Remake de Xena vai assumir lesbianismo da personagem
O remake de “Xena: A Princesa Guerreira” vai explicitar aquilo que os fãs sempre desconfiaram, mas que ainda não podia ser mostrado numa série juvenil durante os anos 1990. A relação entre Xena (vivida originalmente por Lucy Lawless) e Gabrielle (Renée O’Connor) será assumida como romance lésbico na nova versão. Ao menos, esta é a intenção do roteirista Javier Grillo-Marxuach, que está escrevendo o piloto do remake para a rede NBC. Ao comentar posts no Tumblr, em que fãs reclamaram da morte de uma personagem lésbica adorada na série “The 100”, num episódio que ele escreveu, Grillo-Marxuach deixou claro que a opção foi dos produtores e que em “Xena” não faria o mesmo. “Sou uma pessoa muito diferente com uma visão de mundo muito diferente de meus chefes em ‘The 100’ — e meu trabalho em ‘The 100’ era usar minhas habilidades para dar vida à visão deles. ‘Xena’ vai ser um programa muito diferente feito por outros motivos. Não há por que refazer ‘Xena’ sem explorar um relacionamento que só podia ser mostrado de forma implícita durante os anos 1990”, escreveu o roteirista. Aviso de spoiler: O texto de Grillo-Marxuach faz referência a Lexa e Clarke, personagens femininas da distopia “The 100”, que têm um relacionamento homoafetivo. No começo de março, o episódio “Thirteen” (o sétimo da 3ª temporada) mostrou a morte de Lexa, comandante dos Terra-Firmes, assassinada logo após uma cena de sexo entre as duas. Jason Rothenberg, showrunner da série, explicou ao site “TV Line” que a personagem foi eliminada por vários motivos, entre eles a dificuldade de conciliar a agenda da atriz Alycia Debnam Carey, que durante o ano passado se tornou protagonista da série “Fear the Walking Dead”. Os fãs, porém, não aceitaram bem a perda de uma das personagens mais populares do programa, tanto que o roteirista Grillo-Marxuach precisou se explicar – abrindo, assim, o baú de segredos de “Xena”. A notícia da produção do reboot coincide com a tendência de resgate de atrações clássicas atualmente em voga na TV americana. Depois de uma minissérie que trouxe de volta os personagens de “24 Horas” em 2014, seguiram-se os retornos de “Heroes” e “Arquivo X”, e há vários outros projetos nostálgicos atualmente em desenvolvimento.
Alice Através do Espelho: Novo comercial questiona passagem do tempo
A Disney divulgou um novo comercial de “Alice Através do Espelho”, que, entre diversas cenas inéditas, questiona para onde foi o tempo, em referência tanto ao início do horário de verão nos EUA quanto ao novo personagem introduzido na continuação de “Alice no País das Maravilhas” (2010). A sequência vai mostrar o retorno de Alice (Mia Wasikowska) ao País das Maravilhas, onde reencontra personagens como a Rainha Vermelha (Helena Bonham Carter), a Rainha Branca (Anne Hathaway), o Chapeleiro Louco (Johnny Depp), o Coelho Branco (dublado por Michael Sheen) e a Lagarta Azul (voz de Alan Rickman, em seu trabalho final). Mas se os personagens e o visual colorido remetem ao filme anterior, o roteiro abre mão da trama original de Lewis Carroll para introduzir um vilão chamado Tempo, vivido por Sasha Baron Coen (“Os Miseráveis”), que não existe no livro “Alice Através do Espelho”. Com roteiro de Linda Wolverton (“Malévola”) e direção de James Bobin (“Os Muppets”), a estreia acontece em 26 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Unbreakable Kimmy Schmidt: Veja o trailer da 2ª temporada
O site de streaming Netflix divulgou o trailer da 2ª temporada de “Unbreakable Kimmy Schmidt”. O vídeo traz Ellie Kemper (série “The Office”) reencontrando sua antiga patroa (Jane Krakowski, de “30 Rock”) e recebendo novos conselhos de seu senhorio (Tituss Burgess, também de “30 Rock”), sem nunca perder seu otimismo e ingenuidade. A trama acompanha Kimmy, que, após viver trancada num bunker por 15 anos, descobre que o apocalipse não aconteceu e decide aproveitar a vida ao máximo, mudando-se para Nova York, onde arranja emprego com uma milionária. O problema é que ela não está preparada para o mundo real, enfrentando todos os problemas com um sorriso e seu otimismo incorrigível. Criada por Tina Fey (novamente de “30 Rock”) em parceria com Robert Carlock (humorístico “Saturday Night Live”), a atração teve suas duas primeiras temporadas encomendadas logo na assinatura do contrato. Um ótimo negócio, já que a 1ª temporada foi indicada a sete prêmios Emmy. Os novos episódios estreiam em 15 de abril.
Penny Dreadful ganha novo comercial macabro de sua 3ª temporada
O canal americano AMC divulgou um novo comercial da 3ª temporada da série “Penny Dreadful”. A prévia volta a investir num clima macabro, ecoando o destino dos protagonistas, em especial o encarceramento de Vanessa Ives (Eva Green, em performance arrepiante) num hospício, a perda de controle do lobisomem Ethan (Josh Hartnett) e o baile sangrento promovido por Lily (Billie Piper) e Dorian Gray (Reeve Carney), enquanto uma versão distorcida de “You Don’t Own Me”, de Leslie Gore, fornece uma marcha fúnebre em tom de vingança. A nova temporada deve incluir novos personagens da literatura gótica britânica, como o Dr. Jeckyll, de “O Médico e o Monstro”, vivido por Shazad Latif (“O Exótico Hotel Marigold 2”), e a Dra. Seward, versão feminina do psiquiatra visto em “Drácula”, interpretada por Patti LuPone – que fez participação especial na 2ª temporada como a bruxa Joan Clayton. Na trama, ela estará novamente envolvida com Vanessa Ives, buscando tratar seus distúrbios de uma forma não convencional. O elenco também terá Christian Camargo (série “Dexter”) como o Dr. Alexander Sweet, zoólogo que forma uma amizade improvável com Vanessa, Samuel Barnett (“O Destino de Júpiter”) como o jovem e misterioso secretário da Dra. Seward, Wes Studi (série “The Read Road”) como Kaetenay, um intenso e enigmático nativo-americano com uma profunda ligação com Ethan (Josh Hartnett) e que se tornará um aliado de Sir. Malcolm (Timothy Dalton), e Jessica Barden (“Hanna”) como Justine, que se envolverá com Dorian Grey. “Penny Dreadful” só retorna à TV americana em 1 de maio, com nove episódios no canal pago Showtime. No Brasil, a nova temporada também será exibida em maio pelo HBO.
The Walking Dead: Prévias do próximo capítulo revelam pistas importantes
O canal pago americano AMC divulgou uma cena e um trailer do próximo capítulo de “The Walking Dead”, já devidamente legendados pelos fãs da série. Geralmente, a divulgação inclui duas cenas. E já há teorias a respeito da falta de informação sobre o que espera os telespectadores no próximo domingo. Ao contrário do que as prévias sugerem, o novo capítulo pode trazer uma morte impactante. Neste sentido, a conversa entre Carol (Melissa McBride) e Daryl (Norman Reedus) seria mais reveladora do que aparenta, pois, nos quadrinhos, Dwight (Austin Amelio), o personagem que Daryl salvou em “Always Accountable” (exibido em novembro), ressurge de forma mortal. Por sinal, sua potencial vítima aparece brevemente no trailer. Intitulado “Twice as Far”, o novo episódio vai ao ar no domingo (20/3) também no Brasil, pelo canal pago Fox. A série já se encontra renovada para sua próxima temporada.
Kids Choice premia Star Wars, Jennifer Lawrence e Fifth Harmony
O Kids Choice Awards 2016, troféu do canal Nickelodeon para as séries, filmes, músicas e artistas favoritos de seu público infantil, premiou no sábado, em Los Angeles, obviamente seus programas, além de “Star Wars: O Despertar da Força”, Jennifer Lawrence, Will Ferrell, Justin Bieber, Ariana Grande e o grupo de meninas Fifth Harmony, que além de tudo prestigiou o evento com um banho de slime – a gosma verde que tradicionalmente cai em cima de quem arrisca subir no palco. O banho é sempre esperado com ansiedade pelas crianças, que adoram rir da reação usual das vítimas. Mas, conforme os anos passam, a reprise insistente da piada torna os risos cada vez mais forçados. Confira os vencedores abaixo, logo após o vídeo das meninas recebendo seu devido prêmio. cinema filme Favorito Star Wars: O Despertar da Força atriz Favorita de cinema Jennifer Lawrence ator Favorito de cinema Will Ferrell filme Favorito de Animação Hotel Transilvânia 2 Voz Favorita de filme de Animação Amy Poehler (Divertida Mente) televisão Programa de TV Favorito The Thundermans Programa de TV Favorito para a Família The Muppets atriz favorita de TV Zendaya atriz Favorita de Programa de TV para a família Sofia Vergara ator Favorito de TV Ross Lynch ator Favorito de Programa para a família Jim Parsons Programa Favorito de Competição de Talentos The Voice Programa Favorito de culinária Cake Boss Desenho Animado Favorito Bob Esponja música Música Favorita Hello (Adele) Colaboração Favorita See You Again (Wiz Khalifa feat. Charlie Puth) Grupo Favorito Fifth Harmony Cantora Favorita Ariana Grande Cantor Favorito Justin Bieber Artista Revelação Favorito Shawn Mendes outros Livro Favorito Diário de um Banana Game Favorito Just Dance 2016
Zootopia se mantém em 1º lugar nos EUA, mas Rua Cloverfield 10 impressiona
A animação “Zootopia – Essa Cidade É um Bicho” se manteve na liderança das bilheterias em sua segunda semana em cartaz na América do Norte. O longa resistiu a quatro lançamentos amplos e faturou mais US$ 50 milhões nos últimos três dias, comprovando seu sucesso. Já são US$ 142 milhões arrecadados só nos EUA e US$ 431 milhões em todo o mundo. Nada mal para um lançamento que ainda não chegou em muitos mercados importantes. No Brasil, a estreia vai acontecer na próxima quinta (17/3). A melhor estreia foi “Rua Cloverfield, 10”, espécie de continuação de “Cloverfield – Monstro” (2008), que rendeu metade do faturamento do líder, ou seja US$ 25 milhões. O filme, que chega por aqui somente em 7 de abril, fez ainda mais sucesso entre a crítica, com 90% de aprovação na métrica do site Rotten Tomatoes. A exceção ficou por conta de Amy Nicholson, da MTV, que o chamou de “burro”. Por outro lado, ela considerou “Deuses do Egito” “perfeito” – com 13% de aprovação no Rotten Tomatoes. Em comparação, Jeannette Catsoulis, do New York Times, usou o termo “aula de mestre” para se referir a seu suspense. Ficou curioso? Quer saber da história? Não queira. Todas as resenhas insistem para o público ir ao cinema sem saber nada sobre a trama. “Deadpool” fecha o pódio, com mais US$ 10,8 milhões. Com isso, o longa de super-herói da Fox atingiu US$ 328 milhões de arrecadação doméstica e US$ 708 milhões de bilheteria mundial, o que representa um lucro fenomenal para uma produção que custou “apenas” US$ 50 milhões. As demais estreias da semana tiveram desempenho pífio. A que se deu melhor abriu em 6º lugar, apesar de ocupar menos de mil salas. A historinha batida de “The Perfect Match” levou bola preta da crítica, mas o público adorou ver de novo um garanhão incorrigível encontrar a garota que o ensina a levar o romance a sério. A única atualização feita nessa mensagem da época de Cary Grant é o elenco inteiramente negro. E esse segmento demográfico prestigiou o lançamento em peso, rendendo a terceira maior média de público por sala da semana. Com distribuição muito mais ampla, o épico religioso “O Jovem Messias”, sobre a infância de Jesus, e a comédia “Irmão de Espião”, estrelada por Sacha Baron Cohen, implodiram nas bilheterias, arrecadando pouco mais de US$ 3 milhões. Trata-se, por sinal, do pior desempenho de uma comédia de Cohen, que já gerou histeria com “Borat” (2006), “Bruno” (2009) e “O Ditador” (2012). Jesus Cristo também costumava ser bem mais popular. BILHETERIA: TOP 10 EUA 1. Zootopia Fim de semana: US$ 50 milhões Total EUA: US$ 142,6 milhões Total Mundo: US$ 431,5 milhões 2. Rua Cloverfield, 10 Fim de semana: US$ 25,2 milhões Total EUA: US$ 25,2 milhões Total Mundo: US$ 26,7 milhões 3. Deadpool Fim de semana: US$ 10,8 milhões Total EUA: US$ 328 milhões Total Mundo: US$ 708,1 milhões 4. Invasão a Londres Fim de semana: US$ 10,6 milhões Total EUA: US$ 38,8 milhões Total Mundo: US$ 38,8 milhões 5. 5. Uma Repórter em Apuros Fim de semana: US$ 4,6 milhões Total EUA: US$ 14,5 milhões Total Mundo: US$ 14,5 milhões 6. The Perfect Match Fim de semana: US$ 4,1 milhões Total EUA: US$ 4,1 milhões Total Mundo: US$ 4,1 milhões 7. O Jovem Messias Fim de semana: US$ 3,4 milhões Total EUA: US$ 3,4 milhões Total Mundo: US$ 3,4 milhões 8. Irmão de Espião Fim de semana: US$ 3,1 milhões Total EUA: US$ 3,1 milhões Total Mundo: US$ 14,3 milhões 9. 5. Deuses do Egito Fim de semana: US$ 2,5 milhões Total EUA: US$ 27,3 milhões Total Mundo: US$ 76,4 milhões 10. Ressurreição Fim de semana: US$ 2,2 milhões Total EUA: US$ 32,3 milhões Total Mundo: US$ 33 milhões
Jimmy Kimmel vai apresentar o Emmy 2016
O canal ABC anunciou que o apresentador de talk show americano Jimmy Kimmel vai apresentar o Emmy 2016, principal premiação anual da televisão americana. “Jimmy Kimmel é um showman nato. Com ele no comando, espere um Emmy ousado, maior e nunca visto antes”, diz o comunicado da emissora. A notícia confirma um rumor que já estava circulando pela mídia norte-americana. E é uma consequência da natureza da transmissão do evento. A cada ano, o Emmy é transmitido por uma rede diferente de televisão. Como 2016 é o ano da ABC, é natural que o canal acabe optando por um representante de sua programação. E quem melhor do que o apresentador de seu talk-show de sucesso, “Jimmy Kimmel Live!”? Esta será a segunda vez que o comediante assumirá a função. Ele apresentou o Emmy em 2012, a última vez em que a ABC exibiu o programa, e foi bastante elogiado. Por sinal, Kimmel também chamou atenção na edição passada, quando apareceu para premiar o Melhor Ator em Série de Comédia e optou por engolir o papel com o nome do vencedor, em uma brincadeira sobre o sigilo que certa a apuração do resultado. Ninguém saberia se ele estaria premiando o verdadeiro vencedor, brincou. Se quiser bisar a piada, seria bom comprar muito sal de frutas para deglutir um programa inteiro. As indicações serão anunciadas em 14 de julho e a cerimônia de premiação será realizada no teatro Microsoft de Los Angeles no dia 18 de setembro.
Kubo e a Espada Mágica: Nova animação em stop-motion da Laika ganha trailer dublado
A Universal divulgou o trailer dublado de “Kubo e a Espada Mágica”, nova animação do estúdio Laika, que também ganhou três pôsteres internacionais de seus personagens. A produção preserva a técnica stop-motion, de animação de bonecos quadro-a-quadro, que marcou os ótimos filmes anteriores da Laika, “Coraline e o Mundo Secreto” (2009), “ParaNorman” (2012) e “Os Boxtrolls” (2014), além de compartilhar com eles uma temática mais sombria que a média da animação americana. Desta vez, ainda há influência dos animes, como a própria ambientação japonesa indica. E vale ainda destacar a citação musical que acompanha a prévia, uma versão orquestral de “While My Guitar Gently Weeps”, dos Beatles, que faz referência ao poder do garoto de fazer origamis ganharem vida com o toque de seu Shamisen – instrumento tradicional de três cordas, que ele toca apenas com duas. Ambientada no Japão feudal, a animação acompanha o personagem-título Kubo, um menino que vive em um pacato vilarejo com sua mãe, até que um espírito vingativo o encontra, trazendo à tona sua herança sobrenatural. Sua única chance de sobrevivência é encontrar uma armadura e uma espada mágica, que pertenceu a seu pai, um samurai. A direção é de Travis Knight, que estreia na função após trabalhar como animador principal dos três longas anteriores do estúdio. Já a dublagem original, que não será ouvida nos cinemas brasileiras, reúne um superelenco: Charlize Theron (“Mad Max: A Estrada da Fúria”) dubla o macaco, Matthew McConaughey (“Interestellar”) faz a voz do besouro, Rooney Mara (“Peter Pan”) é o espírito vingativo, o jovem Art Parkinson (“Terremoto: A Falha de San Andreas”) dá vida ao personagem-título, e ainda há papeis para Ralph Fiennes (franquia “Harry Potter”), George Takei (da série original “Jornada nas Estrelas”) e Brenda Vaccaro (“O Espelho Tem Duas Faces”). “Kubo and the Two Strings” estreia em 18 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Playlist: 25 clipes clássicos de rock progressivo
A triste morte do músico Keith Emerson nesta semana, que indícios apontam para suicídio, aos 71 anos de idade, após uma doença degenerativa impedi-lo de tocar, foi um baque. Para os fãs, ele ainda era aquele jovem cabeludo, que incendiava o palco atrás de um paredão de teclados. Melhor então celebrar sua vida e sua música, com um playlist que também resgata sua geração, responsável por ruir barreiras entre o rock, o jazz, a música clássica, as trilhas de cinema e até o espaço sideral. A seleção começa, embala e termina com Emerson, Lake & Palmer, mas também tem The Nice, a banda original de Emerson, num vídeo em que ele mostrava como órgãos podiam ser tocados no rock: com facas! Este é o cara que dedilhava cordas de pianos e levantava estádios com Bach, incluindo o virtuosismo erudito na definição do rock progressivo.
Arte do encontro entre Supergirl e The Flash recria capa clássica de quadrinhos
Depois de incorporar uma história clássica de Superman no episódio “For The Girl Who Has Everything”, Supergirl volta a tomar lugar do Homem de Aço na campanha de divulgação de “World’s Finest”. A arte criada para promover o encontro entre Supergirl e Flash na série da rede CBS é uma recriação de uma famosa capa dos quadrinhos, em que Flash e Superman disputam para ver quem é o super-herói mais rápido da DC Comics. A arte original dos quadrinhos foi desenhada pelo mestre Curt Swan em 1967. Compare abaixo. Vale lembrar, ainda, que o título do capítulo, “World’s Finest” (os melhores do mundo), também era o nome de uma revista de grandes duplas dos quadrinhos da DC, que tinha Batman e Superman como seus principais protagonistas. A CBS também divulgou a sinopse do episódio, que revela que Flash e Supergirl não pertencem ao mesmo universo. O resumo diz que o Flash (Grant Gustin) surge de repente de um universo alternativo e ajuda Kara (Melissa Benoist) em sua batalha contra Siobhan, a Banshee Prateada, e o retorno da vilã Curto Circuito (Brit Morgan), em troca de seu auxílio para encontrar uma maneira de voltar para casa. Ao que parece, os produtores vão utilizar o conceito do multiverso da DC para estabelecer que esses personagens não compartilham a mesma realidade. O que é estranho, considerando que Flash e Superman, o primo de Kara, estarão juntos no filme da Liga da Justiça. De todo modo, o conceito de que existe uma Terra 2 já foi introduzido na série “The Flash”. Esta configuração, porém, torna bem mais difícil um reencontro dos dois personagens no futuro. Como se já não fosse difícil para os dois se encontrarem, uma vez que suas séries são exibidas em emissoras diferentes nos EUA – “The Flash” passa na rede CW. O episódio “World’s Finest” irá ao ar em 28 de março na rede americana CBS. As séries “The Flash” e “Supergirl” são exibidas no Brasil pelo canal pago Warner.
Começam as gravações de 3%, a primeira série brasileira do Netflix
O Netflix iniciou em São Paulo as gravações de “3%”, sua primeira série original brasileira, que irá estrear no serviço de streaming ainda este ano. O detalhe é que não só uma série brasileira qualquer. É uma rara série sci-fi produzida no país. Demorou “só” cinco anos para o projeto encontrar um parceiro. O piloto, dividido em três partes, circula na internet desde 2011. Surpreendente e criativo, o projeto original se passava num futuro distópico, no qual todas as pessoas, ao completarem 20 anos, poderiam se inscrever em um processo seletivo para fazer parte da elite. Mas o processo de seleção é cruel, composto por provas cheias de tensão e situações limites de estresse, medo e dilemas morais, e ao final apenas 3% seriam aprovados e aceitos em um mundo melhor, cheio de oportunidades e com a promessa de uma vida digna. A similaridade com outras sci-fis juvenis, como “Jogos Vorazes” e “Divergente”, vem à mente. Em entrevista à Pipoca Moderna, Pedro Aguilera (“Os Homens São de Marte… E é pra Lá que Eu Vou!”), criador e roteirista da série, chegou a admitir que “a ideia veio por influência de distopias que estava lendo na época”. Mas isso foi o ponto de partida para exprimir um problema bastante brasileiro: a falta de perspectivas diante de um cenário econômico adverso. Havia também uma metáfora, tendo em vista a idade abordada, para o vestibular. “Uma das coisas que mais me atraiam nos conflitos dos jovens brasileiros era a dificuldade de entrada no mercado de trabalho (e outros tipos de seleção), por isso pensei em exagerar essa característica da nossa sociedade, criando esse processo único, cruel e intenso para os personagens enfrentarem”, contou Aguilera. O projeto agora será totalmente refeito para o Netflix, com nova equipe e novo elenco. A 1ª temporada começa a ser gravada com direção do uruguaio Cesar Charlone (“La Redota – Una Historia de Artigas”), há anos radicado no Brasil e indicado ao Oscar de Melhor Fotografia por “Cidade de Deus” (2002). Pedro Aguilera, por sua vez, continua assinando o texto. Por sua vez, o elenco destaca João Miguel (“Xingu”), Zezé Motta (a eterna “Xica da Silva”) e o português Nicolau Breyner (“Trem Noturno para Lisboa”), todos bem adultos, o que sugere que o conceito etário foi abandonado. Pelo que diz Charlone no comunicado, o processo de seleção não será mais por idade, mas obrigatório para toda a sociedade. “Em última instância, a série traz à tona questões sobre a dinâmica da sociedade que impõe constantes processos de seleção pelos quais todos nós temos que passar, gostemos ou não”, comentou o cineasta. O elenco, porém, ainda inclui alguns jovens, como Rafael Lozano (série “Sessão de Terapia”), Mel Fronckowiak (novela “Rebelde”), Michel Gomes (“Salve Geral”) e a estreante Vaneza Oliveira, além da “trintona” Bianca Comparato (“Irmã Dulce”), que completa o time reunido para a primeira foto divulgada da produção (em rotação acima). Com produção da Boutique Filmes, “3%” terá 8 episódios rodados em Ultra HD 4K, e estará disponível também no mercado internacional atendido pelo serviço de streaming. Até o momento, não há previsão de estreia.
Jair Bolsonaro defende homofobia em entrevista da série documental de Ellen Page
O canal Viceland, da revista Vice, divulgou um trecho da série documental “Gaycation” passado no Rio de Janeiro. A prévia mostra o encontro entre a apresentadora do programa, a atriz canadense Ellen Page (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), e o deputado carioca Jair Bolsonaro (PP). Ellen não perde a oportunidade de questionar a homofobia de Bolsonaro, que reafirma, no encontro, todos os seus preconceitos, inclusive passando uma cantada na jovem, que no ano passado se assumiu lésbica. A atriz fez questão de falar com o político, por suas posições reacionárias contra as causas LGBT, e tentou um diálogo inútil, questionando o estímulo à violência contra jovens homossexuais, baseado em seus discursos, e lembrando que muitos adolescentes apanham, sofrem depressão e até se suicidam por causa do bullying e da violência que sofrem por suas opções sexuais. Impávido, Bolsonaro foge do debate afirmando que esse questionamento é “teoria do absurdo” e que o aumento da quantidade de gays na sociedade se deve apenas “às liberalidades, às drogas e à mulher também estar trabalhando”. Ou seja, nada que um bom machismo não cure. Parabéns ao brilhante exemplar da iluminada classe política brasileira, eleito por milhões que não temem ridicularizar o país diante do mundo. Se vacilar, candidata-se a presidente, já que até um poste foi eleito duas vezes neste país. Gaycation Brasil Em entrevista à atriz Ellen Page, Jair Bolsonaro afirma que o aumento da quantidade de gays na sociedade se deu devido “as liberalidades, as drogas e a mulher também estar trabalhando”. Um filósofo estudioso da sociedade brasileira, eu diria! SQN.Eu legendei esse trecho, mas o episódio completo da série de documentários está no site do Viceland em inglês no link: https://goo.gl/C9XQHr Publicado por Danilo Rodrigues em Sexta, 11 de março de 2016












