Buddy Thunderstruck: Nova série animada dos produtores de Frango Robô ganha trailer
A Netflix divulgou o trailer de “Buddy Thunderstruck”, uma nova série de animação stop-motion (com bonecos) dos produtores de “Frango Robô”. Criada por Ryan Wiesbrock (de “Os Ursinhos Carinhosos”), a série gira em torno de um cachorro que disputa corridas de caminhão em uma cidade obcecada por carros e acrobacias. A prévia sugere uma combinação entre a animação clássica “Tom Sem Freio” (Tom Slick) e a série “Os Gatões” (The Dukes of Hazzard), mas com bichos no papel dos caipiras desenfreados. Todos os episódios serão disponibilizados em 10 de março.
Dupla de Super Velozes, Mega Furiosos prepara paródia de Star Wars
Até demorou, mas a dupla Aaron Seltzer e Jason Friedberg, que escreveram “Todo Mundo em Pânico” (2005) e dirigiram “Espartalhões”, (2008), “Super-Heróis – A Liga da Injustiça” (2008), “Os Vampiros Que Se Mordam” (2010), “Jogos Famintos” (2013) e “Super Velozes, Mega Furiosos” (2015), vai finalmente cruzar seus sabres de luz sobre “Star Wars”. Sua próxima paródia vai zoar as tramas dos últimos filmes da franquia, como sugere o título pomposo: “Star Words Episode XXXIVE=MC2: The Force Awakens The Last Jedi Who Went Rogue”. O filme será escrito e dirigido por Seltzer e Friedberg, que estão atualmente filmando “Who the F#@K Took My Daughter?”, sua paródia da franquia “Busca Frenética”. Ainda não há elenco definido nem previsão de lançamento. Mas quem quiser ver uma paródia de “Star Wars” não precisa esperar. Já existe uma disponível, que inclusive é engraçada: “S.O.S. – Tem um Louco Solto no Espaço” (1987), um clássico de Mel Brooks.
Cinquenta Tons Mais Escuros: Romance, personagens e cenários são comentados em vídeos legendados de bastidores
A Universal divulgou vídeos legendados de bastidores da continuação de “Cinquenta Tons de Cinza” (2015), que trazem o elenco, o diretor James Foley (série “House of Cards”) e a escritora E.L. James falando de detalhes da produção. Um deles é o grande baile de máscaras, que já ganhou um vídeo de 360 graus. Além de ressaltar a trajetória romântica de Anastasia Steele (Dakota Johnson) e Christian Grey (Jamie Dornan), o material também introduz os três novos personagens centrais. Dois deles têm nomes tão óbvios que só poderiam sair de uma fanfic como a história de James. Kim Basinger (“Los Angeles: Cidade Proibida”) é a sedutora mais velha, Mrs. Robinson, e Eric Johnson (série “Rookie Blue”) o chefe dedicado de Ana, que tem dupla personalidade e um nome sem sutilezas, Mr. Hyde. Há ainda Bella Heathcote (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) como Leila, uma ex-namorada ciumenta (com o prenome de uma psiquiatra israelense que desenvolveu uma famosa tese sobre ciúmes). “Cinquenta Tons Mais Escuros” estreia nesta quinta (9/2) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
A Bela e a Fera ganha novo trailer com cenas inéditas para anunciar o começo da pré-venda
A Disney divulgou um novo trailer de “A Bela e a Fera”, sem diálogos, mas repleto de cenas inéditas, para divulgar que a pré-venda de ingressos para o filme já está acontecendo. A coleção mostra os moradores do castelo da Fera (Dan Stevens, da série “Downton Abbey”), incluindo todos os objetos literalmente animados – e falantes – da produção. Vale reparar que o pôster da Bela (Emma Watson, da franquia “Harry Potter”), é o único de cores vibrantes, enquanto os demais são ilustrados em tons de azul depressivo do inverno. Com Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela e Dan Stevens (série “Downton Abbey”) como a Fera, e direção de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”), o filme estreia em 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Animação do Lego Ninjago ganha primeiro trailer divertido
A Warner divulgou o pôster e o primeiro trailer da animação da linha de brinquedos Ninjago da Lego – os Lego ninjas. Ainda sem título nacional nem legendas, a prévia de “The Lego Ninjago Movie” parece tão engraçada quanto o “Lego Batman”. Com muito humor, o vídeo apresenta a luta entre os ninjas bonzinhos e o vilão Lord Garmadon, com direito a robôs gigantes e trilha de “Bad Blood”, de Taylor Swift. O detalhe mais explorado da apresentação é que o Ninja Verde na verdade se chama Lloyd e é filho de Garmadon. Esse universo ninja foi apresentado na série animada “Ninjago: Mestres do Spinjitzu”, do canal pago americano Cartoon Network. Na trama, o Mestre Wu e quatro ninjas se juntam para lutar contra Lord Gagmadon, um senhor do mal que planeja tomar o poder e destruir tudo. O elenco original de dubladores inclui Dave Franco (“Nerve”) como Lloyd, Justin Theroux (série “The Leftovers”) como Lord Garmadon e Jackie Chan (“Fora do Rumo”) como Mestre Wu, o líder dos ninjas que defendem Ninjago City do mal. As vozes dos demais personagens são feitas por Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”), Michael Peña (“Homem-Formiga”), Abbi Jacobson (série “Broad City”), Zach Woods (série “Silicon Valley”), Kumail Nanjiani (também de “Silicon Valley”) e Fred Armisen (série “Portlandia”). A animação tem direção de Charlie Bean (séries “Tron: Uprising”), história de Dan Hageman e Kevin Hageman (ambos da própria série “Ninjago: Mestres do Spinjitzu”) e roteiro final de Hilary Winston (criadora da série “Bad Teacher”), Bob Logan (roteirista da série animada “Dennis, o Pimentinha”) e do estreante Paul Fisher. A produção está a cargo de Phil Lord e Christopher Miller, que dirigiram “Uma Aventura Lego”. A estreia está marcada para 21 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Danilo Gentili vai comandar versão brasileira do humorístico Drunk History
O programa humorístico “Drunk History”, que faz sucesso nos Estados Unidos por colocar celebridades bêbadas para narrarem fatos históricos, vai ter uma versão brasileira, com narração e consultoria editorial e artística de Danilo Gentili. Batizada de “A História Bêbada – Drunk History”, a versão brasileira é uma parceria da Mixer Films com os canais Comedy Central e SBT. As esquetes serão exibidas pelo canal pago Comedy Central e também no programa “The Noite”, talk show apresentado por Danilo no SBT. Criado pelo canal de humor do Youtube “Funny or Die”, o “Drunk History” traz, a cada episódio, um artista convidado para narrar, entre um drink e outro, sua versão de uma fato histórico, enquanto um grupo de atores interpreta a narrativa, respeitando as situações insanas que a bebedeira inspirar. Na versão norte-americana, “Drunk History” já contou com atores famosos, como Winona Ryder, Alfred Molina, Bob Odenkirk, Owen Wilson, Jack Black, Will Ferrell, Bill Hader e Kristen Wiig para dar vida às narrativas alucinadas. Veja embaixo alguns episódios da série original.
5ª temporada de Orange Is the New Black ganha data de estreia
A Netflix divulgou um vídeo para anunciar a data de estreia da 5ª temporada de “Orange Is the New Black”. O vídeo revela a tensão no rosto das personagens, pela forma como a trama foi interrompida na temporada passada, num dos maiores ganchos de toda a série, em meio a uma rebelião no presídio feminino de Litchfield. E a última imagem, antes da data, é justamente a de Dayanara (Dascha Polanco) de revólver em punho. Anteriormente, a atriz Danielle Brooks, intérprete de Taystee, adiantou que toda a 5ª temporada se desenrolará no período de 72 horas após a cena mostrada. Infelizmente, o suspense vai permanecer por muito tempo, pois a série só vai voltar em 9 de junho. Veja abaixo.
Netflix renova The Oa para sua 2ª temporada
A Netflix anunciou a renovação da série “The Oa” para sua 2ª temporada. O anúncio foi feito por meio de um anúncio divertido, em que os fãs usam seus poderes – e os gestos e as caretas de quem precisa usar o banheiro – , conforme vistos na série, para conseguir receber uma mensagem de texto do serviço de streaming. Com muita energia positiva, veio o resultado abaixo. Criada e estrelada por Brit Marling (“A Outra Terra”), a série surgiu com uma estratégia de divulgação misteriosa da Netflix, que acabou dando resultado, viciando o público com a história de sua protagonista, uma jovem desaparecida (Marling), que ressurge sete anos. O detalhe é que a menina era cega quando sumiu, mas retornou, já adulta, com a visão perfeita. E se recusa a falar sobre o que aconteceu enquanto estava sumida, nem para os pais e nem para o FBI. Marling desenvolveu “The OA” com seu habitual parceiro Zal Batmanglij (irmão do ex-guitarrista da banda Vampire Weekend). Os dois já tinham trabalhado juntos nos filmes “A Seita Misteriosa” (2011) e “O Sistema” (2013). O elenco também inclui a espanhola Paz Vega (“O Mensageiro”), Scott Wilson (série “The Walking Dead”), Emory Cohen (“Brooklyn”), Jason Isaacs (franquia “Harry Potter”), Phyllis Smith (série “The Office”), Alice Krige (Thor: O Mundo Sombrio”), Will Brill (“Not Fade Away”), Patrick Gibson (minissérie “The Passing Bells”) e Victor Slezak (série “Hell on Wheels”) Batmanglij dirigiu os oito episódios, que foram disponibilizados na plataforma de streaming em 16 de dezembro. Apesar do anúncio de renovação, ainda não há previsão para a estreia da 2ª temporada.
Fotos de bastidores de série flagram o Justiceiro em cena de ação
Os paparazzi do site Coming Soon flagraram novas cenas das gravações das séries da Marvel produzidas pela Netflix, em que Frank Castle, vivido por Jon Bernthal, aparece roubando um carro da polícia. Os fotógrafos não esclareceram se as cenas foram feitas para a série solo do “Justiceiro” ou se farão parte da minissérie crossover “Os Defensores”, que vai juntar os personagens das quatro séries de super-heróis Marvel da Netflix. Introduzido na 2ª temporada de “Demolidor”, o Justiceiro teve a produção de sua série solo anunciada em abril. A atração será escrita e produzida por Steve Lightfoot (série “Hannibal”). Já “Os Defensores” reunirá os personagens de “Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage” e da vindoura “Punhos de Ferro” numa história de oito episódios, escrita e produzida pelos showrunners de “Demolidor”, Douglas Petrie e Marco Ramirez. Nenhuma das duas atrações teve sua data de estreia definida, mas deverão chegar ao Netflix ao longo de 2017.
Nikki Reed celebra amizade com Nina Dobrev com denúncia da cultura do ódio dos sites de celebridades
A atriz Nikki Reed resolveu acabar de vez com os boatos de brigas e que seu ciúme do marido Ian Somerhalder teria sido responsável pela saída de Nina Dobrev da série “The Vampire Diaries”. Alguns rumores chegaram até a dizer que ela tinha ameaçado se separar de Ian Somerhalder, caso o ator continuasse a ter cenas românticas com Dobrev na série. Vale lembrar que o relacionamento dos personagens Damon e Elena foi transportado para a vida real de seus intérpretes, que namoraram por vários anos, antes de Ian se casar com Nikki. Mas a vampira da saga “Crepúsculo” jura que foi tudo intriga, que é grande amiga da vampira de “The Vampire Diaries” e que o suposto triângulo romântico é, na verdade, um belo círculo de amizade na vida real. Além de escrever um longo desabafo no Instagram, ela postou a foto de “los 3 amigos” juntos para ilustrar o textão, que acerta sua crítica na jugular das publicações focadas em fofocas e direcionadas ao público de mulheres jovens. A iniciativa é praticamente uma campanha para acabar com a cultura de perpetuação de ódio e raiva entre as mulheres, fomentadas pela indústria da cultura de fofocas de celebridades. “Nos últimos anos nós optamos por tratar todos os rumores sem fundamentos com silêncio, achávamos que era a melhor maneira”, escreveu a atriz em sua postagem no Instagram. “Além disso, quem perderia tempo respondendo histórias inventadas sobre amigos de bastidores, ex-namorado ou membros de elenco, baboseiras escritas pelo Hollywood Life que são apenas pessoas perpetuando coisas sem procedência”. “Vejo agora que o silêncio foi tomado como uma oportunidade para preencher os espaços em branco com ainda mais falsidades”, continuou. “Acredito que temos uma responsabilidade moral de acabar com essa narrativa, porque no final de tudo disso… é a a paixão e devoção sem fim para um programa de TV que está sendo aproveitada e substituída por sentimentos de raiva por meio de técnicas de divisão, e pior ainda, mentes estão sendo moldadas… [para formar] mulheres que odeiam mulheres. Porque no final do dia, é disso que se trata: ensinar as meninas que você tem que odiar outras meninas só gera uma geração de mulheres que acreditam que você tem que odiar outras mulheres. E é isso que essas revistas, sites e blogs não entendem. Essa é a consequência nociva de suas histórias de treta e temos uma responsabilidade moral de corrigir isso. Vamos virar esta página juntos. E, finalmente, vamos usar isso como um exemplo de como é importante parar esta tendência de escrever manchetes horríveis sobre as mulheres, pintando-as como amargas, raivosas, inseguras, desoladas, sem filhos, brigando, traindo… É uma vergonha para esses sites, por visarem um demografia muito jovem, incutir isso em uma idade precoce, quando as meninas são ainda mais suscetíveis, mais vulneráveis e mais maleáveis. Quando escrevem estas manchetes, ensinam ódio. Vamos mudar o que colocamos no universo a partir de agora, e espero que a gente comece a ver uma mudança na forma como tratamos uns aos outros e como vemos a nós mesmos”. Uau! For the last few years we thought addressing any baseless rumors with silence was the best way. Besides, who wants to respond to made up stories about "friends backstabbing friends", "cheating exes", or "cast members exiting shows" on low-brow websites like hollywoodlife that are just perpetuating trends that preceded us. Yuck. I now see that silence was taken as an opportunity to fill in the blanks with even more falsities, and juicer stories, and we, yes WE, believe we have a moral responsibility to young girls to end that narrative, because at the end of all of this, those young girls are the ones who lose. Their passion and endless devotion for a tv show is being taken advantage of, replaced with feelings of anger through divisive techniques, & even worse, their minds are being shaped & molded as their view of themselves, other girls, & what those dynamics should look like are being formed. So here's to putting an end to all those fake stories of on set jealousy, betrayal, made-up-friendships lost & women hating women. Because at the end of the day, that's what this is about: teaching girls that you have to hate other girls only breeds a generation of women who believe you have to hate other women. And that's what these magazines, websites and blogs don't understand. That is the harmful unintended consequence of their bullshit stories and we have a moral responsibility to fix that. Let's turn this page together, as we all walk into the next chapter peacefully. And finally, let's use this as an example of how important it is to stop this trend of writing horrible headlines about women, painting us as bitter, angry, insecure, heartbroken, childless, feuding, backstabbing monsters because whether we want to admit it or not, it changes the way all women view themselves. And shame on these websites for now targeting an even younger demographic, instilling this at an earlier age when girls are even more susceptible, more vulnerable and more malleable. When we write these headlines we teach hate. I've seen it firsthand. Let's shift what we put into the universe starting now, & hopefully we will start to see a shift in the way we treat each other & view ourselves❤ Uma foto publicada por Nikki Reed (@iamnikkireed) em Fev 7, 2017 às 10:51 PST
Jack Nicholson vai voltar a atuar no remake da premiadíssima comédia alemã Toni Erdmann
Menos de um mês após ser “aposentado” pelo amigo Peter Fonda, Jack Nicholson topou voltar a Hollywood. Sem filmar desde “Como Você Sabe” (2010), ele estrelará o remake da comédia alemã “Toni Erdmann”, um dos longas europeus mais premiados de 2016 e candidato ao Oscar 2017 de Melhor Filme em Língua Estrangeira. Segundo o site da revista Variety, o estúdio Paramount Pictures adquiriu os direitos cinematográficos da produção alemã após um pedido do próprio Nicholson, que seria um grande do filme. No remake, Nicholson terá o papel vivido pelo austríaco Peter Simonischek, como o pai de uma executiva bem-sucedida, que chega inesperadamente para uma visita questionando se ela era feliz. A atriz Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) está cotada para viver a filha, interpretada no original pela alemã Sandra Hüller. A refilmagem terá produção da companhia Gary Sanchez Productions, comandada por Adam McKay (diretor e roteirista vencedor do Oscar 2016 por “A Grande Aposta”), pelo comediante Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”) e pela produtora Jessica Elbaum, em parceria com a diretora do filme alemão, Maren Ade. “Toni Erdmann” teve sua première mundial no Festival de Cannes 2016 e, apesar de ser ignorado pelo juri presidido por George Miller (“Mad Max: Estrada da Fúria”), venceu o Prêmio da Crítica e não parou mais de acumular conquistas, entre elas cinco troféus da Academia Europeia de Cinema, inclusive Melhor Filme Europeu do ano.
Netflix anuncia produção de segunda série brasileira, cuja sinopse lembra a vida de Simony
Após confirmar a 2ª temporada de “3%”, a Netflix anunciou a encomenda da produção de mais uma série original brasileira. Trata-se de “Samantha”, comédia sobre uma ex-atriz-mirim que, aos 20 anos, se casa com um jogador de futebol que passou dez anos na cadeia. A história pode ser original, mas o resumo lembra a vida de uma ex-atriz e cantora mirim que, aos 20 e poucos anos, casou com um rapper que passou sete anos preso no Carandiru. Curiosamente, o nome desta pessoa também começa com S de Simony. “Samantha” será produzida pela Losbragas, produtora paulista da atriz Alice Braga (série “Queen of the South”), responsável pela série “Latitudes”, que chegou a ser exibida no canal de TV paga TNT. Ainda não há elenco ou diretor selecionados, nem previsão de estreia. Em São Paulo, durante uma entrevista coletiva, o CEO da Netflix, Reed Hastings, disse que “Samantha” será “uma série que vai espalhar a cultura brasileira pelo mundo”. Além disso, a Netflix também está investindo numa série sobre a Operação Lava Jato, atualmente em estágio inicial de desenvolvimento, com produção do cineasta José Padilha, com quem já tem relação profissional por meio da série “Narcos”. “Não estamos escolhendo lados. Estamos preocupados em mostrar o lado humano dessa história”, afirmou o executivo americano, complementando: “Com certeza será muito polêmica, vindo de José”.
Richard Hatch (1945 – 2017)
Morreu o ator Richard Hatch, que se tornou conhecido como o Capitão Apollo da série clássica “Galactica: Astronave de Combate” (Battlestar galactica), grande sucesso do fim da década de 1970. Ele lutava contra um câncer avançado no pâncreas e faleceu na terça-feira (7/2), aos 71 anos. “Richard Hatch era um bom homem, amável, e um profissional perfeito. Sua morte é um duro golpe para toda a família ‘BSG’, escreveu Ronald D. Moore, criador da nova versão televisiva da história, em seu Twitter — o reboot ficou no ar entre 2004 e 2009 e também contava com Hatch no elenco. O ator nasceu em 1945, em Santa Monica, na Califórnia, e iniciou a carreira televisiva com uma participação na novela “All My Children” em 1971. Logo se tornou bastante requisitado, aparecendo em inúmeras séries clássicas dos anos 1970, de “Kung Fu” a “Havaí 5-0”, e até teve participação recorrente como um integrante da família de “Os Waltons”, antes de conquistar seu primeiro papel fixo, como o inspetor Dan Robbins, substituindo Michael Douglas na 5ª e última temporada de “San Francisco Urgente”, em 1978. Mas foi por “Battlestar Galactica” que ganhou legiões de fãs. A série foi a primeira tentativa televisiva de realizar uma produção com nível cinematográfico. Tanto que os primeiros episódios foram exibidos nos cinemas em diversos países. A série foi criada por Glen A. Larson, que depois faria “Buck Rogers”, “A Supermáquina”, “Duro na Queda” e “Magnum”, entre outras. Mas tão importante quanto o roteirista foram os efeitos visuais empregados na atração. Um dos produtores era John Dykstra, supervisor de efeitos de “Guerra nas Estrelas” (1977), que trouxe para o projeto um virtuosismo visual até então inédito na TV. A premissa era uma espécie de “Eram os Deuses Astronautas?” misturado à “batalhas navais” que aconteciam no espaço. Combinando mitologias de antigas civilizações, dos egípcios aos gregos, a trama acompanhava um grande êxodo espacial, após um ataque alienígena destruir 12 planetas, com os últimos sobreviventes buscando um novo lar na 13ª colônia, que tinha se tornado perdida há muitos anos. O problema é que os inimigos, chamados de cylons, vinham atrás para destruir as naves que escaparam. E a única nave de combate que restara era a Galactica, uma espécie de porta-aviões espacial, que abrigava pequenos caças capazes de enfrentar as forças alienígenas. O Capitão Apollo, personagem de Hatch, era o líder do esquadrão de caças e filho do Comandante Adama (o veterano Lorne Greene, patriarca de “Bonanza”), principal oficial da Galactica. A série era caríssima e durou só uma temporada de 21 episódios. Graças à sua popularidade, porém, a rede ABC retomou a produção em 1980 com novo título, “Galactica: Batalha nas Estrelas” (1980), e menos efeitos visuais. A redução de custos foi obtida com a chegada da nave à colônia perdida: o planeta Terra. Infelizmente, vários personagens não sobreviveram à transição, entre eles os dois favoritos do público, Apollo e seu parceiro Starbuck. De todo modo, a série voltou a ser cancelada após o novo ciclo e nunca mais voltou ao ar na TV aberta. O ator foi reaparecer na 5ª temporada da série “Dinastia”, além de acumular passagens por atrações da época, de “Ilha da Fantasia” a “SOS Malibu” (Baywatch). Mas jamais superou o reconhecimento obtido por “Galactica”. Diante dos inúmeros convites para participar de convenções de fãs, ele chegou a escrever, produzir e estrelar um curta-metragem em forma de trailer em 1999, intitulado “Battlestar Galactica: The Second Coming”, com vários integrantes do elenco original, para tentar convencer a rede ABC a retomar a série. “The Second Coming” nunca virou realidade. Mas o sucesso do trailer nas convenções mostrou que a franquia tinha potencial para ser revivida. Isto acabou acontecendo em 2003, pelas mãos do produtor e roteirista Donald D. Moore, no canal pago Sci-Fi (atualmente, renomeado SyFy). O revival aconteceu como uma minissérie de dois episódios, que aproveitou a maior liberdade da TV paga para deixar a premissa mais sexy, violenta, política e realista. O sucesso foi tanto que o canal encomendou a produção de uma série semanal. E “Battlestar Galactica” virou a franquia mais importante do Sci-Fi, acumulando picos de audiência, prêmios, telefilmes, quadrinhos e spin-offs. Ciente da importância de Hatch para a série, Moore o trouxe à bordo da nova versão como um novo personagem, um líder rebelde e oportunista, chamado Tom Zarek, que ajudou a movimentar a trama. Ao fim do reboot de “Battlestar Galactica”, o ator voltou ao cotidiano de participações em convenções. Mas não reclamava. “‘Battlestar Galactica’ foi um marco histórico. Ela me permitiu viver meus sonhos e fantasias de infância”, disse, em seu site oficial.












