Primeiro vídeo de Vingadores: Guerra Infinita confirma Homem-Aranha e Guardiões da Galáxia
A Marvel divulgou o primeiro vídeo de bastidores de “Vingadores: Guerra Infinita”. A prévia mostra a reunião de Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Chris Pratt (Senhor das Estrelas) e Tom Holland (Homem-Aranha) no cenário da produção, no primeiro dia das filmagens. Além da confirmação do crossover com “Guardiões da Galáxia” e da participação do Homem-Aranha, o vídeo traz o produtor Kevin Feige, os diretores Joe e Anthony Russo e os roteiristas Christopher Markus e Stephen McFeely traçando a evolução da Marvel até chegar no filme que juntará seus principais personagens contra o mais poderoso adversário que eles já enfrentaram: o supervilão Thanos, vivido por Josh Brolin. “Vingadores: Guerra Infinita” estreia em março de 2018, comemorando 10 anos do lançamento do Marvel Studios e a introdução do conceito do universo cinematográfico da Marvel.
Segundo teaser da nova comédia de Adam Sandler é sem graça e ofensivo
A Netflix divulgou o segundo teaser da nova comédia de Adam Sandler, intitulada “Sandy Wexler”. A prévia traz o ator vendo um vídeo brega, enquanto tem uma reação mal-humorada que beira o racismo. Não é engraçada, mas, se levada realmente a sério, a apresentação caricatural de um cantor latino (interpretado pelo mexicano Eugenio Derbez) pode ser considerada ofensiva – ou humor do tipo “Zorra Total”, que é praticamente a mesma coisa. Curiosamente, enquanto o teaser da série “Dear White People” gerou protestos de usuários brancos, que o acusaram de racista, o subtexto do novo vídeo passou incólume. Um usuário até escreveu, sob o vídeo: “Não sei o que é o pior, a merda da série racista ou Adam Sandler…”. “Sandy Wexler” é a terceira comédia de um pacote de quatro encomendadas pela Netflix, após “The Ridiculous 6” (2015) e “Zerando a Vida” (2015). O primeiro filme, por sinal, rendeu protestos do elenco de figurantes indígenas contra “baixarias racistas” do roteiro, enquanto o segundo levou a atriz Rose McGowann a denunciar os produtores por exigirem que as mulheres fizessem seus testes para os papéis com roupa justa e decotada. Ao revelar isso, ela foi dispensada por seu agente. Os dois teasers de “Sandy Wexler” divulgados até agora situam a trama em 1994. O personagem-título vivido por Sandler é um agente de talentos, em busca de talentos para agenciar. Seus contratados são todos um pouco excêntricos. Menos o interesse romântico da trama, uma cantora que ele descobre num parque de diversões e por quem acaba se apaixonando. Segundo a sinopse, o filme leva dez anos para contar esta história, felizmente condensados em menos de duras horas de streaming. Além de Sandler, o elenco inclui todos os suspeitos de sempre: Kevin James, Rob Schneider, Nick Swardson, Terry Crews e até o diretor Frank Coraci como ator. Já entre os novos adeptos da entourage, destacam-se os cantores Jennifer Hudson e Al B. Sure! Vale reparar que “Sandy Wexler” é o 12º roteiro escrito por Tim Herlihy para o comediante, uma parceria que data do primeiríssimo filme de Sandler como protagonista, “Billy Madison: Um Herdeiro Bobalhão” (1995), que, por coincidência, é da mesma época em que a nova trama se passa. O produtor Dan Bulla (“The Ridiculous 6”) e o roteirista Paul Sado (“Trocando os Pés”) também trabalharam na história, que tem direção de Steven Brill (“Zerando a Vida”), em seu quarto longa estrelado por Sandler. A estreia está marcada para 14 de abril.
Primeiro teaser da série Dear White People rende campanha de boicote contra a Netflix
A Netflix divulgou o primeiro teaser da série baseada na comédia indie “Cara Gente Branca” (2014), que critica o racismo, e o resultado foi uma reação racista. O trailer que ataca o uso de “blackface”, manifestação em que pessoas brancas pintam seus rostos de preto para imitar negros, e que também mostra negros arrancando dreadlocks falsos de brancos, irritou… usuários brancos, que inciaram uma campanha de boicote à plataforma. Alguns usuários relataram no Twitter que estão cancelando suas assinaturas da Netflix porque o programa é “anti-brancos” e promove o “genocídio de pessoas brancas”. Genocídio significa extermínio de uma raça por meio de assassinato em massa. Diante da polêmica, o vídeo superou 3 milhões de visualizações no YouTube, das quais 10% registraram a opção de “desgostar” do conteúdo. Em comparação, apenas 1% assinalou ter “gostado”. Mas os comentários na página são bem divididos. Por um lado, brancos juram que só negros são racistas “hoje em dia”, enquanto negros morrem de rir desses comentários. A série tem o título original do filme, “Dear White People”, que foi premiado no Festival de Sundance de 2014. O diretor e roteirista do longa, Justin Simien, assina todos os textos e a direção do capítulo de estreia. Totalmente independente, o filme original foi feito por meio de financiamento coletivo e contava a história de quatro jovens negros que ingressam na universidade e se deparam com o racismo da instituição. Quando os alunos brancos decidem dar uma festa temática sobre a raça negra, os quatro se mobilizam e passam a questionar tudo, inclusive o pensamento politicamente correto e condescendente a respeito da diversidade racial. “Cara Gente Branca” também foi premiado como Melhor Roteiro de Estreia no Spirit Awards (o Oscar indie) de 2015. Mesmo assim, foi lançado no Brasil apenas em VOD (video on demand). Por sinal, o trailer da série não foi disponibilizado para o mercado brasileiro, por isso encontra-se sem legendas. A estreia está marcada para 28 de abril.
Irmãos Coen vão escrever o remake de Scarface
Os estúdios Universal anunciaram que o remake de “Scarface” será escrito pelos irmãos Joel e Ethan Coen (de “Fargo” e “Onde os Fracos não Tem Vez”). O lançamento do filme nos Estados Unidos também ganhou data: 10 de agosto de 2018. O estabelecimento de uma data foi importante para ressaltar a seriedade da Universal em relação ao projeto. Afinal, a impressão passada, ao confirmar novos roteiristas a esta altura do campeonato, é de fatiga, comprovando que o estúdio ainda não encontrou a história que procura. Vale lembrar que os planos do remake têm uma década. Antes da entrada dos irmãos Coen no projeto, a Universal contratou David Ayer (“Esquadrão Suicida”) para escrever o primeiro roteiro, Paul Attanasio (“Donnie Brasco”) para revisá-lo, Jonathan Herman (“Straight Outta Compton: A História do NWA”) para refazê-lo e, há apenas cinco meses, Terence Winter (criador da série “Boardwalk Empire”) para começar tudo novamente. A produção está a cargo de Martin Bregman, responsável pela versão lançada nos anos 1980, que foi dirigida por Brian de Palma e estrelada por Al Pacino. Mas ainda não há diretor confirmado, após David Yates (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”) e Antoine Fuqua (“Sete Homens e um Destino”) desistirem, diante da demora da aprovação do roteiro. O protagonista, porém, já está definido. O filme será estrelado pelo mexicano Diego Luna (“Rogue One: Uma História Star Wars”). Inspirada na ascensão de Al Capone, a história de “Scarface” já rendeu dois filmes cultuados: o original de 1931, dirigido por Howard Hawks e, segundo a lenda, aprovado pelo próprio Capone, e o remake de 1982, uma versão latina do gângster levada à extremos pelo diretor Brian De Palma. O enredo de ambas as versões centra-se num imigrante, que procura ascender na sociedade por meio do submundo do crime. No primeiro filme, o personagem principal era um italiano (interpretado por Paul Muni), enquanto na versão dos anos 1980 era um cubano (Al Pacino). Ambos buscavam concretizar seu “sonho americano” através da violência. Nesse contexto, a escalação de Luna, um ator mexicano, deve ter repercussão direta na trama, ao ecoar a política de Donald Trump em relação às fronteiras dos Estados Unidos.
Novas séries baseadas em Charmed, L.A. Law e Os Garotos Perdidos ficam para 2018
Os fãs de séries que aguardam ansiosamente alguns dos projetos anunciados no final do ano passado terão que esperar mais um pouco por pelo menos três títulos de grandes franquias. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, os remakes de “LA Law” e “Charmed” e a adaptação do filme “Os Garotos Perdidos” (The Lost Boys) tiveram seus desenvolvimentos adiados para a temporada de outono de 2018. O motivo foi a grande quantidade de projetos encaminhados para a próxima fall season, aliada à falta de cancelamentos que pudesse abrir brechas na programação televisiva. A rede CW ainda mantém seu interesse nas versões de “Charmed” e “The Lost Boys”, especialmente com o fim de “The Vampire Diaries”. Mas pediu novas versões dos roteiros. Fontes do THR afirmam que a premissa de “Charmed” foi a que menos agradou, mas os executivos do canal creditam isso à falta de tempo da produtora Jennie Snyder Urman, que está ocupada com “Jane the Virgin”. Com mais tempo, ela poderá redesenvolver o projeto, que foi escrito por duas roteiristas de “Jane”, Jessica O’Toole e Amy Rardin, e, ao contrário da trama contemporânea original, será situado nos anos 1970. Produzida pelo lendário Aaron Spelling (“Ilha da Fantasia”, “Casal 20”, “Barrados no Baile”, etc), a série de 1998 acompanhava três irmãs bruxas lidando com o despertar de seus poderes – uma quarta irmã acabou surgindo mais tarde, quando a produção precisou “trocar” uma das atrizes (Shannen Doherty) por problemas de bastidores. A série durou oito temporadas, até 2006, mas fez tento sucesso que continuou sua trama nos quadrinhos, publicados até 2012. Por sua vez, a versão televisiva do cultuado filme de vampiros “Os Garotos Perdidos” tem produção de Rob Thomas, criador das séries “Veronica Mars” e “iZombie”. E o projeto também tem viés nostálgico. Diferente do filme sobre dois irmãos recém-chegados a uma pequena cidade litorânea repleta de jovens vampiros, a série seria situada nos anos 1960 e centrada nos vampiros, avançando uma década a cada temporada. Como as gravações da 3ª temporada de “iZombie” já acabaram, Thomas tem tempo de sobra para aprimorar o roteiro antes da produção do piloto. Já o remake de “LA Law” foi prontamente recusado pela Fox. Entretanto, o projeto de resgate da série de advogados, que foi sucesso na década de 1980, não será arquivado. A premissa está sendo reescrita por Steven Bochco (após o cancelamento de “Murder in the First”), visando mudar sua estrutura de caso da semana para uma trama mais complexa, de olho no perfil do público da TV paga e dos serviços de streaming. A série original, exibida na NBC, faturou 15 prêmios Emmy durante seu auge, incluindo quatro de Melhor Série Dramática. A trama girava em torno dos funcionários de um poderoso escritório de advocacia de Los Angeles, mostrando os casos que defendiam e também suas vidas fora do trabalho, enfatizando as competições entre os advogados dentro da própria firma.
Carolina Ferraz vive travesti em fotos e trailer de A Glória e a Graça
A H2O filmes divulgou o pôster, as fotos e o trailer de “A Glória e a Graça”, que traz Carolina Ferraz no papel de uma travesti. Diferente da vez em que Letícia Spiller viveu uma drag queen (em “O Casamento de Gorete”), o filme dirigido por Flavio Ramos Tambellini (“Malu de Bicicleta”) não apela para o besteirol fácil. Na trama, a protagonista Gloria é a dona de um badalado restaurante no Rio, bem resolvida e bem sucedida, que tem sua vida virada do avesso quando é procurada pela irmã, Graça (Sandra Corveloni), com quem não tem contato há 15 anos e ainda pensa que ela responde pelo nome de Luiz Carlos. O detalhe é que Graça, que é mãe solteira, está com um aneurisma e tem pouco tempo de vida e a reaproximação tem um objetivo: aproximar a tia dos sobrinhos, uma menina de 15 anos e um garoto de cinco. Assim, “A Glória e a Graça” adentra o terreno dramático, tirando o travesti do papel cômico e caricato. Apesar de escalar uma mulher no papel principal, o elenco também destaca atriz transexual Carol Marra como Fedra, a melhor amiga de Graça. Exibido na Mostra de São Paulo, o longa estreia comercialmente no dia 30 de março.
Cineasta de Procurando Dory vai dirigir dois episódios de Stranger Things
O cineasta Shawn Levy (franquia “Uma Noite no Museu”), que produz “Stranger Things”, revelou que Andrew Stanton, diretor de “Procurando Dory” (2016), vai comandar dois episódios da 2ª temporada da série. “Andrew me ligou do nada para dizer ‘Eu adoro essa série. Eu ficaria honrado em fazer parte dela’”, contou Levy à revista Entertainment Weekly. Stanton já tem dois Oscars de Melhor Animação no currículo, por “Procurando Nemo” (2003) e “Wall-E” (2008), mas sua estreia como diretor de atores reais não foi tão bem sucedida: “John Carter” (2015) foi um dos maiores fracassos recentes da Disney. Ele vai dirigir os episódios cinco e seis da nova temporada, que serão precedidos por dois episódios dirigidos pelo próprio Shawn Levy, e sucedidos por um capítulo assinado por outra cineasta talentosa. Rebecca Thomas, do cultuado drama adolescente “A Fita Azul” (2012), fará o sétimo episódio. Os quadro capítulos remanescentes (os dois primeiros e os dois últimos) terão direção dos criadores da série, os irmãos Matt e Ross Duffer. Todos os nove episódios serão disponibilizados simultaneamente na Netflix no Halloween, dia 31 de outubro. Saiba detalhes da trama da 2ª temporada aqui.
Animação inédita no Brasil ajuda Japão a bater recorde de público em 2016
Os cinemas japoneses bateram recorde de público em 2016, com a venda de mais de 180 milhões de ingressos. Tamanha frequência de espectadores não era registrada no Japão há mais de quatro décadas. O número total de espectadores no ano passado chegou a 180,1 milhões, 8% a mais que em 2015, segundo dados da Associação de Produtores Cinematográficos do Japão. A última vez que o mercado japonês registrou mais de 180 milhões espectadores foi em 1974, quando o cinema ainda não enfrentava a concorrência da TV paga e do mercado de vídeo doméstico. O levantamento também constatou que o filme de maior bilheteria em 2016 foi uma produção nacional, a animação “Your Name” (Kimi no na wa), com uma arrecadação de 23,5 bilhões de ienes (US$ 207 milhões). Seu sucesso ajudou a impulsionar a produção cinematográfica japonesa, que, no total, registrou bilheteria recorde, com 235,5 bilhões de ienes (US$ 2,07 bilhões) somados entre todos os títulos nacionais. “Your Name” superou inclusive o blockbuster “Star Wars: O Despertar da Força”, segunda maior arrecadação no Japão, com 11,6 bilhões (US$ 102 milhões). História de um casal de adolescentes que não se conhece, mas sonha com a vida do outro, “Your Name” também ultrapassou o maior sucesso da animação japonesa em todos os tempos, “A Viagem de Chihiro”, do mestre Hayao Miyazaki, que venceu o Oscar de Melhor Animação em 2003. Enquanto o anime clássico arrecadou US$ 275 milhões no mundo todo, o novo lançamento fez US$ 318 milhões. O mais impressionante é que esse sucesso se deve basicamente ao mercado asiático, já que o filme de Makoto Shinkai não foi lançado em países chaves do Ocidente, inclusive no Brasil e até nos Estados Unidos. Mas enquanto ainda não tem previsão de lançamento por aqui, a estreia americana já foi marcada – para abril. Para se ter noção de como o mercado animado japonês é vigoroso, seis dos dez filmes com as maiores bilheteiras de 2016 no Japão foram produções de animação, uma tendência que vem forte nos últimos anos. Mas o público japonês também mantém a predileção por filmes de monstros gigantes. “Shin Godzilla” (Godzilla Resurgence), a volta de Godzilla ao cinema japonês após 12 anos, ocupou a terceira posição com um faturamento de 8,2 bilhões de ienes (US$ 71 milhões).
Comercial de A Bela e a Fera mostra transformação do Príncipe em monstro de desenho animado
A Disney divulgou um novo comercial da versão com atores de “A Bela e a Fera”, que traz uma cena parcial da transformação do Príncipe vivido por Dan Stevens (série “Legion”) na Fera com visual de desenho animado. Com Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela e direção de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”), o filme estreia em 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Novo clipe de Katy Perry é estrelado por um hamster
Sem lançar clipes desde “Rise”, tema da Olimpíada do Rio na TV americana, Katy Perry divulgou o “lyric video” de “Chained to the Rhythm”, uma apresentação oficial, mas que não é o vídeo definitivo. Quem estrela a criação é um hamster. Quarto clipe da cantora dirigido pela australiana Aya Tanimura, o vídeo ilustra a chatice da vida de um hamster, mostrando-o vendo TV, enquanto mãos gigantes preparam comida num fogão em miniatura. A missão é muito bem cumprida, porque o vídeo é um tédio só. A música é melhor que o clipe, misturando pop e reggae, mas também não tem muito a cara de Katy Perry. Soa como as músicas da compositora, Sia. Há ainda uma pequena participação vocal de Skip Marley, neto de Bob Marley.
Fox escala o primeiro mutante de sua nova série derivada dos filmes dos X-Men
A nova série dos “X-Men” que está sendo desenvolvida para a rede Fox escalou o seu primeiro mutante. Segundo o site da revista Entertainment Weekly, Blair Redford interpretará Sam, o líder nativo-americano do grupo clandestino de resistência ao governo anti-mutante da trama. Redford já participou de diversas séries adolescentes, com papéis em “90210”, “The Lying Game” e “Switched at Birth”, mas seu trabalho mais recente foi na série adulta “Satisfaction”. Criada por Matt Nix (criador de “Burn Notice”), o spin-off dos filmes dos X-Men vai girar em torno de uma família que descobre o gene mutante em seus filhos. Forçada a fugir de um governo anti-mutante e dos robôs Sentinelas, os protagonistas acabam se unindo a um grupo clandestino de mutantes, que precisa lutar para sobreviver. O primeiro episódio será dirigido pelo cineasta Bryan Singer, que dirigiu quatro dos seis longas dos “X-Men”. Além disso, ele também integrará a equipe de produtores da atração, ao lado dos executivos dos filmes, Lauren Shuler Donner e Simon Kinberg, mais os responsáveis pelas séries da Marvel, Jeph Loeb e Jim Chory. Por enquanto, a Fox deu sinal verde apenas para a produção do primeiro episódio, que precisará ser aprovado para virar série. Caso tudo corra como previsto, a expectativa é que o programa estreie na próxima temporada de outono, entre setembro e novembro nos EUA.
Eva Green e Gemma Arterton viverão o romance lésbico que inspirou o clássico Orlando de Virginia Woolf
As atrizes Eva Green (“O Lar das Crianças Peculiares”) e Gemma Arterton (“Gemma Bovery”) vão viver um romance lésbico ardente e histórico nas telas. Elas estrelarão “Vita & Virginia”, da cineasta Chanya Button (“Burn Burn Burn”), baseado no relacionamento entre as escritoras Virginia Woolf e Vita Sackville-West nos anos 1920. Eva Green será Virginia Woolf e Gemma Arterton irá viver Vita Sackville-West. As duas eram casadas quando iniciariam o affair que inspiraria cartas apaixonadas e o clássico “Orlando”, de Woolf, sobre um nobre que viveu por muitos séculos, transformando-se em mulher. “’Vita & Virginia’ será uma visceral história de amor, uma exploração vívida da criatividade e uma perspectiva enérgica de uma das mais icônicas escritoras do mundo”, declarou Chanya Button em comunicado. “Freqüentemente associamos mulheres do passado à opressão, ligadas aos deveres do casamento, da propriedade e da vida doméstica. Mas o que ‘Vita & Virgínia’ oferece é um exemplo de relacionamento onde mulheres ousadas e brilhantes dobraram estas instituições a sua vontade, ainda que a um grande custo pessoal”, completou a cineasta. Button, que estreou em 2015 com “Burn Burn Burn”, indicado ao BIFA, principal prêmio do cinema indie britânico, também assina o roteiro em parceria com a veterana atriz Eileen Atkins (“Magia ao Luar”), em cuja peça o filme será baseado.
França derruba lei que proíbe filmes com cenas de sexo explícito para menores
A França passou a permitir, a partir desta quinta-feira (9/2), que menores de idade possam assistir a filmes com cenas de sexo explícito. Um decreto do Ministério de Cultura francês eliminou o artigo da lei que estabelecia que todo filme com cenas de sexo explícito devia ser automaticamente proibido para menores. Caberá agora à Comissão Nacional de Cinema, que já analisa todos os filmes lançados no pais, determinar a classificação etária de cada produção, de acordo com o contexto das situações de sexo. Com esta decisão, o governo atende a uma antiga reivindicação da indústria cinematográfica francesa, ao mesmo tempo em que limita a margem de pressão da associação fundamentalista católica Promouvoir, que tenta impedir a exibição para menores de vários filmes. Os casos recentes mais polêmicos foram “Azul É a Cor Mais Quente” (2013), de Abdellatif Kechiche, que venceu a Palma de Ouro no Festival de Cannes, e “Love” (2015), do franco-argentino Gaspar Noé. Após serem inicialmente liberados para menores de 16 anos, os filmes enfrentaram uma campanha da Promouvoir, que conseguiu elevar sua classificação etária e vetá-los para menores de 18 anos em sua estreia. A mudança na legislação não é uma liberação generalizada, mas um entendimento de que cada caso tem suas peculiaridades. “Azul É a Cor Mais Quente”, por exemplo, é um filme sobre jovens, aos quais os jovens de 16 anos deveriam ter acesso. O decreto estabelece que a classificação deverá ser “proporcional às exigências da proteção da infância e da juventude, levando em conta a sensibilidade e o desenvolvimento da personalidade próprias a cada idade e o respeito à dignidade humana”. Continuarão a ser proibidos para adolescentes os filmes que contenham cenas “que, em particular por sua acumulação, possam perturbar a sensibilidade dos menores” ou que apresentem a violência como um fato positivo ou a banalizem. Além disso, o decreto também prevê que qualquer reclamação referente ao conteúdo de um filme seja enviada diretamente ao Tribunal de Apelação de Paris. Desta forma, o Ministério pretende encurtar os prazos nos possíveis litígios de casos em que a classificação de um filme seja levada à justiça.












