Camila Queiroz vai estrelar novela inspirada em clássico do cinema italiano
A atriz Camila Queiroz (“Verdades Secretas”) vai voltar a estrelar uma novela da Globo. Segundo o site Notícias da TV, ela foi escalada como protagonista de “Amor Perfeito”, nova novela das 18h da emissora – que vai substituir “Mar do Sertão” no ano que vem. Criada por Duca Rachid (“Órfãos da Terra”) e Júlio Fischer (“Nos Tempos do Imperador”), a nova novela será inspirada em “Marcelino Pão e Vinho”, livro de José María Sánchez Silva que virou filme em 1955, um enorme sucesso do cinema italiano, que rendeu ao diretor Ladislao Vajda (1906-1965) o Urso de Prata no Festival de Berlim. O livro e o filme narram a história de um menino criado em um mosteiro que sonha em encontrar sua mãe. A novela vai mudar um pouco a história para mostrar o conflito entre Gilda (Mariana Ximenes, de “Ilha de Ferro”) e sua enteada Maria Elisa (Queiroz) pelo poder e o amor de um homem. Após cair numa armadilha da madrasta, a jovem será presa injustamente e acabará separada do filho, que crescerá como órfão. O elenco ainda vai contar com Rafael Cardoso (“Salve-se Quem Puder”), Rafael Sieg (“Cidade Invisível”), Elzio Vieira (“Segunda Chamada”) e Guito (“Pantanal”). “Amor Perfeito” vai marcar o reencontro de Queiroz com a Globo. Em 2021, a atriz entrou em atrito com a emissora porque as gravações de “Verdades Secretas 2” foram estendidas além do previsto em contrato, criando um conflito com seus compromissos com a Netflix. Na ocasião, a Globo considerou as “demandas contratuais inaceitáveis” e optou por seguir a novela sem ela, concluindo a trama sem a participação da atriz. Na Netflix, Camila apresenta o reality show “Casamento às Cegas Brasil” e estrela a série “De Volta aos 15”, além de ter feito o filme “Procura-se” na HBO Max. Apesar dessa agenda cheia, ela já vinha flertando um retorno à Globo há algum tempo e chegou a participar do programa “Altas Horas” em outubro. “Amor Perfeito” ainda não tem previsão de estreia. Camila Queiroz será vista a seguir na 2ª temporada de “Casamento às Cegas Brasil”, que estreia nessa quarta (28/12) na Netflix.
Johnny Depp teria criado problemas em filme francês
O ator Johnny Depp (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”) foi acusado de ter retomado velhos hábitos no primeiro filme após o fim do seu processo contra a ex-mulher, a atriz Amber Heard (“Aquaman”). Recentemente, ele trabalhou no drama de época francês “Jeanne du Barry” (anteriormente intitulado “La Favorite”). A acusação de comportamento errático e inadequado foi feita pelo ator e comentarista Bernard Montiel (“Crépuscule des Ombres”), durante o talk show francês “Touche Pas à Mon Poste!”. Embora o programa tenha ido ao ar em outubro, só agora começou a circular na mídia internacional. Em sua participação, Montiel contou que Depp e a diretora Maïwen (“Meu Rei”) estraram várias vezes em conflito. “Ouvi algum barulho sobre as filmagens, coisas muito sérias”, disse Montiel. “Então, [ouvi que Depp é] um excelente ator quando entra no set, exceto de manhã quando a equipe está pronta e ninguém aparece. Então é claro que Maïwenn, que é a diretora, fica brava e no dia seguinte é ela quem não aparece. E você tem Johnny Depp, e ela não está lá. Acabou que [as filmagens] nesta semana estão indo muito, muito mal. Eles não se dão bem; eles ficam gritando um com o outro o tempo todo.” Supostos atrasos como esse já renderam muitas críticas a Depp. No set de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar” (2017), era comum que a equipe reclamasse constantemente que o ator não cumpria os horários. Na ocasião, o Hollywood Reporter chegou a reportar que fontes próximas à produção relataram “histórias de consumo excessivo de álcool, brigas físicas com [a ex-esposa de Depp, Amber] Heard e atrasos constantes no set, que muitas vezes deixavam centenas de figurantes esperando por horas seguidas.” Naquela época, o produtor Jerry Bruckheimer disse que “você precisa entender o tipo de pressão que Johnny estava sofrendo na Austrália [onde o filme foi rodado]… Às vezes, helicópteros o seguiam até em casa. Havia tanta mídia fora de seus portões que os caminhões os alimentavam. Havia tanta coisa inventada sobre ele: que Johnny teve uma briga no set e voltou para os Estados Unidos, que nós dois lemos enquanto estávamos no seu trailer.” Esse tipo de comportamento também foi usado contra Depp no seu julgamento por difamação contra Amber Heard. Durante o julgamento, Tracey Jacobs testemunhou que trabalhou como agente do ator por décadas e afirmou que explicou a Depp que seu atraso constante e uso de substâncias estavam prejudicando sua carreira. A CNN citou Jacobs como tendo dito: “Sua estrela havia diminuído devido à dificuldade em conseguir empregos para ele, dada a reputação que ele adquiriu devido aos seus atrasos e outras coisas… As pessoas estavam conversando e havia dúvidas sobre seu comportamento.” Apesar de todos os problemas, “Jeanne du Barry” concluiu suas filmagens e agora está em pós-produção. O filme vai contar a história da vida de Jeanne Bécu (interpretada pela diretora Maïwen), que nasceu como filha ilegítima de uma costureira em 1743 e virou madame, ao escalar os privilégios da corte de Luís XV (papel de Depp) cmo última amante oficial do rei francês. O filme ainda não tem previsão de estreia. "Ils s'engueulent en permanence" Les révélations de @bernard_montiel sur le comportement de Johnny Depp sur le tournage de son dernier film ! #TPMP pic.twitter.com/yQuw08ey2i — TPMP (@TPMP) October 4, 2022
“Glass Onion” registra 6ª maior estreia de filme na Netflix
O filme “Glass Onion: Um Mistério Knives Out”, continuação de “Entre Facas e Segredos” (2019), estreou em 1º lugar na Netflix, acumulando incríveis 82 milhões de horas assistidas. Segundo estimativas da Netflix, o filme foi visto por 35 milhões de perfis de assinantes. Como a Netflix contabiliza sua audiência semanalmente, a última contagem levou em consideração o intervalo de tempo entre os dias 19 e 25 de dezembro. Porém, “Glass Onion” estreou no dia 23, o que significa que teve apenas três dias para atingir sua marca. A audiência representa a 6ª maior estreia de todos os tempos para um filme da Netflix. O lançamento ficou atrás de “Imperdoável” (que estreou com 85,8 milhões de horas assistidas), “Agente Oculto” (88,5 milhões de horas), “O Projeto Adam” (92,4 milhões), “Não Olhe Para Cima” (111 milhões) e “Alerta Vermelho” (148,7 milhões). Ao contrário desses outros títulos, porém, “Glass Onion” foi a primeira produção da Netflix a ter uma grande distribuição nas principais redes de cinemas dos EUA antes da sua estreia no streaming. A Netflix não divulga os ganhos de bilheteria, mas o Hollywood Reporter apurou que o filme deve ter rendido cerca de US$ 13 milhões no único fim de semana em que ficou nos cinemas. É possível que a audiência do cinema tenha impedido “Glass Onion” de se posicionar melhor dentro da Netflix, já que as pessoas que tiveram a experiência na tela grande podem não querer rever o filme em casa. Por isso, o CEO da Netflix, Ted Sarandos, é contra grandes lançamentos da plataforma no circuito cinematográfico. “Existem todos os tipos de debates o tempo todo, indo e vindo. Mas não há dúvida internamente de que fazemos nossos filmes para nossos membros e realmente queremos que eles os assistam na Netflix ”, disse Sarandos durante uma teleconferência em outubro. “A maioria das pessoas assiste a filmes em casa”. Entretanto, o diretor Rian Johnson insistiu para que o filme fosse distribuído no cinema. “Qualquer cinema em que possamos colocá-lo, a qualquer momento, estou pressionando para colocá-lo”, disse ele no início de dezembro. “Quero que mais pessoas tenham a oportunidade de assistir”. Na trama de “Glass Onion: Um Mistério Knives Out”, um grupo seleto de detetives amadores e profissionais é reunido na ilha de um milionário para resolver um assassinato de brincadeira. Mas então, de forma típica, as luzes se apagam e alguém cai morto de verdade. Convidado para a festa, o detetive Benoit Blanc (personagem de Daniel Craig) se vê às voltas com um grupo diversificado de suspeitos, que conta com Leslie Odom Jr. (“Uma Noite em Miami”), Kathryn Hahn, (“WandaVision”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Kate Hudson (“Music”), Jessica Henwick (“Matrix Ressurections”), Madelyn Cline (“Outer Banks”) e Edward Norton (“O Incrível Hulk”), que interpreta o dono da ilha. Primeira de duas sequências de “Entre Facas e Segredos” (2019) desenvolvidas por Rian Johnson para a Netflix, “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” teve uma première bastante aplaudida no Festival de Toronto e chegou à Netflix com 93% de aprovação, na média do agregador de críticas Rotten Tomatoes. Confira abaixo o trailer do filme.
James Cameron cortou 10 minutos de tiros em “Avatar 2” para não glamorizar armas
O cineasta James Cameron cortou cerca de 10 minutos de cenas de tiroteios do filme “Avatar: O Caminho da Água” por não querer glamorizar o uso de armas em cenas de ação, devido ao aumento de violência armada nos Estados Unidos. “Na verdade, cortei cerca de 10 minutos do filme de cenas ação com armas de fogo”, disse Cameron à revista Esquire Middle East. “Eu queria me livrar de um pouco da feiúra, encontrar um equilíbrio entre a luz e a escuridão.” O diretor disse ainda que “você tem que ter conflito, é claro. Violência e ação são a mesma coisa, dependendo de como você olha para isso. Esse é o dilema de todo cineasta de ação, e sou conhecido como um cineasta de ação”. “Eu olho para trás para alguns filmes que fiz e não sei se gostaria de fazer esses filmes agora”, contou o diretor. “Não sei se gostaria de fetichizar a arma, como fiz em alguns filmes de ‘O Exterminador do Futuro’ há mais de 30 anos, em nosso mundo atual.” “O que está acontecendo com as armas em nossa sociedade revira meu estômago”, disse Cameron. “Fico feliz por morar na Nova Zelândia, onde eles baniram todos os rifles de assalto duas semanas depois daquele horrível tiroteio na mesquita alguns anos atrás”, acrescentou ele. Recentemente, o diretor falou sobre um possível retorno à franquia “O Exterminador do Futuro” e já deixou claro que, caso isso aconteça, sua abordagem seria diferente. “Se eu fizesse outro filme do ‘Exterminador do Futuro’ e talvez tentasse lançar aquela franquia novamente, o que está em discussão, mas nada foi decidido, eu faria muito mais sobre o lado da IA [Inteligência Artificial] do que dos robôs malvados enlouquecidos”, disse ele ao podcast “Smartless”. “Avatar: O Caminho da Água” está em cartaz nos cinemas e já rendeu mais de US$ 950 milhões nas bilheterias mundiais. A continuação acompanha a família dos personagens Sully (Sam Worthington) e Neytiri (Zoe Saldaña), introduzindo seus filhos, que são forçados a buscar asilo com uma tribo litorânea ao serem expulsos de sua comunidade na floresta pelos invasores da Terra. O elenco também inclui a volta da maioria dos atores do primeiro filme – como Sigourney Weaver, Stephen Lang, CCH Pounder, Joel David Moore e Matt Gerald (mas não Michelle Rodriguez!) – , junto com novidades como Kate Winslet (“O Leitor”), Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”), Oona Chaplin (“Game of Thrones”), Edie Falco (“Nurse Jackie”) e Cliff Curtis (“Fear the Walking Dead”). Assista abaixo ao trailer de “Avatar: O Caminho da Água”.
“The Witcher: A Origem” tem pior avaliação da história da Netflix
A minissérie “The Witcher: A Origem” (The Witcher: Blood Origin), fantasia derivada de “The Witcher” lançada nesse domingo na Netflix, acumulou a pior avaliação do público na história do serviço de streaming. Até o momento, a atração está com uma aprovação de apenas 8% entre no público, segundo apontado pelo site Rotten Tomatoes. Para se ter uma ideia, uma das séries com a avaliação mais baixa dos últimos anos foi “Resident Evil”. Apesar de ter sido amplamente odiada pelo público e cancelada pela Netflix, a série baseada na famosa franquia de games ainda conseguiu uma aprovação de 26% entre os espectadores, um número três vezes maior do que “The Witcher: A Origem”. A série ficou atrás até mesmo do filme “365 Dias” (2020), que tem 0% de aprovação entre a crítica, mas ainda assim conseguiu agradar 29% do público. Entre a critica especializada, a aprovação de “The Witcher: A Origem” cresce um pouco mais, chegando a 38%. Ainda assim, essa nota está muito distante da série original, “The Witcher”, que tem 81% de aprovação entre a crítica e 75% entre o público. Vale destacar que “The Witcher: A Origem” estava no alto da lista de séries mais assistidas da Netflix durante o final de semana, o que significa que o público estava interessado em assistir a atração. Agora, esse mesmo público (e crítica) está descontando a frustração em postagens nas redes sociais e no site Rotten Tomatoes. Um fã escreveu assistir a minissérie era “uma tortura”. Outro disse que “é uma piada! Uma piada sem sentido e implacável!”. Teve também quem dissesse: “Esta é apenas uma série terrível”. “Como? Como isso passou de incrível para terrivelmente ruim?”, questionou outro. “Eu tentei. Acredite, eu tentei, embora soubesse que SEM Cavill provavelmente não seria tão bom, mas foi chocantemente ruim! Bom Deus… não perca seu tempo!” Entre a crítica, os comentários não são muito melhores. Joshua Alston, do site Variety, disse que “‘A Origem’ é para a série de televisão ‘The Witcher’ como um pacote de expansão para download descuidado seria para os videogames populares de ‘Witcher’. Somente os completistas precisam se inscrever”. Bob Strauss, do jornal San Francisco Chronicle, afirmou que “apesar de sua rapidez narrativa e ação impactante (graças a Michelle Yeoh, por emprestar sua influência e presença), ‘A Origem’ é apenas uma perda de tempo”. E Angela Han, do site/revista The Hollywood Reporter, disse: “para citar um dos personagens, ‘isso já foi feito muitas vezes antes'”. Entre os poucos comentários positivos que a minissérie recebeu, os destaques ficam por conta de Jack Seale, do Guardian, e Brian Lowry, da CNN. Curiosamente, ambos elogiaram o fato de atração ter apenas quatro episódios – ou seja, pode até ser ruim, mas pelo menos acaba rápido. A trama é ambientada no mundo élfico, 1200 anos antes dos acontecimentos de “The Witcher”, e conta a história de origem do primeiro Witcher/Bruxo e dos eventos que levaram à crucial “conjunção das esferas”, que fundiu o mundo de monstros, homens e elfos num só. A produção foi desenvolvida por um dos roteiristas de “The Witcher”, Declan de Barra, além da showrunner da série original, Lauren Schmidt, e contou com supervisão de Andrzej Sapkowski, o autor dos livros que inspiraram a franquia. O elenco destaca Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”) como uma guerreira e líder dos elfos, além de Sophia Brown (“Giri/Haji”), Laurence O’Fuarain (“O Limite”), Lenny Henry (“Broadchurch”), Jacob Collins-Levy (“The White Princess”), Mirren Mack (“Sex Education”), Francesca Mills (“Harlots”), Dylan Moran (“Maratona do Amor”) e Nathaniel Curtis (“It’s a Sin”). “The Witcher: A Origem” foi lançada no domingo (25/12) na Netflix. Assista abaixo ao trailer.
Diretor não gostou do título “Glass Onion: Um Mistério Knives Out”
O cineasta Rian Johnson não aprovou o título do seu novo filme, “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” (Glass Onion: A Knives Out Mystery), continuação de “Entre Facas e Segredos” (2019), lançado na semana passada na Netflix. Em entrevista à revista The Atlantic, o diretor lamentou que o título fizesse referência ao filme anterior. A ideia de Johnson era separar “Glass Onion” de “Entre Facas e Segredos” (ou “Knives Out”, em inglês). Sua inspiração foram os livros de Agatha Christie, que traziam os mesmos personagens, mas em aventuras separadas, como “Assassinato no Expresso Oriente” e “Morte Sobre o Nilo”, ambos estrelados pelo personagem Hercule Poirot. “Eu tentei muito torná-los [os filmes] autossuficientes. Honestamente, estou chateado por termos ‘A Knives Out Mystery’ no título”, disse Johnson. “Queria que se chamasse apenas ‘Glass Onion’”. O descontentamento de Johnson não leva em consideração a péssima tradução nacional que o filme ganhou. Imagine se soubesse a bagunça que ficou no Brasil, onde o primeiro filme se chamou “Entre Facas e Segredos”, como tradução para “Knives Out”, mas o título nacional da sequência adotou um portinglês safado, “Um Mistério Knives Out”, jurando que fazia sentido. Johnson ainda acrescentou: “Eu entendo e quero que todos que gostaram do primeiro filme saibam que este é o próximo da franquia, mas também, todo o apelo para mim é que seja como um novo romance na prateleira. Só que há uma gravidade de mil sóis em relação à narrativa serializada.” Na trama de “Glass Onion: Um Mistério Knives Out”, um grupo seleto de detetives amadores e profissionais é reunido na ilha de um milionário para resolver um assassinato de brincadeira. Mas então, de forma típica, as luzes se apagam e alguém cai morto de verdade. Convidado para a festa, o detetive Benoit Blanc (personagem de Daniel Craig) se vê às voltas com um grupo diversificado de suspeitos, que conta com Leslie Odom Jr. (“Uma Noite em Miami”), Kathryn Hahn, (“WandaVision”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Kate Hudson (“Music”), Jessica Henwick (“Matrix Ressurections”), Madelyn Cline (“Outer Banks”) e Edward Norton (“O Incrível Hulk”), que interpreta o dono da ilha. Primeira de duas sequências de “Entre Facas e Segredos” (2019) desenvolvidas por Rian Johnson para a Netflix, “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” teve uma première bastante aplaudida no Festival de Toronto e chegou à Netflix com 93% de aprovação, na média do agregador de críticas Rotten Tomatoes. Confira abaixo o trailer do filme.
Wolverine e Deadpool se odeiam no novo filme, diz Hugh Jackman
O ator Hugh Jackman (“Logan”) revelou alguns detalhes sobre a sua participação no filme “Deadpool 3”, no qual ele vai voltar a encarnar o herói “Wolverine”. Segundo o ator, ainda que o filme vá reunir os dois heróis, a relação deles não será das melhores. Em entrevista ao podcast da revista Empire, Jackman foi questionado sobre como ele caracterizaria a relação de Wolverine e Deadpool (interpretado por Ryan Reynolds) no longa, e disse que eles “se odeiam”. “Como posso categorizá-la? Nota dez sendo muito próximos, e zero sendo a realidade, somos zero, somos opostos, nos odiamos”, explicou ele. Jackman ainda entrou comentou a visão do seu personagem sobre Deadpool. “Só estou falando da minha perspectiva, [Logan] está frustrado com ele, quer estar a um milhão de quilômetros de distância dele ou quer dar um soco na cabeça dele. Infelizmente, ele não pode estar a um milhão de quilômetros de distância dele neste filme, então provavelmente vou dar muitos socos na cabeça dele.” Recentemente, ele explicou que apesar Wolverine estar de volta e integrado ao MCU, “Deadpool 3” não mexeria com a linha temporal de “Logan” (2017). “É tudo por causa desse dispositivo que eles têm no mundo da Marvel, capaz de se mover nas linhas temporais. Agora podemos voltar porque, você sabe, é ciência, então não preciso mexer com a linha do tempo de ‘Logan’, o que era importante para mim”, disse Jackman numa entrevista anterior. “E acho que provavelmente era importante para os fãs também”. Vale lembrar que Wolverine e Deadpool já dividiram a tela antes em “X-Men Origens: Wolverine” (2009), porém essa é uma linha temporal que todos os filmes posteriores ignoraram. “Deadpool 3” chegará aos cinemas em novembro de 2024.
Stephen Greif, ator de “The Crown”, morre aos 78 anos
O ator britânico Stephen Greif, conhecido por fazer participações em séries como “Blake’s 7” e “The Crown”, morreu aos 78 anos. Sua morte foi anunciada por seus representantes por meio de uma publicação nas redes sociais, mas a causa da morte não foi revelada. Dono de uma carreira longeva que se estendeu por mais de 50 anos, Stephen Greif trabalhou sem parar em filmes, séries e teatro. Ao todo, ele tem mais de 130 créditos como ator. Nascido em 26 de agosto de 1944, em Hertfordshire, na Inglaterra, Greif se formou com honras na Academia Real de Artes Dramáticas. Ele também foi membro da Royal Shakespeare Company e foi indicado ao prêmio Laurence Olivier e London Critics Circle por seu trabalho no National Theatre por muitos anos. Suas primeiras aparições na TV foram justamente em filmagens das peças de teatro que ele estrelava, como “The Tragedy of King Richard II” (1970) e “Edward II” (1970). Logo, porém, ele já conseguiu seu primeiro papel em um filme, “Nicholas e Alexandra” (1971), além de sempre fazer participações em séries de TV. Um dos seus primeiros papéis de destaque na TV foi na série sci-fi “Blake’s 7”, na qual interpretou o vilão comandante Travis. Ele também apareceu em 12 episódios de “Citizen Smith”, além de diversas participações esporádicas em outras séries, como “Casal 20” (em 1983), “Zorro” (1990) e “EastEnders” (1996) Os créditos de Greif também incluem muitas outras séries e, mais recentemente, ele apareceu em “O Alienista”, e na 4ª temporada de “The Crown”, na qual interpretou o presidente do parlamento, Sir Bernard Weatherill. No cinema, seus créditos incluem os filmes “Spartan” (2004), “Casanova” (2005), “A Outra Face da Raiva” (2005), “Trair é uma Arte” (2009) e “A Dama Dourada” (2015). Os últimos trabalhos de Greif como ator foram no filme “D Is for Detroit” (2022) e no game “Total War: Warhammer III” (2022), no qual ele dublou um dos personagens.
4ª e última temporada de “Jack Ryan” já terminou de ser gravada
A 4ª temporada da série de espionagem “Jack Ryan” já terminou de ser gravada. A informação foi divulgada pelo protagonista John Krasinski, em entrevista ao site The Wrap, por ocasião do lançamento do terceiro ano da produção, que chegou nesta semana à plataforma Prime Video, da Amazon. “Já terminamos [a 4ª temporada], na verdade filmamos a três e a quatro consecutivamente”, disse Krasinski. “Então essa era a ideia, sabendo que os fãs esperaram tanto entre a dois e a três, decidimos fazer a três e a quatro consecutivamente, para que eles não tivessem que esperar tanto tempo novamente.” De fato, os fãs tiveram que esperar três anos pela 3ª temporada devido à pandemia. Ainda que a espera seja menor agora, ela terá um sabor agridoce, visto que a 4ª temporada também será a última. “Sendo a última temporada da série, acho que é realmente uma celebração desta equipe, é uma celebração da confiança e como nada pode ser feito se não pudermos confiar um no outro”, disse ele. “Então foi provavelmente o maior feito de todas as temporadas, resultado de como todos nós trabalhamos juntos. Eu estou realmente ansioso [pelo desfecho].” Ainda que não tenha entrado em detalhes a respeito da trama do final, Krasinski falou um pouco sobre o período intenso de gravações e as locações onde a história se passa. “Que desafio incrível foi para todos nós, que durou mais de um ano e meio”, contou. “Tivemos uma pequena pausa no meio disso, mas ficamos essencialmente longe de nossas famílias por mais de um ano e meio. E não apenas de Nova York a Los Angeles, estivemos em Budapeste e na Eslováquia, em Praga e em vários outros lugares. Nas Ilhas Canárias. É uma bênção fazer isso, mas ainda assim é difícil.” O título completo da atração é “Tom Clancy’s Jack Ryan”, mas ironicamente a série não é uma adaptação literal dos livros do escritor Tom Clancy, como foram os primeiros filmes do personagem nos anos 1990. As histórias acompanham o começo da carreira de Ryan na CIA em situações originais concebidas pelo primeiro showrunner, Carlton Cuse (séries “Lost”, “Bates Motel”), em parceria com o ex-marine Graham Roland (roteirista das séries “Lost” e “Fringe”). A 3ª temporada de “Tom Clancy’s Jack Ryan” já está disponível na plataforma de streaming Amazon Prime Video. Já a 4ª e última temporada ainda não tem previsão de estreia. Assista abaixo ao trailer mais recente da série.
Glass Onion: Diretor confessa ter feito filme na Grécia para aproveitar e tirar férias
O cineasta Rian Johnson (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) revelou que escolheu realizar o filme “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” na Grécia porque queria tirar férias lá. A confissão foi feita durante a entrevista coletiva do lançamento do filme, que chegou na Netflix nesta sexta (23/12). “Escrevi o roteiro em 2020, no meio do lockdown. Então, como muita gente, eu estava sentado em casa, meio que desejando estar em uma ilha grega”, contou ele. “Isso pode ter algo a ver com a locação do novo filme”, completou. Continuação de “Entre Facas e Segredos” (2019), “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” foi rodado na ilha de Spetses e na vila de Porto Heli, na Grécia. Além disso, o filme também tem locações em Belgrado, na Sérvia. Além de filmarem na costa da Grécia, a produção também alugou uma mansão que serviu como cenário e moradia para o elenco. “Foi como tirar férias de verão e fazer um filme durante o descanso”, brincou o diretor. Outro motivo para a mudança de cenário é porque Johnson não queria ver o detetive Benoit Blanc (interpretado por Daniel Craig) num local similar ao do primeiro filme. Segundo o diretor, a ideia era explorar o conceito de locações exóticas das obras de Agatha Christie. Enquanto em “Entre Facas e Segredos” (2019), a ação se passava quase toda dentro de uma mansão antiga e sombria, emulando filmes como “Assassinato por Morte” (1976) e “Os Sete Suspeitos” (1985), agora a ação se passa numa região costeira ensolarada. Johnson falou sobre a sua admiração por Christie. “Ela sempre contava uma história distinta em cada livro, com personagens diferentes, um novo local. Ela explorava gêneros distintos, testava reviravoltas que nunca tinham sido feitas antes”, disse ele. “Então, eu não queria fazer apenas uma continuação, a ideia era produzir algo completamente novo.” “E, na literatura de suspense, é claro que existe uma tradição de crimes na Inglaterra ou em mansões confortáveis do nordeste norte-americano, mas também há um viés rico a ser explorado de assassinatos durante viagens. ‘As Férias de Poirot’, ‘Morte no Nilo’, ‘O Fim de Sheila’… Podíamos tirar algo legal desse gênero de mistério nas férias. Então, decidimos mergulhar nisso.” Na trama do filme, um grupo seleto de detetives amadores e profissionais é reunido na ilha de um milionário para resolver um assassinato de brincadeira. Mas então, de forma típica, as luzes se apagam e alguém cai morto de verdade. Convidado para a festa, o detetive Benoit Blanc (personagem de Daniel Craig) se vê às voltas com um grupo diversificado de suspeitos, que conta com Leslie Odom Jr. (“Uma Noite em Miami”), Kathryn Hahn, (“WandaVision”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Kate Hudson (“Music”), Jessica Henwick (“Matrix Ressurections”), Madelyn Cline (“Outer Banks”) e Edward Norton (“O Incrível Hulk”), que interpreta o dono da ilha. Primeira de duas sequências de “Entre Facas e Segredos” (2019) desenvolvidas por Rian Johnson para a Netflix, “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” teve uma première bastante aplaudida no Festival de Toronto e chegou à Netflix com 94% de aprovação, na média do agregador de críticas Rotten Tomatoes. Confira abaixo o trailer do filme.
Zachary Levi defende mudanças feitas por James Gunn na DC
O ator Zachary Levi (“Shazam!”) defendeu as mudanças e os cancelamentos propostos pelo cineasta James Gunn e o produtor Peter Safran (ambos de “O Esquadrão Suicida”) nos próximos filmes do DCU, Universo Cinematográfico da DC Comics. Em uma live no seu Instagram, o ator pediu aos fãs que confiem na visão dos novos chefes do DC Studios e não acreditem em “conjecturas e boatos”. “Vocês não têm ideia dos raciocínios por trás de qualquer uma das decisões que estão acontecendo. A quantidade de conjecturas, boatos, drama e bobagens que continuam circulando por aí no Instagram e no Twitter é risível. É incrivelmente ridículo”, disse Levi. “Então, eu diria apenas para serem pacientes e darem a eles algum espaço e algum tempo para tentarem fazer algo realmente especial.” Levi disse ainda que a ideia de unificar o Universo Cinematográfico da DC foi algo que Zack Snyder tentou fazer, mas “acabou não se materializando”. Ele acrescentou que Gunn e Safran “não estão apenas tomando decisões porque gostam ou não gostam de alguém. Eles estão tomando decisões com base no que é melhor para a Warner Bros., DC, todo o estúdio e entidade, e estão tentando deixar o máximo de fãs, e a maioria do público, felizes.” “Se você está por aí e realmente gosta do que aconteceu antes, tudo bem. Mas perceba que há muitas pessoas que não gostaram dessas coisas, e devemos sempre tentar atingir o máximo de público possível, fazer o maior número possível de pessoas felizes”, continuou ele. “É para isso que estamos no entretenimento, e é isso que eu acho que Peter e James estão tentando fazer.” O ator reconheceu que a dupla não está numa posição fácil. “Eles receberam todas essas coisas que já estavam em muitos conflitos. Então, pessoal, apenas dêem um tempo para eles. Vão com calma. Respirem. É feriado, pelo amor de Deus. Apenas aproveitem as férias, dêem a eles algum tempo para aproveitarem as férias e vamos ver o que acontece do outro lado disso”, completou. Levi também falou sobre seu próximo filme, “Shazam! Fúria dos Deuses”, dizendo que é “ainda melhor que o primeiro e o primeiro foi muito bom”. Ele também esclareceu que não estava elogiando James Gunn e Peter Safran porque sua vaga na nova DC estava garantida. “Escute, não tenho ideia do que vai acontecer comigo”, disse Levi. “Acho que estou em uma posição muito boa, acho que fizemos um ótimo filme, acho que vai dar certo – razoavelmente bem, espero que sim. Mas, novamente, independentemente disso, se eles decidirem em algum momento que esse é o caminho que devemos seguir – a vida é assim, é assim que funciona.” Entre as mudanças propostas por James Gunn e Peter Safran estão os cancelamentos de grandes projetos da DC, como “Mulher-Maravilha 3”, que seria dirigido por Patty Jenkins e estrelado por Gal Gadot, e a continuação de “O Homem de Aço” (2013), que seria estrelada por Henry Cavill. Mais recentemente, o ator Dwayne “The Rock” Johnson anunciou que “Adão Negro 2” também não está nos planos imediatos do DC Studios. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Zachary Levi (@zacharylevi)
“Babilônia”, com Brad Pitt e Margot Robbie, é “pior filme de 2022”, segundo crítica dos EUA
Uma das grandes apostas para a temporada de premiações, o filme “Babilônia”, novo trabalho do cineasta Damien Chazelle (“La La Land”), estrelado por Brad Pitt e Margot Robbie (ambos de “Era uma Vez em… Hollywood”), decepcionou a crítica dos EUA. Embora o longa de mais de três horas de duração tenha defensores, os detratores estão chamando muito mais atenção com frases desmoralizantes sobre a produção, que chegou aos cinemas americanos nesta sexta-feira (23/12). O crítico Dan Gentile, do prestigioso site de notícias californiano SFGate, chamou “Babilônia” de “o pior filme de 2022”, apontando que a estética exagerada do filme “poderia ser melhor descrita como um anúncio de perfume”. Gentile brinca ainda que felizmente “é bom não sentir o cheiro [do perfume], porque nos primeiros cinco minutos um elefante defeca direto na câmera”. Essa cena, em específico, foi usada como título da crítica do site Slate, em que Dana Stevens afirma que “Babilônia” é o equivalente fílmico a um elefante defecando. A crítica também destaca o aspecto visual do filme. “Chazelle está sempre encantando o espectador com sua imaginação visual e paixão pela história do cinema, mas essa espectadora poderia ter ficado um pouco menos impressionada”, disse ela, lamentando o exagero de certas cenas. Ela ainda comentou que ficou “esperando o filme se acalmar um pouco para poder observar seus personagens”, mas isso nunca aconteceu. Nem a presença de Brad Pitt e Margot Robbie foi considerada suficiente para impedir que o filme fosse considerado medíocre. Na trama, que aborda a era de Ouro de Hollywood, Robbie interpreta uma versão cocainômana de Clara Bow, símbolo sexual da transição do cinema mudo para o falado, enquanto o personagem Pitt é baseado em grandes atores dos anos 1920, como John Gilbert, que teve dificuldades de se adaptar às mudanças tecnológicas trazidas pela sonorização. “Chazelle basicamente orquestrou um desenho animado ruidoso e vulgar de um filme e, embora às vezes seja emocionante testemunhar o puro virtuosismo de sua encenação, as performances não tem foco”, escreveu Peter Debruge, do site Variety. Ele também afirma que “quase todos os personagens principais recebem um monólogo de por que os filmes são importantes. Quase todos são mal escritos.”. A crítica Manohla Dargis, do New York Times, resumiu sua opinião no título de sua resenha: “Encher a cara e cheirar. Isso é Entretenimento?” Angelica Jade Bastién, do site Vulture, criticou até a suposta sensualidade proposta pelo filme, que se perde em meio aos exageros. “‘Babilônia’ é um exemplo impressionante de como a sensualidade não nasce simplesmente de se mostrar pessoas em vários estados de nudez”. Por outro lado, o mesmo exagero é apontado como positivo em outras críticas, como a que Caryn James escreveu para a BBC. “Na melhor das hipóteses, o filme de Chazelle é uma maravilha cinematográfica, prova suficiente de que os filmes são mágicos, pois nos transporta para o mundo belo e terrível que reconhecemos como Hollywood até agora.” Já Justin Chang, do Los Angeles Times, fez uma avaliação ainda mais entusiasmada. Segundo ele, o filme celebra “a glória do cinema na era do cinema mudo: grandes performances gestuais, filmagens ao ar livre luxuosas e uma cacofonia de fundo ininterrupta que as câmeras nunca registrarão.” E Johnny Oleksinski, do New York Post, resume bem as avaliações gerais do filme. “Às vezes é deslumbrante, às vezes é derivativo. Ainda assim, há pessoas piores para se passar três horas junto do que com Brad Pitt e Margot Robbie.” Graças a essa divisão de opiniões, o filme atingiu uma aprovação de 56% da crítica no site Rotten Tomatoes, mas esse número desce para 44% quando considerados apenas os Top Critics, ou seja, aqueles que escrevem para grandes publicações. Além de Pitt e Robbie, o elenco grandioso de “Babilônia” ainda inclui Tobey Maguire (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”), Samara Weaving (“Casamento Sangrento”), Olivia Wilde (“O Caso Richard Jewell”), Jovan Adepo (“Watchmen”), Li Jun Li (“Evil”), Jean Smart (“Hacks”), P.J. Byrne (“The Boys”), Lukas Haas (“O Regresso”), Olivia Hamilton (“La La Land”), Max Minghella (“The Handmaid’s Tale”), Rory Scovel (“Physical”), Katherine Waterston (“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”), Eric Roberts (“Vício Inerente”), Ethan Suplee (“Dog – A Aventura de Uma Vida”), Phoebe Tonkin (“The Originals”), Jeff Garlin (“Curb Your Enthusiasm”) e o baixista Flea (“Queen & Slim”), da banda Red Hot Chili Peppers. O filme estreou nesta sexta-feira (23/12) nos EUA, mas o lançamento no Brasil ficou apenas para 19 de janeiro. Assista abaixo dois trailers para entender a trepidação da crítica.
Gal Gadot teria voltado à franquia “Velozes & Furiosos”
A atriz Gal Gadot (“Mulher-Maravilha”) estaria retornando à “Velozes & Furiosos” no 10º filme da franquia. A informação foi divulgada pelo site The Direct, após as primeiras sessões de testes do filme supostamente revelarem a participação nessa semana. Vale lembrar que a atriz estrelou três filmes da franquia, mas sua personagem, Gisele, morreu em “Velozes & Furiosos 6” (2013) enquanto tentava salvar seu namorado Han (Sung Kang). No entanto, recentemente o próprio Han retornou dos mortos (teria forjado a própria morte), o que abre a possibilidade de Gisele também estar viva. O ator Sung Kang já apoiou publicamente o retorno de Gadot. “Acho que precisamos de Gisele de volta… em todos os sentidos”, disse Kang ao Insider em seu ressurgimento na franquia, no ano passado. “Acho que os fãs querem isso. Precisamos fazer isso acontecer de alguma forma.” Muitos fãs especularam que, caso voltasse, Gadot apareceria apenas em um flashback, já que “Velozes & Furiosos 10” prometeu encerrar a franquia. Mas Vin Diesel também sugeriu que o filme “final” poderia ser dividido em duas partes, e a participação de Gadot pode ter a ver com isso. O perfil do Twitter BigScreenLeaks detalhou como ela aparece no longa. Spoiler ou enrolação, a personagem Gisele apareceria apenas em alguns segundos no final, o que poderia servir de gancho para outro filme, mas a reação do público à forma como ela ressurge não foi positiva e, numa segunda sessão de teste, a aparição já foi cortada. Portanto, a participação da estrela não é garantida, visto que a Universal está testando diferentes versões do longa. Como nenhuma fonte oficial comentou esse retorno, por enquanto a informação deve ser tratada como rumor. Mas um rumor que está movimento as redes sociais. Diversos fãs tuitaram sobre o assunto nesta sexta (23/12), questionando a respeito da veracidade da informação e sobre como a personagem poderia ter sobrevivido. Um usuário do Twitter brincou dizendo que “Velozes & Furiosos” é “uma franquia em que ninguém morre”, nem mesmo o personagem Brian O’Conner, apesar da morte de seu intérprete, Paul Walker, em 2013. Outro disse ainda que “morte não importa quando você tem família”, parafraseando Dominic Toretto, o personagem de Vin Diesel. Teve ainda quem brincou dizendo que “provavelmente Gisele tinha uma irmã gêmea ou algo assim”. A produção de “Velozes e Furiosos 10” começou a ser filmada em 20 de abril com Justin Lin de volta à cadeira de diretor. Mas em menos de uma semana, ele abandonou o trabalho, alegando “diferenças criativas”, e o diretor francês Louis Leterrier (“Truque de Mestre”) acabou assumindo o comando do longa. A continuação também foi reforçada pela contratação de astros como Brie Larson (a “Capitão Marvel”), Daniela Melchior (a Caça-Ratos II de “O Esquadrão Suicida”), Rita Moreno (“Amor, Sublime Amor”), Alan Ritchson (“Reacher”) e Jason Momoa (o “Aquaman”), que se unem ao já grandioso time de protagonistas – Vin Diesel, Tyrese Gibson, Ludacris, Michelle Rodriguez, Nathalie Emmanuel, Sung Kang, Jordana Brewster, Charlize Theron e possivelmente até Jason Statham. A estreia está marcada para 18 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.











