Globo se pronuncia após declarações homofóbicas de Cassia Kis
A rede Globo emitiu uma nota com seu posicionamento após a atriz Cassia Kis, intérprete de Cidália na novela “Travessia”, fazer comentários homofóbicos numa live com a jornalista Leda Nagle. “A Globo tem um firme compromisso com a diversidade e a inclusão e repudia qualquer forma de discriminação”, diz o texto sucinto enviado pela assessoria de imprensa da emissora para jornalistas que buscaram uma repercussão. No bate-papo, Cassia Kis disse que as relações homossexuais e a “ideologia de gênero” (definição bolsonarista para a sexualidade humana) estão destruindo as famílias. “Não existe mais o homem e a mulher, mas a mulher com mulher e homem com homem, essa ideologia de gênero que já está nas escolas”, disse a atriz. “Eu recebo as imagens de crianças de 6, 7 anos se beijando, duas meninas se beijando, onde há um espaço chamado beijódromo”, prosseguiu, no melhor estilo “kit gay” (famosa fake news bolsonarista da eleição presidencial passada). “Eu nem sabia que existia isso”, deixou escapar Leda Nagle, diante do sensacionalismo da atriz. Segundo Cássia, quando há uma relação entre duas pessoas de sexo igual há uma “destruição à vida humana”. “O que está por trás disso? Destruir a família. Destruir a vida humana, na verdade, porque onde eu saiba homem com homem não dá filho, mulher com mulher também não dá filho. Como a gente vai fazer?”, questionou. Ainda na conversa, a atriz também destacou que a “pandemia foi maravilhosa” por tê-la ajudada a se descobrir conservadora. “Eu estou com a vida cheia de Deus muito recente. Essa pandemia foi maravilhosa pra mim, ela me trouxe a verdade. Primeiro, através de um sacerdote incrível, e eu conheci o Brasil Paralelo. Eu fiquei assustada porque eram de direita e não que eu fosse de esquerda, porque eu já tinha me divorciado da esquerda lá atrás, em 2014. Mas ouvi falar do Olavo de Carvalho e sai fora do negócio. Mas uma coisa vai levando à outra, evidente. Eu comecei a ouvir o padre Paulo Ricardo, que é esse sacerdote que fica em Cuiabá… quando eu vi, eu tava descobrindo a direita”, contou. Os comentários colocaram o nome da atriz entre os tópicos mais comentados do Twitter. Cássia Kis declarou recentemente seu voto em Jair Bolsonaro e teria sido alvo de reclamação de colegas nos bastidores das gravações de “Travessia” por suposta militância extremista fora das gravações.
Rafinha Bastos terá que indenizar Marcius Melhem por piada sobre assédio
O humorista Rafinha Bastos perdeu o recurso no processo movido por Marcius Melhem por dano moral. Melhem vai receber R$ 50 mil de indenização de Rafinha a título de indenização por piadas com as acusações de assédio moral e sexual feitas contra ele por Dani Calabresa e outras funcionárias da Globo, na época em que era chefe do departamento de humor da emissora. O caso foi julgado pela 7ª Câmara do Direito Privado do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) em segunda instância. Na primeira decisão, a Justiça havia concordado com os argumentos de Melhem e nova sentença repetiu a condenação, inclusive mantendo a mesma indenização. O vídeo com a piada que motivou o processo foi publicado em 2020, logo após Melhem dar uma entrevista se defendendo da acusação de assédio sexual e moral. Em um dos trechos, o humorista colocava sua voz sobre a imagem do ex-diretor da Globo para debochar do momento em que Melhem dizia que “foi muito doloroso para mim” ouvir as denúncias. “Doloroso pra ti? Oi?”, disse Bastos na gravação. “Eu matei 48 pessoas, matei várias vezes, isso foi muito doloroso pra mim”; “Roubei oito bancos, roubei várias vezes, isso foi muito doloroso pra mim”, “Dei crack pra criança, e dei crack várias vezes, isso foi muito doloroso pra mim”. O processo também cita um tuíte de Rafinha Bastos em que ele manda Melhem “tomar no c*!” e o chama de “mau-caráter do cara**o!”. A publicação já foi apagada pelo próprio autor segundo o Twitter, que se manifestou ao ser notificado judicialmente. “Considerando a natureza do dano, a capacidade econômica das partes, os princípios da proporcionalidade e da razoabilidade, pela ofensa ao autor com ampla divulgação, considera-se que o montante fixado deve ser mantido”, afirmou o desembargador Pastorelo Kfouri, relator do caso em segunda instância. O voto foi seguido por unanimidade. Marcius Melhem também processou Danilo Gentili, Felipe Castanheri e Marcos Veras por comentários que considerou ofensivos nas redes sociais. Mas Gentili teve ganho de causa por ter feito piadas de duplo sentido. Em entrevista do ano passado, Melhem se justificou dizendo: “Eu não processo quem me critica ou quem faz piada. Eu processei quem me ofendeu com grande repercussão. São quatro processos apenas. E muito mais gente falou de mim. Milhões de pessoas foram induzidas a me achar um abusador, um assediador, sem saber que nem processo na Justiça há contra mim. Sem saber que ninguém me acusou publicamente de algum ato criminoso. Sem saber que só houve ida à Justiça porque eu fui primeiro. A crítica é livre. A ofensa, não. Só processei quem me caluniou”.
Globo anuncia volta de “Linha Direta” com Pedro Bial
A Globo confirmou a volta de seu principal programa policial, o “Linha Direta”, que teve episódios exibidos entre 1990 e 2007. Originalmente apresentado pelos jornalistas Domingos Meirelles e Marcelo Rezende, o programa será assumido agora por Pedro Bial (que atualmente apresenta o “Conversa com Bial”), num retorno previsto para 2023. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (27/10) em um evento voltado ao mercado publicitário em São Paulo e compartilhado no Twitter da empresa. A volta do programa foi revelada em setembro pela coluna de Patricia Kogut, no jornal O Globo, enquanto estava sendo desenvolvido pelo diretor Mariano Boni. O sucesso do podcast/série sobre o Caso Evandro, na Globoplay, teria alertado a empresa para o interesse do público nas notícias de crime real. E o fenômeno da audiência da série sobre o assassinato de Daniella Perez, na HBO Max, só confirmou a tendência. Além disso, um canal independente que reúne edições antigas do próprio “Linha Direta” virou um fenômeno no YouTube, com quase 200 mil inscritos e 3 milhões de visualizações em alguns episódios. Ainda não há detalhes sobre a nova produção, nem se a atração seguirá o mesmo formato dos últimos anos em que ficou no ar. A versão original do “Linha Direta” estreou em março de 1990 com casos de crimes em que os suspeitos estavam foragidos da Justiça. O programa exibia simulações feitas por atores e depoimentos de testemunhas. Essa primeira fase do Linha Direta ficou no ar até julho daquele ano, apresentada por Hélio Costa. Em 1999 o programa voltou, desta vez sob o comando de Marcelo Rezende (1951-2017) e com base em noticiários recentes, mas também reconstituindo casos célebres, como o assassinato de Ângela Diniz. Domingos Meirelles assumiu o programa em 2002 e permaneceu até o fim da atração, em 2007. Ao longo de sua exibição, a produção jornalística contribuiu para a prisão de quase 400 foragidos. Em setembro de 2002, representantes do Centro Brasileiro de Defesa dos Direitos Humanos afirmaram que a atração era de utilidade pública. “Linha Direta” também teve edições especiais sobre casos com elementos sobrenaturais, como o do Edifício Joelma e o da Operação Prato. O #LinhaDireta volta em 2023 e com Pedro Bial no comando! #Vemaí pic.twitter.com/JePkTuQevZ — TV Globo 📺 (@tvglobo) October 27, 2022
Fotos registram volta da vilã Georgina Sparks à “Gossip Girl”
A HBO Max divulgou as primeiras fotos da 2ª temporada do revival de “Gossip Girl”, que destaca a volta da atriz Michelle Trachtenberg ao papel de Georgina Sparks, vilã da série original. “The bitch is back”, avisa a legenda da publicação nas redes sociais. Continuação da série original, que foi sucesso entre 2007 e 2012 na TV americana, a nova “Gossip Girl” é escrita por Joshua Safran e tem produção de Josh Schwartz e Stephanie Savage, criadores da primeira atração. A trama se passa quase uma década depois que o blog da “garota fofoqueira” foi desativado e revela uma nova Gossip Girl, desta vez concebida pelos professores da escola de elite da trama, que surge para controlar a atual geração de estudantes sem noção de limites. O novo elenco destaca Emily Alyn Lind (“A Babá”), Jordan Alexander (“Sacred Lies”), Whitney Peak (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), Eli Brown (“Pretty Little Liars: The Perfeccionists”), Johnathan Fernandez (“Lethal Weapon”), Tavi Gevinson (“Scream Queens”), Thomas Doherty (“Legacies”), Adam Chanler-Berat (“Next to Normal”), Zion Moreno (“Claws”), o veterano da Broadway Jason Gotay (“Peter Pan Live!”) e Elizabeth Lail (a vítima da 1ª temporada de “Você”). Para reforçar a ligação entre as duas gerações de personagens, a série manteve a narração de Kristen Bell como a voz informal de Gossip Girl, e vinha resgatando personagens secundários da década passada em pequenas participações. Por sinal, uma das referências à trama anterior foi a introdução de Milo, o filho de Georgina Sparks, que apareceu no quarto episódio interpretado por Azhy Robertson (“Invasão”). Os novos episódios vão estrear em 1 de dezembro em streaming. SIM, A GEORGINA TÁ DE VOLTA — HBO Max Brasil (@HBOMaxBR) October 27, 2022
Harry Styles vira Lula barbudo em novo clipe
O cantor Harry Styles lançou o clipe de “Music For a Sushi Restaurant”, em que ele vira uma espécie de Lula barbudo. O vídeo literalmente mostra o artista com tentáculos de lula no lugar das pernas e portando uma longa barba escura. Ele é encontrado encalhado na areia de uma praia por funcionários de um restaurante especializado em comida marinha. Mas quando seus tentáculos estão prestes a ser cortados para virar iguaria, começa a cantar, encantando os cozinheiros com sua voz de sereia. Os planos mudam e ele vira atração musical do local, passando a se comportar como diva. Só que, em meio ao show, perde a voz e volta para a frigideira. A direção é de Aube Perrie, responsável pelo comentadíssimo clipe de “Thot Shit”, de Megan Thee Stallion. “Music For a Sushi Restaurant” é o terceiro clipe (sem contar o vídeo dirigido por James Corden para seu talk show) do álbum “Harry’s House”, terceiro disco solo do cantor inglês, lançado em maio passado.
Jason Bateman e Jude Law vão estrelar nova série da Netflix
Os atores Jason Bateman (“Ozark”) e Jude Law (“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”) vão estrelar e produzir a minissérie “Black Rabbit”, desenvolvida para a Netflix. Segundo o site Deadline, Bateman também deve dirigir a atração. Detalhes sobre a trama ainda não foram divulgados. Sabe-se apenas que a série foi criada pelo roteirista Zach Baylin, indicado ao Oscar pelo roteiro de “King Richard: Criando Campeãs” (2021). O projeto ainda tem detalhes em negociação, mas deverá marcar uma nova parceria de Bateman com a Netflix, depois do sucesso de “Ozark”. “Black Rabbit” ainda não possui previsão de estreia. Atualmente, Jason Bateman está envolvido em um filme sobre a vida de Sonny Vaccaro, executivo da marca Nike. O projeto, sem data de estreia, será dirigido por Ben Affleck (“Argo”). Jude Law, por sua vez, vai interpretar o Capitão Gancho no filme “Peter Pan e Wendy”, dirigido por David Lowery (“A Lenda do Cavaleiro Verde”), que estreia em 2023.
Chefão da Marvel aprova James Gunn na DC: “Serei o primeiro da fila”
O poderoso produtor Kevin Feige, responsável pelo Universo Cinematográfico da Marvel, elogiou a recente contratação do cineasta James Gunn (“Guardões da Galáxia”) para exercer uma função similar a dele na DC. Em entrevista ao site The Hollywood Reporter, Feige disse que será o primeiro da fila para comprar um ingresso para os filmes produzidos por Gunn. “Eu falo com James quase todos os dias. Temos uma coisa maravilhosa chamada ‘Especial de Natal dos Guardiões da Galáxia’ saindo. Temos uma coisa maravilhosa chamada ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ que será lançada em maio”, disse Feige, quando questionado se havia falado com o diretor após a sua contração pela DC. “Não sei como ele terá tempo para trabalhar na DC antes de maio, mas, quando ele tiver tempo, ficarei muito animado. Eu serei o primeiro da fila.” James Gunn dirigiu os dois primeiros filmes dos “Guardiões da Galáxia” para a Marvel. Mas ele foi despedido em 2018, após uma polêmica envolvendo algumas piadas que fez anos atrás. Na época, a DC aproveitou a oportunidade para contratá-lo para comandar a continuação de “Esquadrão Suicida”. Ao ver que havia perdido o cineasta por causa de uma campanha de cancelamento da extrema direita, a Marvel voltou atrás e o recontratou para dirigir “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. Apesar de ter aceitado o retorno, Gunn formou laços na DC. O filme dele, “O Esquadrão Suicida”, teve 90% de aprovação no Rotten Tomattoes, uma rara unanimidade positiva num universo bombardeado por críticas negativas. Ele também criou a série do “Pacificador”, que se tornou um dos maiores sucessos do serviço de streaming HBO Max. Tudo isso culminou na notícia divulgada na última terça (25/10), de que Gunn e o produtor Peter Safran (também de “O Esquadrão Suicida”) irão substituir o executivo Walter Hamada no comando da DC Films a partir de novembro. Vale lembrar que Feige, inclusive, visitou Gunn no set de “O Esquadrão Suicida”, ocasião em que o diretor comentou que a rivalidade entre as duas empresas só existia na cabeça dos fãs. O “Especial de Natal dos Guardiões da Galáxia” estreia no dia 25 de dezembro, no serviço de streaming Disney+. Já “Guardiões da Galáxia Vol. 3” chega aos cinemas em 5 de maio de 2023.
New York Times faz documentário sobre importância mundial das eleições no Brasil
O jornal The New York Times produziu um minidocumentário, especialmente para sua versão online e redes sociais, sobre a importância da eleição presidencial de domingo (30/10) no Brasil para o futuro dos EUA e do mundo, tomando partido de Luiz Inácio Lula da Silva. Embora seja conhecido por seus fortes posicionamentos em defesa da democracia, o tema escolhido pelo jornal para definir seu apoio e o tom de alerta da produção foi o meio-ambiente e a preservação da floresta Amazônica. Para o New York Times, Bolsonaro representa uma ameaça à natureza, aos povos indígenas brasileiros e, por extensão, ao mundo inteiro, considerando a devastação que seu governo causou na Amazônia e a importância da floresta para equilibrar o clima mundial. “Todos nós precisamos desesperadamente de um novo presidente brasileiro que não queime tudo”, diz a narração do vídeo. Além da narração em inglês, o curta de pouco mais de 6 minutos dá voz à jovem líder indígena Txai Suruí, coordenadora do Movimento da Juventude Indígena e única brasileira que discursou na COP26, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima de 2021, realizada em Glasgow, na Escócia. O New York Times já tem uma sólida tradição em documentários. Dois deles foram fundamentais para chamar atenção sobre os abusos cometidos contra Britney Spears, ajudando, no ano passado, a encerrar a tutela judicial a que a artista estava submetida desde 2008. On Sunday, Brazilians go to the polls to elect their next president. But at stake is something far more important than the leadership of the largest economy in South America. pic.twitter.com/WKbaX9sdF0 — New York Times Opinion (@nytopinion) October 27, 2022
“City on a Hill” é cancelada na 3ª temporada
O canal pago Showtime cancelou a série criminal “City on a Hill” ao final de sua 3ª temporada. A decisão foi tomada após a saída de David Nevins, chefe de longa data da Showtime Networks, no começo do mês. A série, repleta de estrelas de Hollywood diante e atrás das câmeras, era disponibilizada no Brasil pela plataforma Paramount+. A ideia original de “City on a Hill” partiu do ator Ben Affleck (“Liga da Justiça”), que assina a produção com seu parceiro Matt Damon (“Jason Bourne”). Os dois ainda trouxeram à bordo o diretor James Mangold (de “Logan”) para a equipe de bastidores. Já os episódios reúnem diante das câmeras os astros Kevin Bacon (“The Following”) e Aldis Hodge (“Adão Negro”). A trama é uma versão ficcional do chamado “Milagre de Boston” dos anos 1990, nome dado à queda vertiginosa de homicídios na cidade de Boston, até então uma das mais violentas dos Estados Unidos, submersa na corrupção desenfreada, racismo escancarado e juventude armada. Tudo começa a mudar com a chegada de Decourcy Ward (Aldis Hodge), um jovem promotor idealista que vem do Brooklyn, em Nova York, decidido a transformar a cidade, mas que, para isso, precisa formar uma improvável aliança com um agente veterano e corrupto do FBI, Jackie Rhodes (Kevin Bacon). Juntos, eles prendem uma família de criminosos em um caso com muitas ramificações, que acaba por subverter todo o sistema de justiça criminal de Boston. O elenco da produção também contava com Mark O’Brien (“Halt and Catch Fire”), Jill Hennessy (“Crossing Jordan”), Amanda Clayton (“John Carter”) e Lauren E. Banks (“Maniac”). “Não tivemos nada além da melhor experiência trabalhando com Kevin Bacon, Aldis Hodge e todo o elenco e equipe, liderados pelo showrunner Tom Fontana e outros produtores executivos, incluindo Jennifer Todd e Jorge Zamacona. Oferecemos nossos mais sinceros agradecimentos a todos”, disse um comunicado do canal. O anúncio foi feito no mesmo dia em que Aldis Hodge foi confirmado em nova atração, a série “Alex Cross”, baseada na famosa franquia literária do autor James Patterson e desenvolvida para o serviço de streaming Amazon Prime Video.
“The Serpent Queen” é renovada para 2ª temporada
O canal pago americano Starz renovou a série “The Serpent Queen”, disponibilizada no Brasil pela Lionsgate+, para sua 2ª temporada. O anúncio foi feito na véspera do final do último capítulo, que vai ao ar no domingo (30/10). Até então, a atração era considerada uma minissérie. “’The Serpent Queen’ é distintamente moderna, sombriamente cômica e completamente inesperada”, disse Kathryn Busby, a nova presidente de originais do Starz. “A história de Catarina de Medici é o complemento perfeito para nosso quadro feminino, e o brilhante retrato de Samantha Morton dessa rainha implacável, charmosa e experiente ancora toda a produção. Estamos empolgados em revelar mais de sua incrível vida e reino na 2ª temporada, que promete ser ainda mais provocante e sublime”, completou. A atração acompanha um fascínio do canal por Rainhas históricas e traz Samantha Morton, que reinou entre os mortos-vivos como Alpha na série “The Walking Dead”, no papel de Catarina de Médici, uma das mulheres mais influentes – e cruéis – que já usou uma coroa. Casando-se ainda adolescente na corte francesa do século 16, ela logo perde a inocência e, com sua inteligência e determinação, domina o esporte sangrento que é a monarquia melhor do que ninguém, governando a França por 50 anos. Apesar do tema, a produção não faz parte da franquia literária de Philippa Gregory, conhecida como “The Cousins War” (“Guerra Entre Primos”, no Brasil), que já rendeu “The White Queen”, “The White Princess” e “The Spanish Princess” no mesmo canal. Mas, cronologicamente, encaixa-se perfeitamente como continuação da saga monárquica. A série tem outra fonte literária, o livro “Catherine de Medici: Renaissance Queen of France”, de Leonie Frieda. E foi desenvolvida pelo roteirista Justin Haythe (“Operação Red Sparrow”), tem direção de Stacie Passon (“Os Segredos do Castelo”) e conta com produção do cineasta Francis Lawrence (da franquia “Jogos Vorazes”). Veja abaixo o trailer da atração.
O Pálido Olho Azul: Teaser introduz terror gótico estrelado por Christian Bale
A Netflix divulgou o teaser legendado de “O Pálido Olho Azul”, terror gótico que marca a terceira parceria entre o ator Christian Bale e o diretor Scott Cooper – após o thriller “Tudo por Justiça” (2013) e o western “Hostis” (2017). Baseado no livro homônimo de Louis Bayard, o filme gira em torno de uma série de assassinatos na Academia Militar de West Point em 1830. Bale tem o papel de um detetive veterano que investiga os crimes, e para isso conta com a ajuda do jovem cadete Poe, que mais tarde se tornaria mundialmente famoso como escritor, Edgar Allan Poe. Harry Melling, conhecido como o Dudley Dursley da saga “Harry Potter”, vive Poe e o resto do elenco inclui Gillian Anderson (“The Crown”), Lucy Boynton (“Bohemian Rhapsody”), Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”), Toby Jones (“First Cow”), Timothy Spall (também de “Harry Potter”), Harry Lawtey (“Industry”), Simon McBurney (“Carnival Row”), Hadley Robinson (“Moxie”), Joey Brooks (“A Grande Jogada”), Brennan Cook (“Encounter”), Gideon Glick (“The Marvelous Mrs. Maisel”), Fred Hechinger (“The White Lotus”), Matt Helm (“The Tragedy of Macbeth”), Steven Maier (“The Plot Against America”), Charlie Tahan (“Ozark”) e o veterano Robert Duvall (“O Juiz”). A estreia está marcada para 6 de janeiro.
Clássico “A Noite dos Mortos-Vivos” vai ganhar continuação de roteirista de “The Walking Dead”
O terror “A Noite dos Mortos-Vivos” (1968), dirigido por George A. Romero, vai ganhar uma nova continuação. Segundo o site Deadline, o novo filme será escrito por LaToya Morgan (roteirista de “The Walking Dead”) e dirigido por Nikyatu Jusu (do elogiado terror “Nanny”). No clássico de 1968, um grupo de pessoas se abriga em uma casa abandonada durante o início do apocalipse zumbi. O filme foi um divisor de águas dentro do gênero, tanto por reformular a figura do zumbi (que antes era fruto de magia negra) quanto por trazer um protagonista negro, o ator Duane Jones. O personagem de Jones foi revolucionário por fugir dos estereótipos normalmente associados às pessoas negras no cinema de terror, que antes eram mostradas apenas como vítimas ou vilãs. E, complementando o comentário social, o filme termina com o protagonista sobrevivendo aos zumbis, somente para ser morto por um grupo de caçadores – brancos – que o confunde com um morto-vivo. “A Noite dos Mortos-Vivos” abriu caminho para o diretor George A. Romero construir grande parte da sua carreira em cima do tema dos zumbis, sempre abordando-o por meio de uma temática social. Ele também dirigiu os filmes “Despertar dos Mortos” (1978), “Dia dos Mortos” (1985), “Terra dos Mortos” (2005), “Diário dos Mortos” (2007) e “A Ilha dos Mortos” (2009) O projeto será supervisionado por Christine Romero, viúva do cineasta. “Estou muito empolgada com essa equipe visionária de contadores de histórias que se uniram para expandir a premissa do filme original”, disse ela em comunicado. “Revisitar o mundo que George e seus colaboradores criaram será um deleite para os fãs. George teria ficado tão feliz em ver isso acontecer!” Detalhes sobre a trama ainda estão sendo mantidos em segredo, mas é possível que o comentário social do filme seja mantido na continuação. A roteirista e a diretora, duas mulheres negras, não são estranhas a essa temática. Morgan já escreveu e produziu episódios de “The Walking Dead” e Jusu chamou atenção com o curta-metragem “Suicide by Sunlight”, que mostrava vampiros negros capazes de andar sob a luz do sol devido à proteção causada pela melanina nos seus corpos. “A versão original de ‘A Noite dos Mortos-Vivos’ ainda é muito ressonante até hoje”, disse Jusu. “Toda era tem o zumbi de que precisa e, agora, os zumbis refletem a maneira como os humanos tratam uns aos outros e nos mostram quem é realmente o monstro.” O novo “A Noite dos Mortos-Vivos” ainda não tem previsão de estreia. O filme mais recente de Jusu, “Nanny”, conta a história de uma imigrante negra que trabalha como babá de uma família rica em Nova York. Vencedor do Prêmio do Júri no Festival de Sundance, “Nanny” estreia em 16 de dezembro no serviço de streaming Amazon Prime Video. Assista abaixo ao trailer de “A Noite dos Mortos-Vivos”.
Ator de “Adão Negro” vai estrelar série inspirada em “Beijos que Matam”
O ator Aldis Hodge (o Gavião Negro de “Adão Negro”) vai estrelar e produzir a série “Alex Cross”, baseada na famosa franquia literária do autor James Patterson e desenvolvida para o serviço de streaming Amazon Prime Video. Nos livros de Patterson, Alex Cross é um detetive e psicólogo forense, excepcionalmente capaz de penetrar na psique de assassinos e suas vítimas. Ele é um pai amoroso, mas também obstinado ao ponto de ficar obsessivo quando caça assassinos, especialmente aquele responsável pela morte da sua esposa. O personagem já foi interpretado por Morgan Freeman nos filmes “Beijos que Matam” (1997) e “Na Teia da Aranha” (2001), e por Tyler Perry em “A Sombra do Inimigo” (2012). A série “Alex Cross” foi criada por Ben Watkins (“Burn Notice: Operação Miami”), que vai produzir e atuar como showrunner da atração. O escritor James Patterson também vai produzir a série. “James Patterson está entre os melhores em cativar o público com seus romances inegavelmente fascinantes e estamos confiantes de que, com a visão artística de Ben Watkins, Cross fará o mesmo por nossos clientes globais”, disse Vernon Sanders, chefe da divisão televisiva da Amazon Studios. “Estamos orgulhosos de trabalhar com James e Ben ao lado da Paramount Television, Skydance e o extremamente talentoso Aldis Hodge, que sabemos que fará um trabalho excepcional ao dar vida a Alex Cross.” “Alex Cross” ainda não tem previsão de estreia. Aldis Hodge tem diversos projetos encaminhados, entre eles a ficção científica “Parallel” e o romance “Marmalade”, ambos sem previsão de estreia.












