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    American Crime Story vai abordar escândalo sexual que ameaçou Bill Clinton com Impeachment

    7 de agosto de 2019 /

    A premiada série “American Crime Story” definiu o tema de sua 3ª temporada. O canal pago americano FX confirmou que o tema da atração em 2020 será o escândalo Monica Lewinsky. Para quem não lembra (já se passou tanto tempo assim?), Lewinsky era a estagiária cuja intimidade com Bill Clinton quase acabou em Impeachment – um escândalo que abalou o casamento da ex-rival de Trump nas últimas eleições, Hillary Clinton. O tema foi anunciado em 2017, mas ninguém mais tinha falado no assunto até esta terça (6/8), quando o presidente do FX, John Landgraf, oficializou o projeto e divulgou os primeiros nomes do elenco, durante sua participação no evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). Intitulada “Impeachment: American Crime Story”, a temporada “vai explorar as mulheres que se viram apanhados no escândalo e guerra política que lançou uma longa sombra sobre a presidência de Clinton”, descreveu Landgraf. A trama é baseada em “A Vast Conspiracy: The Real Sex Scandal That Nearly Brought Down a President”, best-seller de 2000 escrito por Jeffrey Toobin, mesmo autor do livro “The Run of His Life: The People v. O.J. Simpson”, que inspirou a bem-sucedida 1ª temporada da série. A adaptação foi feita por Sarah Burgess (“Compliance”) e será estrelada por Beanie Feldstein (“Fora de Série”) no papel de Monia Lewinsky, Annaleigh Ashford (“The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story”) como Paula Jones, que processou Clinton por assédio, e Sarah Paulson (“The People v. O.J. Simpson: American Crime Story”) como Linda Tripp, responsável por gravar secretamente as conversas de Lewinsky com Bill Clinton. O timing do lançamento dessa produção, porém, é complexo. “Impeachment: American Crime Story” irá ao ar em setembro, semanas antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos, em que Trump vai enfrentar um candidato do partido de Clinton. No evento da TCA, Landgraf afirmou não considerar que a série possa prejudicar os Democratas na eleição. Vale lembrar que a Fox, proprietária da FX quando o projeto começou a ser fomentado, era assumidamente Republicana, mas a Disney, atual dona da emissora, pende para o Partido Democrata.

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  • Série

    Atriz de The Marvelous Mrs. Maisel entra em Fear the Walking Dead

    7 de agosto de 2019 /

    A atriz Holly Curran, que interpreta Penny Pann em “The Marvelous Mrs. Maisel”, entrou no elenco de “Fear the Walking Dead”. Ela terá um papel recorrente na segunda metade da 5ª temporada, mas a identidade de sua personagem não foi revelada. Os próximos capítulos vão continuar enfatizando o bom samaritanismo defendido por Morgan (Lennie James), que mal chegou e já praticamente assumiu a liderança do grupo. Neste sentido, a série virou uma espécie de anti-“The Walking Dead” – especialmente na fase dos Salvadores. A série encerrou a primeira metade da 5ª temporada em 21 de julho nos EUA, e voltará, após pequena pausa, a exibir os oito episódios finais a partir do próximo domingo (11/8). Já renovada para a 6ª temporada, “Fear the Walking Dead” também é exibida no Brasil pelo canal AMC, com atraso de duas semanas em relação aos Estados Unidos.

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    O Doutrinador: Série do super-herói nacional ganha primeiro trailer

    7 de agosto de 2019 /

    O canal pago Space divulgou o trailer da série do super-herói nacional “O Doutrinador”, estrelada por Kiko Pissolato (“Os Dez Mandamentos”). A prévia sugere uma versão estendida do filme homônimo, baseado em quadrinhos sobre um vigilante que combate a corrupção no Brasil. A atração vai estrear no dia 1º de setembro, um domingo, às 21h, quase um ano após a exibição do filme. Enquanto o longa foi lançado no clima das eleições do ano passado, a série chegará à TV após as reportagens da chamada “Vaja Jato”, que consiste na publicação de mensagens privadas dos promotores da Lava Jato, obtidos por hacker confesso com o objetivo de atingir o juiz Sergio Moro e o promotor Deltan Dallagnol. Por coincidência, a trama fictícia também tem um hacker. A ligação de “O Doutrinador” com fatos reais tem sido uma constante em sua trajetória. O personagem foi concebido em 2008 pelo artista Luciano Costa, que deixou os quadrinhos na gaveta até 2013, quando resolveu publicar as primeiras páginas em seu Facebook. Três meses depois, explodiram as manifestações de protesto no país e o Doutrinador virou cult, ao encarnar, ainda que de forma extrema, a indignação com o panorama político e a revolta contra “tudo o que está aí”. Luciano Costa assumiu ter se inspirado nos quadrinhos do Batman de Frank Miller. Mas o personagem está mais para o Zorro, o mascarado perseguido pela justiça por enfrentar os governantes corruptos do pueblo de Los Angeles. No Brasil polarizado do século 21, acabou dividindo opiniões. Há quem o considere fascista e outros que o enxerguem como manifestação da anarquia. Agente da polícia federal, o protagonista virou justiceiro por não aguentar mais tanta impunidade. Revoltado com o sistema e com sede de vingança por uma tragédia pessoal, ele não mede esforços para eliminar políticos, donos de empreiteiras, dirigentes do futebol e até líderes religiosos, matando corruptos de todos os matizes. Apesar disso, o filme dirigido por Gustavo Bonafé (de “Legalize Já!”, cinebiografia da banda Planet Hemp) foi lançado sem causar a repercussão esperada em novembro passado. A versão televisiva terá 7 episódios de 45 minutos cada.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Barry Coe (1934 – 2019)

    6 de agosto de 2019 /

    O ator Barry Coe, que ensaiou virar galã de Hollywood nos anos 1960, morreu no dia 16 de julho aos 84 anos. Sua morte foi noticiada pela família apenas nesta terça (6/8). Ele estava lutando contra a Síndrome Mielodisplásica, que atinge a medula óssea, e morreu em casa, em Idaho nos EUA. Coe começou a carreira em meados dos anos 1950, como figurante em “Casa de Bambu” (1955), filme noir de Samuel Fuller, e chegou a ter papéis creditados em grandes clássicos do cinema, como a sci-fi “No Limiar do Espaço” (1956), o melodrama “A Caldeira do Diabo” (1957), o western “Estigma da Crueldade” (1958) e o romântico “Ama-me com Ternura” (1956), primeiro longa estrelado por Elvis Presley. Sua promoção a coadjuvante se deu na comédia “Recrutas e Enxutas” (1959), de Raoul Walsh, quando seu nome finalmente apareceu com destaque num pôster. Ele ainda interpretou um príncipe árabe em “O Mago de Bagdad” (1960) e um dos principais guerreiros gregos da versão original de “Os 300 de Esparta” (1962), antes de migrar para a TV. Na telinha, Coe estrelou “Follow the Sun”, como um jornalista do Havaí, ao longo de 30 episódios exibidos entre 1961 e 1962, e fez várias participações em séries clássicas, como “Bonanza”, “Viagem ao Fundo Mundo”, “Missão Impossível” e “Mary Tyler Moore”. Segundo boatos, Coe deveria ter sido integrado ao elenco de “Bonanza” no papel de Clay, um meio-irmão de Little Joe, personagem de Michael Landon. Mas Landon teria ficado com ciúmes do novato e exigido sua dispensa na base do “ou ele ou eu”. Por conta disso, sua participação na série western foi reduzida a um único episódio. O ator também apareceu no clássico sci-fi “Viagem Fantástica” (1966), em alguns terrores baratos e na cinebiografia “MacArthur, O General Rebelde” (1977), antes de encerrar sua carreira com “Tubarão 2” (1978).

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  • Filme

    Canal Sony exibe filmes cultuados com curadoria de Quentin Tarantino

    6 de agosto de 2019 /

    Quem sintonizar o canal pago Sony durante a madrugada desta semana pode achar que ganhou uma assinatura do Telecine Cult. Em vez daqueles filmes que repetem sem parar, a programação da meia-noite do canal está cheia de clássicos. O detalhe é que a seleção é uma curadoria de ninguém menos que Quentin Tarantino. Começou na segunda (5/8), com a exibição de “Bob & Carol & Ted & Alice” (1969), segue nesta terça com “Flor de Cacto” (1969), emenda na quarta com “Easy Rider – Sem Destino” (1969) e continua diariamente com “Model Shop – O Segredo íntimo de Lola” (1968), “À Procura da Verdade” (1970), “Arma Secreta contra Matt Helm” (1968), “Encontro Fatal em Lisboa” (1968), “Sangue de Pistoleiro” (1958) e “Bandoleiros do Arizona” (1965). Os quatro últimos serão apresentados como sessão dupla no sábado e no domingo (11/8). Os filmes foram selecionados por Tarantino como exemplos do que influenciou a criação de seu novo longa-metragem, “Era Uma Vez em Hollywood”, que se passa em 1969 e aborda a indústria cinematográfica americana num momento de transformação radical. Um dos títulos selecionados, “Arma Secreta contra Matt Helm”, é estrelado por Sharon Tate, atriz que é personagem de “Era Uma Vez em Hollywood”, interpretada por Margot Robbie. “Era Uma Vez em Hollywood” tem estreia marcada para 15 de agosto no Brasil.

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  • Filme

    Donald Trump culpa a indústria dos games pela onda de atentados nos Estados Unidos

    6 de agosto de 2019 /

    O presidente dos Estados Unidos não é Johnny Bravo, mas também é capaz de raciocínios impressionantes. Em discurso contra a onda crescente de atentatos da extrema direita racista americana, Donald Trump resolveu condenar… os videogames. Após dizer a frase que toda a mídia reproduziu, “O ódio não tem lugar na América. O ódio deturpa a mente, devasta o coração e devora a alma”, Trump embutiu em seu discurso de repúdio aos massacres do fim de semana passado uma critica aos games de tiros, culpando-os por incentivar a prática de assassinatos armados nos Estados Unidos. O presidente disse que há “necessidade de parar com a glorificação da violência na nossa sociedade, incluindo os horríveis e infelizes jogos violentos, agora, algo comum.“ Trump também afirmou que “é muito fácil hoje para jovens perturbados rodearem-se de uma cultura que celebra a violência. Temos que parar ou reduzir substancialmente e tem de começar de imediato”, afirmou. Ou seja, o presidente dos Estados Unidos sugere que a indústria de games, uma das mais lucrativas de seu país, pare ou reduza drasticamente sua produção. De imediato. Já os fabricantes de armas nem sequer são mencionados nesse raciocínio. Nem de imediato nem nunca. Os atentados do fim de semana passado aconteceram nos arredores de supermercados da rede Wallmart, que vende armas junto de alimentos para a família. Não é a primeira vez que a retórica dos políticos do Partido Republicano condena videogames por massacres cometidos por jovens e ignora que as armas utilizadas foram adquiridas legalmente, devido às leis que incentivam o porte e o uso de armamento no país. A tática de condenar a indústria cultural para dissimular a culpa da indústria armamentista nasceu durante o atentado cometido na escola de Columbine, em 1999. Na ocasião, políticos também culparam, além dos videogames, o filme “Matrix” e o cantor Marilyn Manson pela violência. Já as leis que permitem a venda de armas em supermercados jamais são mencionadas. Os grandes fabricantes de revólveres, rifles e balas são os maiores financiadores do Partido Republicano nos Estados Unidos. Em resposta ao presidente americano, a ESA (Electronic Software Association), organização que representa editores e desenvolvedores de jogos, divulgou um comunicado que refuta as alegações de gatilho de violência, argumentando o óbvio: games de tiros não existem apenas nos Estados Unidos e os outros países não enfrentam a mesma epidemia de atentados. “Numerosos estudos científicos estabeleceram que não há conexão causal entre videogames e violência. Mais de 165 milhões de americanos gostam de videogames e bilhões de pessoas jogam videogames em todo o mundo. No entanto, outras sociedades, onde os videogames são jogados com avidez, não enfrentam os níveis trágicos de violência que ocorrem nos EUA”, repara a organização.

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  • Série

    Carnival Row ganha novo trailer com fadas e monstros

    6 de agosto de 2019 /

    A Amazon divulgou um novo trailer de “Carnival Row”, série que vai reunir Orlando Bloom (“O Senhor dos Anéis”) e Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”) numa história de fadas e serial killer monstruoso. A prévia é repleta de efeitos visuais e chega após o anúncio da renovação antecipada da produção, que só estreia no dia 30 de agosto. Criada por Travis Beacham (roteirista de “Círculo de Fogo”) e René Echevarria (que também criou “The 4400”), “Carnival Row” se passa numa cidade chamada Burgue, que lembra a Londres vitoriana. A diferença é que é habitada por humanos e criaturas místicas. Essas criaturas fugiram de suas terras destruídas por uma guerra em busca de refúgio entre a humanidade. Mas, como acontece com os imigrantes no mundo real, sua chegada faz nascer guetos e tensões. E logo uma série de assassinatos começa a abalar a frágil paz da cidade. Delevigne interpreta a fada Vignette Stonemoss, que enfrenta preconceitos e precisa lidar com segredos que tentou deixar para trás, enquanto Bloom vive um inspetor de polícia chamado Rycroft Philostrate, que descobre o surgimento de um serial killer de fadas. O elenco também conta com os atores Jared Harris (“Chernobyl”), Indira Varma (“Game of Thrones”), David Gyasi (“Interestelar”), Karla Crome (“Misfits”) e Tamzin Merchant (“Salem”). Curiosamente, “Carnival Row” foi concebido como um filme, que deveria ter sido dirigido por Guillermo Del Toro (“A Forma da Água”). O roteiro original de Travis Beacham chegou a figurar na Black List de 2015, mas Del Toro não conseguiu financiamento para rodar o longa. Echevarria fez a adaptação para o novo formato e contou com outro cineasta, Paul McGuigan (“Victor Frankenstein”), na direção do piloto.

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  • Série

    Atlanta é renovada para a 4ª temporada antes de produzir seu terceiro ano

    6 de agosto de 2019 /

    O canal norte-americano FX anunciou a renovação antecipada de “Atlanta” para sua 4ª temporada. Detalhe: a série ainda nem começou a gravar seu terceiro ano, que só vai entrar em produção em março de 2020. Por conta disso, as duas temporadas serão produzidas simultaneamente. Vale lembrar que este não será o primeiro hiato da série. A 1ª temporada estreou em setembro de 2016, enquanto a 2ª começou a ser exibida apenas em março de 2018. O problema é que Danny Glover, criador, estrela e faz-tudo da produção, tornou-se ocupadíssimo com filmes, músicas e outros projetos. Mas não só ele. Seus colegas de elenco, Brian Tyree Henry, LaKeith Stanfield e Zazie Beetz também estouraram nesse meio tempo e estão em vários blockbusters de Hollywood – como “Brinquedo Assassino”, “Corra!” e “Deadpool 2”, respectivamente. “Uma das coisas que se tornou uma realidade da televisão de hoje é que você tem que esperar”, comentou Eric Schrier, presidente da FX Entertainment. Eu gostaria de manter uma programação que voltasse sempre todo ano, mas às vezes é preciso decidir se é melhor ter estabilidade ou qualidade, e estamos optando pela qualidade”. “O que mais podemos dizer sobre ‘Atlanta’, que ganhou tantos prêmios e se tornou uma das melhores séries no ar atualmente?”, acrescentou. “Este grupo de colaboradores e elenco criaram uma das histórias mais originais e inovadoras desta geração, e estamos orgulhosos de ser parceiros deles nesta empreitada”. “Atlanta” aborda a vida de amigos que trabalha para melhorar suas vidas na cidade norte-americana do título. Glover vive Earn, que tenta ajudar o primo, Alfred ‘Paper Boi’ Miles (Brian Tyree Henry), a decolar sua carreira de rapper. A lista de personagens ainda inclui Darius (Lakeith Stanfield), braço direito de Alfred, e Van (Zazie Beetz), melhor amiga e mãe do filho de Earn. Em suas duas primeiras temporadas, a série venceu cinco Emmys e dois Globos de Ouro.

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    Bolsonaro se compara a Johnny Bravo como presidente do Brasil

    6 de agosto de 2019 /

    O presidente Jair Bolsonaro criticou a imprensa e se comparou ao desenho animado Johnny Bravo durante um discurso cheio de palavrões realizado na segunda-feira (5/8) em Sobradinho, na Bahia. “A campanha acabou para a imprensa. Eu ganhei! A imprensa tem que entender que eu, Johnny Bravo, Jair Bolsonaro, ganhou, p*rra! Ganhou, p*rra! Vamos entender isso. Vamos trabalhar junto pelo Brasil”, disse o homem com o cargo mais importante do país. O personagem a quem Bolsonaro se comparou, com expressões de baixo calão de filmes como “Bruna Surfistinha”, é o mais narcisista e fútil da animação infantil. Johnny Bravo, que anda sempre de peito estufado, é aquele fanfarrão que tem a cara-de-pau de ligar para a polícia porque um homem bonito invadiu sua casa. Spoiler: é ele mesmo. Tem mais. Ele mora com a mãe, que o trata como um garotinho, evita a vizinha, a pequena Suzy, faz aulas com o mestre Ranma, um professor de caratê que o considera seu pior aluno, e é o maior mulherengo, que ataca todas as mulheres e nunca se dá bem. A imagem passada pelo desenho é bem clara. Johnny é um cara que se acha irresistível, mas não passa de um idiota completo. Concebido no meio da década de 1990 por Van Partible, um americano de origem filipina, o desenho do personagem foi exibido no Cartoon Network até 2004. Mas muitos dos artistas envolvidos na série original fizeram projetos mais importantes depois, como Seth MacFarlane, que criou “Uma Família da Pesada” (Family Guy), Craig Bartlett, que criou “Hey Arnold!”, e Amy Keating Rogers, que se tornou a principal roteirista de “As Meninas Superpoderosas”. Além da citação no discurso, Bolsonaro ainda postou uma imagem do personagem para dar boa noite aos bolsominions de seu Twitter. Seus seguidores adoraram. Veja para crer abaixo. Mas atenção: o vídeo com palavrões é impróprio para fãs de “Johnny Bravo”. – BOA NOITE A TODOS! ?? pic.twitter.com/ceG4EheLro — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 6 de agosto de 2019

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  • Série

    Titãs: Trailer da 2ª temporada tem Bruce Wayne, Aqualad, Superboy e Exterminador

    6 de agosto de 2019 /

    A plataforma DC Universe divulgou um pôster e o primeiro trailer da 2ª temporada de “Titãs”, que revela vários personagens novos e a data de estreia dos episódios nos Estados Unidos. A prévia começa mostrando a versão mais velha de Bruce Wayne, vivida por Iain Glen (o Jorah de “Game of Thrones”), e revela uma formação do grupo de heróis mais próxima da primeira fase dos quadrinhos, publicada nos anos 1960, com Rapina (Alan Ritchson, da série “Blood Drive”), Columba (Minka Kelly, da série “Friday Night Lights”), Moça-Maravilha/Donna Troy (Conor Leslie, de “The Man in the High Castle”) e o estreante Aqualad (Drew Van Acker, de “Pretty Little Liars”) ao lado de Robin (Brenton Thwaites, de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). (Detalhe: faltaram Kid Flash e Ricardito (Speedy)/Arsenal para refletir com exatidão a Turma Titã clássica, ironicamente os personagens que já apareceram no Arrowverso). Esta formação leva Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”) a questionar Robin: “Quem nós somos, Titãs 2.0?” – frase que sugere que as cenas do outro grupo sejam flashback. Os demais Titãs da série – os Novos Titãs dos anos 1980 – incluem ainda Estelar (Anna Diop, da série “24: Legacy”) e Mutano (Ryan Potter, da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon). Para completar, também há a volta do segundo Robin, Jason Todd (Curran Walters, de “Mulheres do Século 20”), uma cena de Superboy (o novato Joshua Orpin) com Krypto e a presença imponente do vilão Exterminador (Esai Morales, de “How to Get Away with Murder”), que será acompanhado na trama por seus filhos Devastadora (Chelsea T. Zhang, de “Andi Mack”) e Jericó (o modelo transexual Chella Man). São muitos personagens. E, ao contrário da 1ª temporada, que buscou um tom mais realista, a maioria aparece com uniformes coloridos e vistosos, num clima carnavalesco típico dos quadrinhos. A 2ª temporada vai estrear em 6 de setembro na plataforma americana de streaming da DC Comics e será disponibilizada no Brasil pela Netflix após seu último episódio ir ao ar nos Estados Unidos – o que só deve acontecer no começo de 2020.

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  • Filme

    O Rei Leão mantém liderança e já é segunda maior bilheteria do Brasil em 2019

    5 de agosto de 2019 /

    Faltou combustível para “Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw” superar “O Rei Leão” no Brasil. A animação computadorizada da Disney continuou reinando nas bilheterias brasileiras pela terceira semana seguida, como o filme com maior público e arrecadação nos cinemas nacionais. De quinta (1/8) a domingo (4/8), foram 1,3 milhão de espectadores e R$ 23,7 milhões de arrecadação. Fenômeno de popularidade desde o lançamento em 18 de julho, “O Rei Leão” já foi visto por mais de 12,2 milhões de brasileiros e acumula mais de R$ 205 milhões em bilheteria, segundo dados divulgados pela Comscore. Estes números só perdem para “Vingadores: Ultimato” no país. O derivado de “Velozes e Furiosos” estrelado por Dwayne Johnson e Jason Statham precisou se contentar com o 2º lugar. O longa estreou na última quinta em mais de 1,5 mil telas (metade do circuito nacional), mas rendeu R$ 10 milhões a menos que a animação, arrecadando R$ 13,7 milhões para um público estimado de 747 mil pessoas. “Homem-Aranha: Longe de Casa” completou o Top 3 nacional, com grande distância – R$ 2,2 milhões. Veja abaixo a lista das 10 maiores bilheterias do fim de semana no Brasil, de acordo com a Comscore. TOP 10 #bilheteria Finde 1 a 4/08:1. O Rei Leão2. Velozes e Furiosos3. Homem Aranha Long De Casa4. Toy Story 45. Turmada Monica 6. Pets Vida Secreta dos Bichos 27. Ted Bundy 8. As Trapaceiras9. Ultima Loucura de Claire Darlinghttps://t.co/xbS0paEmMW Rainhas da Torcida — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) August 5, 2019

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  • Série

    Frontera Verde: Série de Ciro Guerra passada na Amazônia ganha primeiro trailer legendado

    5 de agosto de 2019 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado e três fotos da série “Frontera Verde”, produção colombiana passada na Amazônia. A trama se passa na fronteira “verde” entre Brasil e Colômbia, e acompanha a investigação de uma série de mortes bizarras por uma detetive (Juana del Río) e seu parceiro indígena (Nelson Camayo). Logo, ela percebe que os assassinatos não são o maior mistério, mas que alguns segredos devem ficarem escondidos na floresta. O projeto é uma produção do cineasta colombiano Ciro Guerra, diretor de “O Abraço da Serpente” (2015), indicado ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira, e tem o envolvimento da produtora Dynamo, que já trabalhou com a Netflix em “Narcos”, e roteiro de Carlos Contreras, criador da série “El Chapo”. A trama tem crimes, traficantes e tribos indígenas, além de mistérios da mata amazônica. São oito episódios ao todo, filmados com a tecnologia digital 4k, e Ciro Guerra assina a direção do primeiro episódio. A 1ª temporada chega na plataforma no dia 16 de agosto.

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    Série do Monstro do Pântano acaba sem concluir a trama

    5 de agosto de 2019 /

    Cancelada um dia depois da estreia na plataforma DC Universe, a série “Swamp Thing”, que adapta os quadrinhos do Monstro do Pântano, finalmente chegou ao fim de seus 10 episódios produzidos na sexta-feira (2/8) nos Estados Unidos. E, conforme esperado, deixou a trama sem resolução. O produtor e cocriador da atração Mark Verheiden (“Constantine”) chegou a dar esperanças aos fãs ao avisar que o público deveria esperar “surpresas” no capítulo final, após os créditos da produção. Realmente, a série acaba com uma cena pós-créditos, mas se trata de um gancho para uma continuação que ninguém verá, com a introdução do vilão Homem Florônico. Até agora não houve explicações para a decisão inesperada da Warner de cancelar a série. O produtor executivo James Wan (“Invocação do Mal”) chegou a desabafar no Instagram sua incredibilidade. “Realmente não sei ou entendo porque ‘Swamp Thing’ foi cancelada”, escreveu após o anúncio do final da produção. Diversas versões conflitantes sobre os motivos do cancelamento vieram à tona e foram rebatidas desde então, incluindo problemas com leis de incentivo e até o fechamento da plataforma DC Universe. O que é fato é que a WarnerMedia, formada após a compra da Time Warner pela empresa de telecomunicações AT&T, realmente fechou vários serviços de streaming que existiam na companhia – como Drama Fever, voltado para séries sul-coreanas, e Machinima, com séries baseadas em games – , como antecipação do lançamento do HBO Max, a plataforma que vai reunir toda a produção de filmes e séries do estúdio para fazer frente à Netflix. Vale lembrar que em abril, quando as primeiras notícias da plataforma da WarnerMedia vieram à tona, o estúdio mandou interromper a gravação dos episódios da série. Prevista para ter 13 capítulos, a 1ª e única temporada gravou apenas 10. Assim como a notificação do cancelamento, a decisão de interromper a produção também não recebeu explicação oficial. Pior que isso: aparentemente, é proibido abordar o assunto. A revista The Hollywood Reporter chegou a perguntar diretamente a Mark Verheiden sobre a interrupção, durante uma entrevista de divulgação, mas um representante do estúdio impediu que ele respondesse. A série do Monstro do Pântano foi criada pelos roteiristas Mark Verheiden e Gary Dauberman (“It: A Coisa”), tinha produção de James Wan e incluía entre seus diretores o cineasta Len Wiseman (criador da franquia “Anjos da Noite”). O elenco era formado por Crystal Reed (que interpretou Sofia Falcone em “Gotham”), Andy Bean (o Stanley adulto de “It: A Coisa, Capítulo 2”), Derek Mears (o Jason da franquia “Sexta-Feira 13”), Virginia Madsen (“Designed Survivor”), Will Patton (“Falling Skies”), Kevin Durand (“The Strain”), Jennifer Beals (“The L Word”), Maria Sten (“Straight Outta Compton”), Jeryl Prescott (“The Walking Dead”), Henderson Wade (“Extant”), Leonardo Nam (“Westworld”) e Adrienne Barbeau (que estrelou o filme do “Monstro do Pântano” de 1982).

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