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  • Série

    NeXT: Ator da Marvel enfrenta Inteligência Artificial maligna em trailer de nova série

    25 de julho de 2020 /

    A rede americana Fox divulgou um novo trailer de “NeXT”, série sci-fi tecnológica estrelada por John Slattery (Howard Stark em “Vingadores: Ultimato”) e a brasileira Fernanda Andrade (“The First”). A trama acompanha o ataque de uma Inteligência Artificial maligna. Solta no mundo, ela aprende tudo o que há de errado na humanidade e se volta contra seus criadores, usando conexões da internet, câmeras e computadores a bordo dos mais diferentes veículos para promover destruição e mortes. Apenas um magnata paranoico da indústria da informática previa que o pior podia acontecer, tornando-se a última esperança para impedir o extermínio. Fãs de sci-fi devem recordar como essa premissa remete aos clássicos “Colossus 1980” (1970) e “Geração Proteus” (1977). Criação de Manny Coto (de “24 Horas”), com produção a cargo da dupla John Requa e Glenn Ficarra (diretores de “Golpe Duplo”), “Next” também destaca em seu elenco Michael Mosley (“Ozark”), Jason Butler Harner (também de “Ozark”), Eve Harlow (“Agents of SHIELD”), Aaron Moten (“The Night Of”), Gerardo Celasco (“Battleship”), a adolescente Elizabeth Cappucino (“Jessica Jones”) e o menino Evan Whitten (“Mr. Robot”). Originalmente concebida para a midseason, quando estreiam séries de menor potencial comercial, “NeXT” teve seu lançamento adiado em consequência da pandemia de coronavírus e agora será uma das poucas novidades da temporada de outono americano, considerada a época mais nobre da programação televisiva. O primeiro episódio vai ao ar no dia 6 de outubro.

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  • Série

    Archer desperta após três anos de coma no trailer da 11ª temporada

    25 de julho de 2020 /

    O canal pago FXX divulgou o trailer da 11ª temporada de “Archer”, que marca a volta do agente secreto Sterling Archer ao mundo real, após passar as últimas temporadas em coma. Além disso, a plataforma Hulu disponibilizou um vídeo que resume tudo o que personagem passou ao longo das últimas 10 temporadas, para anunciar a disponibilização de todos os episódios em streaming – na aba FX on Hulu. Vencedora do Emmy 2016 de Melhor Série Animada, a atração deveria acabar na 10ª temporada, segundo revelou o criador Adam Reed há quatro anos. Mas Archer sobreviveu ao tiro que o deixou em coma desde o final da 7ª temporada. E após passar os últimos três anos sonhando com aventuras fantásticas, num mundo noir dos anos 1940, numa ilha tropical e até no espaço, com mercenários galáticos, o protagonista finalmente despertou e vai voltar a seu cotidiano (na verdade pouco) normal. O trailer dos novos episódios abre com a cena do final da temporada passada, em que Archer finalmente sai do coma para descobrir que as coisas mudaram consideravelmente durante o tempo em que ele passou sonhando. Entre outras mudanças, sua agência de espionagem foi reaberta com novas diretrizes rígidas, que incluem não beber no trabalho. “Archer” retorna ao FXX (o canal de humor da marca FX) em 16 de setembro com mais oito episódios inéditos.

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  • Filme

    Netflix renova O Príncipe Dragão até a 7ª temporada

    25 de julho de 2020 /

    A Netflix aproveitou a Comic-Con@Home para anunciar que a série animada “O Príncipe Dragão” foi renovada até a 7ª temporada. O mais impressionante é que a série encontra-se atualmente em seu terceiro ano, lançado em novembro passado. Além da renovação, os criadores Aaron Ehasz (roteirista de “Avatar: A Lenda de Aang”) e Justin Richmond (co-diretor do game “Uncharted 3: Drake’s Deception”) revelaram que a editora Scholastic publicará quadrinhos baseados na série, que mostrará acontecimentos que se passam logo após o final da 3ª temporada – “The Dragon Prince: Through The Moon” será publicada em 8 de outubro nos Estados Unidos. “O Príncipe Dragão” acompanha a história de dois príncipes que formam uma aliança improvável com uma elfa assassina, enviada para matá-los. Juntos, os três buscam a paz para seus reinos em guerra.

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  • Série

    Invencible: Nova série de Robert Kirkman terá oito atores de The Walking Dead

    25 de julho de 2020 /

    A nova série de Robert Kirkman, criador dos quadrinhos de “The Walking Dead”, vai reunir oito atores da versão televisiva de seu universo de zumbis. Mas o público não será capaz de reconhecer suas faces, porque “Invincible” é uma produção animada. A atração é baseada em outra publicação de quadrinhos de Kirkman – lançada como “Invencível” no Brasil – , desta vez sobre o universo dos super-heróis, e contará com intérpretes “clássicos” de “The Walking Dead” em seu elenco de dubladores: Lauren Cohan (a Maggie), Steven Yeun (Glenn), Lennie James (Morgan), Khary Payton (Ezekiel), Ross Marquand (Aaron), Sonequa Martin-Green (Sasha), Michael Cudlitz (Abraham) e Chad Coleman (Tyreese). O trabalho de voz voltará a reunir Cohan e Yeun, após a separação trágica de seus personagens em “The Walking Dead”. O papel do ex-intérprete de Glenn, por sinal, é o principal da série. Ele vai viver Mark Grayson, um jovem comum, exceto pelo fato de ser filho do super-herói mais poderoso do planeta, Omni-Man. Durante toda a vida, ele acreditou que seu pai era um alienígena benevolente e que havia herdado seus poderes para ajudar a proteger a Terra. Até ser convidado a se juntar a ele em sua verdadeira missão: dominar o mundo. O elenco de dubladores também destaca JK Simmons (vencedor do Oscar por “Whiplash”) como Omni-Man e Sandra Oh (vencedora do Globo de Ouro por “Grey’s Anatomy” e “Killing Eve”) como a mãe de Mark, além de Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Walton Goggins (“Tomb Raider”), Mark Hamill (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), Gillian Jacobs (“Community”) e Seth Rogen (“Vizinhos”), entre outros. Um elenco de superprodução. “Invincible” está sendo produzido para a plataforma de streaming da Amazon, mas ainda não tem previsão de estreia. Confira abaixo um vídeo que explica porque “Invencible”, cuja publicação já foi concluída, foi a melhor história em quadrinhos de super-heróis de todos os tempos. Contém spoilers – e também pode tornar o leitor obcecado em colecionar as edições, o que pode levar à frustração, porque a publicação foi interrompida no Brasil.

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  • Filme

    Ridley Scott e Kevin Macdonald te convidam a gravar este dia

    25 de julho de 2020 /

    Os cineastas Kevin Macdonald e Ridley Scott estão convidando pessoas do mundo inteiro para gravar um vídeo neste sábado (25/7), registrando o que fazem durante o dia. As cenas devem compor um documentário colaborativo no YouTube, “A Vida em um Dia”, uma espécie de capsula do tempo da situação do planeta em 2020. A ideia é repetir a experiência que rendeu o filme de mesmo nome, realizado há dez anos. Desde então, os celulares com câmeras de alta definição se multiplicaram, o que faz com que a expectativa de Macdonald, responsável pela edição final, seja de imagens de mais qualidade, mas também de muito mais trabalho. Há uma década, ele e Scott receberam 4,5 mil horas de filmagens, de 80 mil fontes diferentes, vindos de 189 países em dezenas de línguas. O resultado foi condensado em 90 minutos por um time de editores, dando vida ao primeiro “A Vida em um Dia”, disponível no YouTube com mais de 16 milhões de visualizações desde então. Desta vez, Macdonald deixou quatro perguntas como sugestões para guiar as filmagens dos participantes, que devem se tornar tópicos priorizados na edição de imagens. São elas: “o que você ama? Do que você tem medo? O que você gostaria de mudar, seja sobre sua vida ou sobre o mundo? O que você guarda no bolso?”. A duração dos vídeos é livre e os participantes podem enviar mais de uma gravação com momentos distintos do dia. O idioma também é livre. Mas as contribuições precisam refletir histórias pessoais com autenticidade e realismo – e não de forma performática ou afetada como se costuma fazer nas redes sociais. As gravações devem ser enviadas até o dia 2 de agosto para o site https://lifeinaday.youtube. Uma vez recebidos, os vídeos terão suas cenas analisadas e selecionadas por um time com 30 profissionais, responsáveis pela curadoria das imagens. Depois, três editores trabalharão com Macdonald para montar as cenas num filme coeso, ainda que coletivo. O resultado final será conhecido no Festival de Sundance, em janeiro de 2021. Veja abaixo o vídeo em que Macdonald apresenta o projeto.

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  • Filme

    George Clooney negocia dirigir adaptação de Bar Doce Bar

    25 de julho de 2020 /

    O ator e cineasta George Clooney está negociando com a Amazon Studios para dirigir e produzir o drama “The Tender Bar”. Trata-se de uma adaptação do livro autobiográfico do jornalista JR Moehringer, lançado no Brasil como “Bar Doce Bar”. No livro, o jornalista premiado com o Pulitzer conta como, por não ter conhecido bem o próprio pai, procurava na juventude figuras paternas entre os clientes habituais do bar administrado por seu tio em Long Island (EUA). O roteiro da adaptação foi escrito por William Monahan, que venceu o Oscar por seu trabalho em “Os Infiltrados” (2006). Clooney recentemente finalizou a sci-fi de catástrofe “Midnight Sky” para a Netflix, ainda sem previsão de estreia. Além de dirigir, ele atua nesta trama sobre uma cientista (Felicity Jones) que tenta avisar colegas astronautas para não voltarem à a Terra, uma vez que um evento apocalíptico atingiu o planeta.

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  • Série

    Helstrom: Série de terror da Marvel ganha primeiro trailer assustador

    24 de julho de 2020 /

    A plataforma Hulu divulgou o primeiro trailer da nova série da Marvel, “Helstrom”, que difere de tudo que se imagina em relação às adaptações da editora de quadrinhos. O clima é de terror demoníaco, com direito à performance assustadora de Elizabeth Marvel (presidente dos EUA na série “Homeland”). A prévia também revela a data da estreia da atração. Nos quadrinhos, Daimon Helstrom é filho de um demônio, concebido por uma mulher mortal chamada Victoria Wingate. Tanto que suas publicações foram lançadas no Brasil com o título de “Filho de Satã”. Na trama original, Daimon e sua irmã, Satana Helstrom, herdaram poderes da escuridão. No entanto, enquanto Satana abraçou sua herança, Daimon se agarrou a sua humanidade. Ainda criança, foi internado num orfanato jesuíta e cresceu obcecado em destruir o mal. Ele se estabeleceu como um investigador ocultista e exorcista, e tomou posse de um tridente satânico, que transformou em arma para lutar contra o próprio pai e seus seguidores. Mas a série pretende mudar tudo isso. Daimon será filho de um serial killer e sua irmã vai se chamar Ana. Os irmãos terão um relacionamento complicado, pela forma como lidam com o que existe de pior na humanidade, cada um com uma atitude diferente. Elizabeth Marvel tem o papel de Victoria Helstrom, que está enclausurada em um hospício há décadas, acusada de uma série de assassinatos, enquanto Tom Austen (o Jasper de “The Royals”) e Sydney Lemmon (vista como piloto de helicóptero num episódio memorável de “Fear the Walking Dead”) vivem seus filhos. Traumatizados pelos supostos crimes da mãe, os irmãos Daimon e Ana dedicam suas vidas a combater os membros mais sórdidos e violentos da sociedade, um capítulo por vez. O elenco ainda inclui Robert Wisdom (“Ballers”), June Carryl (“Mindhunters”) e Alain Uy (“The Passage”), além de Ariana Guerra (“Raising Dion”), que vive um personagem importante dos quadrinhos. Ela interpreta Gabriella Rosetti, que na verdade é Gabriel Rosetti nos quadrinhos, um padre inspirado no filme “O Exorcista” (1973) e conhecido como Devil-Hunter, o caçador de demônios. “Helstrom” deveria estrear ao lado de uma série do “Motoqueiro Fantasma”, que foi descartada antes do começo de sua produção, e chega à Hulu com futuro incerto. Ela deveria inaugurar um universo de terror da Marvel, mas se tornou a última produção live-action realizada pela Marvel Television, antes da divisão ser dissolvida e suas funções incorporadas pela Marvel Studios. Não só isso, o showrunner do programa, Paul Zbyszewski (produtor-roteirista de “Agents of SHIELD”, “Hawaii Five-0” e “Lost”), foi dispensado em abril, em plena quarentena. Uma estreia bem-sucedida pode reverter o mau agouro. A série vai chegar em 16 de outubro no serviço de streaming dos EUA.

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  • Série

    Lovecraft Country: Série de terror racial do diretor de Corra! ganha novo trailer legendado

    24 de julho de 2020 /

    A HBO divulgou um novo pôster e trailer legendado de “Lovecraft Country”, série de terror racial produzida por Jordan Peele (diretor de “Corra” e “Nós”), que combina drama de época, crítica social e monstros. A prévia também revela a data de estreia da produção, que após os recentes protestos antirracistas nos EUA, tornou-se tematicamente ainda mais atual. Baseada no livro homônimo de Matt Ruff (lançado em março no Brasil como “Território Lovecraft”), “Lovecraft Country” se passa nos anos 1950 e acompanha Atticus Black, um rapaz que lutou na 2ª Guerra Mundial e que, quando seu pai desaparece, junta-se a sua amiga Letitia e seu tio George para embarcar numa jornada a sua procura. Nessa busca, eles enfrentam tanto os horrores realistas da sociedade racista de sua época como horrores sobrenaturais, e tentam sobreviver a tudo isso. O elenco destaca Jonathan Majors (“Hostis”) como Atticus, Jurnee Smollett-Bell (“True Blood”) como Letitia e Courtney B. Vance (“American Crime Story: The People vs. O.J. Simpson”) no papel do tio George. Os coadjuvantes incluem Aunjanue Ellis (“Quantico”), Wunmi Mosaku (“Macbeth”), Michael Kenneth Williams (“Olhos que Condenam”), Jamie Chung (“The Gifted”), Jordan Patrick Smith (“Vikings”) e a top model Abbey Lee (“Mad Max: Estrada da Fúria”). O projeto foi desenvolvido por Peele ao descobrir o livro e conceber sua transformação em série. Ele fechou uma parceria com o superprodutor J.J. Abrams (série “Westworld”) e convenceu Misha Green (criador da série “Underground”) a escrever os roteiros e comandar a adaptação. Para completar, ainda trouxe para a direção dos episódios outro cineasta, Yann Demange, premiado no Festival de Veneza e vencedor do BIFA (premiação do cinema indie britânico) por “71: Esquecido em Belfast” (2014). A série vai estrear no Brasil em 16 de agosto, mesmo dia do lançamento nos EUA.

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  • Etc

    Senador confirma plano para transferência “ilegal” da Cinemateca para Brasília

    24 de julho de 2020 /

    A confusão causada pelo desgoverno Bolsonaro em torno da Cinemateca Brasileira continua a produzir notícias surreais. Há alguns dias, a secretaria de Cultura enviou uma pessoa para pegar as chaves da instituição, que não é administrada pelo governo federal. Depois dessa iniciativa não colar, as cabeças pensantes tiveram outra ideia genial. Já que não conseguem tomar a sede em São Paulo, manifestaram intenção de transferi-la para Brasília. No início da semana, a coluna Radar, da revista Veja, apurou que o governo federal já tinha colocado um plano de transferência em marcha. O senador Izalci Lucas (PSDB-DF) disse à coluna ter sido escalado para encontrar uma sede para a instituição na capital federal. “Estou tentando identificar um local para poder disponibilizar ao Ministério do Turismo [atual responsável pela Cinemateca]”, assumiu o político, que ainda listou possíveis sedes. “Temos o CCBB do Banco do Brasil, por exemplo, e outras opções de lugares dentro do patrimônio público da União”, ele afirmou. O detalhe é que prédio da Vila Mariana foi restaurado nos anos 1990 já tendo em vista que abrigaria o acervo da Cinemateca – que é o maior acervo audiovisual da América Latina. Por isso, possui salas climatizadas, biblioteca, salas de exibição, etc. O material arquivado também é preservado em condições de refrigeração específicas. Não é algo que se resolva numa mudança simples de endereço. Além disso, qualquer transferência desse material para Brasília seria “ilegal”, de acordo com o procurador Gustavo Torres Soares, do Ministério Público Federal (MPF). Uma cláusula do contrato de doação da Cinemateca — originalmente privada — à União, em 1984, exige sua permanência em São Paulo, bem como sua autonomia financeira, administrativa e técnica. “Desrespeitar os termos da doação seria uma covardia, uma deslealdade e uma imoralidade”, afirmou Soares, também à revista Veja. “Se a União consultar sua Advocacia Geral antes de tomar a decisão, o órgão seguramente irá alertá-la para o fato de que se trata de uma medida ilegal”, diz o procurador — que, no passado, já atuou como advogado da União. Além de ilegal, esse movimento contraria ação civil pública ajuizada na semana passada pelo próprio Soares contra a União, ordenando a renovação do contrato de gestão da Cinemateca Brasileira com a Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto (Acerp) e o repasse imediato de R$ 12 milhões, recursos já previstos e não encaminhados pelo governo à organização social (OS) responsável pela manutenção da instituição. A dívida milionária está no centro de uma disputa entre a Acerp e o governo federal. Na semana passada, o secretário especial de Cultura, Mário Frias, publicou um vídeo no qual afirma que “não existe amparo legal” para que o Ministério do Turismo “assuma a dívida de um contrato não vigente”. A discussão já parou na Justiça e o desgoverno tem até o final de julho para se manifestar sobre ação da Procuradoria para a renovação emergencial do contrato “pelo período (transitório) de um ano, a contar (retroativamente) de 01.01.2020, com o consequente repasse orçamentário que originariamente já estava previsto e alocado para a execução do contrato de gestão da Cinemateca Brasileira para o ano de 2020”. Mas em vez disso – ou seja, em vez de pagar quem já está cuidando da Cinemateca – , a secretaria de Cultura anunciou que 19 contratos emergenciais estão sendo realizados para manutenção predial, serviços de água e luz, segurança e contratação de técnicos especializados em acervo audiovisual para manter protegido o acervo da instituição. Não se sabe com qual valor ou com quem. Nos últimos meses, funcionários e ativistas vinham denunciando a total renúncia de responsabilidades do governo Federal em relação à manutenção do acervo, dos funcionários, da sede na Vila Clementino e de um depósito de material na Vila Leopoldina. Com a falta de pagamentos, a energia que mantém o material em temperatura baixa pode ser cortada a qualquer momento, criando condições para a repetição de uma tragédia como a do incêndio do Museu Nacional em 2018 no Rio. A diferença é que, desta vez, trata-se de uma tragédia anunciada, alardeada, com responsabilidades conhecidas e cobradas pela Justiça com antecipação. Diante desse perigo, vereadores, deputados estaduais e o próprio prefeito de São Paulo, Bruno Covas, envolveram-se nas negociações, gerando especulações de que a Prefeitura pretendia assumir o espaço. Este movimento gerou a ida atabalhoada de “fiscais” de Brasília para pedir a chave da Cinemateca. Sem decisão judicial ou documento de amparo, a Acerp não levou o pedido – e o governo – a sério. Vale lembrar que o responsável pela bagunça é aquele que Bolsonaro já chamou de seu “melhor ministro”. Então vinculada ao Ministério da Educação para a gestão da TV Escola, a Acerp ganhou a licitação para gerir a Cinemateca Brasileira em 2018 e assinou um termo aditivo ao Contrato de Gestão da emissora. Mas, no final de 2019, o desastroso ministro da Educação Abraham Weintraub decidiu encerrar de forma unilateral e abrupta o contrato de gestão da TV Escola e, com isso, também extinguiu o termo aditivo da Cinemateca Brasileira. Esse imbróglio político e jurídico colocou a administração da Cinemateca no limbo. A situação só veio à público devido a outra iniciativa surreal do desgoverno. Ao anunciar a demissão de Regina Duarte do cargo de secretária de Cultura, Jair Bolsonaro disse que ela iria comandar a Cinemateca, “do lado da sua casa”. Mas o cargo que Bolsonaro queria dar para a atriz não existia, uma vez que a Cinemateca não é administrada diretamente pelo governo federal e sim por uma organização social, a citada Acerp. A União não tinha poderes para nomear a atriz, mas desde então trabalha para “tirar as chaves” da Acerp e colocar a instituição sob controle estatal, quem sabe para finalmente dar o “presente” que Regina pediu – e contrariando frontalmente a campanha eleitoral de Bolsonaro, que prometeu um governo liberal anti-estatizante.

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  • Série

    The Walking Dead: Abertura legendada do próximo capítulo mostra volta de Maggie

    24 de julho de 2020 /

    A Fox divulgou a abertura (de 3 minutos e meio) do episódio final da 10ª temporada de “The Walking Dead” e confirmou a data de exibição do capítulo no Brasil. A prévia também confirma outro detalhe: a volta da atriz Lauren Cohan ao papel de Maggie. A personagem interpretada por Lauren Cohan estava sumida desde o salto temporal da 9ª temporada – que também marcou a despedida de Rick (Andrew Lincoln). Na trama, Maggie abandonou Hilltop para ajudar a construir uma nova comunidade. Na vida real, Cohan abandonou a série por motivos financeiros. A atriz não renovou seu contrato com a AMC após um impasse na negociação de seu cachê e, como não conseguiu o aumento desejado, passou a integrar o elenco de outra atração, “Whiskey Cavalier”. Mas deu azar e a rede ABC cancelou “Whiskey Cavalier” na 1ª temporada, abrindo a possibilidade de sua reintegração em “The Walking Dead”. Ela renegociou os termos financeiros e agora voltará a fazer parte do elenco fixo da série, com reintrodução na season finale. Além de seu retorno, o episódio vai mostrar o aguardado conflito entre os sobreviventes de Alexandria e a horda de zumbis dos Sussurradores. Como curiosidade, “A Certain Doom” é o mesmo título de uma edição dos quadrinhos de “The Walking Dead”. A história escrita por Robert Kirkman também se passa no final da guerra contra os Sussurradores e teve grande impacto por trazer a morte de Andrea, personagem que na série está morta desde a 3ª temporada – desde então, seu arco tinha sido assumido por Michonne (Danai Gurira) na adaptação televisiva. O capítulo extraviado, que não conseguiu ser finalizado a tempo de sua exibição em abril, devido à pandemia de coronavírus, terá transmissão simultânea no Brasil e nos Estados Unidos, no dia 4 de outubro. Mas – surpresa! – não será mais a season finale. Mais detalhes sobre esta novidade podem ser conferidos aqui. Veja abaixo duas versões do vídeo. A primeira foi disponibilizada no YouTube da Fox Premium latina, enquanto a segunda, com legendas em português e baixa resolução, no Instagram da Fox Brasil. Ver essa foto no Instagram O último episódio da décima temporada de #TheWalkingDead acaba de ser confirmado! 🙌 Vai ao ar no domingo, dia 4 de outubro, nos Estados Unidos e também aqui no Brasil através das telas do @FoxChannelBR, @FoxPremiumBR e no App da FOX – para assinantes. #TWD10naFOX Uma publicação compartilhada por FOX Channel Brasil (@foxchannelbr) em 24 de Jul, 2020 às 3:29 PDT

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  • Série

    Fear the Walking Dead: 6ª temporada ganha trailer legendado e data de estreia

    24 de julho de 2020 /

    O canal pago AMC Brasil divulgou o trailer legendado da 6ª temporada de “Fear the Walking Dead”. Repleta de cenas de ação e muita tensão, a primeira prévia dos novos episódios é acompanhada pela voz moribunda de Morgan (Lennie James), visto pela última vez à beira da morte no final da temporada passada. A narração deixa no ar se ele sobreviveu. Mas, na dúvida, a vilã Virginia (Colby Minifie) encomenda sua morte para um caçador de cabeças/recompensas. Única série da franquia zumbi que teve gravações interrompidas pela pandemia de coronavírus, “Fear the Walking Dead” não deve ter completado a produção de todos os episódios planejados. De todo modo, suas temporadas costumam ser divida em duas partes. Assim como as outras séries do mesmo universo, os episódios inéditos também ganharam data de estreia e chegarão à TV em outubro. Nos EUA, a estreia foi marcada para o dia 11, uma semana após a exibição do season finale de “The Walking Dead” e da estreia de “Walking Dead: World Beyond”. O AMC Brasil não deu uma previsão tão exata, anunciando apenas a transmissão no mês de outubro. O canal costuma passar a série com alguns dias de atraso em relação ao AMC original nos EUA.

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    Walking Dead: World Beyond ganha novo trailer legendado

    24 de julho de 2020 /

    O canal pago AMC Brasil divulgou um novo trailer legendado da série “Walking Dead: World Beyond”, com cenas inéditas e a confirmação da data de estreia no Brasil. “Walking Dead: World Beyond” se encontrava totalmente gravada e em etapa de finalização digital quando a pandemia paralisou tudo. A série deveria estrear originalmente em abril nos EUA, mas a falta de efeitos suspendeu o lançamento. Com a retomada dos trabalhos, ela voltou programação do canal pago, com exibição marcada para 4 de outubro nos Estados Unidos. As data de exibição no Brasil também foi confirmada para outubro. Mas o AMC Brasil ainda não marcou o dia. O canal costuma passar o outro spin-off, “Fear the Walking Dead”, com alguns dias de atraso em relação à transmissão do AMC original. O segundo spin-off da série de zumbis acompanha novos personagens criados por Scott Gimple e Matt Negrette, produtores-roteiristas veteranos da “Walking Dead” original, e foi projetado para durar apenas duas temporadas, narrando uma história completa. A trama vai acompanhar um grupo de jovens que cresceu numa comunidade protegida e que resolve se aventurar pela primeira vez no exterior, adentrando o apocalipse zumbi. O elenco destaca Alexa Mansour (“Amizade Desfeita 2: Dark Web”), Nicolas Cantu (visto em “The Good Place”), Hal Cumpston (que estrelou e escreveu o drama indie australiano “Bilched”), Annet Mahendru (a Nina de “The Americans”), Aliyah Royale (de “The Red Line”), o galã Nico Tortorella (da série “Younger”) e a veterana Julia Ormond (“Mad Men”, “Incorporated”).

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    Final da temporada de The Walking Dead e nova série derivada ganham data de exibição

    24 de julho de 2020 /

    O canal pago americano AMC anunciou nesta sexta (24/7), durante painel virtual na Comic-Con@Home, as datas de exibição do episódio final da 10ª temporada de “The Walking Dead” e da estreia da nova série “Walking Dead: World Beyond”. “The Walking Dead” teve a exibição de sua 10ª temporada interrompida no começo de abril, no penúltimo episódio. O capítulo final, batizado de “A Certain Doom”, chegou a ser gravado antes da suspensão dos trabalhos em séries e filmes devido à pandemia de coronavírus, mas, infelizmente, a produtora responsável pelos efeitos visuais precisou fechar antes de concluir sua pós-produção. O mesmo aconteceu com “Walking Dead: World Beyond”, que se encontrava totalmente gravada e em etapa de finalização digital quando a pandemia paralisou tudo. A série deveria estrear originalmente em abril nos EUA. Com a retomada dos trabalhos, os efeitos que faltavam poderão finalmente ser finalizados. Assim, os dois títulos voltaram à programação do canal pago, com exibição marcada para o mesmo dia: 4 de outubro nos Estados Unidos. A transmissão vai começar com a season finale de “The Walking Dead” e, em seguida, acontecerá a estreia de “Walking Dead: World Beyond”. A ordem pode ser importante, porque o desfecho da temporada da série principal vai reintroduzir Maggie, personagem interpretada por Lauren Cohan, sumida desde antes do salto temporal da 9ª temporada – que também marcou a despedida de Rick (Andrew Lincoln). Na trama, Maggie abandonou Hilltop para ajudar Georgie (Jayne Atkinson) a construir uma nova comunidade. A referência é especialmente obscura pelo fato de Georgie só ter aparecido num capítulo da 8ª temporada, mas esta comunidade pode ser a mesma de onde partem os personagens de “World Beyond”. Na vida real, Cohan abandonou a série por motivos financeiros. A atriz não renovou seu contrato com a AMC após um impasse na negociação de seu cachê e, como não conseguiu o aumento desejado, passou a integrar o elenco de outra atração, “Whiskey Cavalier”. Mas deu azar e a rede ABC cancelou “Whiskey Cavalier” na 1ª temporada, abrindo a possibilidade de sua reintegração em “The Walking Dead”. Ela renegociou os termos financeiros e agora voltará a fazer parte do elenco fixo da série, com reintrodução na season finale. Vale lembrar, ainda, que “A Certain Doom” é o mesmo título de uma edição dos quadrinhos de “The Walking Dead”. A história escrita por Robert Kirkman também se passa no final da guerra contra os Sussurradores e teve grande impacto por trazer a morte de Andrea, personagem que na série está morta desde a 3ª temporada – desde então, seu arco tinha sido assumido por Michonne (Danai Gurira) na adaptação televisiva. Já o spin-off “Walking Dead: World Beyond” conta uma jornada criada especialmente para a TV por Scott Gimple e Matt Negrette, produtores-roteiristas veteranos da “Walking Dead” original, e foi projetado para durar apenas duas temporadas, narrando uma história completa. A trama vai acompanhar novos personagens, jovens que cresceram numa comunidade militarizada e protegida, que resolvem se aventurar pela primeira vez no exterior – também conhecido como apocalipse zumbi. O elenco destaca Alexa Mansour (“Amizade Desfeita 2: Dark Web”), Nicolas Cantu (visto em “The Good Place”), Hal Cumpston (que estrelou e escreveu o drama indie australiano “Bilched”), Annet Mahendru (a Nina de “The Americans”), Aliyah Royale (de “The Red Line”), o galã Nico Tortorella (da série “Younger”) e a veterana Julia Ormond (“Mad Men”, “Incorporated”) como a líder da comunidade. As datas de exibição dos dois programas devem ser as mesmas no Brasil, ou pelo menos muito próximas. A Fox tem exibido “The Walking Dead” simultaneamente aos EUA. Mas “Walking Dead: World Beyond” será disponibilizado pelo AMC Brasil, que costuma trazer o outro spin-off, “Fear the Walking Dead”, com alguns dias de atraso em relação à transmissão do AMC original.

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