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    Carl Reiner (1947 – 2020)

    30 de junho de 2020 /

    Lenda do humor americano, Carl Reiner, um dos pioneiros da comédia televisiva dos EUA e responsável por lançar Steve Martin no cinema, morreu na noite de segunda-feira (29/6) em sua casa, em Los Angeles, de causas naturais, aos 98 anos. Com uma carreira de sete décadas, Reiner acompanhou a evolução do humor americano, do teatro de variedades, passando pelos discos de humor até a criação do formato sitcom e a participação em blockbusters modernos. Após escrever piadas para apresentações de Sid Caesar em Nova York e nos programas televisivos “Caesar’s Hour”, que lhe rendeu dois Emmys, e “Your Show of Shows” dos anos 1950, ele criou “The Dick Van Dyke Show”, a primeira sitcom de verdade. E a origem do formato teve início praticamente casual. Reiner vinha sendo convidado a participar de programas de humor e escrever piadas, mas não gostava de nenhum roteiro que recebia. Sua mulher disse que, se ele achava que faria melhor, que então fizesse. E ele fez. Ele escreveu a premissa e os primeiros 13 episódios baseando-se em sua própria vida. E inaugurou um costume novo, ao estabelecer um lugar de trabalho como set de humor, relacionando as piadas à rotina do protagonista no emprego e também em sua casa, com sua mulher e filhos. Era uma situação fixa, que acabou inspirando cópias e originando um novo gênero de humor televisivo – sitcom, abreviatura de “comédia de situação”. Até então então, as comédias se passavam apenas na casa das famílias e, eventualmente, nos lugares em que passavam férias, como em “I Love Lucy”. Pela primeira vez, o humor passou a se relacionar com o cotidiano de trabalho, uma iniciativa que até hoje inspira clássicos, como “The Office”, por exemplo. O roteirista tentou emplacar a série com ele mesmo no papel principal, mas o piloto foi rejeitado. Apesar disso, o produtor Sheldon Leonard garantiu que não tinha desistido. “Vamos conseguir um ator melhor para interpretar você”. Foi desse modo que o escritor de comédias de TV Rob Petrie ganhou interpretação do galã Dick Van Dyke. Isto, porém, fomentou outro problema, quando o ator se tornou maior que o programa, graças a participações em filmes famosos – como “Mary Poppins” (1964) e “O Calhambeque Mágico” (1968) – , razão pela qual “The Dick Van Dyke Show” não durou mais que cinco temporadas, exibidas entre 1961 e 1965. Além do ator que batizava a atração, o elenco ainda destacava, como intérprete de sua esposa, ninguém menos que a estreante Mary Tyler Moore, cujo nome logo em seguida também viraria série. E Reiner, claro, conseguiu incluir em seu contrato a participação como um personagem recorrente. A audiência do programa só estourou na 2ª temporada e de forma surpreendente, numa época em que todos os canais priorizavam séries de western. A atração consagrou Reiner com quatro Emmys e lhe abriu as portas de Hollywood. Consagrado na TV, ele foi estrear no cinema como roteirista de dois longas para o diretor Norman Jewison: “Tempero do Amor” (1963), um dos maiores sucessos da carreira da atriz Doris Day, e “Artistas do Amor” (1965), com Dick Van Dyke. Em seguida, ele resolveu se lançar como diretor. Mas apesar das críticas positivas, “Glória e Lágrimas de um Cômico” (1969), estrelado por Van Dyke, não repercutiu nas bilheterias. O mesmo aconteceu com “Como Livrar-me da Mamãe” (1970), com George Segal. Assim, Reiner voltou à TV, de forma simbólica com uma sitcom chamada “The New Dick Van Dyke Show”, exibida entre 1971 e 1974. Ele tentou emplacar outras séries, como “Lotsa Luck!”, estrelada por Dom DeLuise, que durou só uma temporada, porém a maioria de seus projetos dos anos 1970 não passou do piloto. Por outro lado, a dificuldade na TV o fez tentar novamente o cinema e o levou a seu primeiro êxito comercial como cineasta, “Alguém Lá em Cima Gosta de Mim” (1977), comédia em que o cantor John Denver era visitado por Deus (na verdade, o veterano George Burns). Em 1979, ele firmou nova parceria bem-sucedida com outro comediante iniciante, o ator Steve Martin, a quem dirigiu em quatro filmes: “O Panaca” (1979), “Cliente Morto Não Paga” (1982), “O Médico Erótico” (1983) e “Um Espírito Baixou em Mim” (1984). Reiner ainda escreveu dois destes longas, ajudando a lançar a carreira de Martin, até então pouco conhecido, como astro de Hollywood. A parceria foi tão bem-sucedida que Reiner teve dificuldades de manter a carreira de cineasta após se separar de Martin. Sua filmografia como diretor encerrou-se na década seguinte, após trabalhar, entre outros, com John Candy em “Aluga-se para o Verão” (1985), Mark Harmon em “Curso de Verão” (1987), Kirstie Alley em “Tem um Morto ao Meu Lado” (1990) e Bette Midler em “Guerra dos Sexos” (1997), o último filme que dirigiu. Enquanto escrevia e dirigia, ele desenvolveu o hábito de aparecer em suas obras. E isso acabou lhe rendendo uma carreira mais duradoura que suas atividades principais – mais de 100 episódios de séries e longa-metragens. As participações começaram como figuração, como em “Deu a Louca no Mundo” (1963) e “A História do Mundo – Parte I” (1981), em que dublou a voz de Deus. Mas o fim de sua carreira de cineasta aumentou sua presença nas telas, a ponto de transformá-lo num dos assaltantes da trilogia de Danny Ocean, o personagem de George Clooney em “Onze Homens e um Segredo” (2001), “Doze Homens e Outro Segredo” (2004) e “Treze Homens e um Novo Segredo” (2007). Também apareceu em várias séries, como “Louco por Você” (Mad About You), “House”, “Ally McBeal”, “Crossing Jordan”, “Dois Homens e Meio” (Two and a Half Men), “Parks & Recreation”, “Angie Tribeca” e principalmente “No Calor de Cleveland (Hot in Cleveland), em que viveu o namorado de Betty White. E ainda se especializou em dublagens, após o sucesso da animação “The 2000 Year Old Man” (1975) que criou com outro gênio do humor, Mel Brooks. Seu último papel, por sinal, foi o rinoceronte chamado Carl, que ele dublou no recente “Toy Story 4” e num episódio da série animada “Forky Asks a Question”, da plataforma Disney+ (Disney Plus), produzido no ano passado. Em 1995, Reiner recebeu um prêmio pela carreira do Sindicato dos Roteiristas dos EUA (WGA). Em 2009, o mesmo sindicato voltou a homenageá-lo com o Valentine Davies Award, reconhecendo sua influência e legado para todos os escritores, bem como para a indústria do entretenimento e a comunidade artística em geral. Além de sua atividade nas telas, Reiner escreveu vários livros de memórias e romances. Ele se casou apenas uma vez, com Estelle Reiner, falecida em 2008, e teve três filhos, Sylvia Anne, Lucas e Rob Reiner. Este seguiu sua carreira, virando um reconhecido diretor de cinema – autor de clássicos como “Conta Comigo”, “A Princesa Prometida”, “Harry e Sally: Feitos um para o Outro” e “Louca Obsessão”.

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    Lei Aldir Blanc, de auxílio emergencial à Cultura, é sancionada

    30 de junho de 2020 /

    O presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei Aldir Blanc, concebida pelo Congresso para instituir auxílio financeiro de R$ 3 bilhões para o setor cultural devido à pandemia de covid-19. O valor será repassado, em parcela única, a estados, municípios e o Distrito Federal, responsáveis pela aplicação dos recursos. A publicação da Lei nº 14.017/2020 aconteceu nesta terça (30/1) no Diário Oficial da União, data limite para a lei entrar em efeito. Se Bolsonaro não a assinasse, ela passaria a valer de qualquer jeito, a menos que fosse vetada pelo presidente. Anteriormente, Bolsonaro tinha vetado a participação de artistas no auxílio emergencial chamado coronavoucher. Entre outros pontos, a lei emergencial estabelece os mesmos direitos para trabalhadores da Cultura, prevendo o pagamento de três parcelas de um auxílio emergencial de R$ 600 mensais, além de um subsídio para manutenção de espaços artísticos e culturais, microempresas e pequenas empresas culturais, cooperativas e organizações comunitárias. Esse subsídio mensal terá valor entre R$ 3 mil e R$ 10 mil, de acordo com critérios estabelecidos pelos gestores locais. Em contrapartida, após a reabertura, os espaços beneficiados deverão realizar atividades a alunos de escolas públicas, prioritariamente, ou para a comunidade, de forma gratuita. Poucas horas antes, o novo secretário de Cultura, Mario Frias, chamou esse dinheiro de “esmola” e disse que os artistas, que se empenharam pela aprovação da lei junto ao Congresso, não queriam receber nada. “Artista não quer esmola. A maioria que eu vejo diz: ‘Me deixa trabalhar. Não quero auxílio emergencial’”, disse o ex-galã de “Malhação” nas redes sociais do filho do presidente. A lei foi criada de forma emergencial justamente porque Bolsonaro, além de barrar o auxílio de R$ 600 para artistas, bloqueou os fundos de fomento cultural, que superam o montante agora liberado. O dinheiro arrecadado desde 2018 para financiar a Cultura encontra-se parado em aplicações financeiras, enquanto o setor atravessa sua mais grave crise econômica. O nome da lei ainda homenageia o escritor e compositor Aldir Blanc, que morreu no mês passado, no Rio de Janeiro, aos 73 anos, após contrair covid-19. Um dos maiores compositores do Brasil, Aldir Blanc não recebeu nenhuma menção do governo em ocasião de sua morte, que ainda foi minimizada pela então secretária de Cultura Regina Duarte durante entrevista à CNN. De acordo com a lei, trabalhadores do setor cultural e microempresas e empresas de pequeno porte também terão agora acesso a linhas de crédito específicas para fomento de atividades e aquisição de equipamentos e condições especiais para renegociação de débitos, oferecidas por instituições financeiras federais. Enquanto perdurar a pandemia de covid-19, a concessão de recursos no âmbito do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), dos programas federais de apoio ao audiovisual e demais políticas federais para a cultura ainda deverão priorizar o fomento de atividades que possam ser transmitidas pela internet, por meio de redes sociais e plataformas digitais ou meios de comunicação não presenciais. Os recursos de apoio e fomento também poderão ser adiantados, mesmo que a realização das atividades somente seja possível após o fim das medidas de isolamento social. As atividades do setor cultural – cinemas, museus, shows musicais e teatrais, entre outros – foram as primeiras a parar, como medida de prevenção à disseminação do novo coronavírus no país. De acordo com a pesquisa Percepção dos Impactos da Covid-19 nos Setores Culturais e Criativos do Brasil, mais de 40% das organizações ligadas ao setor disseram ter registrado perda de receita entre 50% e 100%. Para receber o benefício, os trabalhadores da cultura com atividades interrompidas deverão comprovar, de forma documental ou autodeclaratória, terem atuado social ou profissionalmente nas áreas artística e cultural nos 24 meses imediatamente anteriores à data de publicação da lei. Eles não podem ter emprego formal ativo e receber benefício previdenciário ou assistencial, ressalvado o Bolsa Família. Além disso, devem ter renda familiar mensal per capita de até meio salário mínimo ou renda familiar mensal total de até três salários mínimos, o que for maior; e não ter recebido, em 2018, rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70. O recebimento dessa renda emergencial também está limitado a dois membros da mesma unidade familiar e a mulher chefe de família receberá duas cotas. O trabalhador que já recebe o auxílio do governo federal não poderá receber o auxílio cultural.

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  • TV

    Globo encerra contrato de 44 anos com Renato Aragão

    30 de junho de 2020 /

    O comediante Renato Aragão não é mais funcionário da Globo, após 44 anos. Ele foi informado que seu contrato de exclusividade, que se encerra nesta terça-feira (30/6), não será renovado. Após suas receitas caírem 30% com a pandemia, a Globo está encerrando contratos com vários atores para reduzir custos. A lista é repleta de veteranos como Vera Fischer, Miguel Falabella, José de Abreu e Stênio Garcia, mas também tem astros mais jovens como Camila Pitanga, Bruna Marquezine e Bruno Gagliasso. Em conversa com o UOL, o eterno Didi, dos Trapalhões, manteve o otimismo pelo qual é conhecido. “Para mim, ampliou meus projetos. Você não sabe como eu estou gostando. É uma nova etapa. Não paro nunca, sempre trabalhando. Eu me considero meio máquina, meio humano”, disse. Renato lembrou a longa trajetória na emissora: “Primeiro, ‘Os Trapalhões’. São 20 anos de sucesso contínuo. Criei o ‘Criança Esperança’, que também foi uma maravilha. Depois a ‘Turma do Didi’. Fiz muita coisa, tive muita alegria na TV Globo, não tenho nada de ruim para falar. Estou muito feliz com ela”. E explicou: “Nós chegamos a um acordo. Contrato é uma coisa simbólica. Continuo trabalhando na Rede Globo por projetos pontuais e faço projetos em outras plataformas. É a oportunidade de fazer também em outro lugar”. O humorista adiantou que há “coisas em negociação”, sem revelar o quê. Mas especula-se que ele tenha projetos sendo discutidos na Netflix e na Amazon. Renato Aragão estreou na Globo em 1977, com “Os Trapalhões”, programa que tinha estreado três anos antes na Tupi. O humorístico dominical ficou no ar até agosto de 1995, sendo encerrado após as mortes de Zacarias (1934-1990) e Mussum (1941-1994). Em 1998, Renato estreou outro dominical, “A Turma do Didi”, exibido até 2010. Também gravou inúmeros especiais neste longo período na emissora carioca, além de ter sido por muito tempo a cara da Globo na campanha “Criança Esperança”. Mas estava afastado das telas há bastante tempo. O último trabalho do astro de 85 anos na emissora ocorreu em 2017, numa tentativa de volta dos Trapalhões em que Didi e Dedé Santana interagiam com um quarteto formado por Didico (Lucas Veloso), Dedeco (Bruno Gissoni), Mussa (Mumuzinho) e Zaca (Gui Santana), sobrinhos dos personagens originais. A experiência rendeu apenas uma temporada, de dez episódios. 2017 também foi o ano de seu último lançamento no cinema, “Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood”, o 42º filme de sua carreira. Em nota postada no Instagram, onde tem 3,5 milhões de seguidores, Renato Aragão comentou a sua nova situação: “São 44 anos de estrada e me vejo diante de uma mudança! São novos tempos, novos parceiros, novos projetos e novos desafios. Minha grande parceira durante esses anos foi a Rede Globo, que me acostumei a chamar de minha casa. Mas diante desses novos tempos e políticas internas de contratação, vamos iniciar uma nova fase e trabalhos pontuais. Tenho em minha vida pessoal e profissional a fluidez e o equilíbrio, vou onde meu público espera que eu esteja e melhor ainda, onde não esperam, pois sempre gostei e gosto de surpreendê-los, e não será diferente nessa nova fase! Já estou com novas oportunidades de trabalho e novos tempos que estão prestes a iniciar.” Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram São 44 anos de estrada e me vejo diante há uma mudança! São novos tempos, novos parceiros, novos projetos e novos desafios. Minha grande parceira durante esses anos foi a Rede Globo, que me acostumei a chamar de minha casa. Mas diante há esses novos tempos e políticas internas de contratação, vamos iniciar uma nova fase e trabalhos pontuais. Tenho em minha vida pessoal e profissional a fluidez e o equilíbrio, vou onde meu público espera que eu esteja e melhor ainda, onde não esperam, pois sempre gostei e gosto de surpreendê-los, e não será diferente nessa nova fase! Já estou com novas oportunidades de trabalho e novos tempos que estão prestes a iniciar. Uma publicação compartilhada por Renato Aragão (@renatoaragao) em 30 de Jun, 2020 às 4:37 PDT

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  • Série

    Pôster de Umbrella Academy traz pistas da 2ª temporada

    29 de junho de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster da 2ª temporada de “Umbrella Academy”, que reúne os sete protagonistas. Na imagem, eles usam óculos escuros, que refletem pistas da nova trama, com direito a cenas dos anos 1960. Adaptação dos quadrinhos homônimos do cantor Gerard Way (ex-My Chemical Romance) e do desenhista brasileiro Gabriel Bá – publicados no Brasil como “A Academia Umbrella” – , a série gira em torno de um grupo de jovens adotados por um milionário excêntrico ainda crianças, após nascerem misteriosamente com poderes especiais. Vários anos depois de se separarem, eles se reúnem no funeral de seu mentor e descobrem que precisam impedir o fim do mundo, previsto para daqui a oito dias. A 2ª temporada mostra o que acontece depois deles falharem. Refletindo o final da temporada inaugural, os Hargraves vão parar no passado graças aos poderes de Five, que embora tenha salvo todos do apocalipse, acabou espalhando cada um deles num ponto diferente da década de 1960. Nos próximos capítulos, eles tentarão encontrar uma forma de se reencontrar, enquanto descobrem que há outro apocalipse a caminho. Os quadrinhos foram adaptados por Jeremy Slater (criador da série “The Exorcist”), e seu elenco de heróis inclui Ellen Page (a Kitty Pryde de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Tom Hopper (Dickon Tarly em “Game of Thrones”), Robert Sheehan (o Nathan de “Misfits”), Emmy Raver-Lampman (do sucesso da Broadway “Hamilton”), David Castañeda (“Guerra dos Monstros”), Aidan Gallagher (o Nicky de “Nicky, Ricky, Dicky & Dawn”) e Justin H. Min (“Dating After College”). A estreia dos novos episódios está marcada para 31 de julho em streaming.

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  • Etc

    Marlon Wayans troca Netflix pela HBO Max

    29 de junho de 2020 /

    Marlon Wayans trocou de plataforma. O comediante de “As Branquelas” e “Inatividade Paranormal” fechou um acordo geral de produção com o serviço de streaming HBO Max e já definiu os primeiros projetos no novo endereço. Depois de lançar o especial de stand-up “Woke-ish” (2018) e duas comédias na Netflix, “Nu” (2017) e “Seis Vezes Confusão” (2019), Wyans prepara uma série e uma coleção de especiais de humor para a plataforma da WarnerMedia. A série vai se chamar “Book of Marlon”, onde ele interpretará uma versão fictícia de Marlon Wyans, que tenta equilibrar sua vida pessoal com o fato de ser ele mesmo. Wayans co-criou o programa com seu parceiro de longa data, Rick Alvarez, que também escreveu os cinco últimos filmes estrelados pelo ator. Já os especiais humorísticos incluem duas apresentações de stand-up, uma dele próprio e outra em que atuará como anfitrião de novos humoristas. “Marlon é uma ameaça tripla, com um currículo impressionante que fala de seu talento como ator e talento para comédia”, disse Suzanna Makkos, vice-presidente executiva de comédia e animação original da HBO Max. “Estamos emocionados por ter sua voz e visão cômica únicas se unindo a nossa crescente família de criadores”. “Estou empolgado por fazer negócios com a HBO Max. Rick e eu tivemos muito sucesso no espaço do streaming e estamos empolgados em trabalhar com uma empresa igualmente empolgada por trabalhar conosco”, disse Wayans. “Esperamos ajudar as duas marcas a crescer rapidamente e internacionalmente. A HBO Max é um ótimo lugar para continuar nossa missão de colocar sorrisos no rosto das pessoas”, completou. Não há previsão de estreia para nenhum dos projetos.

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  • Série

    Debris: “Novo Arquivo X” recebe encomenda de 1ª temporada

    29 de junho de 2020 /

    A rede NBC encomendou sua primeira série nova para a temporada de 2021. Trata-se da sci-fi “Debris”, descrita como um novo “Arquivo X” pelos produtores. Desenvolvida por J.H Wyman., produtor-roteirista de “Fringe” e criador de “Amost Human”, a série acompanha dois agentes de sexos, raças, continentes e mentalidades diferentes, que devem trabalhar juntos para investigar se os destroços de uma espaçonave alienígena destruída causam efeitos misteriosos na humanidade. Os atores Jonathan Tucker (“Westworld”) e Riann Steele (“The Magicians”) vivem os protagonistas. “Debris” foi uma das poucas séries que conseguiu gravar piloto (quase completo) antes da suspensão das produções devido à pandemia de covid-19. Por conta disso, o anúncio da produção foi acompanhado de uma foto dos atores em seus papéis (veja acima). O piloto acabou finalizado com auxílio de efeitos visuais e agradou a NBC, que autorizou a produção de uma 1ª temporada, transformando “Debris” na primeira série nova do canal desde o começo da pandemia.

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  • Etc,  Filme

    Carol Duarte e Democracia em Vertigem vencem Prêmio Platino

    29 de junho de 2020 /

    O cinema brasileiro somou novas conquistas e reconhecimento internacional na 7ª edição dos Prêmios Platino de Cinema Ibero-americano. Entre os premiados, que foram anunciadas nesta segunda-feira (29/6) pela organização do evento no YouTube, destacaram-se Carol Duarte, vencedora do troféu de Melhor Atriz por “A Vida Invisível”, de Karim Aïnouz, e o filme “Democracia em Vertigem”, de Petra Costa, o Melhor Documentário Ibero-Americano do ano. A 7ª edição dos Prêmios Platino deveria ter sido a terceira consecutiva a acontecer no Teatro Gran Tlachco de Xcaret, na Riviera Maya, no México. Entretanto, devido à pandemia do novo coronavírus, a cerimônia de gala acabou realizada de forma virtual – com apresentação do mexicano Omar Chaparro e da colombiana Majida Issa. A lista de premiados acabou consagrando o filme “Dor e Glória”, de Pedro Almodóvar, e a série “La Casa de Papel”, ambas produções espanholas. “Dor e Glória” venceu 6 troféus, como Melhor Filme, Direção, Roteiro, Ator (Antonio Banderas), Música Original e Edição. Quase tantos prêmios quanto os 7 troféus da cerimônia do Goya, premiação da Academia Espanhola de Artes Cinematográficas. Por sua vez, “La Casa de Papel”, da Netflix, arrebatou as categorias de Melhor Série, Melhor Ator em Série (Álvaro Morte) e Melhor Atriz Coadjuvante em Série (Alba Flores). Os Prêmios Platino são promovido pela Entidad de Gestión de Derechos de los Productores Audiovisuales (Egeda), juntamente com a Federação Ibero-Americana de Produtores Cinematográficos e Audiovisuais (Fipca), e tem como objetivo a promoção do cinema ibero-americano. Confira abaixo o vídeo da premiação e a lista completa dos premiados. Melhor Filme Ibero-Americano de Ficção: “Dor e Glória” Melhor Direção: Pedro Almodóvar (“Dor e Glória”) Melhor Interpretação Masculina: Antonio Banderas (“Dor e Glória”) Melhor Interpretação Feminina: Carol Duarte (“A Vida Invisível”) Melhor Música Original: Alberto Iglesias (“Dor e Glória”) Melhor Filme de Animação: “Buñuel No Labirinto Das Tartarugas” Melhor Documentário: “Democracia em Vertigem” Melhor Roteiro: Pedro Almodóvar (“Dor e Glória”) Melhor Obra de Estreia de Ficção Iberoamericana: “A Camareira” Melhor Edição: Teresa Font (“Dor e Glória”) Melhor Direção de Arte: Juan Pedro de Gaspar (“Mientras Dure La Guerra”) Melhor Fotografia: Jasper Wolf (“Monos”) Melhor Direção de Som: Lena Esquenazi (“Monos”) Premio Platino de Cinema e Educação de Valores: “O Despertar das Formigas” Melhor Série Íbero-Americana: “La Casa de Papel” Melhor Interpretação Masculina em Série: Álvaro Morte (“La Casa de Papel”) Melhor Interpretação Feminina em Série: Cecilia Suárez (“La Casa de Las Flores”) Melhor Interpretação Coadjuvante Masculina em Série: Gerardo Romano (“El Marginal III”) Melhor Interpretação Coadjuvante Feminina em Série: Alba Flores (“La Casa de Papel”)

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  • Filme

    Documentário sobre Walter Mercado, o astrólogo do “Ligue Djá”, ganha trailer

    29 de junho de 2020 /

    A Netflix divulgou dois pôsteres e o trailer do documentário “Mucho Mucho Amor: The Legend of Walter Mercado”, sobre o mais famoso astrólogo latino de todos os tempos. O título original se refere ao bordão pelo qual Mercado ficou conhecido em seus programas de televisão. Mas no Brasil ele é mais lembrado por outra frase, que viralizou graças aos comerciais de seu serviço de teleastrologia. Frase que batiza a versão nacional do filme, “Ligue Djá: O Lendário Walter Mercado”. Mercado é até hoje reconhecido pelo visual excêntrico, com direito a capa branca e muito brilho, além de uma distinta personalidade andrógina, que combinavam para lhe conferir uma aparência mais próxima a de um roqueiro espacial da era glam que a imagem de um vendedor de mapas astrais por telefone. Exibidas desde 1970, suas participações em programas de TV o tornaram famoso e também o fizeram queridinho das celebridades, permitindo-lhe um reconhecimento maior que sua carreira anterior, como ator de telenovelas em Porto Rico, seu país natal. Com seu programa de astrologia, chegou a atingir 120 milhões de pessoas em todas as Américas. Até que ele sumiu. O documentário de Cristina Costantini e Kareem Tabsch aborda a trajetória de Mercado e conta o que motivou seu súbito desaparecimento, no auge da popularidade, com uma entrevista exclusiva, concedida pelo astrólogo pouco antes de sua morte, em 2019. O filme também conta com depoimentos de várias celebridades latinas, como o compositor americano Lin-Manuel Miranda (“Hamilton”) e o comediante mexicano Eugenio Derbez (“Não Aceitamos Devoluções”). Exibido no Festival de Sundance, “Ligue Djá: O Lendário Walter Mercado” vai chegar ao streaming na próxima semana, no dia 8 de julho.

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  • Série

    ABC desiste das Noivas de Drácula e de spin-offs de Revenge e Thirtysomething

    29 de junho de 2020 /

    Em fase de definição da programação da próxima temporada, as redes de TV dos EUA anunciaram o descarte de vários projetos. E em meio à atrações originais, a rejeição a três iniciativas derivadas de grifes estabelecidas chamou atenção na lista de cortes da rede ABC. A mais interessante seria um híbrido de sequência e reboot de “Revenge”, grande sucesso de enredo novelesco e criminal estrelada por Emily VanCamp de 2011 a 2015. A nova série deveria seguir uma jovem imigrante latina que chega a Malibu para se vingar de uma dinastia farmacêutica responsável pelo “assassinato de sua mãe bioquímica, a destruição de sua família e uma epidemia global”. O projeto pretendia incluir um dos “personagens favoritos” de “Revenge”: o magnata tecnológico Nolan, vivido por Gabriel Mann, que serviria de mentor para a vingança da jovem. O criador da série original, Mike Kelley, atuaria como produtor executivo na sequência, desenvolvida por Joe Fazzio, que escreveu e produziu vários episódios de “Revenge”. O outro piloto abandonado pela ABC pretendia resgatar “Thirtysomething”, que funcionaria como uma continuação direta do drama de 1987, com participação de vários integrantes do elenco original, ao lado de uma nova geração de trintões, entre eles Chris Wood e Odette Annable da série “Supergirl”. O projeto estava sendo desenvolvido pelos criadores da série dos anos 1980, Marshall Herskovitz e Ed Zwick. Por fim, a ABC interrompeu o desenvolvimento de “The Brides”, sobre as três “Noivas de Drácula”, que pretendia dar uma abordagem de empoderamento feminino para a mitologia vampírica. A série mostraria que as noivas – criadas por Bram Stoker em seu livro clássico de 1897 – não foram exterminadas por Van Helsing e ainda existem nos dias atuais. Desenvolvida por Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale”, “O Mundo Sombrio de Sabrina” e “Katy Keene”, a produção chegou a escalar Gina Torres (“Suits”), Erin Richards (“Gotham”) e Katherine Reis (“Unbreakable Kimmy Schmidt”) como as protagonistas. A diferença de “The Brides” para os outros dois projetos é que a ABC não detém direitos sobre seus personagens e seu piloto ainda pode ressuscitar em outro canal ou plataforma de streaming.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Linda Cristal (1931 – 2020)

    29 de junho de 2020 /

    A atriz Linda Cristal, que estrelou a série clássica “Chaparral”, morreu em sua casa em Beverly Hills, Los Angeles, na noite de sábado (27/6), enquanto dormia. Ela tinha 89 anos. Nascida em Buenos Aires, na Argentina, com o nome de Marta Victoria Moya Peggo Burges, ela ficou órfã aos 13 anos após o suicídio dos pais e só virou atriz por acaso, ao ser descoberta por um produtor enquanto passava as férias com o irmão no México. Ela virou Linda Cristal aos 21 anos, ao começar a carreira em pequenos papéis (metade não creditada) em seis filmes locais. Capaz de falar quatro línguas (espanhol, italiano, francês e inglês), chamou atenção de Hollywood e foi fazer sua estreia nos EUA no western “Comanche” (1956), como interesse romântico do protagonista Dana Andrews. Ela se especializou no papel de latina sedutora de westerns, aparecendo ainda em “Cavalgada para o Inferno” (1958), com Jock Mahoney, “O Terror do Oeste” (1958), com Hugh O’Brian, “O Álamo” (1960), com John Wayne, e “Terra Bruta” (1961), com James Stewart (dirigido pelo mestre do gênero, John Ford). Mas foi uma comédia que lhe deu reconhecimento. Linda foi indicada ao Globo de Ouro como coadjuvante em “De Folga para Amar” (1958), de Blake Edwards, vivendo uma estrela de cinema que aceita passar um fim de semana em Paris com um soldado sorteado (Tony Curtis) numa loteria para levantar a moral das tropas. Após as filmagens, ela ficou pela Europa e foi alçada a protagonista em produções italianas. Fez três filmes na Itália, chegando a encarnar duas rainhas do Egito: ninguém menos que Cleópatra em “As Legiões de César” (1959) e a ambiciosa Akis em “A Mulher do Faraó” (1960). O terceiro longa foi a aventura de piratas sarracenos “As Verdes Bandeiras de Allah” (1963). Ao voltar aos EUA, começou a fazer séries, como “Viagem ao Fundo do Mar” e “Cavalo de Ferro”, até ser escalada para seu papel mais lembrado em 1967, como Victoria Cannon, a latina rebelde que se torna dona do rancho Chaparral ao se casar com Big John Cannon (Leif Erickson), um ruralista disposto a prosperar com criação de gado em terras indígenas – o que rende muitos conflitos. Rendeu também a consagração para a atriz, indicada a dois Emmys e vencedora do Globo de Ouro pelo papel em 1970. A série durou quatro temporadas, até 1971, mas teve uma longa sobrevida em reprises. Seus créditos subsequentes incluem o thriller de ação “Desafiando o Assassino” (1974), com Charles Bronson, e aparições nas séries “Bonanza”, “Os Novos Centuriões”, “Barnaby Jones”, “O Barco do Amor” e “A Ilha da Fantasia”, além de um longa participação na novela “Hospital General” em 1988, seu último trabalho. Graças a bons investimentos imobiliários, ela teve uma vida próspera após se aposentar das telas.

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    Reencontro de Curtindo a Vida Adoidado revela bastidores do clássico dos anos 1980

    29 de junho de 2020 /

    O elenco da clássica Sessão da Tarde “Curtindo a Vida Adoidado” (Ferris Bueller’s Day Off, 1986) realizou um reencontro virtual neste domingo (28/6), dentro da série de reuniões de filmes icônicos organizadas pelo ator Josh Gad em seu programa “Reunited Apart”, no YouTube. Conversando por videoconferência, os protagonistas Matthew Broderick (o eterno Ferris Bueller), Alan Ruck (Cameron Frye) e Mia Sara (Sloane Peterson) voltaram a se juntar para um bate-papo sobre o filme de John Hughes, que marcou época. Além do trio principal, ainda participaram Jennifer Grey (Jeanie, a irmã de Ferris), Cindy Pickett, Lyman Ward (os pais de Ferris) e até Ben Stein (o professor de matemática do jovem). Os atores contaram histórias de bastidores, reencenaram algumas das cenas antológicas, responderam perguntas de um fã famoso (o ator Jake Gyllenhaal) e especialmente prestaram uma tocante homenagem ao diretor e roteirista John Hughes. Entusiasmada pelo reencontro, Jennifer Grey também postou fotos inéditas dos bastidores do filme. Uma delas poderia ter rendido uma continuação do filme. Já imaginaram Jenie e Slone se beijando? Veja abaixo. Com uma premissa simples, “Curtindo a Vida Adoidado” acompanhava Ferris Bueller, um jovem que arma um esquema elaborado para passar um dia de folga da escola com sua namorada e seu melhor amigo. A mentira de sua suposta doença escala a ponto de uma campanha por sua vida ser criada, enquanto ele é perseguido pelo diretor da escola disposto a desmascará-lo. Aproveite e relembre o trailer. Ver essa foto no Instagram “life moves pretty fast. if you don’t stop and look around once in a while, you could miss it.” ⏳#bonushints #my📸 #privatestash #johnhughes #alanruck #matthewbroderick #richardedson @miasarawrites #miasara #takfujimoto #ferrisbuellersdayoff #slowdown #lifemovesprettyfast #simplertimes #80’s #paulabscal #eddievilla Uma publicação compartilhada por Jennifer Grey (@jennifer_grey) em 27 de Jun, 2020 às 10:30 PDT

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  • Etc,  Série

    Vídeo beneficente faz crossover entre as séries Fleabag e Normal People

    29 de junho de 2020 /

    O ator Andrew Scott voltou a viver o Padre da série “Fleabag”, da Amazon, em um crossover beneficente com outra série de uma plataforma diferente de streaming. Em vídeo produzido para arrecadar fundos para a luta contra a covid-19 na Irlanda, o Padre ressurge nas telas para ouvir as confissões de Marianne Sheridan (Daisy Edgar-Jones) e Connell Waldron (Paul Mescal), protagonistas de “Normal People”. O vídeo foi gravado de forma a seguir as regras de trabalho sob a pandemia de covid-19. Cada ator gravou sua parte respeitando o distanciamento social, via uso inteligente da cabine confessional para mantê-los separados. O crossover foi uma produção do canal irlandês RTE One e acabou veiculado também na plataforma Hulu, que exibe “Normal People” nos EUA. Além do vídeo, Paul Mescal ainda registrou fotos do encontro inusitado em seu Instagram, assinalando o envolvimento de outros integrantes da equipe de “Normal People” na produção do esquete. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram Well this happened! @daisyedgarjones and Andrew are absolute legends. In the hands of Lenny and @suziecine, what is life ❤️. Thank you to element and @emeraoshea. Please, please please donate x Uma publicação compartilhada por Paul Mescal (@paul.mescal) em 26 de Jun, 2020 às 2:41 PDT

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  • Filme,  Música

    Respect: Jennifer Hudson é Aretha Franklin em novo teaser da cinebiografia

    29 de junho de 2020 /

    A MGM divulgou um novo pôster e o segundo teaser de “Respect”, cinebiografia da cantora Aretha Franklin (1942 – 2018). A prévia insere pequenos trechos do filme entre uma performance de Jennifer Hudson cantando a música que dá título à produção. Hudson já ganhou um Oscar ao viver uma cantora no cinema, no filme “Dreamgirls” (2006). Os breves vislumbres de cenas apontam que “Respect” é ambientado entre nos anos 1960 e 1970, período em que Aretha se consagra como uma das maiores artistas dos EUA, cantando clássicos imortais como “I Say a Little Prayer”, “Think”, “(You Make Me Feel Like) A Natural Woman” e a faixa-título, além de viver um conturbado relacionamento com seu então marido Ted White. A equipe criativa é estreante no cinema. O roteiro foi escrito por Tracey Scott Wilson, da série “The Americans” e da recente telebiografia “Fosse/Verdon”, enquanto a direção está a cargo de Liesl Tommy, que anteriormente comandou episódios de “The Walking Dead”, “Jessica Jones” e “Mrs. Fletcher”. Por outro lado, a produção é comandada por Scott Bernstein, que recentemente fez outra cinebiografia musical de sucesso, “Straight Outta Compton” (2015), e pelo produtor musical Harvey Mason Jr., que trabalhou com Franklin e também no filme “Dreamgirls”, que consagrou Hudson. Além de Hudson, o elenco ainda destaca Forest Whitaker (“Pantera Negra”), Tate Donovan (“Rocketman”), Leroy McClain (“A Maravilhosa Sra. Meisel”), Marlon Wayans (“Seis Vezes Confusão”), Marc Maron (“GLOW”), Tituss Burgess (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Audra McDonald (“The Good Fight”) e a cantora Mary J. Blige (“Mudbound”). A estreia está marcada para o Natal nos EUA e apenas em fevereiro de 2021 no Brasil.

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