Paramount+ renova “A Família Stallone” para 2ª temporada
“A Família Stallone” foi renovada para a 2ª temporada pela Paramount+. O reality mostra os bastidores do convívio entre o astro Sylvester Stallone (o Rocky) e seus familiares, mostrando sua rotina como um simples pai de família. A renovação foi anunciada apenas uma semana após a estreia da série, no dia 17 de maio, quando bateu recordes de audiência no streaming, tornando-se a estreia mais bem-sucedida de um reality na Paramount+ – de acordo com a própria plataforma. Apesar disso, a empresa não informou números. O programa segue a linha de outros realities que mostram a rotina de celebridades no ambiente familiar. Com oito episódios, a série mostra o cotidiano de Stallone, sua esposa Jennifer Flavin Stallone e suas filhas, Sophia, Sistine e Scarlet. A 1ª temporada abordou o quase divórcio de Sylvester e Jennifer, que são casados desde 1997, e mostrou as filhas lidando com os dramas de seus respectivos relacionamentos amorosos. A produção apresenta Jennifer Flavin Stallone como uma “empreendedora astuta e co-proprietária da marca de bem-estar Serious Skin Care”. Já a primogênita Sophia declara que não tem interesse em seguir os passos de seu pai, embora coapresente um podcast, intitulado “Unwaxed”, ao lado de Sistine. Sistine Stallone é uma atriz e modelo e está atualmente em fase de desenvolvimento de seu primeiro longa-metragem. E a filha mais jovem, Scarlet, está se mudando para seu próprio apartamento na faculdade. Desde criança, ela tem se dedicado a trilhar os mesmos passos de seu pai e se tornar uma atriz, e agora está atuando ao lado de Stallone em “Tulsa King”. “A Família Stallone” é produzida pelos estúdios de entretenimento da MTV, com Benjamin Hurvitz (“The Little Couple”) e Nadim Amiry (“Brew Dogs”) como produtores executivos. Os episódios são disponibilizados todas as quartas na Paramount+ e ainda não há previsão de estreia para a 2ª temporada.
Bill Lee, pai e compositor dos filmes de Spike Lee, morre aos 94 anos
O compositor e baixista de jazz Bill Lee, pai de Spike Lee, faleceu nesta quarta (24/5) em Nova York, aos 94 anos. Bill compôs as trilhas sonoras dos filmes do diretor antes de uma briga entre eles encerrar a parceria profissional. O vencedor do Oscar confirmou a informação em seu Instagram, compartilhando um link para o obituário dele no jornal americano New York Times. Bill Lee gravou participações em mais de 250 álbuns e trabalhou com astros como Bob Dylan, Aretha Franklin, Duke Ellington, Simon & Garfunkel e Harry Belafonte. Entre as trilhas que ele fez para o filho, incluem-se “Ela Quer Tudo” (1986) e o sucesso “Faça a Coisa Certa” (1989). Mas logo após “Mais e Melhores Blues” (1990), o desentendimento entre pai e filho interrompeu a relação profissional. Em 1992, Spike Lee revelou à revista Esquire que eles “não podiam mais colaborar juntos” e mencionou ter dificuldades em se entender com a segunda esposa do pai, Maria. A primeira esposa, Jacquelyn (a mãe de Spike), faleceu em 1976. Meses antes, Bill foi preso por posse de heroína e solicitou um empréstimo ao filho, mas Spike recusou. Por conta disso, Bill afirmou que não possuía mais nenhum vínculo com seu filho. “Não nos falamos há dois anos”, disse. O músico ainda comentou que se sentia grato por ter sido preso. “Isso me despertou. Entorpecentes não faziam parte da minha vida até que eu completasse 40 anos”, revelou. “As pessoas lembram de você pelo trabalho que você realiza”, acrescentou. Segundo Spike Lee, seu filme “Uma Família de Pernas pro Ar” (1994) era “muito, muito, muito vagamente baseado” em sua infância ao lado de seu pai. Seus irmãos Cinqué e Joie, que trabalharam juntos na série “Ela quer Tudo” (2017) contribuíram com o roteiro daquele filme, estrelado por Alfre Woodard (“Annabelle”) e Delroy Lindo (“O Núcleo: Missão ao Centro da Terra”) como pais de cinco filhos no Brooklyn, Nova York, em 1973. Quando o pai perde seu emprego, suas vidas se tornam complicadas. Em 2009, Spike e Bill se encontraram publicamente em uma exibição comemorativa de 20 anos do filme “Faça a Coisa Certa” no New York City’s Directors Guild of America Theater, na cidade de Nova York, onde chegaram a posar juntos no tapete vermelho. Eles se reuniram novamente para um evento de comemoração do 25º aniversário do filme, realizado no Teatro Harvey da Academia de Música do Brooklyn em 2014. Spike Lee publicou uma homenagem ao pai no Instagram, ao lado de uma foto dos anos 1960, em que ele aparece ao lado de Bob Dylan. “Meu pai, Bill Lee, tocou baixo na música clássica de Bob Dylan, ‘It’s All Over Now, Baby Blue’, em seu álbum ‘Bringing It All Home’. Esta manhã, 24 de maio, meu pai fez sua transição. Hoje também é a data de nascimento de Bob Dylan. Hoje também é a data de nascimento de Jackson Lewis Lee, que é meu filho e de Tonya Lewis Lee, irmão de Satchel Lee e neto do papai. Também devo dar amor à nossa irmã Tina Turner, que nos deixou hoje em 24 de maio de 2023. Meu Deus. Que dia. A família Lee agradece a todos por suas sinceras condolências”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Spike Lee (@officialspikelee)
Heartstopper: Netflix revela primeiras imagens da 2ª temporada
A Netflix divulgou as primeiras imagens da 2ª temporada de “Heartstopper”, baseada nas graphic novels homônimas de Alice Oseman. A 2ª temporada será baseada no terceiro livro e foca no amadurecimento do relacionamento entre Nick e Charlie, interpretados respectivamente por Kit Connor e Joe Locke. Na trama, os estudantes da série estão próximos da formatura, viajam para Paris e percebem que têm muito a conciliar nessa nova fase da vida, do amor e da amizade. O enredo também se aprofundará o transtorno alimentar de Charlie e mostrará como ele lida com o bullying e a homofobia. Além disso, outros personagens vão ter destaque. Entre eles, Imogen, interpretada por Rhea Norwood (“Consent”), que passará a cuidar mais de si mesma e a impor-se mais diante dos meninos. Elle, vivida por Yasmin Finney (“Mars”), se mostrará mais confiante, rodeando-se de pessoas que a colocam para cima. David Nelson (Jack Barton, de “Chronic”), o irmão homofóbico de Nick, também aparecerá nesta temporada. A temporada apresenta ainda novos personagens, como a Sahar e o Professor Farouk, que serão interpretados, respectivamente, pela estreante Leila Khan e por Nima Taleghani (“Femme”), sem esquecer um aluno novo chamado James McEwan, vivido pelo estreante Bradley Riches. “Prosseguir com a narrativa de Nick, Charlie e o restante da turma de ‘Heartstopper’ na 2ª temporada tem sido um privilégio absoluto”, afirmou o produtor executivo Patrick Walkers (“A Serpente de Essex”). “Alice Oseman e eu tivemos a oportunidade de testemunhar a evolução das performances dos atores em todos os aspectos, e esta temporada é tão emocionante devido ao trabalho incrível deles. Prepare-se!”, concluiu. Escrita e criada por Oseman, com direção de Euros Lynn (“Armadilha Mortal”), a série retorna no dia 3 de agosto e sua 3ª temporada já está confirmada. CONTANDO OS DIAS PRA PARIS!!!!! A 2ª temporada de Heartstopper estreia dia 3 de agosto. 🍂 pic.twitter.com/XKoONlUqAX — netflixbrasil (@NetflixBrasil) May 24, 2023
Kenneth Anger, pai do cinema queer, dos clipes e literatura de fofoca, morre aos 96 anos
O cineasta Kenneth Anger, um dos pioneiros do cinema de vanguarda e diretor do cultuado e influente “Scorpio Rising” (1963), morreu aos 96 anos. A notícia foi confirmada em uma nota no site da galeria de arte Spruth Magers, administrada pelas negociantes de arte alemãs Monika Sprüth e Philomene Magers. A causa e a data da morte não foram divulgadas. No texto, Monika e Philomene homenagearam o profissional. “Kenneth foi um pioneiro. Sua genialidade cinematográfica e influência perdurarão e continuarão a transformar todos aqueles que se deparam com seus filmes, palavras e visão”, afirmaram. Elas ainda mencionaram que Anger “considerava a projeção cinematográfica um ritual psicossocial capaz de liberar energias físicas e emocionais”. Para a galeria Spruth Magers, o trabalho de Kenneth Anger “moldou a estética das subculturas dos anos 1960 e 1970, o léxico visual da pop, dos videoclipes e da iconografia queer”. Nascido em Santa Mônica em 1927, Anger produziu mais de 30 curtas-metragens entre 1927 e 2013, e fez o primeiro deles aos dez anos de idade. Um dos primeiros cineastas americanos abertamente gays, ele ficou conhecido por explorar temas eróticos e homossexualidade várias décadas antes do sexo gay ser descriminalizado nos Estados Unidos. Anger ganhou reconhecimento por “Fireworks” (1947), considerado o primeiro filme gay dos EUA. Filmado em sua terra natal Beverly Hills enquanto seus pais estavam ausentes em um final de semana, a obra foi um escândalo e o levou aos tribunais acusado de obscenidade. Mais tarde, o cineasta se mudou para a França e teve uma imersão no cenário avant-garde, que inspirou seus trabalhos “Eaux d’Artifice” (1953) e “Rabbit’s Moon” (1950). Depois de voltar para os Estados Unidos em 1953, ele produziu os filmes “Inauguration of the Pleasure Dome” (1954) e principalmente “Scorpio Rising” (1963), estrelado por Bruce Byron (“O Retorno da Múmia”). O filme mais conhecido de Anger era uma visão fetichista de uma gangue de motociclistas do Brooklyn, filmada sem diálogos e entrecortada por colagens – de quadrinhos a filmes – , tudo ao som de uma trilha sonora de sucessos pop, que tocava sem parar – hits de Elvis Presley, Ricky Nelson e Ray Charles, entre outros. Seu impacto hipnótico provou que música e imagem podem ser combinados para criar algo diferente do cinema comercial. E, por conta disso, “Scorpio Rising” tornou-se amplamente considerado como o início da era dos videoclipes. Além disso, a influência de seu uso pioneiro de trilha pop pode ser sentida em filmografias tão diferentes quanto as de Martin Scorsese, Quentin Tarantino e David Lynch – por sinal, o hit de Bobby Vinton que batiza o filme “Veludo Azul” de Lynch fazia parte da seleção musical de “Scorpio Rising”. Pai dos clipes, do cinema queer e, em seus últimos anos, aclamado também como pai da cultura do remix, as inovações de Anger, que hoje fazem parte do mainstream, causaram choque e revoltaram os conservadores de sua época. Mas chocar sempre foi seu objetivo, o que o tornou uma figura conhecida e controversa do movimento contracultural dos anos 1960. Anger era um satanista assumido, que organizava rituais com celebridades – e fez até um filme em homenagem ao diabo, “Lucifer Rising” (1972). Mas também foi uma figura pop, íntimo de outras personalidades contraculturais da época, incluindo Mick Jagger e Keith Richards dos Rolling Stones, Jimmy Page do Led Zeppelin e a cantora Marianne Faithfull, que por sinal atuou em “Lucifer Rising”. Para completar, ele também inaugurou a literatura de fofocas ao lançar em 1959 o clássico “Hollywood Babylon”, no qual desvendou supostos escândalos envolvendo estrelas de Hollywood, desde Marilyn Monroe (“Os Homens Preferem as Louras”) até Judy Garland (“Nasce uma Estrela”) e Charlie Chaplin (“Tempos Modernos”). A obra enfrentou processos, sofreu descrédito e chegou a ser proibida logo após sua publicação. Mas ele lançou uma continuação do livro em 1984, após anunciar sua aposentadoria como cineasta. Kenneth voltou ao meio cinematográfico em 2000 e permaneceu dirigindo curtas-metragens até 2013. Anger afirmou em uma entrevista de 2010 ao The Guardian que havia concluído a redação de uma terceira parte do livro, porém estava adiando sua publicação devido ao receio de possíveis repercussões. “A principal razão pela qual não o publiquei foi por ter uma seção inteira sobre Tom Cruise e os cientologistas”, disse ele. “Não sou simpático aos cientologistas”. Em 2019, o podcast “You Must Remember This”, apresentado por Karina Longworth (do “The Rotten Tomatoes Show”), examinou as narrativas retratadas em “Hollywood Babylon” e pesquisou em outras fontes para obter relatos mais precisos. E muito do que tinha sido desacreditado acabou se provando verdadeiro. Veja abaixo as versões integrais de “Fireworks”, “Scorpio Rising” e “Lucifer Rising”.
Gil do Vigor se revolta com participante de “A Grande Conquista”: “Vai se ver comigo”
O economista e ex-participante do “Big Brother Brasil” Gil do Vigor se revoltou com o participante de “A Grande Conquista” Erick Ricarte, ex-apresentador do “Balanço Geral”, nesta quarta-feira (24/5). No programa, o participante disparou acusações contra a irmã de Gil, a estudante de Direito Janielle Nogueira, causando a ira do ex-BBB, que fez duras ameaças. Ricarte chamou Janielle de “Maria Camburão” durante a formação da Zona de Risco. Ele insinuou que a estudante teve problemas com a polícia, o que ela negou aos berros. “Eu tenho problema com a polícia? Seja um homem”, disparou. Gil do Vigor não deixou barato e se posicionou nos stories de seu Instagram. “Olha aqui, seu Erick idiota, quando você sair daí, você vai se ver comigo. Porque a minha irmã é íntegra, não tem problema com polícia nenhuma. Minha irmã é honesta“, começou dizendo. “E quem estiver aqui assistindo, tem um tal de um Erick aí, num reality, humilhando minha irmã, falando que minha irmã tem problema com a polícia. Minha irmã é íntegra e honesta. E agora ele vai ter que pagar num processo, viu? Ele não sabe com quem mexeu não, meu amor. Ninguém mexe com a minha família, não, viu?”, continuou. Morando nos Estados Unidos para terminar sua pós-graduação, Gil garantiu que irá tirar satisfações com o ex-apresentador quando voltar ao Brasil. “Vou logo deixar aqui avisado, que eu vou largar minhas provas aqui em julho, a hora que for, a hora que ele sair, eu vou me encontrar com ele. Ele e eu, somente ele e eu. Só para deixar avisado. É isso!”, ameaçou. O ex-BBB ainda sugeriu no Twitter que sua irmã partisse para a agressão. “Respeite minha irmã! Você vai se ver comigo, ele vai se ver comigo. Nojento! Arrebenta ela, Jany e sai dessa m*rda que eu pago a multa nessa m*rda (…) Que ódio, meu Deus, que ódio! Ele vai ter que me encarar, ele vai ter que me encarar. Agora eu quero ver!”, escreveu ele. Mais tarde, Gil voltou à rede social mais calmo, mas não descartou o confronto. “Respirei e deixarei a justiça trabalhar, mas nosso encontro VAI ACONTECER. De gay pra gay!”, avisou. Em outro tuíte, o economista incentivou a irmã, que estava pensando em desistir, a permanecer no reality. “Fique bem e firme, você só sai eliminada ou campeã”, falou. Outros influenciadores também se pronunciaram sobre o caso, entre eles a ex-BBB e maquiadora Juliette Freire. “Vai endoidar, viu? Já tá se metendo de novo, vai enlouquecer”, comentou, citando uma conversa que teve com o economista. Erick afirma que Jany, irmã do Gil do Vigor, é Maria Camburão e tem histórico com a polícia e provoca mega barraco ao vivo #AGrandeConquista pic.twitter.com/ABbFht2aPJ — Portal de Reality (@portaldereality) May 24, 2023 🚨VEJA: Gil do Vigor sai em defesa da irmã Janielly após fala de Erick em 'A Grande Conquista'. pic.twitter.com/q0nNi9K056 — Central Reality (@centralreality) May 24, 2023 Estou mais calmo! Respirei e deixarei a justiça trabalhar mas nosso encontro VAI ACONTECER. De gay pra gay! — GIL DO VIGOR (@GilDoVigor) May 24, 2023 jani falando que está com raiva e que a mãe dela tem uma procuração "poder" pra tirar ela do programa, ela disse que se a mãe dela tirasse ela do reality ela ficaria feliz. #AGrandeConquista pic.twitter.com/QpY2HjygYA — adrielle 🌸 (@adrielletuitta) May 24, 2023 Fique bem e firme e olhe, você só sai daí eliminada ou campeã viu? Kkk a vida da serva tbm não vai ser fácil não! Tá lascada kkkkkkkkkkkkkkkkkkk https://t.co/lQafFReva7 — GIL DO VIGOR (@GilDoVigor) May 24, 2023 Juliette em live falando sobre sua conversa com Gil do Vigor: Ele tá endoidando! "Minha irmã tá no reality fala aí pra ela ficar." pic.twitter.com/mQB8mVGG4m — Gossip da Juliette 🌵 (@Gossipdajuliett) May 21, 2023
Ator anuncia início das filmagens de “Deadpool 3”
O ator Stefan Kapicic (“Drácula: A Última Viagem do Demeter”), intérprete do mutante metálico Colossus na franquia “Deadpool”, comemorou o início oficial das filmagens do terceiro longa, o primeiro a integrar o MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). Ele revelou a novidade num story de seu Instagram. Kapicic compartilhou uma arte com o logotipo atual da trilogia, juntamente com os colegas de elenco Ryan Reynolds (“Projeto Adam”), Hugh Jackman (“Logan”), Morena Baccarin (“Gotham”), Karan Soni (“A Última Ressaca do Ano”) e Brianna Hildebrand (“Gatunas”), que incluía a palavra “confirmado” e indicava o início das filmagens em 23 de maio. Os fãs e a imprensa já desconfiavam da informação. Há alguns dias, o ator Hugh Jackman, que voltará a viver Wolverine, foi flagrado ostentando sua clássica barba, que foi vista pela última vez em “Logan” (2017). Embora o filme enfrente uma série de desafios devido à greve dos roteiristas, o início das filmagens é um emocionante marco para a produção. Segundo rumores, “Deadpool 3” explorará o multiverso de forma mais completa do que qualquer produção da Marvel Studios nos últimos anos. Informações preliminares sobre o enredo sugeriram que os mutantes serão introduzidos ao MCU pela primeira vez – o que já está implícito pela presença de integrantes dos X-Men entre os personagens confirmados. Na trama, Wade Wilson, Colossus e outros X-Men serão “peixes fora d’água”. Há rumores de que Mobius, interpretado por Owen Wilson (“Loki”), estará atrás de Wade e sua equipe através do multiverso, mas esta informação não foi confirmada. No Twitter, o quadrinista Rob Liefeld (criador de Deadpool) afirmou que Wolverine terá um grande destaque no filme. “Além disso, apenas para sua informação – este é MUITO mais um filme do Wolverine”, publicou. Maiores detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, mas o elenco sugere um confronto entre o herói e o X-man. Paul Wernick e Rhett Reese, responsáveis pelos roteiros dos filmes anteriores, também voltam a assinar a história. Já a direção é de Shawn Levy, que recentemente dirigiu Reynolds em “Free Guy” (2021) e “O Projeto Adam” (2022). O elenco de veteranos deve contar ainda com Karan Soni (“Os Odiados do Casamento”), Leslie Uggams (“O Meu Pai é um Caçador de Recompensas!”), Rob Delaney (“The Man Who Fell to Earth”) e Shioli Kutsuna (“Invasão”). Já as novidades incluem Emma Corrin (“O Amante de Lady Chatterley”) e Matthew Macfadyen (“Sucession”), além do citado Jackman. A estreia está marcada para 7 de novembro de 2024 no Brasil, um dia antes dos EUA. Also, just FYI – this is WAY more of a Wolverine movie — robliefeld (@robertliefeld) May 23, 2023
3ª temporada de “Only Murders in the Building” terá episódio musical
Tudo indica que a 3ª temporada de “Only Murders in the Building” terá um episódio musical. Foi o que deram a entender os empresários e escritores da Broadway Marc Shaiman e Scott Wittman em conversa com a revista americana Variety nesta terça-feira (23/5). “Nós trabalhamos na próxima temporada de ‘Only Murders in the Building'”, afirmou Shaiman. “Não podemos divulgar mais do que isso, mas você provavelmente já pode deduzir”, provocou, evocando a especialização da dupla em musicais. A mais recente obra da Broadway de Shaiman e Wittman, uma adaptação musical de “Quanto Mais Quente Melhor” (1959), conquistou o maior número de indicações ao Tony deste ano, com 13 nomeações, incluindo Melhor Musical. Além disso, J. Harrison Ghee (“Accused”) foi indicado como Ator Principal em um Musical. O espetáculo tem músicas de Shaiman, letras dele e de Wittman, e já ultrapassou US$ 1 milhão em vendas nas bilheterias em apenas uma semana. “Only Murders in the Building” acompanha três fãs de “true crime” que resolvem criar um podcast ao se depararem em seu prédio com um mistério igual aos que amam assistir, o que também, por azar, os transforma em principais suspeitos do crime real. O final da 2ª temporada encerrou o mistério original, mas também avançou no tempo para dar início a um novo “quem matou”, envolvendo o ator de uma peça. A obra é criada por Steve Martin (“Doze é Demais”) e John Robert Hoffman (“Grace and Frankie”), com produção de Dan Fogelman (criador de “This Is Us”). O elenco principal traz Steve Martin, Martin Short e Selena Gomez, e na nova temporada foi reforçada por Paul Rudd (o Homem-Formiga da Marvel), Jesse Williams (“Grey’s Anatomy”) e Meryl Streep (“Não Olhe para Cima”). A estreia está prevista para o dia 8 de agosto no Star+. A propósito, Shaiman e Wittman estão atualmente desenvolvendo a peça musical “Smash”, inspirada na série de televisão homônima de 2012 da rede americana NBC.
Teaser de “Ilha da Caveira” explora os horrores da terra natal do King Kong
A Netflix anunciou o teaser da série animada “Ilha da Caveira” (“Skull Island”), que se passa no Monstroverso da Legendary Entertainment. A prévia explora os horrores da terra natal do King Kong, a Ilha da Caveira, e mostra os protagonistas enfrentando os monstros do local. A série é inspirada no filme “Kong: A Ilha da Caveira” (2017) e se passa nos anos 1980. A trama acompanha um grupo de exploradores que resgata Annie, dublada por Mae Whitman (“As Vantagens de Ser Invisível”), do oceano. Porém, o que eles não sabem é que este heroísmo os levará para a traiçoeira Ilha da Caveira. O local é lar de criaturas bizarras e monstros assustadores, incluindo o próprio King Kong. O elenco de dubladores conta com Nicolas Cantu (“Dragões: Equipe de Resgate: Heróis do Céu”), Darren Barnet (“Eu Nunca”), Benjamin Bratt (“Poker Face”) e Betty Gilpin (“Glow”). A série é criada, escrita e produzida executivamente por Brian Duffield (“Love and Monsters”). A animação é feita pela Powerhouse Animation, aclamada por seu trabalho em séries de sucesso como “Castlevania” (2017) e “O Sangue de Zeus” (2020). O Monsterverse teve início com “Godzilla” (2014) e prosseguiu com “Kong: A Ilha da Caveira” (2017), “Godzilla II: Rei dos Monstros” (2019) e “Godzilla vs. Kong” (2021). O filme de 2017 teve um lucro superior a US$ 500 milhões ao redor do mundo. O anime estreia no dia 22 de junho.
Atriz de “Poliana Moça” será Bela Adormecida em filme com a Cinderela Pop Maísa
A atriz Pietra Quintela, a Lorena de “Poliana Moça” (2022), vai estrelar o filme “Princesa Adormecida”, que contará com uma participação especial de Maisa Silva como DJ Cinderela, sua personagem de “Cinderela Pop” (2019). O longa é inspirado no livro homônimo de Paula Pimenta e possui referências ao conto clássico infantil da Bela Adormecida. A trama gira em torno de Rosa, uma estudante dedicada que foi criada como filha por seus três tios e cresceu rodeada de amor e proteção. Porém, tudo muda quando, aos 15 anos, ela descobre ser a princesa de um país distante e que sua vida corre perigo. Agora, ela precisa lidar com coisas que, até então, ela achava que só existiam em livros de fantasia. Entre elas estão reinos distantes e uma bruxa vingativa. O longa será dirigido por Claudio Boeckel (de “Gaby Estrella: O Filme”) e o roteiro foi escrito por Marcelo Saback e Bruno Garotti (ambos de “Cinderela Pop”). Já a produção é da empresa Panorâmica, com co-produção da Warner Bros. Discovery e distribuição da Manequim Filmes. Segundo Pietra, esta será a sua primeira experiência protagonizando um filme. “Isso faz tudo ser muito mais especial”, contou Quintela à revista Caras. “A Rosa é uma típica adolescente que sonha com a liberdade, e a vida dela vai dar uma mexida. Vamos ter um romance, muitas coisas loucas e a grande descoberta da vida dela. Começamos as gravações agora”, continuou. A atriz já havia atuado como coadjuvante nos filmes “Alice no Mundo da Internet” (2022) e “Exterminadores do Além contra a Loira do Banheiro” (2018). Ela também fará parte do vindouro “Cupcake’s” (2023). Quintela começou a carreira aos seis anos, quando desfilou pela primeira vez na São Paulo Fashion Week. No SBT, ela também esteve em “As Aventuras de Poliana” (2018-2020). Seu sucesso a transformou em influenciadora e, hoje, ela acumula mais de 7 milhões de seguidores em seu perfil do Instagram. “Princesa Adormecida” ainda não possui previsão de estreia.
HBO Max vira oficialmente Max nos Estados Unidos
A HBO Max passou a se chamar Max nos Estados Unidos às 0h desta terça (23/5). A nova plataforma, com visual azul (no lugar do púrpura da HBO Max), oferece uma seleção de novos programas originais (conhecidos como Max Originals) e uma interface de usuários atualizada que inclui conteúdo da HBO e da rede americana HGTV. Os novos títulos trazem ainda as opções dos canais Discovery, incluindo Food Network e TLC. Porém, o streaming Discovery+ não foi descontinuado e continuará a ser oferecido como opção independente. A transição causou alguns problemas relatados pelos usuários entre as 4h e 7h da manhã. No entanto, a implementação continua ocorrendo ao longo desta terça-feira em todo os Estados Unidos. A empresa havia confirmado a mudança em abril, durante um evento na sede da Warner Bros. Discovery em Burbank, Califórnia. Para facilitar, a maioria dos assinantes atuais da HBO Max teve seus aplicativos atualizados automaticamente, embora alguns usuários estejam sendo solicitados a fazer o download do aplicativo Max. Quem já é assinante também terá sua conta migrada para o novo sistema sem precisar fazer nada. A mudança trouxe um novo visual à plataforma, e também maior ênfase na ultra definição, com mais de 1.000 filmes e episódios em 4K UHD no lançamento e a promessa de adicionar novos conteúdos do gênero mensalmente. Com a mudança, até filmes clássicos como “Casablanca” (1942), “Laranja Mecânica” (1971) e “Os Bons Companheiros” (1990) poderão ser vistos em 4k. “Entendemos o valor de oferecer aos nossos usuários uma experiência de visualização cinematográfica e, para esse fim, implementamos fluxos de trabalho de tecnologia mais avançada que nos permitem liberar mais conteúdo 4K de maneira mais rápida e eficiente”, disse Sudheer Sirivara, EVP de plataforma de tecnologia da Warner Bros. Discovery. De acordo com a WBD, todos os novos lançamentos de filmes dos estúdios da empresa chegarão ao serviço disponíveis em 4K UHD. Além disso, o conteúdo mais recente também contará com formatos aprimorados como 60 quadros por segundo — que oferecem imagens mais nítidas e cores mais profundas. Os usuários também terão suporte para Dolby Atmos e Vision para aparelhos capazes de reproduzir essas tecnologias. Os preços também subiram. Confira os valores: Max Com Anúncios: US$ 9,99 por mês (R$ 49) – 2 telas simultâneas, resolução Full HD 1080p, sem downloads, com anúncios. Max Sem Anúncios: US$ 15,99 por mês (R$ 79) – 2 telas simultâneas, resolução Full HD, 30 downloads, sem anúncios. Max Ultimate: US$ 19,99 por mês (R$ 99). 4 telas simultâneas, resolução 4K UHD, 100 downloads, sem anúncios. A mudança deve chegar ao Brasil no último trimestre de 2023. A empresa não revelou se pretende alterar o preço dos planos por assinatura atuais no país, mas confirmou que os assinantes do HBO Max terão suas contas migradas automaticamente.
Ranger Amarela de “Power Rangers” cria perfil no Only Fans
A atriz Monica May, que interpretava a Ranger Amarela na série “Power Rangers S.P.D” (2005), decidiu mudar de carreira. Aos 39 anos e sem novos trabalhos de atuação, ela produz conteúdo para o Only Fans, trabalha como modelo sensual e participa de shows burlescos, entre eles, o “The Epitome of Burlesque”, em Los Angeles. “Foi uma decisão muito difícil, mas eu precisava fazer algo para sobreviver”, disse ela ao site Pop Culture. May afirma que a rede social de entretenimento adulto permitiu que ela fosse mais autêntica. “Acho que o OnlyFans me deu a chance de ser eu mesma, de controlar minha vida e meu corpo”, comentou ela, que também é mãe de um menino de quatro anos. À revista Newsweek, a modelo acrescentou que sofre estigmatização pela opção, mas, segundo ela, não é uma barreira para continuar seguindo a carreira. “Muitas pessoas têm problemas com isso. Mas, no final das contas, é meu corpo e é minha escolha o que faço com ele. Estou fazendo o que eu gosto”, argumentou. Em seu Instagram, Monica também se descreve como “instrutora de ioga certificada” e “mãe”. Nos seus posts, é comum encontrar comentários de fãs de “Power Rangers” referindo-se a ela como a Ranger Amarela. “Não posso acreditar no que estou vendo; a minha personagem favorita da infância assim”, comentou um internauta. Porém, a atriz ainda conta com o apoio de alguns fãs. “Você foi minha crush na infância e continua sendo”, confessou outro usuário. Na época em que atuava, Monica May ainda teve uma participação na série “Zack & Cody: Gêmeos em Ação” (2005), do Disney Channel, em 2006. Com poucos papéis nos últimos anos, seu último trabalho foi na comédia “Acrylic” (2020). Antes, ela participou do curta “Upside Down 0” (2019) e do filme “Alpha Hippie” (2017).
Paul Simon perde audição e anuncia fim de shows ao vivo
O cantor de folk rock Paul Simon declarou ter perdido grande parte de sua audição no ouvido esquerdo, o que afeta sua capacidade de continuar se apresentando ao vivo. A revelação foi feita pelo ex-integrante da dupla Simon & Garfunkel ao jornal britânico The Times. Segundo o vencedor do Grammy, isso aconteceu durante a composição da música para seu novo álbum, “Seven Psalms”. “De forma repentina, perdi a maior parte da audição em meu ouvido esquerdo e ninguém tem uma explicação para isso”, afirmou ele. “Consequentemente, tudo se tornou mais desafiador”, continuou. Simon compartilhou que, ao se deparar com sua nova condição auditiva, se sentiu frustrado e incomodado. “Ainda não havia chegado ao ponto da raiva pois eu acreditava que isso passaria, que se curaria por si só”, comentou. No entanto, sua audição não retornou, o que levou o cantor a questionar se ainda seria possível voltar a fazer shows. Apesar do baque, o músico comenta que a mudança pode não ser completamente ruim. “Há canções minhas que não desejo cantar ao vivo, simplesmente não as interpreto. Às vezes, há músicas que aprecio e, em determinado momento de uma turnê, eu me pergunto: ‘O que diabos você está fazendo, Paul?'” desabafou ele. “Com bastante frequência, isso ocorria durante ‘You Can Call Me Al’. Eu pensava: “O que você está fazendo? Parece uma banda de covers do Paul Simon. Você deveria deixar a estrada e voltar para casa”, continuou. Durante a entrevista, o músico de 81 anos também descreveu os últimos anos de sua vida como desafiadores, não apenas devido ao envelhecimento, mas também por ter contraído a Covid-19. A doença infecciosa que desencadeou uma pandemia global em 2020 o deixou frágil, conforme o The Times. “Oh, como fui afligido nestes últimos anos”, comentou Simon. “Mas eu estou bonito, não é verdade?”, finalizou brincando.
Netflix inicia bloqueios e cobrança para quem compartilhar senhas no Brasil
A Netflix começou, nesta terça-feira (23/5), a cobrar pelo compartilhamento de senhas, inclusive no Brasil. Agora, os usuários precisarão pagar uma taxa de R$ 12,90 por mês para cada pessoa que utilizar a conta fora do endereço domiciliar do assinante. A plataforma passará a bloquear dispositivos que tentarem acessar uma conta sem pagar a taxa. No entanto, os membros da Netflix podem continuar a acessar o serviço enquanto viajam por meio de seus dispositivos pessoais ou ao fazer login em uma nova televisão (como em um hotel ou aluguel de férias). As contas passam a ter uma nova página para “gerenciar acesso e aparelhos”, de modo que o assinante possa controlar quem tem acesso ao seu login. “Todas as pessoas que moram nesta mesma residência podem usar a Netflix onde quiserem, seja em casa, na rua, ou enquanto viajam. Além disso, podem aproveitar as vantagens dos novos recursos como ‘Transferir um Perfil’ e ‘Gerenciar Acesso e Aparelhos”, explicou a plataforma em um comunicado. O monitoramento de acesso ocorre através de uma solução tecnológica, capaz de fazer identificação de IP, endereço Mac e outros marcadores residenciais. Assim, o streaming é capaz de determinar qual é o endereço regular do assinante e quais são aqueles que estão fora das regras. Assim, quem quiser que um amigo compartilhe de sua conta precisará comprar um “assinante adicional” para presentear ao agregado. Porém, essa opção não está disponível para todos os usuários. Como o próprio site da Netflix pontua, as assinaturas feitas através de parceiros, como operadoras de telefonia ou outras plataformas de streaming, não vão oferecer a ferramenta para permitir o compartilhamento da conta. A companhia não explicou qual será o tratamento dado a esses casos. O valor da taxa adicional é apenas um pouco mais barato do que o pacote mais econômico, que cobra R$ 18,90 e possui anúncios. Enquanto isso, a assinatura padrão custa R$ 18,90 e a premium, que permite quatro telas simultâneas, sai por R$ 55,90. O objetivo da medida é combater o compartilhamento ilícito de senhas e obter uma fatia maior do faturamento dos clientes que compartilham suas informações de acesso com amigos e familiares fora de seu domicílio. “Sua conta da Netflix é para você e as pessoas com quem você mora”, afirma a Netflix em comunicado enviado aos clientes que compartilham a conta com quem não mora na mesma residência. A plataforma vem estudando esta providência desde 2019, quando uma reportagem da revista americana Newsweek informou que o streaming perdia US$ 135 milhões por mês com o compartilhamento de senhas. Em países como Canadá, Nova Zelândia, Portugal e Espanha, as novas regras já estão em vigor desde fevereiro. Nos EUA, também começaram a valer nesta terça.












