Ator de Esquadrão Suicida desmente boato de refilmagens engraçadinhas
O ator Jai Courtney (“Divergente”), que interpreta o vilão Capitão Bumerangue no vindouro filme “Esquadrão Suicida”, desmentiu os boatos que surgiram na semana passada, de que o longa estaria passando por refilmagens para ficar mais engraçadinho. Courtney confirmou que “Esquadrão Suicida” estava, de fato, passando por refilmagens, mas com o propósito de incluir mais cenas de ação. “Há algumas cenas de ação adicionais que nós estamos fazendo”, ele afirmou, em entrevista ao programa “Entertainment Tonight”. “Não estamos voltando para deixar o filme mais engraçado”, pois, segundo ele, “já tem bastante disso no filme”. Com roteiro e direção de David Ayer (“Corações de Ferro”), “Esquadrão Suicida” estreia em 4 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Melissa McCarthy confirma sua participação no revival de Gilmore Girls
Após a saia-justa entre a comediante Melissa McCarthy e a produtora Amy Sherman-Palladino, a atriz confirmou que encontrou espaço em sua agenda para participar da volta da série “Gilmore Girls”. “Estão fazendo quatro filmes sobre ‘Gilmore Girls’, um programa que morou no meu coração por anos, e estava difícil encaixar o cronograma na minha agenda”, ela disse, no programa da apresentadora Ellen DeGeneres, revelando que, graças a uma mudança, poderá participar. “Estou muito empolgada, será maravilhoso!”, completou. Melissa já tinha lamentado publicamente não ter sido convidada a participar da produção, após Sherman-Palladino ter dito que a atriz não teria tempo de gravar o programa. Na ocasião, ela usou o Twitter para reclamar. “Infelizmente, ninguém convidou a mim ou à Sookie para voltar a Stars Hollow”, escreveu, em referência ao nome de sua personagem e à cidade fictícia da atração, desmentindo a produtora. A produtora, por sua vez, explicou que a confusão foi causada pela equipe de McCarthy, que teria tomado a decisão de ignorar seu convite, mas manteve as portas abertas para a intérprete da cozinheira Sookie St. James. “Se Melissa estiver disponível durante uma tarde qualquer, nós vamos escrever uma cena para ela. Até se for algo de última hora, podemos improvisar”, disse a produtora. Como boa parte das filmagens já aconteceram, Melissa deve aparecer apenas no último dos quatro capítulos. A Produzida para o serviço de streaming Netflix, a série de quatro filmes (cada um passado numa estação diferente do ano) vai dar um desfecho para a história de “Gilmore Girls”, originalmente exibida de 2000 a 2007. A atração companhava o cotidiano da mãe solteira Lorelai Victoria Gilmore (Lauren Graham) e sua filha Lorelai “Rory” Leigh Gilmore (Alexis Bledel) na cidadezinha fictícia de Stars Hollow, aproveitando para explorar diversos temas de relacionamentos, como família, amizades, conflitos geracionais e classes sociais. Repleta de personagens bem peculiares, a atração ainda serviu para lançar a carreira de muitos astros, como a comediante Melissa McCarthy (“As Bem Armadas”) e os então adolescentes Jared Padalecki (série “Supernatural”) e Milo Ventimiglia (série “Heroes”). Com a confirmação da participação de Melissa, agora todo o elenco original (menos o falecido ator Edward Herrmann, intérprete do pai de Lorelai) voltará a se reunir para essa produção especial. Ainda não há previsão de estreia dos novos capítulos.
É Tudo Verdade exibe o vencedor do Festival de Berlim e 22 estreias mundiais
O festival É Tudo Verdade abre ao público sua 21ª edição com a exibição de 85 títulos, dentre os quais 22 são estreias mundiais. Os filmes serão exibidos até o dia 17 de abril em São Paulo e no Rio de Janeiro, com entrada gratuita. O primeiro documentário a vencer o Festival de Berlim, “Fogo no Mar” (“Fuocoammare”, no original), de Gianfranco Rosi, inaugurou o festival em São Paulo, abordando o impacto da onda de refugiados sobre o cotidiano da pequena ilha mediterrânea de Lampedusa. O cineasta italiano já havia vencido o Festival em Veneza em 2013 com outro documentário, “Sacro GRA”. Já a abertura carioca do É Tudo Verdade marca a estreia mundial de “As Incríveis Artimanhas da Nuvem Cigana”, de Paola Ribeiro e Cláudio Lobato. O longa resgata o movimento de “poesia marginal” do coletivo de poetas Nuvem Cigada, da Zona Sul do Rio nos anos 1970, em plena ditadura militar. Por meio de livros mimeografados e encontros híbridos, entre “happenings” e saraus, batizados de “Artimanhas”, uma nova geração lançou-se na literatura nacional: Bernardo Vilhena, Chacal, Charles, Ronaldo Santos, além do próprio diretor Cláudio Lobato, entre outros. Após as sessões de abertura para convidados, os dois filmes começam agora a ser exibidos para o público dentro da programação do festival, que fará ainda uma retrospectiva da obra do diretor Carlos Nader. Haverá também uma mostra especial com documentários sobre Olimpíadas e sessões dedicadas aos cineastas Chantal Akerman, Ruy Guerra, Claude Lanzmann e Haskell Wexler. Em nota, o fundador e diretor do festival, Amir Labaki, afirmou ser “um privilégio apresentarmos uma safra tão excepcional, tanto da produção brasileira, quanto internacional, com a marca muito expressiva de 22 estreias mundiais”. “Foi um processo de seleção particularmente difícil, devido à alta qualidade e ao recorde de inscrições, superando 1,7 mil títulos dos cinco continentes”, completou. Confira, abaixo, a lista dos filmes selecionados para o festival. FESTIVAL É TUDO VERDADE 2016 Competição brasileira: longas ou médias-metragens “Cacaso na corda bamba”, de José Joaquim Salles e Ph Souza Cícero Dias, o compadre de Picasso”, de Vladimir Carvalho “Galeria F”, de Emília Silveira “Imagens do Estado Novo 1937-45”, de Eduardo Escorel “Jonas e o circo sem lona”, de Paula Gomes “Manter a linha da cordilheira sem o desmaio da planície”, de Walter Carvalho “O futebol”, de Sergio Oksman Competição internacional: longas ou médias-metragens “327 cadernos”, de Andrés Di Tella (Argentina/Chile) “Anos claros, de Frédéric Guillaume (Bélgica) “Catástrofe”, de Alina Rudnitskaya (Rússia) “Chicago boys”, de Carola Fuentes e Rafael Valdeavellano (Chile) “Gigante”, de Zhao Liang (França) “Kate interpreta Christine”, de Robert Greene (EUA) “No limbo”, de Antoine Viviani (França) “Nuts!”, de Penny Lane (EUA) “Paciente”, de Jorge Caballero Ramos (Colômbia) “Sob o sol”, de Vitaly Mansky (Rússia/Letônia/Alemanha/República Checa/Coreia do Norte) “Tudo começou pelo fim”, de Luis Ospina (Colômbia) “Um caso de família”, de Tom Fassaert (Holanda/Bélgica/Dinamarca) Competição brasileira: curtas-metragens “A culpa é da foto”, de Eraldo Peres, André Dusek e Joédson Alves “Abissal”, de Arthur Leite “Aqueles anos em dezembro”, de Felipe Arrojo Poroger “Buscando Helena”, de Roberto Berliner e Ana Amélia Macedo “Fora de quadro”, de Txai Ferraz “O oco da fala”, de Miriam Chnaiderman “Praça de guerra”, de Edi Junior “Sem título # 3 : E para que poetas em tempo de pobreza?”, de Carlos Adriano “Vida como rizoma”, de Lisi Kieling Competição internacional: curtas metragens “A visita”, de Pippo Delbono (França) “Caracóis”, de Grzegorz Szczepaniak (Polônia) “Carmen”, de Mariano Samengo (Argentina) “Cosmopolitanismo”, de Erik Gandini (Suécia) “Eu tenho uma arma”, de Ahmad Shawar (Palestina) “Fatima”, de Nina Khada (Alemanha) “Munique 72 e além”, de Stephen Crisman (EUA) “O atirador de elite de Kobani”, de Reber Dosky (Holanda) Programas especiais “Cidadão rebelde”, de Pamela Yates (EUA) “Claude Lanzmann: Espectros do Shoah”, de Adam Benzine (Canadá/Reino Unido/EUA) “Não pertenço a lugar algum – O cinema de Chantal Akerman”, de Marianne Lambert (Bélgica) “O homem que matou John Wayne”, de Diogo Oliveira e Bruno Laet (Brasil) O estado das coisas “Atentados: As faces do terror”, de Stéphane Bentura (França) “Danado de bom”, de Deby Brennand (Brasil) “Faraóis do Egito Moderno (Mubarak/Nasser/Sadat)”, de Jihan El Tahri (França) “Lampião da esquina”, de Lívia Perez (Brasil) “O deserto do deserto”, de Samir Abujamra e Tito Gonzalez Garcia (Brasil) “Overgames”, de Lutz Dammbeck (Alemanha) “Vida ativa – O espírito de Hannah Arendt, de Ada Ushpiz (Israel/Canadá) Foco latino-americano “Allende meu avô Allende”, de Marcia Tambutti Allende (Chile/México) “Favio, a estética da ternura”, de Luis Rodríguez e Andrés Rodríguez (Venezuela) “Gabo: A criação de Gabriel García Márquez”, de Justin Webster (Espanha/Colômbia) “Toponímia”, de Jonathan Perel (Argentina) Retrospectiva brasileira – Carlos Nader “A paixão de JL” “Carlos Nader” “Chelpa Ferro” “Concepção” “Eduardo Coutinho, 7 de outubro” “Homem comum” “O beijoqueiro: Portrait of a serial kisser” “O fim da viagem” “Pan-cinema permanente” “Preto e branco” “Tela” “Trovoada” Mostra especial: Cinema Olympia “Anéis do mundo”, de Sergey Miroshnichenko (Rússia) “Espírito em movimento”, de Sofia Geveyler,Yulia Byvsheva e Sofia Kucher (Rússia) “Olympia 52”, de Chris Marker (Finlândia/França) “Os campeões de Hitler”, de Jean-Christophe Rosé (França) “Um novo olhar sobre Olympia 52”, de Julien Faraut (França) É tudo verdade no Itaú Cultural “Mataram meu irmão”, de Cristiano Burlan (Brasil) “O longo amanhecer – Cinebiografia de Celso Furtado”, de José Mariani (Brasil) “Rocha que voa”, de Eryk Rocha (Brasil) É tudo verdade no Circuito de Cinema: Cine Olido – Documentários olímpicos brasileiros “As incríveis histórias de um navio fantasma”, de André Bomfim “Bete do peso”, de Kiko Mollica “João do voo – A história de uma medalha roubada”, de Sergio Miranda e Pedro Simão “Maria Lenk, a essência do espírito olímpico”, de Iberê Carvalho “Meninas”, de Carla Gallo “México 1968 – A última Olimpíada livre”, de Ugo Giorgetti “Ouro, suor e lágrimas”, de Helena Sroulevich “Se essa vila não fosse minha”, de Felipe Pena “Reinado Conrad – A origem do iatismo vencedor”, de Murilo Salles É tudo verdade no Circuito SPCine de cinema: CEUS Butantã, Jaçaná, Meninos e Quinta do Sol “Cidade cinza”, de Marcelo Mesquita e Guilherme Valiengo (Brasil) “Premê – Quase lindo”, de Alexandre Sorriso e Danilo Moraes (Brasil)
Jack Bauer pode reaparecer na nova série derivada de 24 Horas
O ator Kiefer Sutherland deu a entender que seu personagem, o agente Jack Bauer pode aparecer na nova série “24: Legacy”, derivado do sucesso “24 Horas”. Em entrevista à revista americana Rolling Stone, o ator elogiou a atração, da qual é produtor, e praticamente se escalou para fazer uma participação especial. “O roteiro é fenomenal. Acho que vai ser libertador para os roteiristas não ter que inventar um novo dia ruim para Jack Bauer. Eles vão escrever para novos personagens. E Bauer ainda está por aí, então nunca se sabe o que pode acontecer”, ele disse, lembrando que já havia aposentado o personagem antes. “Já disse duas vezes [que não voltaria a interpretar Bauer] e acabei fazendo, por isso não falarei mais”, concluiu Sutherland. Jack Bauer apareceu pela última vez na minissérie “24 Horas: Viva um Novo Dia” (2014), que terminou com sua prisão por agentes do serviço secreto russo. Os produtores pretendiam continuar a história do personagem, mas a relutância do ator em estrelar uma nova temporada alimentou a ideia do spin-off, que acabou aprovado pela rede Fox no começo de 2016. Intitulada “24: Legacy”, a série será estrelada por Corey Hawkins (o Dr. Dre de “Straight Outta Compton”) no papel de um herói de guerra chamado Eric Carter, que retorna do Oriente Médio aos EUA. Entretanto, uma ameaça contra ele faz com que procure a CTU (Agência de Contra-Terrorismo) para salvar sua vida, enquanto tenta impedir um grande ataque terrorista. A atração não deve repetir personagens da série original, mas fará referências à tramas anteriores. Além de Hawkins, também participam do elenco Miranda Otto (que estrelou a última temporada de “Homeland”), Teddy Sears (série “The Flash”), Jimmy Smits (série “Sons of Anarchy”), Dan Bucatinsky (série “Scandal”), Anna Diop (série “The Messengers”), Ashley Thomas (série “Beowulf: Return to the Shieldlands”) e Charlie Hofheimer (série “Mad Men”). “24: Legacy” deve manter a estrutura da ação em tempo real, com produção dos mesmos executivos de “24 Horas”, Howard Gordon, Manny Coto e Evan Katz. Mas terá uma duração menor por temporada, com apenas 13 episódios, como a minissérie de 2014.
Playlist (The Sound of Silence): Veja 15 clipes de clássicos do folk rock
O “fracasso” de “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” teve um efeito colateral curioso: a viralização de um vídeo sobre as críticas negativas, que enfatizavam a reação – ou falta dela – de Ben Affleck, com trilha do clássico “The Sound of Silence”, de Simon & Garfunkel. Em consequência dessa brincadeira, 50 anos após estrear no topo das paradas, a música de 1966 voltou às paradas de sucesso americanas: em 6º lugar no ranking de Hot Rock Songs da revista Billboard e em 2º entre as mais ouvidas em sites de streaming, com 5,6 milhões de execuções apenas na semana passada. Originalmente um gênero de grandes narrativas, criadas por bardos medievais para espalhar lendas, louvar feitos ou zombar dos poderosos, o folk se provou um instrumento poderoso nas vozes dos cantores de protesto dos anos 1960. Mas também evoluiu com o rock, adotando a temática hippie para falar de amor ao violão. “The Sound of Silence” surgiu justamente durante um momento de transição do folk, quando o gênero trocava a preocupação social por canções existenciais. A diferença é visivelmente traçada entre os festivais de Newport e Woodstock, mas no meio desse caminho ainda houve a trilha de “A Primeira Noite de um Homem” (The Graduate, 1967). O filme com músicas de Simon & Garfunkel deu imagens à sensação de vazio e desapego que emergia no final da década de 1960, transformando “The Sound of Silence” numa espécie de hino da depressão. Aproveite para ver abaixo este e outros clássicos da época em que o folk entrou na história do rock.
Flávio Guarnieri (1959 – 2016)
Morreu o ator Flávio Guarnieri, que seguiu os passos do pai, o grande dramaturgo Gianfracesco Guarnieri, no teatro, no cinema e na televisão. Ele faleceu na noite de quinta (7/4), aos 54 anos, em São Paulo. Em nota, a assessoria de imprensa não informou a causa da morte e pediu privacidade à família. Flávio nasceu em Lisboa, em 26 de setembro de 1959, e sob influência do pai começou a atuar nos palcos desde a infância. Com dezenas de peças de teatro no currículo, ele ganhou o prêmio da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) de ator-revelação aos 21 anos de idade, por conta de seu papel na novela “Os Adolescentes” (1981), da Band, na pele de Caíto. A produção marcou época por trazer temas até então considerados tabus para a televisão, como vício em drogas, gravidez adolescente, pedofilia e homossexualidade. O personagem de Flávio era um jovem gay, que enfrentava preconceito. Além dele, o elenco de jovens protagonistas contava com Júlia Lemmertz, Tássia Camargo e André di Biasi, que acabaram tendo maior projeção na TV. Depois da consagração crítica de “Os Adolescentes”, Flávio emplacou mais duas novelas na Band, “Ninho da Serpente” (1982) e “O Campeão” (1982), além da minissérie “O Cometa” (1989), mas a baixa audiência implodiu o projeto de dramaturgia do canal paulista. Ele fez apenas uma novela da Globo, “Transas e Caretas” (1984), por isso não se tornou tão conhecido quanto seu irmão mais novo Paulo, que apareceu em diversas obras populares da emissora carioca. A estreia no cinema foi aos 18 anos, na rara sci-fi distópica “Parada 88 – O Limite de Alerta” (1977), que também foi o primeiro filme de Paulo, então com 15 anos. Participou ainda da pornochanchada “Viúvas Precisam de Consolo” (1979), produção da Boca do Lixo dirigida pelo ator Ewerton de Castro, antes de trabalhar com o pai no clássico “Eles Não Usam Black-Tie” (1981), adaptação da peça escrita por Gianfrancesco, que girava em torno de uma greve sindical. Seu papel de maior destaque veio em “Janete” (1983), de Chico Botelho, sobre uma prostituta da Boca do Lixo. Com trilha de Arrigo Barnabé, o filme foi premiado no Festival de Gramado, mas seu realismo não agradou ao governo, que na época ainda exercia poder de censura na cultura, obrigando diversos cortes, o que prejudicou seu lançamento. Flávio nunca mais fez outro filme. O ator reclamava da falta de espaço até na TV. Seu último personagem foi Juca Ramos na novela “Amigas e Rivais”, no SBT, em 2008. Mesmo assim, continuava a atuar no palco. Flávio esteve em cartaz recentemente com o irmão Paulo na peça “Irmãos, Irmãos… Negócios à Parte”.
The Ranch: Ashton Kutcher “canta” música de Sérgio Reis para promover sua nova série no Brasil
O serviço de streaming Netflix divulgou um vídeo em que o ator Ashton Kutcher “canta” uma música do artista sertanejo brasileiro Sérgio Reis, para divulgar sua nova série “The Ranch”, do Netflix. A canção escolhida foi “Saudade da Minha Terra”, cuja letra faz sentido no contexto da produção. No vídeo, Kutcher explica que cantar uma música era a melhor maneira de explicar a trama da série, sobre um filho que retorna à fazenda da sua família, abandonando a cidade grande. Ele, então, começa a dublar a música, acompanhado, ao violão por Danny Masterson, que interpreta seu irmão na atração. Os dois trabalharam juntos antes, na sitcom “That ’70s Show”, que estreou há 18 anos. “De que me adianta viver na cidade/ Se a felicidade não me acompanhar/ Adeus, paulistinha do meu coração/ Lá pro meu sertão eu quero voltar”, dizem alguns versos. Na série, Kutcher é um jogador de futebol semi-profissional, que, após uma rápida carreira, retorna ao rancho da família, no Colorado, ao lado de seu irmão (Masterson), visando gerir os negócios do pai (Sam Elliott, da série “Justified”). O elenco também inclui a atriz veterana Debra Winger (“O Casamento de Rachel”). “The Ranch” é uma criação de Jim Patterson e Don Reo, roteiristas e produtores da série “Dois Homens e Meio” (Two and a Half Men). A série está disponível no Netflix desde 1 de abril.
Star Wars: Veja o trailer legendado de Rogue One, o primeiro spin-off da franquia espacial
A Disney divulgou o trailer legendado e um pôster com o logotipo do próximo “Star Wars”. Trata-se do primeiro spin-off da franquia, uma aventura independente da saga central, que introduz diversos personagens novos. A prévia confirma que a ação se passa entre as duas primeiras trilogias e envolve um missão das forças rebeldes contra a Estrela da Morte. O tom é bem mais sombrio que o material de divulgação de “Star Wars: O Despertar da Força”, destacando a atitude “rebelde” da nova heroína, Jyn Erso, vivida por Felicity Jones (“A Teoria de Tudo”). Intitulado “Rogue One: Uma História de Star Wars”, o filme está sendo considerado o mais aguardado de 2016. Em seu elenco também estão Diego Luna (“Elysium”), Mads Mikkelsen (série “Hannibal”), Alan Tudyk (série “Firefly”), Forest Whitaker (“O Mordomo da Casa Branca”), Ben Mendelsohn (“O Lugar Onde Tudo Termina”), Riz Ahmed (“O Abutre”), Donnie Yen (“O Grande Mestre”) e Jiang Wen (“Guerreiros do Céu e da Terra”). Além disso, circulam rumores sobre uma aparição de Darth Vader na trama. Com roteiro de Chris Weitz (“Cinderela”) e direção de Gareth Edwards (“Godzilla”), “Rogue One: Uma História de Star Wars” estreia em 16 de dezembro deste ano.
Estreias: Terrorismo, apocalipse e Deus disputam espaço nos cinemas
Duas semanas após “Batman vs. Superman” ocupar 45% das salas de cinema do país, ainda há pouco espaço para a renovação da programação. Lançamento mais amplo desta quinta (7/4), o thriller “Invasão a Londres” chega em “apenas” 350 salas pelo país. O filme de ação é uma sequência de “Invasão à Casa Branca” com mais explosões e ainda mais clichês. Desta vez, o elenco é vítima de atentados na capital da Inglaterra, quando terroristas aproveitam o funeral do primeiro ministro britânico para atacar outros líderes mundiais. Com 23% de aprovação no site “Rotten Tomatoes” e arrecadação de US$ 59,4 milhões, o filme não, digamos, explodiu. Fãs do gênero tem opção melhor, com pior distribuição. “Decisão de Risco” discute a ética da guerra moderna, que mata à distância, com drones, sem poupar vítimas civis. Estrelado por Helen Mirren (“A Mulher Dourada”), o filme tem 93% de aprovação no RT, mas entra em cartaz em somente 69 telas no país. Outra boa opção da safra hollywoodiana é “Rua Cloverfield, 10”, que registra 89% no RT. Rodado com pequeno orçamento e pouco marketing, a nova produção do cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”) estabelece um clima de mistério do começo ao fim, ao acompanhar uma jovem que, após um acidente, acorda num bunker com dois desconhecidos que alegam tê-la salvo do apocalipse. Chega em 287 salas. Quase com o mesmo número de telas, o drama religioso “Deus Não Está Morto 2” infelizmente é pouco mais que material de lobby em favor de mudanças na Constituição (americana, mas há margem para extrapolar), visando transformar as salas de aula em extensões das igrejas cristãs. Foi rechaçado nos EUA, com 23% de aprovação na imprensa e uma estreia pífia, em 4º lugar na semana passada. Para as crianças, a programação dos shoppings destaca a animação francesa “Asterix e o Domínio dos Deuses”, adaptação de um dos melhores álbuns em quadrinhos de René Goscinny e Albert Uderzo. Publicado originalmente em 1971, traz uma trama mais madura que os demais, refletindo concepções de modernidade da época. Estreia em 64 salas (29 com 3D). Em circuito mais restrito, há ainda a animação “Barbie e as Agentes Secretas”, que saiu direto e vídeo nos EUA e aqui vai ocupar 31 salas, exclusivamente nos cinemas da rede Cinépolis. O circuito limitado ainda destaca dois filmes europeus que depositam seu apelo em atores conhecidos. Em 30 salas, a comédia britânica “A Senhora da Van” é um veículo para Maggie Smith (série “Downton Abbey”) exibir seu talento lendário, vivendo uma velhinha sem teto adorável. Já o drama norueguês “Mais Forte que as Bombas” mostra Jesse Eisenberg (“Batman vs. Superman”) buscando superar o luto e o distanciamento da família causado pela morte da mãe (Isabelle Hupert, de “Amor”), uma fotógrafa de guerra. Estreia em inglês do cineasta Joaquin Trier (“Oslo, 31 de Agosto”), teve sua première em Cannes e chega ao Brasil em 16 salas. Três estreias nacionais completam a programação. A comédia romântica “De Onde Eu Te Vejo”, de Luiz Villaça (“O Contador de Histórias”), leva a 79 salas a história de um ex-casal que passa a morar na mesma rua. Com uma pegada mais autoral, “A Bruta Flor do Querer” conta a história de um cineasta recém-formado, que precisa ganhar a vida filmando casamentos. A estreia dos diretores Dida Andrade e Andradina Azevedo foi premiada no Festival de Gramado, mas chega só em 17 salas. Igualmente premiado – venceu o In-Edit Brasil – , o documentário musical “Yorimatã”, sobre a dupla Luli e Lucina, que fundiu MPB, batuque e movimento hippie nos anos 1970, ganha ainda menos telas: apenas quatro, divididas entre Rio, São Paulo e Niterói. Estreias de cinema nos shoppings Estreias em circuito limitado https://www.youtube.com/watch?v=Yc-RDFzgDIk
Grace and Frankie: Nova temporada da série de Jane Fonda e Lily Tomlin ganha trailer
O serviço de streaming Netflix divulgou o trailer da 2ª temporada de “Grace and Frankie”, estrelada por Lily Tomlin e Jane Fonda. Bem humorada, a prévia explora situações divertidas, em que as duas amigas, que se tornam solteiras na terceira idade, precisam lidar com vibradores, encontros e a recriminação de suas famílias. Criada por Marta Kauffman (criadora da série “Friends”) e Howard J. Morris (criador da série “In Case of Emergency”), “Grace and Frankie” acompanha duas mulheres que nunca se deram bem, até o dia em que suas vidas são viradas de cabeça para baixo, com a revelação de que seus maridos estão apaixonados um pelo outro e têm planos de se casarem. E o que é pior, elas percebem que estarão eternamente ligadas por esse acontecimento. Com o tempo, porém, as velhas rivais descobrem que podem contar uma com a outra para superar a situação e conviver com a nova configuração de suas famílias. O elenco inclui Martin Sheen (série “Anger Management”) como o ex-marido de Fonda, Sam Waterston (série “The Newsroom”) como o ex-marido de Tomlin, além de Brooklyn Decker (série “Friends with Better Lives”), Ethan Embry (série “Once Upon a Time”), Craig T. Nelson (série “Parenthood”), Geoff Stults (série “Elisted”), Barry Bostwick (série “Spin City”) e Joe Morton (série “Eureka”). O Netflix está tão satisfeito com a atração que já a renovou para sua 3ª temporada, com data de estreia prevista para 2017.
The Boys: Seth Rogen emplaca nova série baseada em quadrinhos do autor de Preacher
O ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg são mesmo fãs dos quadrinhos de Garth Ennis. Após emplacar a série “Preacher”, que estreia em 22 de maio no canal pago americano AMC, eles já preparam a adaptação de outra criação do autor britânico para a televisão. Trata-se de “The Boys”, em desenvolvimento para o canal pago Cinemax. Segundo o site Deadline, Rogen e Goldberg se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural”, para produzir a série, que será escrita por Kripke e dirigida pela dupla. É curioso como os dois, mais conhecidos por comédias de humor grosseiro, como “É o Fim” (2013) e “A Entrevista” (2014), que ambos dirigiram, resolveram se especializar em adaptações de quadrinhos para a televisão. Mas a boa relação criada com Ennis para o lançamento de “Preacher” também explica a decisão de transformar “The Boys” em sua segunda série. “The Boys” é uma sátira violenta e de humor negro aos super-heróis. Os quadrinhos originais têm como protagonista Billy Carniceiro, que vigia os super-heróis para a CIA, atento para que não saiam do controle do governo e não se tornem uma ameaça pública, devido a seus grandes poderes. Para realizar sua missão, Billy junta uns amigos da pesada e acaba descobrindo que os super-heróis não são tão certinhos e agradáveis como as pessoas imaginam. A história durou 72 exemplares, publicados entre 2008 e 2012, pelas editoras Wildstorm (braço da DC Comics) e Dynamite. E nos últimos oito anos também esteve cotada para virar filme, primeiro pela Sony, depois pela Paramount. Curiosamente, “Preacher” teve a mesma carreira, atraindo diversos interessados em colocá-lo no cinema, mas os projetos nunca saíram do papel, até Rogen e Goldberg resolverem produzir sua série.
Estreia do filme da Mulher Maravilha é antecipada em três semanas
O “fracasso” de “Batman vs. Superman” subiu mesmo à cabeça da Warner Bros. No dia em que o longa superou os US$ 700 milhões de bilheteria mundial e dois novos filmes da DC Comics foram acrescentados a seus lançamentos futuros, o estúdio anunciou a antecipação da estreia do primeiro longa individual da Mulher Maravilha. O filme da guerreira amazona estrelado por Gal Gadot (“Batman vs. Superman”) vai estrear agora em 2 de junho de 2017 nos EUA, três semanas antes do previsto. Escrito por Jason Fuchs (“Peter Pan”) e dirigido por Patty Jenkins (“Monster: Desejo Assassino”), o filme vai mostrar a origem da heroína e como a princesa Diana deixou a ilha mitológica para se integrar ao mundo dos homens, durante a 1ª Guerra Mundial, e se tornou a Mulher Maravilha.
The Walking Dead: Nem o elenco sabe quem morreu no final da temporada
Os atores de “The Walking Dead” também não sabem quem Negan (interpretado por Jeffrey Dean Morgan) matou na última cena da 6ª temporada. Chandler Riggs, que vive Carl, anunciou no Twitter que “se isso faz você se sentir melhor, eu também não sei quem morreu e já faz seis meses que li esse roteiro”. Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o produtor executivo e diretor do episódio final da temporada, Greg Nicotero, comentou que não nem a vítima deve saber que morreu. “Nós não filmamos a cena [que revela o morto] ainda, e eu não sei se a pessoa sabe ou não”, disse, confirmando que mantém o mistério também junto ao elenco. A decisão de terminar a 6ª temporada da série em um grande cliffhanger, mantendo o suspense sobre quem teve a cabeça esfacelada a golpes de taco de beisebal por Negan, porém, não foi bem vista pelo público, que protestou nas redes sociais, expressando raiva e frustração. Nicotero defendeu a decisão, dizendo que “seria muito ordinário matar um grande personagem nos últimos minutos”. Entretanto, será muito difícil manter em segredo a identidade da vítima até a 7ª temporada, uma vez que as gravações da série acontecem ao ar livre, no interior da Georgia, e os fãs costumam se fartar com fotos não oficiais, feitas nos bastidores da produção.












