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    Ator de “Stranger Things” não aguenta mais comentários sobre cabelo

    15 de agosto de 2022 /

    O ator Joe Keery, intérprete de Steve Harrington na série “Stranger Things”, contou que não aguenta mais o foco constante ao seu cabelo em entrevistas e mídia em geral. “É realmente ridículo. Não é algo sobre o qual eu tenha controle”, disse ele ao site The Daily Beast. “Eu tenho uma carreira, então tenho que pensar: ‘Quem se importa? Eu aceito’. Mas cabelos não são algo com que eu realmente me importe. Ainda assim, as pessoas parecem realmente achar isso importante e se fixar nisso, por qualquer motivo. É muito estúpido, honestamente.” Toda essa atenção dada ao cabelo de Keery não é recente. No ano passado, ele chegou a ser convidado para fazer propaganda para uma marca de produtos cosméticos. “Acho que seria muito pedante para a maioria das pessoas. Seria um gesto de vendido. Você não acha?”, ele revelou para a revista GQ. A obsessão acabou rendendo até música. O astro, que também é cantor, gravou recentemente uma faixa chamada “Gloom”. E em certo momento da canção, ele diz: “Seus insultos não me afetam com meu casaco favorito. Eu sei que meu cabelo ficou bonito no banheiro do bar”. Keery explicou a sua escolha. “É como uma piscadela”, disse ele. “Todo mundo me pergunta sobre isso. É meio que um… momento. Essa música é como uma faixa de atitude arrogante.” Joe Kerry e seu cabelo exuberante serão vistos em breve na 5ª e última temporada de “Stranger Things”. Antes disso, o ator vai participar da 5ª temporada da série “Fargo” e estrelar os filmes “Marmalade”, sobre um sujeito que tenta fugir da prisão para se reunir com o seu amor, e “Cold Storage”, sobre um vírus que ameaça todo o mundo. Nenhum desses projetos têm data de estreia definida.

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    Academia pede desculpas à atriz indígena que causou furor no Oscar 1973

    15 de agosto de 2022 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, responsável pela premiação do Oscar, pediu desculpas publicamente pela maneira como tratou a atriz indígena Sacheen Littlefeather (“A Volta dos Bravos”) depois que ela apareceu em nome de Marlon Brando para recusar o Oscar que o ator venceu pelo trabalho em “O Poderoso Chefão” (1972). Na ocasião, Littlefeather leu uma mensagem de Brando na qual destacava, entre outras coisas, os estereótipos nativos americanos perpetuados pela indústria do entretenimento. O discurso causou furor e foi considerado uma brincadeira de mau gosto na época. Agora, a Academia admitiu que o ato levou Littlefeather a ser “boicotada profissionalmente, pessoalmente atacada, assediada e discriminada pelos últimos 50 anos”. A própria Littlefeather já havia afirmado isso em um documentário curta-metragem intitulado “Sacheen” (2019). No curta, ela disse que o próprio Brando elogiou a postura dela no Oscar, mas depois a abandonou. Segundo Littlefeather, a polêmica a colocou na lista negra de Hollywood e, consequentemente, ela não conseguiu mais nenhum trabalho. O pedido de desculpas foi feito por meio de uma carta assinada pelo presidente da Academia, David Rubin, e enviada em junho. Além de divulgar o conteúdo da carta (que pode ser lida abaixo), a Academia também programou uma aparição de Littlefeather no Museu do Cinema, em setembro. “Em relação ao pedido de desculpas da Academia para mim, nós indígenas somos pessoas muito pacientes – faz apenas 50 anos! Precisamos manter nosso senso de humor sobre isso o tempo todo. É o nosso método de sobrevivência”, ela disse, por meio de um comunicado à imprensa. Littlefeather elogiou a iniciativa do programa no Museu de Cinema, que será totalmente desenvolvido por ela e vai acontecer em 17 de setembro. “Eu nunca pensei que viveria para ver o dia deste programa acontecer, com artistas nativos tão maravilhosos e Bird Runningwater, um produtor de televisão e cinema, que também guiou o compromisso do Instituto Sundance com cineastas indígenas por 20 anos através dos Laboratórios do Instituto e Festival de Cinema de Sundance. Este é um sonho tornado realidade. É profundamente animador ver o quanto mudou desde que não aceitei o Oscar há 50 anos. Estou muito orgulhosa de cada pessoa que vai aparecer no palco.” Leia abaixo a carta de David Rubin na íntegra. “Cara Sacheen Littlefeather, Escrevo para você hoje uma carta que devo há muito tempo em nome da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, com humilde reconhecimento de sua experiência no 45º Oscar. Quando você subiu no palco em 1973 para não aceitar o Oscar em nome de Marlon Brando, mencionando a deturpação e maus-tratos dos nativos americanos pela indústria cinematográfica, você fez uma declaração poderosa que continua a nos lembrar da necessidade de respeito e a importância da dignidade humana. O abuso que você sofreu por causa dessa declaração foi descabido e injustificado. A carga emocional que você viveu e o custo para sua própria carreira em nossa indústria são irreparáveis. Por muito tempo, a coragem que você demonstrou não foi reconhecida. Por isso, oferecemos nossas mais profundas desculpas e nossa sincera admiração. Não podemos realizar a missão da Academia de ‘inspirar a imaginação e conectar o mundo através do cinema’ sem o compromisso de facilitar a mais ampla representação e inclusão que reflita nossa diversificada população global. Hoje, quase 50 anos depois, e com a orientação da Academy’s Indigenous Alliance, estamos firmes em nosso compromisso de garantir que as vozes indígenas – os contadores de histórias originais – sejam contribuintes visíveis e respeitados para a comunidade cinematográfica global. Dedicamo-nos a promover uma indústria mais inclusiva e respeitosa que alavanque um equilíbrio entre arte e ativismo para ser uma força motriz para o progresso. Esperamos que você receba esta carta com espírito de reconciliação e como reconhecimento de seu papel essencial em nossa jornada como organização. Você está para sempre respeitosamente enraizado em nossa história. Com calorosas saudações, David Rubin Presidente, Academia de Artes e Ciências Cinematográficas”

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    Franquia de terror “Jogos Mortais” vai ganhar novo filme

    15 de agosto de 2022 /

    A longeva franquia de terror “Jogos Mortais” vai ganhar um novo filme. A informação foi divulgada pelo site Bloody-Disgusting e posteriormente confirmada pelo estúdio Lionsgate na sua conta do Twitter. Embora detalhes sobre a trama ainda não tenham sido divulgados, sabe-se que o novo filme contará com o retorno de um veterano da franquia: o diretor Kevin Greutert, responsável por “Jogos Mortais 6” e “Jogos Mortais: O Final”. O novo “Jogos Mortais” chega aos cinemas americanos em 27 de outubro de 2023, quatro dias antes do Halloween. Criada pelo roteirista Leigh Whannell (“O Homem Invisível”) e pelo diretor James Wan (“Aquaman”), a franquia “Jogos Mortais” já rendeu nove filmes e mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias. O mais recente foi “Espiral – O Legado de Jogos Mortais”, estrelado por Chris Rock e Samuel L. Jackson, lançado em 2021. i repeat: this is not a trap! https://t.co/8PwjxDzZkk — Lionsgate (@Lionsgate) August 15, 2022

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    Após ação do MPF, MUBI diz que colabora com Ministério da Justiça desde o início do ano

    15 de agosto de 2022 /

    A MUBI divulgou um comunicado após o Ministério Público Federal (MPF) entrar com uma ação civil pública na Justiça para que a plataforma divulgue a classificação indicativa de sua programação. Trata-se de uma obrigação prevista na legislação brasileira para que pais e responsáveis controlem o conteúdo assistido por crianças. Segundo o documento, o Ministério da Justiça tentou oficiar a MUBI para que fossem ajustadas as inadequações em fevereiro deste ano, mas não obteve resposta. Foi então que representou ao MPF pedindo providências para que a empresa cumpra a legislação brasileira. Só que em sua nota oficial a MUBI diz que vem trabalhando com a Coordenação do Sistema de Classificação desde o começo do ano. Além disso, um dos pedidos da ação apresentada na sexta (12/8), acesso integral do aplicativo para o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), teria sido concedido em março. Fica claro, pelo teor da nota, que a plataforma está colaborando com o governo, ao contrário do que afirma o MPF em seu documento enviado à 8ª Vara de Justiça federal. Vale apontar apontar ainda que a MUBI possui um sistema de classificação indicativa que descreve, título a título, se o conteúdo pode ser visto pelo público em Geral, se é para o público Adulto ou se merece Atenção dos pais para determinar se deve ser assistido por adolescentes. A diferença está apenas na falta de adoção do critério específico estabelecido pelo Ministério da Justiça, que tem a mesma função, mas estabelece várias faixas etárias. Veja abaixo a íntegra da nota oficial do MUBI. “A MUBI Brasil tem trabalhado junto à Coordenação do Sistema de Classificação nos últimos meses, depois de tomar conhecimento acerca de uma notificação de fevereiro de 2022. Trata-se da mesma questão publicada no site do Ministério Público Federal no dia 12 de agosto de 2022. A MUBI recebeu orientação da Coordenação do Sistema de Classificação em março de 2022 e, desde então, concedeu acesso irrestrito à plataforma ao Ministério da Justiça e está trabalhando junto ao órgão para manter-se atualizada sobre todos os demais requisitos legais e prazos correspondentes. A MUBI está conversando com todas as partes envolvidas para reconfirmar quaisquer requisitos ou informações que a companhia não tenha tido conhecimento até agora, a fim de regularizar todas as pendências dentro do prazo estabelecido.”

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    Novos donos dizem que público do canal de “Riverdale” tem 58 anos de idade!

    15 de agosto de 2022 /

    Os planos do Nexstar Media Group para a recém-adquirida rede The CW precisaram de apenas uma apresentação para virar piada nas redes sociais. Ao relatar seu projeto de ampliar a base de telespectadores, os novos proprietários da emissora afirmaram que a média etária do público da CW é de 58 anos. Entretanto, o canal é conhecido por suas séries adolescentes, cheias de super-heróis e colegiais, como “Riverdale”, “All American”, “Legacies” e “The Flash”. De acordo com o presidente e COO da Nexstar, Tom Carter, a diferença entre a idade elevada do público e o conteúdo é o motivo pelo qual a CW é a rede de menor audiência entre todas as cinco dos EUA. O plano, daqui para frente, seria incluir mais produções que reflitam a “verdadeira idade” da audiência. O mais curioso é que o (ainda) presidente do canal, Mark Pedowitz, não cansa de comentar que o público jovem da emissora é o verdadeiro motivo da baixa audiência, devido ao costume de consumir conteúdo online. Por isso, ele sempre destaca a importância da CW Seed, plataforma da rede, em sua estratégia de audiência geral. Pedowitz, por sinal, não foi referenciado na apresentação, que contou com declarações de executivos da CBS e da Warner, empresas até então sócias no controle da CW (cujo nome é a sigla da junção de CBS e Warner). Mas a expectativa é que ele permanece como CEO do canal. O comentário de Carter acabou viralizando nas redes sociais, no pior sentido. “Eu teria rido se a idade média fosse 40”, escreveu Mike Royce, ex-produtor de “On One Day at a Time”, no Twitter. “58 é uma verdadeira genialidade cômica.” Royce ainda fez a sugestão de sua antiga comédia de cinquentões, “Men of a Certain Age”, fizesse companhia para “Riverdale” na programação da emissora. Foram várias piadas depois disso. “Você ouviu?”, escreveu o jornalista Matt Sibley, do site Newsarama. “Aparentemente, a idade média dos espectadores da CW é de 58 anos. 58 anos! Agora, eu sei que você está pensando que isso é absurdo! Mas pense em quanto tempo ‘Supernatural’ durou.” “Descobrir que a idade média de um telespectador da CW é 58 é a melhor coisa que poderia ter acontecido comigo”, escreveu a roteirista Caissie St.Onge (“Busy Tonight”). “Talvez seja porque quando você tem 58 anos finalmente tem tempo para assistir TV? Hora de sentar, abrir um White Claw e viver indiretamente através de adolescentes falsos fazendo merda que você sempre ouviu que os adolescentes faziam?” Veja abaixo estes e outros posts (em inglês) sobre a declaração. After Riverdale, stay tuned for an all new pic.twitter.com/EAPeceLF9S — Mike Royce (@MikeRoyce) August 15, 2022 "You hear about this?– Apparently the average age of a CW viewer is 58 years old. 58 years old! Now I know you're thinking, that's absurd! But just think about how long Supernatural was on for." pic.twitter.com/ZbjyKRWyO1 — Matt Sibley (in his Red era) (@Matt_Sibley) August 15, 2022 Finding out the average age of a CW viewer is 58 is THE BEST thing that could have happened to me. Maybe it's that when you're 58 you finally have time to watch TV? Time to sit back, crack a White Claw & live vicariously through fake teens doing shit you always heard teens did? — Caissie (@Caissie) August 15, 2022 So this was the CW the whole time? pic.twitter.com/V6v0aCtTxs — Scott of Rivia (@DerfelMacGuffin) August 15, 2022 the average cw viewers watching organ harvesting cults and supernatural plots playout on riverdale: pic.twitter.com/xSIAiVQZ9P — barchiedaily (@Barchiedaily) August 15, 2022 the average CW viewer tuning in to Riverdale each week https://t.co/wXz4agIe23 pic.twitter.com/8mMhDK1339 — Spencer Althouse (@SpencerAlthouse) August 15, 2022 ***The CW, 2006-2022***– superheroes– supernatural– sexy teens ***The CW, 2022-????***– The Bucket List: The Series– Golden Girls: The Next Generation– Walker — Alex Zalben (@azalben) August 15, 2022

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    Canal americano The CW é vendido

    15 de agosto de 2022 /

    O canal americano The CW foi vendido. A Nexstar Media Group, rede televisiva que já transmite o conteúdo da CW no interior dos EUA, está assumindo o controle de 75% da empresa. A Paramount Global e a Warner Bros. Discovery, atuais donos do CW, vão continuar na sociedade, retendo 12,5% da emissora cada. “Nossa aquisição da The CW é estratégica e operacionalmente atraente, pois nos permitirá alavancar nossa experiência operacional para melhorar o desempenho da rede por meio do gerenciamento desta poderosa plataforma nacional”, disse Perry Sook, presidente e CEO da Nexstar, nesta segunda-feira (15/8). Os termos financeiros do acordo não foram divulgados, mas fontes ligadas às negociações afirmam que a Nexstar não precisou desembolsar nada pela compra. Em vez disso, a empresa vai agregar a maior parte da dívida de mais de US$ 100 milhões acumulados em prejuízo pela operação da emissora, que estavam na contabilidade da Paramount e da WBD. Lar das séries do Arrowverso, de “Riverdale”, “Legacies”, “Walker” e várias outras atrações de fantasia juvenil, o CW foi inaugurado em 2006 como resultado da união dos antigos canais UPN e Warner nos EUA. Muitos apostaram que a experiência não duraria, mas embora nunca tenha se tornado lucrativa de forma tradicional, a joint venture se provou um bom negócio para os estúdios da CBS e Warner (o C e o W do nome do canal). O CW nunca foi lucrativo como canal de TV, mas foi um ótimo negócio para a CBS e a Warner, pois passou a render dinheiro por sinergia, ao comprar apenas séries produzidas pelas duas empresas. Além disso, esse conteúdo depois era negociado por seus estúdios para o mercado internacional e o streaming. Só a Netflix chegou a pagar US$ 1 bilhão pelos direitos de exibição do conteúdo da CW em 2018. Só que este modelo sofreu abalos nos últimos anos, acompanhando mudanças internas nas empresas proprietárias. A Warner foi desastrosamente comprada pela AT&T, que passou a desmontar a empresa, dissolvendo ou vendendo parte de seu patrimônio apenas para “revendê-la” numa fusão inacreditável com a Discovery. Já a CBS sobreviveu a um escândalo sexual de seu chefão, Les Mooves, para se fundir com a Viacom. No ano passado, os dois grupos passaram a priorizar a expansão de seus serviços streaming, HBO Max e Paramount+, sobre todos os outros projetos. Por isso, romperam o acordo bilionário com a Netflix, interrompendo o fluxo de dinheiro para o canal. Foi um tiro de morte. Ao perceberem a falha neste plano, começaram a cortejar a ideia de vender a emissora. Os novos donos reconhecem o trabalho que têm pela frente. “Não é nenhum segredo que a CW não é lucrativa”, disse a diretora financeira da Nexstar, Lee Ann Gliha, que completou: “nenhum outro canal opera com perdas contínuas”. O objetivo da Nexstar é reverter esse cenário e tornar a emissora lucrativa até 2025. Por conta disso, a venda vai afetar o número de atrações da CW. Os cancelamentos que começaram a acontecer em abril refletem este plano. Séries como “Batwoman”, “Legends of Tomorrow”, “Charmed”, “Dynasty”, “Legacies” são apenas algumas das encerradas devido à negociação. Até a finalização da venda, que deve levar alguns meses, a CW vai continuar apenas com algumas das suas séries mais consagradas, como “The Flash”, “Riverdale”, “Superman & Lois” e “Walker”, com planos de encerrar “The Flash” e “Riverdale” na próxima temporada. De novidade, o canal vai lançar apenas três atrações no próximo outono: “Gotham Knights”, nova produção do universo DC, “The Winchesters”, prólogo de “Supernatural”, e “Independence”, série derivada de “Walker”. Segundo Carter, a Paramount e a Warner devem continuar a produzir conteúdos para a CW, mas esse acordo é válido apenas até 2023. Depois disso, a Nexstar tem a opção de manter a parceria criativa, mas não a obrigatoriedade de fazer isso. De todo modo, o investimento em séries será bem mais baixo que o atual. “Esperamos investir um valor baixo de 9 dígitos neste período de 3 anos à medida que implementamos nosso plano”, explicou Gliha. “Vemos esse valor como um proxy para um preço de compra – ou um investimento feito ao longo do tempo – em vez de um obstáculo contínuo no fluxo de caixa. Você nos conhece. Estamos focados no lucro e no fluxo de caixa e esperamos que esse ativo alcance lucratividade.” Mas os investimentos devem aumentar no futuro. “Então, com o tempo, adotaremos uma abordagem diferente para nossa estratégia de programação da CW e alavancaremos nossa experiência em gastar aproximadamente US$ 2 bilhões por ano em programação, atraindo e monetizando espectadores e fazendo a transição da NewsNation, nossa rede nacional de notícias a cabo, da WGN, mantendo um foco estrito no fluxo de caixa”, disse Tom Carter, diretor executivo da Nexstar. George Cheeks, presidente e CEO da CBS da Paramount, acrescentou: “Esta nova estrutura de propriedade nos permite fazer parceria com a Nexstar e a Warner Bros. Discovery no próximo capítulo da The CW, enquanto redistribuímos capital para outras plataformas de conteúdo da Paramount”. Channing Dungey, presidente do Warner Bros. Television Group, demonstrou estar feliz com a venda. “Estamos ansiosos para continuar a colaborar em nossas séries compartilhadas e projetos futuros que ficarão sob a liderança da Nexstar”, disse a executiva.

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    Dani Calabresa é condenada por ofensa homofóbica

    15 de agosto de 2022 /

    A Justiça paulista condenou os comediantes Dani Calabresa e Bento Ribeiro a indenizarem em R$ 15 mil o colunista social Marcelo Bandeira. O caso tem dez anos e foi aberto quando Dani e Bento eram apresentadores do “Furo MTV”. Em 2011, eles fizeram comentários homofóbicos sobre uma gafe cometida pela apresentadora Claudete Troiano, do programa “Manhã Gazeta”, da TV Gazeta. Bandeira participava de um quadro do programa e foi chamado pelos humoristas de “a bicha que trabalha com ela” e “ajudante homossexual”. Dizendo ter sido humilhado e ridicularizado, o colunista entrou na Justiça contra os humoristas e a emissora exigindo uma indenização por danos morais de R$ 272,5 mil. O valor conseguido foi muito baixo, apesar de a juíza Daniela de Paula considerar a ofensa grave. “Evidentemente, o tratamento dispensado ao autor [do processo] é ofensivo. Termos como ‘bicha’ desvelam ojeriza à orientação sexual de pessoas homossexuais”, afirmou na sentença. Em sua defesa, Dani Calabresa afirmou à Justiça que, à época dos fatos, “os conteúdos televisivos, em especial os de humor, que envolvessem a questão da orientação sexual eram comuns e aceitos em nossa sociedade”. “Bicha era uma expressão totalmente aceita à época”, declarou, segundo levantamento do colunista Rogério Gentile. A época não foi no ainda não muito distante século 20, mas agora em 2011. A defesa da humorista ainda louvou o estilo de humor ofensivo. “Deve-se ter em mente que o humor, além de ser marcado pela descontração, usa como ferramentas o exagero, a hipérbole, o óbvio, o absurdo”. E ainda reclamou de censura! “A reprovabilidade quanto a seu conteúdo, fica restrita àquele que a ouve, não cabendo ao Poder Judiciário proceder juízo de valor de modo a aplicar sanção ao artista, sob pena de cometimento de censura”. Já Bento disse à Justiça que não tinha qualquer ingerência sobre o conteúdo do programa, atuando meramente como apresentador daquilo que os roteiristas elaboravam, e também citou a liberdade de expressão. A Abril, proprietária da antiga MTV Brasil, disse que “não houve ataque pessoal com o propósito de ofender o colunista”, só “uma abordagem satírica desenvolvida a partir de características pessoas e públicas dos protagonistas” do programa da Gazeta. Ou seja, piada com a “bicha”. “Se há um programa de TV satírico, nada mais se espera dele do que a sátira, e esse estilo de fazer humor não pode ser interpretado como ofensa pela simples utilização isolada de gírias popularmente adotadas”, acrescentou a empresa. Então, podiam até falar “viado”, “filhodap…” e outras coisas que não seria ofensa, nesse entendimento. A juíza Daniela de Paula não aceitou a argumentação. “Ainda que os réus aleguem que as falas seriam jocosas e não teriam intenção de ofender, os comentários direcionados ao autor constituíram notória ridicularização de sua identidade. A homoafetividade, historicamente marginalizada, deve ser protegida de comportamentos degradantes” Além dos comediantes, a emissora também foi condenada a pagar a o valor da indenização em conjunto. Eles ainda podem recorrer da decisão, mas se alguém deveria recorrer é o ofendido, já que o valor da indenização é muito aquém do pretendido. Do ponto de vista de relações públicas, o melhor agora para os condenados é pagar a “merreca” e ficar quietinhos, porque cada manifestação de defesa só aumenta a ofensa e torna pior a imagem pública dos envolvidos. O espaço segue aberto para posicionamentos, declarações e atualizações das partes citadas, que queiram responder, refutar ou acrescentar detalhes em relação ao que foi noticiado.

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    Viola Davis será vilã do novo “Jogos Vorazes”

    15 de agosto de 2022 /

    A atriz Viola Davis (“O Esquadrão Suicida”) foi confirmada como a vilã de “Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, o prelúdio de “Jogos Vorazes”. Ela dará vida à Dra. Volumnia Gaul, chefe da 10ª edição dos jogos, descrita como uma pessoa “tão cruel quanto criativa”. “Os filmes de ‘Jogos Vorazes’ sempre foram elevados por seu elenco excepcional, e estamos entusiasmados por continuar essa tradição com Viola Davis como Volumnia Gaul”, disse o presidente do Lionsgate, Nathan Kahane. “Sua presença formidável e poderosa adicionará camadas de complexidade e ameaça a esta história.” “Dra. A Gália é tão cruel quanto criativa e tão temível quanto formidável”, acrescentou o diretor Francis Lawrence. “O conhecimento de Snow como operador político se desenvolve em grande parte devido às suas experiências com ela, como a figura mais dominante dos jogos.” “Desde o início, Viola tem sido nosso sonho para a Dra. Gaul por causa da inteligência e emoção que ela traz para cada função”, acrescentou a produtora da franquia Nina Jacobson. “Uma estrategista brilhante e excêntrica, Gália é fundamental para moldar o jovem Coriolano Snow no homem que ele se tornará. Somos incrivelmente sortudos por ter uma atriz com o alcance e a presença extraordinários de Viola para desempenhar esse papel fundamental”. Viola Davis vai se juntar a um elenco que já conta com Rachel Zegler (“Amor, Sublime Amor”), Tom Blyth (da série “A Idade Dourada”), Hunter Schafer (“Euphoria”), Peter Dinklage (“Game of Thrones”), Laurel Marsden (“Ms. Marvel”), Jason Schwartzman (“Fargo”), Ashley Liao (“Physical”), Josh Andrés Rivera (também de “Amor, Sublime Amor”), Mackenzie Lansing (“Mare of Easttown”) e outros. A nova produção vai levar às telas o mais recente livro da saga, escrito por Suzanne Collins. Apesar de ter sido publicado em 2020, após o sucesso dos filmes, a trama é um prólogo, passada 64 anos antes da vitória de Katniss Everden nos Jogos Vorazes, e conta como tudo começou. A protagonista é Lucy Gray Baird (Zegler), tributo do empobrecido Distrito 12. Selecionada para participar dos “Jogos Vorazes”, ela recebe a mentoria do jovem Coriolanus Snow (Blyth), décadas antes de ele se tornar o poderoso presidente de Panem. Na trama, o futuro presidente é um jovem de 18 anos, nascido em berço de ouro e ansioso por construir o seu próprio legado. O longa contará novamente com direção de Francis Lawrence, que assinou a maioria dos filmes da franquia, além do roteirista Michael Arndt e a produtora Nina Jacobson. Nina Jacobson produziu todos as quatro adaptações dos livros de Suzanne Collins, que faturaram US$ 3 bilhões em bilheteria mundial, Lawrence dirigiu as três últimas e Arndt escreveu a melhor, “Jogos Vorazes: Em Chamas”. A estreia está marcada para 16 de novembro de 2023 no Brasil e um dia depois nos EUA.

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    Criador de “Black-ish” fará nova versão do clássico “O Mágico de Oz”

    15 de agosto de 2022 /

    Kenya Barris, criador das séries “Black-ish” e “Grown-ish”, vai escrever e dirigir uma nova versão do clássico “O Mágico de Oz”. A informação é do site Deadline. A nova versão vai atualizar a trama clássica. Mas vale lembrar que a trama já recebeu inúmeras “atualizações”, desde a versão musical com Diana Ross e Michael Jackson “O Mágico Inesquecível” (1978) até a montagem teatral “The Wicked”, centrada na história da Bruxa Má do Oeste – e que vai virar filme com Ariana Grande e Cynthia Erivo em 2024. A história inicial de “O Mágico de Oz” segue Dorothy e seu cachorro Totó, que são levados para a terra mágica de Oz depois que um furacão passa pela fazenda de seus avós no Kansas. Lá, eles fazem amizade com um Espantalho, um Homem de Lata e um Leão, e partem em direção à Cidade Esmeralda para encontrar o tal do Mágico de Oz. Ela foi contada pela primeira vez em um livro infantil de 1900, escrito por L. Frank Baum e desenhado por W. W. Denslow, e deu início a uma franquia literária que rendeu 14 livros. Os livros já foram adaptados muitas vezes para o cinema, sendo que diversas adaptações aconteceram ainda no período do cinema mudo. Porém, a mais famosa versão ainda é a lançada em 1939, que se tornou um dos maiores clássicos da história do cinema. Atualmente, Kenya Barris está envolvido na pós-produção do seu primeiro filme, a comédia “You People”, estrelada por Jonah Hill (“Maniac”). Ele também escreveu o remake do clássico “Homens Brancos Não Sabem Enterrar” (1992) e está desenvolvendo uma nova série derivada de “Black-ish”, intitulada “Old-ish”, que acompanhará os avós dos personagens centrais. Nenhum desses projetos tem data de lançamento.

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    “Minions 2: A Origem de Gru” é o filme mais visto no Brasil desde junho

    15 de agosto de 2022 /

    “Minions 2: A Origem de Gru” segue como filme mais visto nos cinemas brasileiros pelo quarto fim de semana consecutivo, de acordo com levantamento da Comscore. Há um mês e meio em cartaz, o filme teve 126 mil espectadores e arrecadou R$ 2,41 milhões arrecadados entre quinta e domingo (14/8). Desde seu lançamento em 30 de junho só não esteve no topo das bilheterias duas vezes, nos primeiros dias de “Thor: Amor e Trovão”. O Top 3 se manteve totalmente inalterado em relação à semana passada, com “Thor: Amor e Trovão” (107,1 mil espectadores e R$ 2,15 milhões) e “Trem-Bala” (95,5 mil pessoas e R$ 2,12 milhões nas bilheterias) em 2º e 3º lugares, respectivamente. Entre as estreias da semana, o thriller “A Fera”, estrelado por Idris Elba, foi o quarto filme mais visto, com 82 mil espectadores e faturamento de R$ 1,61 milhão. Já a comédia nacional “Papai É Pop”, com Lázaro Ramos, abriu no último lugar do Top 10, tirando “O Palestrante” do ranking já na segunda semana de exibição. Na estreia, a comédia com Fábio Porchat e Dani Calabresa ocupava a sétima posição. Confira abaixo a lista dos 10 filmes mais vistos no Brasil na semana. 1. “Minions 2: A Origem de Gru” 2. “Thor: Amor e Trovão” 3. “Trem-Bala” 4. “A Fera” 5. “DC Liga dos SuperPets” 6. “Elvis” 7. “O Telefone Preto” 8. “Top Gun Maverick” 9. “Gêmeo Maligno” 10. “Papai É Pop”

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    Luana Piovani vai aparecer nua pela primeira vez no cinema

    15 de agosto de 2022 /

    Luana Piovani filmou sua primeira cena nua de sexo aos 45 anos. Depois de negar inúmeras vezes, a atriz aceitou fazer uma sequência de sexo a três no filme “Maior que o Mundo”, de Roberto Marquez, que estreia na quinta-feira (18/8). Ela contou que se sentiu segura para realizar a filmagem. Em entrevista ao jornal O Globo, ela afirmou que topou aparecer nua por considerar que a abordagem do filme fugia das cenas de fetiches que muitas vezes são impostas às mulheres. “A ideia do filme não quer vender corpos bonitos e sexo, entendeu? Sou uma personagem que não tem nada a ver com sensualidade. O sexo era apenas um pedaço da história. Achei que cabia ali. Eu estava feliz com o todo e me senti segura”, disse a atriz. Ela também comentou que as filmagens não tiveram “coordenadora de intimidade”, uma responsável por determinar protocolos de segurança e bem-estar em cenas de nudez e sexo para impedir abusos – função que surgiu após as denúncias de abuso do movimento #MeToo. “Entendo as americanas quererem isso, porque americano é fod*, né? Homem branco já é insuportável. Homem branco americano acha que é o dono do mundo. Então, imagina os poderosos de Hollywood?”, afirmou. O detalhe que isso tudo já está no passado distante da atriz, que atualmente mora em Portugal. É que “Maior que o Mundo” foi filmado em 2018. Levou quatro anos para chegar as telas. “A gente tem dinheiro para fazer o filme, mas não tem dinheiro para montar. Tem dinheiro para montar, mas não tem para lançar. Finalmente, tem dinheiro para lançar, mas o distribuidor não confia tanto, prefere o blockbuster. Assim vai, né? Chama Brasilzão”, desabafou. No filme, Luana vive Mina, uma bissexual paulistana do baixo Augusta, em São Paulo, moderna e amiga do protagonista Cabeto (Eriberto Leão). Ele é escritor de um best-seller só, que resolve plagiar um diário e a partir disso precisará lidar com a fúria do autor original e as consequências desse crime. O elenco também destaca Maria Flor (“Pequeno Segredo”). Veja o trailer do filme abaixo.

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    Johnny Depp vai dirigir filme sobre o pintor Modigliani

    15 de agosto de 2022 /

    O ator Johnny Depp (“Aliança do Crime”) vai dirigir o filme “Modigliani”, sobre dois dias na vida do pintor e escultor italiano Amedeo Clemente Modigliani. A informação é do site The Hollywood Reporter. Modigliani foi um famoso artista figurativo, que se tornou conhecido por pintar retratos de rostos femininos com pescoços alongados. Depp é fã do artista e comprou vários dos seus quadros, o que contribuiu para sua ruína financeira. O filme vai se passar em 1916, época em que Modigliani estava vivendo em Paris. Considerado um fracasso pelo público e pela crítica, o artista passou por um período turbulento que se tornou o ponto de virada na sua vida e na sua carreira. “Modigliani” é baseado numa peça de Dennis McIntyre. O roteiro da adaptação foi escrito pela dupla Jerzy Kromolowski e Mary Olson-Kromolowski (“A Promessa”). Além de dirigir, Depp também vai produzir o filme, ao lado do ator Al Pacino (“O Irlandês”). O projeto marcará o reencontro de Depp e Pacino após os dois trabalharem juntos em “Donnie Brasco” (1997). Essa será a segunda vez que Depp dirige um filme de ficção. A primeira foi há 25 anos, quando ele comandou o drama “O Bravo” (1997), o qual ele também estrelou, ao lado de Marlon Brando (“O Poderoso Chefão”). Desta vez, porém, o ator deve se contentar em trabalhar apenas atrás das câmeras. O elenco será escalado em breve e as filmagens devem começar em 2023. Não há previsão de estreia. Embora ainda esteja envolvido no processo legal com a sua ex-mulher, a atriz Amber Heart (“Aquaman”), Depp está aos poucos retomando a sua carreira. Atualmente ele está filmando a produção francesa “Jeanne du Barry”, em que interpreta o rei Luís XV. Além disso, ele fez uma participação no game “Sea of Dawn” e investe em sua carreira musical.

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    Anne Heche tem suporte de vida desligado para transplante de órgãos

    15 de agosto de 2022 /

    Após ter a morte cerebral declarada na sexta-feira (12/8), a atriz Anne Heche teve os aparelhos de suporte de vida desligados na noite de domingo (14/8) para o procedimento de transplante de seus órgãos, anunciou seu representante. Segundo o TMZ, foram encontrados vários pacientes compatíveis para receber a doação e diversos órgãos serão transplantados, mas os médicos não especificaram quais. A atriz de 53 anos ficou com queimaduras e uma lesão no pulmão depois colidir com seu carro numa casa, iniciando um incêndio na área de Mar Vista, em Los Angeles, em 5 de agosto. Ela entrou em coma após a colisão e ficou respirando por aparelhos por uma semana. A polícia de Los Angeles conseguiu um mandado para realizar coleta de sangue após evidências sugerirem que ela poderia estar sob efeito de drogas ou álcool no momento do acidente, e traços de cocaína e fentanil foram encontrados na atriz. Com sua morte, a investigação foi interrompida e não será retomada.

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