Katherine Heigl quer matar Rosario Dawson em trailer de suspense
A Warner divulgou o trailer de “Unforgettable”, um thriller ao estilo dos suspenses dos anos 1990, em que alguém próximo se torna uma ameaça. No caso, o perigo vem da personagem de Katherine Heigl (“A Verdade Nua e Crua”), uma mãe que sente ciúmes mortal de Rosario Dawson (série “Demolidor”), intérprete da nova mulher de seu ex-marido. Naturalmente, ela vira uma bitch psicótica. A prévia parece telefilme e tem direito até a briga histérica entre Heigl e Dawson. O elenco ainda inclui Geoff Stults (série “The Odd Couple”), Robert Wisdom (série “Ballers”), Simon Kassianides (série “Agents of SHIELD”) e a veterana Cheryl Ladd (uma das “Panteras” originais da TV). O filme marca a estreia na direção de Denise Di Novi, produtora dos filmes de Tim Burton dos anos 1980, e estreia em 21 de abril nos EUA. Já no Brasil, a previsão é apenas para 15 de junho.
Peter Quinn está vivo nas fotos e no novo trailer de Homeland
O canal pago americano Showtime divulgou as fotos dos personagens e um novo trailer da 6ª temporada de “Homeland”. A prévia mostra que a série vai novamente se reinventar, mostrando uma troca de lado de Carrie Mathison, a personagem de Claire Danes, que desta vez tentará ajudar um jovem muçulmano acusado de terrorismo em Nova York. A situação a deixará no fogo-cruzado de uma conspiração, durante o período que antecede a posse da nova presidente eleita dos EUA – vivida por Elizabeth Marvel, que já tinha tentado virar presidente na série “House of Cards”. Os episódios também trarão de volta Mandy Patinkin, F. Murray Abraham e Rupert Friend, que é ouvido na última cena perguntando o que aconteceu com ele. E esta é mesmo uma das dúvidas dos telespectadores, pois Peter Quinn, o personagem de Friend, pareceu ter morrido no final da temporada anterior. “Homeland” estreia sua 6ª temporada em 15 de janeiro nos EUA e já se encontra renovada até a 8ª temporada. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago FX.
A história de The Good Wife continua no primeiro trailer do spin-off The Good Fight
A plataforma de streaming americana CBS All Acces divulgou o pôster e o trailer de sua primeira série, “The Good Fight”, spin-off da série “The Good Wife”, centrado da personagem Diane Lockhart (Christine Baranski). A prévia faz questão de salientar que se trata de uma continuação, destacando rostos conhecidos, mas também novidades, entre elas a personagem de Rose Leslie (série “Game of Thrones”) em cenas de tribunal, de cama, beijo e lesbianismo. Além de Baranski e Leslie, o elenco inclui Cush Jumbo, que entrou no elenco da última temporada de “The Good Wife” como Lucca Quinn, e Sarah Steele, que interpretou a filha de Eli Gold na série original. Carrie Preston também vai reprisar seu papel como a advogada Elsbeth Tascioni em participação especial. Já as principais novidades são as entradas de Justin Bartha (franquia “Se Beber, Não Case”) e Delroy Lindo (série “Blood & Oil”) na franquia. A estreia está marcada para 19 de fevereiro e ainda não há definição sobre a exibição da série fora dos EUA.
Série Shooter é renovada para sua 2ª temporada
O canal pago americano USA Network renovou a série “Shooter”, inspirada no filme “O Atirador” (2007) para sua 2ª temporada. A série estreou em novembro e se tornou rapidamente uma das mais populares do canal, com 2,6 milhões de telespectadores ao vivo. É a terceira atração mais vista do USA, atrás de “Suits” e da recém-encerrada “Royal Pains”. Prevista para julho, “Shooter” chegou a sofrer dois adiamentos, por conta de atentados realizados por atiradores nos EUA, uma vez que a trama da produção gira em torno justamente de um sniper incriminado por um ato de terrorismo. A premissa é a mesma do filme estrelado por Mark Wahlberg em 2007. O atirador de elite Bob Lee Swagger é contratado como consultor de segurança de uma agência federal, apenas para ser implicado no assassinato do presidente dos EUA e se tornar caçado pelo FBI. Esse resumo também não difere muito do conceito básico de “Quantico”, que estreou no ano passado. Ou, em seus aspectos mais genéricos, de “O Fugitivo” nos anos 1960. Aliás, não faltam séries sobre pessoas perseguidas por crimes que não cometeram, enquanto tentam provar suas inocências. Ryan Phillippe (série “Secrets and Lies”) vive o personagem-título, o fuzileiro americano e exímio atirador que usa suas habilidades militares para evitar sua captura, enquanto inicia um plano para expor os verdadeiros traidores que o incriminaram. O elenco ainda inclui Cynthia Addai-Robinson (a Amanda Waller da série “Arrow”), Omar Epps (série “House”), Shantel VanSanten (a Patty Spivot da série “The Flash”) e Eddie McClintock (série “Warehouse 13”). A adaptação foi desenvolvida por John Hlavin (roteirista de “Anjos da Noite: O Despertar”) e é coproduzida pelo astro do filme, Mark Wahlberg, e o astro da série, Ryan Phillippe. A série, exibida no Brasil pela Netflix em episódios semanais, conta a história de Bob Lee Swagger (Phillippe), um atirador da elite naval que descobre um atentado contra o presidente dos Estados Unidos. Ao tentar impedir este assassinato, ele é traído e se torna o principal suspeito do crime. Enquanto é caçado, Swagger terá que encontrar uma forma de provar sua inocência. A 1ª temporada, de 12 episódios, deve se encerrar em 31 de janeiro. No Brasil, a série é disponibilizada semanalmente pela Netflix.
Sylvester Stallone apresenta teaser do primeiro reality show da Netflix
A Netflix divulgou o teaser de “Ultimate Beastmaster”, seu primeiro reality show. A prévia é apresentada por Sylvester Stallone (“Os Mercenários”), mostrando apenas uma pequena cena dos obstáculos físicos que serão enfrentados pelos competidores. Produzida por Dave Broome (criador de “The Biggest Loser”) e Stallone, “Ultimate Beastmaster” será um programa de competição internacional, exibido simultaneamente com seis versões diferentes. Anderson Silva (que já foi ator em “Até que a Sorte nos Separe 2”) e o comediante Rafinha Bastos (do vindouro “Internet, o Filme”) apresentarão a versão brasileira, enquanto o ator Terry Crews (também de “Os Mercenários”) e a repórter esportiva Charissa Thompson serão âncoras da versão americana. Os outros países que terão versões locais do programa são Coreia do Sul, México, Alemanha e Japão. O programa será composto por 10 episódios, que reunirá um total de 108 competidores, sendo 18 de cada um dos seis país. Cada episódio terá 12 participantes, dois por nação, que definirão um campeão. O último capítulo será a disputa final, que juntará os campeões de cada episódio anterior. Os episódios da atração serão disponibilizados no canal por streaming no dia 24 de fevereiro.
Vídeo revela que Paulo Gustavo odiou filmar Minha Mãe É uma Peça 2 – O Filme
Que a crítica não está exatamente morrendo de vontade de ver “Minha Mãe É uma Peça 2 – O Filme”, não é segredo para ninguém. Mas parece que até Paulo Gustavo detestou fazer o “O Filme 2”. Ao menos, é o que consta como aparente “piada” de um vídeo de bastidores divulgado pela Downtown Filmes. No material, o ator aparece montado como Dona Hermínia, reclamando de como é chato, ruim, terrível filmar. Chega a chorar, porque deve ser mesmo insuportável trabalhar como estrela de cinema, num país com tantos desempregados. Enfim, “Minha Mãe É uma Peça 2 – O Filme” não é um drama de sensibilidade social. É só mais um “O Filme” besteirol. O trailer, que foi divulgado em outubro, não tem a menor graça. Mas bateu recorde de visualizações, antecipando previsões de muito sucesso para o filme. O próprio Paulo Gustavo é um dos roteiristas, ao lado de Rafael Dragaud e Fil Braz, que escreveram o primeiro “O Filme” – e que foi a maior bilheteria nacional de 2013. Já a direção é de César Rodrigues, que comandou o ator em “Vai que Cola”, o “O Filme” de 2015.
Riverdale: Série live action da Turma do Archie ganha trailer em clima de suspense criminal
Após um curto teaser, a rede americana CW divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Riverdale”, série anunciada em fevereiro, que mostrará os personagens dos quadrinhos da “Turma do Archie” em carne e osso. A prévia confirma comentários de bastidores sobre a natureza da produção, que não é leve e engraçadinha como a famosa série animada dos anos 1960. Ao contrário, a adaptação chegou a ser recusada em outra emissora por ser bem diferente do que se espera, pendendo para o suspense criminal e uma abordagem sombria. Quinta adaptação de quadrinhos produzida por Greg Berlanti (de “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”), a série vai se passar nos dias atuais, explorando o clima surrealista da vida na cidade pequena que lhe dá nome, com direito à toda escuridão e estranheza que borbulha sob a fachada saudável de um típico subúrbio americano. O tema sombrio se deve aos roteiros de Roberto Aguirre-Sacasa (roteirista das séries “Glee”, “Supergirl” e do remake de “Carrie, a Estranha”), que é o criador da atração e também diretor criativo da Archie Comics. Ele tem realizado uma verdadeira revolução na editora, graças à introdução de temas de terror e tramas adultas, que serão refletidas na série. O título se refere à cidade fictícia de Riverdale e à escola frequentada por Archie, Betty, Veronica, Reggie, Moleza e demais personagens da “Turma do Archie”, a Riverdale High School. Uma cultuada banda punk americana também adotou o nome de The Riverdales em homenagem ao universo juvenil dos gibis. Criados por Vic Bloom e Bob Montana, os quadrinhos originais são publicados desde 1941 nos EUA, acompanhando o cotidiano do estudante Archie Andrews e seus amigos do colegial. Eles se tornaram conhecidos no Brasil pela série animada dos anos 1960 “A Turma do Archie”, que também fez sucesso no rádio, quando a música “Sugar, Sugar”, tocada pela banda The Archies, supostamente formada pelos personagens, saiu da animação para se tornar um fenômeno pop internacional. A produção ainda ganhou um spin-off que se tornou ainda mais popular que a turma original: a feiticeira adolescente “Sabrina”. E o universo dos personagens nos quadrinhos ainda incluem “Josie e as Gatinhas”, mais conhecidas por seu desenho animado dos anos 1970. O elenco jovem que dará vida aos personagens clássicos inclui o neozelandês K.J. Apa (série “Shortland Street”) como Archie, Cole Sprouse (série “Zack & Cody: Gêmeos em Ação”) como Moleza, Ross Butler (série “Agente KC”) como Reggie, Lili Reinhart (“Os Reis do Verão”) como Betty e a estreante Camila Mendes, filha de brasileiros, como Veronica. Josie e as Gatinhas também estarão na trama, interpretadas por três atrizes negras, numa alteração racial da banda animada, que tinha apenas uma integrante negra. Ashleigh Murray (série “Younger”) será a ex-ruiva Josie, Asha Bromfield (série “Slasher”) será a ex-loira burra Melody (lá se vão dezenas de piadas) e a estreante Irie Hayleau viverá Valery, que foi originalmente a primeira protagonista negra de uma animação televisiva americana. Além destes, a produção também terá Luke Perry (série “Barrados no Baile”) como o pai de Archie e Mädchen Amick (série “Twin Peaks”) como a mãe de Betty. E muitos outros. São, ao todo, 26 personagens confirmados. A expectativa é grande e a estreia está marcada para 26 de janeiro nos EUA.
Continuação de Blade Runner ganha primeiro trailer legendado
A Sony divulgou o primeiro trailer legendado da aguardada continuação de “Blade Runner” (1982). Climática, a prévia mostra o encontro de Ryan Gosling (“La La Land”), o novo caçador de andróides, com Harrison Ford, o Blade Runner original. Nota-se também uma preocupação em recriar a iconografia, figurino, fotografia, trilha e sons do longa de 1982. A frase de abertura também é uma citação clássica de Rick Deckard, personagem de Ford: “Replicantes são como qualquer outra máquina. São um benefício ou um perigo. Se são um benefício, não é problema meu”. Além de servir de prévia, o vídeo também confirma o título oficial da produção, que vai se chamar “Blade Runner 2049”, em alusão ao ano em que se passa a trama. O elenco ainda inclui Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), Robin Wright (série “House of Cards”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”), a cubana Ana de Armas (“Bata Antes de Entrar”), a holandesa Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”) e a suíça Carla Juri (“Zonas Úmidas”). Até o momento, pouco (ou quase nada) se sabe sobre o enredo da história, que foi escrita por Hampton Fancher (do primeiro “Blade Runner”) e Michael Green (“Lanterna Verde”) e se passa décadas após o enredo do longa dirigido por Ridley Scott em 1982 – a primeira adaptação de um conto do celebrado escritor Philip K. Dick. Diretor do longa original, Ridley Scott continua a bordo como produtor. A direção está a cargo de Denis Villeneuve (“A Chegada”) e a estreia foi marcada para 5 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Zsa Zsa Gabor (1917 – 2016)
Morreu a atriz Zsa Zsa Gabor, uma das primeiras estrelas a se tornar mais conhecida como celebridade do que por seus papéis. Ela faleceu no domingo (18/12) em sua casa em Los Angeles, aos 99 anos, de uma parada cardíaca, após quase uma década de luta contra diversas doenças. Gabor tinha piorado muito nos últimos dias e seu marido – o nono – convidou seus parentes para que comemorassem com ela seu centenário antecipadamente. A atriz sofreu um infarto e foi levada ao hospital onde os médicos não puderam fazer nada para salvar sua vida. Ela estava com um delicado estado de saúde desde que sofreu um acidente de trânsito em 2002, situação agravada por uma embolia e um derrame em 2005, além de uma fratura de quadril em 2011. A atriz, que ia completar 100 anos em fevereiro, nasceu em 1917 na Hungria e chegou a Hollywood seguindo os passos de sua irmã Eva. Ela começou a carreira com 35 anos, o que não era comum na indústria cinematográfica dos anos 1950. Mas depois de figurar em “O Amor Nasceu em Paris” (1952) conseguiu coadjuvar em mais dois musicais, “Moulin Rouge” (1952), de John Huston, no qual interpretou uma modelo do pintor Toulouse Lautrec, e “Lili” (1953), de Charles Walters. O sucesso destes filmes a levou ironicamente de volta à Europa, rendendo convites para estrelar filmes franceses num grande upgrade em sua carreira: como protagonista. Ela virou a cabeça de um bandido em “O Inimigo Público Nº 1” (1953) e de um toureador em “Luz e Sangue” (1954). Mas o nome nos cartazes franceses não saciaram seu desejo por fama e Zsa Zsa preferiu voltar a coadjuvar em Hollywood, aparecendo em “O Rei do Circo” (1954), ao lado de Jerry Lewis e Dean Martin, e “Destruí Minha Própria Vida”(1956), um drama noir em que disputou com Yvonne de Carlo (a futura Lili Monstro da série “Os Monstros”) quem era a mulher mais fatal. Por esta época, Zsa Zsa começou a aparecer em programas de variedade na TV, arrancando risos do público com seu sotaque, personalidade e carisma marcantes. Daí para fazer rir em sitcoms foi um pulo. Ela foi convidada a participar de um episódio de “The Red Skelton Show” para representar uma “estrela de cinema” e, um ano depois, contratada para interpretar, pela primeira vez, a si mesma num programa de ficção. Não só isso, o título do episódio da série de comédia “The Bob Cummings Show” tinha seu nome: “Vovô encontra Zsa Zsa Gabor”. A exposição fez bem para sua carreira, rendendo-lhe o papel de dona de um clube de strip-tease no clássico “A Marca da Maldade” (1958), de Orson Welles, mas principalmente transformando-a em chamariz de bilheterias de filmes de baixo orçamento. Ela virou a rainha dos filmes B, estrelando produções sensacionalistas como “A Prisioneira do Kremlin” (1957) e principalmente “Rebelião dos Planetas” (1958). Este filme ruim se tornou cultuadíssimo pela trama fetichista, que acompanhava o pouso da primeira espaçonave americana em Vênus, um planeta habitado apenas por mulheres belíssimas e governado por uma rainha despótica (Zsa Zsa). Ela voltou a viver Zsa Zsa Gabor em “Pepe” (1960), comédia estrelada por Cantinflas, e basicamente seguiu sendo um clichê de si mesma, aparecendo também como Zsa Zsa, a “rainha de Vênus”, em “Dois Errados no Espaço” (1962), e Zsa Zsa, a celebridade que sua diamantes, no filme de assalto “Valete de Ouros” (1967). Nos anos 1960, ainda participou de diversas séries de impacto popular, como “Mister Ed”, “A Ilha dos Birutas”, “Bonanza” e até “Batman”, na qual viveu a vilã Minerva. “Famosa por ser famosa”, como chegou a se definir, fazia de tudo para aparecer, investindo na excentricidade. Sua origem estrangeira ajudou a popularizar seu bordão: “querido” com um forte sotaque – porque, como ela dizia, “não lembrava do nome de ninguém”. Mas a personagem Zsa Zsa tinha frases inteiras prontas para o close-up. Sempre com colar de diamantes, ela fazia questão de avisar para quem elogiasse: “Querido, estes são só meus diamantes de trabalho”. Ou: “Nunca odiei um homem o suficiente como para devolver-lhe suas joias”. Suas frases espirituosas eram mais engraçadas e sua vida privada mais cheia de ação que seus filmes e isso a ajudou a permanecer na mídia. Não por acaso, seus romances também tiveram mais astros que suas produções, envolvendo de Frank Sinatra a Howard Hughes. Ela jamais escondeu sua preferência por ricos e famosos. Foram nove maridos ao todo, entre eles Conrad Hilton, dono dos hotéis Hilton, com quem teve sua única filha, Francesca. Hilton nunca acreditou que a menina fosse sua e a deixou fora de sua herança. Graças à voracidade sexual e a ostentação que os tabloides transformaram em lenda, a atriz acabou quebrando barreiras em Hollywood ao continuar vivendo personagens glamourosas com 60 anos de idade – como na comédia “O Que Toda Mulher Tem” (1978). Zsa Zsa transcendeu a idade e qualquer papel para se dedicar a viver Zsa Zsa Gabor em tempo integral a partir dos anos 1980. Interpretou variações dela mesma em séries tão diferentes quanto “O Barco do Amor”, “Knots Landing”, “Pee Wee’s Playhouse”, “Um Maluco no Pedaço” e “Cybill”, além de aparecer em filmes de sucesso como “A Hora do Pesadelo 3: Os Guerreiros dos Sonhos” (1987), “Corra Que a Polícia Vem Aí 2 1/2” (1991), “A Família Buscapé” (1993) e “A Volta da Família Sol Lá Si Dó” (1996), seu último trabalho, aos 79 anos. Sua vida pessoal continuou rendendo notícias por anos, principalmente por conta de seu último casamento em 1986, com Frederick von Anhalt, 30 anos mais novo, que se apresentava como príncipe alemão, mas que tinha uma ficha corrida de pelo menos 15 problemas judiciais. Ainda assim, ficaram juntos até a morte dela. A atriz manteve o mesmo temperamento e atitude inabalável até o fim. Mas os tempos mudaram enquanto ela permaneceu Zsa Zsa. E, infelizmente, isso acabou levando-a para a cadeia. Detida por dirigir embriagada em alta velocidade, ela esbofeteou o policial que teve a audácia de pará-la em 1989. Afinal, ela era uma estrela, como sua carteira de motorista vencida poderia facilmente comprovar. Ou o simples fato de estar dirigindo um Rolls-Royce – com um porta-bebidas cheio de whisky. Passou três dias presa e prestou 120 horas de trabalho comunitário. Mas adorou a atenção da mídia durante todo o período e pôde até estrelar um novo filme – um documentário sobre o incidente. Em 1992, publicou suas memórias, “Uma Vida Não É Suficiente”, com revelações sobre seus maridos e amantes. Sobre sua preferência por maridos bem-sucedidos, afirmou: “Eu quero um homem que seja bondoso e compreensivo. É demais pedir um milionário?”. Outra: “Um homem apaixonado está incompleto até que esteja casado. Então, está acabado”. No livro, ela também se definiu como uma ótima dona de casa. “Toda vez que me divorcio, eu fico com a casa”.
Rogue One arrasa as bilheterias dos EUA com estreia de US$ 155 milhões
“Rogue One: Uma História Star Wars” arrebentou as bilheterias dos EUA com a segunda maior estreia de dezembro em todos os tempos. Seus arrasadores US$ 155 milhões só foram menores que a arrecadação recorde de “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 249 milhões), lançado no ano passado. O fenômeno é mundial, com estimados US$ 290 milhões de faturamento ao redor do mundo. O que só comprova o acerto da estratégia da Disney em multiplicar uma única saga da LucasFilm em diversos filmes derivados. Mesmo assim, a posta era alta, a ponto de a produção ter sofrido uma intervenção do estúdio, ganhando um novo final – várias cenas dos trailers simplesmente não aparecem no filme. Afinal, o futuro da franquia estava em jogo. “Rogue One” é o primeiro de uma série de spin-offs que explorarão o passado da saga espacial – um filme sobre a juventude de Han Solo já está em produção para 2018. Entretanto, também é a história mais sombria já realizada no universo “Star Wars” e não deixa espaço para uma “nova” continuação. Isto porque a continuação já foi feita e se chama “Guerra nas Estrelas” (1977) – rebatizado de “Star Wars: Uma Nova Esperança” após o crescimento desmedido da franquia. Resta aos fãs a “esperança” de rever Jyn Erso, a heroína vivida por Felicity Jones, em algum flashback, já que ela está contratada para aparecer em mais um “Star Wars”. O sucesso de “Rogue One” foi contrastado pelo fracasso do outro único lançamento amplo da semana. O drama fantasioso “Beleza Oculta” fez apenas US$ 7 milhões, marcando a pior estreia da carreira do astro Will Smith. Vale lembrar que ele foi considerado recentemente o segundo astro mais superestimado de Hollywood, atrás de Johnny Depp. Não bastasse o péssimo desempenho de público, o filme foi destruído pela crítica, com apenas 14% de aprovação no Rotten Tomatoes. Uma bomba completa, que está marcada para detonar no Brasil em 26 de janeiro. Mas “Rogue One” não devastou tudo. “La La Land – Cantando Estações” também mostrou desempenho impressionante, ao subir para 7º lugar antes da ampliação completa de seu circuito. O musical, que venceu o Critics Choice Awards, o Festival de Toronto e concorre a sete prêmios no Globo de Ouro, está em cartaz em apenas 200 salas! “La La Land” tem 94% de aprovação no Rotten Tomatoes e estreia em 19 de janeiro no Brasil. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Rogue One – Uma História Star Wars Fim de semana: US$ 155 milhões Total EUA: US$ 155 milhões Total Mundo: US$ 290,5 milhões 2. Moana – Um Mar de Aventuras Fim de semana: US$ 11,6 milhões Total EUA: US$ 161,8 milhões Total Mundo: US$ 280,2 milhões 3. A Última Ressaca do Ano Fim de semana: US$ 8,5 milhões Total EUA: US$ 31,5 milhões Total Mundo: US$ 51,3 milhão 4. Beleza Oculta Fim de semana: US$ 7 milhões Total EUA: US$ 7 milhões Total Mundo: US$ 11,6 milhões 5.
Série clássica The Honeymooners deve ganhar remake
De olho no sucesso das produções de apelo nostálgico, a rede CBS está planejando o remake da série “The Honeymooners”, grande sucesso da década de 1950. Criada e estrelada pelo genial Jackie Gleason, a série de 1955 acompanhava dois melhores amigos da classe trabalhadora, um motorista de ônibus e um limpador de fossas, que tentavam encontrar uma forma de ganhar dinheiro enquanto testavam a paciência de suas esposas. A série só teve oficialmente uma temporada de 39 episódios, mas acabou retomada com outro nome, “The Jackie Gleason Show”, que durou até os anos 1970. Sua trama clássica inspirou até a premissa de “Os Flintstones” (1960). Segundo o site The Hollywood Reporter, a versão modernizada deve girar em torno de dois casais, vizinhos e melhores amigos, assim como na original. Mas a amizade adquire uma nova dinâmica quando um dos casais casa-se outra vez e um novo cônjuge é introduzidos na amizade. O remake está sendo desenvolvido por Bob Kushell, responsável por outro recente reboot, “Os Muppets”, que por sinal fracassou. Seu roteiro precisará ser aprovado para ser transformado em piloto, segunda etapa na busca por agradar aos executivos da TV e virar série.
Suspense dos anos 1990, Mulher Solteira Procura pode virar série
O suspense “Mulher Solteira Procura”, grande sucesso dos anos 1990, deve virar série. A rede americana NBC autorizou a produção de um roteiro de série baseado no filme de 1992. Segundo o site The Hollywood Reporter, a versão televisiva será uma versão moderna da história roteirizada por Don Roos e dirigida por Barbet Schroeder – por sua vez, baseada no romance de John Lutz. No filme, Bridget Fonda procura outra mulher para dividir as despesas de seu apartamento, após romper com o noivo. Jennifer Jason Leigh parece a escolha perfeita, mas logo ela se mostra obcecada pela nova amiga, vestindo as mesmas roupas e até cortando o cabelo do mesmo jeito. Até se revelar completamente desequilibrada. Como isso pode se estender por uma série? Ainda não se sabe, mas a produção será financiada pela Sony, estúdio do filme, que pretende realizar algumas mudanças. Por enquanto, só o que se sabe é que a trama trocará Nova York por São Francisco. Por sinal, o longa original teve uma continuação pouco vista – porque é péssima – , que foi lançada direto em DVD em 2005. Para virar série, o roteiro tem que agradar para ter encomenda de piloto, e ainda o piloto ser aprovado.
Jonah Hill e Rooney Mara se juntam a Joaquin Phoenix em cinebiografia de cartunista
a cinebiografia do cartunista John Callahan, baseada no livro autobiográfico Don’t Worry, He Won’t Get Far on Foot. Os atores Jonah Hill (“Anjos da Lei”) e Rooney Mara (“Carol”) foram anunciados na adaptação de “Don’t Worry, He Won’t Get Far on Foot”, cinebiografia do cartunista John Callahan. Eles vão se juntar a Joaquin Phoenix (“O Mestre”) que fará o papel principal. Nascido em Portland, Callahan teve infância difícil, marcada por abusos sexuais e vícios, e virou cartunista após ficar quadriplégico por conta de um acidente de carro sofrido aos 21 anos. De estilo inconfundível, seus quadrinhos cheios de humor negro – e por vezes controversos – o tornaram famoso. Desde a publicação do livro, em 1989, Hollywood tenta filmar a história e durante muitos anos Robin Williams esteve cotado para interpretar Callahan. Com o projeto, Joaquin Phoenix voltará a ser dirigido pelo cineasta Gus Van Sant (“Milk”). Os dois trabalharam juntos em “Um Sonho sem Limites” (1995), segundo filme do ator, então com 21 anos. Marcante para o jovem, a produção foi o primeiro trabalho em que ele foi creditado como Joaquin Phoenix, já que até então era chamado de Leaf Phoenix. O longa também será o terceiro filme de Phoenix com Rooney Mara. Os dois trabalharam juntos em “Ela” (2013) e acabam de filmar a cinebiografia de “Maria Madalena”, em que a atriz tem o papel principal.












