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  • Reality,  TV

    Cauã Reymond anuncia participação repentina no BBB 23

    17 de abril de 2023 /

    O ator Cauã Reymond revelou que vai participar do “BBB 23” na noite desta segunda-feira (17/4). A entrada repentina do artista é uma estratégia da Globo para divulgar “Terra e Paixão”, a próxima novela das 9. No Instagram, o ator prometeu contar mais detalhes da trama que estreia no mês que vem. “Oi gente, tudo bem? Mais tarde vou estar na casa mais famosa do Brasil”, começou Reymond nos Stories. “Vou estar falando sobre ‘Terra e Paixão’, a nova novela das nove, com Glória Pires, Tony Ramos, Bárbara Reis nossa grande protagonista, Jhonny Massaro, Tatá Werneck e um super elenco. Eu vou estar lá, falando um pouquinho mais da novela que estreia em maio. Até mais tarde!” E durante a tarde, ele realmente entrou na casa, surpreendendo as sisters e o Alface. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Cauã Reymond (@cauareymond)

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  • Filme

    Pássaro Branco: Spin-off de “Extraordinário” ganha trailer com Helen Mirren e Gillian Anderson

    17 de abril de 2023 /

    A Paris Filmes divulgou o trailer nacional de “Pássaro Branco, Uma História de Extraordinário”, spin-off de “Extraordinário”, sucesso de bilheteria em 2017. Na prévia, Helen Mirren (“A Rainha”) leva o neto para o passado, durante sua vida na França ocupada por nazistas. O filme está previsto para estrear dia 18 de agosto nos EUA e 24 de agosto no Brasil. O novo filme dirigido por Marc Forster (“Christopher Robin: Um Reencontro Inesquecível”) traz de volta Julian (Bryce Gheisar), que luta para se encaixar desde que foi expulso de sua antiga escola por seu comportamento com Auggie (Jacob Tremblay). Para transformar sua vida, a avó de Julian (Helen Mirren) finalmente revela a ele sua própria história de coragem. Durante sua juventude na França ocupada pelos nazistas, um menino a protege do perigo e eles descobrem o primeiro amor em um mundo deslumbrante e mágico de sua própria criação, enquanto a mãe do garoto (Gillian Anderson) arrisca tudo para mantê-la protegida. Além de Mirren e Gheiser, o elenco do filme traz Gillian Anderson (“Sex Education”), Olivia Rose (“Killing Eve”), Ariella Glaser (“Radioactive”), Orlando Schwerdt (“A Verdadeira História De Ned Kelly”), entre outros. A história foi adaptado por Mark Bomback e tem produção de Todd Lieberman (“O Vencedor”) e David Hoberman (“O Vencedor”), junto com R.J. Palacio, autor do livro “Extraordinário”. “Extraordinário”, dirigido por Stephen Chbosky, arrecadou mais de US$ 315 milhões globalmente entre sua estreia e dois relançamentos – bastante para um filme com um orçamento de US$ 20 milhões. Indicado ainda ao Oscar de Melhor Maquiagem e Penteado, o filme contava a história inspiradora e comovente de Auggie Pullman (Jacob Tremblay), um menino com diferenças faciais, que frequenta uma escola primária pela primeira vez.

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  • Reality,  Série

    Paramount+ revela trailer do reality show com “A Família Stallone”

    17 de abril de 2023 /

    A Paramount+ divulgou o trailer de seu novo reality show, “A Família Stallone”. Como o nome sugere, a produção vai acompanhar a vida em família do astro de cinema Sylvester Stallone (“Rocky: Um Lutador” e “Creed: Nascido para Lutar”). O trailer apresenta a esposa, Jennifer, e as três filhas do ator, Sophia, Sistine e Scarlet, em cenas do cotidiano e da convivência familiar. O casal, que anunciou o divórcio e depois reatou em 2022, aparece em sintonia nas imagens. Em fevereiro, a família já aparecia junto em comercial da Paramount+ com menções a programas da plataforma de streaming. O programa segue a linha de outros realities que mostram a rotina de celebridades no ambiente familiar, como “Keeping Up with the Kardashians” e “Os Osbournes”. A 1ª temporada de “A Família Stallone” terá oito episódios e estreia na Paramount+ em 17 de maio.

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  • Reality,  TV

    Antonia Fontenelle estaria implorando para entrar em “A Fazenda 15”

    17 de abril de 2023 /

    A apresentadora Antonia Fontelle pode ter decidido voltar para a televisão aberta após se ver numa situação de aperto. Segundo o colunista Erlan Bastos, a youtuber está implorando para participar de “A Fazenda 15”, reality rural da Record TV. Ainda que a atração esteja programada para setembro deste ano, Antonia teria decidido atrair a atenção dos diretores com diversas mensagens. Até o momento, não há nenhum participante confirmado no programa. Contudo, a negociação pode ser complicada entre as partes. É que a youtuber estaria exigindo um cachê mínimo de R$ 70 mil para elencar a atração, mas a Record TV oferece somente R$ 35 mil para seus roceiros. Curiosamente, a colunista Fábia Oliveira revelou no sábado (15/4) que a apresentadora está na maior pindaíba após contrair uma dívida referente à campanha eleitoral do ano passado. Em áudios vazados, Antonia Fontenelle confirmou ter sido procurada por uma editora para a produção de 60 mil livros políticos. No entanto, a youtuber ressaltou no áudio que não poderia destinar a verba de sua campanha para a publicação das edições. Desesperada, Antonia decidiu buscar a ajuda do bispo Luiz Carlos Gomes, deputado federal suplente do Rio de Janeiro, numa tentativa de conseguir uma “ajuda de custo” de R$ 500 mil para quitar a dívida. Nenhuma dessas informações foi confirmada por Antonia Fontelle, tendo sido apuradas pelos colunistas.

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  • Etc

    MC Sabrina reaparece e rebate “acusações caluniosas”

    17 de abril de 2023 /

    A cantora MC Sabrina reapareceu na noite de domingo (16/4) após a mobilização de vários artistas nas redes sociais. Em vídeo, a funkeira afirmou que pretende retomar a carreira musical, mas não comentou seu sumiço nas redes sociais. “Por muitos motivos que não vêm ao caso, porque motivo pessoal é motivo pessoal. [Já] motivo artístico, onde expressamos nossa arte é sempre dito”, começou a cantora de funk melody. “Vou voltar aí com tudo, com as músicas, com tudo que eu gosto de fazer. Até porque arte é arte e sempre chama. Um beijo no coração de todos vocês que estão sempre esperando aqui, sempre olhando tudo, e minha desculpa também, por que não?” Na sequência, o perfil oficial de MC Sabrina emitiu uma nota de esclarecimento no Instagram e rebateu os boatos de que ela poderia estar em “cárcere privado” ou com problemas de saúde mental. “Viemos por meio desta, esclarecer que as acusações caluniosas de ‘cárcere privado e dopar’ a MC Sabrina (Sabrina Luísa de Sousa) não procedem. Poucos sabem, mas Sabrina foi diagnosticada com transtorno de bipolaridade do qual a mesma está em tratamento no SUS. A mesma também realiza atividades físicas diárias próximo à sua residência”, disse nas redes sociais. A publicação ainda disse que a TV Record Rio realizou uma entrevista na casa da cantora no domingo (16/4). “Esclarecemos a todo Brasil a verdade, com os laudos médios na residência da artista. Agradecemos aos fãs e artistas o enorme carinho e preocupação”, completou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por MC SABRINA (@mcsabrinaoficial)

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    Gkay é acionada na Justiça por divulgar golpe de pirâmide

    17 de abril de 2023 /

    Géssica Kayane, a influenciadora Gkay, foi acionada pela Justiça após ter divulgado uma mentoria de aplicativo que supostamente ensina os usuários a “faturar” bonificações com vídeos online. A situação teria acontecido nas redes sociais em junho de 2022. Com base no processo judicial, a influencer está sendo processada após ter firmado parceria com a sociedades Kiwify Educação e Tecnologia e Albano Marketing Digital, que também aparecem como empresas rés na ação. A ação foi aberta por Erivelton Lima de Oliveira, que adquiriu o suposto curso no valor de R$ 237,36. Com o pagamento, o autor da ação ganharia acesso aos conteúdos digitais, que acumulam pontos e se transformam em dinheiro. Além disso, a promessa era de que o comprador poderia desistir a mentoria quando quisesse, recebendo estorno total. Contudo, Erivelton logo notou que a proposta era completamente diferente do que havia sido anunciado e se tratava de um “esquema de pirâmide”, já que o propósito era atrair clientes e estipular metas impossíveis de serem alcançadas, sem qualquer suporte para os usuários. Além disso, o autor informou no processo que a plataforma de estudos criou um grupo de mensagens no Telegram, passando a sortear valores em PIX, ao invés de cumprir com os saques prometidos com os pontos acumulados. Erivelton teria entrado em contato com o suporte para solicitar a devolução, mas não obteve resposta. Diante do prejuízo, ele pediu a condenação dos três réus, além da indenização de R$ 10 mil por danos morais e mais R$ 237,36 por danos materiais. A Kiwify alegou não ter legitimidade passiva para figurar na causa, porque se diz uma plataforma que apenas veicula os cursos criados por terceiros. A empresa também afirmou que o autor do processo não apresentou provas concretas. No começo de abril, Erivelton enfrentou as duas sociedades numa audiência. Contudo, a influenciadora não compareceu por não ter sido encontrada pela Justiça. Nos autos consta que houve uma tentativa de conciliação entre as partes, mas não se obteve êxito. Na terça-feira (18/4), a equipe legal da Kiwify emitiu uma nota de esclarecimento. Leia na íntegra abaixo. “Em relação à matéria publicada, a Kiwify esclarece que não participou ou participa de qualquer parceria com a influenciadora Gkay, tampouco promove ações de marketing voltadas à venda de infoprodutos. Isso porque a Kiwify não vende qualquer infoproduto, mas tão somente disponibiliza software que habilita usuários a transacionarem entre si em ambiente digital. Os produtores desses infoprodutos vendem diretamente aos consumidores, utilizando as funcionalidades desenvolvidas pela empresa apenas como uma ferramenta que viabiliza a transação. É importante destacar que o responsável pela venda em questão foi banido há quase 1 ano da plataforma em razão da violação dos termos e condições de uso, o que evidencia o compromisso da Kiwify com a integridade e a segurança dos seus serviços. A Kiwify tem como objetivo fornecer tecnologia de qualidade e contribuir para o desenvolvimento de um mercado de infoprodutos mais seguro e confiável. Sendo assim, a empresa reitera seu compromisso com a transparência e a ética em todas as suas atividades.”

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    Key Alves espera reencontro respeitoso com Gustavo na final do BBB 23

    17 de abril de 2023 /

    A atleta Key Alves disse ao Gshow que torce por um reencontro respeitoso com Gustavo Cowboy, previsto para a final do “BBB 23” na próxima terça-feira (25/4). O casal anunciou a separação há poucas semanas. “Conversar eu acredito que vai acontecer, por respeito. Eu respeito muito ele, acredito que ele também me respeita”, disse a ex-sister. Na sequência, Key avaliou que o reencontro deve acontecer numa nova fase do casal. “No Vila Country a gente passou e não conseguiu se falar, acredito também porque era muito recente o término. Na final do ‘BBB’ já vai ter dado pelo menos 20 dias de término”, pontuou. “Então acho que já dá pelo menos pra conseguir olhar no olho um do outro. ‘Oi, tudo bem?’, acho que vai ser isso. E vamos ver… não consigo falar o que pode acontecer, não sei como vai ser a minha emoção, como vai ser a dele”, acrescentou ela. Key também afirmou que não imagina como será o reencontro com o fazendeiro. “Ali é um lugar onde eu me apaixonei por ele, um lugar que eu vi ele tendo as melhores atitudes comigo, o Brasil inteiro viu. Então vai ser com certeza um lugar muito emocionante pra mim, um lugar que eu vou lembrar de tudo e que eu não sei o que pode acontecer ali no momento. Mas eu vou respeitar ele e tratar com muito carinho, como eu sempre fiz”, garantiu.

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    Alex Gallete revela perrengue desumano em reality da Record

    17 de abril de 2023 /

    Antes de encarar o confinamento de “A Fazenda 14”, Alex Gallete teve que enfrentar um perrengue insalubre no reality “A Casa” por um cachê miserável de apenas R$ 3 mil. Segundo ele, o programa da Record era uma oportunidade de se ter um teto para morar. Numa participação no videocast “Não É Nada Pessoal”, o influencer detalhou que o reality não oferecia alimento e itens de higiene básica, além de pressionar centena de pessoas em um microambiente por dois meses. “Não sei como eu sobrevivi, porque a casa era muito pequena, era muita gente, muita briga, muita bagunça, não tinha comida, muita sujeira”, afirmou Gallete. Com uma temporada na Record TV, “A Casa” foi exibida e cancelada ainda em 2017. A baixa audiência não teria sido a única razão pelo cancelamento, pois o reality enfrentou diversos problemas de segurança ao longo da execução. “Quando aconteceram esses desmaios e as pessoas ‘morrendo’, eles começaram a dar água de coco. Eram dois copinhos para cada pessoa para poder nutrir e manter as pessoas”, exemplificou o participante. Gallete acrescentou que a falta de alimentos foi o principal pronto de incômodo durante a disputa pelo prêmio de R$ 1 milhão. “Fumava uns 15 cigarros por dia. Antes eu fumava 2 ou 3, apenas. Nos primeiros dez dias não tinha o que comer, era sopa mesmo”, disse ele que passou a descontar a fome no vício. “Aí as pessoas começaram a passar mal e a desistir. E a eliminação não era somente uma pessoa, iam embora 9, 8 ou 7 de uma vez. Então começava a esvaziar. Dormir no chão não era um problema, a fome era mais difícil. Não sei como aguentei, acho que eu queria tanto vencer aquilo”, admitiu. Por fim, Alex Gallete explicou que topou participar do reality devido a situação de desespero. Na época, ele estava recém-divorciado e não tinha para onde ir. “Foi um momento que eu estava precisando muito de grana, e meu amigo que trabalhava na Record que me falou deste reality. Eu estava terminando um casamento de 5 anos, o apartamento era dele, eu estava saindo, estava procurando lugar pra mim, então falei: ‘pelo menos vou ter uma casa’”, lembrou entre risos.

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    BBB 23 mostra que Brasil consegue discutir racismo, mas não machismo

    17 de abril de 2023 /

    O experimento social do “BBB 23” está sendo bem-sucedido em repercutir o Brasil de hoje, pós-bolsonarista e em busca de um discurso mais afinado com as minorias? Foram várias palestras na boca do próprio apresentador do programa, Tadeu Schmidt, chamando atenção para a questão racial, inclusa no reality desde a seleção dos integrantes. Mas e a discriminação sexual? Quantas palavras foram gastas contra a objetificação e estereótipos como “omissa”, “histérica”, “fraca”, “chata”, “cadela”, “piranha”, “periguete”. O que a produção mencionou contra o machismo? Relacionamento tóxico no segundo paredão e nunca mais. Fred Nicácio virou ícone da questão racial no programa, com direito a discurso de Tadeu Schmidt e repercussão nacional. Sofreu preconceito na pele, em episódio de racismo religioso de três supostos aliados brancos, e voltou na repescagem para um ajuste de contas, com planos de fazer um BBP, um Big Brother Preto, militando para eliminar os integrantes brancos e assim conseguir uma final toda preta. A despedida de Sarah Aline no domingo (16/4) também foi marcada por acenos do apresentador à causa racial. Ele citou até a ativista Angela Davis em seu elogio à militância interna da psicóloga. Seria este o sinal de um Brasil melhor, curado das feridas do extremismo de direita? Infelizmente, não. Muito longe disso. Afinal, a pauta do antirracismo foi cooptada pelas páginas de fofocas e colunistas/torcedores de portais, e distorcida de tal forma que criou um personagem novo, o “racista do bem”. Insuflados pela permissividade das redes, a torcida politicamente correta disparou as maiores barbaridades racistas contra Aline Wirley, apenas por ela ter como aliada três mulheres brancas do quarto Deserto. Foi chamada até de capitã do mato num mutirão em favor de integrante do Fundo do Mar, de mucama, sinhazinha, moradora da casa grande, falsa preta e outras ofensas raciais seríssimas, postadas por gente que acha errado escrever “denigrir” no Twitter. Antirracistas? Muito poderia ser dito sobre a hipocrisia. Porém, isto desviaria a atenção da questão principal. De como a pauta antirracista se impôs ostensivamente contra a pauta feminista. O ator Bruno Gagliasso deu exemplo claro no fim de semana de como essa questão se tornou um problema para os ditos progressistas. Em nome de um suposto antirracismo, ele decidiu atacar Betty Faria por ela defender Patricia Poeta na polêmica contra Manoel Soares no “Encontro”, comparando-a a Regina Duarte, heroína do bolsonarismo. Betty o lembrou que estava apenas defendendo uma mulher e apontou a contradição, ao citar que a atitude dele é que era típica do bolsonarismo, de desautorizar mulheres e a defesa de mulheres. Isto, em suma, é o que o Brasil está vivendo neste “BBB”, num quadro muito mais abrangente que a discussão de duas celebridades pelo Twitter. Larissa Santos foi a integrante que mais sofreu machismo em todos os 23 anos de História do “BBB”, objetificada e ofendida por seis pessoas diferentes na edição, três brancos e três negros. Mas este fato foi basicamente ignorado pela produção. Não houve uma sílaba de Tadeu Schmidt sobre o assunto, e o tema foi minimizado como costuma acontecer com as vozes das mulheres, como se não fosse importante. Nem após dois integrantes do Deserto serem expulsos por importunação sexual, o tema foi abordado. Quando Larissa voltou ao programa por repescagem e indicou que Domitila Barros, conhecida por trabalhos de empoderamento feminino, foi uma das que mais a agrediu pelas costas com palavras machistas, todas as páginas agenciadas pela Mynd8 e colunistas cúmplices voltaram-se contra a professora. A vítima de machismo passou a merecer os piores adjetivos dos ditos progressistas. Os tuiteiros não só decidiram interditar sua voz como praticaram gaslighting para esconder ofensas que realmente aconteceram. Ela virou a chata, como a própria produção frisou, ao incluir na tela da Globo um tuite negativo contra seus protestos. Com este aval, o cyberbullying escalou, inativando a dor de Larissa com argumentos do tipo “ela fala errado” e com as mesmas palavras de baixo nível que usaram contra ela no reality. Apenas isso faria de Larissa exemplo nacional de como o machismo cala mulheres no país. Mas não ficou nisso. Sua ofensora Domitila, mesmo após reconhecer o erro e pedir desculpas, foi poupada de qualquer comentário negativo da parte dos fofoqueiros e mesmo assim ela e sua torcida se sentiram injustiçadas. Domitila então criou a narrativa de que Larissa tinha vindo “brifada por uma agência” para trazer a “palhaçada” de ser vítima de racismo para a edição, como se ela própria não tivesse admitido que foi realmente machista, reconhecido o erro e pedido desculpas em rede nacional. Domitila fez esse discurso para todos confinados do Fundo do Mar. Apenas Ricardo Alface protestou. Quando ela trouxe num Jogo da Discórdia, Larissa ficou chocada, explicando que sua “assessoria” era sua família (a mãe e suas irmãs), mais uma voluntária que, por ser da mesma Igreja, veio da Itália para ajudá-la. As redes sociais começaram então a atacar a religião da professora. “É crente” viralizou com mais força que a indignação seletiva contra o preconceito religioso sofrido por Fred Nicácio. Cezar Black, que decidiu desestabilizar as adversárias do Deserto mudando-se para o quarto delas, pegou a deixa de Domitila e passou a confrontar Larissa com a história da agência/assessoria (cujo e-mail é @gmail), aumentando a intriga a cada nova menção. Conseguiu fazer Larissa ter uma crise nervosa e chorar pela primeira vez no reality. Mesmo com Alface dizendo que seu argumento subestimava a inteligência de Larissa (traduzindo: era machista), Black voltou a insistir no dia seguinte em conversa com Domitila. Bruna Griphao ouviu e saiu como uma leoa em defesa da amiga. Gritou muito e chamou o adversário de machista. Só que na leitura das páginas, colunistas e parte das redes sociais, Bruna se comportou como uma racista histérica, pois Black é negro e a atriz já havia feito rimas aleatórias, em outros momentos, que foram consideradas racistas pelos militantes de plantão. O antirracismo tentou calar de vez o feminismo. O que seria um momento forte de sororidade, daqueles de ser exaltado numa novela da Globo, acabou virando o ponto de ruptura da edição, onde ficou claro que o antirracismo tinha engolido todas as outras pautas, tanto no próprio programa quanto em sua cobertura, impedindo qualquer reação feminina de ser considerada como tal. Enquanto quem cometeu racismo religioso virava puxador de mutirões junto à torcida antirracista, a falta de consideração a Larissa e Bruna foi virando outra coisa. Misoginia. Caricaturas de Bruna como uma pinscher raivosa tomaram as redes, lembrando cartuns repulsivos de feministas nos anos 1970. Ofensas de baixo calão a Larissa se multiplicaram, lembrando também a época do assassinato de Ângela Diniz. E as palavras inapropriadas não pouparam Amanda Meirelles, aquela que não poderia ter torcida, e a já vítima de “racismo do bem” Aline Wirley. Apelidos maldosos viralizaram. Acamanda, Curissa, Laritruce, Gritão etc. E assim, de repente, gente “do bem”, antirracistas estimulados por colunistas libertários, criaram uma onda de ódio gigante, em que misóginos puderam surfar esfregando as mãos, com todos seus ressentimentos contra mulheres. Muitas espectadoras sentiram o gatilho. Elas reconheceram o que viram no programa e é reforçado nas redes. E se identificaram com Amanda, cuja opinião costumava ser ignorada por homens dos dois grupos, com Larissa e suas reclamações de machismo ridicularizadas, com Bruna, por defender a amiga com unhas e dentes, e com Aline, a mais famosa delas, mas considerada fraca pelos rivais por ser a integrante negra do quarteto. E essa identificação virou paixão, torcida, votos, mutirões. Há cinco paredões, nenhuma integrante do grupo Deserto sai da casa mais vigiada do Brasil, porque o empenho da torcida das desérticas decidiu ser mais eloquente que a incompreensão manifestada por Tadeu Schmidt ao anunciar a eliminação consecutiva dos integrantes do quarto Fundo do Mar. Por optar em não trazer a discussão do machismo para a edição, chegando até a esconder situações na exibição noturna da Globo, a produção do “BBB 23” perdeu a oportunidade de assumir a frente do tema. Quem assumiu foram as próprias desérticas, entre elas e sem saber. Apenas por demonstrar sororidade, numa amizade forjada na adversidade do programa, que tem dancinhas fúteis sim, mas também muito apoio afetivo para os choros e desgastes compartilhados, além de momentos de um empoderamento feminino coletivo e factual nunca antes visto num “BBB”. A sororidade foi abraçada de forma inédita, mas também de maneira tão evidente que chega a causar surpresa o fato de os produtores simplesmente a ignorarem nos VTs da semana. Logo os produtores que fizeram um vídeo tão lindo sobre a força das tranças negras femininas, nos primeiros episódios – demonstrando, e logo esquecendo, que antirracismo e feminismo são bandeiras que podem ser levantadas juntas. Mas se o “BBB” finge não ver a sororidade icônica, a parte do público que se identificou com o quarteto fez mais que perceber, ficou cativada. De repente, surgiu outra onda gigante, de gente que nunca se declarou progressista, mas assumiu a defesa intransigente das quatro amigas, projetando-se numa sororidade virtual. O fenômeno abrangeu não apenas uma, mas várias torcidas, de diferentes sisters e até de pares de sisters, que compraram a ideia de se juntar como elas se juntaram no programa, e têm virado madrugadas, mutirão atrás de mutirão, para provar uma lição que o Brasil já devia saber de cor: se mexeu com uma, mexeu com todas. A luta desses não militantes com causa continua e ainda faltam dois paredões. Mas já está mais que demonstrado que as fãs de todos os matizes raciais e também os fãs homens, aliados das mulheres, estão muito motivados para encarar captchas e quantos votos no Gshow forem necessários para fazer de Amanda, Bruna, Aline e Larissa as últimas remanescentes do “BBB 23”, como uma resposta à altura às tentativas de diminui-las e a suas dores. Amanda tem maior torcida, vai vencer, mas realmente não importa quem vença. O que importa é a mensagem que a torcida unificada do Deserto deixa para os espectadores brasileiros: nada justifica a luta contra a discriminação racial virar discurso incel de ódio contra mulheres. Nada. Sim, precisamos falar sobre machismo no Brasil. Após o “BBB 23”, precisamos mais que nunca.

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    BBB 23: Amanda, Domitila e Larissa estão no paredão

    17 de abril de 2023 /

    Ricardo Alface foi o vencedor da Prova do Líder, disputada no girar de uma roleta neste domingo (17/4) no “BBB 23”. Foi a segunda vitória do biomédico no reality da Globo e ele berrou, quebrou o boneco do prova e vibrou muito ao conquistá-la. Com isso, também garantiu imunidade e sua vaga no Top 5. Alface escolheu Domitila Barros para seu VIP e indicou Amanda Meirelles para o paredão. Com isso, Domitila se tornou a única integrante disponível do grupo Fundo do Mar original e levou os votos das quatro desérticas. Com direito a contragolpe, ela puxou Larissa Santos. Assim, Amanda, Domitila e Larissa vão disputar os votos do público. Trata-se do paredão mais forte do programa até aqui, praticamente uma final antecipada, graças à presença das integrantes com maiores torcidas da edição. Amanda e Domitila disputaram a preferência do público ao longo de todo o “BBB 23”. As duas também foram as que mais enfrentaram e sobreviveram a paredões. Já Larissa, que chegou a sair e retornar numa repescagem, fez História no “BBB” a se tornar a única repescada não eliminada no primeiro paredão que enfrentou. Também se consagrou como a maior jogadora/articuladora do programa em sua volta, o que a fez ganhar muitos fãs e um número equivalente de detratores na torcida rival. Por isso, nesta reta final, a professora deve ter a terceira maior torcida dentre os remanescentes. Mostrando que sentiu o impacto desta formação, o perfil oficial de Domitila já mirou em Larissa como alvo preferencial, evitando o confronto direto com a torcida de Amanda. E nisso praticamente jogou a toalha, declarando que acredita em Amanda campeã. Na terça, Tadeu Schimidt fará um novo discurso emotivo para anunciar qual delas se despede do confinamento, formando o Top 5.

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    Sarah Aline é a nova eliminada do BBB 23

    16 de abril de 2023 /

    O paredão deste domingo (16/4) no “BBB 23” enfrentou captchas e exaustão das torcidas para eliminar Sarah Aline, em mais uma derrota consecutiva do grupo Fundo do Mar – a quinta desde a volta da desértica Larissa Santos pela repescagem. Sarah enfrentou a berlinda com Bruna Griphao e Aline Wirley, do grupo Deserto, e saiu com 58,2% dos votos. Bruna foi a segunda mais votada, com 41,09% , enquanto Aline quase foi esquecida com apenas 0,71%. A edição deu indícios do resultado desde o começo, ao esconder Bruna e destacar vários momentos de Sarah, que aproveitou o almoço do Anjo com recados da família. Em seu discurso, o apresentador Tadeu Schmidt também não falou de mais ninguém. Ele escolheu enaltecer a trajetória da psicóloga, que não teve nenhum momento controvertido em todo o programa. Ele exaltou desde a história de sua seleção, mencionando sua primeira entrevista com a produção, seu interesse por questões raciais, suas vitórias e sabedoria. Enquanto falava, Tadeu emocionou a sister e também se emocionou, embargando a voz ao citar até a ativista americana Angela Davis para dar a notícia de sua eliminação. Sarah desmontou de emoção. E todos os seis remanescentes a abraçaram. Rivais diretas a cobriram de elogios. Bruna disse: “Você é maravilhosa. Você faz parte das nossas vidas”. E Larissa completou: “Amiga, a gente quer te levar pra vida, pra vida. Você é perfeita. Você é luz. Você é o orgulho da sua família e você vai brilhar muito lá fora. Muito”. Até o durão Ricardo Alface chorou. Num abraço sentido e de coração claramente partido, ele pediu desculpas por qualquer ato irrefletido, beijou e trocou juras de amor, marcando a separação do último casal do “BBB 23”. Em sua despedida da casa mais vigiada do Brasil, Sarah cantou que o “show tem que continuar” e o jogo continuou, consagrando ainda mais o domínio das quatro desérticas no Top 6, que ainda consolaram Alface. “O maior prêmio foi essa mulher que você achou aqui”, disse Amanda Meirelles. Com 58,2% dos votos, Sarah Aline é a 15ª eliminada do #BBB23. Bruna Griphao recebeu 41,09% dos votos e Aline Wirley obteve 0,71% #RedeBBB #EliminacaoBBB pic.twitter.com/EEgC5Hh0Th — Big Brother Brasil (@bbb) April 17, 2023

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    Playlist Moderna: Confira 50 clipes novos de bandas indies

    16 de abril de 2023 /

    Se você é daqueles que acha que nada de novo aconteceu no rock depois do Nirvana, é hora de mais uma Playlist Moderna para atualizar sua trilha sonora, com direito a baladas folk, punk rock e até folk punk. A seleção reúne 50 lançamentos de clipes recentes do Lado B do YouTube, com ênfase em novidades de março, mas também faixas do começo do ano que se encaixam na continuidade da playlist. Desta vez, a relação eclética faz até uma rápida passagem por rockabilly, hip-hop e ska, mas quando entra no rock inicia uma sequência de mosh ao som do novo grunge quase sem parar, ou melhor, até encontrar o pós-punk e a melancolia. Entre os destaques, estão os australianos Hatchie (Harriette Pilbeam) e Rinse (Joe Agius), que são melhores amigos, compõem juntos e tocam um na banda dreampop do outro, mas vale especialmente se ligar na estreia solo da iraniana-americana Rahill (do grupo psicodélico nova-iorquino Habibi), que é queridinha de Beck, além de diversas bandas barulhentas lideradas por mulheres, como Skating Polly, Body Type e Scowl. Como sempre, os vídeos são organizados por ordem de afinidade sonora numa playlist – para ver na Smart TV, busque Transmitir na aba de configurações do Chrome ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge – , visando encaixar uma sequência que ressalte a impressão de videotecagem/mixtape. Experimente ouvir sem saltar as faixas na versão Premium do YouTube (sem interrupções de anúncios).     Pi Ja Ma | Cyote | Hollow Hand | The Lemon Twigs | Las Robertas | Draag | She’s in Parties | Cruush | Hatchie | Rinse | Rahill | Fazerdaze | Purr | Monstress | Greentea Peng | Paris Texas | The Bar Stool Preachers | Los Fastidios | Urethane | The Rumjacks | Flogging Molly | Give You Nothing | Broken Cuffs | Dropkick Murphys | The Barnestormers | The Heavy | BabyJake | Body Type | Almost Monday | Bass Drum of Death | Skating Polly | Scowl | Snake Eyes | Teen Jesus and the Jean Teasers | Lawn Chair | Wednesday’s Child | Lobsterbomb | Low Hummer | Alex Lahey | Deadletter | The Velvet Hands | Saloon Dion | BlackWaters | Dust | The Murder Capital | Object of Affection | Molly | Tribes | Oracle Sisters | Frum

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    Ex-diretor da Globo acusa Marcius Melhem de abuso moral

    16 de abril de 2023 /

    O cineasta Maurício Farias (“Hebe: A Estrela do Brasil”), que também é ex-diretor de programas de humor da TV Globo, como “Zorra” e “Tá no ar”, falou pela primeira vez sobre os episódios de abuso moral que presenciou de Marcius Melhem, ex-diretor do núcleo de humor da emissora, acusado de assédio sexual. Em entrevista ao Metropolis, Farias afirmou que Melhem tinha um comportamento agressivo e constrangia muito os profissionais da emissora. Para começar, Farias discordou das afirmações de Melhem, que afirmou ser natural em um ambiente de trabalho de humoristas a existência de práticas que ele mesmo admitiu ter, como sarrar o pênis em colegas. Para Farias, “porque você faz humor, não significa que você pode passar a mão em ninguém”. Sobre o hábito de Melhem sarrar colegas, Farias revelou ter tomado conhecimento de um relato sobre esse tipo de conduta de Melhem e afirmou que a colega ficou constrangida e com nojo. “O comportamento de uma cena de proximidade é todo combinado: ‘Posso colocar a mão aqui? Pode aparecer isso? Podemos colocar a câmara aqui?’. É uma coisa técnica, não estamos fazendo pornô. Precisa de consentimento. As pessoas precisam ter liberdade para dizer ‘sim’ e ‘não’. Usar esse argumento de que o ambiente do humor é permissivo ajuda a confundir muito. Nós estávamos em um ambiente de trabalho”, defendeu. Em seu relato, Faria disse só ter testemunhado abusos morais e chegou a ver pessoas com vontade de chorar, tamanho era a agressividade e a força que Melhem usava como chefe. “No trabalho, o Marcius tinha um comportamento que se aproximava de um abuso moral. Isso aconteceu com pessoas próximas a mim e eu tive que intervir algumas vezes”, afirmou. Ele contou que freava Melhem quando ele tinha desentendimentos com diretores e editores, e disse que quando um colega fazia uma queixa, conversava com Melhem, mas eles tinham vários atritos. Mas disse que só soube das histórias de assédio sexual quando já não era mais diretor do “Zorra”. “Quando as atrizes vieram falar comigo, foi um choque. Eu percebi que não era só a Dani Calabresa, entendi que era algo sistemático”, disse, lamentando o fato de Melhem ter se colocado como um intermediário entre o elenco e a direção. O cineasta afirmou que acredita que Melhem escondia dele esse lado e que o humorista era muito inteligente e capaz de simular muito bem. O caso de Marcius Melhem ganhou repercussão em dezembro de 2019, quando a humorista Dani Calabresa o acusou de assédio moral e sexual em uma entrevista ao jornal Folha de S.Paulo. Desde então, outras mulheres vieram a público com relatos semelhantes, e Melhem deixou a TV Globo em agosto de 2020. Desde que as acusações de assédio sexual vieram à tona, a TV Globo abriu uma investigação interna sobre o caso e afastou o humorista de suas atividades na emissora. Em agosto de 2020, Melhem e Globo encerraram a parceria, após 17 anos de trabalho, e logo em seguida vieram à tona as denúncias das atrizes, que agora processam Melhem na Justiça.

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