Dublin Murders: Nova série britânica de crime e mistério ganha trailer e imagens
O canal pago americano Starz divulgou o pôster, fotos e o trailer de “Dublin Murders”, nova série britânica de suspense, que gira em torno da investigação de assassinatos rituais de crianças. Baseado nos romances de Tana French, “The Likeness” e “In the Woods”, o thriller psicológico acompanha dois detetives policiais chamados para averiguar o caso de uma adolescente assassinada nos arredores de Dublin, na Irlanda. Enquanto avançam na investigação, os detetives são forçados a enfrentar suas próprias escuridões, porque um deles foi sobrevivente de um crime similar, há muitos anos. E há suspeita de se tratar de um crime ritualístico. “Achamos que quem foge é abençoado, sortudo, mas e se os mortos forem os sortudos?”, reflete o detetive no trailer. O elenco destaca Killian Scott (“C.B. Strike”) e Sarah Greene (“Penny Dreadful”) como o par de detetives, além de Tom Vaughan-Lawlor (“Os Vingadores: Guerra Infinita”), Moe Dunford (“Vikings”), Leah McNamara (“Vikings”), Ian Kenny (“Han Solo: Uma História Star Wars”), Eugene O’Hare (“The Fall”), Jonny Holden (“Mulheres em Crise”), Conleth Hill (“Game of Thrones”) e Peter McDonald (“The Last Kingdom”). “Dublin Murders” foi criada por Sarah Phelps, que assinou várias adaptações de Agatha Christie para a BBC (as minisséries “And Then There Was None”, “The Witness for the Persecution”, “Ordeal by Innocence” e “The ABC Murders”) e sua produção é uma parceria da rede britânica com o canal Starz. A estreia está marcada para 10 de novembro nos Estados Unidos, e deverá ser disponibilizada em streaming pelo Starz Play na Europa e na América Latina.
Milo Ventimiglia será o lendário motociclista Evel Knievel em minissérie
O canal pago USA Network anunciou a produção de uma minissérie sobre o famoso motociclista e dublê Evel Knievel, com Milo Ventimiglia no papel principal. O astro de This is Us também atuará como produtor-executivo da atração, intitulada “Evel”. Evel Knievel se tornou um dos grandes ícones americanos dos anos 1970 por seus audaciosos saltos de motocicleta em distância, sempre usando um uniforme com capa, como um super-herói. Ao todo, ele saltou 75 vezes entre rampas distantes, entre 1965 e 1980, muitas vezes caindo e se machucando diante de espectadores em eventos de cobertura nacional. Seu nome, por sinal, está no livro Guinness dos Recordes não pela quantidade de saltos, mas pelas 433 costelas quebradas ao longo da carreira. Knievel chegou a ficar em coma por 29 dias em 1967, após uma de suas manobras mais arriscadas. Sua vida de excessos lhe rendeu o título de motociclista mais audacioso de todos os tempos – e foi a inspiração para a criação do Motoqueiro Fantasma nos quadrinhos. Ele morreu em 2007, aos 69 anos, devido a um doença pulmonar. A série é descrita como um retrato emocionante de um homem complexo vivendo o sonho americano, equilibrando uma fama meteórica com a criação de sua família e encarando a possibilidade de que seu próximo salto, sobre o Snake River Canyon, pudesse matá-lo. Chris McCumber, presidente da USA Network, afirmou que o canal “é conhecido por fazer grandes séries-eventos que celebram heróis, rebeldes e ícones — e o que poderia ser maior que a história de um dos maiores caçadores de adrenalina de todos os tempos? A incrível vida e jornada de Evel Knievel proporcionam uma narrativa dramática, e estamos animados em fazer parcerias com Milo, McG, UCP, Atlas e Wonderland para trazer esse icônico conto americano para nossos espectadores”. Essa será a primeira série sobre a vida do dublê, mas já existem alguns filmes e documentários sobre ele, que era conhecido por suas manobras e seus saltos perigosos com motocicletas. Por sinal, a premissa de “Evil Knievel”, filme de 1971 estrelado por George Hamilton, também trazia o protagonista refletindo sobre sua vida antes de um salto arriscado. Um projeto cinematográfico com Chris Hemsworth (o Thor) chegou a ser concebido em 2011, mas não foi adiante. “Evel” terá a sua produção iniciada em 2020.
Diretor de filme LGBTQIA+ atacado por Bolsonaro diz sofrer ameaças de morte
O cineasta Bruno Victor Santos revelou que vem recebendo ataques nas redes sociais após seu filme “Afronte” ser mencionado pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) numa live. O projeto da adaptação do curta numa série foi citado entre por Bolsonaro numa live em agosto, em que o presidente se manifestou contra produções de temática LGBTQIA+, afirmando que não iria liberar verba para esse tipo de “filmes”. “Um discurso de ataque tão direto do presidente valida que outras pessoas façam o mesmo”, escreveu o diretor num desabafo publicado pelo site The Intercept Brasil. “E eu recebi ataques extremamente dolorosos, desde apoios à fala [de Bolsonaro] e à censura, até gente falando da cor da minha pele, da minha orientação sexual.” Bruno conta que ele foi chamado de “cosplay de Marielle Franco” em um dos ataques. Ele considera motivo de orgulho ser comparado à figura da vereadora assassinada em 2018, mas o motivo da associação é o pior possível. “O que eles estão falando que eu mereço ter uma morte parecida com a dela. E eu fiquei com medo, me retirei das redes sociais. E sei que essas pessoas são covardes e gostam de violência, e que elas querem que a população preta, principalmente LGBT, continue sendo massacrada”, declarou. Codirigdo por Bruno Victor e Marcus Azevedo, o curta “Afronte” mostra a realidade vivida por negros homossexuais no Distrito Federal. Exibido no Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade e no Festival de Brasília em 2017, a obra venceu o Prêmio Saruê, concedido pelo jornal Correio Braziliense no evento da capital – o nome é homenagem ao longa-metragem “O País de São Saruê”, de Vladimir Carvalho, retirado do Festival de Brasília em 1971 por conta da censura. “Confesso que não entendi nada. Olha, a vida particular de quem quer que seja, ninguém tem nada a ver com isso, mas fazer um filme mostrando a realidade vivida por negros homossexuais no DF, não dá para entender. Mais um filme que foi para o saco”, disse o Bolsonaro, deixando claro a ordem de impedir a produção do projeto. Seis dias depois, uma portaria do Ministério da Cidadania suspendeu o edital para a produção das séries atacadas pelo presidente – que, na ocasião da live, achava que eram filmes. Para não fazer as séries, o ministro da Cidadania, Osmar Terra, encontrou uma brecha. Ele mandou suspender tudo alegando falta de nomeação dos membros do Comitê Gestor do FSA, responsável por direcionar as verbas arrecadadas com o Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional, taxa cobrada da indústria de cinema, TV e telefonia) para seus respectivos programas de fomento. O detalhe é que a formação do comitê depende das indicações do governo. E, passados nove meses de sua posse, Bolsonaro ainda não indicou nenhum representante. O decreto prevê a suspensão do edital por 180 dias, podendo prorrogar o prazo caso o comitê gestor continue sem as indicações dos membros do governo. Trata-se, portanto, de uma inação intencional, como estratégia para censurar obras, cujo efeito colateral, pela justificativa apresentada, travou o financiamento de todo o setor. Como (apenas) a Pipoca Moderna vem alertando, isto não afetou apenas as séries que tiveram seu edital suspenso. Todos os projetos audiovisuais estão impedidos de receber financiamento, com base na justificativa apresentada. E isso já traz consequências claras para o setor. Após a fala de Bolsonaro e a ação de Osmar Terra, entidades LGBTQIA+ denunciam o presidente na Procuradoria Geral da República por homofobia e o MPF (Ministério Público Federal) no Rio de Janeiro já instaurou um inquérito civil para apurar a suspensão do edital. A suspeita de homofobia também é uma das questões apuradas. Além disso, a suspensão do edital está enfrentando processos da entidades representantes da indústria audiovisual brasileira. Bolsonaro já foi condenado por declarações homofóbicas em 2011, tendo que pagar R$ 150 mil, por danos morais, ao Fundo de Defesa dos Direitos Difusos (FDDD) do Ministério da Justiça. Isto porque na época o crime não era equiparado ao racismo, que contempla penas de reclusão. Isto mudou neste ano, em entendimento do STF (Supremo Tribunal Federal) que igualou as punições a todos os atos de intolerância.
Censura: Ernesto Araújo diz que é “natural” dar apoio a “determinados filmes” e não para outros
A revelação de que a Embaixada do Brasil no Uruguai teria tentado censurar a exibição do documentário “Chico: Artista Brasileiro”, de 2015, numa mostra de cinema brasileiro em Montevideo, foi comentada pelo chanceler Ernesto Araújo, durante sua visita a Washington. A tentativa de censura ganhou projeção internacional após a produtora JBM Producciones acusar a Embaixada brasileira, uma das patrocinadoras do Festival Cine de Brasil 2019, de proibir a inclusão do filme na mostra. A questão veio à tona num comunicado da JBM ao diretor Miguel Faria Jr. O jornal O Globo cita que, em anexo, há um arquivo de áudio recebido pela produtora, em que uma mulher diz: “A Claudia agora conversou com o embaixador em Montevidéu, do Brasil no Uruguai, e eles falaram que ‘Chico’ é um filme que eles não querem exibir. Então vamos tirar ‘Chico’, tá?”. A empresa que organiza a mostra é outra, chamada Inffinito. A orientação para tirar o filme teria sido feita para a Inffinito, que repassou a informação para a JBM. Ao abordar a polêmica, Araújo negou a determinação de censura, preferindo usar palavras mais amenas como “preferência”, “sugestão” e “apoio a determinados filmes”. Ao mesmo tempo, confirmou orientação da Embaixada para vistoriar listas de títulos e pedir supressão de obras que desagradem ao governo Bolsonaro em troca de apoio. “Houve um pedido, de uma entidade que está organizando uma mostra de cinema, de algum tipo de apoio da embaixada brasileira em Montevidéu. A embaixada pediu a lista, foi-lhe fornecida a lista de filmes que potencialmente poderiam ser exibidos. E a embaixada indicou quais seriam aqueles que, enfim, seriam da preferência, digamos. E acho que o interesse não estava nesse filme sobre o Chico Buarque. E a empresa, essa entidade que terá algum tipo de apoio institucional da embaixada seguiu, pelo o que eu sei, essa sugestão”, disse o chanceler. “Então, é uma situação em que, se você pede o apoio institucional da embaixada brasileira, é natural que a embaixada brasileira fale: eu quero dar apoio para esses determinados filmes a serem exibidos”, completou.
Congelamento de verbas do audiovisual brasileiro já afeta filmes convidados para festivais internacionais
E segue firme o projeto de destruição da indústria cinematográfica e da volta escamoteada da censura no Brasil. Entre as vítimas da vez encontra-se “Pacarrete”, filme vencedor do Festival de Gramado deste ano. Dirigido por Allan Deberton, produtor de uma das séries LGBTQIA+ de um edital de TVs públicas polemicamente cancelado pelo governo Bolsonaro no final de agosto, o filme teve o pedido de apoio para ser exibido no Festival de Bogotá, na Colômbia, negado. A decisão é parte de uma deliberação da diretoria da Ancine, que atualmente está reduzida a duas pessoas após afastamentos e pela imobilidade transformada em método de governo. A dupla precisou suspender todos os programas de apoio por falta de verba. Além de Deberton, cineastas de outras cinco produções, entre curtas e longas-metragens, dizem ter sido lesados pela decisão, porque tiveram seus pedidos de apoio aprovados pela Ancine, compraram passagens aéreas para os respectivos festivais de que participariam, e só depois receberam o aviso de suspensão do programa. A mineira Juliana Antunes contava com o apoio da agência para levar seu curta “Plano Controle” ao Festival de Nova York, com início em 27 de setembro, daqui a duas semanas. Ela também negociava participar da Viennale, que acontece no final de outubro em Viena, e para o Festival de Mar del Plata, na Argentina, em novembro. “Como virar dinheiro da noite pro dia e arcar com uma viagem para a qual não tenho a menor condição financeira?”, questionou a diretora em entrevista à Folha de S. Paulo. Já Ana Carolina Marinho Dantas apelou para uma vaquinha virtual para conseguir apresentar o curta “Entre” no Festival de Londres, e articula uma ação jurídica contra o órgão junto com outros cineastas prejudicados. A verdade, porém, é que o problema é maior que o vislumbrado pelas reportagens da grande imprensa e manifestações de cineastas pontualmente prejudicados. Não falta dinheiro apenas para o programa de apoio à participação em festivais internacionais. O governo de Jair Bolsonaro congelou todo o investimento federal na indústria audiovisual brasileira. É importante lembrar, de novo, que a mesma portaria que derrubou o edital das séries LGBTQIA+ decretou a paralisia completa do investimento no setor ao congelar o FSA (Fundo Setorial do Audiovisual). Para não fazer as séries que Bolsonaro atacou numa live por considerar “impróprias”, o ministro da Cidadania, Osmar Terra, encontrou uma brecha. Ele mandou suspender tudo alegando falta de nomeação dos membros do Comitê Gestor do FSA, responsável por direcionar as verbas arrecadadas com o Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional, taxa cobrada da indústria de cinema, TV e telefonia) para seus respectivos programas de fomento. O detalhe é que a formação do comitê depende das indicações do governo. E, passados nove meses de sua posse, Bolsonaro ainda não indicou nenhum representante. O decreto apocalíptico prevê a suspensão do edital por 180 dias, podendo prorrogar o prazo caso o comitê gestor continue sem as indicações dos membros do governo. Trata-se, portanto, de uma inação intencional, como estratégia para censurar obras, cujo efeito colateral, pela justificativa apresentada, travou o financiamento de todo o setor. Como (apenas) a Pipoca Moderna vem alertando, isto não afeta apenas as séries que tiveram seu edital suspenso. Todos os projetos audiovisuais estão impedidos de receber financiamento, com base na justificativa apresentada. Apesar do impacto desse congelamento, a “grande imprensa” segue perceber a abrangência nem dar a devida importância para o assunto, assim como deixou de repercutir o anúncio do ministro Osmar Terra sobre seus planos para acabar com as cotas do cinema nacional e a produção de filmes de arte – os que vencem festivais – , no Brasil.
Ex-namorados, Fábio Assunção e Maria Ribeiro viverão amantes em nova série
Fábio Assunção (“Entre Idas e Vindas”) e Maria Ribeiro (“Como Nossos Pais”) vão estrelar a série “Todas as Mulheres do Mundo”, baseada no filme homônimo de Domingos de Oliveira. Ex-namorados, os dois participarão de um triângulo amoroso que envolve ainda o protagonista da história, interpretado por Emílio Dantas (“O Paciente: O Caso Tancredo Neves”). Na versão desenvolvida para a Globo, Ruy (Fábio Assunção), que é casado, se envolve com Renata (Maria Ribeiro), sua colega de trabalho num escritório de arquitetura. Insatisfeita com a relação, ela começa a fingir que está de namorico com Paulo (Emílio Dantas), que, sem querer, acaba formando um triângulo amoroso com os dois arquitetos. O filme original de 1966 se passava numa época em que homens se orgulhavam em ser cafajestes e mulherengos. O Paulo da comédia clássica era vivido por Paulo José, um boa vida que um dia encontra Maria Alice e fica tão impressionado que passa a acreditar que ela era a síntese de todas as mulheres do mundo – daí o título. A partir daí, ele encara o dilema de se atirar na relação e virar monogâmico ou continuar a correr atrás de mulheres diferentes. A trama não tinha personagens chamados Ruy e Renata, mas a mulher icônica era Leila Diniz. A nova Maria Alice será vivida por Sophie Charlotte, que Domingos de Oliveira dirigiu em seu último filme, “BR 716” (2016). A adaptação de “Todas as Mulheres do Mundo” está a cargo do cineasta Jorge Furtado (“O Homem que Copiava”) e o elenco também inclui Fernanda Torres (“Sob Pressão”), Matheus Nachtergaele (“Cine Holliúdy”), Lilia Cabral (“Divã”), Felipe Camargo (“O Rastro”), Floriano Peixoto (“Carandiru”), além de Maria Mariana (“Confissões de Adolescente”) e Priscilla Rozenbaum (“Infância”), respectivamente filha e viúva de Domingos de Oliveira. As gravações da série começaram na quinta-feira (12/9) em Araras, interior do Rio de Janeiro, com direção de Patrícia Pedrosa (“Mister Brau”, “Shippados”).
A Hora da Sua Morte: Terror de “aplicativo assombrado” ganha trailer legendado
A Diamond Films divulgou o trailer legendado do terror “A Hora da Sua Morte” (Countdown), estrelado por Elizabeth Lail (a Beck da série “Você”). Primeiro longa escrito e dirigido por Justin Dec (um produtor assistente de filmes de Mark Wahlberg), a premissa de “A Hora da Sua Morte” é uma combinação de “O Chamado” com “Premonição”. A trama gira em torno de um aplicativo, chamado Countdown (contagem regressiva), capaz de dizer quando o usuário vai morrer. O detalhe é que o app é assombrado e passa a avisar aos protagonistas que eles têm poucos dias de vida. Não demora e as mortes se confirmam de forma brutal. O elenco ainda conta com Anne Winters (“13 Reasons Why”), Peter Facinelli (“Crepúsculo”) e Jordan Calloway (“Black Lightning”). A estreia está marcada para 25 de outubro nos EUA, no fim de semana que antecede o Halloween, mas só vai chegar depois do Natal no Brasil, no dia 26 de dezembro. Veja abaixo também o primeiro pôster americano da produção.
Watchmen: Novo trailer destaca clima de guerra e apresenta a ameaça da Cavalaria
A HBO divulgou um novo trailer de “Watchmen”, que destaca ainda mais a personagem de Regina King (“American Crime”), uma policial que se disfarça de “freira” mascarada para combater o crime. Além dela, o vídeo enfatiza as participações de Don Johnson (“Do Jeito que Elas Querem”), Tim Blake Nelson (“Colossal”) e Jean Smart (“Legion”), que também interpretam agentes da lei. E deixa claro o clima de guerra entre a polícia e terroristas domésticos, que usam máscaras inspiradas no falecido Rorschach e se denominam a 7ª Cavalaria. Os quadrinhos clássicos de Alan Moore e Dave Gibbons já faziam uma referência à 7ª Cavalaria, regimento militar americano que foi famosamente comandado pelo General Custer e dizimado na guerra contra as tribos lideradas pelo chefe Touro Sentado. Num interlúdio da história, Adrian Veidt, mais conhecido como Ozymandias, usava a Cavalaria como metáfora para os Quatro Cavaleiros do Apocalipse. No vídeo, o personagem aparece cavalgando ao largo de uma foice com uma flâmula de caveira – ao som de “Running Scared”, de Roy Obison. Desenvolvida por Damon Lindelof (criador de “Lost” e “The Leftovers”), a série vai continuar a trama dos quadrinhos, que já foi transformada em filme em 2009, e se passa vários anos após os acontecimentos anteriormente vistos. Por conta disso, três personagens dos quadrinhos (e do filme) estão confirmados, dois deles em versões mais velhas. Jeremy Irons (“Liga da Justiça”) interpretará Adrian Veidt e Jean Smart será a Espectral madura. O terceiro personagem é o Dr. Manhattan, que não envelhece e pode aparecer em versão criada por computação gráfica. O elenco também inclui Tom Mison (estrela da série “Sleepy Hollow”), Yahya Abdul-Mateen II (“Aquaman”), Sara Vickers (“Endeavour”), Regina King (“American Crime”), Louis Gossett Jr. (“Extant”), Andrew Howard (“Bates Motel”), Adelaide Clemens (“O Grande Gatsby”), Frances Fisher (“Resurrection”), Jacob Ming-Trent (“White Famous”), Hong Chau (“Pequena Grande Vida”) e as meninas Dylan Schombing (“Sharp Objects”), Lily Rose Smith (“The Vampire Diaries”), Skylar Brooks (“Saved in the City”) e Adelynn Spoon (estreante). A 1ª temporada vai estrear no dia 20 de outubro. A HBO Brasil confirmou que a exibição nacional da série será simultânea com os Estados Unidos, estratégia que o canal já utilizou com “Game of Thrones”, “Euphoria” e “Succession”, e os episódios serão exibidos todos os domingos às 22h (horário de Brasília).
Felicity Huffman é condenada a 14 dias de prisão por fraude universitária
A atriz Felicity Huffman, conhecida por atuar na série “Desperate Housewives” e na recente minissérie “Os Olhos que Condenam”, foi condenada a 14 dias de prisão por seu envolvimento no que a mídia americana batizou de escândalo de fraudes universitárias da elite dos Estados Unidos. Ela se declarou culpada por ter pago US$ 15 mil para que um consultor de admissões em faculdades inflasse as notas de uma de suas filhas para que ela ingressasse na instituição de sua preferência. Além dela, outra atriz famosa, Lori Loughlin, conhecida por seu papel na série “Três É Demais” (Full House) e na sequência “Fuller House”, também foi acusada no mesmo caso, mas não se uniu a Huffman e outros pais que se declararam culpados. Loughlin se disse inocente e, por isso, será agora submetida a julgamento – mas se for condenada deve pegar uma pena muito mais elevada. Por ter se declarado culpada, Huffman vai cumprir a pena mínima. Ela poderia pegar cinco anos de prisão pelo crime de transferência fraudulenta de fundos. As duas atrizes eram as personalidades mais conhecidas de um grupo de 50 pessoas denunciadas na Operação Varsity Blues do FBI, que desbaratou o esquema de fraudes. Entre os pais envolvidos há diretores executivos de empresas e sócios de importantes escritórios de advocacia. O nome da operação é uma homenagem a um filme de 1999, batizado no Brasil de “Marcação Cerrada”. Cerca de 200 agente do FBI participaram da investigação e seus desdobramentos. Em sua defesa, Huffman disse que tentou fazer o melhor para a filha, que queria estudar artes dramáticas, mas tinha notas baixas em matemática. “Eu só queria dar a ela uma chance de ser considerada para um curso em que seu talento para atuação fosse o fator decisivo. Isso parece superficial agora, mas na minha mente eu sabia que o seu sucesso ou fracasso no cinema e no teatro não dependeria de suas aptidões em matemática. Não queria que minha filha fosse impedida de fazer o que ela ama por ser ruim em matemática.” A promotoria pressionou para que todos os pais envolvidos passem algum tempo na prisão, para que ficasse claro que pessoas ricas não podem se safar após cometerem crimes como esse. O escândalo vai virar telefilme do canal pago Lifetime. Intitulado “The College Admissions Scandal”, o longa já teve o primeiro trailer divulgado. Veja aqui.
James Gunn divulga elenco oficial de seu Esquadrão Suicida com Alice Braga
O diretor James Gunn divulgou em seu Twitter o elenco oficial de seu filme sobre o Esquadrão Suicida. E, de quebra, também confirmou o título do longa, que será realmente chamado de “O Esquadrão Suicida” (The Suicide Squad), como vinha sendo tratado extra-oficialmente. Como prometeu, Gunn mudou bastante a formação da Força-Tarefa X, juntando novos personagens ao grupo, que mantém apenas quatro integrantes do filme de 2016: Margot Robbie (Arlequina), Joel Kinnaman (Rick Flag), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Viola Davis (Amanda Waller). As novidades incluem a brasileira Alice Braga (“A Rainha do Sul”), que não fazia parte dos nomes anteriormente vazados. Também há um argentino, Juan Diego Botto (“Jogos Infantis”). A lista tem 24 nomes ao todo e ainda inclui Idris Elba (“A Torre Negra”), John Cena (“Bumblebee”), Flula Borg (“A Escolha Perfeita 2”), Nathan Fillian (“Castle”), Michael Rooker (o Youndu de “Guardiões da Galáxia”), Peter Capaldi (o “Doctor Who”), Joaquín Cosio (“007: Quantum of Solace”), Mayling Ng (a Gamora do game “Marvel Strike Force”), Sean Gunn (irmão do diretor e Kraglin nos “Guardiões da Galáxia”), Jennifer Holland (“Brightburn”), Tinashe Kajese (“Valor”), Julio Ruiz e até Taika Waititi (diretor de “Thor: Ragnarok”), que não tiveram seus personagens identificados. Além deles, a atriz portuguesa Daniela Melchior (“Parque Mayer”) foi apresentada como a Caça-Ratos, David Dastmalchian (“Homem-Formiga”) como o Bolinha e Storm Reid (“Euphoria”) como a filha de Idris Elba. Junto da arte da produção que reúne os nomes, Gunn escreveu “Não se apeguem muito”, sugerindo que muitos vão morrer na história, que ele próprio escreveu. Os detalhes da continuação permanecem em segredo, mas devem se tornar conhecidos assim que as filmagens começarem. A estreia está marcada para agosto de 2021. Don’t get too attached. #TheSuicideSquad pic.twitter.com/uITPhrDzz2 — James Gunn (@JamesGunn) September 13, 2019
Ariana Grande, Miley Cyrus e Lana Del Rey “quebram a internet” em clipe da trilha de As Panteras
Ariana Grande, Miley Cyrus e Lana Del Rey quase quebraram a internet em sua primeira parceria. O lançamento do clipe de “Don’t Call Me Angel”, que reúne as três estrelas da música pop americana pela primeira vez, viralizou nesta sexta (13/9), assumindo em poucas horas a condição de mais visto do YouTube com quase 15 milhões de visualizações. A música faz parte da trilha de “As Panteras” e, além do trio de cantoras, também inclui uma breve participação de Elizabeth Banks, diretora do filme e intérprete de Bosley no novo capítulo da franquia. Mas a direção do clipe ficou por conta de Hannah Lux Davis, parceira habitual dos vídeos de Ariana. Por sinal, o vídeo foi lançado apenas no canal da cantora de “Thank U, Next” e ganhou links nas páginas das outras duas. E é significativo que Ariana seja a primeira a cantar e ainda domine o refrão. Em contraste, Lana tem papel assumidamente coadjuvante, brincando de jogar facas enquanto as outras cantam, até chegar seu momento “solo”, quando transforma completamente a canção. Mas é Miley quem chama mais atenção, ao encarnar a bad girl que tortura homens, enquanto exibe seu “novo” corpo magro malhado, absolutamente do mal… caminho. E ainda lambe Ariana para causar. O público mais que aprovou esse novo trio de “Panteras”, que deve bater recordes de visualização na internet. Já o trio do cinema, formado por Kristen Stewart (“Crepúsculo”), Naomi Scott (“Power Rangers”) e a novata Ella Balinska (“The Athena”) só vai estrear em 14 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Censura: Embaixada brasileira tenta impedir exibição de filme sobre Chico Buarque no Uruguai
A produtora uruguaia JBM Producciones comunicou ao diretor Miguel Faria Junior que seu documentário “Chico: Artista Brasileiro”, de 2015, foi censurado pela Embaixada brasileira em Montevideo. A Embaixada, uma das patrocinadoras do Festival Cine de Brasil 2019, a ser realizada em outubro, avisou aos produtores do evento que o filme, que narra a trajetória do artista Chico Buarque nos últimos 50 anos, estava proibido de integrar a mostra. A carta enviada pela produtora ao diretor Miguel Faria foi publicada na íntegra pela coluna de Anselmo Goes no jornal O Globo “Querido Miguel Quiero informar cómo van las cosas camino al estreno, finalmente, de CHICO en Uruguay. Junto a nuestra asociada ENEC quien además de distribuidores son exhibidores, habíamos planificado estrenar el filme en el Festival de Cine de Brasil 2019 que se lleva a cabo en octubre y entre otros es auspiciado por la Embajada de Brasil en Montevideo. Esta mañana recibo un sorpresivo mensaje del exhibidor diciéndome que los llamaron de la embajada para “pedirles” que NO se exhiba el filme de CHICO en ese festival. Si bien es lógico debido a la situación política de Brasil, en Uruguay es muy grave que se censure la exhibición de una película siendo que en este caso JMB Filmes de Uruguay es el distribuidor y este acto afecta nuestros intereses. Adjunto mas abajo copia del mensaje oficial de ENEC (dueños socios de la sala ALFA/BETA) comunicándomelo y un archivo adjunto de audio de la llamada de una señora, suponemos desde Brasil, que avisa a la sala de la desición de la embajda de Brasil en Uruguay.” Anselmo Goes também informou que a empresa responsável pelo festival, a Infinitto, resolveu incluir o filme assim mesmo, por não aceitar censura do Brasil no Uruguai. Não está claro se a Embaixada vai retirar o apoio ao evento.
Cineasta Werner Herzog vai gravar série na Amazônia
O cineasta alemão Werner Herzog se prepara para voltar à Amazônia com um novo projeto. Ele está desenvolvendo a série “Fordlandia”, sobre a fracassada tentativa do milionário americano Henry Ford de instaurar uma cidade-modelo no interior do Pará nos anos 1920. A produção ainda está na fase de roteiro, mas Herzog já definiu que gravará em locações amazônicas. “De alguma forma, meu coração está em casa na floresta”, Herzog disse, em entrevista à Folha de S. Paulo, na qual confirmou o projeto. Ele já fez duas obras-primas na Amazônia: “Aguirre, a Cólera dos Deuses” (1972) e principalmente “Fitzcarraldo” (1982), sobre um maluco que queria fazer uma ópera na floresta e cuja filmagem se tornou uma espécie de “Apocalypse Now” tropical. Um documentário sobre a produção, “Burden of Dreams” (1982), registrou “o horror, o horror” dos bastidores, que incluem diversos acidentes que incapacitaram e até vitimaram parte da equipe, sem esquecer que o set foi incendiado. Mas o mais impressionante foi a decisão de materializar a trama na prática, já que não existiam efeitos computadorizados, fazendo um navio de 300 toneladas ser arrastado montanha acima na floresta. Ao final, Herzog disse ao documentarista de “Burden of Dreams” que não pretendia “fazer filmes nunca mais”. “Devo ir direto para um manicômio”, completou. Para o novo projeto também não faltarão histórias. As de Henry Ford e seus trabalhadores brasileiros, ao menos, são riquíssimas, com direito à introdução do hambúrguer no Brasil, pragas devastadoras da floresta, revolta popular, intervenção do exército brasileiro e prejuízo de milhões de dólares após duas décadas de derrotas para a natureza tropical. Atualmente, o local é conhecido como uma “cidade fantasma”. Não há previsão para o começo das gravações de “Fordlandia”. Mas Herzog poderá ser visto em breve em outra série. Ele faz parte do elenco de “The Mandalorian”, primeira série live-action de “Star Wars”, que será lançada na plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus).







