Esquadrão Suicida: Novo trailer é o melhor dos filmes de quadrinhos de 2016
A Warner Bros. divulgou o novo trailer legendado de “Esquadrão Suicida”. Ao som de “Bohemian Rhapsody”, do Queen, a prévia esclarece a premissa, mostrando os vilões encarcerados e a explicação para sua reunião num time. Mas a forma como as cenas são apresentadas, com imagens intensas, interpretação alucinada e frases ácidas, supera as expectativas. Trata-se do melhor trailer de filmes de quadrinhos de 2016. E uma coisa já deixa claro: Margot Robbie (“Golpe Duplo”), como Arlequina, será tão icônica quanto a Mulher Gato de Michelle Pfeiffer. Além de Robbie, o elenco inclui Will Smith (também de “Golpe Duplo”) como o Pistoleiro, Jared Leto (“Clube de Compra Dallas”) como Coringa, Cara Delenvigne (“Cidades de Papel”) como Magia, Jai Courteney (“Divergente”) como Capitão Bumerangue, Adewale Akinnuoye-Agbaje (“Pompeia”) como o Crocodilo, Joel Kinnaman (“RoboCop”) como Rick Flagg, Adam Beach (“A Conquista da Honra”) como Amarra, Jay Hernandez (“O Albergue”) como El Diablo, a estreante Karen Fukuhara como Katana e Viola Davis (série “How to Get Away with Murder”), que, na pele de Amanda Waller, é a responsável por convencer os vilões a participarem de uma missão suicida em troca da redução de suas penas. Escrito e dirigido por David Ayer (“Corações de Ferro”), “Esquadrão Suicida” estreia em 4 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Ettore Scola (1931 – 2016)
Morreu o cineasta Ettore Scola, um dos principais nomes do cinema italiano. Ele faleceu na terça-feira (19/1), aos 84 anos de idade. O diretor estava internado em um hospital de Roma desde o último domingo (17), em coma no departamento cardiológico da instituição, de acordo com informações da agência de notícias ANSA. Nascido em 1931 na pequena comuna italiana de Trevico, na província de Avellino, Scola se dedicou ao cinema após estudar Direito e atuar como jornalista, ocasião em que conviveu com o futuro colega de profissão Federico Fellini. A amizade com Fellini, por sinal, marcou sua carreira. Além de dirigir o colega, que participou como ator de “Nós Que Nos Amávamos Tanto” (1974), Fellini foi o tema do último filme de sua carreira, o documentário “Que Estranho Chamar-se Federico”, de 2013. Scola começou no cinema como roteirista de comédias ligeiras, como “O Solteirão” (1955), “Um Conde à Italiana” (1957), “Totó na Lua” (1958), “Caprichos de Mulher” (1958), “Aquele Que Sabe Viver” (1962) e outras similares, e continuou no gênero ao passar para trás das câmeras, estreando como cineasta em 1964 com a comédia “Fala-se de Mulheres”, seguida por “Por um Milhão de Dólares” (1964), o início de sua longa colaboração com Victorio Gassman, que o acompanharia em diversos filmes. Sem abrir mão do humor, sua filmografia foi enveredando pela crítica social, destilando comentários ácidos sobre o país e a humanidade em geral. A mudança de tom começou por “Ciúme à Italiana” (1970), que também marcou sua primeira parceria com Marcello Mastroianni. A trama girava em torno de um triângulo amoroso, formado ainda pela bela Monica Vitti e Giancarlo Giannini, mas era mera desculpa para a sátira social e experimentalismo formal do diretor, que fazia os personagens defenderem seus pontos de vista falando diretamente para o público. Ele voltou a trabalhar com Mastroianni em “Rocco Papaleo” (1971), focando as dificuldades encontradas por imigrantes no exterior – o filme se passa nos EUA. Mas o ponto de virada se deu com “Nós Que Nos Amávamos Tanto” (1974), um balanço de geração que havia sonhado com um mundo melhor nos anos 1960 e agora via-se obrigada a fazer um balanço de seus fracassos. Mas a consagração definitiva veio com “Feios, Sujos e Malvados” (1978), pelo qual recebeu o prêmio de Melhor Diretor no Festival de Cannes. Povoado por personagens extremos, o filme acompanhava os integrantes de uma família miserável e desregrada, que passavam o tempo planejando como transar ou matar uns aos outros. Considerado uma obra-prima, “Feios, Sujos e Malvados” é também um dos retratos mais impiedosos da raça humana. Ele realizou muitos outros filmes excepcionais, como “Um Dia Muito Especial” (1977), em que Marcello Mastroianni e Sophia Loren parecem ser os únicos a não se entusiasmar com a visita de Hitler à Itália em 1938, “O Terraço” (1980), que, ao abordar o direito à felicidade, lhe deu o prêmio de Melhor Roteiro em Cannes, “Casanova e a Revolução”, com Mastroianni vivendo um Casanova envelhecido, e o fenomenal “O Baile” (1983), em que a música e a dança contam a história, sem diálogos, de 50 anos da humanidade. Após a indicação de “O Baile” ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, Scolla dirigiu seu segundo filme parcialmente falado em inglês, “Macaroni” (1985), em que Jack Lemmon (“Quanto Mais Quente Melhor”) se juntou a Mastroianni numa viagem à Itália. Ele ainda dirigiu Mastroianni em “Splendor” (1989), uma homenagem ao cinema, e “Che Ora È?” (1989), em que pai e filho tentam acertar suas diferenças. Outra de suas musas foi a atriz francesa Fanny Ardant, que o diretor comandou nos clássicos “A Família” (1987) e “O Jantar” (1998). Scolla também dirigiu um grande elenco francês em “A Viagem do Capitão Tornado” (1990), sua homenagem ao teatro, que acompanhava uma companhia itinerante da Idade Média, que incluía Emmanuelle Béart, Jean-François Perrier e Ornella Muti. Mestre do cinema, Scolla não diferenciava entre humor e drama para realizar seus retratos vibrantes, mas bastante cruéis, da experiência humana. Conforme avançou na idade, também aumentaram suas preocupações com a falência dos valores da sociedade – a crise do cinema em “Splendor” (1988), a crise política em “Mario, Maria e Mário” (1993), a crise social em “A História de um Jovem Homem Pobre” (1995) e a crise moral em “Concorrência Desleal” (2001), entre outras obras, cada vez mais dramáticas e desencantadas. Sua morte foi lamentada por Matteo Renzi, primeiro-ministro italiano, para quem a perda do diretor “deixa um enorme vazio na cultura italiana”.
Tirando o Atraso: Robert De Niro e Zac Efron são ridicularizados na divulgação do filme
O estúdio Lionsgate divulgou quatro cenas sem graça da comédia “Tirando o Atraso” e dois novos pôsteres que ridicularizam seus protagonistas, os atores Robert De Niro e Zac Efron. Incluímos também os pôsteres anteriores, para os mercados francês e americano, para equilibrar a divulgação com a dose de sexismo que faltou nas cenas, mas que extrapolam os limites no trailer. No filme, De Niro é o avô viúvo e safado de Efron, que convence o neto a conduzi-lo numa viagem de luto, logo após o funeral de sua mulher. A jornada acaba se desviando quando a dupla conhece garotas na estrada e o vovô decide aproveitar o “spring break” com muito sexo, drogas e música pop ruim. O elenco ainda inclui Julianne Hough (“Rock of Ages”), Audrey Plaza (série “Parks and Recreation”), Zoey Deutch (“Academia de Vampiros: O Beijo das Sombras”), Dermot Mulroney (“Álbum de Família”) e Adam Pally (série “The Mindy Project”). Com direção de Dan Mazer (“Dou-lhes um Ano”), o filme estreia na quinta (21/1) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
George Clooney se junta aos críticos da falta de artistas negros no Oscar 2016
O ator George Clooney resolveu se juntar aos críticos da falta de profissionais negros entre os indicados ao Oscar 2016, juntando-se a reclamações de Spike Lee, Jada Pinkett Smith e até da própria presidente da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, Cheryl Boone Isaacs. Em comunicado, o ator afirmou que a Academia, como entidade, precisa melhorar no futuro. Ele lembrou que, graças aos discursos de estrelas como Jennifer Lawrence e Patricia Arquette, agora se presta atenção na indústria às desigualdades entre aos salários recebidos por homens e mulheres, e por isso dá razão às reclamações dos artistas negros. “Os artistas negros têm um ponto de reivindicação justo quando alegam que a indústria não está os representando de forma adequada. Acredito que isso é absolutamente certo”, disse o ator, acrescentando que filmes como “Creed: Nascido para Lutar” e “Straight Outta Compton: A História do N.W.A.” poderiam ter sido indicados ao prêmio de Melhor Filme. A Academia listou apenas oito filmes na disputa dos melhores do ano, quando as regras permitem até dez indicações. Ele também avaliou que Will Smith e Idris Alba poderiam estar entre os concorrentes às estatuetas de melhor ator por suas atuações em “Um Homem Entre Gigantes” e “Beasts of No Nation”, respectivamente. E destacou que a ausência de Ava Duvernay (“Selma”) entre os indicados a Melhor Direção no Oscar do ano passado “foi ridícula”. “Há 10 anos, a Academia fazia um trabalho melhor. Havia mais afro-americanos indicados. Mas o problema não é quem são os indicados, mas quantas opções há disponíveis no cinema para as minorias, particularmente em filmes de qualidade”, questionou o ator, que já tem dois Oscars no currículo. Após se dizer “decepcionada” com a falta de diversidade nos indicados ao Oscar pelo segundo ano consecutivo, a presidente da Academia agora está prometendo “grandes mudanças” para as próximas edições da premiação.
Angry Birds estrelam comercial de rede de cinema com crítica aos serviços de streaming
A rede americana de cinemas AMC divulgou um comercial em que os personagens da vindoura animação “Angry Birds” demonstram a diferença entre assistir um filme no cinema e num serviço de streaming. O esquentadinho Red resolve ver um filme em casa, mas tudo dá errado, desde a pipoca de microondas até a dificuldade de conectar o serviço. É a deixa para mudar rapidamente de ideia e encontrar seus amigos no cinema. Por sinal, é uma beleza o cinema da imaginação animada, em que não há filas de estacionamento, de atendimento e sempre há um bom lugar para se sentar entre um público muito bem comportado. Já o filme “Angry Birds”, com direção dos estreantes Clay Kaytis (animador de “Frozen”) e Fergal Reilly (artista de storyboards de “Hotel Transilvânia”), chega aos cinemas de verdade em 12 de maio, no Brasil.
The Night Manager: Trailer de minissérie coloca Tom Hiddleston no meio de uma trama de espionagem
A rede britânica BBC divulgou o trailer completo de “The Night Manager”, minissérie de espionagem estrelada por Tom Hiddleston (“Thor”). A prévia destaca a atmosfera de tensão e o grandioso elenco da produção, que inclui Hugh Laurie (“Tomorrowland”), Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”), Elizabeth Debicki (“O Agente da UNCLE”), Olivia Colman (série “Broadchurch”), Tobias Menzies (série “Game of Thrones”), David Harewood (série “Supergirl”) e a portuguesa Aure Atika (“O Verão do Skylab”). A minissérie adapta o livro homônimo de John le Carré (autor de “O Espião que Sabia Demais”) em seis episódios, com roteiros de David Farr (“Hanna”). Na trama, Hiddleston vive Jonathan Pine, um ex-soldado britânico que agora trabalha em um hotel. Um dia, ele conhece Sophie (Atika), uma mulher francesa de origem árabe, que lhe fornece documentos que incriminam Richard Onslow Roper (Laurie), um empresário britânico que fez fortuna no mercado negro vendendo armas. Mas ao decidir informar as autoridades britânicas, ele se vê envolvido numa disputa entre agências de inteligência, que resulta em mortes e o arrasta para as sombras da espionagem. A minissérie deve começar a ser exibida em abril no Reino Unido.
Marseille: Série política estrelada por Gérard Depardieu ganha primeiro teaser
O site Netflix divulgou a primeira foto e o teaser de “Marseille”, série francesa estrelada pelo veterano ator Gérard Depardieu (“Bem-Vindo a Nova York”). Com belas imagens, a prévia acompanha uma flâmula com as cores da bandeira da França decolar voo, até afundar nas águas do Mediterrâneo. Já a foto (acima) mostra uma discussão entre os protagonistas. A série é centrada num político que é prefeito há 25 anos, vivido por Depardieu. Mas com a chegada das eleições, ele enfrentará o homem que escolheu para ser seu sucessor (Benoît Magimel, de “De Cabeça Erguida”). Desenvolvida pelo roteirista Dan Franck (“A Separação”), a 1ª temporada da atração terá oito episódios, sendo que os dois primeiros serão dirigidos pelo cineasta Florent-Emilio Siri (“My Way – O Mito Além da Música”). “Marseille” está sendo produzida pela divisão francesa do site de streaming Netflix, o que fez seu projeto ser comparado a uma versão francesa de “House of Cards”. A estreia acontece em 5 de maio.
Elle: Isabelle Huppert é vítima de ataque sexual em trailer que marca a volta de Paul Verhoeven ao suspense
A SBS Films divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Elle”, filme que marca a volta do cineasta holandês Paul Verhoeven ao gênero do thriller sexual, que ele explorou famosamente em “Instinto Selvagem” (1992). “Elle” é uma produção francesa, estrelada por Isabelle Huppert (“Amor”) e baseada no romance homônimo de Philippe Djian, autor já adaptado em “Betty Blue” (1986) e “O Amor É um Crime Perfeito” (2013). Com roteiro de David Birke (“Prisioneira do Medo”), o filme se desenrola em torno de um ataque brutal que a protagonista sofre, em sua própria casa, por um invasor mascarado, as sequelas traumáticas que isso deixa e o plano traçado para descobrir a identidade do agressor. A estreia está marcada para 21 de setembro na França e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Vizinhos 2: Chloe Moretz inferniza família de Seth Rogen no primeiro trailer legendado
A Universal Pictures divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Vizinhos 2”, continuação da comédia de 2014. A prévia revela quem são os novos vizinhos da família de Seth Rogen: uma fraternidade feminina liderada por Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”), ainda mais festeira e selvagem que a república de Zac Efron no filme anterior. Para enfrentar o novo problema, a solução de Rogen e sua mulher, vivida por Rose Byrne, é trazer de volta Efron como especialista em táticas para aterrorizar a vizinhança. O filme foi novamente dirigido por Nicholas Stoller e escrito pela dupla Andrew Jay Cohen e Brendan O’Brien, desta vez com ajuda de Rogen. A estreia está marcada para 19 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Bates Motel: Veja o primeiro teaser da 4ª temporada
O canal pago americano A&E divulgou o primeiro teaser da 4ª temporada de “Bates Motel”. A prévia registra uma espiral de eventos, que arrastam Norman Bates (Freddie Highmore, de “A Fantástica Fábrica de Chocolates”) e sua mãe (Vera Farmiga, de “Contra o Tempo”) literalmente para o ralo, junto de um rastro de sangue. A série acompanha a juventude do perturbado Norman Bates e o que o levou a se tornar o serial killer visto no clássico “Psicose” (1960), de Alfred Hitchcock. A atração foi criada pelo roteirista Anthony Cipriano (série “The Jersey”) e é produzida por Carlton Cuse (série “Lost”) e Kerry Ehrin (série “Friday Night Lights”). Assim como as temporadas anteriores, o novo ano de “Bates Motel” também terá 10 episódios. A estreia vai acontecer em 7 de março nos EUA. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Universal.
A Bruxa: Paranoia contamina o novo trailer do terror premiado
O estúdio A24 divulgou um novo trailer do terror “A Bruxa”, que rendeu o prêmio de Melhor Diretor para Robert Eggers no Festival de Sundance do ano passado. A prévia investe no clima de paranoia, tensão e angústia da trama, passada numa fazenda do século 17 na Nova Inglaterra, onde vive um casal temente a Deus e seus cinco filhos. Aos poucos, sinais de terror começam a amedrontar a família, como o leite da vaca que se transforma em sangue e a perda da colheira, levando o pai a tomar atitudes extremas para se livrar do mal. O elenco é formado por Anya Taylor-Joy (série “Atlantis”), Ralph Ineson (“Guardiões da Galáxia”), Kate Dickie (série “Game of Thrones”), Julian Richings (série “Supernatural”) e Ellie Grainger (série “The Village”). Primeiro longa escrito e dirigido por Robert Eggers, “A Bruxa” estreia em 3 de março no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA (em 19/2).
Fiorella Mattheis seduz O Último Virgem em trailer de comédia sexista
A Downtown Filmes divulgou o pôster e o trailer da comédia brasileira “O Último Virgem”, que já pelo título mostra seu nível. A prévia abusa de clichês sexistas, acompanhando a obsessão de um estudante secundarista em perder sua virgindade. As piadas são aquelas de sempre, envolvendo prostitutas, torcida dos amigos, amiguinhas atiradas e até a professora gostosa, aqui vivida por Fiorella Mattheis (“Vai que Cola”). Um retrocesso completo, de volta ao humor das pornochanchadas, mas sem o que fazia a alegria do público daquela época: cenas de nudez. Ou seja, um filme sobre sexo que não mostra sexo, ao estilo das comédias sexuais adolescentes que Hollywood produzia nos anos 1980 – entre elas, uma de título desavergonhadamente similar, “O Último Americano Virgem” (1982). O filme traz Guilherme Prates (novela “Malhação”) como o personagem do título, roteiro de L.G. Bayão (“O Concurso”) e Felipe Adler (“Podecrer!”) e direção dos estreantes em longa-metragem Rilson Baco (série “Nada Original”) e Felipe Bretas (curta “#vemprarua”). A estreia está marcada para 31 de março.
Adam Lambert entra na versão televisiva de Rocky Horror Picture Show
O cantor Adam Lambert (revelado em “American Idol”) entrou para o elenco da versão televisiva de “Rocky Horror Picture Show”. Segundo o site The Hollywood Reporter, ele ficará com o papel de Eddie, que foi interpretado originalmente pelo roqueiro Meat Loaf no filme cult de 1975. Eddie é um entregador de pizza que ama rock. O projeto do canal americano Fox será uma releitura do clássico musical de terror do West End londrino “The Rocky Horror Show” (1973), que foi transformado no filme “The Rocky Horror Picture Show” em 1975. O filme se tornou cult porque, durante sua exibição nos cinemas, o público costumava cantar e dançar junto com os personagens – o que virou uma tradição e faz com que ele seja exibido até hoje, em algumas salas especializadas, 40 anos após o seu lançamento. Lambert vai se juntar a c, intérpretes do casal de noivos que, ao enfrentar um problema com o carro, acaba pedindo ajuda aos moradores de um estranho castelo nas proximidades, sem imaginar que ele é habitado por alienígenas do planeta Transexual. O papel principal, por sinal, ficou com Laverne Cox (série “Orange Is the New Black”), primeiro transexual a interpretar a Dra. Frank-N-Furter. E o elenco também inclui Reeve Carney (série “Penny Dreadful”) como Riff Raff, um dos servos fiéis da cientista de outro mundo. A direção e as coreografias estão a cargo de Kenny Ortega (“High School Musical”) e a exibição deve acontecer no final de 2016.












