado a produtora e escritora Laura Ziskin, com quem escreveu alguns de seus sucessos. Eles se casaram em 2010, um ano antes de Ziskin perder sua batalha contra o câncer de mama. E Sargent perdeu a vontade de continuar escrevendo.
Proven Innocent é cancelada na 1ª temporada
A Fox cancelou mais uma série, desta vez sem surpreender ninguém. “Proven Innocent” não vai retornar após sua 1ª temporada. A notícia chega poucas horas depois da exibição do último episódio do programa, na noite de sexta-feira (10/5). A série tinha pouca audiência e o canal já tinha cancelado atrações com muito mais público. Em sua 1ª e única temporada, “Proven Innocent” teve média de 2 milhões de telespectadores ao vivo e 0,4 ponto na demo. Cada ponto inteiro equivale a 1,3 milhão de público adulto qualificado na medição da consultoria Nielsen. Desde sua estreia, muito abaixo das expectativas – diante de apenas 3 milhões de telespectadores ao vivo, atingindo 0,5 ponto na demo – , o drama jurídico era considerado favorito ao cancelamento. A Fox só não deve tê-la tirado do ar antes por falta de opções. O elenco era ótimo, mas a trama do criador David Elliot (roteirista de “G.I. Joe: A Origem de Cobra”) era para um filme e não uma série, já que cabia inteira no piloto. Rachelle Lefevre (“Under the Dome”) vivia uma advogada que, na juventude, foi condenada injustamente por um crime que não cometeu e ao se formar passou a se dedicar a defender pessoas inocentes no sistema judicial. Entretanto, em seu primeiro grande caso num tribunal, ela se vê frente a frente com o promotor responsável por sua prisão, que ainda achava que ela era culpada. O papel do antagonista era vivido por Kelsey Grammer (“Boss”) e o elenco ainda destacava Russell Hornsby (“Grimm”), Riley Smith (“Frequency”) e Vincent Kartheiser (“Mad Men”).
The Orville é renovada para a 3ª temporada
A rede americana Fox anunciou a renovação da série “The Orville” para a 3ª temporada. Curiosamente, a atração tem números inferiores a outras duas atrações canceladas pelo mesmo canal. Em sua 2ª temporada, a série espacial de Seth McFarlane teve média de 3,1 milhões de telespectadores e 0,75 na demo. Cada ponto inteiro equivale a 1,3 milhão de público adulto qualificado na medição da consultoria Nielsen. Canceladas, “Star” tinha 3,5 milhões de telespectadores e 1 ponto na demo e “The Passage” registou média de 3,7 milhões de telespectadores e 0,92 ponto. “The Orville” também é mais cara para ser produzida que as demais. Mas a Fox pode ter renovado a atração pensando no relacionamento a longo prazo com MacFarlane, que também é responsável pela série animada “Uma Família da Pesada” (Family Guy). A atração se junta às renovações de “9-1-1”, “The Resident”, “Empire”, “The Last Man Standing” e das animações do canal, que cancelou mais que os rivais, visando se reinventar como uma rede independente após perder seu estúdio, 20th Century Fox Television, comprado pela Disney. “The Orville” é exibida no Brasil pelo canal pago FX.
Produtor Greg Berlanti bate recorde com 18 séries no ar nos EUA
O domínio televisivo do produtor-roteirista Greg Berlanti bateu novo recorde. Dois anos após se tornar o produtor com mais séries no ar ao mesmo tempo, ele ampliou essa influência com a aprovação de todos os três pilotos que desenvolveu para a temporada de inverno (fall season). Nos próximos meses, ele atingirá o total de 18 séries exibidas simultaneamente nos Estados Unidos. As novidades da próxima temporada são “Batwoman” e “Katy Keene” na rede The CW e “Prodigal Son” na Fox. Com isso, o produtor entrou na Fox, influenciando a programação de quatro das cinco redes de TV do país. A maior presença se dá na CW, onde Berlanti produz nada menos que nove séries – mais da metade de toda a programação do rede. No outono americano, “Batwoman” e “Katy Keene” vão se juntar a “Arrow”, “Black Lightning”, “The Flash”, “Legends of Tomorrow”, “Riverdale”, “Supergirl” e “All American”. O produtor também tem “God Friended Me” e a novata “The Red Line” na CBS, e “Blindspot” na NBC. Ele também faz sucesso em streaming, com duas séries na Netflix, “You” e “O Mundo Sombrio de Sabrina” (“Chilling Adventures of Sabrina”), e três na DC Universe: “Titãs” (Titans), “Doom Patrol” (Patrulha do Destino) e a vindoura “Stargirl” (prevista para 2020). Duas dessas séries vão acabar em 2020: “Arrow” e “Blindspot”, que foram renovadas para suas últimas temporadas. Mas Berlanti assinou um contrato de US$ 400 milhões com a WBTV (Warner Bros. Television), no ano passado, para se manter ocupado no estúdio desenvolvendo ainda mais atrações – visando, inclusive, o lançamento do serviço de streaming da WarnerMedia em 2020. Ele e Sarah Schechter, diretora executiva da Berlanti Productions, recentemente recrutaram dois executivos de comédias para expandir produções na próxima temporada de desenvolvimento, para a qual o megaprodutor planeja várias novidades. Berlanti abordou seu marco histórico um série de posts no Twitter, em que agradeceu sua equipe pelo sucesso. “Existe um mito nesse negócio que uma pessoa é capaz de fazer tudo. Em minha experiência, isso realmente é um mito. Eu nunca teria nenhum sucesso se não fosse devido às pessoas com quem eu trabalho”, escreveu, elogiando especialmente sua diretora Sarah Schechter, “a contratação mais inteligente da minha vida, que estaria produzindo 18 séries em outro lugar se não estivesse aqui”, além de “todos os showrunners, roteiristas, diretores, equipes, atores, executivos do estúdio e das redes” com quem a Berlanti Productions faz negócios. O executivo ressaltou mais de uma vez que é uma ilusão achar que ele é responsável sozinho pelo sucesso de sua empresa. “Pode parecer, pelo nome da produtora, que eu trabalho mais que todos – talvez eu devesse ter pensado nisso quando a batizei, mas jamais pensei que nos tornaríamos tão grandes. Mas eu não sou mais ocupado que os muitos profissionais talentosos com quem trabalho diariamente”, explicou. “Uma das coisas que me dá mais orgulho na nossa empresa é a nossa dedicação e o apoio a cada um dos nossos criadores e artistas”, ele acrescentou, dizendo que “todos poderiam ter suas próprias séries em qualquer lugar”. Sua função seria dar liberdade para a criatividade fluir e suporte para que os projetos aconteçam. E, com isso, lembrou que “ninguém precisa fazer tudo sozinho”, especialmente um roteirista com uma ideia ótima que não sabe como começar a tirá-la do papel.
The Goldbergs e seu spin-off Schooled são renovadas
A rede americana ABC anunciou a renovação da série “The Goldbergs” e seu spin-off “Schooled”. A atração original vai para sua 7ª temporada e a derivada ganhará segundo ano de produção. As duas séries integram a leva final de renovações do canal. O anúncio demorou mais que os anteriores porque as negociações foram longas e só finalizadas na noite de sexta-feira (11/5) com uma reviravolta. Ambas são produzidas pela Sony Pictures Televisivion, que colocou na mesa condições variadas, incluindo a produção de duas séries novas do estúdio – são o drama “For Life” e a sitcom “United We Fall”, encomendadas. Em compensação, o criador de “The Goldbergs”, Adam F. Goldberg, trocou seu contrato com a Sony por um novo acordo de exclusividade com a ABC Studios. Ele agora vai desenvolver novas atrações para os canais e plataformas da Disney – da rede ABC ao serviço de streaming Disney+ (Disney Plus). “The Goldbergs” é a terceira série de comédia mais visa da ABC, atrás apenas de “Modern Family” e “The Conners” (o spin-off de “Roseanne”). E como “Modern Family” vai acabar após a próxima temporada, a série baseada nas lembranças de infância de Adam F. Goldberg dos anos 1980 é cada vez mais valiosa. Além disso, a ABC não é o único lugar onde ela faz sucesso. A série é uma das mais assistidas na plataforma Hulu, que disponibiliza seus episódios antigos. Apesar disso, “Schooled” quase foi rejeitado. O spin-off passado uma década depois da série original, no mesmo colégio onde Goldberg estudou, só virou série por pressão de seu criador. A ABC encomendou e rejeitou o piloto original em 2017. Mas o produtor-roteirista incluiu as cenas filmadas num episódio especial de “The Goldbergs”, apresentado como um flash-forward, que mostrava o futuro (nos anos 1990) de alguns personagens. O capítulo acabou se provando um sucesso de audiência, com grande repercussão nas redes sociais, e a ABC decidiu reconsiderar e aprovar a produção da atração derivada.
Helen Mirren vive a mulher mais poderosa do século 18 no trailer da minissérie Catherine the Great
A Sky Atlantic divulgou fotos e o primeiro trailer de “Catherine the Great”, minissérie britânica coproduzida pela HBO, que traz a atriz Helen Mirren no papel-título. Especialista em interpretar rainhas, ela dá vida na produção à imperatriz Catarina da Rússia, uma das mulheres mais poderosas da História. A prévia alterna discursos, cenas de guerra e momentos íntimos, que exploram tanto a expansão do império quanto a vida amorosa da monarca. “Catherine the Great” volta a reunir Mirren e o roteirista Nigel Williams, autor da minissérie “Elizabeth I”, que rendeu o Emmy para a atriz em 2006. A direção está a cargo de Philip Martin (série “The Crown”). A época retratada é o fim do duradouro reinado da monarca do século 18, com destaque para seu caso com Grigori Potemkin, vivido na produção por Jason Clarke (“Cemitério Maldito”). Os dois contracenaram recentemente no terror “A Maldição da Casa Winchester (2018). O elenco também conta com Gina McKee (“Um Lugar Chamado Notting Hill”), Rory Kinnear (“Penny Dreadful”), Thomas Doherty (“Descendentes 2”) e Phil Dunster (“Assassinato no Expresso do Oriente”). A produção terá quatro episódios, mas a data de estreia ainda foi marcada. Um detalhe curioso é que Catarina, a Grande, também vai virar minissérie na plataforma Hulu, intitulada “The Great”. Além do título, outra diferença é que a produção de streaming focará o início do reinado da imperatriz russa e trará a jovem Elle Fanning (“Mulheres do Século 20”) no papel principal.
Big Little Lies: Meryl Streep confronta Nicole Kidman em novo trailer da 2ª temporada
A HBO divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “Big Little Lies”. Repleto de cenas inéditas, o vídeo justifica a continuação com uma trama tensa, em que as cinco protagonistas sentem o peso de seu segredo, especialmente diante da chegada de Meryl Streep, que confronta as mentiras de sua nora. A atriz multivencedora do Oscar viverá Mary Louise Wright, mãe do violento Perry Wright (papel de Alexander Skarsgard). Na trama, ela busca respostas sobre a morte do filho. As cinco mulheres envolvidas no crime são vividas por Laura Dern, Shailene Woodley, Zoe Kravitz, Reese Witherspoon e Nicole Kidman. As duas últimas também produzem a série, que adaptou o livro homônimo de Liane Moriarty integralmente em sua 1ª temporada. Os novos capítulos são uma criação original do roteirista-produtor David E. Kelley (“Mr. Mercedes”), e todos foram dirigidos pela inglesa Andrea Arnold (“Docinho da América”). A estreia vai acontecer em 9 de junho no Brasil, mesmo dia da exibição nos Estados Unidos.
Bacurau: Filme de Kleber Mendonça Filho que disputará a Palma de Ouro ganha primeiro trailer
A Vitrine Filmes divulgou o primeiro trailer de “Bacurau”, novo filme de Kleber Mendonça Filho (“Aquarius”), realizado em parceria com Juliano Dornelles (“O Ateliê da Rua do Brum”), que terá première mundial no Festival de Cannes. A prévia começa explicando o título, mas não esclarece nada da trama. Estrelado por Sonia Braga (também de “Aquarius”), Barbara Colen (idem), Karine Teles (“Benzinho”) e pelo alemão Udo Kier (do clássico “Suspiria”), entre outros, “Bacurau” mistura gêneros como terror, ficção científica e western. Os diretores e roteiristas descrevem a obra como um filme de aventura ambientado no Brasil “daqui a alguns anos”. A trama se passa em um pequeno povoado do sertão cuja tranquilidade é ameaçada após a morte, aos 94 anos, de Dona Carmelita, mulher forte e querida por quase todos. Dias depois, os moradores de Bacurau percebem que a comunidade não consta mais nos mapas. “Bacurau” também ganhou um pôster internacional, acompanhando sua disputa da Palma de Ouro. Vale lembrar que, da última vez em que esteve no festival francês, em 2016, Kleber Mendonça Filho realizou com a equipe de “Aquarius” uma manifestação de protesto contra o processo de impeachment da então presidente Dilma Rousseff. Este ano, ele não terá respaldo do presidente da Ancine, que desistiu de ir ao evento. O Festival de Cannes acontece entre os dias 14 e 25 de maio e a exibição de “Bacurau” está marcada para quarta-feira (15/5). Ainda não há previsão para a estreia comercial, mas existe expectativa de um lançamento na primavera brasileira.
Blindspot é renovada para sua temporada final
A rede americana NBC anunciou a renovação da série “Blindspot” para a 5ª temporada. Entretanto, a renovação veio acompanhado de outra notícia. Os próximos episódios servirão para encerrar o programa. A série chegou a ser retirada do ar no mês passado, preocupando os fãs sobre uma interrupção abrupta na história. Mas a 4ª temporada voltará a ser exibida a partir de 24 de maio e os capítulos do próximo ano concluirão a trama de Jane, Weller e companhia, de forma adequada e definitiva. “Blindspot” conseguiu vencer seu maior desafio, a mudança para as noites de sexta-feira na 3ª temporada, mantendo uma base fiel de telespectadores, apesar de sua história original há muito ter se esgotado. A produção costumava girar em torno do mistério da personagem de Jaimie Alexander (a Lady Sif de “Thor”), batizada de Jane Doe após ser encontrada nua e desmemoriada no centro de Nova York, e com o corpo coberto de tatuagens. Essas tattoos viraram o centro de uma investigação do FBI, revelando pistas de crimes em cada um dos desenhos na pele, além de uma grande conspiração, alimentada por uma organização secreta para denunciar a corrupção das agências federais americanas. Mas as temporadas seguintes acrescentaram novas tatuagens, uma família esquecida, uma trama de vingança e até o casamento da protagonista com o agente Kurt Weller, personagem de Sullivan Stapleton (“300: A Ascensão do Império”). E isso foi apenas o começo de uma série de mudanças. Criada por Martin Gero (série “The L.A. Complex”), “Blindspot” faz parte da linha de produções de Greg Berlanti, produtor mais prolífico dos Estados Unidos, que tem mais de uma dúzia de séries atualmente no ar – entre elas, todas as atrações de super-heróis da DC Comics na rede CW, e mais meia dúzia prestes a estrear. O programa é exibido no Brasil pelo canal pago Warner, além de ter chegado à rede Globo e à Netflix com o nome de “Ponto Cego”.
Star: Série musical do criador de Empire é cancelada pela Fox
A rede americana Fox anunciou o cancelamento da série musical “Star” após três temporadas. A notícia chega dois dias após o final da última temporada, que deixou o destino de vários personagens no ar. Assim, a trama da série não terá resolução. A série era uma produção do cineasta Lee Daniels, criador de “Empire”, e se passava no mesmo universo da outra série, inclusive com direito a crossover na temporada passada. Mas nunca atingiu o mesmo nível de sucesso de “Empire”. Mesmo assim, tinha uma audiência consistente, com 3,5 milhões de telespectadores e 1 ponto na demo, durante sua 3ª temporada. Cada ponto inteiro equivale a 1,3 milhão de público adulto qualificado na medição da consultoria Nielsen. E, neste quesito, a atração da Fox teve desempenho melhor que muitas séries renovadas em outros canais de maior audiência. O problema é que a Fox quer mudar radicalmente sua programação, livrando-se de contratos de produção firmados com a 20th Century Fox Television, que costumava fazer parte de seu conglomerado até recentemente, mas que hoje pertence à Disney. “Star” acompanhava três garotas de vidas bem diferentes que decidem formar um conjunto vocal de R&B, indo da pobreza ao estrelato. O trio central de protagonistas era formado por Jude Demorest (série “Dallas”), intérprete de Star, a personagem-título, Ryan Destiny (série “Low Winter Sun”) e Brittany O’Grady (série “The Messengers”). Mas são os coadjuvantes que se destacaram, com Benjamin Bratt (série “Law & Order”), Tyrese Gibson (“Velozes e Furiosos 7”) e os cantores Lenny Kravitz (“Jogos Vorazes”), Queen Latifah (“Bessie”) e Gladys Knight, que fez participação especial como ela mesma.
The Passage é cancelada após a 1ª temporada
A rede americana Fox anunciou o cancelamento da série “The Passage” após apenas uma temporada. A série de terror estreou embalada por bons números em janeiro, quando chegou a liderar a audiência, mas o ritmo lento da atração cansou o público, que foi minguando até o final da temporada inaugural e (agora) final. Mesmo assim, “The Passage” registou média de 3,7 milhões de telespectadores e 0,92 ponto na demo. Cada ponto inteiro equivale a 1,3 milhão de público adulto qualificado na medição da consultoria Nielsen. E, neste quesito, a atração da Fox teve desempenho melhor que muitas séries renovadas em outros canais de maior audiência. Desenvolvida por Liz Heldens (criadora da série “Deception”), a produção é baseada no best-seller “A Passagem”, de Justin Cronin, que originou uma trilogia. A premissa apresenta uma instalação médica secreta do governo, que realiza experimentos com um perigoso vírus que poderia curar todas as doenças ou causar a extinção da raça humana. Mas para saber qual é o resultado, a droga precisa ser testada numa criança. A partir daí, a trama acompanha uma menina de 10 anos chamada Amy Bellafonte (Saniyya Sidney, da série “American Horror Story”), que é escolhida para o teste, mas acaba despertando o instinto paternal no agente Brad Wolgast (Mark‐Paul Gosselaar, série “Franklin & Bash”), responsável por conduzi-la até a instalação secreta. Numa mudança inesperada, ele resolve fugir e protegê-la, tornando-se alvo de uma caçada humana. Mas os dois são logo capturados e levados para o local, onde vampiros de laboratório aguardam suas chegadas. Apenas em seu último episódio, que foi ao ar em março na TV americana, a série avançou no tempo até o cenário pós-apocalíptico do livro, onde os vampiros criados pela droga passam a dominar a Terra e os poucos humanos sobreviventes precisam se unir para sobreviver. Esse cenário serviu de epílogo para a produção, deixando a trama (mais ou menos) finalizada, ainda que aberta para uma continuação. “The Passage” só começou a ser exibida no Brasil em abril pelo canal pago Fox.









