Rainhas do Crime registra pior estreia da carreira de Melissa McCarthy
O fracasso da estreia de “Rainhas do Crime” nas bilheterias norte-americanas registrou vários recordes negativos. O filme arrecadou apenas US$ 5,5 milhões em seu primeiro fim de semana, abrindo em 7º lugar no ranking dos Estados Unidos e Canadá. O valor representa a pior abertura das carreiras das atrizes Melissa McCarthy e Tiffany Haddish como protagonistas. Já a terceira atriz principal da história, Elisabeth Moss (mais conhecida por “The Handmaid’s Tale”), teve desempenhos piores, porque seus filmes costumam ser lançamentos indies. O que poucos notaram, porém, é que “Rainhas do Crime” é uma adaptação de quadrinhos da DC Comics – originalmente lançada pelo selo Vertigo. Assim, também entrou para a História como uma das três menores arrecadações de filmes derivados da editora de Batman e Superman. Só não teve começo pior que “Steel – O Homem De Aço” (US$ 0,8M em 1997) e “Jonah Hex” (US$ 5,3M em 2010). Como se não bastasse, o filme ainda foi massacrado pela crítica, com apenas 20% de aprovação no Rotten Tomatoes – e isto porque melhorou sua avaliação ao longo do fim de semana, após as primeiras críticas destruírem todas as expectativas. O desastre só não é maior porque “Rainhas do Crime” teve um orçamento modesto, custando apenas US$ 38 milhões de produção. Além disso, quase não investiu em P&A (cópias e publicidade). Até a véspera do lançamento, a Warner só tinha liberado três fotos de toda a produção – e uma delas era de bastidores. Considerada pela crítica como uma versão pobre de “As Viúvas”, a trama acompanha três esposas dos chefões da mafia irlandesa na Hell’s Kitchen (daí o título original, “The Kitchen”) de Nova York, durante os anos 1970. Após o FBI prender os líderes da organização, as três assumem o controle dos negócios e acabavam se mostrando mais violentas e perigosas que os maridos. A adaptação teve roteiro e direção de Andrea Berloff, indicada ao Oscar de Roteiro Original por “Straight Outta Compton” (2015), e que fez sua estreia como diretora à frente das filmagens. Além do trio de protagonistas, o elenco inclui Domhnall Gleeson (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), James Badge Dale (“Homem de Ferro 3”), Margo Martindale (“The Americans”), Bill Camp (“Operação Red Sparrow”), Alicia Coppola (“Shameless”) e o rapper Common (“Selma”). O filme também estreou neste fim de semana no Brasil.
O Rei Leão vira maior bilheteria mundial do estúdio Walt Disney
A Disney comemorou mais um recorde mundial neste fim de semana. Ao atingir US$1,3 bilhão de faturamento mundial, “O Rei Leão” ultrapassou “A Bela e a Fera” (US$ 1,2B) como a maior bilheteria de todos os tempos do estúdio original de Walt Disney (isto é, de uma produção que não é da Marvel, Pixar ou Lucasfilm). O total arrecadado pela animação computadorizada do diretor Jon Favreau é de US$ 1,335 bilhão globais. O valor representa a 12ª maior bilheteria de todos os tempos. Considerando apenas os lançamentos de 2019, “O Rei Leão” só fez menos sucesso que “Vingadores: Ultimato”, conquistando o 2º lugar no mercado norte-americano (US$ 473,1M), internacional (US$ 861,5M) e mundial. O filme também é a segunda maior bilheteria do ano no Brasil, onde já foi visto por cerca de 15 milhões de espectadores e acumulou mais de R$ 220 milhões de arrecadação. Para completar, até o sábado (10/8), ainda permanecia em 1º lugar no ranking nacional.
Hobbs & Shaw mantém 1º lugar em semana repleta de fracassos na América do Norte
O fim de semana com a maior quantidade de estreias amplas de 2019 causou grandes mudanças no ranking das maiores bilheterias da América do Norte, mas não no topo. “Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw” manteve o 1º lugar, porém com pouca margem de vantagem. Ao faturar US$ 25,4M nos últimos três dias, o derivado de “Velozes e Furiosos” atingiu US$ 108,5M nos Estados Unidos e Canadá. O sucesso continua muito maior no exterior. Entretanto, os 332,6M mundiais estão longe de zerar os custos da produção, orçada em cerca de US$ 200 milhões fora P&A (despesas de cópias e publicidade). Vale destacar que o filme ainda não estreou na China, onde a Universal está fazendo grande investimento promocional. “Histórias Assustadoras para Contar no Escuro” abriu em 2º lugar, com US$ 20,8M, numa disputa muito acirrada com o blockbuster “O Rei Leão”, que fez mais US$ 20M e ficou com o 3º posto. O terror produzido por Guillermo Del Toro não entusiasmou o mercado internacional, somando apenas mais US$ 4M em 30 países, incluindo o Brasil. Em contraste, o desempenho no exterior da animação computadorizada ajudou a Disney a superar mais um recorde. Ao atingir US$1,3B, “O Rei Leão” ultrapassou “A Bela e a Fera” como a maior bilheteria de todos os tempos do estúdio original de Walt Disney (isto é, de uma produção que não é da Marvel, Pixar ou Lucasfilm). Ainda inédito no Brasil, “Dora e a Cidade Perdida” decepcionou na América do Norte, tendo que se contentar com o 4º lugar (e US$ 17M) numa semana com muitas opções para o público infantil. Por outro lado, foi a estreia mais bem cotada entre a crítica, com 81% de aprovação no Rotten Tomatoes. O lançamento nacional está marcado apenas para novembro. “Era uma Vez em Hollywood” fecha o Top 5. E o novo filme de Quentin Tarantino conseguiu uma façanha internacional, ao abrir em 1º lugar na Rússia neste fim de semana com US$ 7M, maior desempenho do diretor no país. A estreia brasileira vai (finalmente) acontecer na próxima quinta (15/8). As outras estreias americanas da semana foram “Meu Amigo Enzo” e “Rainhas do Crime”, que também foram lançados no Brasil no fim de semana. Repercutindo críticas negativas (respectivamente 46% e 18% de aprovação), ficaram com o 6º e o 7º postos. Mas os US$ 5,5M de “Rainhas do Crime” ainda entrou para a História como a pior arrecadação de uma estreia ampla da carreira da atriz Melissa McCarthy. Para finalizar a lista, registra-se a estreia de um documentário da boy band sul-coreana BTS em 10º lugar. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw Fim de semana: US$ 25,4M Total EUA e Canadá: US$ 108,5M Total Mundo: US$ 332,6M 2. Histórias Assustadoras para Contar no Escuro Fim de semana: US$ 20,8M Total EUA e Canadá: US$ 20,8M Total Mundo: US$ 24,8M 3. O Rei Leão Fim de semana: US$ 20M Total EUA e Canadá: US$ 473,1M Total Mundo: US$ 1,3B 4. Dora e a Cidade Perdida Fim de semana: US$ 17M Total EUA e Canadá: US$ 17M Total Mundo: US$ 19,5M 5. Era uma Vez em Hollywood Fim de semana: US$ 11,6M Total EUA e Canadá: US$ 100,3M Total Mundo: US$ 108M 6. Meu Amigo Enzo Fim de semana: US$ 8,1M Total EUA e Canadá: US$ 8,1M Total Mundo: US$ 9,2M 7. Rainhas do Crime Fim de semana: US$ 5,5M Total EUA e Canadá: US$ 5,5M Total Mundo: US$ 5,8M 8. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 5,3M Total EUA e Canadá: US$ 370,9M Total Mundo: US$ 1B 9. Toy Story 4 Fim de semana: US$ 4,4M Total EUA e Canadá: US$ 419,5M Total Mundo: US$ 989,9M 10. Bring The Soul: The Movie Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA e Canadá: US$ 4,4M Total Mundo: US$ US$ 4,4M
Mixed-ish: Spin-off de Black-ish ganha pôster e trailer com elenco definitivo
A rede ABC divulgou o pôster e o trailer de “Mixed-ish”, novo spin-off de “Black-ish”. A prévia introduz a trama, passada nos anos 1980, como um longo flashback da série original. “Mixed-ish” acompanha a versão adolescente da matriarca da família Johnson. Não bastasse o preconceito racial que ela e os dois irmãos caçulas sofrem por serem filhos mestiços (daí vem o termo mixed) de pai branco e mãe negra, elas ainda foram criadas numa comunidade hippie, sem nenhuma preparação para enfrentar os desafios de uma escola cheia de crianças malvadas. Interpretada por Tracee Ellis Ross na atração original, Rainbow será vivida por Arica Himmell (“Thanksgiving”) no spin-off, que mantém a tradição de sitcoms nostálgicos do canal. A série se junta à “The Goldbergs”, também passada nos anos 1980, “Schooled” e “Fresh Off the Boat”, situadas na década de 1990, e substitui a cancelada “The Kids Are Alright”, que decorria nos anos 1970. A comédia foi desenvolvida sem alarde e colocada silenciosamente em produção. A ideia inicial era plantar seu piloto num contexto de flashback durante a série original, conforme visto na prévia. O capítulo chegou a ser gravado e estava pronto para ir ao ar no início de maio. Mas, com a encomenda direta de “Mixed-ish”, a transmissão foi adiada e agora só irá ao ar na véspera da estreia da nova série. O motivo do adiamento da transmissão foram mudanças de última hora no elenco do spin-off, com a entrada de Mark-Paul Gosselaar (“The Passage”) no lugar de Anders Holm (“Workaholics”), que interpretou o pai de Bow no piloto. O novo trailer já traz o elenco definitivo. Criada por Kenya Barris, mentor do universo “Black-ish”, “Mixed-ish” também destaca em seu elenco as crianças Mykal-Michelle Harris (“Big Little Lies”) e o estreante Ethan William Childress, que darão vida aos irmãos de Bow – interpretados em suas versões adultas por Rashida Jones e Daveed Diggs. Também estão confirmadas Tika Sumpter (“Policial em Apuros”) e Christina Anthony (“Dog Moms”). A atração será o terceiro programa da franquia, que ainda inclui “Grown-ish”, no canal pago Freeform, sobre a vida universitária da filha mais velha dos Johnson, Zoey (Yara Shahidi). A estreia está marcada para 24 de setembro nos Estados Unidos.
Novos teasers de American Horror Story: 1984 exploram terror ao estilo de Sexta-Feira 13
O canal pago FX divulgou dois novos teasers de “American Horror Story: 1984”, que apresentam a temática retrô da 9ª temporada da antologia de terror. Com visual dos anos 1980 e serial killer mascarado, as prévias são homenagens aos filmes do gênero slasher, passados em acampamentos de férias com adolescentes fogosos, que foram febre após o sucesso de “Sexta-Feira 13” (1980). Curiosamente, não é a primeira vez que essas referências viram série. O canal pago americano Freeform chegou a exibir “Dead of Summer” em 2016. Mas a série dos criadores de “Once Upon a Time”, Adam Horowitz e Edward Kitsis, foi cancelada na 1ª temporada. A versão “American Horror Story” dessa história reúne alguns veteranos da série de antologia, como Emma Roberts, Cody Fern, Billie Lourd e Leslie Grossman. E entre as novidades, o maior destaque é Matthew Morrison, que estreia no terror após estrelar outra série famosa de Ryan Murphy, “Glee”. Os demais novatos são o esquiador olímpico Gus Kenworthy, DeRon Horton (de “Cara Gente Branca”), Zach Villa (“Shameless”) e a atriz transexual Angelica Ross, que também faz parte da família de séries de Murphy, vinda de “Pose”. “American Horror Story: 1984” estreia em 18 de setembro nos Estados Unidos. A atração também é exibida pelo FX no Brasil.
Almost Family: Brittany Snow, Megalyn Echikunwoke e Emily Osment descobrem que são irmãs em trailer de nova série
A rede americana Fox divulgou o segundo trailer de “Almost Family”, série dramática que ganhou novo título, após ser aprovada como “Not Just Me”. A trama é melodrama de novela. Acompanha três jovens que descobrem que são irmãs após um escândalo vir à tona. Seu pai, um geneticista famoso, usou seu próprio esperma para conceber mais de 100 crianças, durante pesquisas de fertilidade. Enquanto ele vai preso, as três jovens começam a lidar com a nova realidade, formando um vínculo enquanto sua família continua a se expandir com a descoberta. O elenco reúne Brittany Snow (“A Escolha Perfeita”), Megalyn Echikunwoke (“Operação Supletivo: Agora Vai!”) e Emily Osment (“O Método Kominsky”) como as irmãs centrais, além de Timothy Hutton (“American Crime”), que vive o pai. “Almost Family” é remake de uma série australiana chamada “Sisters”, que teve só sete episódios exibidos em 2017. A adaptação foi desenvolvida por Annie Weisman (“Suburgatory”) e conta com produção de Jason Katims (“Parenthood”). A estreia está marcada para 2 de outubro nos Estados Unidos.
Aaron Taylor-Johnson mergulha nas drogas em trailer de drama da diretora de Cinquenta Tons de Cinza
A Momentum Pictures divulgou o pôster e o trailer de “A Million Little Pieces”. Apesar do título lembrar uma série, trata-se de um drama protagonizado por Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: A Era de Ultron”). Ele interpreta um jovem alcoólatra e viciado em drogas levado à força para a reabilitação, que reluta em se tratar. O tema pesado, já bastante explorado no cinema, ganha imagens surrealistas na prévia, que mergulha no delírio mental do protagonista. O longa é baseado no livro homônimo de James Frey, lançado no Brasil como “Um Milhão de Pedacinhos”, em que o autor narra a sua luta contra o vício. O próprio Aaron Taylor-Johnson assina o roteiro da adaptação, em parceria com sua esposa, a cineasta Sam Taylor-Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”), que também é responsável pela direção do filme. É a primeira vez que os dois trabalham juntos em dez anos, desde que se conheceram nas filmagens de “O Garoto de Liverpool” (2009), em que Aaron viveu John Lennon. O elenco coadjuvante inclui Charlie Hunnam (“Sons of Anarchy”), Billy Bob Thornton (“Papai Noel às Avessas”), Juliette Lewis (“Camping”), Giovanni Ribisi (“Sneaky Pete”), David Dastmalchian (“Homem-Formiga e a Vespa”) e Odessa Young (“Assassination Nation”). Exibido no Festival de Toronto do ano passado, o filme foi destruído pela crítica, com apenas 30% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia está marcada para dezembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Universal desiste de lançar A Caçada após atentados e ataque do presidente Trump
A Universal decidiu descartar o lançamento de “A Caçada” – terror satírico em que milionários caçam “pessoas deploráveis” por esporte – após os atentados do fim de semana passado e o ataque do presidente Trump ao filme, na sexta-feira (9/8). “Enquanto a Universal Pictures já havia pausado a campanha de marketing para ‘A Caçada’, depois de ponderada consideração o estúdio decidiu cancelar os planos de lançar o filme. Nós apoiamos nossos cineastas e continuaremos a distribuir filmes em parceria com criadores ousados e visionários, como aqueles associados com este thriller social satírico, mas entendemos que agora não é o momento certo para lançar este filme “, disse a Universal em um comunicado. A decisão do estúdio veio um dia depois que o presidente Donald Trump mirou no filme e em Hollywood. “A Hollywood liberal é racista no maior nível, com muita raiva e muito ódio”, escreveu no Twitter. “Eles gostam de se definir como ‘elite’, mas não são elite. Na verdade, são as pessoas às quais eles fazem oposição que são elite. O filme que está para sair foi feito para inflamar e causar o caos. Eles criam sua própria violência e tentam culpar os outros. Eles são os verdadeiros racistas, e muito ruins para o nosso país”. O filme violento mostra uma dúzia de integrantes da extrema direita americana que acordam em uma clareira e percebem que estão sendo caçados por milionários liberais. Isto incomodou Trump que, vale lembrar, costuma usar o termo “racista” apenas para se referir a ataques contra pessoas brancas. Ele chamou Spike Lee de “racista” após o cineasta fazer um discurso político no Oscar 2019, e chegou a se referir à série “Black-ish”, sobre uma família negra, como “racismo no maior nível”. Por outro lado, quando precisou se manifestar a respeito do ataque de supremacistas brancos contra ativistas negros, que resultou numa morte, Trump preferiu dizer que havia pessoas de bem dos dois lados. “A Caçada” foi escrita por Nick Cuse e Damon Lindelof, que estabeleceram sua parceria criativa na série “The Leftovers”, onde o primeiro atuou como roteirista da equipe comandada pelo segundo – um episódio escrito pelos dois foi indicado a prêmio do Sindicato dos Roteiristas. Lindelof ainda trabalhou famosamente com o pai de Nick, Carlton Cuse, na série “Lost”. A direção é de Craig Zobel, que também dirigiu episódios de “The Leftovers”, além dos filmes “Obediência” (2012) e “Os Últimos na Terra” (2015). A produção é de Jason Blum, que também produziu o “racista” “Corra!” (2017), indicado ao Oscar de Melhor Filme. E o elenco traz vários astros de séries, como Betty Gilpin (“GLOW”), Emma Roberts (“American Horror Story”), Justin Hartley (“This Is Us”), Ike Barinholtz (“The Mindy Project”), Glenn Howerton (“It’s Always Sunny in Philadelphia”) e Hilary Swank (“Trust”). Todos brancos. A estreia no Brasil ia acontecer em 24 de outubro, um mês depois do lançamento nos Estados Unidos, mas não há informações sobre se também será afetada. Caso os planos do estúdio sejam em adiar o lançamento, a mudança deve ser mundial. Mas pode ser que a produção seja negociada com algum serviço de streaming e nunca chegue aos cinemas.
Treadstone: Série derivada dos filmes de Jason Bourne ganha trailer repleto de ação
O canal pago USA Network divulgou seis fotos e o primeiro trailer de “Treadstone”, série passada no mesmo universo dos filmes da franquia “Jason Bourne”. Com muita ação, a prévia revela que existem outros agentes no programa secreto que originou Jason Bourne, vivendo vidas normais a espera de um comando que os “desperte” para cumprir missões letais. Só que alguém está acordando esses agentes superpoderosos sem aval do governo e por motivos inexplicados. Desenvolvida por Tim Kring (criador de “Heroes”), a trama vai aprofundar a origem do programa de operações secretas Treadstone, que usa um protocolo de modificação de comportamento para transformar agentes em assassinos super-humanos praticamente imbatíveis – como Jason Bourne e Aaron Cross, personagens interpretados por Matt Damon e Jeremy Renner no cinema. A atração seguirá outros agentes, vividos por Jeremy Irvine (o jovem Sam de “Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”), Brian J. Smith (o Will de “Sense8”) e a sul-coreana Hyo Joo Han (“Road Trip USA”). O elenco da produção também inclui Tracy Ifeachor (“Quantico”), Omar Metwally (“The Affair”), Gabrielle Scharnitzky (“Devils”), Emilia Schüle (“Berlin Station”), Michelle Forbes (“Powers”) e Patrick Fugit (“Outcast”). O primeiro episódio será dirigido por Ramin Bahrani, responsável pelo recente remake de “Fahrenheit 451” na HBO. A estreia vai acontecer em outubro nos Estados Unidos.
Trump chama Hollywood de “racista” por causa do filme A Caçada
O presidente dos Estados Unidos Donald Trump disparou críticas contra Hollywood, chamando a indústria cinematográfica americana de “racista” no Twitter e num pronunciamento à imprensa nesta sexta (9/8). Ele ainda acrescentou que os filmes atuais são um perigo para o país. “Hollywood é terrível. Você fala de racismo… Hollywood é racista”, ele disse em Washington, diante da Casa Branca, para a imprensa americana. “O que eles estão fazendo com os tipos de filmes que eles estão lançando é muito perigoso para o nosso país. O que Hollywood está fazendo é um desserviço ao nosso país”. No Twitter, ele voltou ao ataque. “A Hollywood liberal é racista no maior nível, com muita raiva e muito ódio”, escreveu. “Eles gostam de se definir como ‘elite’, mas não são elite. Na verdade, são as pessoas às quais eles fazem oposição que são elite. O filme que está para sair foi feito para inflamar e causar o caos. Eles criam sua própria violência e tentam culpar os outros. Eles são os verdadeiros racistas, e muito ruins para o nosso país”. A declaração de Trump alude, sem dar nome, ao filme de terror “A Caçada” (The Hunt). A Universal suspendeu a campanha de divulgação do longa, que estreia em setembro, após os recentes atentados motivados por ódio racial nas cidades americanas de El Paso e Dayton. O trailer do filme pode ser visto aqui. Ele deixa claro que as pessoas caçadas são brancos da extrema direita. Além disso, os caçadores são definidos como “a Elite”. Trump, vale lembrar, costuma usar o termo “racista” apenas para se referir a ataques contra pessoas brancas. Ele chamou Spike Lee de “racista” após o cineasta fazer um discurso político no Oscar 2019, e chegou a se referir à série “Black-ish”, sobre uma família negra, como “racismo no maior nível”. Por outro lado, quando precisou se manifestar a respeito do ataque de supremacistas brancos contra ativistas negros, que resultou numa morte, Trump preferiu dizer que havia pessoas de bem dos dois lados. De todo modo, a premissa de “A Caçada” é mais antiga que o próprio Trump, pois existe pelo menos desde “Zaroff, o Caçador de Vidas” (1932). A nova abordagem foi escrita por Nick Cuse e Damon Lindelof, que estabeleceram sua parceria criativa na série “The Leftovers”, onde o primeiro atuou como roteirista da equipe comandada pelo segundo – um episódio escrito pelos dois foi indicado a prêmio do Sindicato dos Roteiristas. Lindelof ainda trabalhou famosamente com o pai de Nick, Carlton Cuse, na série “Lost”. A direção é de Craig Zobel, que também dirigiu episódios de “The Leftovers”, além dos filmes “Obediência” (2012) e “Os Últimos na Terra” (2015). A produção é de Jason Blum, que também produziu o “racista” “Corra!” (2017), indicado ao Oscar de Melhor Filme. E o elenco traz vários astros de séries, como Betty Gilpin (“GLOW”), Emma Roberts (“American Horror Story”), Justin Hartley (“This Is Us”), Ike Barinholtz (“The Mindy Project”), Glenn Howerton (“It’s Always Sunny in Philadelphia”) e Hilary Swank (“Trust”). Todos brancos. A estreia está marcada para 24 de outubro no Brasil, um mês depois do lançamento nos Estados Unidos. Liberal Hollywood is Racist at the highest level, and with great Anger and Hate! They like to call themselves “Elite,” but they are not Elite. In fact, it is often the people that they so strongly oppose that are actually the Elite. The movie coming out is made in order…. — Donald J. Trump (@realDonaldTrump) 9 de agosto de 2019 ….to inflame and cause chaos. They create their own violence, and then try to blame others. They are the true Racists, and are very bad for our Country! — Donald J. Trump (@realDonaldTrump) August 9, 2019
Honey Boy: Shia LaBeouf vive seu pai em trailer de filme sobre sua vida
A Amazon divulgou o primeiro trailer de “Honey Boy”, drama escrito e estrelado por Shia LaBeouf. A história é baseada na vida do astro de “Transformers”, e as primeiras cenas da prévia reconstituem a fase explosiva de sua carreira, antes de se concentrar em seu começo como um ator mirim do Disney Channel – na série “Mano a Mana” (Even Stevens) – , que vive um relacionamento complicado com seu pai. O próprio LaBeouf interpreta seu pai. Ele aparece calvo, de óculos e envelhecido como Jeffrey Craig LaBeouf, que cuidava da carreira do pequeno astro da família, enquanto usava os lucros para bancar seu vício em drogas. Já o papel de Shia é interpretado por Lucas Hedges (“Boy Erased”) e Noah Jupe (de “Um Lugar Silencioso”), respectivamente como as versões jovem e criança do autor da história. A direção é assinada pela premiada documentarista israelense Alma Har’el, que já venceu os festivais de Tribeca e Karlovy Vary, em sua estreia na ficção. Ela conheceu LaBeouf ao dirigi-lo num clipe da banda islandesa Sigur Rós, em 2012. O elenco ainda inclui Maika Monroe (“Corrente do Mal”), Natasha Lyonne (série “Orange Is the New Black”), Clifton Collins Jr. (série “Westworld”), Laura San Giacomo (série “NCIS”) e Martin Starr (série “Silicon Valley”). Premiado no Festival de Sundance, o filme tem 100% de aprovação no Rotten Tomatoes – e a prévia é repleta de frases elogiosas da imprensa. A estreia está marcada para 8 de novembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Jean-Pierre Mocky (1933 – 2019)
O cineasta Jean-Pierre Mocky, um dos diretores mais irreverentes do cinema francês, morreu nesta quinta-feira (8/8) aos 86 anos. Diretor de mais de 60 filmes, Mocky foi definido como um “franco-atirador” numa retrospectiva que a Cinemateca Francesa lhe dedicou em 2014, porque foi do cinema comercial ao mais marginal, sendo underground e também popular, quando não foi simplesmente ignorado. Filho de imigrantes poloneses, nasceu em Nice com o nome de Jean-Paul Mokiejewski, e virou pai pela primeira vez aos 13 anos de idade. Ele mesmo dizia ter perdido as contas de quantos filhos tinha, mas estimava algo como 17. Ele estreou no cinema como figurante em filmes franceses, mas se destacou mais como ator em produções italianas, entre elas “Os Vencidos” (1953), de Michelangelo Antonioni, e “Sedução da Carne” (1954), de Luchino Visconti. Ao virar diretor, aproximou-se mais do cinema sexual italiano da época do que da nouvelle vague, filmando os jogos sexuais da sua geração em “Os Libertinos” (1959) e “As Virgens” (1963), ambos estrelados por Charles Aznavour. Mas em seguida foi fazer filmes assumidamente comerciais, como a comédia “O Piedoso Ladrão” (1963), o primeiro de três trabalhos seguidos com o comediante Bourvil. Também se colocou na condição de ator de seu próprio filme “Solo” (1970), um drama criminal alternativo que abriu uma espécie de trilogia sobre a França que surgiu dos protestos de maio de 1968. Alternando-se na frente e atrás das câmeras, chegou a atuar ainda num clássico de Jean-Luc Godard, “Carmen de Godard” (1983), antes de lançar seus maiores sucessos comerciais, a comédia “Ladrão de Milagres” (1987) e “Agente Problema” (1987), com Catherine Deneuve. Os filmes comerciais fizeram a crítica se desinteressar por sua obra, e isso o impulsionou a seguir na direção oposta, fazendo produções tão pouco comerciais que acabou abandonado também pelo público. Com problemas para convencer o circuito a exibir seus filmes, teve a ideia de comprar um cinema para projetar seus próprios filmes – originando o cine Le Desesperado, em Paris. Ao mesmo tempo, passou a realizar produções cada vez mais baratas, sem apoio financeiro de grandes estúdios, mas realizadas com uma velocidade impressionante, que permitiam vários lançamentos por ano – chegou a estrear cinco longas em 2015. Também fechou contrato para desenvolver uma série na TV, “Myster Mocky Présente”, produzindo uma profusão de curtas entre 2007 e 2019. Ativo até o fim, ele tinha começado a pós-produção de seu último filme, “Tous Flics!”, previsto para 2020.
Estreias: Simonal e circuito limitado salvam a semana de horrores americanos
A programação de cinema desta quinta (8/8) traz nada menos que 15 estreias, e três delas são simultâneas com os Estados Unidos. A mais ampla é um filme de cachorro, que simbolicamente se tornou o primeiro título da Fox distribuído pela Disney no Brasil. “Meu Amigo Enzo” segue uma fórmula sentimental manipuladora capaz de deixar “Marley e Eu” parecendo uma comédia, embora o cachorro tenha a voz de Kevin Costner e ensine lições de vida. Críticos fãs de cachorros deram 55% de aprovação no Rotten Tomatoes. Os outros dois títulos americanos tiveram maior exposição de marketing, mas pouco tempo de repercussão crítica. O embargo às resenhas do terror “Histórias Assustadoras para Contar no Escuro” durou até esta quinta. Isso geralmente acontece quando o estúdio acha o filme assustador. De ruim. Mas não é o caso, já que abriu com 90% de aprovação, antes de descer para 81%. Apesar de todos os clichês, ainda é uma produção de Guilllermo Del Toro (“A Forma da Água”). O cineasta vencedor do Oscar também assina a história, mas a direção é do norueguês André Øvredal, e essa divisão de tarefas afetou um pouco a identidade da obra, que resultou mais genérica que o esperado. Já o embargo de “Rainhas do Crime” acabou na quarta, e isso deu tempo suficiente para a constatação do desastre: 18% de aprovação. É a pior nota já recebida por um filme (de cinema) estrelado pela atriz Melissa McCarthy. Ambos foram comparados a versões de sucessos recentes, respectivamente “It – A Coisa” e “As Viúvas”. Assim, o brasileiro “Simonal”, cinebiografia do cantor Wilson Simonal, acaba sendo uma opção razoável entre os lançamentos do circuito (relativamente) amplo. Mesmo com simplicidade narrativa, venceu três prêmios no Festival de Gramado do ano passado e descreve muito bem a ambiguidade política brasileira, ao lembrar como a esquerda perseguiu o artista negro mais bem-sucedido do país. As opções são melhores no circuito limitado, em que se destaca o suspense argentino “Vermelho Sol”. Passado nos anos 1970, a trama noir acompanha um advogado respeitado de cidade pequena, que é insultado e perseguido por um estranho, recém-chegado com desejo de vingança. O confronto leva a uma fatalidade, mas melhor que a investigação que se segue é a crítica ao espírito humano diante da corrupção. A imprensa americana considerou o longa, uma coprodução brasileira dirigida por Benjamín Naishtat (“Bem Perto de Buenos Aires”), nada menos que uma obra-prima com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Igualmente incensado, o drama israelense “Não Mexa com Ela” atingiu 97% com uma trama sob medida para os tempos de empoderamento feminino e movimento #MeToo, ao seguir uma funcionária em ascensão numa grande empresa que, enquanto busca equilibrar o trabalho intenso com as tarefas de mãe de família, sofre assédio do patrão. A autenticidade com que o drama se desenrola é uma verdadeira História Assustadora para Contar no Escuro do cinema. A seção de temas polêmicos também inclui “Rafiki”, primeiro filme de temática LGBTQIA+ realizado no Quênia, sobre duas garotas impedidas de assumir sua paixão por sua comunidade que não aceita a homossexualidade. Tem 94% no Rotten Tomatoes, mas a verdade é que a boa vontade em relação ao tema pesa muito nesta nota positiva. Quem preferir uma opção mais singela, a dica é o indiano “Retrato do Amor”, que conta uma história típica de comédias românticas, em que desconhecidos fingem namoro para agradar parente doente e acabam se apaixonando. O curioso é que, mesmo com essa história de Sessão da Tarde, o diretor Ritesh Batra evita todos os clichês hollywoodianos. Ele já tinha se mostrado mestre no gênero com o premiado “Lunchbox” (2013) e este é mais um acerto. 79% no Rotten Tomatoes Há outras opções fora dessa curadoria. Confira abaixo a lista completa das estreias da semana com suas sinopses e trailers. Simonal | Brasil | Biografia Musical Dono de voz marcante, carisma encantador e charme irresistível, Wilson Simonal (Fabrício Boliveira) nasceu para ser uma das maiores vozes de todos os tempos da música brasileira. No entanto, após anos de sucesso conquistado com muito trabalho, suas finanças descontroladas o levam a, num rompante de ignorância, tomar decisões que marcarão para sempre sua carreira. Histórias Assustadoras para Contar no Escuro | EUA | Terror A cidade de Mill Valley é assombrada há décadas pelos mistérios envolvendo o casarão da família Bellows. Em 1968, a jovem Sarah (Kathleen Pollard), uma garota problemática que mantinha um relacionamento ruim com os pais, foi ao porão para escrever um livro repleto de histórias macabras. Décadas mais tarde, um grupo de adolescentes descobre o livro e passa a investigar o passado de Sarah. No entanto, as histórias do livro começam a se tornar reais. Rainhas do Crime | EUA | Drama Criminal Nova York, janeiro de 1978. Kathy (Melissa McCarthy), Ruby (Tiffany Haddish) e Claire (Elisabeth Moss) são casadas com mafiosos irlandeses, que comandam os negócios em Hell’s Kitchen. Quando eles são presos pela polícia, o trio fica a mercê de Little Jackie, novo chefão local, que se recusa a lhes dar o dinheiro necessário para seu sustento. Com isso, Kathy, Ruby e Claire decidem unir forças para criar sua própria “família”, oferecendo apoio e proteção a pequenos comerciantes locais. Com o tempo, o poder das mulheres cresce ao ponto não só de incomodar Little Jackie, mas também chamar a atenção da máfia italiana. Meu Amigo Enzo | EUA | Drama Denny Swift (Milo Ventimiglia) é um piloto de corridas arrojado com um talento especial para dirigir sob chuva. Um dia, ao ir para o trabalho, encontra um filhote de cachorro que decide adotar. Ele ganha o nome de Enzo, em homenagem ao criador da Ferrari, e passa a acompanhá-lo em todos os lugares, ganhando um apreço especial pela adrenalina das corridas, seja ao assisti-las ao vivo ou pela televisão. Com o passar dos anos, a amizade entre Denny e Enzo sofre profundas mudanças quando o piloto conhece, e se apaixona, por Eve (Amanda Seyfried). Vermelho Sol | Argentina, Brasil, França | Suspense Claudio é um advogado de meia idade que vive uma vida calma e confortável com sua esposa em uma pequena cidade da Argentina da década de 1970. Quando um detetive particular aparece na sua cidade determinado em localizar um estranho com quem ele brigou meses atrás em um restaurante, seu mundo é virado de cabeça para baixo. Não Mexa com Ela | Israel | Drama Orna (Liron Ben Shlush) é mãe de três filhos pequenos e está passando por dificuldades financeiras, com o restaurante do seu marido quase sem dar lucro. Quando ela consegue um emprego de assistente em uma luxuosa imobiliária, parece que sua sorte vai mudar, mas conforme cresce dentro da empresa ela se torna alvo de assédio de seu chefe, Benny (Menashe Noy), que efetua desde comentários sobre sua roupa e cabelo até agressivas sugestões. Retrato do Amor | Índia | Drama Pressionado por sua família a se casar o mais rápido possível, um fotógrafo de Mumbai convence uma tímida estranha a fingir ser a sua noiva durante a visita da avó. Apesar da relutância, ela aceita a proposta e os dois desenvolvem um laço totalmente inesperado. Rafiki | Quênia, França | Drama Kena (Samantha Mugatsia) e Ziki (Sheila Munyiva) são grandes amigas e, embora suas famílias sejam rivais políticas, as duas continuaram juntas ao longo dos anos, apoiando uma a outra na batalha pela conquistas de seus sonhos. A relação de amizade transforma-se em um romance que passa a afetar a rotina da comunidade conservadora em que vivem. As jovens terão que escolher entre experienciar o amor que partilham ou se distanciar em função de uma vida segura. Mulheres Armadas, Homens na Lata | França | Comédia Sem trabalho ou diploma, Sandra, ex-Miss Pas-de-Calais, volta a morar com a mãe no sul da França, depois de 15 anos na Côte d’Azur. Contratada na fábrica de conservas local, ela rejeita constantemente o assédio sexual de seu chefe e acaba matando-o acidentalmente quando tenta se defender. A primeira reação de Sandra e suas amigas da empresa, que presenciam o crime, é chamar socorro. Quando elas descobrem uma mala cheia de dinheiro no armário do homem morto, o jogo muda e elas decidem ficar com a fortuna a qualquer preço. Fourteen | EUA | Drama Ao longo de uma década, uma jovem torna-se cada vez mais debilitada e disfuncional devido a uma doença mental impossível de ser diagnosticada com clareza. Enquanto as pessoas mais distantes desconfiam que o problema tenha outras raízes, seus amigos mais próximos e familiares procuram as melhores formas para ajudá-la sem danificar seu cotidiano. Leste Oeste | Brasil | Drama Ezequiel (Felipe Kannenberg) é um ex-piloto que vive há 15 anos longe de sua cidade natal. Depois de todo esse tempo, ele decide voltar para disputar sua última corrida. Lá, ele vai ter que enfrentar alguns personagens de seu passado, como seu antigo affair, Stela (Simone Iliescu), e também Ângelo (José Maschio), o patriarca da família. Ele também vai cruzar com Pedro (Bruno Silva), um jovem de 16 anos que sonha em pilotar. Voando Alto | Alemanha | Animação O pequeno Manou passou sua vida inteira acreditando que era uma gaivota, quando na realidade ele é filho de um casal de andorinhas. Enquanto tenta aprender a voar, ele percebe que nunca será capaz de alçar grandes voos e foge de casa. Mas quando os animais correm perigo de vida devido a uma nova ameaça, só ele será capaz de salvar o dia. My Hero Academia – Dois Heróis | Japão | Animação Deku e All Might são convidados para a principal exposição mundial de habilidades de Quirk e inovações tecnológicas de heróis: a I-Expo. Lá, Deku conhece Melissa, uma garota que é Quirkless assim como ele já foi. Tudo ia bem, quando o sistema de segurança do evento é hackeado por vilões e a sociedade ameaçada. O Amigo do Rei | Brasil | Documentário Misturando-se entre o documental e o ficcional, o maior crime ambiental da história do Brasil é explorado através de suas mais variadas perspectivas. Tratando do rompimento da barragem da Samarco, em Mariana, Minas Gerais, o deputado federal Rey Naldo (Luciano Chirolli) mostra ao Congresso Nacional como a política e a mineração se relacionam de maneira íntima. Alma Imoral | Brasil | Documentário O documentário trata sobre transgressão, buscando entender o anseio do ser-humano em viver novos relacionamentos e se tornar outras pessoas a partir do próprio conceito de evolução, deixando de se apoiar apenas em contextos bíblicos e obrigações morais.










