Star Wars: O Despertar da Força é o grande vencedor do MTV Movie Awards 2016
Em sua premiação cinematográfica anual, o público da MTV confirmou a força da popularidade. O MTV Movie Awards 2016 consagrou “Star Wars: O Despertar da Força”, maior bilheteria do ano, com três troféus-pipoca, inclusive o de Melhor Filme. Além deste prêmio, o filme levou para casa as pipocas douradas de Melhor Revelação para Daisy Ridley e Melhor Vilão para o personagem Kylo Ren, vivido por Adam Driver. A cerimônia de premiação aconteceu na noite de sábado (9/4), em Los Angeles, com apresentação da dupla Dwayne Johnson e Kevin Hart, astros da comédia “Um Espião e Meio” (que estreia só em junho no Brasil). Mas a exibição só vai acontecer na noite deste domingo, tanto nos EUA quanto no Brasil. Ou seja, sem o menor suspense. Os demais prêmios foram divididos entre outros blockbusters do ano. Favorito da crítica, “Mad Max: Estrada da Fúria” levou apenas um prêmio: Melhor Atriz para Charlize Theron. Já o troféu de Melhor Ator ficou com Leonardo DiCaprio, pelo papel em “O Regresso” que também lhe rendeu o Oscar. Como não possuiu prêmios técnicos, a votação da MTV ainda distribuiu meia dúzia de troféus a outros atores. Ryan Reynolds faturou duas estatuetas: Melhor Performance Cômica e Melhor Luta (contra Ed Skrein) por “Deadpool”. Jennifer Lawrence levou a pipoca de Melhor Heroína como Katniss Everdeen, em “Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 2”. Chris Pratt faturou a pipoca da Melhor Performance em Filme de Ação, por “Jurassic World”. E os astros de “A Escolha Perfeita 2” ficaram com os troféus de Melhor Elenco e Melhor Beijo (para Rebel Wilson e Adam DeVine). Para completar a lista, “Amy” venceu na categoria de Melhor Documentário, claro, e “Straight Outta Compton” foi eleito o Melhor Filme Baseado em Fatos Reais. Vencedores do MTV Movie Awards 2016 Filme do ano: Star Wars – O Despertar da Força Melhor filme baseado em história real: Straight Outta Compton Melhor documentário: Amy Melhor atriz: Charlize Theron – Mad Max: Estrada da Fúria Melhor ator: Leonardo DiCaprio – O Regresso Melhor ator ou atriz revelação: Daisy Ridley – Star Wars – O Despertar da Força Melhor performance em filme de comédia: Ryan Reynolds – Deadpool Melhor performance em filme de ação: Chris Pratt – Jurassic World Melhor herói ou heroína: Jennifer Lawrence – Jogos Vorazes – A Esperança: Parte 2 Melhor vilão: Adam Driver – Star Wars – O Despertar da Força Melhor performance virtual: Amy Poehler – Divertida Mente Melhor elenco: A Escolha Perfeita 2 Melhor beijo: Rebel Wilson e Adam DeVine, A Escolha Perfeita 2 Melhor luta: Deadpool vs. Ajax – Deadpool
Vinyl: Roteirista de O Ultimato Bourne é o novo showrunner da série
A HBO anunciou que Terence Winter não é mais o showrunner de “Vinyl”. Ele será substituído por Scott Z. Burns, roteirista de “O Ultimato Bourne” (2007), “Contágio” (2011) e “Terapia de Risco” (2013), que fará sua estreia na produção televisiva. Além dele, a equipe da atração será reforçada em sua 2ª temporada por Max Borenstein, roteirista de “Godzilla” (2014) e criador da série derivada do filme “Minority Report” (2015). “Vinyl” é um projeto do cantor Mick Jagger e do cineasta Martin Scorsese, que maturaram a ideia por cerca de duas décadas, até Winter entrar a bordo com a determinação de transformar o conceito numa série. O programa aborda a indústria da música do começo dos anos 1970, enfocando a fictícia gravadora American Century, presidida pelo instável Richie Finestra (Bobby Cannavale), que busca um “novo som” capaz de salvar seu negócio da falência. Tudo isso é mote para mostrar a cena musical da época, com direito a flashes de bandas e cantores como Velvet Underground, David Bowie e New York Dolls. Apesar de Scorsese ter dirigido o primeiro episódio, com 2 horas de duração, a série não emplacou em audiência nem empolgou a crítica. Após uma estreia com pouco mais de 764 mil espectadores ao vivo, o público se estabilizou em torno de 500 mil pessoas por episódio. Muito abaixo do esperado pelo tema e os nomes envolvidos. A 1ª temporada se encerra em 17 de abril. Na sua declaração oficial, a HBO afirmou: “Ao entrarmos na 2ª temporada de ‘Vinyl’, decidimos que era hora de fazer uma mudança na direção criativa da série. Ficamos gratos por nossa longa parceria com Terry Winter em ‘Família Soprano’, ‘Boardwalk Empire’ e agora em ‘Vinyl’ e ansiamos por nossa próxima colaboração com ele”. O comunicado lembra que Winter foi parceiro da HBO por mais de uma década, como roteirista e produtor da clássica “Família Soprano” (1999-2007), além de ter criado e produzido “Boardwalk Empire” (2010-2014) em parceria com Scorsese. Além disso, ele escreveu o roteiro de “O Lobo de Wall Street” (2013), de Scorsese, pelo qual foi indicado ao Oscar.
Primeiras reações a Capitão América: Guerra Civil exaltam novo Homem-Aranha
Os blogueiros amam a Marvel e a Marvel sabe disso. Tanto que o estúdio resolveu se valer dessa exaltação espontânea para fazer deslanchar “Capitão América: Guerra Civil”, que ainda não emplacou em sua pré-venda de ingressos. Numa estratégia oposta da escolhida pela Warner para “Batman vs. Superman”, o novo filme do primeiro Vingador foi exibido primeiro para os blogueiros e foram eles quem geraram as primeiras impressões sobre a produção nas redes sociais. Todas favoráveis. Entre os consensos observados, a nova versão do Homem-Aranha, vivida por Tom Holland (“No Coração do Mar”), é supostamente a melhor das três já apresentadas no cinema. O herói, inclusive, tem mais cenas que o trailer sugere. Do mesmo modo, o Pantera Negra surpreende como ladrão de cenas, interpretado de forma intensa por Chadwick Boseman (“Deuses do Egito”). Há, ainda, sequências de ação impressionantes. E o tom do filme é sério como “Capitão América: Soldado Invernal”, mas com direito às piadas que garantem não se tratar de uma produção da DC/Warner. “Chadwick Boseman é fantástico como Pantera Negra. Mal posso esperar pelo seu filme solo. Ele acertou em cheio no papel”, escreveu Steve Weintraub, do Collider. “Guerra Civil: Esse Homem-Aranha é ESPETACULAR”, disse Russ Fischer, do Birth.Movies.Death. “Capitão America: Guerra Civil é um mistério complexo que representa um grande, divertido filme de super-herói. Muitos temas e emoções. Inesperado e muito bom”, tentou exprimir Germain Lussier, do io9. “Honestamente, não sei como Guerra Civil funciona. São tantas coisas acontecendo, mas dá certo. O Aranha é MARAVILHOSO. Me fez sorrir e rir até meu rosto ficar dolorido”, completou. “Coisas importantes primeiro: Nós finalmente temos o Homem-Aranha perfeito e o melhor Peter Parker”, decretou Devin Faraci, do Birth.Movies.Death. “Seguinte: Pantera Negra é Incrível. Boseman o interpreta magnificente e cheio de raiva. É o personagem mais sério do filme”. “A grande briga em Guerra Civil é uma joia cinematográfica. E o Homem-Aranha é tão bom. É melhor do que eu imaginei”, postou Mike Ryan, do Uproxx. “Tenho certeza que é o meu filme favorito da Marvel”, acrescentou. “Disputas sem fim de Vingador x Vingador. Tenso, mas ainda engraçado. Boseman arrasa como Pantera Negra”, “telegrafou” Kevin Polowy, do Yahoo! Movies. “Fique ansioso por Guerra Civil. Personagens fantásticos, muita ação e tem a melhor luta de filmes de quadrinhos de todos os tempos”, promoveu Andy Signore, do Screen Junkies. Novamente dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”), “Capitão América: Guerra Civil” estreia em 28 de abril no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Bilheterias: Nova comédia de Melissa McCarthy empata com Batman vs. Superman nos EUA
Melissa McCarthy (“A Espiã que Sabia de Menos”) é a nova chefa das bilheterias. Sua comédia “A Chefa” estreou em 1º lugar nos EUA, num empate técnico com “Batman vs. Superman”. Como os números ainda são projeções, a ordem oficial pode ser alterada na segunda-feira, já que a diferença é mínima. Extraoficialmente, “A Chefa” lidera com US$ 23,480 milhões, enquanto “Batman vs. Superman” faturou US$ 23,435. A vantagem estimada da comédia é de apenas US$ 45 mil – algo como 8 salas de cinema lotadas. Como parâmetro, o terror “The Invitation”, de Karyn Kusama (“Garota Infernal”), teve lançamento restrito em 10 salas neste fim de semana e faturou US$ 67,7 mil. Independente de qual seja sua posição, o desempenho de “A Chefa” não deve gerar muita comemoração na Universal Pictures. Superar um filme em cartaz a três semanas é mais fácil do que o poderoso título de “Batman vs. Superman” leva a supor. O que conta, para o estúdio que financiou a produção, é a renda. E “A Chefa” teve a segunda pior abertura da carreira de protagonista de McCarthy, superando apenas “Tammy” (2014), que estreou com US$ 21,5 milhões para se tornar seu maior fracasso. Detalhe: ambos os filmes foram escritos e dirigidos por Ben Falcone, o marido da comediante. Foram, na verdade, os únicos filmes da carreira de cineasta de Falcone, o que pode ter diversos desdobramentos daqui para frente. Felizmente, “A Chefa” custou pouco, US$ 29 milhões, e não deve dar prejuízo, mesmo que desabe na próxima semana. E não faltam motivos para que isso aconteça. Apenas 18% da crítica americana gostou de seu humor grosseiro. Pior que isso: o público deu nota C+ na pesquisa do CinemaScore, oficializando que a comédia é repugnante. Vale lembrar que, há duas semanas, os “nerds especializados” consideraram o B de “Batman vs. Superman” como uma vitória do Apocalipse. Enquanto isso, “Batman vs. Superman” segue aumentando seu faturamento, que já encosta nos US$ 300 milhões no mercado doméstico. Após três fins de semana, sua arrecadação está estimada em US$ 296,6 milhões nos EUA. No ano passado, apenas seis filmes superaram esta marca. Em 2014, foram apenas três. “Batman vs. Superman” também superou “Zootopia” no ranking nacional, tornando-se a segunda maior bilheteria de 2016 nos EUA, atrás apenas de “Deadpool” (US$ 358,4 milhões). Mundialmente, porém, o longa da Warner Bros. chegou em US$ 783,4 milhões e já superou “Deadpool” (US$ 755 milhões). Só não é maior bilheteria mundial de 2016 devido ao sucesso internacional de “Zootopia”. “Zootopia”, que aparece em 3º lugar nas bilheterias do fim de semana, desacelerou com US$ 296 milhões nos EUA, mas seu faturamento global continua nas alturas, em US$ 852,5 milhões, o número a ser batido pelos demais. Além de “A Chefa”, o fim de semana só teve outra estreia ampla, “Hardcore – Missão Extrema”, produção russa que venceu a mostra Midnight Madness do Festival de Toronto. Estrelada por Sharlto Coplay (“Elysium”) e totalmente filmada como um videogame de tiros em primeira pessoa, a obra dividiu a crítica (51% no Rotten Tomatoes) e não empolgou o público, que lhe deu o mesmo C+ de “A Chefa”. Trocando em dólares, foram apenas US$ 5 milhões nas bilheterias, metade do que o estúdio STX pagou por seus direitos de distribuição em Toronto. Uma grande decepção, com estreia marcada para 21 de abril no Brasil. BILHETERIA: TOP 10 EUA 1. A Chefa Fim de semana: US$ 23,48 milhões Total EUA: US$ 23,4 milhões Total Mundo: US$ 24,4 milhões 2. Batman vs. Superman: A Origem da Justiça Fim de semana: US$ 23,43 milhões Total EUA: US$ 296,6 milhões Total Mundo: US$ 783,4 milhões 3. Zootopia Fim de semana: US$ 14,3 milhões Total EUA: US$ 296 milhões Total Mundo: US$ 852,5 milhões 4. Casamento Grego 2 Fim de semana: US$ 6,4 milhões Total EUA: US$ 46,7 milhões Total Mundo: US$ 70,8 milhões 5. Hardcore – Missão Extrema Fim de semana: US$ 5 milhões Total EUA: US$ 5 milhões Total Mundo: US$ 7,1 milhões 6. Milagres do Paraíso Fim de semana: US$ 4,8 milhões Total EUA: US$ 53,8 milhões Total Mundo: US$ 56,9 milhões 7. Deus Não Está Morto 2 Fim de semana: US$ 4,3 milhões Total EUA: US$ 14,1 milhões Total Mundo: US$ 14,1 milhões 8. A Série Divergente: Convergente Fim de semana: US$ 3,6 milhões Total EUA: US$ 61,8 milhões Total Mundo: US$ 141,4 milhões 9. Rua Cloverfield, 10 Fim de semana: US$ 3 milhões Total EUA: US$ 67,9 milhões Total Mundo: US$ 94 milhões 10. Decisão de Risco Fim de semana: US$ 2,8 milhões Total EUA: US$ 10,4 milhões Total Mundo: US$ 10,4 milhões
Bella Thorne e Ashley Tisdale vão estrelar novas séries
O canal Freeform anunciou a produção de duas novas séries protagonizadas por ex-estrelinhas do Disney Channel: Bella Thorne (série “No Ritmo”) e Ashley Tisdale (franquia “High School Musical”). A revelação foi feita durante uma entrevista coletiva, que apresentou os novos projetos do canal – evento conhecido, no jargão televisivo, como upfront. “Famous in Love” vai trazer Thorne como uma jovem universitária que passa num teste de elenco para estrelar um grande blockbuster de Hollywood e passa a conviver com a fama. Além de sua vida virar um circo midiático, ela precisa lidar com o interesse que desperta nos dois protagonistas de seu filme. A série é baseada no romance homônimo de Rebecca Serle e está sendo desenvolvida por I. Marlene King (criadora de “Pretty Little Liars”). Já a atração de Tisdale será um spin-off, centrada em sua personagem da série “Young & Hungry”, mas não há maiores informações sobre a trama. Criada em 2014 por David Holden (roteirista de “No Ritmo”), “Young & Hungry” gira em torno de uma blogueira que vira personal chef de um jovem empreendedor do mercado de tecnologia. Tisdale apareceu duas vezes na série como Logan Rawlings, uma colunista de revista que se apaixona pela protagonista, vivida por Emily Osment (que anteriormente fez a série “Hannah Montana”). As duas produção ainda não tem previsão de estreia, mas fazem parte de um projeto maior, que visa definir a nova identidade do Freeform. Desde que o canal deixou de ser chamado de ABC Family, no começo de 2016, vem desenvolvendo séries para um público mais velho, visando aumentar a idade de seu público alvo, originalmente pré-adolescente. A Disney, que é dona do canal, já atende crianças com o Disney XD e os pré-adolescentes com o Disney Channel, e agora quer voltar o Freeform para os jovens adultos.
Manto e Adaga: Vem aí mais uma série de heróis da Marvel
O canal pago americano Freeform anunciou a produção de sua primeira série da Marvel: uma adaptação dos quadrinhos dos heróis Manto e Adaga. A revelação foi feita durante uma entrevista coletiva, que apresentou os novos projetos do canal – evento conhecido, no jargão televisivo, como upfront. Manto e Adaga foram criados por Bill Mantlo e Ed Hannigan em 1982. Seus quadrinhos contam a história de dois adolescentes apaixonados que, após fugirem de casa, são capturados por traficantes e viram cobaias de uma nova droga, desenvolvendo superpoderes – o rapaz negro, Tyrone, passa a controlar a escuridão, enquanto a garota branca, Tandy, ganha poderes relacionados à luz. Os dois decidem lutar contra o tráfico e assumem a identidade de Manto e Adaga. Curiosamente, a adaptação de Manto e Adaga estava entre as primeiras produções consideradas pela Marvel para entrar no mercado das séries. Isto foi lá em 2010, quando o estúdio também cogitava dar uma atração televisiva para o Hulk. Mas não é de estranhar que o projeto surja agora no Freeform, uma vez que o canal faz parte do conglomerado Disney, dono da Marvel. “Cloak and Dagger” (o título original) ainda não tem previsão de estreia, mas faz parte de um projeto maior, que visa definir a nova identidade do Freeform. Desde que o canal deixou de ser chamado de ABC Family, no começo de 2016, vem diminuindo a ênfase em dramas teens voltados para garotas para priorizar produções de fantasia, como “Shadowhunters” e “Stitchers”, visando aumentar a idade de seu público alvo. A Disney já atende crianças com o Disney XD, os pré-adolescentes com o Disney Channel e agora quer voltar o Freeform para os jovens adultos.
Série britânica Misfits vai ganhar remake americano
O canal pago americano Freeform (ex-ABC Family) encomendou um remake da série britânica “Misfits”. A revelação foi feita durante uma entrevista coletiva, que apresentou os novos projetos do canal – evento conhecido, no jargão televisivo, como upfront. Criada por Howard Overman (“Atlantis”), a série original foi ao ar entre 2009 e 2013 no canal pago britânico E4, e conta a história de jovens delinquentes, condenados a prestar serviços comunitários na periferia de Londres, que são atingidos por raios de uma tempestade misteriosa e desenvolvem super-poderes. O problema é que os poderes não são muito úteis, e eles precisam escondê-los enquanto cumprem suas penas. Os primeiros episódios ganharam status cult, mas a troca de elenco ao longo das temporadas provou-se fatal para sua continuação. A série acabou na 5ª temporada sem nenhum integrante da trama inicial, após seus atores terem as carreiras impulsionadas pela produção – entre eles, Iwan Rheon (que virou Ramsay Snow em “Game of Thrones”), Ellie Kendrick (a Meera Reed, de “Game of Thrones”), Nathan Stewart-Jarrett (que depois estrelou outra série cult, “Utopia”) e Robert Sheehan (que passou a fazer filmes, aparecendo em “Os Instrumentos Mortais”). O projeto de uma versão americana existe desde 2013 e agora será realizada por Josh Schwartz e Stephanie Savage, a dupla que criou “Gossip Girl”. Ainda não há previsão para a estreia, mas o remake de “Misfits” faz parte de um projeto maior, que visa definir uma nova identidade para o Freeform. Desde que o canal deixou de ser chamado de ABC Family, no começo de 2016, vem diminuindo a ênfase em dramas teens voltados para garotas para priorizar produções de fantasia, como “Shadowhunters” e “Stitchers”, visando aumentar a idade de seu público alvo. A Disney, que é dona do canal, já atende crianças com o Disney XD e os pré-adolescentes com o Disney Channel, e agora quer voltar o Freeform para os jovens adultos.
Orphan Black: Veja os primeiros minutos da 4ª temporada
O canal pago canadense Space divulgou os primeiros quatro minutos da 4ª temporada de “Orphan Black”. A prévia é um flashback, que resgata a primeira clone vista na trama, Beth Childs, mas também introduz outra clone que ainda não tinha aparecido. Além de introduzir um novo mistério, o vídeo comprova que a clone com máscara de ovelha não era Sarah. Todas as clones são interpretadas por Tatiana Maslany, que dá show na série. A sinopse divulgada já tinha revelado que, nos próximos episódios, Sarah irá rastrear uma elusiva e misteriosa aliada, ligada à clone que começou toda a trama – Beth Childs. Na trama, Sarah vai seguir os passos de Beth em uma relação perigosa com um novo inimigo em potencial, caminhando para uma nova e assustadora direção. Enquanto suas irmãs são levadas para diferentes rumos, Sarah se distancia dos relacionamentos que a mudaram para melhor. Os novos episódios começam a ser exibidos em 14 de abril nos EUA e no Canadá. No Brasil, a série é exibida no canal pago A&E e no Netflix, onde as temporadas iniciais estão disponíveis.
Netflix assume a produção do filme baseado no mangá Death Note
O serviço de streaming Netflix assumiu a produção do filme americano baseado no mangá “Death Note”. A produção estava sendo desenvolvida pela Warner Bros., que acabou desistindo do projeto num realinhamento de seu calendário – a prioridade agora são as franquias da DC Comics, Lego e derivados de “Harry Potter”. Segundo o site The Wrap, a Warner liberou os produtores para negociarem o projeto e vários estúdios se interessaram. Não foram divulgados detalhes do acordo com o Netflix, mas a adaptação deve manter o formato que já estava em desenvolvimento, levando às telas os três primeiros volumes da obra em quadrinhos, com roteiro de Jeremy Slater (do controverso “Quarteto Fantástico”), direção de Adam Wingard (“Você É o Próximo”) e com Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”) no papel principal. “Death Note” foi criado por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata e conta a história do estudante Light Yagami, que encontra um caderno assombrado, capaz de matar qualquer um que tenha o seu nome escrito nele. Logo, o garoto começa a usar o caderno para matar criminosos, chamando a atenção da polícia. O mangá foi lançado em 12 volumes e já foi adaptado em duas séries (uma anime e outra com atores), além de três filmes live action no Japão. A Warner Bros. tentava desenvolver a adaptação americana há cerca de seis anos. Ainda não há data de estreia prevista para a versão ocidental, mas, segundo o produtor Roy Lee, as filmagens começarão ainda em 2016.
Ricky Gervais volta a viver personagem de The Office em trailer de falso documentário
A Entertainment One divulgou dois pôsteres e o primeiro teaser do falso documentário “David Brent: Life on the Road”, derivado da série britânica “The Office” (2001-2003). A prévia mostra o personagem David Brent, o chefe da série original, visitando o escritório em que a trama se passava, onde novos funcionários entram em contato com seu humor constrangedor. O passeio, acompanhado por câmeras, é para contar o que ele tem feito desde que saiu do escritório. Brent virou cantor-compositor e faz questão de demonstrar seus talentos para a plateia de funcionários, descrevendo, explicitamente, o significado de uma letra. A pegada é a mesma da série. Novamente vivido pelo ator Ricky Gervais (“Muppets 2: Procurados e Amados”), que criou “The Office”, o personagem chegou a realizar uma turnê de verdade com sua banda fictícia Foregone Conclusion no ano passado. Este aspecto musical será o mote do mockumentary, que, ao estilo de “Borat” (2006), deverá incorporar a reação de pessoas comuns às piadas. Após o fim de “The Office”, David Brent ainda reapareceu na versão americana da atração, exibida entre 2005 e 2013, e no canal de Gervais no YouTube, onde se manifestou em diversos vídeos de temática musical. “David Brent: Life on the Road” estreia em 19 de agosto no Reino Unido e não tem previsão de lançamento no Brasil.
O Caçador e a Rainha do Gelo: Prólogo de Branca de Neve e o Caçador ganha novos vídeos legendados
A Universal Pictures divulgou um novo par de pôsteres e dois vídeos legendados de “O Caçador e a Rainha do Gelo”: uma cena com as duas irmãs, a Rainha do Gelo (Emily Blunt, de “Sicario”) e a Rainha Ravenna (Charlize Theron, retomando o papel de “Branca de Neve e o Caçador”), e um trailer que mostra a “origem” do Caçador. O personagem de Chris Hemsworth aparece ainda criança na prévia, que também explica o motivo do ódio entre as duas irmãs que disputam o reino encantado. O filme também destaca a atriz Jessica Chastain (“A Colina Escarlate”) como uma guerreira e marca a estreia na direção de Cedric Nicolas-Troyan, diretor assistente e supervisor de efeitos visuais do longa original. O lançamento está marcado para 21 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
The Bye Bye Man: Veja o trailer do novo terror da diretora de O Último Jantar
A STX Entertainment divulgou o pôster e o primeiro trailer do terror “The Bye Bye Man”, cuja prévia conjura um bicho papão que parece combinar Freddie Krueger com a energia sobrenatural da franquia “Premonição”. A trama acompanha três estudantes que acidentalmente libertam uma entidade sobrenatural numa casa antiga. O elenco jovem é formado por Douglas Smith (série “Vinyl”), Lucien Laviscount (série “Scream Queens”) e marcará a estreia da modelo Cressida Bonas nos cinemas. Além deles, ainda há participações da veterana Faye Dunaway (Regras da Atração), Carrie-Anne Moss (série “Jessica Jones”) e Doug Jones (“Hellboy”) como o bicho-papão do título. O filme é o quarto terror dirigido por Stacy Title, que chamou atenção com “O Último Jantar” (1995), em que um grupo de amigos esquerdistas frustrados resolve assassinar ultraconservadores, e também com “A Morte se Veste de Negro” (1999), uma versão de “Hamlet” como filme de horror. “The Bye Bye Man” chega aos cinemas americanos em 3 de junho e não tem previsão de lançamento no Brasil.
Polícia investiga Charlie Sheen após ex-noiva denunciar agressão
O ator Charlie Sheen (série “Tratamento de Choque/Anger Management”) está sob investigação da polícia de Los Angeles, após uma acusação de agressão feita pela sua ex-noiva, a atriz pornô Brett Rossi. A informação é dos site Deadline. Rossi afirma que sofreu violência doméstica, agressões físicas e ameaças de morte durante o tempo em que esteve com Sheen. Além disso, ela também disse que Sheen não lhe contou sobre o fato de ser HIV positivo antes de eles fazerem sexo sem proteção. O caso está sendo investigado pelo LAPD (Departamento de Polícia de Los Angeles), que informou ao Deadline que Sheen foi listado como suspeito e que há um mandado de busca contra ele. A polícia, porém, encontrou resistência, quando intimou o site de celebridades Radar Online e o tabloide National Enquirer a entregarem as gravações de um áudio citados em suas reportagens, na qual um homem, supostamente Sheen, é ouvido dizendo que gostaria que alguém “pisoteasse a cabeça” de uma ex-noiva. Nem o site nem o jornal publicaram o áudio e se defendem dizendo que a liberdade de imprensa protege suas fontes. Só não protege o mau jornalismo, é claro. Vale lembrar que Brett Rossi está processando o ator por abusos e maus tratos, e por não ter revelado que era portador do vírus HIV enquanto mantiveram relações sexuais, o que faz com que tenha dinheiro em jogo nesta investigação policial. No processo apresentado em um tribunal de Los Angeles, Rossi também argumentou que Sheen havia concordado em pagar US$ 1 milhão e lhe dar 5% de participação na série “Anger Management”, mas que depois voltou atrás. Rossi, cujo nome verdadeiro é Scottine Ross, começou seu relacionamento com Sheen quando ele lhe ofereceu US$ 10 mil por uma noite de sexo, mas a prostituição teria evoluído para uma relação sentimental. Os dois ficaram noivos em fevereiro de 2014 e se separaram em outubro, um mês antes da data prevista para se casarem. O motivo da separação, segundo ela, foi o consumo de drogas e álcool, que deixava Sheen “violento e incontrolável”. Enquanto isso, Charlie Sheen está trabalhando em seu próximo filme, o drama “Nine Eleven”, que vai mostrar um grupo de pessoas presas em um elevador do World Trade Center, durante os ataques terroristas que destruíram as Torres Gêmeas.












