Após polêmica racial, Academia vai se reunir para modificar as regras do Oscar 2017
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas sentiu o peso das críticas e ameaças de boicote pela falta de diversidade no Oscar 2016. De acordo com o jornal The New York Times, a organização planeja mudar o formato da premiação, na tentativa de evitar que 2017 se torne o terceiro ano consecutivo sem artistas negros nas categorias principais. De acordo com o jornal, a Academia está estudando fixar o número de indicados a Melhor Filme em dez candidatos. Atualmente, a relação pode incluir até dez, mas tem preferido eleger menos. O critério para a seleção seria a qualidade. Assim, para a Academia, no ano passado “Selma” não teve qualidade suficiente e este ano “Creed – Nascido para Lutar” e “Straight Outta Compton – A História do NWA” tampouco, o que limitou a lista de Melhor Filme a oito longa-metragens. Assim como nenhum filme de diretor negro foi considerado bom o suficiente, seus cineastas tampouco entraram na lista do Oscar de Melhor Direção. Também não há bons roteiristas negros, segundo a Academia. E entre os 20 candidatos nas categorias de interpretação, nenhum ator negro se destacou nem no ano passado nem neste. Curiosamente, integrantes brancos de filmes dirigidos e estrelados por negros conseguiram indicações, casos dos roteiristas de “Straight Outta Compton” e o coadjuvante de “Creed”, Sylvester Stallone. Além de fixar a lista de concorrentes a Melhor Filme, a direção da Academia, que é presidida por uma negra, Cheryl Boone Isaacs, estuda aumentar a quantidade de indicados a Melhor Ator e Atriz, o que possibilitaria a inclusão de mais etnias. Mas esta saída pode se voltar contra a própria Academia, se apenas aumentar o número de brancos indicados ao prêmio. A mudança mais polêmica, porém, pode atingir os votantes. Os organizadores do Oscar estudam aumentar a representação das minorias e aposentar integrantes da Academia que estão efetivamente aposentados – isto é, não atuam na indústria cinematográfica há mais de uma década. Atualmente, apenas 2% dos membros da Academia são negros, sendo essa porcentagem ainda menor entre os latinos. A maioria dos cerca de 7 mil votantes é branca, masculina e idosa, o que dá um viés conservador à premiação. A eliminação dos integrantes mais velhos, que já não fazem cinema há muito tempo, pode ter uma influência profunda não apenas no processo de seleção de indicados, mas também nos próprios premiados. Como esquecer de Tony Curtis dizendo que jamais apoiaria um filme de gays para justificar não ter visto “Brokeback Mountain”, mentalidade que permitiu que o fraquíssimo “Crash” vencesse o Oscar de 2005? As mudanças serão discutidas em reunião da Academia marcada para o dia 26 de janeiro.
Festival de Tiradentes promove desencontro de gerações
A Mostra de Tiradentes inicia nesta sexta (22/1) promovendo um desencontro de gerações no interior de Minas Gerais. De um lado, os novos cineastas que o festival costuma lançar. Do outro, figuras conhecidas da vanguarda cinematográfica, como os diretores Julio Bressane, Walter Lima Jr., Maria Ramos, Helena Ignez e Ruy Guerra, representados no evento por novos lançamentos, além de Andrea Tonacci, o grande homenageado. Único festival de cinema a propor tema, feito evento acadêmico, Tiradentes quer este ano discutir filmes como “Espaços de Conflitos”. Assim, a presença de cineastas consagrados, que fizeram da rebelião suas marcas autorais, alimentam a tese – literalmente, no caso do clássico “Serras da Desordem” (2006), de Tonacci. Mas a ideia de unificação temática tropeça no inchaço do evento, ampliado no ano passado, que pulveriza a capacidade do festival de apontar caminhos para o cinema brasileiro, compartimentalizando a produção. As gerações diferentes, na prática, não se integram na programação inchada. Alguns veteranos são exibidos numa mostra chamada Autorais, como se todos os demais filmes do festival não fossem autorais. Há também uma sessão chamada Dissonâncias, que provavelmente exibe filmes comerciais, já que os autorais devem estar na seção, hmm, Autorais. As separações não fazem sentido e só servem para classificar os filmes por gerações – reunidas no mesmo evento para serem separadas em subdivisões. A organização foi ao limite de criar um seção chamada Transições, visando separar os “pioneiros” que participaram de suas primeiras edições dos novíssimos candidatos que agora estreiam na mostra Aurora. Anteriormente tida como a principal seção do festival, a Aurora se acomodou como trampolim de iniciantes, enquanto a Transições passou a trazer um panorama mais consistente da produção independente nacional. A principal consequência dessas subdivisões é que a Aurora virou um vestibular para credenciar cineastas jovens a participarem da Transições nos próximos anos. E para onde os que hoje ocupam a Transições irão? Ao mercado, com propostas autorais/dissonantes? Difícil. O espaço de conflito cinematográfico não é uma tese de festival universitário, é a realidade da concentração do circuito. O potencial emblemático de Tiradentes, do nome ligado à independência brasileira às primeiras premiações da Aurora, embutia uma expectativa. A marca ainda é forte, as realizações foram palpáveis, mas a desvalorização em curso é preocupante, com os melhores filmes passando em seções paralelas à principal premiação. Basta considerar o vencedor da Aurora passada, a primeira pós-Transições. O que aconteceu com “Mais do que eu Possa me Reconhecer”, de Allan Ribeiro, que acompanha o artista plástico Darel Valença Lins em sua relação com a vídeo-arte? Sempre é possível torcer para que os novatos da Aurora consigam decolar e que os ainda jovens da Transições encontrem outros festivais para participar. Mas um prêmio forte ajudaria a todos um pouco mais. CONFIRA OS LONGAS-METRAGENS DA 19ª MOSTRA DE CINEMA DE TIRADENTES MOSTRA HOMENAGEM: ANDREA TONACCI Serras da Desordem (2006, SP) Bang Bang (1970, SP) Bláblábá (1968, SP) MOSTRA AURORA Animal Político, Tião (PE) Aracati, Aline Portugal e Julia De Simone (RJ) Banco Imobiliário, Miguel Antunes Ramos (SP) Filme de Aborto, Lincoln Péricles (SP) Índios Zoró – Antes, Agora e Depois?”, Luiz Paulino dos Santos (PE) Jovens Infelizes ou Um Homem que Grita não é um Urso que Dança”, Thiago B. Mendonça (SP) TaegoAwa, Marcela Borela e Henrique Borela (GO) MOSTRA AUTORIAS Através da Sombra, Walter Lima Jr (RJ) Futuro Junho, Maria Augusta (RJ) Quase Memória, Ruy Guerra (RJ) TRANSIÇÕES A Noite Escura da Alma, Henrique Dantas (BA) Clarisse ou Alguma Coisa sobre Nós Dois, Petrus Cariry (CE) Jonas, Lo Politi (SP) Planeta Escarlate, Dellani Lima E Jonnata Doll (MG) Tropykaos, Daniel Lisboa (BA) Urutau, Bernardo Cancella Nabuco (RJ) MOSTRA SESSÃO DEBATE Garoto, Julio Bressane (RJ) O Espelho, Rodrigo Lima (RJ) Ralé, Helena Ignez (SP) Um Salve Doutor, Rodrigo Sousa & Sousa (SP) MOSTRA BENDITA Being Boring, Lucas Ferraço Nassif (RJ) O Diabo Mora Aqui, Dante Vescio E Rodrigo Gasparini (SP) MOSTRA CENA MINEIRA Introdução à Música do Sangue, Luiz Carlos Lacerda (MG/RJ) MOSTRA PRAÇA Campo Grande, Sandra Kogut (RJ) Geraldinos, Pedro Asbeg E Renato Martins (RJ) Invasores, Marcelo Toledo (SP) Prova De Coragem, Roberto Gervitz (RS) Santo Daime – Império Da Floresta, André Sampaio (PE) MOSTRINHA O Que Queremos Para o Mundo?, Igor Amin (MG) Últimas Conversas,Eduardo Coutinho (RJ) ( a confirmar) As aventuras do avião vermelho, Frederico Pinto e José Maia ( a confirmar) FILME DE ENCERRAMENTO Para Minha Amada Morta, Aly Muritiba (PR)
Tom Cruise vai estrelar o reboot de A Múmia
A Universal Pictures confirmou que Tom Cruise vai estrelar o novo reboot de “A Múmia” (1932). E com a definição do astro, agendou a estreia da produção para 9 de junho de 2017. A ideia é reiniciar a franquia com novos personagens e uma trama passada nos dias atuais, sem remeter ao clássico estrelado por Boris Karloff (“Frankenstein”) ou à recente trilogia com Brendan Fraser (“Viagem Fantástica”), que faturou US$ 1,25 bilhão mundialmente. O roteiro foi escrito por Jon Spaihts (“Prometheus”) e vai mostrar Cruise na pele de um ex-soldado americano que invoca uma antiga entidade egípcia. Por sinal, desta vez a Múmia será feminina e vivida pela argelina Sofia Boutella, que roubou a cena como a vilã de “Kingsman – Serviço Secreto” (2015). Já a direção está a cargo de Alex Kurtzman (roteirista de “Star Trek”), que antes só dirigiu o drama “Bem Vindo à Vida” (2012). O reboot de “A Múmia” pretende abrir um novo universo compartilhado para os monstros da Universal, dando às diversas criaturas góticas dos clássicos de terror um tratamento semelhante ao dos super-heróis da Marvel, com histórias conectadas e personagens que se relacionam entre filmes diferentes. Kurtzman e o roteirista Chris Morgan (franquia “Velozes & Furiosos”) estão à frente do projeto, levando adiante uma reinvenção do catálogo de monstros da Universal, que inclui também Drácula, Lobisomem, o monstro de Frankenstein, o Fantasma da Ópera, o Homem Invisível, o Monstro da Lagoa Negra e Mr. Hyde (de “O Médico e o Monstro”). O estúdio está apostando alto nesse Universo de Monstros, a ponto de negociar com Angelina Jolie para o remake de “A Noiva de Frankenstein” (1935).
Criador de Supernatural desenvolve série de viagem no tempo
A rede NBC encomendou o piloto de uma nova série sci-fi, “Time”, desenvolvida pela dupla Shawn Ryan (criador das séries “The Shield” e “Last Resort”) e Eric Kripke (criador de “Supernatural” e “Revolution”), informou o site The Hollywood Reporter. A trama vai seguir um trio improvável de viajantes do tempo em perseguição a um criminoso que planeja alterar a história com resultados potencialmente catastróficos. Se a trama parece conhecida é porque ela lembra a série canadense “Continuum”, recentemente finalizada. Ryan e Kripke vão assinar o roteiro do piloto e, caso a série seja aprovada, dividirão a produção com a dupla John Davis e John Fox, produtores de “The Black List”.
História de Maria Madalena vai virar filme
A Universal Pictures vai produzir um filme sobre Maria Madalena, uma das mais discípulas mais devotas de Jesus Cristo, informou o site Deadline. Com produção da equipe vencedora do Oscar por “O Discurso do Rei” (2010), o filme terá roteiro de Helen Edmundson (telefilme “An Inspector Calls”) e Philippa Goslett (“Poucas Cinzas: Salvador Dalí”) e direção de Garth Davis (minissérie “Top of the Lake”). “A história da vida e do legado de Maria Madalena nunca foi completamente explorada no cinema”, disseram os produtores em comunicado, para divulgar a produção. Entretanto, há uma razão para a falta de profundidade com que ela tem sido representada nos filmes sobre o cristianismo. Uma das personagens mais enigmáticas e polêmicas do Novo Testamento, Maria Madalena inspira interpretações diversas. Embora tenha se popularizado a versão de que ela era uma prostituta salva por Jesus Cristo após se arrepender dos pecados, ainda sustentada nos DVDs da “Coleção Bíblia Sagrada”, muitos teólogos afirmam que nenhuma passagem do livro afirma categoricamente isso. Mais polêmica, uma teoria de que Maria Madalena seria mãe dos filhos de Jesus Cristo também já foi explorada nos cinemas, na adaptação do best-seller “O Código Da Vinci” (2006), razão pela qual a produção foi rechaçada pela Igreja Católica. Nos cinemas, Maria Madalena já foi interpretada por grandes atrizes como Barbara Hershey (“A Última Tentação de Cristo”), Juliette Binoche (“Maria”) e Monica Bellucci (“A Paixão de Cristo”).
House of Cards: Novo teaser evoca lembranças do começo brutal da série
O serviço de streaming Netflix divulgou um novo teaser da 4ª temporada de “House of Cards”. O vídeo mostra flores num trilho de metrô, diante de um cartaz da campanha de Frank Underwood (Kevin Spacey) à presidência dos EUA. A referência é clara para quem acompanha a série, remetendo ao começo brutal da 2ª temporada. Um lembrete: as flores são para a personagem de Kate Mara. Atual presidente americano na série, Frank Underwood não foi eleito ao cargo, assumindo o poder após uma série de manobras que o transformaram em vice e, posteriormente, presidente. Com a popularidade em queda, ele vai enfrentar, na nova temporada, sua primeira disputa eleitoral ao cargo, contrariando inclusive a vontade de seu próprio partido. A 4ª temporada de “House of Cards” estreia no dia 4 de março no Netflix.
Estreias: Cinemas são invadidos por alienígenas, motoqueiros e filmes do Oscar
A programação da semana serve um cardápio eclético nos cinemas, com alienígenas, motoqueiros brasileiros, comédias desregradas e candidatos ao Oscar. Mas antes de falar de “Joy – O Nome do Sucesso” e “Cinco Graças”, é preciso enfrentar a realidade das filas dos shopping centers. O lançamento mais amplo é, como costuma ser, o mais fraco. A sci-fi “A 5ª Onda”, estrelada por Chlöe Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”), pretende inaugurar uma nova franquia derivada da literatura juvenil, repetindo uma fórmula já batida: adolescente se rebela para salvar o mundo, enquanto balança por moços bonitos. Responsável pela adaptação, o superestimado roteirista Akiva Goldsman é o mesmo de “A Série Divergente: Insurgente” (2015). Para encarar o filme nacional “Reza a Lenda”, a primeira providência é esquecer o marketing equivocado do “Mad Max brasileiro”. Seu mérito é propor um cinema de ação para o país das comédias ruins, evocando um faroeste caboclo em que cangaceiros modernos usam motos. Infelizmente, para além da estética de videoclipe – destaque total para Sophie Charlotte andrógina – , não há muito conteúdo. As comédias se saem ligeiramente melhor. Após três anos consecutivos como apresentadoras do Globo de Ouro, Tina Fey e Amy Poehler capitalizam a convivência em “Irmãs”, espécie de “Projeto X” (2012) da meia idade, em que as duas decidem dar uma festa para acabar com todas as festas. O humor é vulgar e a estrutura fragmentada sugere uma coleção de gags de stand-up. Para rir com classe, a opção é “Joy – O Nome do Sucesso”, que rendeu a quarta indicação ao Oscar para Jennifer Lawrence (que nome de sucesso!). Apesar de verídica, a história foi escrita e dirigida por David O. Russell (“Trapaça”) como um conto de fadas sobre empreendedorismo. Há até mensagem e moral da história. O melhor filme da lista, porém, só será exibido em circuito limitadíssimo. Trata-se, por sinal, de um dos melhores longas do ano, que também disputa o Oscar 2016 – na categoria de Filme Estrangeiro. “Cinco Graças” acompanha cinco irmãs que precisam ajustar suas expectativas, ao atingirem a adolescência numa sociedade muçulmana – ainda que ocidentalizada como a Turquia. Cheias de energia e rebelião, elas são aprisionadas pela própria família para virarem mulheres, obrigadas a aprender a cozinhar e se casar virgens, antes de atingirem a maioridade. Mas a obra alterna a pressão sufocante com instantes de beleza – a fotografia é deslumbrante – e humor, ao focar o que acontece longe dos olhares dos adultos. Obrigatória para os cinéfilos, a estreia da cineasta Deniz Gamze Ergüven é comparável ao debut de Sofia Coppola, “As Virgens Suicidas” (1999). A má notícia é que será exibido em apenas cinco salas. A pior notícia é que não é o único descaso da semana. Outros filmes importantes terão distribuição ridícula. Um deles é divertidíssimo. Mas, atenção: além de inspirar gargalhadas, “O Novíssimo Testamento” pode provocar outras reações. Indicação da Bélgica para a disputa do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro (não emplacou), o filme tem como personagem principal Deus. Um Deus que parece um homem comum e mesquinho, que se diverte atrapalhando a vida dos mortais, até que sua filha pré-adolescente resolve lhe dar uma lição, informando a humanidade sobre o dia em que cada pessoa irá morrer. É hilário. E uma blasfêmia completa. As outras duas ficções invisíveis são “Body”, que trata de anorexia e rendeu o prêmio de Melhor Direção para a polonesa Malgorzata Szumowska no Festival de Berlim passado, exibido em dois cinemas – em SP e outro em Porto Alegre – , e “Invasores”, drama brasileiro de Marcelo Toledo (“Corpo Presente”) que pretende discutir a ocupação dos centros culturais. Mas, como, se entra em cartaz em apenas uma sala de São Paulo? Completa a programação o documentário “Coração de Cachorro”, da americana Laurie Anderson, artista multimídia que chegou a fazer sucesso como roqueira nos anos 1980. Premiado em Veneza, a obra combina animação e imagens surreais para falar de um cãozinho, em exibição, também, apenas numa sala de São Paulo. [symple_toggle title=”Clique aqui para conferir os trailers de todas as estreias da semana” state=”closed”] Estreias de cinema nos shoppings Estreias em circuito limitado [/symple_toggle]
Nova série derivada de Agents of SHIELD pode ser baseada nos Thunderbolts
A rede americana ABC pode estar desenvolvendo em segredo uma série sobre os Thunderbolts, um grupo de anti-heróis da Marvel. A especulação partiu do site Comic Book Movie, que percebeu a coincidência entre o nome do novo projeto do canal, “Marvel’s Most Wanted”, com o subtítulo da revista em quadrinhos dos Thunderbolts, que também é Marvel’s Most Wanted. Confira a capa abaixo. O projeto de “Marvel’s Most Wanted” está sendo desenvolvido há mais de um ano por parte da equipe de “Agents of SHIELD”, comandada pelo produtor executivo Jeffrey Bell (também da série “Arquivo X”) e o roteirista Paul Zbyszewski (série “Lost”). A atração seria, inicialmente, um spin-off de “Agents of Shield”, destacando as aventuras do casal Bobbi Morse (Adrianne Palicki) e Lance Hunter (Nick Blood). Mas declarações recentes dos executivos da ABC apontam que ela não será mais um derivado e sim uma série totalmente nova. Ainda assim, a trama poderia começar como uma missão de Bobbi e Hunter, infiltrados nos Thunderbolts para investigar suas operações e descobrindo que o grupo é muito mais perigoso do que se imagina. Nos quadrinhos, o Barão Zemo criou os Thunderbolts a partir do grupo Mestres do Terror. Ao contrário do Esquadrão Suicida da DC Comics, eles são uma equipe de vilões que se disfarça de super-heróis quando lhe convém. Além de Zemo, o grupo já teve participações do Homem-Absorvente (já visto na série “Agents of SHIELD”), Ossos Cruzados (já visto em “Capitão América: O Soldado Invernal”), Mercenário, Mr. Hyde/Calvin Zabo e alguns super-heróis de motivação ambivalente, como Viúva Negra, Gavião Arqueiro, Luke Cage, Justiceiro, Elektra, Deadpool e membros dos Inumanos. Vale lembrar que no ano passado surgiram rumores sobre uma série dos Thunderbolts em desenvolvimento para o serviço de streaming Netflix. Será que o projeto vai aparecer na rede ABC?
Jet Li será o adversário de Vin Diesel na nova sequência de Triplo X
O ator Jet Li (“Os Mercenários”) foi confirmado no elenco do filme “xXx: The Return of Xander Cage”, sequência da franquia “Triplo X”, que será estrelada por Vin Diesel. O nome de Li surgiu entre rumores da escalação, divulgados no começo do ano, mas acabou ficando de fora da relação oficial do elenco, divulgada pela equipe de produção. Apesar disso, o site The Hollywood Reporter confirmou a escalação, dizendo que Li será o grande antagonista de Xander Cage, personagem de Diesel, e terá sua própria equipe para enfrentar os aliados do herói. Além de Diesel, outro veterano da franquia, Samuel L. Jackson, está confirmado na produção, que receberá os reforços de Nina Dobrev (série “The Vampire Diaries”), Ruby Rose (série “Orange Is the New Black”), Tony Jaa (“Velozes & Furiosos 7”), a modelo e atriz indiana Deepika Padukone (“Piku”) e o lutador irlandês do MMA Conor McGregor. O filme tem direção de D.J. Caruso (“Eu Sou o Número Quatro”) e roteiro de Chad St. John (do vindouro “Invasão à Londres”), com revisão de F. Scott Frazier (“Códigos de Defesa”). Ainda não há previsão para o lançamento, que só deve chegar aos cinemas em 2017.
Lanterna Verde é confirmado no filme da Liga da Justiça
Além de exibir os primeiros trechos do filme da Mulher Maravilha e entrevistas com os atores confirmados como integrantes da Liga da Justiça, o programa especial sobre os super-heróis da DC Comics, exibido na noite de terça (19/1) na rede americana CW, também trouxe uma informação bastante esperada entre os fãs de quadrinhos: Lanterna Verde vai participar da Liga. A revelação foi feita pelo diretor criativo da DC Entertainment, Geoff Johns, que também lembrou os planos da Warner para produzir um filme sobre a Tropa dos Lanternas Verdes, previsto para 2020. “Nós ainda temos de ir para o espaço. Assim, o Lanterna Verde e a Tropa dos Lanternas Verdes estarão vindo para se juntar ao universo da Liga da Justiça”, ele afirmou, durante o programa. Embora não exista informação sobre qual Lanterna Verde irá ingressar na Liga, o filme da Tropa deve garantir a participação dos principais personagens que já vestiram o uniforme do herói. Além dos alienígenas vistos no longa estrelado por Ryan Reynolds em 2011, há tempos circula o boato de que John Stewart, o Lanterna Verde negro da Terra, também estaria na trama – e Tyrese Gibson (franquia “Velozes & Furiosos”) tem feito campanha nas redes sociais para ficar com o papel. Nos quadrinhos, além de Hal Jordan, personagem do primeiro filme, e John Stewart, a Terra ainda teve o anti-herói Guy Gardner e o novato Kyle Rayner como integrantes da Tropa dos Lanternas Verdes. O primeiro filme “Lanterna Verde” custou US$ 200 milhões de produção em 2011 e só arrecadou US$ 219 milhões em todo o mundo, tornando-se o maior fracasso da era dos filmes de super-heróis até o recente lançamento do “Quarteto Fantástico” (2015). Desta vez, a Warner terá um bom tempo para estabelecer o(s) personagem(ns) antes de relançá-lo no cinema. O lançamento da “Tropa dos Lanternas Verdes” só acontecerá após a estreia de dois filmes da “Liga da Justiça”, previstos para 2017 e 2019. A estreia do filme espacial da DC Comics está marcada para 19 de junho de 2020 nos EUA.
The Night Manager: Minissérie estrelada por Tom Hiddleston ganha trailer legendado
O canal pago brasileiro AMC divulgou o trailer oficial legendado de “The Night Manager”, minissérie de espionagem estrelada por Tom Hiddleston (“Thor”). A prévia destaca a atmosfera de tensão e o grandioso elenco da produção, que inclui Hugh Laurie (“Tomorrowland”), Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”), Elizabeth Debicki (“O Agente da UNCLE”), Olivia Colman (série “Broadchurch”), Tobias Menzies (série “Game of Thrones”), David Harewood (série “Supergirl”) e a portuguesa Aure Atika (“O Verão do Skylab”). A minissérie adapta o livro homônimo de John le Carré (autor de “O Espião que Sabia Demais”) em seis episódios, com roteiros de David Farr (“Hanna”). Na trama, Hiddleston vive Jonathan Pine, um ex-soldado britânico que agora trabalha em um hotel. Um dia, ele conhece Sophie (Atika), uma mulher francesa de origem árabe, que lhe fornece documentos que incriminam Richard Onslow Roper (Laurie), um empresário britânico que fez fortuna no mercado negro vendendo armas. Mas ao decidir informar as autoridades britânicas, ele se vê envolvido numa disputa entre agências de inteligência, que resulta em mortes e o arrasta para as sombras da espionagem. A minissérie deve começar a ser exibida em 22 de fevereiro no Brasil, dois meses antes da estreia no Reino Unido, prevista para 19 de abril.
Star Wars: Episódio VIII tem estreia adiada em sete meses
A Disney anunciou o adiamento na estreia de “Star Wars: Episódio VIII”. Anteriormente previsto para maio de 2017, o filme só chegará aos cinemas sete meses depois, em 15 de dezembro de 2017. Assim, a continuação fará sua estreia dois anos após o lançamento de “Star Wars: O Despertar da Força”, que estreou em 17 de dezembro de 2015, batendo recordes de arrecadação em todo o mundo – US$ 1,87 bilhão e contando – para se tornar a 3ª maior bilheteria da história, atrás apenas de “Titanic” e do campeão “Avatar”. O “Episódio VIII” está atualmente em pré-produção. As filmagens vão começar em fevereiro, continuando a história da catadora de lixo Rey (Daisy Ridley), do stormtrooper desertor Finn (John Boyega) e do piloto da resistência Poe Dameron (Oscar Isaac). Rian Johnson (“Looper: Assassinos do Futuro”) assina a direção e o roteiro, enquanto J.J. Abrams, que dirigiu “O Despertar da Força”, volta apenas como produtor executivo. Na data originalmente prevista para a continuação da saga espacial, o estúdio agora vai lançar “Piratas do Caribe: Os Mortos Não Contam Histórias”, que iria chegar aos cinemas em julho. Com o adiantamento, o quinto “Piratas do Caribe” estreará em 26 de maio de 2017. No filme, Johnny Depp volta ao papel do capitão Jack Sparrow, ao lado de Geoffrey Rush e Orlando Bloom como Barbossa e Will Turner, respectivamente. Javier Bardem estreia na franquia como o novo vilão, capitão Salazar. A direção é da dupla Joachim Rønning e Espen Sandberg (“Expedição Kon Tiki”).
Mulher Maravilha: Vídeo revela as primeiras cenas do filme
A rede americana CW exibiu na noite de terça (19/1) um especial sobre os super-heróis da DC Comics e um dos destaques da produção foi o primeiro olhar sobre o filme solo da “Mulher-Maravilha”, que ainda está no começo de suas filmagens. As primeiras cenas do longa, exibidas durante o programa, foram disponibilizadas num vídeo postado no YouTube, que pode ser conferido abaixo. Elas mostram a heroína em luta contra soldados alemães, brandindo uma espada e até disparando a cavalo para cima dos inimigos. Além de mostrar Gal Gadot (“Velozes & Furiosos 6”) como a heroína, também é possível ver Chris Pine (franquia “Star Trek”) como o Capitão Steve Trevor. O elenco ainda inclui Robin Wright (série “House of Cards”), Danny Huston (“X-Men Origens: Wolverine”), David Thewlis (franquia “Harry Potter”), Connie Nielsen (“Ninfomaníaca”), Saïd Taghmaoui (“Trapaça”), Elena Anaya (“A Pele que Habito”) e Lucy Davis (“Todo Mundo Quase Morto”). O roteiro é de Jason Fuchs (“Peter Pan”) e a direção está a cargo de Patty Jenkins (“Monster: Desejo Assassino”). A estreia está prevista para junho de 2017.












