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    Roteirista de quadrinhos vai escrever o filme dos Novos Deuses da DC Comics

    1 de junho de 2019 /

    A cineasta Ava DuVernay (“Uma Dobra no Tempo”) vai desenvolver o roteiro do filme dos “Novos Deuses”, da DC Comics, em parceria com um escritor de quadrinhos. Ela postou uma foto em seu Twitter confirmando a colaboração com Tom King, autor de uma minissérie premiada do Sr. Milagre – que deve ser um dos protagonistas do longa. A saga dos Novos Deuses foi um dos trabalhos mais marcantes de Jack Kirby para a DC Comics. Se o título não é dos mais lembrados da carreira do genial criador do Capitão América, Quarteto Fantástico, Hulk, X-Men e cia, basta uma palavra relacionada a sua trama para arrepiar todos os fanboys: Darkseid. Darkseid, o líder dos deuses de Apokolips, acabou se tornando o vilão mais famoso de toda a DC Comics, mas o chamado “Quarto Mundo de Jack Kirby” ainda originou Metron, Orion, Vovó Maldade, Grande Barda e Senhor Milagre, entre outros. Na trama original, as divindades habitam dois planetas: um é o Novo Gênesis, um paraíso exuberante, e o outro Apokolips, que parece a versão do inferno de Dante. E ambos estão em guerra eterna. Após DuVernay postar uma mensagem aleatória no Twitter em março, escrevendo “Grande Barda. Por muitas razões”, especula-se que o filme será focado no romance entre Senhor Milagre e Grande Barda. O casal estaria tentando fugir de Apokolips para viver em paz, mas seriam envolvidos em um terrível conflito com Nova Gênesis. Nos quadrinhos os dois tem um romance improvável, já que Grande Barda é uma militar das Fúrias Femininas, de Apokolips, e Scott Free, o Senhor Milagre, é o filho do chefe de Nova Gênesis, criado em cativeiro em Apokolips, onde se especializou na arte de escapar de qualquer armadilha. Vale lembrar que a DC já introduziu o universo de Jack Kirby em seus filmes, ao citar as caixas maternas e incluir o vilão Lobo da Estepe em “Liga da Justiça”. Mas a ideia de um filme exclusivo dos Novos Deuses é inesperada. Afinal, Kirby juntou psicodelia, mitologia e tragédia grega na concepção dos seus personagens, com direito a conflitos de deuses, entre eles pai e filho, criando uma coleção numerosa de personagens que se espalharam pelos quadrinhos da editora. Tom King venceu o prêmio Eisner (o Oscar dos quadrinhos) no ano passado por sua minissérie do Sr. Milagre e por escrever a revista do Batman. Por sua vez, Ava DuVernay lançou na sexta-feira (31/5) sua primeira minissérie na Netflix “Olhos que Condenam” (When They See Us) Ainda não há previsão de estreia ou detalhes adicionais sobre o filme de Novos Deuses. Hey ⁦@TomKingTK⁩. Ready to write NEW GODS, buddy? A. ✨✨✨ pic.twitter.com/FFpLDt75mm — Ava DuVernay (@ava) May 29, 2019

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  • Série

    História Secreta do Pop Brasileiro: Minissérie ganha trailer com histórias deliciosas de Xuxa e Gretchen

    1 de junho de 2019 /

    A minissérie documental “História Secreta do Pop Brasileiro”, sobre os segredos de bastidores e gravações de hits dos anos 1970 e 1980, ganhou seu primeiro trailer. E a prévia é deliciosa, repleta de histórias sensacionais. Concebida pelo jornalista André Barcinski, a produção de oito episódios mostra como a indústria de discos nacionais criou artistas fictícios e transformou músicos brasileiros em gringos, além de revelar o processo de criação de hits de Gretchen, Xuxa e até do tema de abertura de “Chaves”. Com mais de 4 minutos de duração, a prévia mostra, por exemplo, como o compositor Paulo Massadas conseguiu fazer Xuxa cantar pela primeira vez para gravar um disco. “Eu não sabia bem quem era a Xuxa”, conta Massadas. “De fato, ela não cantava. Ela falou: ‘Eu não canto’. Ela botava o fone. E o que ela estava ouvindo no fone? Minha voz. Ela tenta sair atrás da minha voz.” O método também incluía segurar as mãos da modelo-apresentadora. “Ao mesmo tempo, eu segurava nas mãos dela e pressionava para dar o ritmo”, o produtor explica, demonstrando como fez para ela manter o tom. Outra história divertida é sobre o início da carreira de Gretchen. Ela revela que, no início, foi orientada para não cantar, apenas fazer “gritinhos” e “sussurros”. “O [produtor] Mister Sam disse: ‘Não quero que você cante. Quero que você esqueça que é uma cantora. Você vai só fazer o que eu mando. Quero que você dê uns gritinhos. Que você faça uns sussurros”. Os gemidos viraram marca registrada da cantora. A onda de cantores românticos dos anos 1970 que gravavam músicas em inglês também ganha destaque, revelando como Maurício Alberto se transformou em Morris Albert, Jessé virou Tony Stevens e até Fabio Jr teve seu período de Mark Davis. A série vai ter première no Festival In-Edit, em São Paulo, em 17 de junho, onde seus três primeiros episódios serão exibidos, seguidos de um debate. A estreia televisiva deve acontecer em julho no canal pago Music Box Brasil.

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  • Série

    Henry Cavill anuncia final das gravações da série The Witcher

    1 de junho de 2019 /

    Henry Cavill divulgou uma foto de bastidores de “The Witcher”, em que retira a maquiagem de seu personagem, para celebrar o término das gravações da 1ª temporada. Na legenda da imagem publicada no Instagram, o ator agradeceu à equipe da série e definiu o período da produção como uma “jornada incrível”. Na série da Netflix, Cavill vive Geralt of Rivia, protagonista da famosa saga de fantasia. Iniciada em 1986 pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski, “The Witcher” se passa em um mundo de fantasia medieval e inspirou uma coleção bem-sucedida de videogames baseada em suas histórias. Na trama, Geralt of Rivia é um caçador de monstros num mundo onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele quer é ser deixado em paz para ficar sozinho, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. O papel marca a volta de Cavill às séries. Ele ficou conhecido após estrelar “The Tudors”, entre 2007 e 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só como Superman em “O Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, mas também em filmes de ação como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Já as protagonistas femininas são Freya Allan (da série “Into the Badlands”), escalada como a Princesa Ciri, e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. A roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”, é responsável pela adaptação, que ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Season 1 of The Witcher has finally come to an end. And although I'm pulling a face here it has been an incredible journey! The cast and crew worked tirelessly throughout, everyone pitched in and brought their A game to set and I couldn't be more proud of you all. Speaking of my immediate team. Jacqui, Ailbhe and Leah are consummate professionals who worked extraordinary hours to bring the Witcher to life, they were non stop improving adjusting and evolving Geralt throughout. Thank you ladies for making this journey a good one. All of those 3 am wake ups were worth it! #GeraltofRivia #TheWitcher #Season1 Uma publicação compartilhada por Henry Cavill (@henrycavill) em 30 de Mai, 2019 às 10:00 PDT

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  • Filme

    O Pintassilgo: Drama com Ansel Elgort ganha fotos e trailer legendado impactante

    1 de junho de 2019 /

    A Warner divulgou o pôster, 16 fotos e o primeiro trailer legendado de “O Pintassilgo” (The Goldfinch), novo drama estrelado por Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”) e grande elenco. A prévia é realmente dramática e impactante. E embora apresente pontos importantes da história, deixa claro que ela é intrincada, com mais personagens e suspense que o ponto de partida sugere. A adaptação do best-seller premiado de Donna Tartt traz Elgort como o protagonista Theo Decker, jovem que sobrevive a um atentado terrorista num museu, mas perde sua mãe. Ao sair dos escombros, o garoto acaba levando consigo a obra de arte que dá nome ao filme. O quadro o acompanha durante anos. Entre várias reviravoltas, Theo vai parar em Las Vegas, morando com seu pai vagabundo, mas logo se vê envolvido com falsificações de arte e amigo de um jovem de inclinações perigosas. O elenco vistoso também inclui Jeffrey Wright (“Westworld”), Nicole Kidman (“Big Little Lies”), Finn Wolfhard (“Stranger Things”), Sarah Paulson (“American Horror Story”), Luke Wilson (“Roadies”), Ashleigh Cummings (“NOS4A2”), Willa Fitzgerald (“Scream”) e Aneurin Barnard (“Dunkirk”). O projeto é uma coprodução da Warner Bros. e da Amazon Studios com roteiro de Peter Straughan (“O Espião que Sabia Demais”) e direção de John Crowley (“Brooklyn”). A estreia está prevista para 10 de outubro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Elton John protesta contra censura de Rocketman na Rússia: “Triste reflexo do mundo dividido em que vivemos”

    31 de maio de 2019 /

    O cantor Elton John resolveu se manifestar sobre a censura sofrida por “Rocketman” na Rússia, onde o filme será lançado sem cenas de sexo, consumo de drogas e o texto do final que revela que o cantor se casou com David Furnish e adotou dois filhos. O astro pop e os produtores de “Rocketman” divulgaram um comunicado repudiando os cortes. “Rejeitamos da maneira mais enfática possível a decisão de ceder à leis locais e censurar ‘Rocketman’ para o mercado russo”, diz a nota. “A Paramount Pictures tem sido uma parceira corajosa e ousada ao nos permitir criar um filme que é uma representação verdadeira da vida extraordinária de Elton, com todos os lados negativos. Que o distribuidor local tenha editado certas cenas, negando ao público a oportunidade de ver o filme como foi concebido é um triste reflexo do mundo dividido em que ainda vivemos e como o amor entre duas pessoas ainda pode ser tão cruelmente inaceitável. Nós acreditamos na construção de pontes e diálogo aberto, e continuaremos a pressionar para a quebra de barreiras até que todas as pessoas sejam ouvidas igualmente em todo o mundo.” Desde 2013, uma lei pune com multa ou prisão qualquer ato de “propaganda” homossexual para menores na Rússia. Ela foi criada para impedir celebrações públicas, como a parada do orgulho LGBTQIA+. Apoiadores da legislação argumentam que ela é necessária “para proteger valores familiares e impedir a exposição de menores de idade a orientações sexuais não tradicionais”. No entanto, isso não deveria se aplicar ao filme, que será proibido para menores de 18 anos quando for lançado comercialmente na Rússia, na semana que vem. O ministro russo da Cultura, Vladimir Medinski, desmentiu que sua pasta tenha sido responsável por estes cortes, argumentando que “tudo é decidido pelo distribuidor”, segundo a agência Ria Novosti. Elton John é muito popular na Rússia, lotando shows no país desde 1979, quando ainda existia a União Soviética, e até chegou a cantar um amor soviético (homossexual) no hit “Nikita”, de 1985. Em 2014, o presidente russo Vladimir Putin disse que “Elton John é uma pessoa e um músico incrível. Milhões de nossos compatriotas o amam sinceramente” e acrescentou: “apesar de sua orientação”.

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  • Série

    Burden of Truth tem renovação oficializada para 3ª temporada

    31 de maio de 2019 /

    A rede The CW oficializou a renovação de “Burden of Truth” para sua 3ª temporada nos Estados Unidos, dois dias antes da estreia do segundo ano da produção. O anúncio não é consequência de suposta qualidade do material, mas reflexo do acordo de distribuição da série. Na verdade, “The Burden of Truth” já tinha sido renovada em março pela rede CBC, que produz originalmente o programa no Canadá. Por lá, a 2ª temporada, ainda inédita na TV americana, encerrou-se em fevereiro. Criada por Bradley Simpson (roteirista de “Rookie Blue”), a série traz Kristin Kreuk (de “Smallville” e “Beauty and the Beast”) no papel da advogada corporativa Joanna Hanley, que retorna à sua pequena cidade natal para representar um grande cliente em um caso contra algumas garotas do ensino médio, que caíram doentes. Ela despacha seu caso de forma rápida e eficiente, esmagando as meninas e seu advogado de cidade pequena – seu ex-colega de escola Billy Crawford (Peter Mooney, de “Rookie Blue”). Mas depois da vitória, ela descobre que as meninas estão mais doentes do que se pensava, e embora seu cliente não seja culpado, há algo sério por trás dessa história. A trama só começa realmente a partir da decisão da advogada de permanecer no interior e se envolver em nova batalha legal, em vez de voltar para a cidade grande e sua carreira de sucesso. O elenco também inclui Alex Carter (“CSI”), Nicola Correia-Damude (“Shadowhunters”), Star Slade (“Frontier”), Jessica Matten (também de “Frontier”), Meegwun Fairbrother (“Helix”) e Benjamin Ayres (“Saving Hope”).

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  • Filme

    Trailer do novo filme de Rambo ganha versão oficial brasileira

    31 de maio de 2019 /

    A Imagem Filmes divulgou a versão oficial legendada em português do trailer de “Rambo: Last Blood”, em que Sylvester Stallone aparece encarnando “a lenda” pela quinta vez, em cenas tensas e violentas. Curiosamente, o título original (ainda) não foi traduzido. A prévia remete ao tipo de ação vista no primeiro filme da franquia, com John Rambo cercado de inimigos e revidando com armadilhas e brutalidade, mas também assume forte pegada de western, com Rambo a cavalo, num rancho e ao som de “Old Town Road”, hit country de Billy Ray Cyrus e Lil Nas X. O trailer não explica a história, mas indica que, após anos de lutas em diferentes guerras, o personagem se “aposentou” e vive em uma fazenda. Até que chega a hora de “encarar o seu passado”, como diz ele próprio na narração. Esta frase tem mais de um sentido. O primeiro “Rambo” – que, vale lembrar, foi lançado em 1982 nos EUA com o título “First Blood” – chegou aos cinemas logo após o presidente Ronald Reagan declarar guerra às drogas. E o novo “Rambo” faz literalmente isso, ao enfrentar um cartel de traficantes. De quebra, reitera a “política” de Trump ao mostrar que do outro lado da fronteira só tem bandido. O “passado” citado também tem significado literal. Ele “adotou” a neta de uma antiga empregada do rancho de sua família, já que não possui parentes vivos, e a história envolve a descoberta da garota de seu verdadeiro pai, no México, e sua decisão de ir encontrá-lo. “Coisas ruins vão acontecer. Vai haver muita vingança neste filme. Muita gente sendo machucada”, explicou Stallone, durante o Festival de Cannes, onde foi homenageado. O roteiro foi escrito pelo próprio Stallone, com a ajuda de Matthew Cirulnick (“Absentia”), e a direção ficou a cargo de Adrien Grunberg, que dirigiu Mel Gibson em “Plano de Fuga”. O elenco ainda inclui os espanhóis Paz Vega (“Não Pare na Pista: A Melhor História de Paulo Coelho”), Óscar Jaenada (“Escobar: A Traição”), Sergio Peris-Mencheta (“Resident Evil 4”), o mexicano Joaquín Cosio (“Narcos: México”) e a americana Jessica Madsen (“Massacre no Texas”). A estreia está marcada para 19 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Música

    Ludmilla disponibiliza seu primeiro “DVD” na íntegra no YouTube

    31 de maio de 2019 /

    Ludmilla divulgou seu “DVD” inteiro no Youtube e nos serviços de streaming. Anunciado como primeiro DVD da cantora, “Hello Mundo” virou iframe numa época em que disquinhos físicos são considerados artigos de sebo. Gravado em fevereiro no Rio de Janeiro, o show foi divido em “faixas” e disponibilizado nesta sexta (31/5). Entre as músicas inéditas, há parcerias com Simone e Simaria (“Desce Com Maldade, Sobe Com Autoridade”), Ferrugem (“De Rolê”) e Léo Santana (“Invocada”), além das antecipadas com Anitta (“Favela Chegou”) e Jão (“A Boba Fui Eu”). Há, inclusive, um cover acústico de “Halo”, hit de Beyoncé, que remete à época em que a cantora se apresentava como MC Beyoncé, no início da carreira. O resultado é… complicado. Veja e ouça abaixo na íntegra.

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  • Filme,  Música

    Música romântica de Aladdin ganha versão brasileira com clipe dos irmãos Melim

    31 de maio de 2019 /

    A Disney divulgou um clipe da versão brasileira da música “A Whole New World”, da trilha de “Aladdin”. Chamada de “Um Mundo Ideal”, a canção em português é cantada pelo trio Melim, formado pelos irmãos Rodrigo, Gabriela e Diogo. É pop brega de influência sertaneja, estilo que vem formando gerações de ouvintes desde Sandy & Júnior. E curiosamente não soa tão diferente do pop brega de influência R&B da interpretação original de Zayn e Zhavia Ward. Duro de escolher, mas a versão brasileira é menos Celine Dion. E Gabriela é mais Jasmine que Zhavia. Compare abaixo o clipe em que Melim canta em estúdio e o vídeo em que Zayn e Zhavia passeiam por Nova York à noite enquanto cantam a balada de amor de Aladdin e Jasmine. O filme “Aladdin” está atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros.

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  • Música

    Katy Perry vai para “retiro espiritual” sci-fi em novo clipe colorido

    31 de maio de 2019 /

    Katy Perry lançou o clipe de “Never Really Over”, primeiro single de seu novo álbum, que ainda não tem data de estreia. O material segue a tradição da cantora de lançar clipes coloridos com diversos efeitos visuais. Desta vez, também há bastante destaque para fotografia ao ar livre, evocando um “retiro espiritual” sci-fi da artista, que se junta a outras pessoas em busca da cura para corações partidos. A música fala de um relacionamento que acabou, mas ainda não foi superado e por isso parece que pode ser retomado a qualquer momento. O único jeito de lidar com a situação é com muito esforço. Mas qualquer distração a lembra do amor perdido. Ainda que muito colorida, a metáfora do “retiro espiritual” e da recaída de amor lembra a situação de uma paciente numa clínica de reabilitação para viciados. A direção do vídeo é de Philippa Price, artista visual de Los Angeles que assinou campanha da grife de Stella McCartney e clipes de Pharrell Williams e St. Vincent. “Never Really Over” é o primeiro lançamento individual de Katy Perry desde o álbum “Witness”. O disco de 2017, o quinto da carreira da cantora, vendeu menos do que o esperado, com singles como “Swish Swish” e “Bon Apetit” que não emplacaram nas paradas. A cantora também participa do reality show “American Idol” como uma das juradas da competição, e apareceu recentemente num episódio da série “American Housewife” interpretando a si mesma.

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    Disney divulga primeiro teaser dublado e título nacional da próxima animação da Pixar

    31 de maio de 2019 /

    A Disney divulgou o pôster americano e o primeiro teaser nacional da nova animação da Pixar, que chega ao Brasil sem o grande atrativo de seus dubladores originais e com um nome que não tem absolutamente nada a ver com o título da produção nos Estados Unidos. Pra começar, “Onward” virou “Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica”. Isto mesmo, um titulo minimalista de apenas seis letras virou épico de cinco palavras e um hífen na “tradução”. Já a obrigatória dublagem brasileira para as crianças joga no lixo os dólares investidos para enfatizar seus dubladores famosos americanos, que têm sido o principal destaque do projeto desde seu anúncio. Os irmãos do título nacional são originalmente dublados por Chris Pratt e Tom Holland, intérpretes do Senhor das Estrelas (dos Guardiões da Galáxia) e Homem-Aranha nos filmes da Marvel, que estiveram juntos recentemente em “Vingadores: Ultimato”. Além dos dois atores famosos que os brasileiros não ouvirão, o elenco de vozes do filme conta com Julia Louis-Dreyfus (“Veep”) como a mãe dos protagonistas, e Octavia Spencer (“A Forma da Água”). O filme tem roteiro e direção de Dan Scanlon, que também fez as duas funções em “Universidade Monstros” (2013), e acompanha os irmãos de uma família de elfos, que mora em um subúrbio tradicional e tem um “típico” dragão doméstico como pet, e embarcam numa aventura a bordo de seu carro velho em busca da magia que já existiu naquele lugar. A prévia mostra que o mundo abordado é uma versão moderna do reino encantado das fábulas, uma espécie de “Os Flintstones” com elfos, em que, em vez de dinossauro doméstico, a família tem um dragão e precisa lidar com unicórnios que atacam as latas de lixo. Ou, num exemplo que facilita para os mais novos entenderem, uma “Zootopia” dos contos de fada. Não é a ideia mais original da Pixar. Nem os desenhos parecem evocar o deslumbramento que acompanha as produções do estúdio, lembrando mais as produções da DreamWorks, que já abordou esse mundo encantado com sucesso na franquia “Shrek”. A estreia está marcada para março de 2020 nos Estados Unidos. A previsão de lançamento no Brasil ainda não foi divulgada. Vale lembrar que o próximo lançamento da Pixar será “Toy Story 4”. A continuação da franquia mais bem-sucedida da empresa chega aos cinemas brasileiros em 20 de junho. Confira abaixo o teaser de “Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica” e também a versão original de “Onward”.

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  • Música

    Arnold Schwarzenegger vira “rapper” em clipe musical

    31 de maio de 2019 /

    O astro Arnold Schwarzenegger gravou algo que lembra vagamente um rap numa música em colaboração com o artista austríaco Andreas Gabalier. Intitulada “Pump It Up (The Motivational Song)”, a música fala em superação e traz Schwarzenegger recitando algumas rimas – bem lentamente – , além de frases famosas de seus filmes. “Eu sou Arnold Schwazenegger/ Ouça com atenção /Cave fundo e pergunte a si mesmo o que você deseja ser”, canta o astro em um trecho da música, que é realmente simplória como a frase destacada. “Pump It Up”, claro, ganhou um clipe que mostra o ator passeando de bicicleta e passando um treino para o cantor, enquanto cenas antigas de sua carreira como fisiculturista são exibidas. Veja abaixo.

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    Rainhas do Crime: Drama criminal com Melissa McCarthy ganha primeiro trailer legendado

    30 de maio de 2019 /

    A Warner divulgou os pôsteres nacionais e o primeiro trailer legendado de “Rainhas do Crime” (The Kitchen). A prévia não mostra nada de original, ao seguir a história de três mulheres que partem para o crime após seus maridos criminosos saírem de cena, deixando-as endividadas. Foi assim no recente “As Viúvas”, embora a ambição e a ambientação sejam diferentes. O contexto das disputas em território da máfia em 1978 lembra mais “Bella Mafia” (1997). O destaque da produção não é a história, baseada nos quadrinhos “The Kitchen”, da Vertigo (a linha adulta da DC Comics), mas o elenco encabeçado por Elisabeth Moss (série “The Handmaid’s Tale”), Melissa McCarthy (“A Chefa”) e Tiffany Haddish (“Viagem das Garotas”). A trama acompanha três esposas dos chefões da mafia irlandesa na Hell’s Kitchen (daí o título original) de Nova York, durante os anos 1970. Após o FBI prender os líderes da organização, as três assumem o controle dos negócios e acabavam se mostrando mais violentas e perigosas que os maridos. A adaptação tem roteiro e direção de Andrea Berloff, indicada ao Oscar de Roteiro Original por “Straight Outta Compton” (2015), que faz sua estreia como diretora à frente das filmagens. Além do trio de protagonistas, o elenco inclui Domhnall Gleeson (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), James Badge Dale (“Homem de Ferro 3”), Margo Martindale (“The Americans”), Bill Camp (“Operação Red Sparrow”), Alicia Coppola (“Shameless”) e o rapper Common (“Selma”) A estreia está prevista para 8 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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