A Grande Aposta vence prêmio dos produtores de Hollywood
A comédia dramática “A Grande Aposta” venceu o prêmio de Melhor Filme do Sindicato dos Produtores dos EUA (PGA, na sigla em inglês). A premiação aconteceu na noite de sábado (23/1) e é uma importante prévia para o Oscar. Para se ter ideia, a última vez que o vencedor do Oscar não coincidiu com o filme escolhido pelo Sindicato dos Produtores foi em 2006, quando “Pequena Miss Sunshine” venceu o PGA Awards e a Academia se equivocou ao eleger um remake inferior de um clássico de Hong Kong, ainda que dirigido por Martin Scorsese, “Os Infiltrados”. A vitória de “A Grande Aposta” ajuda a deixar o Oscar sem um favorito claro. O filme de Adam McKay não vinha se destacando como um forte concorrente a prêmios, sendo eclipsada em outras premiações da indústria por “Spotlight – Segredos Revelados”, “Mad Max – Estrada da Fúria” e “O Regresso”. Já nas outras duas categorias de cinema não houve surpresas. “Divertida Mente” levou como Melhor Animação, enquanto “Amy” venceu como Melhor Documentário. O PGA Awards também premiou as melhores produções de TV. E a 5ª temporada de “Game of Thrones” bateu o final de “Mad Men” como Melhor Série Dramática, enquanto “Transparent” foi considerada a Melhor Série Cômica e “Fargo” a Melhor Minissérie. Para completar, o comediante Jerry Seinfeld levou o troféu de Melhor Série Digital com “Comedians in Cars Getting Coffee”. VENCEDORES DO PGA AWARDS 2016 CINEMA Melhor Filme “A Grande Aposta” Melhor Animação “Divertida Mente” Melhor Documentário “Amy” TELEVISÃO Melhor Série de Drama “Game of Thrones” Melhor Série de Comédia “Transparent” Melhor Minissérie ou Telefilme “Fargo” WEB Melhor Série Digital “Comedians in Cars Getting Coffee”
Batman vs. Superman: Atores de The Walking Dead serão os pais de Bruce Wayne
Dois atores da série “The Walking Dead” foram escalados como Martha e Thomas Wayne em “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça”. Segundo o site IMDb, Lauren Cohan (Maggie em “TWD”) e Jeffrey Dean Morgan (prestes a estrear como Negan em “TWD”) vão interpretar os pais de Bruce Wayne numa cena de flashback. A participação de Morgan, por sinal, já tinha sido revelada por uma foto do set (acima), que revelava sua imagem num quadro. O filme vai mostrar, pela primeira vez no cinema, o encontro dos principais super-heróis da editora de quadrinhos DC Comics. Além de Ben Affleck (“Argo”) como Batman e Henry Cavill (“Homem de Aço”) como Superman, “Batman vs. Superman” também vai introduzir Gal Gadot (“Velozes & Furiosos 6”) como Mulher Maravilha. O roteiro foi escrito por David Goyer (“O Homem de Aço”) e revisado por Chris Terrio (“Argo”), e a direção é de Zack Snyder (“O Homem de Aço”). “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” tem estreia marcada para 24 de março no Brasil, um dia antes do seu lançamento nos EUA.
Autora de True Blood desenvolve nova série sobrenatural
A escritora Charlaine Harris, autora da franquia literária “Crônicas de Sookie Stackhouse” (The Southern Vampire Mysteries, no original), que deu origem à série “True Blood”, está desenvolvendo uma série de TV baseada em outra de suas histórias sobrenaturais. Trata-se da trilogia “Midnight, Texas”, que já teve seus dois primeiros livros publicados nos EUA. Segundo o site The Hollywood Reporter, a série pretende ser uma mistura de “True Blood” com “Twin Peaks”. A trama se passa na cidade de Midnight (meia-noite), um lugarejo bastante remoto do Texas, para onde se muda apenas quem busca se esconder, como criminosos, mas também criaturas sobrenaturais. Quando uma das moradoras desaparece, todos são suspeitos. A rede americana NBC encomendou o piloto da atração, que terá Harris como produtora executiva e roteiro escrito por Monica Owusu-Breen (série “Lost”). Caso a série vá adiante, chegará à televisão após o final da trilogia ser publicado. O terceiro livro, intitulado “Night Shift”, tem previsão de lançamento para maio. Confira abaixo o trailer do lançamento do primeiro livro, “Midgnight Crossroad”, que dá uma ideia do clima da atração.
Criador de Broadchurch será o próximo showrunner de Doctor Who
Não são apenas os intérpretes de “Doctor Who” que mudam ao longo dos anos. Os produtores executivos da série também. E a BBC informou, por meio de comunicado, que Steven Moffat irá deixar a atração ao final da próxima temporada. Moffat acompanhou a evolução de “Doctor Who” desde o reboot de 2005, primeiro como roteirista e, desde 2010, como showrunner, substituindo Russell T. Davies no comando da atração. Nesse período, ele dividiu suas atenções também com a série “Sherlock”, da qual é co-criador. Seu substituto já foi definido. Será Chris Chibnall, criador da premiada série “Broadchurch”, que é estrelada pelo ex-“Doctor Who” David Tennant. Chibnall também escreveu para “Doctor Who”, assinando seis episódios, além de ter contribuído com oito capítulos do spin-off “Torchwood”. Na verdade, ele é um “whovian” de carteirinha, a ponto de ter aparecido num programa de 1986 para participar de um debate sobre o fim daquela temporada, ocasião em que aproveitou para fazer críticas (negativas) aos roteiros. Além de assumir a série, ele será responsável por encontrar o próximo protagonista da atração, que sucederá Peter Capaldi. Graças a um artifício narrativo, o Doutor altera periodicamente sua aparência e personalidade, permitindo que a produção atravesse as décadas – a estreia original ocorreu em 1963 – com a mudança do ator principal. Antes disso, porém, Moffat precisará introduzir uma nova companhia para o Doutor, em consequência do destino trágico de Clara Oswald (Jenna Coleman) no fim da 9ª temporada. Em comunicado, Moffat afirmou que era “estranho estar falando sobre deixar a série” no momento em que começava a “trabalhar nos roteiros da 10ª temporada”, mas assegurou ter escolhido pessoalmente Chibnall como substituto. “Custou um monte de gin tônica para convencê-lo”, brincou. Seu substituto também se pronunciou. “Eu amo ‘Doctor Who’ desde que tinha quatro anos e estou saboreando a expectativa de criar novos personagens, criaturas e mundos para o Doutor explorar. Steven alcançou o impossível pela contínua expansão de ‘Doctor Who’, que cresceu em sua popularidade global. Ele tem sido um showrunner deslumbrante e ousado, e ouvir seus planos e histórias até 2017 me deixou claro que sua despedida acontecerá com um estrondo. Apenas para tornar a minha vida difícil.” Ainda não há previsão de estreia para a 10ª temporada, que vai se estender até 2017.
Love: Série de comédia de Judd Apatow ganha primeiro trailer
O serviço de streaming Netflix divulgou o primeiro trailer legendado de “Love”, nova série de comédia produzida por Judd Apatow – o cineasta de “Ligeiramente Grávidos” (2007) e “Bem-Vindo aos 40” (2012), além de produtor da série “Girls”. A prévia mostra como os personagens de Paul Rust (série “Super Fun Night”) e Gillian Jacobs (série “Community”) se conhecem, mas não se estende além do início da estranha amizade entre o nerd fracassado e a alucinada sem noção. “Love” vai mostrar como esse casal improvável acaba se envolvendo e lidando com suas diferenças. A série foi criada por Apatow, Rust e a roteirista Lesley Arfin (série “Girls”) e, em sua 1ª temporada, terá 10 episódios de meia hora. A estreia está marcada para 19 de fevereiro no Netflix.
Filme Labirinto, estrelado por David Bowie, vai ganhar nova versão
O estúdio Tri-Star, subsidiária da Sony Pictures, entrou em acordo com os herdeiros do diretor Jim Henson (criador dos “Muppets”) para produzir uma nova versão do último filme do cineasta, a fantasia “Labirinto – A Magia do Tempo”, estrelada por David Bowie e a jovem Jennifer Connelly em 1986. Segundo o site The Hollywood Reportar, a roteirista Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”) será responsável por escrever a história. O filme original acompanhava a jornada da adolescente vivida por Connelly, que, cansada de ser babá do irmão mais novo, deseja que ele suma, sendo atendida pelo Rei dos Duendes, o papel de Bowie. Desesperada ao perceber o que fez, ela entra num mundo mágico, repleto de fantoches e pedras que soltam pum, para enfrentar a criatura Bowie e recuperar seu irmãozinho. Cultuado como clássico infantil, “Labirinto” contou com músicas de Bowie, roteiro de Terry Jones (dos Monty Python) e produção de George Lucas (criador de algo chamado “Star Wars”). Um supertime que, curiosamente, não impediu seu fracasso de bilheteria. A derrota financeira levou o diretor Jim Henson a entrar em depressão profunda. Ele nunca mais dirigiu nenhum filme até sua morte, quatro anos depois. O lançamento em vídeo e as exibições televisivas, porém, mudaram a percepção do público a respeito da obra. Muitos até acham que o filme foi um dos grandes sucessos dos anos 1980. A obra também foi valorizada pelo reconhecimento obtido por Connelly em seus filmes seguintes. A atriz acabou ganhando o Oscar por “Uma Mente Brilhante” em 2002. Já o projeto do remake/continuação coincide com os 30 anos de lançamento do original e a recente morte de Bowie, falecido no dia 10 de janeiro. Ainda não há previsão para o começo das filmagens ou data de lançamento.
Charlotte Rampling diz ter sido mal-interpretada e também defende maior diversidade no Oscar
A atriz inglesa Charlotte Rampling, que chamou atenção como voz dissonante na discussão sobre a falta de diversidade no Oscar 2016, disse que sua declaração a uma rádio européia, de que as ameaças de boicote ao evento seriam “racismo contra brancos”, foi “mal interpretada”. Em entrevista ao programa “Sunday Morning”, da rede americana CBS News, a atriz declarou: “Lamento que meu comentário tenha sido mal interpretado. Eu quis dizer que, no mundo ideal, toda atuação deve ter oportunidades iguais de apreciação. Estou muito honrada de integrar o maravilhoso grupo de atores e atrizes indicados este ano”. Charlotte também fez questão de demonstrar-se a favor da busca por mais diversidade na premiação, declarando-se entusiasmada com as novidades apresentadas pela Academia para promover mudanças entre seus membros. “A diversidade na indústria do cinema precisa mesmo ser analisada. Estou muito entusiasmada com as mudanças anunciadas para fomentar a diversidade entre os membros da Academia”, ela apoiou.
Academia reage à polêmica racial e anuncia mudanças para o Oscar 2017
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas reagiu rapidamente às críticas contra a falta de diversidade entre os indicados ao Oscar 2016. Historicamente avessa à mudanças, sempre buscando alterações sutis e de forma lenta, a entidade surpreendeu com um anúncio de medidas radicais. Antes mesmo de considerar o aumento de candidatos nas categorias da premiação, visando acomodar as minorias, a Academia optou por sacudir suas próprias estruturas. A presidente Cheryl Boone Isaacs, que havia se declarado “desapontada” com a lista dos indicados pelo segundo ano consecutivo, tomou uma decisão histórica, com apoio de sua diretoria, para alterar as regras de filiação, que dão direito ao voto no Oscar. Uma mulher negra será responsável por trazer mais mulheres e minorias à tradicional instituição americana. No anúncio feito na sexta-feira (22/1) em Los Angeles, a principal novidade foi que o voto dos acadêmicos – profissionais da indústria cinematográfica que somam cerca de 7 mil membros – não será mais perpétuo. Os integrantes da Academia terão direito a votar no Oscar por dez anos desde sua filiação, prolongando este direito por nova década se permanecerem ativos – isto é, se continuarem filmando ao longo do período. Apenas aqueles que tiverem uma carreira de mais de três décadas manterão o direito de votar permanentemente no Oscar, independente de sua aposentadoria. Com isso, vários membros atuais perderão o direito a votar no Oscar 2017, eliminando um dos maiores obstáculos para as mudanças desejadas. Ao mesmo tempo, a Academia tentará buscar maior diversidade ao convidar novos integrantes para ocupar suas vagas. De acordo com relatos da mídia, as premiações do Oscar sempre refletiram o gosto de homens brancos idosos. Os dados são brutais: 94% dos integrantes da Academia são brancos, 77% do sexo masculino e a média de idade entre os votantes é superior a 60 anos. Por isso, por mais que incluísse representantes de minorias entre os votantes nos últimos anos, a maioria formada pelo veteranos da indústria continuava a barrar qualquer alteração significativa no conservadorismo do Oscar. Além dessas mudanças entre os eleitores, a Academia adicionou três novos assentos para mulheres e minorias no conselho de sua administração. Assim, a governança da entidade passará a contar com 54 membros, que serão responsáveis por aprovar novas reformas no Oscar, visando dobrar o número de mulheres e minorias até 2020. “As novas regras relativas à governança e votação terão impacto imediato e darão início ao processo de mudança significativa de nossa composição”, disse Isaacs. Mais mudanças ainda serão discutidas em nova reunião da governança da Academia, marcada para terça (26/1), que, segundo apurou o site The Hollywood Reporter, deve abordar o aumento de candidatos nas categorias do Oscar 2017. Com o anúncio de reformas, a Academia reage às críticas relativas à falta de artistas negros entre as indicações do Oscar deste ano. Pela segunda vez consecutiva, os eleitores da Academia esqueceram completamente de incluir negros nas principais categorias da premiação, embora tenham selecionado integrantes brancos de filmes dirigidos e estrelados por afro-americanos. A ausência de negros inspirou um movimento de boicote, ensaiado pelo diretor Spike Lee e o casal de atores Jada Pinkett Smith e Will Smith, e até críticas de astros brancos, como George Clooney e Mark Ruffalo. Mais significativa, porém, foi a decisão do veterano compositor e produtor Quincy Jones de condicionar sua presença no evento, após ser convidado a entregar um prêmio, ao direito de discursar sobre o assunto. A reação rápida de Isaacs também visa impedir que outros convidados se sintam estimulados a acrescentar comentários potencialmente danosos à reputação da Academia, durante a exibição da premiação, que é transmitida para todo o mundo. A cerimônia de premiação do Oscar 2016 acontecerá no próximo dia 28 de fevereiro em Los Angeles, com apresentação do comediante Chris Rock e transmissão no Brasil pelos canais Globo e TNT.
Jim Sturgess vai estrelar sua primeira série de TV
O ator inglês Jim Sturgess (“A Viagem”, “Um Dia”, “Mundos Opostos”) vai trocar o cinema pela televisão, protagonizando uma minissérie da BBC e sua primeira série semanal, para o canal pago americano AMC. As informações são do site The Hollywood Reporter. Escrita e dirigida por Stephen Poliakoff (“Três Amores e uma Paixão”), a minissérie “Close to the Enemy” terá seis episódios passados entre as ruínas dos bombardeios de Londres no fim da 2ª Guerra Mundial. Stugess interpretará um oficial da inteligência britânica, que tem a missão de garantir que um cientista alemão capturado (August Diehl, de “Bastardos Inglórios”) comece a trabalhar num novo motor a jato para a RAF (Força Aérea Real). Com o pano de fundo da emergente Guerra Fria, a trama fará cruzar por seu caminho diversos personagens marcados pela guerra, interpretados por Angela Bassett (série “American Horror Story”), Alfred Molina (“O Amor É Estranho”), Alfie Allen (série “Game of Thrones”), Charlotte Riley (“No Coração do Mar”), Sebastian Armesto (“Star Wars: O Despertar da Força”), Lindsay Duncan (“Birdman”), Freddie Highmore (série “Bates Motel”), Robert Glenister (série “Lei & Ordem: Reino Unido”) e Phoebe Fox (“A Mulher de Preto 2”). Já na série “Feed the Beast”, Sturgess dividirá o protagonismo com David Schwimmer (série “Friends”), que voltou recentemente à televisão em “American Crime Story: The People v OJ Simpson”. Os dois serão sócios de um restaurante em Nova York, que resolvem abrir mesmo estando à beira da falência. Amigos de infância, eles apostam tudo no projeto, enquanto escondem suas verdadeiras motivações com mentiras e traições, precisando ainda lidar com fiscais corruptos e a extorsão da máfia. O elenco também inclui a chilena Lorenza Izzo (“Bata Antes de Entrar”), Michael Gladis (série “Mad Men”), Christine Adams (série “Terra Nova”) e John Doman (série “Gotham”). Adaptação de uma série dinamarquesa criada por Kim Fupz Aakeson (roteirista de “Sentidos do Amor”), originalmente intitulada “Bankerot”, “Feed the Beast” foi desenvolvida pelo produtor Clyde Phillips (série “Dexter”) e ganhou encomenda de 13 episódios para sua 1ª temporada. Ambas as atrações serão exibidas em 2016, mas ainda não possuem data de estreia definida.
Diretor de As Panteras vai comandar o filme do He-Man
O diretor McG, que não emplaca um sucesso nos cinemas desde “As Panteras” (2000) e “As Panteras Detonando” (2003), foi contratado pela Sony Pictures para comandar o filme “Mestres do Universo”, produção baseada nos brinquedos e desenhos animados de “He-Man”. A informação é do site The Hollywood Reporter. O estúdio, porém, ainda não está contente com o roteiro atual e pretende encomendar um novo candidato para sua coleção de scripts recusados. A pilha começou em 2009 e já deixou cair no lixo, entre outros, textos de Terry Rossio (“O Cavaleiro Solitário”), Alex Litvak (“Predadores”) e Michael Finch (“Hitman: Agente 47”). A versão mais recente da história foi escrita por Jeff Wadlow (“Kick-Ass 2”), que, por sinal, tinha a pretensão de dirigir o longa. Além de Wadlow, o diretor Jon M. Chu (“G.I. Joe – Reataliação”) também esteve de olho na produção, quando ela ainda tinha o título provisório de “Greyskull”. A dificuldade em encontrar o tom se deve à frustração com o primeiro e único filme da franquia, lançado em 1987 com Dolph Lundgren (“Os Mercenários”) no papel de He-Man e Frank Langella (“Frost/Nixon”) como o vilão Esqueleto. Com efeitos precários e resultado discutível, o filme é mais lembrado por ter lançado a carreira da atriz Courteney Cox (séries “Friends” e “Cougar Town”). Ao contrário daquela produção, o novo longa não irá se passar na Terra, preservando a inspiração dos desenhos e servindo como filme de origem. A história deve mostrar a transformação do príncipe Adam no guerreiro He-Man, que representa a última esperança da terra mágica chamada Eternia contra a ameaça do Esqueleto. McG, entretanto, não é exatamente um cineasta prestigiado. Sua filmografia, que inclui “O Exterminador do Futuro – A Salvação” (2009), “Guerra É Guerra!” (2012) e “3 Dias Para Matar” (2014), é uma lista de fracassos de bilheteria. Seu próximo lançamento será o terror “The Babysitter”, com Bella Thorne (“Juntos e Misturados”) e Robbie Amell (série “The Flash”), ainda sem previsão de estreia.
Legends of Tomorrow estreia com grande audiência
A estreia da série “Legends of Tomorrow” ajudou a rede americana CW a atingir sua maior audiência nas noites de quinta-feira dos últimos três anos. Ao todo, 3,1 milhões de telespectadores sintonizaram a nova atração baseada nos quadrinhos de super-heróis da DC Comics, apenas 500 mil a menos que o público habitual de “The Flash”, que é a atração mais popular do canal. Além disso, 2 milhões permaneceram na CW para assistir a estreia da 3ª temporada de “The 100”, exibida logo a seguir, rendendo uma das maiores audiências já registradas pela série sci-fi – superior, inclusive, a de todos os episódios da temporada anterior. A crítica, porém, ficou bem dividida em relação a “Legends of Tomorrow”. A falta de um herói central foi apontada como principal fator negativo, resultando numa dispersão muito grande entre nove personagens. Por outro lado, a química do elenco e uma premissa mais ousada que as demais séries de heróis da DC foram considerados aspectos positivos. A série acompanha um grupo de heróis e anti-heróis, coadjuvantes de “Arrow” e “The Flash”, que são reunidos pelo viajante do tempo Rip Hunter (Arthur Darvill, da série “Doctor Who”) para impedir o fim do mundo, em aventuras que os levam a outras eras. O grande elenco também inclui Brandon Routh (“Superman: O Retorno”) como o super-herói Eléktron, Victor Garber (“Argo”), como o Dr. Martin Stein (metade do super-herói Nuclear), Franz Drameh (série “River”) como Jax (a outra metade de Nuclear), Dominic Purcell (série “Prison Break”) como o vilão Onda Térmica, Wentworth Miller (também da série “Prison Break”), como Capitão Frio, Caity Lotz (“A Batalha do Ano”) como Canário Branco, Falk Hentschel (“O Ataque”) como Gavião Negro e Ciara Renée (série “Crime Stoppers Case Files”) como Mulher Gavião.
Convergente: Shailene Woodley fica nua no novo trailer da sci-fi, que também ganhou 18 fotos
A Paris Filmes divulgou o novo trailer legendado de “A Série Divergente: Convergente”, terceiro filme da franquia iniciada por “Divergente” em 2014. Após uma primeira prévia explicativa, o novo vídeo é mais climático, explorando trocas de olhares e até a nudez dos protagonistas, especialmente de Shailene Woodley, além dos efeitos da produção, que revelam o que existe além da grande muralha que protege Chicago. O clima romântico também pode ser conferido entre as novas fotos da produção, reunidas abaixo. “Convergente” representa uma grande mudança de rumos para a trama da franquia distópica, colocando todos os personagens que sobreviveram até aqui do mesmo lado. Além de Shailene Woodley, a continuação traz de volta Theo James, Zoë Kravitz, Miles Teller, Ansel Elgort, Maggie Q, Keiynan Lonsdale e Naomi Watts, além de adicionar Jeff Daniels (série “The Newsroom”), Jonny Weston (“Projeto Almanaque”), Nadia Hilker (“Spring”) e Bill Skarsgård (série “Hemlock Grove”) ao elenco. Assim como tem sido praxe nas adaptações de franquias literárias juvenis, o livro final de Veronica Roth foi dividido em duas partes. O próximo capítulo chega aos cinemas brasileiros em 10 de março, oito dias antes do lançamento nos EUA, deixando o final, batizado como “A Série Divergente: Ascendente”, para 2017. Ambos os filmes tem direção de Robert Schwentke, que já assinou “A Série Divergente: Insurgente”.
Adiada novamente, sequência de Avatar segue sem previsão de lançamento
Surpresa? A sequência de “Avatar” (2009) não deve mais estrear no final de 2017, como o diretor James Cameron afirmou há apenas um mês. “Estamos mirando no Natal de 2017″, ele disse, em 23 de dezembro. Entretanto, segundo o site The Wrap, o filme não vai estrear nesta data, porque o cineasta ainda não marcou o início das filmagens. Vale lembrar que Cameron prometeu originalmente a sequência do sucesso de 2009 para o ano de 2013. Mas logo que viu o trabalho que teria, revisou seus planos e reservou o lançamento para o final de 2014. Conforme o prazo se aproximava sem a produção começar, o diretor fez novo anúncio, garantindo a estreia em 2015. Na data prevista, porém, apenas os roteiros ficaram prontos. O que fez o longa ganhar uma nova data “definitiva”: dezembro de 2016 – que já caiu, assim como a previsão de dezembro de 2017. De adiamento em adiamento, Cameron aumenta seu orçamento sem iniciar a produção. Dizendo que pretende filmar três longas simultaneamente – “Avatar 2” a “4” – ele teria entregue uma conta de mais de US$ 1 bilhão para a 20th Century Fox, segundo fontes diversas da imprensa. A aposta é ambiciosa, pois “Avatar” detém o recorde de maior bilheteria de cinema de todos os tempos, com US$ 2,7 bilhão de arrecadação mundial. Mas se os planos de sua continuação derem errado, o risco para a Fox é altíssimo. Um desastre nas bilheterias poderia, inclusive, quebrar o estúdio. Cameron vai dirigir todos os três filmes, mas cada um foi escrito por um time diferente. A história de “Avatar 2” foi desenvolvida por Rick Jaffa e Amanda Silver (a dupla de “Planeta dos Macacos 2: O Confronto”), “Avatar 3” ficou a cargo de Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”, também baseado em personagens de Cameron) e “Avatar 4” acabou nas mãos de Shane Salerno (do pavoroso “Aliens vs. Predador 2”). Mas enquanto o diretor faz planos, a atriz Zöe Saldana entrou em duas outras franquias sci-fi, “Star Trek” e “Guardiões da Galáxia”, e se quiser contar com ela em seus filmes vai precisar contornar o complexo cronograma das sequências dessas duas superproduções. Além dela, o diretor também confirmou interesse em trazer de volta o protagonista Sam Worthington e os intérpretes de dois personagens que morreram em “Avatar”, Sigourney Weaver e Stephen Lang.











