Filme Eu, Daniel Blake inspira gritos de “Fora Temer” no Brasil
Em cartaz desde o dia 5 de janeiro, o filme “Eu, Daniel Blake”, do inglês Ken Loach, tem inspirado manifestações políticas no Brasil. A produção, que mostra a crise do sistema de previdência, a burocracia estatal e as consequências da falta de emprego para a população na Inglaterra, costuma terminar com gritos de “Fora Temer” aos finais das sessões. O costume foi inaugurado durante o Festival do Rio, em outubro, quando o filme foi exibido pela primeira vez no país, rendendo um forte “Fora Temer” em meio a aplausos entusiasmados pela obra de Loach, diretor conhecido por abordar temas sociais e políticos de esquerda. Segundo o jornal O Globo apurou, a justificativa para as manifestações brasileiras seria o projeto de reforma de presidência enviada pelo governo ao Congresso. Do outro lado do espectro político, as únicas manifestações contra o partido da ex-presidente Dilma tem sido na denúncia do próprio filme como sendo “petista”. Não houve, no entanto, manifestações que fizessem a ligação entre a denúncia do filme à situação de devastação total dos fundos de previdência estatais, pilhados pela corrupção dos últimos 14 anos – do poderoso Petros, da Petrobrás, ao Postalis, dos Correios. Nem à crise de desemprego desencadeada pela política econômica do governo Dilma. Além de evocar catarse do público e elogios da crítica, “Eu, Daniel Blake” também venceu o Festival de Cannes do ano passado. Mas sua Palma de Ouro é considerada controvertida até entre os cinéfilos mais à esquerda. Há quem lamente que “Elle” e “Toni Erdmann” tenham sido menosprezados pelo festival francês, culpando a decisão numa suposta inclinação política do juri. Fora de Cannes, ocorreu o inverso, com “Eu, Daniel Blake” passando quase em branco na temporada de premiações do final do ano, diante da consagração de “Elle” e “Toni Erdmann”. Abaixo, alguns exemplos de tuítes relatando as manifestações nas sessões de “Eu, Daniel Blake”. Ontem vi "Eu, Daniel Blake" no belas… Acabou o filme povo gritando "Fora Temer" e aplaudindo… O_o — zedmartins (@zedmartins) 13 de janeiro de 2017 hoje fui com moze assistir Eu, Daniel Blake e rolou logo um FORA TEMER mto massa na sala no fim da sessão — priscila (@prisc666) 17 de janeiro de 2017 Ontem a seção de Eu, Daniel Blake em que eu estava virou um grande manifesto Fora Temer. — Cecilia Oliveira (@Filosolinda) 8 de janeiro de 2017
Vídeo revela o dia em que Dory encontrou a menina de Divertida Mente e todas as conexões dos desenhos da Pixar
Fãs das animações da Pixar já repararam na existência de várias pistas (os chamados “easters eggs”) espalhadas entre seus desenhos, que aludem às outras produções do estúdio. Pois o que parecia uma brincadeira é um verdadeiro “universo compartilhado”, indica um vídeo impressionante, divulgado pela companhia, que revela a existência de muito mais conexões entre cada animação da Pixar do que se imaginava. Por exemplo, você já tinha reparado que a peixinha Dory (de “Procurando Dory”) e a menina Riley (de “Divertida Mente”) já se encontraram? As ligações vão muito além desse detalhe e incluem até o pouco apreciado “Vida de Inseto” (1998). Confira abaixo.
Vídeo detalha aspecto de superprodução dos bastidores de Desventuras em Série
A Netflix divulgou um vídeo de bastidores de “Desventuras em Série”, que revela a grandiosidade da produção. Já disponível no serviço de streaming, a série baseada na coleção literária homônima de Daniel Handler, mais conhecido pelo pseudônimo Lemony Snicket, impressiona pela direção de arte, pelos cenários imponentes, pela fotografia, por detalhes, enfim, que lhe dão a aparência de uma superprodução cinematográfica. No vídeo, o cineasta Barry Sonnenfeld, que produz a atração e dirigiu quatro episódios, fala sobre a equipe premiada com quem trabalhou para tirar a série do papel. Entre eles Bo Welch, cenografista indicado quatro vezes ao Oscar, com quem Sonnenfeld trabalhou na franquia “Homens de Preto”, mas a produção também inclui Bill Terezakis, maquiador nomeado ao Oscar por “Planeta dos Macacos: O Confronto” (2014), o figurinista Angus Strathie, que venceu o Oscar por “Moulin Rouge” (2001), o compositor James Newton Howard (“Jogos Vorazes”), que tem oito indicações ao Oscar de Melhor Trilha Sonora, os diretores de arte Don Macaulay (“Elysium”) e Sandy Walker (“Star Trek: Sem Fronteiras”), etc. Sem esquecer o próprio Sonnenfeld, que fez seus melhores trabalhos no gênero das fábulas mórbidas, à frente dos dois filmes de “A Família Addams” nos anos 1990 e como diretor-produtor da série “Pushing Daisies” (2007-2008), que tinha o mesmo espírito da nova atração. A adaptação ficou a cargo do roteirista Mark Hudis (série “True Blood”), que leva ao streaming as histórias dos livros de Handler/Snicket, publicados entre 1999 e 2006, mostrando como os irmãos órfãos Violet, Klaus e Sunny Baudelaire enfrentam provações, tribulações, infortúnios e um tio maldoso que quer se apoderar de sua fortuna. Tudo isso enquanto buscam descobrir o segredo da morte de seus pais. A franquia já vendeu mais de 65 milhões de exemplares e foi traduzida para 43 línguas, além de ter sido transformada no filme “Desventuras em Série”, de 2004, que tinha Jim Carrey (“Kick-Ass 2”) no papel do vilão Olaf, Emily Browning (“Sucker Punch”) como Violet e Jude Law como a voz de Lemony Snicket. Na nova versão, além de Neil Patrick Harris (série “How I Met Your Mother”) como o Conde Olaf, o elenco traz as crianças Malina Weissman (a jovem Kara nos flashbacks da série “Supergirl”) e o estreante Louis Hynes como Violet e Klaus Baudelaire, e Patrick Warburton (série “Rules of Engagement”) no papel de Lemony Snicket, narrando as tragédias. A série está disponível na Netflix desde sexta (13/1).
Começam os rumores de que Mulher Maravilha é outro desastre da Warner
Começou. Sempre que a Warner se prepara para lançar um novo filme de super-herói, uma fonte anônima, supostamente funcionária do estúdio, resolve adiantar para os sites geeks que a produção é uma porcaria. Não se pode acusar o garganta profunda misterioso de passar informações enganosas, vide “Batman vs Superman” e “Esquadrão Suicida”. Mas será que, como diz o ditado, três não é demais? O fato é que Sasha Perl-Raver, uma das apresentadoras do podcast do site Schmoes Know, disse que o mesmo insider que afirmou que “Batman vs Superman” era uma porcaria garante que “Mulher-Maravilha” tem os mesmos problemas. “Então, eu não quero matar esperanças, mas recebemos uma informação privilegiada que já partiu meu coração, porque eu tinha certeza de que ‘Mulher Maravilha’ ia ser incrível… e ouvi que é uma porcaria. A pessoa com quem falei, disse: ‘Estou muito decepcionado com o que eu vi, e parece que todos os problemas são os mesmos, é descompassado, não tem fluidez narrativa, e tudo é muito desconjuntado.” Não é a primeira vez que uma fonte anônima da própria Warner ataca o filme. No ano passado, uma suposta ex-funcionária publicou uma carta aberta detonando o estúdio por cometer sempre os mesmos erros sem nunca aprender nenhuma lição. Na ocasião, a fonte afirmava que “Mulher-Maravilha” era “outro desastre”: “As pessoas dentro da produção já estão dizendo que as coisas estão horríveis”. Para tirar a teima, só mesmo em junho, quando o filme chegar nos cinemas.
Série dos X-Men terá robôs Sentinelas caçando mutantes
Após a Fox confirmar que está desenvolvendo o projeto de uma nova série baseada nos filmes dos X-Men, a produtora Lauren Shuler Donner, uma dos produtoras do universo mutante da Marvel no cinema e na TV, revelou que a trama vai incluir os robôs exterminadores do futuro conhecidos como Sentinelas. A novidade foi adiantada durante uma entrevista ao site IGN. Na ocasião, ela afirmou que os Sentinelas fariam parte da série, mas de uma forma muito diferente da vista no filme “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014). Ela não deu maiores detalhes. A revelação tinha o objetivo de diferenciar o novo projeto, que está sendo desenvolvido por Matt Nix (série “Burn Notice”), da série “Legion”, criada por Noah Hawley (“Fargo”). Segundo a produtora, “Legion” habitará um mundo próprio, enquanto a atração que ainda não tem título será mais conectada aos filmes. “A série de Matt é muito mais parte do universo dos filmes e terá até Sentinelas. Entretanto, eles serão bem diferentes do que já vimos. Você sente que está no mundo dos X-Men”, explicou a produtora. De acordo com Donner, a decisão de separar ‘Legion’ do resto vem da complicada cronologia dos ‘X-Men’ no cinema. “Nós brincamos com tantas linhas do tempo diferentes, fizemos reboot sem fazer reboot e tudo isso, que achamos melhor só colocar essa série no ar e esperar que os fãs aceitem.” Enquanto “Legion” gira em torno de um personagem que nos quadrinhos é filho do Professor X, a produção sem título vai acompanhar uma família que descobre que seus filhos têm o gene mutante. Forçada a fugir de um governo hostil e de Sentinelas, os protagonistas se unirão a um grupo clandestino de mutantes, que precisará lutar para sobreviver. Curiosamente, essa sinopse remete à linha alternativa do futuro dos X-Men, revelada pela primeira vez justamente nos quadrinhos que inspiraram “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”. A produtora não explicou se a trama vai se passar no presente ou no futuro. Enquanto a nova série ainda não tem previsão de estreia, “Legion” já vai chegar à TV: no dia 8 de fevereiro nos EUA e um dia depois no Brasil, no canal pago FX.
Personagens da Black Sails ilustram 57 retratos da última temporada
O canal pago americano Starz divulgou 57 retratos dos personagens centrais da 4ª e última temporada da série de piratas “Black Sails”. As fotos trazem cada personagem em um ambiente diferente, referenciando seu espaço na trama. Uma das melhores e mais subestimadas atrações da TV americana, a série é produzida pelo cineasta Michael Bay (franquia “Transformers”) e inspirada no clássico “A Ilha do Tesouro”, romance de Robert Louis Stevenson publicado no final do século 19, além de relatos verídicos da história dos piratas do Caribe. Criação de Jon Steinberg e Robert Levine (ambos roteiristas das séries “Jericho” e “Human Target”), a série se passa antes dos eventos do livro de Stevenson e acompanha a tripulação do Capitão Flint (Toby Stephens, de “007 – Um Novo Dia Para Morrer”), o pirata mais temido da história, em confronto contra as forças coloniais britânicas. A trama também mostra como John Silver (Luke Arnold) virou o mais famoso pirata de perna de pau da literatura. E ainda inclui o célebre pirata Barba Negra (Ray Stevenson). Filmada em locações na África do Sul, a 4ª temporada vai estrear em 29 de janeiro nos EUA. No Brasil, a série é exibida pelo Fox Action e também pela Netflix. Aproveite e confira aqui o trailer épico dos episódios finais.
The Flash ganha fotos e trailer tenso para o retorno da 3ª temporada
A rede americana CW divulgou 15 fotos e um novo trailer da volta de “The Flash”. Bastante tensa, a prévia mostra que, depois de mudar o passado, Barry Allen (Grant Gustin) vai tentar mudar o futuro. Isto porque, ao viajar acidentalmente no tempo, ele viu o vilão Savitar matar sua namorada, Iris West (Candice Patton). Determinado a mudar esse destino, ele contará com a ajuda da equipe do Star Labs e de Kid Flash (Keiynan Lonsdale). Mas Iris não é a única com problemas em seu futuro. Caitlin Snow (Danielle Panabaker) também trava uma luta intensa para não virar a vilã Nevasca. A propósito, o personagem com tapa-olho visto no trailer e numa foto é o novo vilão Saqueador, interpretado por Stephen Huszar (“30 Dias de Noite 2: Dias Sombrios”). Nos quadrinhos, ele vem de outra Terra e é uma versão distorcida de um detetive policial, chamado Jared Morillo. Atualmente em hiato de fim de ano, a série retomará sua 3ª temporada nos EUA na próxima quarta (24/1), com o episódio intitulado “Borrowing Problems from the Future”. No Brasil, “The Flash” é exibida pelo canal pago Warner.
Margot Robbie surge irreconhecível no set de seu novo filme
A atriz Margot Robbie (“Esquadrão Suicida”) foi flagrada no set de “I, Tonya”, cinebiografia da patinadora olímpica Tonya Harding. E a primeira foto em que ela aparece caracterizada surpreende por sua transformação física, que inclui peruca e maquiagem prostética para ficar parecida com a esportista. Veja abaixo a comparação entre as duas. Ela realmente nem parece a mesma atriz que viveu a Arlequina há alguns meses. Ainda bem, pois Tonya é outra vilã completamente diferente. Apesar de ter disputado os Jogos Olímpicos e conquistado a Medalha de Prata no Campeonato Mundial de Patinação de 1991, Harding ficou mais conhecida após se envolver num ataque, planejado por seu marido, contra a rival Nancy Kerrigan, durante o treinamento para o Campeonato dos Estados Unidos de 1994, em Detroit. Visando tirar uma competidora do campinho para ficar com uma vaga olímpica, Harding conseguiu o oposto: foi banida do esporte por toda a vida. Seu destino podia ter sido muito pior e ela aproveitou seu status de infame para fazer dinheiro vendendo uma sex tape de sua noite de núpcias e participando de lutas de boxe. O roteiro de “I, Tonya” foi escrito por Steven Rogers (“O Natal dos Coopers”) e a direção está a cargo de Craig Gillespie (“Horas Decisivas”). O elenco também inclui Sebastian Stan (“Capitão América: Guerra Civil”) e Allison Janney (série “Mom”), e a estreia está prevista apenas para 2018.
Vídeo revela quase toda a participação de Neymar em xXx: Reativado
A Paramount divulgou a cena legendada da participação de Neymar em “xXx: Reativado”. Se bem que Neymar dispensa legendas. Ele tem duas falas e em português. “Eu não sou herói, sou um jogador de futebol”, diz o atleta do Barcelona e da seleção brasileira, que surge logo nos primeiros minutos do filme de ação, interpretando a si mesmo. A cena divulgada concentra a maior parte de sua curta participação. Com spoiler, eis o que acontece. Após recusar o recrutamento de Samuel L. Jackson (“Os Oito Odiados”), ele tem tempo de demonstrar sua destreza, ao nocautear um bandido, chutando num porta-guardanapo contra a sua cabeça. Mas antes que possa mudar de ideia, um satélite cai do céu, fazendo com que Neymar exploda, no mau sentido, antes que possa virar um astro de ação. Se bem que Rodrigo Santoro entrou calado em “As Panteras: Detonando” (2003) e hoje é o coadjuvante brasileiro mais famoso de Hollywood. “xXx: Reativado” traz de volta Vin Diesel ao papel do esportista radical Xander Cage, que ele viveu em “Triplo X” (2002), além de um elenco internacional formado pela búlgara Nina Dobrev (série “The Vampire Diaries”), as australianas Ruby Rose (série “Orange Is the New Black”) e Toni Collette (“Uma Longa Queda”), o chinês Donnie Yen (“O Grande Mestre”), o tailandês Tony Jaa (“Velozes & Furiosos 7”), a indiana Deepika Padukone (“Piku”), o lutador inglês de MMA Michael Bisping (“Anomalia: Corrida Contra a Vida”), o escocês Rory McCann (série “Game of Thrones”), o cantor chinês Kris Wu (“Mermaid”), a colombiana Ariadna Gutiérrez-Arévalo (atual Miss Colômbia), o rapper americano Ice Cube (retomando seu personagem de “xXx 2 – Estado de Emergência”) e o astro de reggaeton Nicky Jam, que como Neymar fará sua estreia no cinema. O filme tem direção de D.J. Caruso (“O Quarto dos Esquecidos”), roteiro de Chad St. John (“Invasão à Londres”) e F. Scott Frazier (“Códigos de Defesa”), e estreia na quinta (19/1) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Documentário de José Moreira Salles é selecionado para o Festival de Berlim
Mais um filme brasileiro foi selecionado para o Festival de Berlim. O documentário “No Intenso Agora”, escrito e dirigido por João Moreira Salles, foi incluído na mostra Panorama, tornando-se o sexto longa-metragem nacional incluído na programação do evento alemão. Salles lançou seu último documentário, “Santiago” há dez anos. “Apesar da distância, tenho a impressão de que são filmes aparentados. Não me refiro apenas ao aspecto pessoal dos documentários, mas também ao modo como eles foram realizados”, escreveu o diretor em um comunicado divulgado à imprensa. “‘Santiago’ talvez seja sobre o pai, enquanto ‘No Intenso Agora’ é sobre a mãe”, completou. O documentário, produzido pela Videofilmes, reúne cenas históricas das rebeliões ocorridas na década de 1960 em todo o mundo. Da China, vieram imagens feita pela mãe do diretor, em filmes caseiros rodados em 1966 durante a fase inicial da Revolução Cultural. Os demais registros são de 1968, da revolta estudantil em maio em Paris, das forças soviéticas dando fim à Primavera de Praga e de protestos no Rio de Janeiro, entre outros. O documentário vai se juntar a outros dois filmes brasileiros anteriormente selecionados para a mostra Panorama: “Vazante”, de Daniela Thomas, e “Pendular”, de Júlia Murat. Além destes, o cinema brasileiro também estará representado na mostra competitiva, por meio de “Joaquim”, cinebiografia de Tiradentes dirigida pelo cineasta Marcelo Gomes (“Era uma Vez Eu, Veronica”), e também na seção Generation, dedicada a filmes com temáticas e protagonistas adolescentes, com “Mulher do Pai”, de Cristiane Oliveira, e “As Duas Irenes”, de Fábio Meira. O Festival de Berlim 2017 vai acontecer entre os dias 9 e 19 de fevereiro na capital alemã.
Novo vídeo de Fome de Poder destaca interpretação de Michael Keaton visando o Oscar
A Weinstein Company divulgou um novo vídeo (sem legendas) de “Fome de Poder” (The Founder), a história por trás da fundação da rede de fast food McDonald’s. Contendo imagens dos bastidores da produção e entrevistas com o elenco e equipe técnica, o vídeo destaca o trabalho de interpretação de Michael Keaton como Ray Kroc, o empresário que é considerado o fundador do McDonald’s, e que na verdade engoliu a ideia alheia dos irmãos McDonald’s. Com o vídeo, os irmãos Weinstein tentam reforçar o cacife do ator. Embora tenha vencido um troféu no Festival de Capri, Keaton está meio esquecido pelas cerimônias de premiação dos EUA. E a lista do Oscar já está prestes a sair. O elenco também inclui Nick Offerman (série “Parks and Recriation”), John Caroll Lynch (“Belas e Perseguidas”), Linda Cardellini (“Pai em Dose Dupla”), Laura Dern (“Livre”), BJ Novak (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”) e Patrick Wilson (“Invocação do Mal”). Escrito por Robert Siegel (“O Lutador”) e dirigido por John Lee Hancock (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”), o filme já teve uma estreia limitada nos EUA, visando qualificação para o Oscar, mas seu lançamento está marcado apenas para 16 de março no Brasil.
Netflix disponibiliza de surpresa um dos melhores filmes de terror de 2016
A Netflix brasileira disponibilizou de surpresa e sem nenhuma divulgação o terror “Sob a Sombra” (Under the Shadow), coprodução iraniana e britânica que, ao entrar no circuito dos festivais, sensibilizou a crítica internacional e acabou considerado um dos melhores filmes de terror de 2016. Entre os diversos prêmios que a produção conquistou estão o de Melhor Filme da mostra New Visions do Festival de Sitges, o mais famoso evento de cinema fantástico do mundo, e o de Melhor Roteiro do Festival de Atenas, além dos BIFAs (prêmio do cinema independente do Reino Unido) de Melhor Roteiro, Atriz Coadjuvante e Diretor Estreante – sem esquecer ainda que está indicada ao BAFTA (o “Oscar britânico”) e ao Independent Spirit Awards (o “Oscar indie”) em diversas categorias. Escrita e dirigida por Babak Anvari, a trama acompanha mãe e filha que se vêem assombradas em sua casa, em Teerã, enquanto o marido luta na guerra do Irã contra o Iraque dos anos 1980. De forma estranha, em vez de exaltar o filme que adquiriu, a Netflix simplesmente despejou o título em sua videoteca. Felizmente, o estúdio britânico disponibilizou um trailer, que pode ser visto abaixo. E, mesmo sem legendas, consegue impressionar. Atualização: A crítica já pode ser lida aqui.
Cauã Reymond e Fernanda Montenegro começam a filmar novo drama do diretor de Amarelo Manga
O ator Cauã Reymond, atualmente no ar na minissérie “Dois Irmãos”, publicou em seu Instagram uma foto do começo das filmagens de “Piedade”, dirigido por Cláudio Assis (“Amarelo Manga”, “Febre do Rato”, “Big Jato”), que o astro estrela com Fernanda Montenegro (“Infância”) e habituais parceiros do diretor, como Matheus Nachtergaele (“Big Jato”) e Irandhir Santos (“Febre do Rato”). As filmagens ocorrem em Recife a partir desta semana. Na trama, Fernanda Montenegro será Carminha, uma mulher batalhadora que sustenta a família com o dinheiro que consegue no seu bar e restaurante à beira-mar. Cauã vive seu filho, dono de um “cinema pornô pós-moderno”, conforme a descrição da produção. Os demais não tiveram os papéis divulgados. Vale a pena destacar ainda um nome dos bastidores. O roteiro foi escrito por Anna Muylaert, que há pouco mais de um ano foi alvo da chamada, na ocasião, fúria machista do diretor. Cláudio Assis e Lírio Ferreira (“Sangue Azul”) foram banidos por um ano do Cinema da Fundação Joaquim Nabuco, reduto do cineastas do Recife, após uma participação desastrosa num debate sobre “Que Horas Ela Volta?” (2015), de Muylaert. “Piedade” ainda não tem previsão de estreia nos cinemas brasileiros.












