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    Shang-Chi: Nova produção da Marvel deve retomar filmagens no fim do mês

    1 de julho de 2020 /

    A produção de “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings”, novo filme da Marvel, deve ser retomada no final deste mês. O longa do herói asiático, também conhecido como Mestre do Kung-Fu, é uma das produções que recebeu sinal verde para voltar a ser filmada em Sydney, na Austrália. As filmagens originais foram interrompidas logo no começo da produção no país, em março, quando o diretor Destin Daniel Cretton (“Luta por Justiça”) decidiu entrar em quarentena por suspeita de ter contraído covid-19. Ele não manifestou sintomas da doença. Segundo apurou o site Deadline, a Marvel está dando “passos cuidadosos” para retomar as filmagens. “Shang-Chi” será o segundo filme da Disney a retomar os trabalhos depois da paralisação causada pela pandemia de coronavírus em toda a indústria cinematográfica. Há poucos dias, “Avatar 2” recomeçou suas filmagens na Nova Zelândia. Assim como aconteceu com “Avatar 2”, o elenco e a equipe de “Shang-Chi” passarão por um período de duas semanas de quarentena ao desembarcarem na Austrália para as filmagens. A produção é estrelada pelo ator canadense Simu Liu (da série “Kim’s Convenience”) como o herói do título, e o elenco também conta com Awkwafina (“A Despedida”) e o astro de filmes de ação Tony Leung (“O Grande Mestre”).

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    Netflix renova Eu Nunca… para 2ª temporada

    1 de julho de 2020 /

    A Netflix anuncia a renovação de “Eu Nunca…” (Never Have I Ever) para a 2ª temporada. A nova série de comédia criada por Mindy Kaling (“Project Mindy”) foi lançada em abril passado e recebeu a confirmação de novos episódios nesta quarta (1/7) nas redes sociais da plataforma. Veja abaixo. “Eu Nunca…” é baseada na juventude da comediante e acompanha uma adolescente que precisa lidar com os problemas típicos de toda estudante de high school americana, com os hormônios à flor da pele, com a ansiedade de se enturmar com a turma “cool” e perder a virgindade, e com a pressão extra por pertencer a uma família tradicional indiana. A protagonista Devi é vivida pela estreante Maitreyi Ramakrishnan e o elenco também destaca a tunisiana Poorna Jagannathan (“Messiah”), Ramona Young (“Legends of Tomorrow”), Benjamin Norris (“WTF!”), Adam Shapiro (“Sense8”), Martin Martinez (“Fugitivos da Marvel”), Christina Kartchner (“CollegeHumor Originals”) e Angela Kinsey (“The Office”). Ainda não há previsão para a estreia da 2ª temporada. Esse vídeo é uma homenagem pra todo mundo que cortou a própria franja nos últimos meses e quem amou Eu Nunca… A segunda temporada esta confirmadíssima ❤️ pic.twitter.com/bOvA2f4txV — netflixbrasil (@NetflixBrasil) July 1, 2020 Never Have I Ever has been renewed for Season 2! But that's not the only thing @ramakrishnannn wound up telling her co-stars… pic.twitter.com/vGWY06VLBu — Netflix (@netflix) July 1, 2020

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    Jason Momoa vai estrelar o filme live-action de Frosty, o Boneco de Neve

    1 de julho de 2020 /

    O ator Jason Momoa, que vive Aquaman no universo cinematográfico da DC Comics, vai trocar os Sete Mares por uma fria, ou melhor, pelo papel do boneco de neve Frosty. Ele vai estrelar a versão live-action do personagem. A princípio, o filme infantil da Warner será uma produção híbrida, combinando atores reais e um Frosty animado por computação gráfica. Momoa seria responsável por dublar o protagonista. Frosty foi criado pelos compositores Walter “Jack” Rollins e Steve Nelson para uma canção de Natal gravada pelo cowboy-cantor Gene Autry em 1950. A música fez tanto sucesso que inspirou a criação de um especial animado em 1969, “Frosty: O Boneco de Neve”, produzido e dirigido pelos célebres animadores Arthur Rankin Jr. e Jules Bass. Com grande audiência, o desenho ganhou várias sequências e spin-offs, além de diversas apropriações. O roteiro da nova adaptação está a cargo de David Berenbaum, que já assinou uma comédia bem-sucedida com personagem infantil passada no período de Natal, “Um Duende em Nova York” (2003). Momoa também será um dos produtores, ao lado de Geoff Johns (o criador de “Stargirl”) e da dupla Jon Berg e Greg Silverman, da Stampede Ventures. No anúncio do projeto, Silverman buscou demonstrar que Momoa foi escolhido por ser uma representação ambulante do espírito natalino. “A gente sabe que Jason é um verdadeiro ser humano cheio de amor, compaixão e uma profunda conexão com ohana [família, em havaiano] — tudo isso é o espírito do Natal e do Frosty”, o produtor disse em comunicado. Ainda não há cronograma de filmagem nem previsão de estreia para o novo “Frosty”.

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    Beavis e Butt-Head vai voltar em mais duas temporadas inéditas

    1 de julho de 2020 /

    A antiga série animada da MTV “Beavis e Butt-Head” ganhará novos episódios, agora no canal pago Comedy Central. Pelo contrato firmado, além do retorno da série para mais duas temporadas, “Beavis e Butt-Head” também deve ganhar spin-offs e especiais. A produção ficará a cargo do criador da atração, Mike Judd, que estará de volta para escrever e dublar seus personagens famosos. “Estamos entusiasmados por trabalhar novamente com Mike Judge e a grande equipe da 3 Arts, ao ampliar a animação para adultos no Comedy Central”, disse em comunicado Chris McCarthy, responsável pela área de entretenimento para jovens da ViacomCBS. O Comedy Central é um dos canais da ViacomCBS, que também abriga a MTV. Como a política do conglomerado inclina-se no momento em favor de maior sinergia e resgate de franquias originais, “Beavis e Butt-Head” vai se tornar o segundo projeto animado baseado em criações clássicas da MTV no Comedy Central. A série “Jodie”, spin-off de “Daria”, também será lançada em breve no canal. O detalhe curioso é que “Daria” nasceu como um spin-off de “Beavis e Butt-Head”. Lançado em 1993, “Beavis e Butt-Head” teve grande impacto na cultura pop, ao trazer dois adolescentes roqueiros comentando clipes de bandas da época. A série durou sete temporadas e foi exibida até 1997 na MTV. A série saiu do ar quando o consumo de clipes começou a declinar. Mas voltou para uma temporada adicional no final de 2011, buscando se reinventar. Além disso, ganhou um filme, “Beavis e Butt-Head Detonam a América” (1996). A data do revival – também conhecido como 9ª temporada – do desenho animado ainda não foi definida.

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    Danny Hicks (1951 – 2020)

    1 de julho de 2020 /

    O ator Danny Hicks, conhecido por seu papel no clássico de terror “Uma Noite Alucinante” (Evil Dead 2), morreu na terça (30/6) após uma breve luta contra o câncer. Hicks nasceu em Pontiac, Michigan, em 19 de julho de 1951. Mas sua história no cinema começa em 1987, quando foi escalado pelo diretor Sam Raimi para viver o guia caipira Jake, que com sua parceira Bobby Jo (Kassie Wesley) ajuda um casal (Sarah Berry e Richard Domeier) a chegar na cabana da família em meio à mata, após as pontes da região caírem. Mal sabiam eles que uma entidade sobrenatural estava por trás do isolamento da região, e que a cabana era palco de uma luta infernal entre Ash Williams (Bruce Campbell) e os demônios que queriam possuí-lo. “Uma Noite Alucinante” tornou-se cultuadíssimo e rendeu a Hicks uma carreira em filmes de terror (em contraste, sua parceira no filme virou atriz de novelas). Entre os exemplares mais célebres do gênero em sua filmografia estão “Maniac Cop: O Exterminador” (1988), “Violência e Terror” (1989), “O Mestre dos Desejos” (1997) e “2001 Maníacos” (2005). Ele nunca virou protagonista e logo os pequenos papéis também se tornaram raros. Mas Sam Raimi nunca o esqueceu, escalando-o em três filmes que rodou depois de lançá-lo como ator. Hicks pode ser visto em “Darkman: Vingança sem Rosto” (1990) e brevemente em “Homem-Aranha 2” (2004), como passageiro de trem, e “Oz: Mágico e Poderoso” (2013), como um dos cidadãos da Cidade das Esmeraldas. Além disso, também participou do terrir “Meu Nome É Bruce” (2007), estrelado por seu parceiro de “Uma Noite Alucinante”, em que Bruce Campbell vive uma versão de si mesmo como… matador de demônios. “Eu tenho que te dizer, com certeza eu tive um monte de vida nos meus 68 anos”, escreveu Hicks há um mês, ao anunciar nas redes sociais que seu câncer era terminal.

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    Apple vai produzir próximo filme de Will Smith

    1 de julho de 2020 /

    A Apple entrou na disputa e superou a concorrência para produzir o próximo filme de Will Smith (“Bad Boys para Sempre”), com o objetivo de lançá-lo em seu serviço de streaming. O projeto foi apresentado na semana passada no mercado virtual de Cannes e, segundo o site da Variety, recebeu ofertas da Warner, MGM, Lionsgate e Universal. Chamado de “Emancipation”, o filme é baseado na história real do escravo Peter, que ficou famoso no século 19 após fugir de seu “dono” e torturador e posar para uma foto expondo as cicatrizes de crueldade nas suas costas – marcas de um chicoteamento que quase o matou. A foto se tornou conhecida como “Scourged Back” e “viralizou” após ser publicada em uma série de veículos de imprensa em 1863, criando um impacto similar ao do assassinato de George Floyd em sua época. Estudiosos apontam a foto como uma das influências do crescimento do movimento abolicionista, que levou ao fim da escravidão nos EUA. De fato, pouco depois de sua publicação, países europeus anunciaram que deixariam de comprar algodão dos estados do sul dos EUA, onde a escravidão ainda era praticada. Apesar de todo este contexto histórico, “Emancipation” está sendo descrito por seus produtores como um “thriller de ação” focado na fuga de Peter de seus captores. ´ A direção está a cargo de Antoine Fuqua (“Dia de Treinamento”, “O Protetor”). Smith também será um dos produtores do projeto, que deve ser filmado apenas em 2021. Veja abaixo a foto real do escravo Peter.

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    Mahershala Ali viverá lendário campeão de boxe

    1 de julho de 2020 /

    O ator Mahershala Ali, vencedor do Oscar por “Moonlight” e “Green Book”, interpretará o pugilista Jack Johnson, que em 1908 se tornou o primeiro boxeador negro campeão mundial dos pesos-pesados, em uma nova minissérie da HBO. Com seis episódios, a minissérie vai se chamar “Unruly” (indisciplinado) e está sendo apresentada como um relato sem filtros sobre a vida de Johnson no começo do século 20. Mahershala Ali já havia interpretado uma versão do personagem na produção teatral de “A Grande Esperança Branca”, em 2000. O papel, porém, é mais lembrado na interpretação do veterano James Earl Jones, que venceu o Tony Award de Melhor Ator pela peça em 1969, além de ter estrelado a adaptação cinematográfica de 1970. A diferença da minissérie é que, ao contrário de “A Grande Esperança Branca”, do dramaturgo Howard Sackler, que mudou detalhes da história (como o nome do boxeador), desta vez a trama será baseada em fatos reais, refletindo o documentário “Unforgivable Blackness: The Rise and Fall of Jack Johnson”, produzido e dirigido por Ken Burns, além do livro homônimo de Geoffrey C. Ward. O roteiro está a cargo de Dominique Morisseau (“Shameless”), que também vai dividir a produção com o próprio Ali, o ator Tom Hanks e o produtor Gary Goetzman (“Mamma Mia!”) pela Playtone, e Ken Burns, Mimi Valdés e Amatus Karim Ali pela Florentine Films. Não há previsão de estreia.

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    Academia convida 819 novos membros para votar no Oscar, incluindo seis brasileiros

    1 de julho de 2020 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA divulgou nesta terça-feira (30/6) uma lista com 819 novos membros que integrarão a entidade, responsável pela premiação do Oscar. Dando sequência a seu empenho de aumentar a diversidade, a lista tem integrantes de 68 nacionalidades, inclusive do Brasil. Os novos representantes nacionais são Mariana Oliva e Tiago Pavan, produtores do documentário “Democracia em Vertigem”, que foi indicado ao Oscar 2020. A diretora do filme, Petra Costa, já faz parte da Academia desde 2018. Outros representantes do cinema brasileiro que ganham direito a voto são o animador Otto Guerra (“A Cidade dos Piratas”), a montadora Cristina Amaral (“Um Filme de Verão”) e os documentaristas Julia Bacha (“Naila and the Uprising” e “Budrus”) e Vincent Carelli (“Martírio” e “Corumbiara”). Entre os 819 novos votantes, 49% vem do exterior dos EUA, 45% são mulheres e 36% não são brancos – ou, na definição da Academia, pertencem a “comunidades étnicas que eram pouco representadas”. Destaque da lista, toda a equipe principal do filme sul-coreano “Parasita”, grande vencedor do Oscar 2020, do elenco à produção, foi convidada para integrar a Academia. Além deles, a mexicana Yalitza Aparicio, que protagonizou “Roma”, a chinesa Zhao Tao (“Amor até as Cinzas”), o chinês Tzi Ma e suas colegas americanas Awkwafina e a diretora Lulu Wang, que brilharam juntos no filme “A Despedida” (The Farewell), a atriz de origem nigeriana Cynthia Erivo (“Harriet”), o sudanês Alexander Siddig (“Submersão”), a cubana Ana de Armas (“Blade Runner 2049”), Eva Longoria (“Dora e a Cidade Perdida”), James Saito (“Meu Eterno Talvez”), Constance Wu (“As Golpistas), John David Washington (“Infiltrado na Klan”), Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”), Rob Morgan (“Luta por Justiça”), Niecy Nash (“Pequena Grande Vida”), Teyonah Parris (“Se a Rua Beale Falasse”), Lakeith Stanfield (“Entre Facas e Segredos”), Zendaya (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) e Zazie Beetz (“Coringa”) são alguns dos atores representantes de minorias que passarão a eleger os melhores do cinema. Na relação de atores brancos, destacam-se a estrela e diretora Olivia Wilde (“Fora de Série”), Mackenzie Davis (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), Natasha Lyonne (“American Pie”), o australiano Ben Mendelsohn (“Capitã Marvel”), o inglês George MacKay (“1917”), a inglesa Florence Pugh (“Pequenas Mulheres”), a francesa Adèle Haenel (“Retrato de uma Jovem em Chamas”) e o alemão Udo Kier, visto mais recentemente no filme brasileiro “Bacurau”. Já a eclética listagem de diretores abrange nomes do novo terror, como Ari Aster (“Midsommar”) e Robert Eggers (“O Farol”), novatos franceses, como Ladj Ly (“Os Miseráveis”) e Mati Diop (“Atlantique”), e veteranos ingleses, como Terence Davies (“Vozes Distantes”) e Wash Westmoreland (“Colette”).

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    J.K. Rowling apaga elogio a Stephen King após escritor defender mulheres trans

    30 de junho de 2020 /

    J.K. Rowling se envolveu em uma nova polêmica no Twitter. Desta vez, não pelo que escreveu, mas pelo que apagou. E ainda envolveu seu colega escritor Stephen King na confusão. Tudo começou quando a autora de “Harry Potter” publicou uma frase sobre direitos de mulheres, que foi retuitada pelo autor de “It – A Coisa” no domingo (28/6). O post de Rowling compartilhado por King dizia: “Andrea Dworkin escreveu: ‘Homens geralmente reagem às palavras das mulheres – faladas ou escritas – como se fossem atos de violência; às vezes homens reagem às palavras das mulheres com violência’. Não é odioso para mulheres falar sobre suas próprias experiências, e elas não merecem ser punidas por fazerem isso”. Após perceber que seu post tinha sido retuitado, Rowling escreveu um elogio ao escritor. “Eu sempre reverenciei Stephen King, mas hoje meu amor atingiu – talvez não o nível de Annie Wilkes [personagem de ‘Louca Obsessão’] – mas novos níveis. É tão mais fácil para homens ignorarem questões femininas ou diminuí-las, mas não vou esquecer os homens que se posicionaram quando não era preciso. Obrigada, Stephen”. Só que mais adiante o escritor respondeu a um fã preocupado com seu apoio à Rowling que o comentário também abrangia mulheres transexuais. “Sim. Mulheres trans são mulheres”. Foi o que bastou para Rowling retirar o elogio feito, apagando seu post sobre King. Além de ter apagado o tuíte, Rowling também parou de seguir King na rede social. Seu ódio parece ter atingido – talvez não o nível de Annie Wilkes – mas novos níveis. Transfóbica assumida, J.K. Rowling tem se isolado na comunidade literária e colocado o futuro de suas franquias infantis, “Harry Potter” e “Animais Fantásticos”, em risco devido ao acirramento de sua postura intolerante. O preconceito da escritora começou a ficar claro para o público quando a escritora decidiu se manifestar contra os direitos transexuais em dezembro passado, ao defender uma mulher demitida por tuitar que as pessoas não podiam alterar seu sexo biológico. Naquele momento, ela se posicionou contra uma legislação do Reino Unido que permitiria que as pessoas trans pudessem assumir suas identidades sociais. Os ataques foram retomados no começo de junho (em 6/6) com ironias contra “pessoas que menstruam”, que não seriam mulheres, e subiram de tom na publicação de um texto longo em seu site pessoal, em que Rowling assumiu ser contra o “ativismo trans”, que, segundo sua interpretação, colocaria mulheres em perigo. “Eu me recuso a me curvar a um movimento que eu acredito estar causando um dano demonstrável ao tentar erodir a ‘mulher’ como uma classe política e biológica e oferecer cobertura a predadores como poucos antes dele”, ela escreveu. “Quando você abre as portas dos banheiros e dos vestiários para qualquer homem que acredite ser ou se sinta mulher – e, como já disse, os certificados de confirmação de gênero agora podem ser concedidos sem a necessidade de cirurgia ou hormônios -, você abre a porta a todo e qualquer homem que deseje entrar. Essa é a verdade simples”, disse a autora. “A atual explosão do ativismo trans está exigindo a remoção de quase todos os sistemas robustos pelos quais os candidatos à reatribuição sexual eram obrigados a passar. Um homem que não pretendia fazer cirurgia e não tomar hormônios pode agora obter um certificado de reconhecimento de gênero e ser uma mulher à vista da lei. Muitas pessoas não estão cientes disso”, completou a escritora. A posição de Rowling foi criticada pelos três astros dos filmes de “Harry Potter”, Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint, bem como pelo protagonista do prólogo “Animais Fantásticos”, Eddie Redmayne. E levou a atriz Nicole Maines, estrela de “Supergirl” que vive a primeira super-heroína transexual da TV, a se expressar num depoimento pessoal sobre o tema, publicado na revista Variety. Além disso, quatro escritores LGBTQIA+ abandonam agência literária de Rowling em protesto, enquanto funcionários da Hachette, editora de seus livros, estão se recusando a trabalhar com seu novo livro, “O Ickabog”.

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    Curb Your Enthusiasm é renovada para 11ª temporada

    30 de junho de 2020 /

    A HBO anunciou a renovação da série de comédia “Curb Your Enthusiasm” para a sua 11ª temporada. O anúncio contou com um comentário do protagonista e criador da série, o comediante Larry David, que brincou nas redes sociais: “Acreditem, estou tão triste com isso quanto vocês. Um dia espero que a HBO tenha noção e me dê o cancelamento que tanto mereço”. Cultuadíssima, a série acompanha Larry David no papel de si mesmo, vivendo as misérias e fatos sem sentido de sua vida cotidiana. Co-criador da série “Seinfeld”, David chegou a se cansar da atração e deixá-la cinco anos fora do ar, enquanto tentava fazer outros projetos que não tiveram repercussão. O grande hiato aconteceu entre a 7ª e 8ª temporada, mas não foi o único. A 10ª e mais recente temporada só foi ao ar em janeiro passado, dois anos após o final da 9ª temporada. Com o anúncio da renovação, a expectativa é que Larry David não fique tanto tempo sem manifestar seu divertido mau humor na HBO. Mas não há previsão de estreia para os próximos capítulos da série. #CurbYourEnthusiasm has been renewed for an eleventh season! “Believe me, I’m as upset about this as you are. One day I can only hope that HBO will come to their senses and grant me the cancellation I so richly deserve.” –Larry David pic.twitter.com/oxqf3XzEzK — HBO (@HBO) June 30, 2020

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    Netflix renova Ozark para 4ª e última temporada

    30 de junho de 2020 /

    A Netflix anunciou a renovação de “Ozark”, série criminal estrelada e dirigida por Jason Bateman, para sua 4ª temporada. E no mesmo comunicado cancelou a atração, avisando que a 4ª temporada também será a última. Criada por Bill Dubuque (roteirista de “O Contador”) e Mark Williams (diretor de “Um Homem de Família”), “Ozark” acompanha a família formada pelo contador Marty (Jason Bateman, de “Arrested Development”), sua mulher (Laura Linney, de “Sully: O Herói do Rio Hudson”) e seus filhos, que se mudam para uma região remota dos Estados Unidos quando ele se envolve com um cartel do narcotráfico mexicano. O elenco também inclui Skylar Gaertner (o jovem Matt Murdock de “O Demolidor”) e Sofia Hublitz (série “Louie”) como os filhos do casal, além de Julia Garner (“The Americans”) como uma criminosa local que se associa a Marty. A atração vem recebendo grande reconhecimento da crítica e da indústria televisiva, tendo rendido Emmys para Julia Garner (Melhor Atriz Coadjuvante) e Jason Bateman (Melhor Diretor) no ano passado. Além disso, cada temporada tem atingido maior aprovação no site Rotten Tomatoes, site que transforma em notas a opinião de críticos de língua inglesa. Enquanto o primeiro ano recebeu 68% de críticas favoráveis, o segundo chegou a 71%. O mais impressionante, porém, aconteceu durante a 3ª temporada, disponibilizada em março, que se tornou quase uma unanimidade com 97% de comentários positivos. A plataforma também anunciou que a 4ª e última temporada será maior, com um total de 14 episódios. As três primeiras tiveram 10 capítulos cada. O aumento na quantidade de episódios sugere que a season finale será dividida em duas partes, mas isto ainda não foi oficializado. Veja abaixo o anúncio da Netflix. They're going to go out with a bang. Ozark will be back with an expanded 14-episode final season. pic.twitter.com/otIoUeTXyH — Netflix (@netflix) June 30, 2020

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    Cursed: Fantasia medieval estrelada por Katherine Langford ganha trailer legendado

    30 de junho de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer completo legendado de “Cursed: A Lenda do Lago”, série de fantasia medieval criada por Frank Miller (o autor dos quadrinhos de “300”, “Cavaleiro das Trevas” e “Sin City”) sobre a lenda do Rei Arthur. A prévia propõe uma revisão completa da história conhecida, mostrando Nimue como a portadora e não apenas guardião da espada mágica Excalibur, e sua missão para encontrar Merlin e salvar a magia. Na série, Arthur é um jovem mercenário que se une a Nimue em sua busca para encontrar Merlin e entregar a antiga espada encantada. Ao longo da jornada, eles se tornam símbolos de coragem e rebelião contra os terríveis paladinos vermelhos do Rei Uther. Baseada no romance ilustrado homônimo, de autoria de Miller e Tom Wheeler (roteirista da animação “O Gato de Botas”), “Cursed” traz Katherine Langford (a Hannah de “13 Reasons Why”) no papel de Nimue, Gustaf Skarsgård (o Floki de “Vikings”) como o mago Merlin e Devon Terrell (Barack Obama no drama indie “Barry”) na pele de Arthur. O elenco também inclui Daniel Sharman (“The Originals”), Peter Mullan (“Westworld”), Sebastian Armesto (“Amor e Tulipas”), Billy Jenkins (“Humans”), Lily Newmark (“Han Solo”) e Catherine Walker (“Versailles”). Com 10 episódios, a 1ª temporada vai estrear em 17 de julho.

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    Johnny Mandel (1925 – 2020)

    30 de junho de 2020 /

    O compositor e arranjador americano Johnny Mandel, que criou “Suicide Is Painless”, música-tema do filme e da série “M*A*S*H”, morreu na segunda (29/6) aos 94 anos. Formado em Juilliard, Mandel trabalhou com uma longa lista de estrelas, incluindo Barbra Streisand, Tony Bennett, Count Basie, Frank Sinatra e muitos outros. Mas ganhou ainda mais projeção ao se envolver com a indústria cinematográfica. Ele iniciou sua trajetória em Hollywood como compositor da trilha de “Quero Viver!” (1958), drama do diretor Robert Wise, descrevendo-se na época como um músico de jazz. Sete anos depois, foi consagrado com o Oscar – e também o Grammy – por “The Shadow of Your Smile”, famosa música-tema de Richard Burton e Elizabeth Taylor no filme “Adeus às Ilusões” (1965), de Vincente Minnelli. Outras trilhas cinematográficas em seu extenso catálogo incluem ainda “Eu Te Verei no Inferno, Querida” (1966), indicada ao Oscar, “O Caçador de Aventuras” (1966), “À Queima-Roupa” (1967), “O Despertar Amargo” (1968), “Uma Mulher Diferente” (1969), “A Última Missão” (1973), “Muito Além do Jardim” (1979), “Clube dos Pilantras” (1980), “O Veredicto” (1982) e os clássicos da Disney “A Montanha Enfeitiçada” (1975) e “Se Eu Fosse Minha Mãe” (1976) Entre suas músicas mais famosas incluem-se “Emily”, da trilha de “Não Podes Comprar Meu Amor” (1964), que foi gravada por Frank Sinatra e Bill Evans, e “Suicide Is Painless”, tema de “M*A*S*H” (1970), que lhe rendeu nova indicação ao Grammy e um prêmio da Sociedade Americana de Compositores, Autores e Editores de Música (ASCAP).

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