Bruce Willis é diagnosticado com demência frontotemporal
O ator Bruce Willis (“Vidro”) foi dignosticado com demência frontotemporal, uma doença que causa modificações do comportamento e da personalidade. O anúncio foi feito por sua esposa Emma Willis, sua ex-esposa Demi Moore e suas filhas, por meio de um comunicado divulgado no site da Associação para Degeneração Frontotemporal. “Como família, queríamos aproveitar esta oportunidade para agradecer a todos pelo amor e compaixão por Bruce nos últimos dez meses”, disse o comunicado. “Sua generosidade de espírito foi impressionante e estamos tremendamente gratos por isso. Por sua gentileza e porque sabemos que vocês amam Bruce tanto quanto nós, gostaríamos de atualizá-los”. Há quase um ano, foi anunciado que Willis sofria de afasia, um distúrbio de linguagem que prejudica a capacidade de comunicação. Geralmente é causado por um ataque cardíaco ou traumatismo craniano, embora em alguns casos possa se desenvolver de forma gradual e progressiva. “Desde que anunciamos o diagnóstico de afasia de Bruce na primavera de 2022, a condição de Bruce progrediu e agora temos um diagnóstico mais específico: demência frontotemporal (conhecida como FTD)”, continua o comunicado. “Infelizmente, os problemas de comunicação são apenas um sintoma da doença que Bruce enfrenta. Embora isso seja doloroso, é um alívio finalmente ter um diagnóstico claro.” A família acrescentou ainda que a “FTD é uma doença cruel da qual muitos de nós nunca ouvimos falar e pode atingir qualquer pessoa. Para pessoas com menos de 60 anos, a FTD é a forma mais comum de demência e, como o diagnóstico pode levar anos, a FTD provavelmente é muito mais prevalente do que sabemos. Hoje não há tratamentos para a doença, uma realidade que esperamos que possa mudar nos próximos anos”. “À medida que a condição de Bruce avança, esperamos que qualquer atenção da mídia possa se concentrar em lançar uma luz sobre esta doença que precisa de muito mais conscientização e pesquisa”. O diagnóstico de afasia de Willis foi compartilhado em março de 2022, junto com a notícia de que ele se aposentaria da atuação.
Contrato de Rebel Wilson a proibia de perder peso
A atriz Rebel Wilson (“De Volta ao Baile”) revelou que seu contrato na franquia de comédia “A Escolha Perfeita” a proibia de perder peso. A revelação foi feita durante a participação da atriz no podcast “Call Her Daddy”, em que ela discutiu sua jornada de emagrecimento. “Eu esperei até ‘A Escolha Perfeita’ parecer que tinha acabado”, disse Wilson sobre o início da sua dieta. “Eu não podia perder muito peso porque estava nos contratos daquele filme. Você não pode perder – acho que não é mais do que 4,5 quilos ou ganhar mais de 4,5 quilos. Você tem que ficar no peso. Está no seu contrato”. Por conta disso, Wilson, que interpretou a personagem Fat Amy (Amy Gorda) na franquia, precisou atrasar o início dos seus planos. “Mas eu estive pensando por um tempo como, ‘Oh, eu quero ficar mais saudável'”. “E eu fui estereotipada ao interpretar aquela amiga gorda e engraçada, o que é muito difícil porque eu amo esses papéis”, continuou ela. “Eu amo fazer os papéis, amo essas personagens. Mas então eu queria fazer mais coisas, mas senti que ao ser a garota grande, você é apenas mais rotulada.” Em uma entrevista anterior, ao site The Hollywood Reporter, Wilson também falou sobre o rótulo que recebeu. “Fui muito estereotipada para interpretar a garota gorda e engraçada, que eu amava e com a qual ganhei milhões de dólares”, disse ela na época. “Para mim, isso não foi negativo, mas às vezes, quando você se transforma fisicamente, pode fazer as pessoas olharem para você de uma maneira ligeiramente diferente. Pode haver benefícios nisso e as pessoas olham para você e dizem: ‘Oh, ela está diferente agora, talvez devêssemos escalá-la para projetos diferentes.’” Rebel Wilson será vista a seguir no romance musical “Verona”, baseada na história real que inspirou o clássico “Romeu e Julieta”, de William Shakespeare. O filme chega aos cinemas americanos na véspera do Natal. Confira abaixo o trailer “A Escolha Perfeita”.
“Avatar: O Caminho da Água” domina premiação de efeitos visuais
O filme “Avatar: O Caminho da Água” confirmou seu favoritismo no VES Awards, premiação promovida pelo Sindicato dos Técnicos de Efeitos Especiais dos EUA. O filme de James Cameron já havia batido o recorde de maior número de indicações já recebidas por uma produção, e saiu do evento na última quarta-feira (15/2) com nove prêmios. Entre as estatuetas vencidas por “Avatar”, estão as de Melhores Efeitos Visuais, Melhor Personagem Animado, Melhor Ambiente e Melhor Fotografia Digital. A animação “Pinóquio por Guillermo del Toro” também se destacou na sua categoria, vencendo três prêmios: Melhores Efeitos Visuais em Animação, Melhor Personagem Animado em Animação e Melhor Ambiente Criado em Animação. Já entre as séries, o destaque ficou “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder”, também contemplada em três categorias. Confira abaixo a lista completa dos vencedores. Melhores Efeitos Visuais em Filme “Avatar: O Caminho da Água” Melhores Efeitos Visuais de Apoio em Filme “Treze Vidas: O Resgate” Melhores Efeitos Visuais em Animação “Pinóquio por Guillermo del Toro” Melhores Efeitos Visuais em Série “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” Melhores Efeitos Visuais de Apoio em Série “Cinco Dias no Hospital Memorial” Melhores Efeitos Visuais em Projeto de Tempo Real “The Last of Us Part I” Melhores Efeitos Visuais em Comercial “Frito-Lay; Push It” Melhores Efeitos Visuais em Projeto de Local Especial “ABBA: Voyage” Melhor Personagem Animado em Filme Kiri, “Avatar: O Caminho da Água” Melhor Personagem Animado em Animação Pinocchio, “Pinóquio por Guillermo del Toro” Melhor Personagem Animado em Série, Comercial ou Projeto em Tempo Real Pogo, “The Umbrella Academy” Melhor Ambiente Criado em Filme “Avatar: O Caminho da Água” Melhor Ambiente Criado em Animação “Pinóquio por Guillermo del Toro” Melhor Ambiente Criado em Série, Comercial ou Projeto de Tempo Real “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” Melhor Fotografia Virtual em Projeto de CG “Avatar: O Caminho da Água” Melhor Modelo em Filme ou Animação “Avatar: O Caminho da Água” Melhor Simulação de Efeitos em Filme “Avatar: O Caminho da Água” Melhor Simulação de Efeitos em Animação “Gato de Botas 2: O Último Pedido” Melhor Simulação de Efeitos em Série, Comercial ou Projeto em Tempo Real “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” Melhor Composição e Iluminação em Filme “Avatar: O Caminho da Água” Melhor Composição e Iluminação em Série “Love, Death and Robots” Melhor Composição e Iluminação em Comercial Ladbrokes, “Rocky” Melhores Efeitos Práticos em Filme, Animação ou Série “Avatar: O Caminho da Água” Melhores Efeitos Práticos em Filme Estudantil “A Calling. From the Desert to the Sea” Prêmio Tecnologia Emergente “Avatar: O Caminho da Água” (Water Toolset) Prêmio Winsor McKay Pete Docter Evelyn Lambart Craig McCracken Prêmio Ub Iwerks Visual Effects Reference Platform Prêmio Certificado de Mérito John Omohundro
Remake de “Colheita Maldita” ganha primeiro trailer
A distribuidora RLJE Films divulgou o primeiro trailer e pôster de “Children of the Corn”, remake de “Colheita Maldita” (1984). A prévia mostra um grupo de crianças, lideradas por Eden Edwards (Kate Moyer, de “Station Eleven”), que caçam e matam todos os adultos de uma cidadezinha do interior do estado de Nebraska. O filme é baseado em um conto famoso de Stephen King, que inexplicavelmente deu origem a uma longeva franquia de 10 filmes, misturando produções feitas para o cinema e outras lançadas diretamente no mercado de home video. O remake troca o sexo da criança maldita e acompanha uma menina possuída por um espírito no milharal, que recruta outras crianças em sua cidade para matar todos os adultos e qualquer outra pessoa que se oponha a seu domínio. Porém, ela acaba se deparando com uma pessoa capaz de confrontá-la e que se torna a única esperança de sobrevivência da cidade. “Children of the Corn” foi escrito e dirigido por Kurt Wimmer (“Ultravioleta”) e o elenco ainda conta com Elena Kampouris (“O Legado de Júpiter”), Callan Mulvey (“Firebite”) e Bruce Spence (“A Maldição da Casa Winchester”). O filme chega aos cinemas americanos em 3 de março e seu lançamento em VOD está marcado para 21 de março. Ainda não há previsão de estreia no Brasil.
Raquel Welch, sex symbol de Hollywood, morre aos 82 anos
Raquel Welch, um dos maiores símbolos sexuais de Hollywood, que marcou época em filmes como “Mil Séculos Antes de Cristo” (1966) e “Viagem Fantástica” (1966), morreu nesta quarta-feira (15/2) aos 82 anos. Estrela que se manteve em cartaz por cinco décadas, Rachel Welch nasceu Jo Raquel Tejada (seu nome de batismo) em 5 de setembro de 1940, em Chicago. Quando tinha dois anos, ela se mudou com a família para San Diego, onde passou boa parte da juventude. Enquanto ainda estava na escola, venceu diversos concursos de beleza e chegou a ganhar uma bolsa de estudos para a Universidade Estadual de San Diego, onde estudou teatro por um tempo. Ela ganhou o sobrenome do seu primeiro marido, James Welch, com quem teve dois filhos. Em 1963, já divorciada, Raquel se mudou para Los Angeles, onde começou a trabalhar como atriz. Em seu começo de carreira, fez pequenas aparições em filmes e séries (como “O Homem de Virgínia” e “A Feiticeira”), mas logo ganhou um papel de destaque em “Viagem Fantástica”, uma aventura sci-fi sobre a a tripulação de um submarino especial, que é reduzido a um tamanho microscópico para entrar na corrente sanguínea de um paciente importante e salvar sua vida, realizando uma cirurgia delicada dentro de seu corpo. Usando um traje emborrachado de mergulhador branco e justo, ela hipnotizou o público e ajudou a transformar o longa num grande sucesso, que marcou época. Em seguida, Raquel apareceu num traje ainda mais chamativo, ao entrar na fantasia pré-histórica “Mil Séculos Antes de Cristo” (1966). Apesar de só dizer uma fala de roteiro, o filme foi responsável por transformá-la em uma estrela. Toda a divulgação da obra foi focada em Welch e no biquíni “pré-histórico” que ela usava. A atriz não estava preparada para toda essa atenção. “De uma vez só, tudo na minha vida mudou e tudo sobre o meu verdadeiro ‘eu’ foi varrido”, escreveu ela, anos depois, sobre a fama repentina. “Ela veio à consciência pública como uma presença física, sem voz… Parecia que eu tinha tropeçado em uma armadilha”. Nos anos seguintes, Welch estrelou filmes internacionais, como a comédia “As Rainhas” (1966) e a francesa “O Amor Através dos Séculos” (1967). Nos EUA, ela apareceu em “A Mulher de Pedra” (1968), ao lado de Frank Sinatra, “O Preço de um Covarde” (1968), com James Stewart, e “100 Rifles” (1969), em que formou um casal interracial com o ator Jim Brown. No filme “O Diabo É Meu Sócio” (1967), de Stanley Donen, ela foi vista seduzindo um jovem que vendeu a sua alma para o Diabo. “Eu não tinha muitas falas”, lembrou ela numa entrevista para o site The Hollywood Reporter em 2019. “Tudo o que fiz foi passear em um biquíni de renda vermelha e dizer: ‘Pãezinhos com manteiga quente?’ Eu fiz isso com um sotaque sulista porque imaginei que Lust [luxúria] vinha de um lugar quente”. Pouco tempo depois, ela estrelou aquele que se tornou o seu papel mais arriscado: “Homem e Mulher Até Certo Ponto” (1970). O filme é uma adaptação do romance escandaloso de Gore Vidal sobre um cinéfilo gay que finge sua própria morte, passa por uma operação de mudança de sexo e depois afirma ser sua própria viúva. A atriz interpretou o papel principal. Apesar de a produção ter sido um desastre, com diversos atrasos do diretor Michael Sarne e conflitos internos, Welch sempre se orgulhou da sua personagem no filme. “Myra Breckinridge é a antítese do símbolo sexual”, disse ela à GQ em 2012. “Ela é revolucionária. Ela é uma guerreira.” Mas “Homem e Mulher Até Certo Ponto” também acabou se tornando cultuado por seu apelo sexual, com Rachel Welch em cenas lésbicas e se portando como uma dominatrix em situações de dominação picantes. Várias imagens da produção viraram pôsteres, enquanto a fama do filme entre pervertidos e cinéfilos continuou aumentando ao longo das décadas. Entretanto, foi um fracasso de crítica e bilheteria na época de seu lançamento. Depois de chocar puritanos com a obra, ela optou por projetos mais comerciais na década de 1970, estrelando filmes como “Brutal Beleza” (1972), sobre uma patinadora que tenta equilibrar sua vida pessoal e seus sonhos de estrelato, “Os Três Mosqueteiros” (1973), adaptação da obra de Alexandre Dumas, “O Fim de Sheila” (1973), thriller de mistério no estilo de Agatha Christie, “Festa Selvagem” (1975), comédia sobre a chegada do cinema falado, e “Emergência Maluca” (1976), co-estrelado por Bill Cosby e Harvey Keitel. Em 1982, Welch entrou com um processo contra o estúdio MGM, após ser despedida do filme “Esquecendo o Passado” (1982) sob a justificativa de que ela estava se atrasando para as filmagens. Ela acabou vencendo o processo de US$ 10 milhões em indenização, mas seu nome ficou manchado em Hollywood, na época extremamente machista e incapaz de perdoar a ousadia de uma mulher de enfrentar um estúdio. Por conta disso, seus papéis minguaram. Ela passou anos sem aparecer no cinema, fazendo apenas telefilmes, e quando voltou seus trabalhos se resumiram a pequenas participações em filmes como “Escândalo na Cidade” (1988), “Sombra na Noite” (1993) e “Corra que a Polícia vem Aí! 33 1/3: O Insulto Final” (1994). Depois disso, ela ainda apareceu nas séries “Lois & Clark – As Novas Aventuras do Superman” (1995), “Seinfeld” (1997) e “Spin City” (1997 e 2000). Até ser resgatada em 2001 na comédias “Legalmente Loira” e “Sabores da Vida”. Seus últimos filmes foram as comédias “Forget About It” (2006), com Burt Reynolds, e o sucesso “Como se Tornar um Conquistador” (2017), com Eugenio Derbez – inspiração da série “Acapulco”.
Djalma Limongi Batista, diretor de “Asa Branca”, morre aos 75 anos
O cineasta brasileiro Djalma Limongi Batista, diretor de filmes como “Asa Branca: Um Sonho Brasileiro” (1981) e “Bocage: O Triunfo do Amor” (1998), morreu nessa quarta-feira (15/2), em São Paulo, aos 75 anos. Nascido em 9 de outubro de 1947, na cidade de Manaus, Djalma Limongi Batista sempre foi um apaixonado por cinema e começou a fazer seus curtas quando ainda era jovem, usando uma câmera de 8 mm. Seu primeiro trabalho amador foi o curta “As Letras 1” em 1960. Ele teve a oportunidade de estudar cinema em 1964, quando sua família se mudou para Brasília. Frequentando a UnB (Universidade de Brasília), Batista teve aulas com grandes nomes da teoria e da realização cinematográfica brasileira, como Paulo Emílio Salles Gomes, Nelson Pereira dos Santos e Jean-Claude Bernardet. Em 1968, ele continuou a sua educação cinematográfica, desta vez em São Paulo, onde se matriculou na Escola de Comunicação e Artes da USP (Universidade de São Paulo). Em pouco tempo, a teoria deu lugar à prática, pois no mesmo ano ele lançou o curta “Um Clássico, Dois em Casa, Nenhum Jogo Fora”, sobre dois jovens homossexuais em São Paulo. A obra é apontada como primeiro filme LGBTQIAP+ do Brasil e venceu os prêmios de Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Roteiro e Melhor Edição no Festival de Curtas do Jornal do Brasil. Ele ainda fez o curta de ficção “O Mito da Competição do Sul” (1969), o curta documental “Porta do Céu” (1973) e o experimental “Hang-Five” (1975) antes de se arriscar no comando de um longa-metragem. A estreia em longas aconteceu em “Asa Branca: Um Sonho Brasileiro” (1981), uma comédia sobre um modesto, mas talentoso jogador de futebol de um time pequeno que se muda para São Paulo e consegue chegar ao estrelato. O filme foi estrelado por Edson Celulari, em seu primeiro papel no cinema, e foi premiado nos festivais de Brasília e Gramado. Seu longa seguinte foi “Brasa Adormecida” (1986), que narrava a história de um triângulo amoroso formado por dois primos, Ticão (novamente Edson Celulari) e Toni (Paulo César Grande), e uma prima, Bebel (Maitê Proença). A relação deles se complica quando ela finalmente escolhe um dos dois parentes para se casar. O último trabalho de Batista como diretor foi “Bocage: O Triunfo do Amor” (1998), cinebiografia do poeta português do século 18 Manuel Maria du Bocage, interpretado por Victor Wagner. O filme também foi premiado no Festival de Gramado. Batista ainda trabalhou como fotógrafo e diretor teatral, tendo, inclusive, comandado uma peça sobre “Calígula”. E foi, durante muito tempo, professor de cinema, lecionando disciplinas de direção de atores e realização cinematográfica na FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado). Ao saber da morte do diretor, Edson Celulari prestou uma homenagem no seu Instagram. Ele postou uma séries de fotos de “Asa Branca: Um Sonho Brasileiro”, descrevendo-o como seu primeiro trabalho profissional, junto com uma pequena biografia do diretor. O papel rendeu a ele a estatueta de melhor ator no Festival de Brasília, além dos prêmios de melhor direção para Limongi Batista. “Hoje Djalma nos deixou para, no céu, fazer muitos outros filmes, com o seu olhar cheio de irreverência. Obrigado pela sua arte meu amigo e que Deus te receba com todas as honras”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Edson Celulari (@edsoncelulari)
Trailer de série sci-fi com Kit Harington mostra impacto do aquecimento global
A plataforma de streaming Apple TV+ divulgou o primeiro trailer de “Além do Limite” (Extrapolations), série sci-fi sobre aquecimento global que conta com um elenco estelar. A prévia apresenta um mundo onde as doenças foram erradicadas, o homem já pousou em Marte e a tecnologia avançou muito. Mas nada disso importa, porque as mudanças climáticas tornaram a Terra um local terrível de se viver. A série foi criada, dirigida e produzida por Scott Z. Burns, roteirista do filme “Contágio” (2011), que “previu” a pandemia do coronavírus. Agora, ele pretende prever como as pessoas vão encarar as mudanças climáticas causadas pelo aquecimento global. Na trama, as consequências caóticas da crise climática influenciam oito histórias de vida em todo o mundo, que ampliam as diferentes escolhas que os indivíduos enfrentam diante do desastre iminente. O grandioso elenco conta com Meryl Streep (“Não Olhe para Cima”), Edward Norton (“O Incrível Hulk”), Marion Cotillard (“A Origem”), David Schwimmer (“Friends”), Kit Harington (“Game of Thrones”), Yara Shahidi (“Grown-ish”), Forest Whitaker (“Pantera Negra”), Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Tobey Maguire (“O Grande Gatsby”), Daveed Diggs (“Expresso do Amanhã”), Matthew Rhys (“The Americans”), Heather Graham (“Amor Garantido”), Sienna Miller (“Crime sem Saída”), Tahar Rahim (“The Looming Tower”), Judd Hirsch (“Os Fabelmans”), Cherry Jones (“A Vila”), Michael Gandolfini (“Os Muitos Santos de Newark”), Diane Lane (“O Homem de Aço”), Keri Russell (“Espíritos Obscuros”), Gemma Chan (“Eternos”), Murray Bartlett (“The White Lotus”) e o cantor Ben Harper. “Além do Limite” estreia em 17 de março na Apple TV+.
4ª temporada de “True Detective” ganha primeira foto com Jodie Foster
O canal pago americano HBO divulgou a primeira foto da 4ª temporada da série “True Detective”, intitulada “Night Country”. A imagem mostra as atrizes Jodie Foster (“Um Novo Despertar”) e Kali Reis (“Catch the Fair One”), as “verdadeiras detetives” da nova temporada, no meio da neve. A série vai acompanhar as detetives Liz Danvers (Foster) e Evangeline Navarro (Reis) durante a investigação do desaparecimento de seis homens que trabalhavam numa Estação de Pesquisa Ártica e sumiram sem deixar vestígios. A investigação é dificultada pela chegada da noite longa na cidade de Ennis, no Alasca. O elenco ainda conta com John Hawkes (“Três Anúncios para um Crime”), Christopher Eccleston (“The Leftovers”), Fiona Shaw (“Killing Eve”), Finn Bennett (“Domina”) e Anna Lambe (“Three Pines”). Os atores Matthew McConaughey e Woody Harrelson, que estrelaram a aclamada 1ª temporada, serão produtores executivos da atração, ao lado do criador da série, Nic Pizzolatto, que pela primeira vez não escreveu os episódios. “True Detective: Night Country” foi escrito e dirigido pela cineasta Issa López (“Os Tigres Não Têm Medo”) e tem produção de Barry Jenkins (“The Underground Railroad: Os Caminhos para a Liberdade”). A nova temporada ainda não tem previsão de estreia.
Ator de “Eternos” será Billy The Kid no cinema
O ator Barry Keoghan, que viveu um dos Eternos da Marvel e disputa o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por seu papel em “Os Banshees de Inisherin”, vai estrelar uma cinebiografia de Billy the Kid, famoso fora-da-lei do Velho Oeste americano. “Já vimos muitas versões de Billy the Kid na tela antes”, disse Keoghan ao site Deadline. “Meu interesse era tentar contar uma versão que quebrasse a fachada daquele pistoleiro legal, calmo e controlado, o Billy the Kid que todos estamos acostumados a ver. Eu queria humanizá-lo de alguma forma”. O projeto vai se apoiar na ascendência irlandesa de Billy the Kid e nos problemas que ele enfrentou durante a infância. Nascido em Nova York como Henry McCarty, ele ficou órfão aos 15 anos quando sua mãe morreu e seu padrasto o abandonou. Sua primeira prisão por roubo ocorreu um ano depois e, aos 18 anos, Billy já era procurado por assassinato após uma briga no Arizona. Sua notoriedade aumentou a partir daí e ele foi morto aos 21 anos pelo xerife Pat Garrett. “Este não é apenas um projeto pessoal para Barry”, afirmou o produtor Ed Guiney, que já trabalhou com Keoghan em “O Sacrifício do Cervo Sagrado” (2017) e “Calm with Horses” (2019). “Essa abordagem é algo novo e é uma versão da história que esperamos que o mundo queira ver.” O próprio Keoghan perdeu a mãe quando tinha apenas 12 anos e cresceu em um sistema de adoção. Ele conta que entende as pressões que McCarty/Kid enfrentou e que o levaram a uma vida de crime. “Lembro-me de ler sobre ele quando criança, mas conforme estávamos nos aprofundando no projeto, descobrimos muitas coisas sobre sua vida”, disse o ator. “Existem tantos relatos de testemunhas oculares e muitas versões diferentes de sua história que não se encaixam, mas que contribuíram para a lenda.” “Eu queria sair da lenda que foi construída pelos jornais e enfrentar a pressão que ele deve ter sentido naqueles primeiros dias”, continuou Keoghan. “Ele fugiu a vida toda. Eu me sentia relacionado a Billy no sentido de ele ser o filhinho da mamãe, mas, obviamente, tomei um caminho diferente, transformando minhas circunstâncias em algo positivo, em vez de me rebelar contra elas. No entanto, há uma alma e uma vulnerabilidade em Billy que acho importante trazer, para entendê-lo como uma pessoa real, e não como o mito em que ele se tornou”. O filme vai voltar a reunir o ator com o cineasta Bart Layton, que já trabalhu com ele em “Animais Americanos” (2018). E foi justamente durante as filmagens de “Animais Americanos” que Keoghan teve o primeiro contato com o projeto. “Quanto mais analisávamos a história e a veracidade dela, mais interessante a perspectiva se tornava”, disse Layton. “Nossa compreensão de Billy the Kid é realmente a versão cartunesca. Mas quanto mais pesquisávamos e discutíamos, mais parecia que Barry havia nascido para fazer esse papel. Há um aspecto de criança encurralada em Billy que eu acho que Barry realmente entende, e da violência pela qual ele foi imortalizado, nem tudo foi intencional ou premeditado. Muito disso foram as circunstâncias que o levaram adiante”. Keoghan tentou tirar o projeto do papel no início de 2020, mas foi impedido pela pandemia. Agora parece que finalmente vai acontecer. A ideia é começar a produção no início de 2024, mas ainda não há previsão de lançamento. A história de Billy the Kid já foi contada diversas vezes no cinema, e o personagem já foi interpretado por atores como Paul Newman (em “Um de Nós Morrerá”), Kris Kristofferson (“Pat Garrett e Billy the Kid”), Emilio Estevez (“Os Jovens Pistoleiros”) e Val Kilmer (“Billy the Kid: A Lenda”). Além disso, a Paramount+ acaba de lançar uma série biográfica sobre o pistoleiro adolescente. Barry Keoghan será visto a seguir na minissérie “Masters of the Air”, desenvolvida para a plataforma de streaming Apple TV+, e no suspense “Saltburn”, novo trabalho da cineasta Emerald Fennell (“Bela Vingança”), ambos ainda sem previsão de estreia.
Comercial do Oscar 2023 faz paródia com “Top Gun: Maverick”
O programa Jimmy Kimmel Live divulgou o primeiro trailer da 95ª edição do Oscar. A prévia é uma paródia do filme “Top Gun: Maverick”, e mostra o apresentador Jimmy Kimmel no lugar de Tom Cruise, sendo chamado para realizar uma missão impossível: apresentar o Oscar. O trailer ainda traz dois atores de “Top Gun: Maverick”, Jon Hamm e Charles Parnell, repetindo os seus papéis de Beau “Cyclone” Simpson (Hamm) e Solomon “Warlock” Bates. A dupla explica a missão de Kimmel, que consiste em apresentar a cerimônia e não levar nenhum tapa. “Isso é bom porque eu não posso levar um tapa – eu choro muito”, diz Kimmel em certo momento. O apresentador, que já liderou a cerimônia do Oscar duas vezes, também fala que ficou surpreso em receber o convite novamente. “Chamamos muitas pessoas antes de você”, explica o personagem de Hamm. “Steve Martin, Steve Carell, Steve Buscemi, Steve Austin, Steve Seagal, Steve Urkel, Steve do Blue’s Clues. E estes são apenas os Steves”. Ao detalhar o seu “plano de ação” para a cerimônia, Kimmel diz que ele pode fazer algum tipo de piada autodepreciativa, fazer uma homenagem a uma pessoa velha e, ao final, torcer para “darmos o prêmio de Melhor Filme para o filme certo”. Essa última fala é uma referência ao caso ocorrido em 2017, quando uma confusão com os envelopes acabou dando a estatueta para “La La Land: Cantando Estações”, em vez de “Moonlight: Sob a Luz do Luar”. Ao final, o vídeo ainda conta com uma participação de Billy Crystal (“A Vida É Agora”), que já apresentou o Oscar nove vezes. O veterano comediante dá o seu aval para Kimmel, após ele próprio recusar o convite para apresentar a cerimônia pela décima vez. O Oscar 2023 vai acontecer no dia 12 de março, no palco do Dolby Theater em Los Angeles (EUA), e será exibido no Brasil pelo canal pago TNT e pela plataforma de streaming HBO Max.
Filha de M. Night Shyamalan fará sua estreia como cineasta
Ishana Night Shyamalan, filha do cineasta M. Night Shyamalan (“Batem à Porta”), vai fazer a sua estreia como diretora. E, tal pai tal filha, será num terror. Ela vai comandar “The Watchers”, baseado num livro homônimo de A.M. Shine. O filme vai contar a história de Mina, uma artista de 28 anos que fica perdida em uma floresta extensa e intocada no Oeste da Irlanda. Quando Mina encontra abrigo, ela se vê presa ao lado de três estranhos, que são observados e perseguidos por criaturas misteriosas todas as noites. “The Watchers” terá produção de M. Night Shyamalan e Ashwin Rajan (produtor de “Batem à Porta”). O filme está sendo desenvolvido pelo estúdio New Line, visando um lançamento em 7 de junho de 2024. “Não poderíamos estar mais animados para fazer o primeiro filme de Ishana com ‘The Watchers’. Igualmente visual, imersivo e aterrorizante, o roteiro prende você desde a primeira página e nunca o solta”, disse Richard Brener, presidente e diretor de criação da New Line Cinema. Ishana já atuou como diretora, roteirista e produtora na série “Servant”, produzida pelo seu pai. Ela começou a trabalhar na série quando tinha apenas 19 anos, tornando-se a mais jovem roteirista/diretora de TV de todos os tempos. Ela também foi diretora de segunda unidade dos dois últimos filmes de seu pai, “Tempo” (2021) e “Batem à Porta” (2023), além de ter comandado quatro clipes da cantora Saleka.
Western “Rust” voltará a ser filmado após morte da diretora de fotografia
O western “Rust” vai voltar a ser filmado, 16 meses após o acidente fatal que custou a vida da diretora de fotografia Halyna Hutchins – um tiro com bala de verdade disparado por Alec Baldwin num ensaio. Segundo o site The Hollywood Reporter, o filme vai retomar a produção com boa parte do elenco e equipe originais, além de novos integrantes. Uma dessas novas integrantes é a diretora de fotografia Bianca Cline (da animação “Marcel the Shell with Shoes On”), contratada para substituir Hutchins. Cline vai desempenhar o trabalho com a “bênção e o apoio” de Matthew Hutchins (viúvo de Halyna) e vai doar o seu salário para instituições de caridade. O filme também vai passar por algumas mudanças. A cena que causou a morte de Halyna Hutchins será reescrita e não precisará ser filmada novamente, conforme informou Melina Spadone, advogada da Rust Movie Productions. Ela não detalhou que tipo de mudanças acontecerão nessa cena. Outra informação não divulgada foi a extensão das cenas que ainda precisam ser rodadas e, principalmente, quantas dessas cenas serão estreladas por Alec Baldwin. A produção também vai contar com protocolos de segurança aprimorados, incluindo supervisores de segurança e uma proibição do uso de qualquer arma ou munição de festim. A munição real sempre foi proibida. Todos os produtores originais de “Rust” também estão retornando, de acordo com Spadone, além do diretor Joel Souza, que também foi atingido pelo tiro disparado por Baldwin. “Embora agridoce, sou grato por uma nova equipe de produção brilhante e dedicada, juntando-se ao antigo elenco e à equipe, estar empenhada em concluir o que Halyna e eu começamos”, disse Souza. “Todos os meus esforços neste filme serão dedicados a honrar o legado de Halyna e deixá-la orgulhosa. É um privilégio fazer isso em nome dela.” Além da retomada da produção, também será rodado um documentário sobre a vida de Halyna, que vai explorar a sua juventude vivendo em uma remota base naval soviética e em Kiev, na Ucrânia, e culminando no seu trabalho em “Rust”. O documentário será dirigido por Rachel Mason (“Atrás da Estante”) e produzido por Julee Metz (“A Maldição dos Chippendales”). “Tanto Mason quanto Metz eram amigas íntimas de Halyna e estão ansiosas para trabalhar com a produção para homenagear sua amiga e mostrar o brilho e a profundidade do talento de Halyna, ao mesmo tempo em que transmitem o que sua perda significou para seus amigos, colegas e toda a indústria cinematográfica”, afirmou a Rust Movie Productions em comunicado. “Embarcamos nessa empreitada para iluminar a vida de Halyna e honrar suas conquistas. Nós nos recusamos a fugir de qualquer aspecto desta história, não importa o quão difícil seja – e se isso inclui o esforço para completar o filme final de Halyna, é nosso dever documentar o processo”, disse Metz. “A experiência de quem está trabalhando para completar o ‘Rust’ envolve muitas decisões difíceis. Como pessoas que amaram Halyna, esperamos capturar tudo o que pudermos para entender essa situação incompreensível em toda a sua complexidade”. O viúvo de Halyna, Matthew Hutchinsm será produtor tanto no filme quanto no documentário. A retomada das filmagens já tinha sido anunciada no ano passado, quando a produção fez um acordo com o marido de Halyna Hutchins. Pelo acordo, o filme seria concluído com a bênção (e a produção executiva) dele. A ideia era voltar a filmar em janeiro. Mas em janeiro os promotores do Novo México acusaram Baldwin e a armeira Hannah Gutierrez-Reed de homicídio involuntário, enquanto o ex-assistente de direção Dave Halls, responsável pela segurança no set, assinou um acordo judicial, declarando-se culpado para ter sua sentença suspensa. Apesar disso, segundo Spadone, a produção foi liberada por todos os sindicatos dos EUA para que seus membros possam trabalhar no filme. Porém, “Rust” pode enfrentar outro problema judicial, visto que na última quinta (9/2), os pais e a irmã de Halyna Hutchins entraram com um processo de homicídio culposo contra Baldwin, os produtores de “Rust” e outros membros da equipe. A ação movida na Corte Superior de Los Angeles alega lesão corporal, imposição intencional de sofrimento emocional e negligência. Brian Panish, advogado de Matthew Hutchins, disse em um comunicado após o anúncio do novo processo: “Não acreditamos que nenhum outro membro da família tenha uma reivindicação sob a lei do Novo México ou da Califórnia. Nem o Sr. Hutchins nem seus advogados foram informados da intenção da família de abrir um processo antes de hoje”.
Cineasta iraniano enfrenta novas acusações do governo após sair da prisão
O cineasta iraniano Mohammad Rasoulof (“Não Há Mal Algum”), que foi recentemente libertado da prisão por motivos médicos, está enfrenando novas acusações que podem levá-lo de volta à prisão. O diretor está sendo acusado pelas autoridades iranianas de formar uma assembleia ilegal e fazer conluio contra a segurança nacional, além de insultar a liderança do regime e de espalhar propaganda contra o Estado. Caso seja considerado culpado pelo Tribunal Revolucionário, Rasoulouf poderá receber uma nova sentença de oito anos de prisão. Oficialmente, Rasoulof foi preso em julho do ano passado para cumprir uma sentença inicialmente movida contra ele em 2011 e 2019, por supostamente espalhar propaganda contra o Estado. Mas sua prisão ocorreu antes da morte de Mahsa Amini, uma jovem de 22 anos morta por infringir o rígido código de vestimenta feminino. O evento desencadeou protestos em todo o país e, em resposta, o governo iraniano reprimiu os manifestantes e esmagou qualquer crítica ao regime online. Apesar disso, Rasoulof fez um apelo, transmitido pelas redes sociais, pedindo às forças de segurança iranianas que parassem seus ataques violentos contra os manifestantes. É isto que, supostamente, está sendo considerado subversão. No último sábado (11/2), o diretor foi liberado da prisão em licença médica para fazer uma cirurgia. E, na segunda-feira (13/2), ele recebeu sua ordem de libertação, o que significa que não precisaria retornar à prisão para cumprir sua sentença original. Porém, com o surgimento dessas novas acusações, sua liberdade está novamente comprometida. “Tudo depende de como o tribunal reagirá às novas acusações”, disse Farzad Pak, amigo de Rasoulof e produtor de “Não Há Mal Algum”, ao site The Hollywood Reporter. A libertação de Rasoulof aconteceu pouco tempo depois que seu colega, Jafar Panahi (“Taxi Teerã”), também ter sido liberado da prisão, após anunciar que faria greve de fome. Tanto Panahi quanto Rasoulof foram condenados, em 2011, a seis anos de prisão e proibidos de fazer filmes por 20 anos por sua suposta divulgação de propaganda “anti-regime”. A sentença de Rasoulof foi posteriormente suspensa e ele foi libertado sob fiança. Mas depois de fazer a turnê de divulgação do seu filme “Um Homem Íntegro” (2017), que aborda a corrupção e a injustiça no Irã, e que venceu o prêmio Um Certo Olhar no Festival de Cannes, Rasoulof teve seu passaporte confiscado e foi proibido de deixar o país. Ele filmou “Não Há Mal Algum” em segredo e contrabandeou o filme para fora do país. Mas como estava proibido pelas autoridades iranianas de frequentar o Festival de Berlim em 2020, foi sua filha, Baran Rasoulof, protagonista do longa, que aceitou o Urso de Ouro em seu nome. Ironicamente, “Não Há Mal Algum” relatava quatro histórias que questionavam até que ponto a liberdade individual poderia ser expressa sob um regime despótico e suas ameaças aparentemente inescapáveis. O “sistema” iraniano deu a resposta na prática. Assista abaixo ao trailer de “Não Há Mal Algum”.











