Ben-Hur: Rodrigo Santoro é Jesus Cristo em trailer dublado
A Paramount Pictures divulgou o pôster e o primeiro trailer do remake de “Ben-Hur”. A prévia (em versões dublada e legendada) investe no clima épico, mas resume a trama de forma mais maniqueísta, demonstrando grande influência de “Gladiador” (2000), que, ironicamente, era influenciado pela versão de “Ben-Hur” de 1959, vencedora de 11 Oscars. Além da simplificação da relação entre Jack Huston (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) no papel-título e Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”) como um Messala mais vilanesco que nunca, também há destaque para a interpretação de Rodrigo Santoro (“Os 33”) como Jesus Cristo e o famoso duelo de bigas no coliseu – que, inclusive, ilustra o pôster. O elenco multinacional ainda inclui Morgan Freeman (“Truque de Mestre”), que narra o trailer, Pilou Asbaek (“Lucy”), Nazanin Boniadi (série “Homeland”), Marwan Kenzari (“A Acusada”), Moises Arias (“Os Reis do Verão”), Ayelet Zurer (“O Homem de Aço”) e Sofia Black-D’Elia (“Projeto Almanaque”). O roteiro, adaptado do célebre livro de Lew Wallace, foi escrito por John Ridley (“12 Anos de Escravidão”) e Keith R. Clarke (“Caminho da Liberdade”). A direção é de Timur Bekmambetov (“Abraham Lincoln: Caça-Vampiros”) e a estreia está marcada para 18 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Leighton Meester vai viajar no tempo em piloto de série dos diretores de Anjos de Lei
A atriz Leighton Meester (a Blair de “Gossip Girl”) será a protagonista do piloto de “Making History”, novo projeto dos cineastas Phil Lord e Chris Miller, que dirigiram “Anjos da Lei” (2012), “Uma Aventura Lego” (2014) e vão comandar o filme sobre a juventude de Han Solo. O piloto acompanhará três amigos que descobrem uma maneira de viajar no tempo em busca da verdade, da justiça e de riquezas. Ao tentarem resolver seus problemas pessoais, eles visitarão alguns dos grandes momentos do passado, ao mesmo tempo em que complicam suas vidas no presente. Afastada da TV desde o fim de “Gossip Girl” em 2012, Meester vai se juntar ao anteriormente confirmado Adam Pally (série “The Mindy Project”), que interpretará o inventor nerd da máquina do tempo. A atriz, por sua vez, viverá Deborah, uma mulher do período colonial, que possui ideais modernos apesar de estar aprisionada em uma época conservadora. Em pleno 1775, ela tem crenças contemporâneas acerca de questões raciais e de gênero. Caso o piloto seja aprovado, será a segunda comédia sci-fi de Lord e Miller na rede americana Fox. Eles também produzem a divertida “Last Man on Earth”, sobre os últimos sobreviventes do apocalipse. Mas não criaram nenhuma das duas. “Last Man on Earth” foi criação do ator Will Forte e “Making History” está sendo escrita por Julius Sharpe, roteirista das séries “The Cleveland Show” e “Dads”).
Comestíveis são devorados vivos em trailer “aterrorizante” de animação de Seth Rogen
A Sony Pictures divulgou o primeiro trailer, ainda sem legenda, da animação adulta “Sausage Party”, escrita pela dupla Seth Rogen e Evan Goldberg, os mesmos degenerados por trás de “É o Fim” (2013) e “A Entrevista”. As cenas de extrema “violência” – há personagens devorados vivos! – rendeu tarja vermelha (impróprio para menores) nos EUA. A prévia revela a trama, que, por sinal, só poderia vir de mentes perturbadas. Em suma, o filme revela o destino de salsichas e outros petiscos felizes, após serem comprados num supermercado. Achando que vão para uma festa, eles descobrem a terrível verdade ao chegarem na cozinha e verem uma batata ser “despelada” viva. O trauma aumenta mais, conforme cenouras são devoradas e outros amiguinhos sofrem tortura. É puro terror entre os comestíveis, que entram em completo desespero. O elenco de dubladores originais reúne toda a trupe de amigos famosos de Rogen, inclusive o próprio. A maioria deles também participou de “É o Fim”, como James Franco, Jonah Hill, Paul Rudd, Michael Cera, David Krumholtz, Danny McBride e Craig Robinson, além da inclusão de Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”), Bill Hader (“Descompensada”), Salma Hayek (“Gente Grande”) e Edward Norton (“Birdman”). Dirigido por Conrad Vernon (“Shrek”) e Greg Tiernan (série animada “Thomas e seus Amigos”), o filme chega aos cinemas brasileiros em 18 de agosto, seis dias após o lançamento nos EUA.
X-Men: Mercúrio faz propaganda de carro, mostrando que não precisa disso
É no mínimo irônico. O mutante Mercúrio, vivido por Evan Peters (série “American Horror Story”) na franquia “X-Men”, foi escalado para participar de uma propaganda da montadora sul-coreana Kia Motors, em que aparece apenas para mostrar que, com seus superpoderes, o que menos precisa é de um carro. Já é a segunda vez que o herói paga mico publicitário. Na época de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014), ele teve que devorar hamburgers em supervelocidade. Reveja abaixo. Mercúrio faz parte do novo time de mutantes do filme “X-Men: Apocalipse”, que será liderado por Mística (Jennifer Lawrence) e chega aos cinemas em 19 de maio.
Vencedor do Festival de Berlim vai abrir É Tudo Verdade em São Paulo
Primeiro documentário a vencer o Festival de Berlim, “Fogo no Mar” (“Fuocoammare”, no original), de Gianfranco Rosi, vai abrir o Festival É Tudo Verdade, em São Paulo, dia 7 de abril. O longa de Rosi aborda o impacto da onda de refugiados sobre o cotidiano da pequena ilha mediterrânea de Lampedusa, visto pelos olhos do pré-adolescente Samuele. O cineasta italiano já havia vencido o Festival em Veneza, em 2013, com outro documentário, “Sacro GRA”. A edição carioca do É Tudo Verdade começa um dia depois, em 8 abril, com a exibição de outro filme: a estreia mundial de “As Incríveis Artimanhas da Nuvem Cigana”, de Paola Ribeiro e Cláudio Lobato. O longa resgata o movimento de “poesia marginal” do coletivo de poetas Nuvem Cigada, da Zona Sul do Rio nos anos 1970, em plena ditadura militar. Por meio de livros mimeografados e encontros híbridos, entre “happenings” e saraus, batizados de “Artimanhas”, uma nova geração lançou-se na literatura nacional: Bernardo Vilhena, Chacal, Charles, Ronaldo Santos, além do próprio diretor Cláudio Lobato, entre outros. “O festival deste ano não poderia ter aberturas mais cativantes, ainda que em estilos e por razões muitos distintos”, observou o fundador e diretor do É Tudo Verdade, Amir Labaki, em comunicado. “”Fogo no Mar’ trata com incrível delicadeza e notável talento narrativo a crise humanitária dos refugiados na Europa. É uma enorme honra apresentá-lo em pré-estreia na abertura paulista e agradecemos profundamente a Gianfranco Rosi e a JeanThomas Bernardini da Imovision por este privilégio”. Já ‘As As Incríveis Artimanhas da Nuvem Cigana` é uma festa”, prossegue Labaki. “Paola Vieira e Claudio Lobato fizeram um filme colagem, divertido e amoroso, em extraordinária harmonia com o espírito daquele coletivo que marcou época na poesia marginal dos anos 1970. O festival é imensamente grato a eles por confiá-lo a nosso público da abertura carioca”. Após as sessões de abertura para convidados, os dois filmes serão exibidos em projeções abertas ao público dentro da programação do festival, que vai até o dia 17 de abril em São Paulo e Rio. Criado em 1996 pelo crítico Amir Labaki, o festival chega a sua 21ª edição já devidamente consagrado como o principal evento dedicado a documentários do Brasil – e há quem diga até de toda a América Latina.
Batman vs. Superman já superou pré-venda de Deadpool e até dos Vingadores nos EUA
De nada adiantaram os rumores e os artigos negativos profetizando seu fracasso, “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” deve estourar as bilheterias. Segundo levantamento do site Deadline, o filme já faturou US$ 25 milhões em pré-venda de ingressos nos EUA, valor maior que o alcançado por blockbusters recentes como “Deadpool”, “Velozes e Furiosos 7” e até “Os Vingadores”. As projeções sugerem que o lançamento da Warner Bros. pode superar a bilheteria de estreia desses filmes. O mais bem-sucedido deles, “Os Vingadores”, abriu com US$ 207 milhões em seu primeiro fim de semana nos EUA. Mas o estúdio ficará feliz se conseguir um valor próximo de seu filme de super-herói mais bem-sucedido, “Batman – O Cavaleiro das Trevas”, que abriu com pouco menos de US$ 170 milhões em 2008. Com menos que isso, “Velozes e Furiosos 7” detém dois recordes que “Batman vs. Superman” pode superar: maior bilheteria de lançamento no feriadão da Páscoa e maior estreia de março em todos os tempos. O valor a ser batido, neste caso, é US$ 147 milhões. “Batman vs. Superman” estreia no Brasil no dia 24 de março, um dia antes do lançamento nos EUA, mas terá duas premières antecipadas, em Los Angeles e Nova York, já no próximo domingo, dia 20 de março.
Três atores lideram a disputa para o papel do jovem Han Solo no cinema
O filme sobre o jovem Han Solo está perto de definir seu protagonista. Segundo o site The Hollywood Reporter, o papel deve ficar entre três jovens atores, que se destacaram nos testes: Alden Ehrenreich (“Dezesseis Luas”), Jack Reynor (“Transformers 4: A Era da Extinção”) e Taron Egerton (“Kingsman – Serviço Secreto”) Todos realizaram testes na semana passada, em Londres, e desbancaram outros candidatos cotados, como Dave Franco (“Vizinhos”) e Milles Teller (“Quarteto Fantástico”). De todo modo, sempre é possível que um novo candidato surpreenda na última hora e fique com o papel. Recentemente, foi confirmado que o filme, ainda sem título, também terá a participação de Chewbacca. A previsão é que o lançamento aconteça em 25 de maio de 2018. Sem sinopse divulgada, a trama deve explicar como Han Solo se tornou um contrabandista. O roteiro será escrito pelo veterano Lawrence Kasdan, roteirista de “Star Wars: O Despertar da Força”, e seu filho Jon Kasdan.
Carol é eleito melhor filme LGBT de todos os tempos em festival londrino
O drama de época “Carol” (2015) foi eleito o melhor filme LGBT de todos os tempos por críticos e artistas, durante as comemorações do 30º aniversário do Festival de Cinema Gay e Lésbico de Londres, também conhecido como BFI Flare. O filme dirigido por Todd Haynes se passa nos anos 1950 e acompanha o relacionamento lésbico entre uma mulher casada, vivida por Cate Blanchett, que não duvida de sua sexualidade, e uma jovem inexperiente que descobre a sua, interpretada por Rooney Mara. Adaptado de um romance de Patricia Highsmith, publicado em 1952 sob pseudônimo, após ser rejeitado pela editora dos livros de suspense da escritora, “Carol” rendeu o prêmio de Melhor Atriz para Rooney Mara no Festival de Cannes do ano passado, mas perdeu todos os seis Oscars a que foi indicado. Também não emplacou no BAFTA, Globo de Ouro e prêmios dos sindicatos, vencendo apenas o troféu de Melhor Direção de Fotografia no Independent Spirit Awards, entre as seis categorias que disputou. “Carol” é seguido por “Weekend” (2011), de Andrew Haigh, e “Felizes Juntos” (1997), de Kar Wai Wong, respectivamente em 2º e 3º lugares. Já o longa mais premiado de todos, o clássico “O Segredo de Brokeback Mountain” (2005), dirigido por Ang Lee, ficou em 4º na lista, que cita ao todo 30 filmes. Outras produções populares citadas no TOP 10 foram “Minha Adorável Lavanderia” (1985), de Stephen Frears, em 7º, “Tudo Sobre Minha Mãe” (1999), de Pedro Almodóvar, em 8º, e “Garotos de Programa” (1991), de Gus Van Sant, na 10ª posição. Os sucessos mais recentes surgem logo em seguida, com o francês “Azul É a Cor Mais Quente” (2013) empatado com “Tangerine” (2015) em 11º lugar. Há ainda dois outros franceses recentes, o explícito “Um Estranho no Lago” (2013), em 22º, e o sensível “Tomboy” (2011), em 27º, além do drama indie americano “Pariah” (2011). O cinema europeu tem ainda maior destaque entre os clássicos, com o curta “Canção de Amor” (1950), do francês Jean Genet, seguido por “As Lágrimas Amargas de Petra von Kant” (1972), do alemão Rainer Werner Fassbinder, o suspense “Meu Passado me Condena” (1961), do inglês Basil Dearden, “Je, Tu, Il, Elle” (1974), da belga Chantal Akerman, e as obras-primas italianas “Teorema” (1968), de Pier Paolo Pasolini, e “Morte em Veneza” (1971), de Luchino Visconti. Mas também há citações aos americanos “Domingo Maldito” (1971), de John Schlesinger, e “Um Dia de Cão” (1971), de Syney Lumet – curiosamente preferidos sobre o excelente “Infâmia” (1961), de William Wyler. O filme mais antigo presente na lista é o drama alemão “Senhoritas de Uniforme”, de 1931, em 14º lugar, sobre um internato de adolescentes. Baseado numa peça de Christa Winsloe, a história já teve, desde então, diversas versões, incluindo uma produção estrelada por Romi Schneider em 1958, que também deu o que falar em sua época. Top 10: Os melhores filmes LGBT de todos os tempos 1 Carol (2015), de Todd Hayes 2 Weekend (2011), de Andrew Haigh 3 Felizes Juntos (1997), de Wong Kar-wai 4 O Segredo de Brokeback Mountain (2005), de Ang Lee 5 Paris Is Burning (1990), de Jennie Livingston 6 Mal dos Trópicos (2004), de Apichatpong Weerasethakul 7 Minha Adorável Lavanderia (1985), de Stephen Frears 8 Tudo Sobre Minha Mãe (1999), de Pedro Almodóvar 9 Canção de Amor (1950), de Jean Genet 10 Garotos de Programa (1991), de Gus Van Sant
Lar das Crianças Peculiares: Trailer legendado revela quase um X-Men de Tim Burton
A Fox Fim do Brasil divulgou o primeiro trailer legendado de “O Lar das Crianças Peculiares”, novo filme de Tim Burton (“Grandes Olhos”). A prévia reúne crianças superpoderosas, algumas deformadas por suas peculiaridades, que encontram um lar numa mansão distante, onde aprendem sobre suas habilidades com uma poderosa mentora. Mas o protagonista é Asa Butterfield (“Ender’s Game: O Jogo do Exterminador”), que entra nesse universo fantástico com a missão de proteger as crianças, perseguidas por uma ameaça do mundo exterior (Samuel L. Jackson, voltando a viver um vilão após “Kingsman – Serviço Secreto”). A Fox americana também disponibilizou o primeiro pôster (veja abaixo). É inevitável relacionar o que o vídeo revela com os quadrinhos de mutantes da Marvel Comics. E, para reforçar a ligação, o roteiro é de Jane Goldman, que também escreveu “X-Men: Primeira Classe” (2011). Mas a trama, na verdade, é baseada no livro “O Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares” de Randon Riggs. As semelhanças vêm da fonte original. O que não impede o filme de parecer uma espécie de “X-Men de Tim Burton” O elenco também destaca a personagem-título do livro, vivida por Eva Green (série “Penny Dreadful”) que repete a parceria com o diretor após “Sombras da Noite” (2012), e ainda inclui Allison Janney (série “Mom”), Ella Purnell (“Malévola”), Kim Dickens (“Garota Exemplar”), Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”), Chris O’Dowd (série “The IT Crowd”), Rupert Everett (“O Casamento do Meu Melhor Amigo”), Terence Stamp (“Grandes Olhos”), Ella Wahlestedt (“Terra para Echo”) e as crianças Pixie Davies (série “Humans”), Milo Parker (“Sr. Sherlock Holmes”), Aiden Flowers (“A Grande Aposta”), Raffiella Chapman (“A Teoria de Tudo”) e Justin Davies (série “Stella”). A estreia está marcada para 29 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
É oficial: Harrison Ford voltará a ser Indiana Jones sob direção de Steven Spielberg
A Walt Disney Company informou nesta terça-feira (15/3) que o diretor Steven Spielberg e o ator Harrison Ford irão retomar sua parceria clássica num quinto filme da franquia “Indiana Jones”, ainda sem título, que irá estrear nos cinemas em julho de 2019, 11 anos após o último longa da saga. “Indiana Jones é um dos maiores heróis da história do cinema, e mal podemos esperar para trazê-lo de volta às telas em 2019”, disse Alan Horn, chefe dos estúdios Walt Disney, no comunicado. “É raro termos uma combinação tão perfeita de diretor, produtores, ator e papel, e não podíamos estar mais animados em embarcar nessa aventura com Harrison e Steven”. O casal Kathleen Kennedy e Frank Marshall também retorna como responsáveis pela produção. Assim, da equipe original, apenas George Lucas, que escreveu os quatro filmes anteriores, ficará de fora. Ele passou os direitos do personagem junto com a franquia “Star Wars” para a Disney, ao vender a LucasFilm por US$ 4 bilhões em 2012. Desde então, o primeiro filme lançado sob a nova administração, “Star Wars: O Despertar da Força”, fez mais de US$ 2 bilhões em todo o mundo, revelando como o negócio foi ótimo para a Disney. O que faltou no anúncio, por sinal, foi o nome do roteirista. Rumores, entretanto, apontam a participação de David Koepp, responsável pela trama de “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2008). De todo modo, a oficialização do quinto “Indiana Jones” põe fim a uma série de boatos e especulações, alimentados inclusive pelos próprios envolvidos no projeto. Spielberg chegou a se manifestar publicamente, dizendo-se interessado em dirigir o filme antes que a Disney considerasse outros candidatos, e isso soou quase como um ultimato – afinal, que diretor seria melhor que Spielberg? Além disso, o diretor ainda declarou que só havia um Indiana Jones e era Harrison Ford, eliminando no nascedouro ideias sobre um reboot da franquia. O sucesso de “Star Wars: O Despertar da Força”, que continuou a história clássica com participação dos intérpretes originais, deu mais peso a seus argumentos. Além de adquirir a LucasFilm, a Disney também precisou negociar com a Paramount, que lançou nos cinemas os quatro filmes originais. Pelo acordo acertado, as produções anteriores continuam sob controle da Paramount e o próximo filme ainda renderá uma compensação financeira ao estúdio.
Chad Michael Murray será o lendário produtor Sam Phillips em minissérie sobre a origem do rock
O ator Chad Michael Murray (“Agent Carter”) viverá o lendário produtor Sam Phillips na minissérie “Million Dollar Quartet”, sobre a primeira geração do rock, informou o site The Hollywood Reporter. Dono do estúdio e gravadora Sun, Phillips foi responsável por gravar o primeiro rock’n’roll em 1951, “Rocket 88”, de Ike Turner, e por lançar as carreiras de Elvis Presley, Carl Perkins, Jerry Lee Lewis e Johnny Cash. Os quatro últimos são o quarteto milionário do título da produção, que será baseada na peça homônima, indicada ao prêmio Tony (o Oscar do teatro) de Melhor Musical de 2010. “Million Dollar Quartet” também é nome de disco. Foi como ficou conhecido o encontro musical entre Elvis, Carl Perkins, Jerry Lee Lewis e Johnny Cash em 4 de dezembro de 1956 nos estúdios da Sun Records, quando gravaram uma “jam session” histórica. A minissérie pretende comemorar os 60 anos do encontro, além de contar a história da Sun Records, a gravadora que deu origem ao rock, destacando seus artistas e refletindo a época, marcada por grandes mudanças políticas e agitação social. Chad Michael Murray será o nome mais conhecido da produção, que preencheu os papeis principais com testes abertos, realizados na escola em que Elvis estudou em Memphis, cidade onde a trama acontece. Drake Milligan, que já viveu Elvis num curta de 2014, repetirá a dose na minissérie, Kevin Fonteyne (série “Masters of Sex”) será Johnny Cash e os gêmeos Christian Lees e Jonah Lees (ambos de “O Conto dos Contos”) viverão Jerry Lee Lewis e seu primo pastor Jimmy Swaggart. A atração está sendo desenvolvida para o canal pago americano CMT (especializado em música country) pelo produtor Leslie Greif, criador da série clássica de ação “Walker, Texas Ranger”, estrelada por Chuck Norris nos anos 1990.
Sam Neill vai estrelar série de época sobre o boom de petróleo do Texas
O ator Sam Neill (“Jurassic Park”) vai estrelar a série “The Son”, nova produção dramática do canal pago AMC, que vai acompanhar a saga de uma família durante o boom do petróleo no Texas no início do século 20. Segundo o site TV Line, Neill vai interpretar Eli, o patriarca do clã McCullough, que foi sequestrado e criado pela tribo Comanche e aplica o que aprendeu com os nativos americanos em seus negócios atuais. De acordo com a descrição, Eli “nasceu no dia em que o Texas tornou-se uma república independente, ganhando o apelido de ‘Primeiro Filho do Texas’ e é uma relíquia do Velho Oeste, inquieto com a domesticação inexorável do Texas e do futuro incerto de seu legado”. Além do personagem de Neill, a trama vai narrar a história de seu filho mais velho, Pete McCullough, vivido por Henry Garrett (série “Poldark”), e sua neta Jeannie McCullough, interpretada por Sydney Lucas (“Irmãos Desastre”), acompanhando os desafios de três gerações. O elenco também inclui Zahn McClarnon (série “Fargo”) e a mexicana Paola Nunez (novela “Reina de Corazones”). A série de 10 episódios é baseada no romance de Philipp Meyer e será escrita e produzida por Meyer, Kevin Murphy (produtor-roteirista da série “Mystery Science Theater 3000”) e a dupla Lee Shipman e Brian McGreevy (criadores da série “Hemlock Grove”), com previsão de estreia apenas para 2017.
Orphan Black: Veja novo trailer as fotos da 4ª temporada
O canal pago BBC America divulgou um novo comercial e as fotos da 4ª temporada de “Orphan Black”, que traz as diversas clones interpretadas por Tatiana Maslany em situações tensas. Além disso, a prévia confirma que a nova personagem misteriosa, que surgiu em fotos e vídeos anteriores escondendo sua identidade com uma máscara de ovelha, também é interpretada por Tatiana Maslany. Não está claro, porém, se o disfarce é usado por Sarah ou um novo clone, mas os diálogos sugerem a volta de Beth Childs, a clone que aparentemente tinha se matado no primeiro episódio da atração – “A única razão de eu estar viva é porque pensam que estou morta”. Para valorizar essa teoria, a sinopse divulgada revela que, nos próximos episódios, Sarah vai sair do seu esconderijo para rastrear um elusivo e misterioso aliado, ligado à clone que começou toda a trama – Beth Childs. Na nova temporada, Sarah vai seguir os passos de Beth em uma relação perigosa com um novo inimigo em potencial, caminhando para uma nova e assustadora direção. Enquanto suas irmãs são levadas para diferentes rumos, Sarah se distancia dos relacionamentos que a mudaram para melhor. Os novos episódios só começam a ser exibidos em 14 de abril nos EUA e no Canadá (o canal pago canadense Space também divulgou um pôster, veja abaixo). No Brasil, a série pode ser assistida no canal A&E ou no Netflix, onde as primeiras duas temporadas estão disponíveis.












